Livro “O Coração é o Último a Morrer” conta a história de um casal que tenta sobreviver a um colapso econômico e social.
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sexta-feira, 18 de março de 2022
.: “O Coração É o Último a Morrer”: a distopia inédita de Margaret Atwood
Livro “O Coração é o Último a Morrer” conta a história de um casal que tenta sobreviver a um colapso econômico e social.
.: Turma da Mônica explica a Justiça brasileira e combate desinformação
O Supremo Tribunal Federal (STF) e as principais associações de magistrados do Brasil apresentaram na quarta-feira, dia 16, às 11h, a nova campanha “Turma da Mônica e o Poder Judiciário”. A iniciativa pretende aproximar a Justiça do cidadão e explicar melhor o funcionamento de cada ramo do Poder Judiciário brasileiro, combatendo também a desinformação.
Não é a primeira vez que o STF firma parceria com os Estúdios Mauricio de Sousa em campanhas sobre o Poder Judiciário. A primeira ocorreu em 2008, durante a assinatura de um convênio com o Senado Federal sobre acessibilidade. Outra parceria foi firmada em 2015.
Em 2018, um novo projeto foi realizado, com a criação da história em quadrinhos “A Turma da Mônica e o Supremo Tribunal Federal”, também com diversas informações sobre a atuação da Corte.
Nesta edição, a campanha reúne uma revista em quadrinhos (impressa e digital), quatro vídeos animados e 16 tirinhas para as redes sociais. O conteúdo foi produzido pelos Estúdios Mauricio de Sousa com patrocínio de Ajufe (Associação dos Juízes Federais), AMB (Associação dos Magistrados Brasileiros) e Anamatra (Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho), sem custo aos cofres públicos.
Em parceria com a União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), o STF distribuiu o conteúdo da campanha às secretarias municipais de ensino de todo o país para que seja trabalhado durante o ano escolar no Ensino Fundamental. O tribunal também pedirá a todas as emissoras de televisão apoio para exibição dos vídeos de forma gratuita durante a programação no período de três meses.
A cerimônia de apresentação da campanha ocorreu de modo presencial restrito, para manter o distanciamento social em razão da pandemia da covid-19. Participaram presencialmente o presidente do Supremo, ministro Luiz Fux, demais ministros da Corte e os presidentes da Ajufe, Eduardo André Brandão; da Anamatra, Luiz Antonio Colussi; a conselheira fiscal da AMB, Maria Isabel da Silva, além de dirigentes das três entidades. O criador da Turma da Mônica, Mauricio de Sousa, participou com mensagem em vídeo, de forma remota. O evento foi transmitido ao vivo na TV Justiça e no Youtube do STF.
No Supremo, a campanha integra as estratégias do Programa Corte Aberta (PCA) e Programa de Combate à Desinformação (PCD), que têm como linhas de trabalho a difusão de dados corretos sobre a Corte. “É fundamental que a sociedade tenha cada vez mais informações sobre o funcionamento e a atuação da Justiça brasileira. A cidadania se fortalece quando informações verdadeiras são difundidas de maneira acessível”, afirma o presidente do STF, Ministro Luiz Fux.
Para Mauricio de Sousa, os personagens da Turma da Mônica ajudarão as crianças - e até os adultos - a compreenderem melhor seus direitos. "A formação de um cidadão consciente começa na infância. E a Turma da Mônica veio ajudar, neste esforço do STF, a que as informações corretas sobre o nosso sistema judiciário cheguem de uma forma simples e alegre a essas crianças e suas famílias."
Sobre o conteúdo: A revista, que teve 450 mil exemplares impressos - além da versão digital que será amplamente distribuída -, fala sobre o funcionamento, as atribuições e a estrutura do Judiciário. A revista ainda aborda temas relevantes da atualidade, como a importância de não repassar informações de fontes desconhecidas ou das quais não se tenha certeza.
Já os quatro vídeos, de cerca de 30 segundos cada, tratam do papel do STF e da confiança na Justiça. O vídeo sobre a Justiça do Trabalho tem o enfoque no direito do cidadão de recorrer por verbas trabalhistas; o da Justiça Federal fala sobre os direitos previdenciários; e o vídeo da Justiça Estadual tem foco no direito do consumidor.
As tirinhas, que serão publicadas nas redes sociais, também abordam o funcionamento dos ramos da Justiça brasileira, da liberdade de expressão e do combate às notícias falsas.
Todo o material da campanha está disponível no portal do STF, na seção “STF Mirim”, que reúne informações sobre a Corte voltadas para o público infantil. Acesse as peças da campanha “Turma da Mônica e o Poder Judiciário”.
.: "Correndo Atrás", protagonizado por Ailton Graça, estreia no Canal Brasil
Em "Correndo Atrás", Ailton Graça é Paulo Ventania, um trabalhador que tenta de tudo para mudar de vida. Ele vive de pequenos trabalhos, já foi de vendedor em sinais de trânsito até animador de festas infantis, mas nada parecia dar certo. Na função de empresário de jogador de futebol, ele vê uma chance de mudar sua vida e descobre Glanderson (Juan Paiva), um garoto que sonha ser jogador e, apesar de não ter dois dedos do pé, tem muito talento. O Canal Brasil exibe a produção no domingo, dia 20, às 21h35.
O filme, uma coprodução do Canal Brasil, é adaptado do livro "Vai na bola, Glanderson!", de Hélio de La Peña e teve sua estreia mundial em Los Angeles, no Pan African Film Festival, a maior e mais prestigiada mostra de arte e de cinema negro das Américas. Um dos diferenciais do longa é ter um elenco quase todo formado por atores negros e também uma equipe majoritariamente negra por trás das câmeras.
Sinopse: Ventania é trabalhador e vai tentar de tudo para mudar de vida. Com a grana cada vez mais curta, ele tem a ideia de ser um empresário de futebol e se torna um caça-talentos do esporte.
Correndo Atrás (2019) (87’)
Estreia
Horário: domingo, 20/03, às 21h35
Classificação: 12 anos
Direção: Jeferson De
quinta-feira, 17 de março de 2022
.: Entrevista com Vyni, a promessa do "BBB": "Não estou terceirizando culpa"
"Não estou aqui terceirizando culpa, mas justamente pelo fato de eu ter entrado no 'BBB' sendo uma pessoa que tendia a priorizar mais o outro que a mim mesmo, a me doar e a cuidar muito do outro, eu acabei fazendo isso com o Eli e me esqueci um pouco de mim", afirma Vyni, o oitavo eliminado do reality show. Fotos: João Cotta
Em 24 horas, foram mais de dois milhões de seguidores chegando às redes sociais de Marcos Vinicius Fernandes de Souza, o Vyni da 22ª edição do "Big Brother Brasil 22". Quando foi anunciado no reality show, ele foi o participante mais popular com o público e, pelo que mostrou a dinâmica de formação de pódios de um dos primeiros jogos da discórdia, também o mais querido dentro da casa.
Pouco mais de 50 dias depois, no entanto, o cearense deixou o reality com 55,87% dos votos em seu primeiro paredão, disputado com Gustavo Marsengo e Pedro Scooby. Muitas questões podem estar ligadas a esta virada, e o agora ex-brother especula algumas delas, mas nem por isso sua trajetória deixou de ter final feliz.
Vyni conquistou grandes amigos, viveu seu maior sonho, mostrou talento para a criação de repentes e viu a participação no programa dar um empurrãozinho no negócio que garante o sustento de sua família. “Eu sou uma pessoa que sonha muito e acho que sonhar não é errado quando você tem a garra e a coragem para correr atrás. E foi isso que eu fiz a vida inteira; eu nunca deixei de correr atrás das minhas coisas”, reflete.
Na entrevista a seguir, Vinicius fala sobre a amizade com o participante Eliezer do Carmo Neto, avalia a reação do público aos seus tropeços reais e figurados no "BBB" e dá palpites sobre a dinâmica que reunirá os ex-participantes no estúdio do apresentador Tadeu Schmidt, nesta quinta-feira, dia 17 de março.
