Nos últimos dias peguei você para escrever, mas... não descobri por onde anda a minha energia! É um cansaço que me domina e quando menos percebo, durmo. E ainda durmo pesado.
Eu até me senti um Sim, personagem do jogo The Sims. Se aquilo fosse real eu estaria no meu limite, na cor laranja beirando a vermelha. Talvez até desmaiasse de cansaço e dormiria pelo caminho, sem ter tempo suficiente de chegar até a minha cama.
É... temos que vencer um leão por dia!! E não é que me lembrei desse dia de visita no Zoológico da Camboriú, Santa Catarina.
Sem Título, 1978, Alfredo Ceschiatti - Sé | Foto Acervo do Metrô
A partir de novembro, esculturas, murais e painéis, trabalhos de nomes emblemáticos da arte contemporânea brasileira e instalados no Metrô de São Paulo passarão por um minucioso processo de limpeza, conservação e proteção. São 21 obras de artistas como Cláudio Tozzi, Denise Milan, Francisco Brennand, Geraldo de Barros e Gilberto Salvador, criações que hoje trazem marcas ocasionadas pelo tempo e por intempéries diversas. Com patrocínio da Bombril, apoio do ProAC e da Secretaria Estadual de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo, o projeto é idealizado pelo produtor Eduardo L. Campos e realizado em parceria com o escritório Julio Moraes Conservação e Restauro .
A ação terá início na Estação Clínicas com a conservação da instalação O Ventre da Vida, de Denise Milan e Ary Perez. O processo deve se estender até abril de 2021 e prevê a recuperação de trabalhos instalados nas Estações Trianon-MASP, Santos-Imigrantes e Paraíso com a conservação de quatro obras de arte: as esculturas Passáro Rocca (1990) de Francisco Brennand, Esfera (2009), de Marcos Garrot, O Equilíbrio (1989), de Renato Brunello e o painel O Paraíso (1995), de Betty Millan. Cada trabalho receberá cuidados específicos, feitos de acordo com o estado de preservação, e ao final do processo a obra receberá uma camada protetora, que prolonga o período de proteção, e facilita limpezas futuras.
O cronograma de conservação ainda contempla as obras das Estações Pedro II (Figuras Entrelaçadas, escultura de Antonio Cordeiro), Clínicas (Jogos de dados, painéis de Geraldo de Barros), Vila Madalena (Homenagem a Galileu Galilei II, escultura de Cleber Machado), Santuário Nossa Senhora de Fátima - Sumaré (escultura Sem título, de Caito), Trianon-MASP (a escultura Pássaro Roca, de Francisco Brennand), Paraíso (painel O Paraíso, de Betty Millan, e a escultura Equilíbrio, de Renato Brunello), Jardim São Paulo - Ayrton Senna (Voo de Xangô, escultura de Gilberto Salvador), Tucuruvi (A Semente, escultura de Renato Brunello), Tiradentes (Sem título, escultura de Akinori Nakatani), República (Resíduos e Vestígios - Século XXI - Vitrine / Cápsulas, de Bené Fonteles; - Resíduos e Vestígios - Século XXI - Grande Cocar, de Roberto Mícoli; Resíduos e Vestígios - Século XXI - Luz da Matéria, de Xico Chaves; Resíduos e Vestígios - Século XXI (duas instalações), de Luiz Hermano); e Santos-Imigrantes (Esfera, escultura de Marcos Garrot).
O longo processo de recuperação, com todos os detalhes da ação, será registrado por meio de fotos e vídeos, em um catálogo digital e impresso e ainda no documentário Conservação das Obras de Arte do Metrô. Ambos serão apresentados e distribuídos gratuitamente ao público no término do projeto.
A missão do projeto converge com a cultura da Bombril, que há 72 anos é uma grande aliada dos brasileiros, oferecendo uma linha completa de produtos de higiene e limpeza para casa e para o cuidado com as roupas. O Metrô de São Paulo é uma referência mundial, motivo de orgulho para os paulistanos, e contribuir para conservação das obras de arte ali instaladas é, para Bombril, um modo de valorizar a cultura e memória do Brasil.
"Para além de prolongar a vida destas obras, o projeto chama a atenção para a existência da arte no dia a dia das pessoas que transitam pelo Metrô de São Paulo. O papel da arte e sua relevância para sociedade serão reafirmados no mundo pós-pandemia. Essa ação é um presente que oferecemos à São Paulo", diz Eduardo L. Campos, diretor da Sequoia Produções.
A recuperação das obras de arte de São Paulo corresponde a um projeto recorrente, iniciado em 2018, que já entregou 41 esculturas conservadas. O projeto conservou nove esculturas da Praça da Sé. Entre os destaques, Abertura (1970), escultura em aço de Amilcar de Castro; Emblema de São Paulo (1979), de Rubem Valentim, O Voo, de Caciporé Torres e ainda uma obra de extrema importância para a capital: o Marco Zero da cidade, prisma hexagonal revestido de mármore e bronze, idealizado por Jean Gabriel Villin e Américo Neto e instalado no centro geográfico de São Paulo. Esta última, passou duas vezes pelo processo de conservação por conta de um acidente que ocorreu na Praça antes do aniversário de 465 anos de São Paulo, em 2019
No Parque Trianon, na Avenida Paulista, foram conservadas três emblemáticas esculturas: Fauno (1944), de Victor Brecheret; Anhanguera (1935), de Luís Brizzolara; e Busto de Joaquim Eugenio de Lima (1952), de Roque de Mingo.
A última etapa foi concluída em junho de 2019, com a recuperação das 30 obras do Jardim de Esculturas do MAM São Paulo, no Parque Ibirapuera, um dos principais acervos brasileiros expostos a céu aberto. São monumentos projetados por importantes nomes da cena contemporânea do País, com obras como Aranha (1981), de Emanoel Araújo; Carranca (1978), de Amilcar de Castro; Sete ondas - uma escultura planetária (1995), de Amelia Toledo; Cantoneiras (1975), de Franz Weissmann; e Corrimão (1996), de Ana Maria Tavares.
As primeiras etapas do projeto podem ser conferidas no documentário Conservação de Esculturas em Espaços Públicos na cidade de São Paulo, disponível no YouTube .
