segunda-feira, 5 de janeiro de 2026

.: "Katya Teixeira 30 Anos - A Arte do Encontro" no Sesc Belenzinho


Cantora faz show de lançamento do álbum "Kátya Teixeira 30 Anos - A Arte do Encontro". Foto: Beto Assem

No dia 10 de janeiro no Sesc Belenzinho recebe o cantora Katya Teixeira, o show será no Teatro, com ingressos de R$ 18,00 (Credencial Sesc) a R$ 60,00 (inteira). O show de lançamento do álbum de "Kátya Teixeira - 30 Anos de Música: a Arte do Encontro", celebra a trajetória da multiartista paulistana, reconhecida por sua pesquisa da cultura popular e fomento de artes e encontros, numa bela representação da música brasileira e latino-americana.

Kátya Teixeira é uma artista completa, que utiliza sua música como instrumento de expressão, conscientização e transformação social. Sua trajetória artística é marcada pela busca constante do encontro, pela troca de saberes e valorização da cultura popular brasileira e ibero-latino-americana, celebra a trajetória da multiartista paulistana, reconhecida por sua pesquisa da cultura popular e fomento de artes e encontros, numa bela representação da música brasileira e latino-americana.

O show que deu origem a este álbum ao vivo, "Kátya Teixeira - 30 anos de Música: a Arte do Encontro", foi realizado em 26 de julho de 2024, na Sala Adoniran Barbosa do Centro Cultural São Paulo, com casa lotada. O repertório foi cuidadosamente selecionado para remontar a trajetória da artista entre 1994 e 2024, apresentando um recorte de seu tempo e geração que muito contribuiu e continua a contribuir para a cena musical autoral. A banda base que acompanha Kátya é composta por renomados músicos brasileiros: Ricardo Vignini (viola caipira), Cássia Maria (percussão), Esther Alves de Araújo (acordeom e flautas) e Clara Bastos (contrabaixo acústico).

Kátya Teixeira conduzirá o público por uma viagem musical, com canções que remontam sua trajetória de 30 anos. O repertório do álbum e do show transita por sua discografia de 8 álbuns autorais e 6 singles, incluindo sucessos como "Canto Lunar" e "Maria, Estrela e Geraes".


Serviço
"Katya Teixeira – A Arte do Encontro: 30 Anos de Música"

Dia 10 de janeiro de 2026. Sábado, 21h
Local: Teatro (374 lugares)
Valores: R$ 60 (inteira); R$ 30 (Meia entrada), R$ 18 (Credencial Sesc)
Ingressos à venda no portal sescsp.org.br e nas bilheterias das unidades Sesx
Classificação: 12 anos
Duração: 90 minutos


Sesc Belenzinho
Rua Padre Adelino, 1000 - Belenzinho / São Paulo
Telefone: (11) 2076-9700
sescsp.org.br/Belenzinho


Estacionamento

De terça a sábado, das 9h00 às 21h00. Domingos e feriados, das 9h00 às 18h00. 
Valores: Credenciados plenos do Sesc: R$ 8,00 a primeira hora e R$ 3,00 por hora adicional. Não credenciados no Sesc: R$ 17,00 a primeira hora e R$ 4,00 por hora adicional.


Transporte Público
Metro Belém (550m) | Estação Tatuapé (1400m)

.: Psicóloga trans lança livro de histórias de cura e acolhimento de minorias

Para muitos considerado uma minoria descartável, as travestis são precursores em praticar o acolhimento aos seus pares. Nas ruas, os corpos desumanizados e as potências que reinventaram o cuidado muito antes de ele virar política pública ganha destaque no livro da psicóloga especialista em redução e danos Julia Bueno. “Nas Esquinas do Cuidado: Brenda Lee e a Redução de Danos” é fruto de sua tese de mestrado e que, agora, ganha as livrarias pela Editora Telha.

“Nas Esquinas do Cuidado” investiga as narrativas de pessoas trans e travestis sobre Redução de Danos, cuidado e transfobia, ampliando o debate sobre saúde e direitos humanos. A partir de uma perspectiva construcionista e feminista, a obra analisa como a Redução de Danos é entendida não apenas como tecnologia de saúde, mas como estratégia de sobrevivência que confronta as encruzilhadas do gênero e da vulnerabilidade social.

“Para mim foi muito importante perceber como existe uma narrativa que insiste em ver pessoas trans apenas como sujeitas marginalizadas que “precisam de cuidado”. Quando vamos a fundo na história, encontramos Brenda Lee, Cláudia Wonder, Jovana Baby e tantas outras que foram centrais na construção de políticas públicas e na transformação cultural do país. São trajetórias potentes, mas sistematicamente apagadas — quase como um projeto para nos expulsar da história e negar até o nosso direito à memória.” , afirma Julia Bueno, psicóloga e escritora

O livro discute como a transfobia permeia até mesmo espaços que se definem pela promoção de direitos, apontando a necessidade de abordar saúde de forma interseccional, considerando as condições estruturais que vulnerabilizam corpos trans. Ao iluminar essas experiências, a obra contribui para consolidar e expandir o campo da Redução de Danos, destacando a ética travesti como potência transformadora na promoção do cuidado.