Participar do "BBB" era um sonho seu, como você falou. Quais as diferenças entre assistir e jogar?
Vyni - É completamente diferente. Para quem assiste é muito mais fácil e até prático porque assistindo a gente sabe a opinião de todo mundo, sabe o que falou, em qual momento e em qual contexto. Aqui fora são várias câmeras, mas lá dentro só temos dois olhos e dois ouvidos para ver e ouvir o que a gente puder. Então, nem sempre tudo fica claro, compreensível. A gente se apega a sinais; o menor sinal de alguma coisa é o que a gente tem e tenta seguir para jogar.
Você foi o participante que ganhou mais seguidores ao ser apresentado: dois milhões de pessoas. Dois dias depois da estreia, já eram três milhões. No entanto, foi eliminado em seu primeiro paredão. O que acha que aconteceu?
Vyni - Eu acredito que eu me fechei, meio que me permiti ser ofuscado tanto pelas minhas inseguranças quanto pelo meu receio de magoar as outras pessoas. E olha que coisa curiosa: até algo que é bom, que foi o que eu mais ouvi desde que eu saí, que é sobre generosidade, em excesso prejudica. Você deixa de se colocar em primeiro lugar, esquece de si mesmo e passa a priorizar o outro. Eu acredito que isso aconteceu muito comigo. Em alguns momentos eu deixei de me priorizar para priorizar os outros e isso pode, sim, ter me atrapalhado.
Em certo momento do jogo o público notou que você parecia “forçar” tropeços durante o programa ao vivo. De fato foi uma de suas estratégias para chamar mais atenção no "BBB"?
Vyni - Se eu tivesse pensado nisso como uma estratégia, seria a estratégia mais doida e mais sem noção do mundo (risos). Eu realmente sou estabanado na vida real, inclusive é algo que tenho que melhorar porque eu tropeço em tudo! Não tem nada para tropeçar e eu estou tropeçando, até no meu próprio pé. Não sei explicar o que é. Todo mundo me fala a mesma coisa, mas eu sou cheio de hematomas justamente por isso: eu caio muito. Não era uma estratégia, não.
O que você achou de terem pensado que era forçado?
Vyni - É aquela coisa: eu não tenho como controlar o que as pessoas pensam nem interferir na maneira como as pessoas interpretam as coisas. Eu só posso dizer para todo mundo que não era nada forçado, era genuíno. Eu sou desse jeito mesmo.
Como foi passar seu aniversário no "BBB"? Foi a comemoração mais inusitada que você já teve?
Vyni - Essa sem dúvidas foi a comemoração mais inusitada da minha vida, até mesmo pelo simbolismo: 24 anos. Não tem como explicar, é muito mais do que eu podia imaginar para mim. Eu nunca pensei que isso pudesse acontecer, comemorar um aniversário dentro do "Big Brother Brasil". Foi surreal! E não foi um sonho porque realmente aconteceu. Quero muito assistir isso, ver que eu vivi aquilo!
Qual era o seu plano de jogo para chegar à final e ganhar R$ 1,5 milhão?
Vyni - Meu jogo era baseado nas relações. Eu jogava me protegendo e protegendo o meu grupo, as pessoas com quem eu tinha mais afinidade. A ideia era gente se ajudar e, de alguma maneira, chegar à final.
Em alguns jogos da discórdia, outros participantes apontaram que você deveria voltar a aparecer um pouco mais na casa. Você mesmo disse que estava com papel de planta. Acha que precisava se posicionar mais?
Vyni - Acredito que nos momentos em que me posicionei eu fiz isso de uma forma acertada. Tanto que algumas pessoas lá dentro me parabenizavam por isso. O Tiago Abravanel chegou a dizer que quando ele escrevesse um livro, eu iria fazer o prólogo, se não me engano. Mas, em alguns momentos, eu poderia ter falado mais e eu simplesmente não falei, preferi ficar calado e não quis bater de frente para não gerar mais atrito. Eu deveria, sim, ter falado e até me posicionado de uma forma diferente.
Isso era também uma forma de se proteger?
Vyni - De se proteger para não ser votado, não. Logo que eu cheguei na casa as pessoas me acolheram muito, e eu retribuí isso. Quando você chega em um ambiente em que você é acolhido e não tem atrito direto com as pessoas, fica difícil encontrar justificativas para votar em alguém. No começo é mais fácil, você vai pela questão da afinidade, da proximidade, mas com o tempo vai se tornando muito difícil.
O Eliezer foi um grande companheiro seu no confinamento. O que aproximou vocês dois?
Vyni - Sabe que a gente não lembra o que foi? Inclusive Eli e eu conversamos sobre isso, tentando lembrar o momento em que nos tornamos amigos. No nosso quarto todas as pessoas criaram uma boa relação e uma identificação com todo mundo. E acabou que a gente se reuniu não para jogar, mas porque a gente se gostou. A partir daí a gente quis se proteger. Em relação ao Eli, é muito difícil dizer por que a gente se aproximou, a gente nunca para para pensar nisso. Mas eu acredito que, apesar de sermos pessoas diferentes, foi pelo carinho muito grande com que ele me recebeu. Ele me acolheu muito bem e eu retribuí.
Você realmente teve ciúmes em certas ocasiões do relacionamento do Eli com Natália e Maria? Quais eram seus reais sentimentos por ele?
Vyni - Cheguei a comentar com o Eli: o povo está achando que eu estou iludido por você, depois lá fora vai ser o maior bafafá, você super fazendo sucesso e eu lascado com a fama de iludido (risos). Mas não teve nada disso de se apaixonar ou ter um relacionamento. Nós éramos grandes amigos dentro da casa e, sinceramente, não passava disso. Foi uma amizade muito forte, e esse é o meu jeito de demonstrar. Eu me entrego demais, me doo demais não só em uma amizade, mas em tudo que eu faço. Sempre entrego 100%, até 200% em tudo aquilo que eu me proponho a fazer. Quanto a ciúmes, também não existiu, só na brincadeira. Verbalizei para a própria Natália: "vamos brincar que eu estou com ciúmes?". Mas não passava disso. Eu até apoiava os casais, antes com Maria, depois com Natália.
Acredita que estar tão ligado ao Eliezer atrapalhou seu desempenho no "BBB"?
Vyni - De certa maneira, sim. Não estou aqui terceirizando culpa, mas justamente pelo fato de eu ter entrado no "BBB" sendo uma pessoa que tendia a priorizar mais o outro que a mim mesmo, a me doar e a cuidar muito do outro, eu acabei fazendo isso com o Eli e me esqueci um pouco de mim. Eu deixei o jogo um pouco de lado para cuidar das pessoas, e ele foi uma delas. O Eli foi uma das pessoas a quem eu mais entreguei o meu cuidado. Acho que nesse aspecto pode, sim, ter me prejudicado.
Que outros amigos você fez na casa e pretende levar para sua vida?
Vyni - Uma pessoa que é muito especial para mim, e eu vejo como uma mãe, é a Lina. Ela é alguém que, desde o começo, teve muita identificação comigo. Ela chegou a falar algo como “Eu me vejo em você quando eu era mais nova, e é por isso que você está no meu pódio. Vejo qualidades em você que eu também tinha”. E eu pensando “Quem sou eu para ouvir um elogio desses da Lina!” (risos) Principalmente porque eu já conhecia o trabalho dela, sou super fã. Tenho um carinho e um amor gigantesco por ela, e acho que ela merece estar na final, levar o prêmio, por tudo aquilo que ela representa e traz junto com ela, pelo acolhimento que ela dá, por saber usar as palavras certas na hora certa. Ela é uma pessoa que vou levar para a vida. E não só ela, tem outras pessoas: a Eslovênia, de quem me aproximei bastante, o Pedro Scooby, a Maria, que já tinha saído... Eu não sei explicar o motivo de eu gostar tanto dela! Tenho um amor muito grande por Maria, para mim “Mary”, minha ovelhinha, por causa do cabelinho cacheado. E a Brunna Gonçalves também! Saudades do nosso “Salão da Kelly”.