A atriz e cantora mirim Bia Brumatti integra o elenco da nova novela da TV Record, 'Gênesis', prevista para estrear em 2021, interpretando a personagem de destaque Rheduana em sua fase de infância
Com texto de Emílio Boechat, Camilo Pellegrini, Raphaela Castro e Stephanie Ribeiro, a novela traz para a televisão o livro Gênesis da Bíblia, contando a história de toda a criação, até chegar ao período de escravidão dos hebreus no Egito.
As gravações da novela já foram retomadas. Bia integra o núcleo Ur dos Caldeus, onde interpreta Rheduana, personagem interpretada em sua fase adulta por Tammy Di Calafriori, é filha de Nidana e Hasabia, interpretados por Julianne Trevisol e Fifo Benicasa. Bia irá ainda trabalhar ao lado de Paulo Goulart Filho e Flávia Monteiro, que interpretam seus avós na trama.
Bia Brumatti é atriz e traz em seu currículo diversas experiências profissionais, como no programa "Humoristinhas" do Multishow (2017), em que atuou ao lado de Eduardo Sterblitch e o espetáculo "A Noviça Rebelde" (2018), quando deu vida à personagem Brigitta, ao lado de Gabriel Braga Nunes, Malu Rodrigues, Marcelo Serrado, Gotsha e sua inspiração, Larissa Manoela. Ainda em 2018, deu vida a personagem July, no musical "Annie", atuando ao lado de Miguel Falabella, Ingrid Guimarães, Cleto Baccic e Sara Sarres. Em 2019 esteve novamente no palco, ao lado de Baccic e Sara, além de outros nomes do teatro musical, como Arthur Berges e Thais Piza, na montagem brasileira de "Escola do Rock - O Musical". Recentemente esteve em cartaz com o espetáculo "Princesa Falalinda Sem Papas Na Língua", no qual interpretou o papel título.
Cantora de 9 anos encanta ao interpretar canções belas e especiais com uma voz doce, envolvente e de rara personalidade para tal idade
Em meus 35 anos de atuação como crítico musical e jornalista especializado em música, já tive a oportunidade de ver o nascimento de alguns jovens talentos. Entre as cantoras, posso citar Patricia Marx e Sandy, que ouvi e entrevistei antes de completarem dez anos de idade. Era possível sentir que o futuro prometia muita coisa boa para aquelas belas, simpáticas e talentosas garotas. E isso se confirmou plenamente.
Pois sinto mais uma vez esse pressentimento. Desta vez, a menininha em questão é Mariana Cotta, com apenas nove aninhos, que atende por um simpático nome artístico que muita gente já conhece e muito mais gente irá conhecer em breve: Maricotta.
Ouvi-la interpretar com desenvoltura, doçura e emoção “A Cor Mais Bonita”, envolvente e inédita canção pop escrita pela badalada Kell Smith, dá um susto. Tudo bem, a voz é de criança, mas como pode ser tão afinada, tão bem encaixada na melodia, tão boa de se ouvir?
Kell não ofereceu essa música por acaso à jovem amiguinha. Afinal, ela promoveu em 2019 um concurso via Instagram para escolher um(a) fã para cantar com ela em um show em São Paulo, no Teatro Porto Seguro, a canção “Mudei”. E adivinhem quem foi a escolhida?
Maricotta não só deu conta do recado como atraiu as atenções do bem-sucedido tecladista, produtor e compositor Bruno Alves, conhecido por seus trabalhos com a própria Kell e Daniel Boaventura (entre outros), que confessa ter se emocionado ao ter ouvido a cantora pela primeira vez, quando a gatinha tinha apenas sete anos. Ele que também começou a carreira ainda criança. As lágrimas eram inevitáveis.
Para gravar com a garota oriunda de Belo Horizonte (MG), Bruno arregimentou um time que traz, entre outros, o violonista Edson Guidetti, que tocou durante cinco anos com Sandy & Júnior, e o baterista Marco da Costa, que tocou com Maria Rita, por exemplo.
Juntos, gravaram em um estúdio em São Paulo e também em um show realizado em Caeté (MG). O repertório se divide entre releituras bem personalizadas de sucessos da amiga Kell Smith (“Era Uma Vez”), do grupo Melim (“Dois Corações”), Sandy & Júnior (“Era Uma Vez”) e da Disney (“Um Mundo Ideal”, de Alladim) e canções inéditas bem bacanas, como a já citada “A Cor Mais Bonita” e as envolventes “Feito Algodão Doce” (Gabê Anjos) e “Geração do Amor” (Felipe Ispério).
Em seu canal no Youtube, uma websérie com até agora cinco episódios é uma boa prova de como a moçoila evoluiu nesse período tão curto de tempo. E isso não veio de graça. Não mesmo.
Fernando montou em sua casa um estúdio para Mariana aprimorar seu talento. Além disso, ela estuda inglês, dança, artes e com uma fonoaudióloga, além da escola convencional.
“Nunca escutei ela me dizer que não quer ter aula, nem um único dia. Sempre está disposta. Olha que eu sempre disse que seria difícil, que seria até chato, e perguntava se ela estava disposta a encarar esse desafio, e ela me respondeu: muito!”, relembra Fernando.
Os próximos anos prometem muito para Maricotta, mas já dá para conferir resultados bem concretos dessa preparação toda. Veja o clipe de “A Cor Mais Bonita” e presencie uma nova história de sucesso nascendo ali, na sua frente, em pleno 2020. Acredite, é um privilégio. - Fabian Chacur
Biografia: Mariana Cotta nasceu em Belo Horizonte (MG) em 9 de agosto de 2011, e chegou a morar por alguns anos no Rio de Janeiro (RJ). Seu pai, Fernando , é oriundo de uma família com forte inclinação musical, embora ele tenha preferido seguir a carreira de médico. Ele se surpreendeu ao ver sua filha mais nova aprender rapidamente canções complicadas quando tinha apenas três anos.
Em determinado momento, resolveu montar um home studio e contratar um professor de música para dar aulas a ele e às filhas Mariana e Laura. E foi Mari quem se destacou e resolveu levar a coisa a sério.
Decidida, a menina também pediu ao pai para criar um canal no Youtube, o que ocorreu logo a seguir. Aos poucos, foram cativando uma audiência cada vez maior.
O canal permite a quem ver os vídeos conferir o rápido progresso da Maricotta a cada nova gravação. Ao contrário de outras cantoras da mesma faixa etária, ela não se perde em exibicionismos, procurando valorizar cada canção.
O repertório da jovem cantora se concentra em um pop melódico próximo da nova mpb e do folk moderno, ficando longe de apelações e sendo infantil sem ser infantilizado, como bem define Fernando. O apoio de Bruno Alves tem sido muito importante nesse sentido. “Ele é uma dádiva de Deus para mim, um grande parceiro, com pé no chão, muito sincero e que vestiu a camisa do projeto”, elogia.
Bruno recorda uma passagem que o impressionou. “Uma das músicas que gravamos tinha modulação, algo não tão fácil para alguém iniciante, e me preparei para ensinar a ela o que é isso, como fazer etc. Pois ela fez a gravação rapidamente e com a maior desenvoltura, nem acreditei quando ouvi”, relembra, impressionado.
Fernando chega a esfregar os olhos quando vê a filhota frequentando estúdios profissionais há dois anos como se estivesse na sala de casa. “Ela entra no estúdio ou ensaia com a banda como se fosse uma brincadeira. Canta com uma banda que conta com um vencedor de Grammy ( Marco da Costa ) na maior naturalidade. É impressionante!”
Enquanto "Terra nos Cabelos" do gaúcho Tônio Caetano, tece suas narrativas de modo delicado e sensual, o romance "Encontro Você no Oitavo Round", do capixaba Caê Guimarães, é um monólogo poético de rememoração narrativa
"Terra nos Cabelos", do gaúcho Tônio Caetano, foi o escolhido entre os 666 concorrentes na categoria contos e Encontro você no oitavo round, do capixaba por adoção Caê Guimarães, levou na categoria romance, sendo o vencedor entre quase 700 inscritos. O livro de contos tem apresentação de Marcelo Moutinho e de Ana Paula Maia e o romance, de Samarone Lima e de Renata Pimentel. A premiação tem curadoria de Henrique Rodrigues
Chegaram às livrarias os dois vencedores do Prêmio Sesc de Literatura, a mais relevante premiação literária para novos escritores no Brasil. Na categoria de contos, "Terra nos Cabelos" revela as vozes femininas do autor gaúcho Tônio Caetano, que tece suas narrativas de modo delicado e sensual. Já o romance, "Encontro Você no Oitavo Round", do escritor Caê Guimarães, capixaba por adoção, é um monólogo poético de rememoração narrativa, que revela ao leitor a surpreendente trajetória de seu protagonista, um lutador de boxe que abandonou a poesia depois de um início promissor.
Criado em 2003 pelo Sesc, o prêmio é uma parceria com a editora Record, responsável por publicar e distribuir os livros vencedores. O concurso tem o objetivo de revelar novos escritores e, assim, renovar o cenário literário brasileiro e incentivar a cultura. Em 2020, o Prêmio Sesc de Literatura recebeu 1358 inscrições, sendo 692 romances e 666 livros de contos.
Socos, cicatrizes, quedas, redenções e um zumbido no ouvido, fruto de uma vida marcada por pancadas. Essa é a história de Cristiano Machado Amoroso, um pugilista que chegou bem perto do topo da sua carreira aos 25 anos, mas sofreu um nocaute que nunca esqueceu. Aos 40, antes de integrar ao time dos aposentados, ele tem sua última luta e uma proposta: em troca de uma boa quantia em dinheiro, o boxeador deve entregar o resultado, sem que o adversário saiba, no quarto round.
A narrativa, em primeira pessoa, nos apresenta também o cotidiano da periferia. O vizinho Magro e sua família de doidos, a amizade com o sapateiro, o bairro esquecido coalhado por cortiços e, claro, a jornalista que fará repensar o rumo da sua história são detalhados de forma fluida e delicada, pelo protagonista. Vivaz e irônica, Esther é mais do que uma repórter curiosa pela história de um pugilista no fim de carreira. Ela também é fã das obras literárias de Cristiano, que abandonou uma promissora carreira, mas que agora retorna para, quem sabe, um acerto de contas.
Neste "Encontro Você no Oitavo Round", vencedor do Prêmio Sesc de Literatura 2020 na categoria Romance, a irmanação entre boxe e escrita surge com rara potência. Até o último round, não sabemos se o pugilista vai beijar novamente a lona, conforme o combinado. O estranho mistério que acompanha os que apanham muito, mas nem sempre entregam os pontos.
Caê Guimarães nasceu em 1970 e vive em Vitória (ES). É escritor, poeta, jornalista e roteirista. Tem cinco livros publicados, entre poesia, conto e crônica. "Encontro Você no Oitavo Round", vencedor do Prêmio Sesc de Literatura 2020, é seu primeiro romance. Você pode comprar o livro neste link.
"Terra nos Cabelos" Tônio Caetano 112 pág. | R$32,90 Ed. Record | Grupo Editorial Record
Em "Terra nos Cabelos", Tônio Caetano apresenta histórias emocionantes protagonizadas por mulheres. Entrelaçadas por um fio invisível que compartilha a força de suas histórias, as personagens apresentam situações reais que, ora atuais ora de décadas passadas, nos fazem refletir sobre autoconhecimento, medos, inseguranças e, sobretudo, o que é ser mulher – em contextos, idades e épocas diversas.
Ao longo de 15 contos, o livro se propõe a uma espécie de investigação do íntimo, das descobertas do outro, e instiga o leitor a mergulhar na vida dos personagens. A menina que vê a mãe partir e se aferra a uma prolongada espera, a esposa infeliz que se aventura na casa de swing, as adolescentes enredadas nas primeiras experiências sexuais, em ritos de passagem e de iniciação. São, todas elas, personagens em contenda com o mundo, seja no âmbito familiar ou no universo da sociedade de forma mais ampla. Tônio Caetano costura as histórias de forma que a ambiência se amalgama a um sentimento difuso de inadequação, de não pertencimento.
A poética presente em Terra nos cabelos revela a chegada de mais um autor talentoso ao cenário da literatura brasileira. Semeando boas histórias que fazem refletir as minúcias da vida comum, sua estreia é bem-vinda, e seus textos, cheios de inquietações.