Você e o Douglas Silva trocaram votos algumas vezes, ele te deu um monstro... Ele era seu maior rival no jogo?
Vyni - Talvez. Acho que durante o jogo eu não tive diretamente nenhuma rivalidade declarada com alguém, mas um voto gerou uma série de consequências. E não era nada pessoal, sempre separei pessoa de jogo. Mas, no jogo, era alguém que votava em mim, então, em tese, seria alguém em quem eu votaria. No jogo da discórdia a gente às vezes trocava farpas, mas sempre se resolveu.
Mesmo já votando no DG e tendo sido um combinado do seu quarto, você e Eli votaram na Jessilane na formação de paredão que acabou resultando na eliminação de Larissa. O que aconteceu ali? No que você pensou para abrir mão do seu voto?
Vyni - Esse é basicamente um exemplo daquela pergunta anterior sobre a minha entrega na amizade com o Eli ter me atrapalhado de alguma maneira. Naquele momento isso aconteceu e meio que deu um estalo na cabeça, tanto na minha quanto na dele. Na hora, a possibilidade de perder alguém no jogo que era muito próximo a mim tapou meus olhos para a lógica. Pela lógica, era para a gente ter seguido com o voto no DG, era aquilo que eu estava decidido a fazer a semana inteira, independente de combinação de voto; era algo que eu já faria. Mas, o emocional falou mais alto, e é uma coisa de que eu me arrependo.
Se pudesse voltar atrás, teria feito algo mais de diferente?
Vyni - Primeiramente, eu não teria usado o medo para me fechar e, sim, para me impulsionar. O medo da pressão, o medo que a gente sente quando vê que a gente é gostado - porque até ser gostado por todo mundo, que era uma coisa com a qual eu não estava acostumado, paralisa, fez eu me fechar. Depois desse voto errado no confessionário, isso piorou. Eu poderia ter percebido mais a tempo que dentro do jogo não dá tempo de ficar mal. Não dá pra ficar o dia inteiro deitado, pensando, sem fazer nada. E outra coisa: eu teria ter me priorizado mais. Eu queria, sim, ter continuado mantendo boas as relações com todo mundo, mas não teria me entregado tanto. Eu sou muito intenso, como já falei, mas eu teria me colocado mais em primeiro lugar do que ao outro.
O que deve acontecer com o quarto Lollipop sem mais um integrante, na sua opinião?
Vyni - Esse quarto é uma coisa fantástica! A gente brincava que o que estava causando eliminação era a cama, mas acabou que era estar de rosa e sentar ao lado da Eslô (risos). Espero que eles façam um bom jogo. A casa tinha três grandes grupos: o Lollipop, os meninos do quarto grunge, e o de Lina, Jessilane, Natália e Lucas. A gente conseguiu visualizar isso. Mas acredito que dois deles se juntarem é bem improvável porque em algum momento vai ter choque de interesses.
Quem tem mais chances de ganhar o prêmio?
Vyni - A Lina tem muitas chances de ganhar, de verdade. Ela tinha me dito que seria importante saber que o Brasil pode abraçar uma pessoa como ela, com tudo que ela carrega. E eu acredito que pode, sim, que com certeza o Brasil vai abraçar e que já está fazendo isso. É alguém para quem eu torço muito que chegue à final e ganhe! Lina é muito merecedora.
Amanhã acontecerá a dinâmica especial com os ex-participantes desta edição, que voltarão ao programa no estúdio do Tadeu Schmidt para uma missão ainda não revelada. Você imagina o que vai acontecer?
Vyni - Estou super ansioso para encontrar cada um, já sinto saudade de todo mundo! Não sei o que pode vir, talvez seja para dar alguma imunidade, ou fazer algo com relação à liderança da semana, quem sabe dar um prêmio especial... Ainda não sei, mas estou na expectativa!
Você pretende seguir com seu canal de humor na internet? Tem algum outro plano pós-"BBB"?
Vyni - Pretendo, sim, seguir com os meus vídeos. Mas ainda é muito cedo para eu definir o que vou fazer daqui para frente, só tem algumas horas que voltei para o mundo real. Eu quero muito chegar às pessoas de alguma maneira, não só por uma tela de celular. Quero fazer projetos para a internet, para a TV... Eu sou uma pessoa que sonha muito e acho que sonhar não é errado quando você tem a garra e a coragem para correr atrás. E foi isso que eu fiz a vida inteira; eu nunca deixei de correr atrás das minhas coisas. Agora eu não tenho condições financeiras de chegar às pessoas que moram em diferentes lugares, mas vocês podem saber que em algum lugar do mundo que teve uma pessoa que torceu por mim e me deu apoio, eu vou mover céus e terras para tentar encontrá-la e agradecer da melhor forma que eu puder.
Uma das suas primeiras conquistas vindas com o "BBB" foi o aumento da movimentação no restaurante da sua família. O que você achou quando soube disso?
Vyni - Eu gritei de felicidade! É muita felicidade mesmo porque dali vem o nosso ganha-pão. O restaurante já estava mais parado há bastante tempo em termos de movimento. Veio a pandemia e piorou ainda mais essa questão. Então, só de saber que embora não tenha ganhado R$ 1,5 milhão a minha participação no "BBB" ajudou a minha família, direta ou indiretamente, já vale muito, muito mesmo.
.: "Além da Ilusão": saiba como será o primeiro beijo de Isadora e Davi
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| Davi (Rafael Vitti) ficou encantado por Isadora (Larissa Manoela) à primeira vista e com o tempo o comportamento dela chamou ainda mais sua atenção: o jeito determinado, a inteligência, a forma como conduz seus relacionamentos, entre outras tantas qualidades. Isadora, por sua vez, enquanto noiva de Joaquim (Danilo Mesquita), evitou dar atenção para seus sentimentos com relação ao mágico, mas diante das atitudes agressivas dele e do ciúme constante passou a dar atenção para as gentilezas de Davi. Na torcida para o casal Isadora e Davi também estão Violeta (Malu Galli) e Heloísa (Paloma Duarte), que não param de provocar a jovem com relação à possibilidade de viver um amor verdadeiro ao lado do rapaz. E apesar de resistir ao assunto, Isadora vai ao encontro dele para devolver a blusa que Davi emprestou no dia que as moscas invadiram a feira. Ela explica que o admira e quer manter a amizade que construíram. Davi insiste que o afastamento é necessário já que não será apenas seu amigo e ressalta que ela escolheu manter o noivado. No entanto, o mágico não é fiel às palavras e declara seu amor com um inevitável beijo. A cena está prevista para ir ao ar no próximo sábado, dia 19. ‘Além da Ilusão’ é criada e escrita por Alessandra Poggi, com direção artística de Luiz Henrique Rios. A obra é escrita com Adriana Chevalier, Letícia Mey, Flávio Marinho e Rita Lemgruber. A direção geral de Luís Felipe Sá e direção de Tande Bressane, Jeferson De e Joana Clark. A produção é de Mauricio Quaresma e a direção de gênero é de José Luiz Villamarim. |
.: Na semana dos 77 anos de Elis Regina, TV Cultura exibe show inédito no Brasil
Em celebração aos 77 anos que Elis Regina completaria no dia 17 de março, a TV Cultura exibe neste sábado (19/3), show inédito no Brasil, Elis in Montreux, primeira participação da cantora no Festival de Jazz na Suíça, gravado em julho de 1979. Na edição, João Marcello Bôscoli comenta momentos antológicos da apresentação, que vai ao ar às 22h.
O show conta com as músicas mais emblemáticas de cada fase de Elis Regina. Segundo João Marcello, não era hábito da Elis, em seus shows, cantar sucessos de outros álbuns. “Ela sempre apresentava as canções do último lançamento, mas nesse show do Festival de Jazz de Montreux foi diferente, algo inédito na vida dela”, explica Bôscoli.
O dueto improvisado entre Elis Regina e Hermeto Pascoal foi um dos momentos inusitados da apresentação. No final, eles se juntam em uma jam session e cantam os clássicos Asa Branca, Garota de Ipanema e Corcovado.
Uma outra curiosidade do show, de acordo com João Marcello, é que Elis fez duas apresentações no mesmo dia do Festival, e a segunda exibição ela não gostou e pediu que não fosse divulgada. Logo após sua morte, o show foi lançado. “Isso demonstra o nível de exigência e de qualidade que ela tinha”, comenta o filho
Elis in Montreux reuniu um grupo de músicos que o público adorava. Formam a banda: Cesar Camargo Mariano (piano), Luizão Maia (baixo), Hélio Delmiro (guitarra), Paulinho Braga (bateria) e Chico Batera (Percussão).
.: Pantanal: elenco da primeira fase comenta bastidores e expectativas
Novela estreia dia 28 de março. Foto: Rede Globo
A nova versão de "Pantanal", escrita por Bruno Luperi, com direção artística de Rogério Gomes, estreia na TV Globo no dia 28 de março, mas as gravações na região sul mato-grossense começaram em agosto de 2021 e dão o que falar até hoje. Elenco guarda histórias que ficarão para sempre na memória, e acredita que elas estarão de alguma forma impressas no resultado que o público verá na TV. Há quem tenha acompanhado a trama, escrita por Benedito Ruy Barbosa, há mais de 30 anos, e há quem não era nascido na época. Mas dificilmente há quem nunca tenha ouvido falar de Juma Marruá e José Leôncio. De qualquer maneira, Bruno Luperi tranquiliza o público que é fã e guarda grandes expectativas para a estreia. “O tempo é um agente fundamental na adaptação de 'Pantanal". Há 30 anos, a grande inovação tecnológica era o rádio e a luz chegava por gerador. A internet chegou, as fronteiras diminuíram. Aquela dramaturgia proposta há 30 anos acontece hoje à luz do nosso tempo, nos dias de hoje, nos dilemas de hoje. A história é a mesma, ela estará lá”, comenta o autor.
E para registrar essa saga, grande parte do elenco esteve no Pantanal no segundo semestre de 2021, onde as gravações foram iniciadas. Malu Rodrigues, que interpreta Irma na primeira fase da novela, destaca o quão fundamental para o processo de criação foi o fato de ter começado a gravar durante a viagem. “Eu e Bruna (Linzmeyer) – que interpreta Madeleine, irmã de Irma – não gravamos nada antes da nossa viagem. Quando eu cheguei, a Bruna estava lá. Rolou uma conexão muito louca. Tivemos essa intimidade “big brother” na fazenda que ajudou bastante nessa construção. A Bruna é uma parceiraça de cena, sou completamente apaixonada por ela”, comenta a atriz.
Bruna reforça o depoimento de Malu. “Esse encontro no Pantanal foi bom, a gente teve tempo de conviver. A relação das irmãs é intensa e paradoxal. Ao mesmo tempo que se amam muito, é complexo. Tem inveja, raiva... Lembro da nossa preparação, a gente fazia uns ensaios, tinha a coisa de querer estar perto, mas a raiva de estar perto. Relação de irmãos tem um pouco essa intensidade. Lembro também quando estávamos no estúdio e vimos a Irma e Madeleine da segunda fase – Camila Morgado e Karine Teles – vestidas com o figurino. Foi emocionante”, acrescenta.
O ator Renato Góes, que interpreta José Leôncio na primeira fase da novela, quis antecipar o sentimento de estar no Pantanal e por isso foi para lá um pouco antes das gravações começarem. “A minha intenção era perder o primeiro encanto gigantesco de quando você chega. É difícil porque a cada cenário, tinha uma coisa linda nova. Eu escutava uma história uma vez e contava para quem chegava como se conhecesse aquela história há anos, numa tentativa de laboratório. O convívio natural que acabou acontecendo nos 50 dias que passei com elenco e pessoas de lá foi fundamental. Uma preparação muito prazerosa”, diz.
Mas nem tudo são flores. Há também fauna - bastante fauna! Renato conta que em determinado momento da gravação no Pantanal ficou hospedado na fazenda de Almir Sater. “Estávamos no rio conversando e perguntei a Almir: e se nós víssemos uma onca, qual seria a melhor reação? Respeito, olhar e voltar pra casa, ele disse. Dois, três minutos depois aparece uma onça, no mesmo rio onde estávamos, mas mais distante. Eu esperando a hora de recuar. Mas ficamos lá, dentro do rio olhando, ela veio na nossa direção. Eu saí, peguei o celular, comecei a filmar e aquela experiência foi maravilhosa. Conseguimos ouvir os esturros dela. No dia seguinte a gente voltou para ver as batidas da onça pelo lugar onde ela tinha passado. Vai ficar marcado pra sempre na minha memória”, acrescenta o ator.
Letícia Salles será Filó na novela Pantanal (Foto: João Miguel Júnior)
Letícia Salles, que interpreta Filó nas primeiras semanas da novela, comenta a relação com Bruna Linzmeyer. “Passamos um sufoco com Bruna nos rios porque ela ia para uns lugares desbravar... Parecia que ela era a Filó e eu a Madeleine. Eu não tinha coragem de ir onde ela estava. Mas foi uma delícia, os perrengues foram muito legais. A gente ficou com inveja do Renato porque ele viu a onça (risos)”.
Embora o medo de Letícia tenha sido real, Juliana Paes viveu um episódio tenso, mas engraçado ao mesmo tempo. “Estava fazendo uma cena da Maria Marruá, que estava grávida, e a (diretora) Noa (Bressane) pediu pra eu ficar boiando. Os ouvidos ficam submersos. Eu estava ali no meio do rio, parada... Muda a câmera de posição, eu ali boiando, só escutava os barulhos debaixo da água. Daqui a pouco, uns barulhos mais altos. Quando eu vi era o André, assistente de direção, falando pra eu sair da água. Quando eu olho pro lado, o jacaré traçando uma reta em minha direção. Eu saí correndo com a barriga de grávida pendurada".
Apesar da fama, a onça e os jacarés não são os bichos mais perigosos, segundo Gabriel Stauffer, que dá vida ao personagem Gustavo. “O pessoal falava que o bicho mais perigoso era o queixada, um porco do mato que faz um barulho com o dente. Se ele aparecer, você tem que sair correndo, subir mais de um metro, pois parece que ele quebra até perna de cavalo. No meu último dia por lá, chegamos na ponte do rio Aquidauana, em vez de atravessarmos de carro, perguntei se podia atravessar andando. Queria fazer a desconexão. Fiquei andando, agradecendo, ouvindo o canto dos pássaros, viajando. Andei uns 20 metros para frente e ouvi um barulho: saí correndo, pensando: é o queixada, é o queixada. Não sei se era, entrei no carro desesperado”.
Os bichos, em seu habitat natural, não fizeram mal a ninguém. E também foram respeitados o tempo todo, por equipe e elenco, comprometidos em causar o menor impacto possível neste bioma que é um dos mais ricos do mundo em diversidade de fauna e flora. O “perrengue real”, como dizem os envolvidos, não tinha nada a ver com os animais. “O maior perrengue, e isso talvez seja unânime, era abrir e fechar porteira e o deslocamento de todo dia. Eu lembro que quando cheguei lá fiquei muito impressionada com o nível de produção, uma logística difícil. Como é possível isso existir, a quantidade de gente, de equipamentos, e a gente tinha o deslocamento de 1h30 pra ir ou tinha a opção de ir de avião. O que ficou mais marcado pra mim eram esses deslocamentos e o abre e fecha de porteiras”, diz Bruna Linzmeyer.
Estima o elenco que o recordista de abrir e fechar porteiras entre eles foi Irandhir Santos, que interpreta Joventino na primeira fase e José Lucas de Nada na segunda. Por uma razão: medo de avião. “Eu tenho muito medo e muito respeito pelo meu medo. A produção foi super cuidadosa porque quando coloquei isso, eles consideraram. A diferença de uma fazenda pra outra, de carro, dava uma hora e um pouco, abrindo todas as porteiras. E de avião eram sete minutos. Mas eu ia de carro porque eu dizia pra produção que eu até podia ir de aviãozinho, mas quando chegasse eu não estaria o mesmo no resto do dia”, relata.