Tônio Caetano nasceu em Porto Alegre (RS), em 1982. Trabalha como servidor público municipal e é especialista em Literatura Brasileira pela PUC-RS. Integra as coletâneas Contos de mochila, Minicontos de amor e morte, Planeta Fantástico e Ancestralidades: escritores negros. Em 2020, venceu o Prêmio Sesc de Literatura 2020, na categoria Contos, com o livro "Terra nos Cabelos". Você pode comprar o livro neste link.
Em "Síndrome da Impostora", Rafa Brites compartilha detalhes de sua trajetória para abordar um tema que afeta diversas mulheres: a síndrome da impostora. Este é o primeiro livro dedicado exclusivamente ao fenômeno, resultado de questões como o machismo e a desigualdade social.
"O que eu tô fazendo aqui? Vai dar tudo errado, eu não sou tão boa assim!". Quem nunca se deparou com pensamentos como esses? A "síndrome de impostor" é um fenômeno que afeta principalmente mulheres e vem sendo debatido e estudado cada vez mais devido aos altos índices de pessoas que sofrem de bourn out, baixa autoestima, ansiedade e estresse.
Em seu livro de estreia, "Síndrome da Impostora", que será lançado pela editora Planeta na próxima terça-feira, dia 10, Rafa Brites apresenta a primeira obra dedicada exclusivamente ao tema e compartilha detalhes de sua história de vida para ajudar mulheres a entender, identificar e driblar o problema, para então alcançarem a melhor versão de si mesmas.
Rafa Brites é uma mulher que inspira outras, tem uma carreira bem sucedida, um filho fofo e um marido companheiro. Quem vê de fora pode enxergar os ingredientes exatos da receita da felicidade. Essas conquistas deveriam ser mais do que definitivas para que ela não questionasse o próprio valor, mas a verdade é que elas só geraram mais pressão, pois a raiz da síndrome de impostor não está nos fatores externos. "Enquanto não mergulharmos no nosso interior e formos em busca das raízes que nos levam a ter esses sentimentos, não teremos forças para combater a Impostora que existe em nós", ela afirma no livro.
Rafa relata que já teve pensamentos de autosabotagem, consequências do que ela chama de "síndrome da impostora", em diversos momentos da vida, quando desistiu da principal vaga de trainne na época em que cursava administração ou quando adiou por anos os planos de escrever um livro por não achar que ele seria bom o suficiente. Por muito tempo ela não teve a dimensão do problema na sociedade em que vivemos, até se deparar com relatos de figuras como Maya Angelou, Michelle Obama, Kate Winslet, Sheryl Sandberg e Emma Watson.
Todas elas, em algum momento da vida, se sentiram uma fraude. Ela então decidiu mergulhar no tema e suas pesquisas a levaram até Pauline Clance e Suzanne Imes, psicoterapeutas e professoras na Universidade da Geórgia que estudaram diversas mulheres de diferentes perfis e constataram que um sentimento unificava todas, o de que elas não mereciam estar onde estavam. Em 1978, Pauline e Suzanne escreveram um artigo sobre esse sentimento, que chamaram de "O Fenômeno do Impostor".
Ele é considerado um problema universal, mas mais forte ou comum entre pessoas de grupos sociais com baixa representatividade ou em situação de desvantagem, como no caso das mulheres. "A conclusão a que cheguei, ao ver tantas mulheres se subestimando como eu, é que esse sentimento é reflexo de toda uma construção histórica patriarcal. São fatores externos que se refletem, de maneira brusca, em nosso interior", afirma a autora.
Abordando questões como a diferença na criação de meninos e meninas, machismo no mercado de trabalho e estereótipos empregados às mulheres, que geram muitas vezes dificuldade de lidar com o poder e o reconhecimento, "Síndrome da Impostora" mostra como enfrentar os fantasmas internos e discorre sobre a importância da sororidade, do acolhimento e do autoconhecimento. O livro traz também relatos de mulheres com diferentes recortes sociais, de gênero e raça, como Tábata Amaral, Carol Marra, Juliana Caldas e Debora Bastos, além de apresentar algumas partes de interatividade, em que a leitora pode escrever o que pensou ou até desenvolver a criatividade. Você pode comprar o livro neste link.
Sobre a autora Rafa Brites é Influenciadora de Jornadas. É formada em Administração de Empresas, pós-graduada em Neurociência e Comportamento e fez especialização nas áreas de Programação Neurolinguística, Self-Management Leadership e High Performance Coaching. Foi apresentadora e repórter da TV Globo e do GNT. A busca por autoconhecimento é uma paixão de família. Fez seu primeiro curso de meditação aos nove anos e, desde 1998, participa da reunião familiar anual "Transformando Sonhos em Realidade" (TSER). Hoje dedica sua vida ao TSER, dando palestras e cursos para mulheres que buscam uma revolução pessoal.
Ilustração é um trabalho colaborativo assinado por 20 artistas da coleção Graphic MSP e reúne os personagens de Mauricio de Sousa
Acaba de ser anunciado um dos itens colecionáveis mais aguardados pelos fãs da CCXP. Em uma celebração aos 50 anos do primeiro número da revista Mônica, lançada em 1970, pela Editora Abril, o pôster oficial da CCXP Worlds é o resultado de um trabalho colaborativo de 20 artistas, expoentes dos quadrinhos brasileiros e que fazem parte da coleção Graphic MSP - projeto que traz reinterpretações dos personagens clássicos de Mauricio de Sousa. Em 2020, o maior festival de cultura pop do planeta acontece de forma virtual nos dias 4, 5 e 6 de dezembro. Outras informações estão disponíveis no site https://www.ccxp.com.br.
Seguindo a tradição da primeira CCXP, realizada em 2014, quando o pôster oficial foi criado a partir de um trabalho em conjunto de diversos artistas, a primeira edição virtual do festival também reuniu um time de peso. A arte deste ano traz os personagens de Mauricio de Sousa que já foram retratados no selo Graphic MSP lendo a Mônica # 1 - curiosidade: somente nesta primeira edição a revista trouxe o subtítulo "e Sua Turma".