A primeira parte da viagem foi finalizada e, atualmente, as gravações acontecem nos Estúdios Globo, no Rio de Janeiro. Longe do Pantanal, fica a saudade, até dos perrengues, e entra a expectativa para a estreia, que está a menos de duas semanas de distância, no dia 28 de março.
Juliana Paes transforma em poesia essa espera pelo primeiro capítulo. “Eu acho que cada personagem é uma gestação. Parece que vai chegar um filho novo, que vai nascer um filhote, algo que você nutriu e esperou tanto tempo. E não sabe que cara vai ter, que jeito vai ter, porque essa recepção tem a ver com o público. É uma mistura de sensações. Apreensão, nervosismo, ansiedade e desejo de ver essa criatura ganhar luz. E por luz, significa ganhar os olhos do público. A gente quer tocar as pessoas, promover uma reflexão, sentimento”, comenta a atriz.
Foto: Rede Globo/Divulgação
Para o veterano Osmar Prado, o sentimento é de resignação. “Eu costumo dizer que em teatro a gente só tem ideia do espetáculo quando abre o pano e entra o público. Só saberemos quando estrear. Façamos o melhor que pudermos, não só com a contribuição individual, mas na integração com o coletivo. O que tiver que ser, será, como diria o Velho do Rio”.
Enrique Diaz, que esteve na primeira versão de "Pantanal" dando vida a Chico, filho de Gil, a quem dá vida nesta versão, concorda com a parceira de cena, Juliana Paes. “Eu tenho uma sensação, não sei se é porque eu cortei o cabelo ontem (risos), mas tenho a sensação que vai ser tão lindo! A gente já conhece aquelas imagens do Pantanal, aquelas figuras, o Almir Sater, o Irandhir Santos... A expectativa é a melhor possível”, brinca.
"Pantanal" é escrita por Bruno Luperi, baseada na novela original escrita por Benedito Ruy Barbosa. A direção artística é de Rogério Gomes, direção de Walter Carvalho, Davi Alves, Beta Richard e Noa Bressane. A produção é de Luciana Monteiro e Andrea Kelly, e a direção de gênero é de José Luiz Villamarim.
.: Teatro Playcenter Family tem "A Pequena Sereia - O Sonho de Viver Fora do Mar"
A aventura continua com Ariel e seus amigos na peça "A Pequena Sereia – O Sonho de Viver Fora do Mar", em cartaz no Teatro Playcenter Family. Devido ao sucesso, o espetáculo teve sua temporada prolongada até 27 de março, para que todos possam se divertir ainda mais.
A apresentação conta a história de Ariel, uma sereia que vive no fundo do mar, mas que deseja nadar até a superfície e conhecer um mundo totalmente diferente do seu, o mundo dos humanos. Ao contrariar o seu pai, ela resolve conhecer a superfície e salva um príncipe humano que estava se afogando. Para vê-lo novamente, ela fecha um acordo com a bruxa do mar e embarca em uma grande aventura fora das águas.
Adaptado pela Cia dos Reis, a peça tem duração de 60 minutos. Os ingressos podem ser adquiridos por R$ 50 (inteira), R$ 25 (crianças de 3 a 12 anos) e R$ 25 (meia-entrada), no caixa 10 do parque ou por meio do site da Eventbrite. O Teatro Playcenter Family está localizado dentro do parque indoor, no Shopping Leste Aricanduva, e as sessões acontecem aos sábados e domingos, às 17 horas.
O Playcenter Family ainda conta com diversas atrações para todo o público se divertir, como carrossel, carrinho bate-bate, montanha-russa, arcades, videogames e outras opções.
O acesso ao estabelecimento é gratuito e livre para todas as idades, mas, para brincar nas atrações, é necessário adquirir o Playcard, cartão magnético exclusivo do Grupo Playcenter, que custa R$ 5. Com ele, o visitante tem total liberdade de escolher e pagar somente pelos brinquedos onde quer se divertir. Com comodidade e segurança, o consumidor pode comprar e carregar o cartão no Playmania, e-commerce do parque, além de consultar e transferir pontos, e acessar ofertas e combos exclusivos.
Serviço - A Pequena Sereia – O Sonho de Viver Fora do Mar
Local: Teatro Playcenter Family - Shopping Leste Aricanduva - Avenida Aricanduva, 5.555, Vila Matilde, São Paulo, SP
Data: Até 27 de março de 2022, aos sábados e domingos
Horário: 17 horas
Ingressos: eventbrite.com.br/e/a-pequena-sereia-o-sonho-de-viver-fora-do-mar-tickets-277747760027
Valores: R$ 50 (inteira), R$ 25 (crianças de 3 a 12 anos) e R$ 25 (meia-entrada)
Site: playcenterfamily.com
Facebook: facebook.com/playcenterfamilyoficial
Instagram: @playcenterfamilyoficial
Telefone: (11) 2721-6244
.: Curitiba Country Festival confirma show de Israel & Rodolffo
A tão aguardada 13ª edição do Curitiba Country Festival, um dos eventos mais importantes da música sertaneja e popular do Brasil, acaba de confirmar mais uma atração do evento, que acontecerá nos dias 28 e 29 de maio, no Expotrade, centro de convenções localizado em Pinhais, região metropolitana de Curitiba (RMC).
Após anunciar o consagrado projeto “Cabaré”, com Leonardo e Bruno & Marrone, o segundo grande nome a integrar o line-up é Israel & Rodolffo, a dupla mais tocada do Brasil com o hit “Batom de Cereja”. A música foi a música mais escutada no país, segundo o Spotify, e também ficou em primeiro lugar no Youtube com mais de 368 milhões de views, além de cerca de 200 milhões de streamings somando todas as plataformas.
Israel e Rodolffo se conheceram em Goiás, estado onde nasceram, e não por acaso. A dupla foi formada pelos pais de ambos, Antônio (Pai de Israel) e Juarez (Pai de Rodolffo), que decidiram unir os filhos ainda crianças, depois de descobrirem que os garotos tinham talento de sobra e um futuro promissor. Já nos primeiros encontros era notável a sintonia entre as vozes de Israel e Rodolffo e, com apenas 7 anos de idade, já se apresentavam em festinhas, casa de amigos, eventos políticos, aniversários e na escola onde estudavam.
Consolidando a ideia de ser um festival que abrange todo os gêneros musicais, o line-up do Curitiba Country Festival trará grandes nomes do sertanejo e também de outros segmentos. O evento contará com grande infraestrutura e ainda mais conforto ao público, com o objetivo de proporcionar uma verdadeira experiência musical de altíssima qualidade. Serão 30h de muita diversão e entretenimento. Mais novidades sobre atrações e serviços serão reveladas nos próximos dias.
A venda de ingressos começa no próximo dia 22 de março pelo site uhuu.com e pontos autorizados.
O Curitiba Country Festival é mais uma realização da Opus Entretenimento, em parceria com AME e Like Entretenimento.
Durante o festival, o público poderá desfrutar do maior centro de convenções da Região Sul de forma plena. O local, totalmente adaptado e com infraestrutura completa para receber grandes eventos com banheiros, guarda volumes, stands de lojas diversas - inclusive com merchandising, bares, área de alimentação com opções diversificadas de bebidas e comida, incluindo opção vegetariana e vegana.
Além de contar sempre com público fiel, eclético e uma excelente opção de entretenimento, vale a pena lembrar que o festival também movimenta vários setores da economia na região, criando postos de trabalho direta ou indiretamente na hotelaria, comércio, gastronomia e prestação de serviços de transporte durante todo o final de semana.
Outro ponto positivo é que o Expotrade é de fácil acesso, localizado praticamente no limite com limite territorial de Curitiba, o que ajuda principalmente a chegada das excursões e pessoas de cidades de outros Estados e de regiões próximas. A cidade de Pinhais é considerada um importante polo de serviços e comércio da região.
Realizado desde 2007, o Curitiba Country Festival tem o importante papel de fomentar e enaltecer a cultura sertaneja na região. Por conta da pandemia do novo coronavírus Covid-19, o evento não foi realizado nos últimos três anos.
Mais informações: opusentretenimento.com.br.
Links relacionados:
facebook.com/cwbcountryfestival | instagram.com/countryfestival
quarta-feira, 16 de março de 2022
.: "A Vacina": extraordinária jornada diante do ceticismo e do negacionismo
Lançado pela Intrínseca, livro "A Vacina" conta a história de Özlem Türeci e Uğur Şahin, o casal de cientistas pioneiros no combate ao coronavírus. Obra é escrita por Joe Miller. “Após a revelação sobre os planos da BioNTech para uma vacina, centenas de cartas - algumas racistas, outras contendo ameaças de morte - começaram a chegar ao polo de Mainz (Alemanha), e coube ao gerente de laboratório, François Perrineau, abri-las. ‘No começo, eu tinha que ler essas mensagens’", diz o autor da obra. Ele admite que sentiu o impacto do linguajar usado para descrever os cientistas e do ódio dirigido a eles por conta da fé ou da origem.
O mundo passa por um capítulo crucial da pandemia de Covid-19, no qual a onda da variante Omicron desafia os sistemas de saúde com o seu alto poder de contágio e recordes de número de casos. Neste cenário em que a vacinação mostra o seu poder ao frear a quantidade de doentes graves e mortes, chega às livrarias pela Intrínseca uma obra que lança luz sobre a produção do imunizante que hoje é um dos mais utilizados no planeta e no Brasil. Escrito durante o desenrolar dos fatos, "A Vacina", de Joe Miller, apresenta todo o processo de criação da vacina da Pfizer/BioNTech, produzida com tecnologia inédita.
O livro-reportagem contou com a participação ativa dos cientistas Özlem Türeci e Uğur Şahin, criadores do imunizante e fundadores da empresa alemã de biotecnologia. Em uma narrativa repleta de informações pouco conhecidas do grande público, o autor relata a corrida contra o tempo liderada pelo casal de cientistas turcos.
Desde o trabalho de convencimento do uso da subestimada molécula de RNA mensageiro, o desenvolvimento de 20 possíveis vacinas em poucas semanas até as mais de três bilhões de doses aplicadas no mundo todo, foram muitos percalços, mas também êxitos empolgantes. Ao revelar os bastidores do projeto, Joe Miller aborda aspectos científicos, econômicos e políticos, como o ceticismo dos investidores e a necessidade de desviar da interferência política da administração Trump e da União Europeia.
A confiança no uso da nova tecnologia para a produção do imunizante contra a covid-19 estava baseada em quase trinta anos de pesquisa. Ao tentar revolucionar o tratamento de tumores cancerosos, o casal tinha explorado a manipulação do RNA mensageiro. Os dois acreditavam que a pesquisa poderia ser aproveitada para redirecionar as forças do sistema imunológico contra uma série de doenças. Muitas dúvidas foram levantadas em relação a esta inovação, mas, como explica o autor: “O RNA mensageiro - que, após cumprir a sua função, é degradado minutos depois pelo corpo - não tem como causar dano. A molécula só entra em contato com o perímetro externo das células humanas, e é altamente improvável que altere o DNA.”
Joe Miller expõe alguns dos muitos ataques que a BioNTech e seus funcionários sofreram e mostra como o negacionismo e o racismo não respeitam fronteiras. “Após a revelação sobre os planos da BioNTech para uma vacina, centenas de cartas - algumas racistas, outras contendo ameaças de morte - começaram a chegar ao polo de Mainz (Alemanha), e coube ao gerente de laboratório, François Perrineau, abri-las. ‘No começo, eu tinha que ler essas mensagens’", diz. Ele admite que sentiu o impacto do linguajar usado para descrever Uğur e Özlem e do ódio dirigido a eles por conta da fé ou da origem.
A vacina explora uma das descobertas médicas mais importantes de nossa época e o incansável trabalho da dupla de cientistas, Uğur e Özlem, para convencer a indústria farmacêutica a apoiar seu projeto ambicioso. E deixa uma importante lição: “Descobertas independentes e simultâneas são construídas, às vezes isoladas, até que os indivíduos e as ideias se encontrem, e o empenho humano resulta em um gigantesco salto coletivo”. Você pode comprar o livro "A Vacina: A História do Casal de Cientistas Pioneiros no Combate ao Coronavírus", de Joe Miller, neste link.
Sobre o autor
Joe Miller é correspondente do Financial Times em Frankfurt e cobriu o projeto Covid-19 da BioNTech em tempo real. Antes disso, trabalhou para a BBC News em Londres, Nova Délhi e Berlim. Foto: Thomas Lohnes
Sobre os pesquisadores
Dra. Özlem Türeci e Dr. Uğur Şahin são casados e fundaram juntos a BioNTech, empresa que desenvolveu a primeira vacina contra a covid-19. Filhos de imigrantes turcos na Alemanha, se formaram em medicina e concluíram o doutorado em biologia molecular e imunoterapia. Eles têm um extenso trabalho no campo da oncologia translacional e centenas de artigos científicos publicados. Os dois cientistas receberam o Prêmio Paul Ehrlich 2022 por sua contribuição para a pesquisa em tecnologia de mRNA.
O que disseram sobre o livro
.: Teatro: Cia. Grande Urso Navegante se inspira em Juca Kfouri e Rubem Alves
A Cia. Grande Urso Navegante circula por sete cidades do Interior e faz 24 apresentações gratuitas des peças de Juca Kouri e de Rubem Alves. O grupo apresenta as peças infantis "O Passe e o Gol", de Juca Kfouri, e "A Pipa e a Flor", de Rubem Alves, em Porto Ferreira, Guarulhos, Rio Claro, Cordeirópolis, Sumaré, Brotas e Jacareí. na imagem, cena de "O Passe e o Gol". Foto. Shinji Nagabe
Criada em em 1991 em homenagem a Ilo Krugli, do Teatro Vento Forte, a Cia. Grande Urso Navegante dá a largada em sua temporada de apresentações pelo interior paulista, com a proposta de circular por sete cidades e fazer apresentaçãoes gratuitas abertas ao público de todas as idades, além de 14 sessões exclusivas para instituições assistenciais e sete oficinas de teatro. A 2ª edição do projeto "Hoje Tem Teatro? Tem, Sim, Senhor!" é viabilizada pelo ProAC ICMS/SP da Secretaria de Estado da Cultura, com patrocínio das empresas Tigre e Urbano Alimentos. As sessões acontecem em espaços públicos e em entidades assistenciais.
A turnê segue até 24 de abril e leva na bagagem dois espetáculos - "O Passe e o Gol", baseado no livro do jornalista esportivo Juca Kfouri, e "A Pipa e a Flor", adaptado por Laerte Asnis do livro do escritor, educador e psicanalista Rubem Alves. O roteiro inclui as cidades Guarulhos (dias 18, 19 e 20 de março), Rio Claro (dias 26 e 27 de março), Cordeirópolis (dias 2 e 3 de abril), Sumaré (dias 9 e 10 de abril), Brotas (dias 16 e 17 de abril) e Jacareí (dias 23 e 24 de abril).
Literatura como fonte
A primeira peça adaptada pelo ator, diretor e produtor da Cia. Grande Urso Navegante, Laerte Asnis, foi "O Barquinho", de Ilo Krugli, logo após sua saida do grupo Vento Forte, onde permaneceu de 1985 a 1990. A partir do momento em que criou sua próprioa trupe, se especializou em adaptar para o teatro livros de nomes da literatura infantil, o que se tornou marca registrada do Urso Navegante - construir seu repertório baseado em livros de autores de destaque do cenário literário e educacional.