O esboço inicial do trabalho colaborativo foi criado por Danilo Beyruth e a montagem final ficou por conta de Vitor Cafaggi, que deu unidade a esse mosaico de traços e de estilos. Para conferir todo o processo de criação e mais entrevistas de Sidney Gusman, editor das Graphics MSP, e de Mauricio de Sousa basta entrar no link: https://www.instagram.com/p/CHQfwfcHc7J/
Participam do projeto Bianca Pinheiro, Camilo Solano, Cristina Eiko, Danilo Beyruth, Eduardo Damasceno, Eduardo Ferigato, Fábio Coala, Fefê Torquato , Gustavo Borges, Gustavo Duarte, Jefferson Costa, Lu Cafaggi, Marcelo Costa, Orlandeli, Paulo Crumbim, Renato Guedes, Roger Cruz, Rogério Coelho, Shiko e Vitor Cafaggi. Cada artista desenhou no pôster o mesmo personagem com o qual trabalhou em sua Graphic MSP, e a ficha técnica completa segue abaixo.
"Os quadrinhos são uma potência no mercado de cultura pop. E a CCXP acompanha esta paixão dos fãs sempre apresentando novidades e conteúdos relevantes. Não só abrigamos o maior Artists' Alley do hemisfério sul, mas também valorizamos a produção nacional, o surgimento de novos talentos e promovemos painéis e masterclasses sobre o tema. A parceria com a MSP, que sempre esteve conosco em todas as edições já realizadas, proporcionou painéis que entraram para a história do festival, como é o caso de Laços, com participação de Mauricio de Sousa e de sua filha Mônica", reforça Ivan Costa, cofundador da CCXP e responsável pelo Artists’ Alley.
"Em apenas oito anos de existência, o selo Graphic MSP se tornou não apenas uma referência no mercado nacional de quadrinhos, mas também uma dos nossos chamarizes para a CCXP. Não à toa, sempre programamos para o evento um lançamento e o anúncio dos quatro álbuns do ano seguinte. E isso se estendeu para os produtos derivados do projeto, como o filme Turma da Mônica - Laços, a animação do Astronauta e a série live-action do Jeremias. É uma parceria que deu certo, e esse pôster espetacular é uma coroação disso tudo", enfatiza Sidney Gusman, editor das Graphics MSP.
Como participar da CCXP Worlds O cadastro para a CCXP Worlds é gratuito na categoria Free, que dará direito a quase todas as áreas do evento - com exceção do Thunder Arena, que pode ter alguns conteúdos não liberados. Para ter acesso total às principais transmissões do festival, basta adquirir o pacote Digital Experience (R﹩ 35,00). Nesta modalidade, o fã ainda receberá uma credencial virtual, enviada por e-mail, além de outras funcionalidades e interações, acesso a workshops e masterclasses e pré-venda da CCXP21.
Para quem gosta de viver a experiência completa, o plano o Home Experience (R$ 35,00 + R$ 21,00 de frete) tem como diferencial o envio de um kit físico contendo a credencial da edição, junto com um cordão, tag de porta, pin e stickers. Já o Epic Experience (R$ 450,00 + R$ 21,00 de frete) é feito para deixar o mundo dos fãs ainda mais especial. Ele será composto por um kit com credencial física, produtos dos estúdios e oficiais da CCXP - incluindo dois cordões, tag de porta, pin, stickers, balde de pipoca, camiseta, copo, moletom, boné e pôster. Também haverá desconto no ingresso da CCXP21 e venda exclusiva de colecionáveis Iron Studios.
Em 2019, a CCXP recebeu 282 mil visitantes, quebrando recorde de público e se estabelecendo mais uma vez como o maior festival de cultura pop do planeta. Este ano, a edição especial CCXP Worlds: A Journey of Hope acontece de forma totalmente virtual e, vai alcançar os lares de fãs do mundo inteiro nos dias 4, 5 e 6 de dezembro.
Lista completa de personagens e dos artistas que trabalharam no pôster:
Astronauta por Danilo Beyruth Bidu por Eduardo Damasceno Capitão Feio por Marcelo Costa Cascão por Camilo Solano Cebolinha por Gustavo Borges Chico Bento por Orlandeli Floquinho por Lu Cafaggi Horácio por Fábio Coala Jeremias por Jefferson Costa Jotalhão por Roger Cruz Louco por Rogério Coelho Magali por Vitor Cafaggi Mônica por Bianca Pinheiro Papa-Capim por Renato Guedes Penadinho por Cristina Eiko e Paulo Crumbim Piteco por Eduardo Ferigato Thuga por Shiko Tina por Fefê Torquato Zé Lelé por Gustavo Duarte
Do título do álbum à escolha do Abbey Road Studios como o centro de gravação, Joe Bonamassa destaca a importância do blues britânico em sua formação musical. "Royal Tea", seu mais recente disco, é um álbum no qual ele contou com a ajuda de nomes conhecidos do estilo no Reino Unido, como o compositor Pete Brown, letrista de canções famosas do grupo Cream, além do veterano guitarrista Bernie Madsen, ex- Whitesnake e do músico Jools Holland. O resultado, como era de se esperar, ficou acima da média.
Com esse quadro, o ouvinte acredita que irá encontrar somente covers de canções consagradas, como aconteceu em seu álbum anterior (British Blues Explosion). Porém, acaba se surpreendendo com canções novas, com influências do blues britânico dos anos 60. E que mostram o quanto Bonamassa vem evoluindo nos últimos anos.
Ao invés de fazer um tributo convencional, Bonamassa e os seus parceiros optaram por toques sutis em dez faixas originais, que soariam tão novas nas gerações passadas quanto soam hoje. Há breves acenos como as dicas de Jeff Beck para serem encontradas em solos e ecos do tom aéreo de Eric Clapton em passagens mais lentas. Mas estas pistas surgem organicamente e nunca parecem forçadas ou imitadas.
A faixa título ("Royal Tea") é um dos grandes momentos desse álbum. Riffs de guitarra pontuados e rajadas de Órgão Hammond pilotado por Reese Wynans impulsionam os versos entre a interação de chamada e resposta inteligente entre Bonamassa e os vocalistas de apoio.
"I Didn't Think She Would Do It" é um blues rock acelerado bem ao estilo britânico nos anos 60. Exatamente como os Yardbirds (aquela banda que teve como guitarristas Eric Clapton, Jeff Beck e Jimmy Page) fazia no início. Mas posso citar ainda "Why Does It Take So Long To Say Goodbye" como outro ponto forte desse disco, assim como "Beyond The Silence".
De certa forma, isso era de se esperar, já que o blues britânico moldou o jovem Bonamassa e sempre influenciou seu estilo de tocar guitarra. Quando comparadas com a nostalgia básica, canções originais e nuances artísticas geralmente ganham o dia. E como bem definiu o release de divulgação: “a vontade de reconceber esta era em vez de apenas revisita-la torna Royal Tea um grande álbum e uma audição intrigante”. Vale a pena conferir esse trabalho.
Nova série é derivada das lives gravadas durante a pandemia e tem curadoria de Leandro Karnal; programa vai ao ar pela TV Cultura, às 19h
Foto: Reprodução Youtube/Instituto CPFL
Neste domingo, dia de novembro, o Café Filosófico CPFL, programa produzido pelo Instituto CPFL, estreia um módulo inédito sob a curadoria de Leandro Karnal: “A Consciência Mascarada: larvatus prodeo”. A nova série reúne lives gravadas durante a pandemia, com convidados transmitindo diretamente de suas casas. “Encontramos uma maneira de nos conectar com o nosso público e conversar com novas pessoas durante esse período de isolamento”, explica o diretor do Instituto CPFL, Mário Mazzilli.
As edições #ficaemcasa contam com produção totalmente online - por conta da pandemia e a consequente suspensão das gravações em estúdio. As equipes de produção, direção, edição, comunicação e transmissão trabalharam de suas casas, resguardando a saúde e segurança de todos.
Na estreia, a filósofa Djamila Ribeiro discute sobre “Amor e Ódio” fazendo um paralelo entre as grandes dualidades evidenciadas pela pandemia: a do “amor aos entes queridos” e do “ódio ao outro”, seja este um outro alguém, o vírus ou um grupo social. Qual amor e qual ódio estão presentes no imaginário e nas práticas sociais de reivindicação e de exclusão? E como se constrói o amor para combater o ódio?
Alguns pensadores colocam o ódio como um afeto da constituição do sujeito, como uma grande defesa original. Um afeto que retorna constantemente durante a vida, na forma de intolerância, raiva e agressividade. O ódio tem como seu oposto: o amor. Em um país que construiu a ideia “romantizada” de que aqui não haveria racismo, quais as consequências quando se cria um mito pra tentar encobrir as tensões nas relações raciais?
O novo módulo do Café Filosófico CPFL estreia neste domingo e vai ao ar pela TV Cultura, às 19 horas, com classificação de 14 anos.
Serviço
Café Filosófico CPFL na TV com Djamila Ribeiro - “Amor e Ódio”
Em novembro: dias 14, 21 e 28 – sábados, às 18h. Em apoio ao Novembro Azul: nestas 3 apresentações homens pagam meia entrada.
“Provavelmente a mais importante obra de teatro político da última década”, Charles Isherwood -
Crítico de teatro do The New York Times
Produzido em mais de 150 países e traduzido para mais de 50 idiomas o espetáculo "Os Monólogos da Vagina" tornou-se fenômeno mundial. Depoimentos verídicos de mais de 200 mulheres colhidos pela autora, em todo o mundo, abordam de maneira extremamente bem humorada, direta e livre de preconceitos uma reflexão sobre a relação da mulher com sua própria sexualidade.
A estreia brasileira desse fenômeno teatral aconteceu em 07 de abril de 2000, no Teatro Clara Nunes, no Rio de Janeiro, com incrível sucesso de público e crítica. A genialidade de Miguel Falabella na adaptação e direção do texto o tornou o primeiro diretor no mundo a escalar três atrizes para, ao mesmo tempo, encenarem as narrativas das entrevistas originais colhidas por Eve Ensler. Essa concepção, a pedido da própria autora que esteve presente na estreia brasileira, foi adotada mundialmente em todas as produções e assim permanece até hoje.
Atrizes consagradas, como Zezé Polessa, Cláudia Rodrigues, Cissa Guimarães, Fafy Siqueira, Totia Meirelles, Bia Nunes, Lucia Veríssimo, Tânia Alves, Elizângela, Mara Manzan, Maximiliana Reis, Chris Couto e Claudia Alencar, Adriana Lessa, dentre outras, se orgulham de um dia ter tido a oportunidade de encenar, com muito carinho e respeito, os depoimentos reais de todas as mulheres que tornaram essa obra possível.
Muito mais que um espetáculo teatral, Os Monólogos da Vagina tornou-se um Movimento Mundial. Segundo Charles Isherwood, do The New York Times, “provavelmente a mais importante obra de teatro político da última década”.
Mas como surgiu este fenômeno?
A autora Eve Ensler escreveu o primeiro rascunho dos Monólogos em 1996, após entrevistar mais de 200 mulheres de vários países sobre sexo, relacionamentos, violência doméstica, estupro, etc. Essas entrevistas se transformaram numa enorme fonte de pesquisa e informações.
Eve escreveu o texto para “celebrar a vagina”, mas o propósito do espetáculo transformou-se de uma simples performance comemorativa sobre vaginas e feminilidade em um enorme movimento mundial para acabar com a violência contra as mulheres. A primeira temporada do espetáculo foi no teatro HERE Arts Center em Nova Iorque, e o que era para ter sido uma curtíssima temporada transformou-se rapidamente em um fenômeno ganhando extraordinária visibilidade através de uma enorme campanha popular e mídia espontânea. O espetáculo, desde então, tornou-se fenômeno mundial, sendo inclusive apresentado em países Islâmicos, considerados muito fechados para tal contexto, incluindo Egito, Indonésia, Bangladesh, Malásia e Paquistão.
O texto ganhou em Nova Iorque o prêmio “Obie Award”, na categoria Melhor Espetáculo Inédito, e em apresentações beneficentes já teve em seu cast estrelas hollywoodianas, como Jane Fonda, Susan Sarandon, Glenn Close, Melissa Etheridge, Whoopi Goldberg e até Oprah Winfrey.
"Os Monólogos da Vagina" são depoimentos que Eve Ensler colheu pela vida afora como quem colhe flores, sem se importar com cor, forma ou perfume, apresentando esse arranjo múltiplo, ora como jornalista, ora como dramaturga, arrancando as mordaças das mulheres que habitam nosso planeta.