Além de Rubem Alves (i.m), Juca Kfouri e Regina Drummond, Laerte tem parceria com Sandra Branco, Oswaldo Cassilha, Paulo Riani e editora Cortez. Construir seu repertório baseado em livros de autores de destaque do cenário literário e educacional é característica do Grande Urso Navegante.
"O Passe e o Gol"
Peça teatral baseada no livro homônimo de Juca Kfouri, conta a história de dois irmãos gêmeos, Joãozinho e Marinho que se dão muito bem mas não quando o assunto é futebol. Os conflitos entre os dois se agravam quando são coinvidados para jogar no time da escola no campeonato da cidade. Muitas surpresas acontecem.
Há 14 anos no repertório do grupo, aborda o relacionamento entre irmãos gêmeos e a rivalidade comum entre eles. A partida de futebol, momento em que os irmãos gêmeos jogam pelo mesmo time, introduz a questão tão presente no cotidiano de cada um de nós, que é saber ganhar e saber perder.
"A Pipa e a Flor"
O texto de Rubem Alves trata da valorização das relações humanas, fala de amor e também de seus agravantes como a inveja e o ciúme. Discute o relacionamento entre uma pipa e uma flor e nos conduz a alguns questionamentos: como acontece uma relação? Quem tem razão? Como posso aceitar o outro? Como compartilhar experiências conjuntas?
Perguntas que nos permitem refletir sobre a importância que cada um desempenha dentro de uma relação, seja no âmbito amoroso, familiar ou no ambiente de trabalho e perguntas que nos permitem entender a necessidade de se contar com todos, com suas habilidades individuais, emocionais e criativas para que a vida seja simplesmente vivida.
O encontro com Rubem Alves
Leitor de Rubem Alves, Laerte morava em São Carlos em 1999 quando conheceu o autor na livraria de uma grande amiga que convidara o escritor para uma palestra na cidade. “Acabei levando Rubem Alves para Campinas, após a palestra, e no carro perguntei se ele me autorizava adaptar para o teatro seu livro "A Pipa e a Flor". Ele respondeu: 'Ficarei honrado". Em 23 de dezembro de 1999, a peça estreou em Campinas, com a presença do Rubem, que no final disse para a plateia: 'A peça ficou muito melhor que o livro". Choradeira geral. Desde então já são 23 anos encenando esta peça em mais de 1600 apresentações pelo Brasil e Portugal. “Rubem Alves,a exemplo do Ilo, é uma manifestação viva da poesia. Sempre nos prestigiou durante os 15 anos em que convivemos com ele, de 1999 a 2014, ano de sua morte. Continuaremos encenando "A Pipa e a Flor", pois seu texto, continua atual, mesmo sendo o livro de 1985.”
O encontro com Juca Kfouri
Consultando o site de uma livraria, vi que o livro mais vendido era "O Passe e o Gol", de Juca Kfouri. Imediatamente considerei a ideia de adaptar o livro para o teatro, mesmo sem conhecer a obra. Arrisquei enviar um e-mail, e não é que funcionou? Fiz a proposta e ele prontamente aceitou. Isso foi em 2007. Durante um ano preparei a montagem e, em fevereiro de 2008, fizemos a estreia na capital, com a presença de Juca Kfouri e seu editor. Desde então, encenamos a peça em várias cidades do Brasil. Sempre que apresentamos na capital, Juca prestigia.
O começo no Vento Forte e a ida para o Interior
Laerte Asnis tirou a ideia para o nome do grupo de um dos personagens da peça "Os Dois Irmãos" ou "O Pássaro de Ouro", baseada em conto dos Irmãos Grim, escrita e dirigida por Ilo Krugli, do grupo de teatro Vento Forte, do qual pareticipou de 1985 a 1990. Influenciado pelo mestre (“tudo o que sei sobre teatro, aprendi com Ilo”), Laerte criou a Cia Teatro do Grande Urso Navegante em homenagem a Ilo Krugli e ao Vento Forte “para minimamente oferecer através do teatro, a poesia que tanto se faz necessária para a vida de qualquer ser humano”.
Depois do Vento Forte, Laerte participou de um projeto com o grupo de dança Marzipan, sobre a vida de Oswald de Andrade para a Secretaria de estado da Cultura de São Paulo. “Eu me inscrevi para participar do processo de escolha do elenco e para minha surpresa fui um dos 18 selecionados”. Durante um ano, ensaiou a peça "Fui, Vim , Voltei", sob direção de Renata Melo, Lúcia Merlino e Luca Baldovino. Durante o processo tomou aulas com a nata da dança: Antonio Nóbrega, Marize Matias, Eduardo Marlot, Denilto Gomes e Tica Lemos.
Em seguida, foi convidado pelo então diretor do departamento de formação cultural da Secretaria de Cultura para ministrar oficinas de teatro, na recém-inaugurada Oficina Cultural Sérgio Buarque de Holanda, em São Carlos, e também em Ribeirão Preto e Bauru. A partir daí, resolveu continuar no Interior, permanecendo dois anos em São Carlos.
Em 1993, contratado pelo Teatro Popular do Sesi, precisamente pela então Divisão Cultural do Ssei, na época dirigida pelo diretor Chiquinho Medeiros e tendo à frente do projeto NAC (Núcleo de Artes Cênicas), Acácio Vallim e Sonia Azevedo, assumiu o recém-criado Núcleo de Artes Cênicas do Sesi, como Orientador de Artes Cênicas, na cidade de Rio Claro. “Nossa proposta é e sempre foi levar teatro para populações que nunca viram teatro na vida. Na capital atuamos pouco. Não tenho necessidade de estar na capital, na capital tem muitas cias teatrais se apresentando, já pelo inteiror nem tanto. E instituições da capital, nos ignoram quase totalmente”.
Sobre a Cia Grande Urso Navegante
Grupo criado e dirigido por Laerte Asnis, ator e diretor, com foco no público infantil. A principal característica do grupo é montar e encenar peças com recursos simples, que possam ser apresentadas em qualquer tipo de espaço e eventos. Outra característica do grupo reside em seu repertório teatral, sempre baseado em livros de grandes personalidades do cenário literário e educacional.
A Cia tem em seu repertório musical, músicas do cancioneiro universal, interpretadas ao vivo pela pianista e educadora musical Valéria Peres (de 1992 a 2019) e desde 2019 pelo músico Guilherme Ambrózio. Utiliza recursos artesanais na confecção dos elementos cênicos.
"O Passe e o Gol"
Peça teatral baseada no livro homônimo do jornalista esportivo Juca Kfouri. Tema: futebol. Estreou em fevereiro de 2008. Texto original: Juca Kfouri. Adaptação, encenação e direção: Laerte Asnis. Músico: Guilherme Ambrózio. Duração: 45 minutos de peça teatral + tempo necessário para bate-papo. Sinopse: a história de dois irmãos gêmeos, Joãozinho e Marinho que se dão muito bem mas não quando o assunto é futeboil. Os conflitos entre os dois se agravam quando eles são coinvidados para jogar no time da escola no campeonato da cidade. Muitas surpresas acontecem.
"A Pipa e a Flor"
Peça teatral adaptada do livro homônimo do escritor, educador e psicanalista Rubem Alves. Texto original: Rubem Alves. Adaptação, encenação e direção: Laerte Asnis. Músico: Guilherme Ambrózio. Duração: 60 minutos (peça + bate-papo). Sinopse: a história de uma pipa, que, ao encontrar uma flor, começa a fazer reflexões sobre a liberdade e o amor. Estreou em 21 de dezembro de 1999.