De início, a proposta de mergulhar neste universo e resgatar a liberdade e dignidade da expressão feminina me encantou, porque gosto de mulheres e sua interiorização, de sua vida secreta, de suas formas que sangram e se dilatam e nutrem toda a vida. Esta peça é um resgate, um afago e um carinho para todas as mulheres e homens que se respeitam e tentam trilhar os difíceis caminhos de um grupo social injusto e desumano.
No país das bundas expostas nas bancas de revistas como carnes penduradas ao sol, as vaginas vão falar. Ao público, peço a delicadeza de escutar o seu discurso.
Sobre EVE ENSLER
Autora: escritora e ativista americana é autora da peça Os Monólogos da Vagina, que já foi traduzida para 50 idiomas e produzida em mais de 150 países. Em 2004, Eve estrelou na Broadway em THE GOOD BODY, também de sua autoria. Em 2006, lançou sua mais importante publicação, o livro INSECURE AT LAST, uma memória política. No mesmo ano, coeditou A MEMORY, A MONOLOGUE, A RANT AND A PRAYER, uma antologia de textos sobre violência contra as mulheres. Seu mais recente lançamento I AM AN EMOTIONAL CREATURE: THE SECRET LIFE OF GIRLS AROUND THE WORLD, em fevereiro de 2010, entrou para a lista de best sellers do The New York Times. Dentre as peças de Eve estão: THE TREATMENT, NECESSARY TARGETS, CONVICTION, LEMONADE, THE DEPOT, FLOATING RHODA AND THE GLUE MAN and EXTRAORDINARY MEASURES.
Eve escreveu inúmeros artigos para Glamour Magazine, The Guardian, Marie Claire, Huffington Post, Washington Post, Utne Reader, e assina regularmente uma coluna na O Magazine, de Oprah Winfrey.
Dentre as várias conquistas, destacam-se um prêmio da Fundação Guggenheim e um “Obie Award”, um dos mais importantes prêmios de teatro de Nova Iorque. Em novembro de 2009, Eve foi eleita uma das “Melhores Líderes” pela US News & World Report’s, em conjunto com o Centro para Liderança Pública da Harvard Kennedy School, e, em 2010, ela entrou para o ranking das “125 Mulheres Que Mudaram Nosso Mundo”, segundo a Good Housekeeping Magazine.
Inspirada por Os Monólogos da Vagina, Eve criou o “V-DAY”, um movimento feminista global para acabar com a violência contra as mulheres e jovens meninas, incluindo estupro, agressão física, incesto, mutilação genital feminina, exploração sexual, etc. O “V-DAY” existe por uma única razão, a de acabar com a violência contra as mulheres.
Sobre as atrizes
MAXIMILIANA REIS: iniciou profissionalmente como atriz em 1983. Trabalhou e excursionou com a Cia. Arte Livre por 9 países totalizando 320 cidades europeias conquistando 9 Festivais Internacionais. No Brasil obteve 06 premiações com o espetáculo “Draculinha”dentre eles: Melhor Atriz, Direção e espetáculo. Produziu e dirigiu os espetáculos: “Marly Emboaba”, “Draculinha, A Vida Acidentada de um Vampirinho”, “Vote no Draculão na próxima eleição”, “O Patinho Preto”, “Vampiros na Bloodway”, atuou como atriz em “Grease, o Musical”. Dirigiu e atuou no Musical: “Planeta Sbrufs”. Atuou por 04 anos em “Monólogos da Vagina” com direção de Miguel Falabella. Protagonizou por 04 anos “Querido Mundo” de Miguel Falabella e Maria Carmem Barbosa com direção de Rubens Ewald Filho. Dirigiu : “7 é Demais” com texto e atuação de Sônia Ferreira,“Não me acompanhe que eu não sou novela”, dirigiu também “Os Saltimbancos” pela Cia. Realce em 2006 e 2014. Viveu Tatiana Belinky no Musical “Um Punhado de Letras…” (Indicada para o prêmio FEMSA como atriz protagonista). Em 2013 atuou em “Conexão Marilyn Monroe” com direção de Alexandre Reinecke. Participou de “8 longa-metragem”. Atuou na novela “Maria Esperança”, foi COACHING de Cláudia Raia em Salve Jorge, fez a novela “Chiquititas” como Leila -Assistente Social. Integrou o elenco da novela ” CÚMPLICES DE UM RESGATE” como Berta. Dirigiu a comédia “Coisa de Mulher”, Dirigiu “SENHORITA K” de Biah Karfig. Dirigiu “FELICIDADE” de Maurício Patrocínio, ; Dirigiu “2 Santos e 2 nem Tanto” com Vampeta e César Sampaio. Dirigiu “SEM LIMITES” com Marcos Rossi; Dirigiu o musical da Broadway “MENOPAUSA, O MUSICAL” . “Os Monólogos da Vagina”, onde também é diretora de interpretação das atrizes. Atuou nas Séries “AS 4 Estações” e “RALLY, Paixão e Fúria no sertão do Brasil”.
CACAU MELO: começou na TV em 2004, no seriado Aprendendo a Empreender (Canal Futura). Em 2005, foi escolhida entre 300 jovens atrizes para participar da novela América (Rede Globo) e no ano seguinte foi convidada para o elenco de Amazônia – de Galvez a Chico Mendes, ambas de Glória Perez. Em 2007, passou pelo SBT, onde viveu na novela Amigas e Rivais sua primeira protagonista. No ano seguinte, voltou à Rede Globo a convite de Glória Perez e Marcos Schetman para dar vida à jovem sonhadora Deva, personagem amiga e confidente de Maya (Juliana Paes) em Caminho das Índias, atualmente sendo reprisada no Vale a pena ver de novo. No mesmo ano, concluiu o curso de Licenciatura em Artes Cênicas pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro, UNIRIO. No teatro, atuou nos espetáculos A.M.I.G.A.S – Associação das Mulheres Interessadas em Gargalhadas, Amor e Sexo, de Cláudia Mello, Gorda – Quanto Pesa o Amor, de Neil Labute – ao lado de Fabiana Karla – e em 2008, integrou a trinca de Os Monólogos da Vagina, com direção e adaptação de Miguel Falabella, peça há 15 anos em cartaz no Brasil. Ela retornou ao espetáculo na nova montagem em 2012, da qual ainda faz parte do elenco. Em 2010, assinou longo contrato com a Record, estreando na minissérie Rei Davi em 2012, além de participar de outras produções da casa. Seu último trabalho na emissora foi o telefilme “Onde está você?”, produzido pela Gullane Filmes e exibido pela emissora. Participou na série “Não vem que não tem” canal Fox, fez participação na novela Apocalipse na Rede Record. Atuou recentecente na Série “RALLY, PAIXÃO E FÚRIA NO SERTÃO DO BRASIL”
ADRIANA LESSA: iniciou como atriz em 1986. No teatro, atuou nos espetáculos “Macunaíma” – 1986/87, de Mário de Andrade e “A Hora e a vez de Augusto Matraga” – 1987, de Guimarães Rosa, ambos com direção de Antunes Filho. Em 1997 atuou nos musicais “ Stravaganzza”, de autoria e direção de Abelardo Figueredo e “Um gordo em Conquista”, de José Maurício Machline com direção de Cininha de Paula. Em 1998, estrelou em “Cabaret Brazil – Musical”, de autoria e direção de Wolf Maia e em 1999 no espetáculo “Rent – Musical”, de Jonatan Larson, dirigido por Tânia Nardini. Em 2004, interpretou “Rita”, no espetáculo “Veneza”, de Jorge Accame e direção de Miguel Falabella. Em 2005, atuou em “O Último Bolero”, de João Machado e direção de Gracindo Junior. No período de 2012/16 atua em “Os Monólogos da Vagina”, de Eve Ensler e direção de Miguel Falabella. Atuou no espetáculo/musical “Cartola – O Mundo é Um Moinho”, de Jô Santana, direção de Roberto Lage, dramaturgia de Arthur Xexéo.
Na TV iniciou em 1991, com a personagem Tina, na minissérie “Araponga”, da TV Globo, com direção de Cecil Thirré. Atuou em diversos folhetins, como “Retrato de Mulher”, com direção de Deo Rangel, “Chiquinha Gonzaga” e “ Aquarela do Brasil”, de autoria de Lauro César Muniz, dirigida por Jayme Monjardim e nas telenovelas “Terra Nostra”, interpretando Naná, do autor Benedito Ruy Barbosa e direção de Jayme Monjardim e “O Clone”, de Glória Perez, como “Deusa da Silva”, com Direção de Jayme Monjardim. Em 2004, interpretou Rita de Cássia em “Senhora do Destino”, de Aguinaldo Silva, dirigida por Wolf Maia. Participou em “Você Decide”, “A Diarista” e “Na Moral”. Em 2014 atuou em “Sexo e as Negas”, de Miguel Falabella e Direção Geral de Cininha de Paula. Na GNT, em 2013, interpretou “Paula Varella”, em “Sessão de Terapia”, dirigida por Selton Mello. No SBT, atuou em “Corações Feridos”, como “Silvia”, de autoria de Iris Abravanel e Direção de Deo Rangel. Como apresentadora trabalhou na “MTV Brasil” em 1993. No programa “Telecurso 2000”. Co-apresentou na TV Bandeirantes o “Super Market”. Na Rede TV apresentava “TV Fama”. Está na novela “Escrava Mãe” da TV Record, interpretando Condessa Catarina.
No Cinema, atuou no longa “Capitalismo Selvagem”, em 1993, direção de André Klotzel; “Com que Roupa”, 1996, dirigida por Ricardo Van Steen; “A Hora Mágica”, 1998, direção de Guilherme de Almeida Prado. Atuou em curtas metragens como “Amassa Que Elas Gostam”, direção de Fernando Coster; “O Samba Mandou me Chamar”, direção/texto de Sérgio Zeigler e Vitor Ângêlo e “Papel e Água”, direção de Michel Tikhomiroff.
SERVIÇO
Os MONÓLOGOS DA VAGINA
Texto: EVE ENSLER
Direção de Atrizes: Maximiliana Reis
Adaptação, Concepção e Direção: MIGUEL FALABELLA
Elenco: ADRIANA LESSA, MAXIMILIANA REIS, CACAU MELO e REBECA REIS
Colecionar bonecas não é fácil e mesmo quando encontramos tal objeto de busca, nem sempre aparecem com todos os acessórios. Para tanto, o canal do Photonovelas, no YouTube, youtube.com/c/Photonovelas, apresenta vídeos com bonecas antigas e lançamentos com o objetivo de ajudar outros colecionadores a completar tais achados, seja na busca por determinados itens originais ou na composição de réplicas.
"Às vezes, podem faltar acessórios ou até mesmo as roupas. Dúvidas aparecem e muitos colecionadores gostam de tentar criar réplicas, seja das peças de roupas ou miudezas. Afinal, a máquina de costura e a impressora 3D estão aí para ajudar, mesmo que temporariamente, a recompor uma raridade colecionável', comenta a criadora do canal, Mary Ellen Miranda.
No Photonovelas o destaque são os brinquedos, sempre filmados de pertinho para auxiliar, inclusive, na identificação de qual item se trata. Além de vídeos que apresentam Barbie, Funko Pop e brinquedos antigos, há fotonovelas interpretadas por brinquedos e já estão disponíveis em vídeo "Furacão", "Donatella Al Dente", "Turma da Dona" e "Resenhando com Donatella" e "Família Chocolate".
Chuck Hipolitho se apaixonou por “Disincaine” (Gastão Moreira) desde que assistiu a um show do R.I.P. Monsters nos anos 90, ainda em Pirassununga, interior de São Paulo, e sempre lembrava dela. “É uma música que me marcou pela sonoridade meio ska, por sua letra anacrônica e por ser bem característica dessa época” – comentou. Quando estava gravando o álbum “Mais ou Menos Bem”, que será lançado dia 27 de novembro, pela Deck, Chuck decidiu incluir sua versão, "meio rock/pós-punk", segundo ele.
No melhor esquema do it yourself, Chuck dirigiu e editou o clipe de “Disincaine” em apenas 1 hora e 20 minutos e depois Pedro Soares, da Alien_Dupla, finalizou. Quem pilotou a câmera foi Priscila Fernandes e a banda que o acompanha no clipe é a Der Baum, de São Bernardo (SP).