Serviço
Guarulhos
Sexta-feira, dia 18 de março
Das 16h às 17h - "O Passe e o Gol"
Das 19h às 20h - "A Pipa e a Flor"
Local: Sest Senat. Rua Celso Rodrigues Salgueiro, s/n - Jardim Novo Portugal
Sábado, dia 19 de março
Das 9h às 13h - Oficina de teatro para maiores de 18 anos
Das 15h às 16h - "A Pipa e a Flor"
Das 18h às 19h - "O Passe e o Gol"
Local: Sest Senat. Rua Celso Rodrigues Salgueiro, s/n - Jardim Novo Portugal
Domingo, dia 20 de março
Das 11h às 12h - "O Passe e o Gol"
Das 15h00 às 16h - "A Pipa e a Flor"
Local: Sest Senat. Rua Celso Rodrigues Salgueiro, s/n - Jardim Novo Portugal
Rio Claro
Sábado, dia 26 de março
Das 9h às 13h - Oficina de teatro para maiores de 18 anos
Das 15h às 16h - "A Pipa e a Flor"
Das 18h às 19h - "O Passe e o Gol"00
Local: Sest Senat. Rod. Washington Luiz, KM 176 - Jardim Rio Claro
Domingo, dia 27 de março
Das 11h às 12h - "O Passe e o Gol" das 15h00 às 16h00 - "A Pipa e a Flor"
Local: Sest Senat. Rod. Washington Luiz, KM 176 - Jardim Rio Claro
Cordeiropolis
Sábado, dia 2 de abril
Das 9h às 13h - Oficina de teatro para maiores de 18 anos
Das 15h às 16h - "A Pipa e a Flor"
Local: Centro Cultural “Ataliba Barrocas”. Rua Siqueira Campos, 414 - Vila Lídia
Domingo, dia 3 de abril
Das 11h às 12h e das 15h às 16h - "O Passe e o Gol"
Local: Centro Cultural Ataliba Barrocas. Rua Siqueira Campos, 414 - Vila Lídia
Sumaré
Sábado, dia 9 de abril
Das 9h às 13h - Oficina de teatro para maiores de 18
Das 15h às 16h - "O Passe e o Gol"
Local: Anfiteatro de Nova Veneza Avenida Brasil 1111, Nova Veneza.
Domingo, dia 10 de abril
Das 11h às 12h - "A Pipa e a Flor"
Local: Anfiteatro de Nova Veneza Avenida Brasil 1111, Nova Veneza
Brotas
Sábado, dia 16 de abril
Das 9h às 13h - Oficina de teatro para maiores de 18
Das 15h às 16h - "O Passe e o Gol"
Local: Centro Cultural. Av. Mario Pinoti, 584 - Centro
Domingo, dia 17 de abril
Das 11h às 12h e das 15h às 16h - "A Pipa e a Flor"
Local: Centro Cultural. Av. Mario Pinoti, 584 - Centro
Jacareí
Sábado, dia 23 de abril
Das 9h às 13h - Oficina de teatro para maiores de 18 anos
Das 15h às 16h - "A Pipa e a Flor"
Das 18h às 19h - "O Passe e o Gol"
Local: Sala Mário Lago. Endereço: R. Barão de Jacareí, 122 - Centro
Domingo, dia 24 de abril
Das 11h às 12h - O Passe e o Gol"
Local: Sala Mário Lago. Endereço: R. Barão de Jacareí, 122 - Centro
"O Encantador de Palavras" - Homenagem a Rubem Alves
.: SP Escola de Teatro disponibiliza livros de artes gratuitamente para o Brasil
Já estão disponíveis as obras "A Digna 10 Anos", "Prêmio Solano Trindade", "Teatro de Grupo" e "Estação SP - Pedagogias da Experiência". O primeiro livro do selo "Teatro de Grupo” venceu o APCA 202 1, pelo setor de Teatro, na categoria Prêmio Especial.
O selo Lucias é uma iniciativa da Associação dos Artistas Amigos da Praça (Adaap), organização que rege o projeto da SP Escola de Teatro. Em pouco mais de um ano de existência, o projeto já lançou quatro livros e pretende aumentar ainda mais o leque de publicações no campo das artes (teatro, dança, cinema e literatura), da pedagogia, das ciências sociais e da psicanálise. As obras "A Digna 10 Anos", "Prêmio Solano Trindade", "Teatro de Grupo" e "Estação SP - Pedagogias da Experiência" estão disponíveis gratuitamente on-line para o público.
A iniciativa é uma homenagem à raiz de seu nome, a professora, jornalista e gestora cultural Lucia Camargo (1944-2020), que foi coordenadora da Escola, e o expande ao plural, pela vocação da Adaap pela coletividade e pelo múltiplo. O grupo que compõe a coordenação editorial do selo é composto por Ivam Cabral (diretor executivo), Joaquim Gama, Elen Londero e Marcio Aquiles. Além do selo editorial, Lucia vai ser homenageada na 30ª edição do Festival de Curitiba com a Mostra Lúcia Camargo, ação que enfatiza sua importância como uma das maiores gestoras culturais do país.
“Lucia Camargo é uma mulher imprescindível na história do teatro brasileiro, seja à frente de projetos de formação artística, na gestão de importantes instituições culturais do país e como curadora e júri de premiações e festivais. Uma pessoa inteligentíssima, atenta e dedicada à sua grande paixão, que era a arte. Homenageá-la no selo literário da ADAAP era fundamental para que mais pessoas conhecessem essa grande mulher que ajudou e apoio artistas brasileiros por décadas no país”, afirma Ivam Cabral.
Elen Londero, coordenadora da SP, ressaltou a importância do projeto. “Homenageá-la com o selo Lucias é evocar sua essência e preocupação constante de contar a história da produção cultural do país. Ela foi uma mulher que fomentou grandes produções, a cultura popular e principalmente jovens artistas. ‘Esperança que não se organiza, morre’, essa é uma frase do Paulo Freire, mas bem que poderia ser sua. Evoé, Lucia”.
Cada obra lançada foi resultado de um intenso processo de pesquisa e curadoria. "A Digna 10 Anos" traz o percurso do coletivo teatral formado por Ana Vitória Bella, Helena Cardoso e Victor Nóvoa. São oito cadernos que contam os processos artísticos, os espetáculos e as vivências de "A Digna".
O "Prêmio Solano Trindade" é uma homenagem ao ator, diretor, cineasta, escritor e militante pernambucano Francisco Solano Trindade (1908-1974), em cuja obra fez marcantes denúncias contra o racismo e o preconceito no Brasil. Através de edital, foram selecionadas três dramaturgias inéditas, de autoras e autores negras e negros: “Guerras Urbanas”, de Camila de Oliveira Farias, do Rio de Janeiro, “Como Criar para Um Corpo Negro sem Órgãos?”, de Lucas Moura, de São Paulo, e “Medeia Homem”, de Robinson Oliveira, do Rio Grande do Sul.
Teatro de Grupo é um registro histórico com textos de 194 coletivos da Grande São Paulo, falando sobre seus repertórios, processos criativos, métodos de trabalho, parcerias mais comuns e a função do teatro. O projeto ainda conta com análises sobre o fenômeno do teatro de grupo escritos por 16 especialistas, dentre os quais historiadores, pesquisadores, críticos de teatro e artistas. A organização é realizada por Marcio Aquiles (Relações Internacionais) e pelo pesquisador Alexandre Mate.
Participaram do processo Elen Londero (Projetos Especiais), Ivam Cabral (Diretor Executivo) e Joaquim Gama (Coordenador Pedagógico). Essa é uma ação da Adaap em parceria com a Secretaria Municipal de Cultura. A publicação venceu o APCA 2021, pelo setor de Teatro, na categor ia Prêmio Especial.
O "Projeto Estação SP - Pedagogias da Experiência" foi feito a partir de pesquisa realizada pela Associação dos Artistas Amigos da Praça (Adaap) na preparação, formatação e experiência prática de um curso de formação com uso da linguagem teatral para professores do Centro Paula Souza, percorrendo 15 polos no Estado de São Paulo.
A pesquisa centrou seus estudos a partir da metodologia e pressupostos pedagógicos trabalhados na SP Escola de Teatro - Centro de Formação das Artes do Palco os quais são pautados na experiência como caminhos para o saber e suas conexões.
*Lucias é uma iniciativa da Associação dos Artistas Amigos da Praça (Adaap).
https://www.spescoladeteatro.org.br/biblioteca/selo-lucias




