“Nas Esquinas do Cuidado” também é uma homenagem à figura trans brasileira Brenda Lee, responsável por décadas atrás, tornar-se figura central no atendimento da população LGBTQIAPN+ antes mesmo dessa sigla ser criada. Seu cuidado, especialmente com pessoas soropositivas, foi um divisor de águas na atenção e no acolhimento dado a essa parcela da população ainda marginalizada em sua maioria. Compre o livro “Nas Esquinas do Cuidado”, de Julia Bueno, neste link.


Sobre a autora
Julia Bueno
é formada em Psicologia pelas Faculdades Integradas de Guarulhos-SP, especialista em Psicologia Política pela USP, mestra em Psicologia pela UFPE, doutoranda em Psicologia também na UFPE. É pesquisadora no GEMA (Grupo de estudos de gênero e masculinidades), também é redutora de danos, psicóloga clínica, poeta e escritora do livro de poesias “Amor & Revolta” e cofundadora do coletivo psicodelia baixo astral. Compre o livro “Nas Esquinas do Cuidado”, de Julia Bueno, neste link.

.: #LeituraMiau: as sequência de "Poesias Polêmicas" de Amador Maia


Por Cláudia Brino, escritora, ativista cultural e editora da Costelas Felinas

Em "Poesias Polêmicas 2", Amador Maia reafirma a poesia como território de confronto, denúncia e memória. A obra se debruça sobre uma das feridas mais abertas da sociedade contemporânea - o feminicídio - e o faz sem suavizações, sem metáforas confortáveis ou distanciamento estético. Trata-se de um livro que não busca apenas emocionar, mas inquietar, desestabilizar e exigir posicionamento.

Os poemas que compõem o livro funcionam como um memorial poético às mulheres assassinadas pela violência de gênero. Cada verso carrega a dor interrompida, o silêncio imposto, os sonhos abortados. Maia escreve a partir da urgência: seus poemas não pedem licença, não ornamentam a tragédia, não transformam a violência em espetáculo. Pelo contrário, expõem o horror cotidiano que muitas vezes é naturalizado, reduzido a números frios ou notícias efêmeras.

A linguagem direta e, por vezes, áspera, é uma escolha ética e estética. Ao evitar eufemismos, o autor recusa qualquer forma de complacência com a violência. Sua poesia é denúncia, mas também é luto coletivo. É o reconhecimento de que cada mulher assassinada representa uma falha social, política e cultural. Nesse sentido, o livro ultrapassa o campo individual da dor e aponta para estruturas históricas de opressão, machismo e silenciamento.

"Poesias Polêmicas 2" também se constrói como um gesto de resistência. Ao dar voz às que foram caladas Maia transforma a palavra poética em ato político. Há, nos poemas, uma tentativa de resgatar humanidade onde houve brutalidade, de devolver nome, corpo e memória a quem foi reduzida à estatística. A poesia surge, assim, como ferramenta de enfrentamento e de permanência: enquanto se escreve, a violência não é esquecida.

Mais do que um livro de poesia, a obra é um chamado à consciência. O autor convoca o leitor a sair da posição confortável de espectador e a refletir sobre seu papel diante dessa realidade persistente. Ler "Poesias Polêmicas 2" é aceitar o desconforto e compreender que a literatura pode - e deve - intervir no mundo.

Essencial e necessário, o livro de Amador Maia, Costelas Felinas Editora,  Reafirma o poder da poesia como instrumento de denúncia social e transformação. É um lembrete contundente de que a palavra, quando comprometida com a vida, pode manter acesa a memória das mulheres que partiram cedo demais e fortalecer a luta por justiça, dignidade e igualdade.

.: Chico Chico apresenta a turnê "Let It Burn / Deixa Arder" em São Paulo


Filho de Cássia Eller leva ao Cine Joia a fase mais visceral de sua carreira. Foto: Zabenzi

Chico Chico segue com a turnê nacional “Let It Burn / Deixa Arder”, que marca uma fase renovada em sua trajetória e leva ao palco o repertório completo de seu mais recente álbum. Depois de passar por diversas capitais brasileiras, o artista chega a São Paulo para uma apresentação única no dia 10 de janeiro de 2026, às 21h, no Cine Joia.

O espetáculo reúne as faixas lançadas pela gravadora Deck e evidencia a amplitude de influências que atravessam a obra de Chico, que transita entre o rock, referências brasileiras e elementos do folk. A turnê apresenta esse recorte sonoro em um formato direto, traduzindo a potência e o momento artístico atual do cantor.

A nova fase é também resultado da parceria com a LAGOSTAe, responsável pelo booking do artista, que passa a integrar um casting que inclui nomes como Nando Reis e Jorge Vercillo. “Chico é um artista novo, potente e autêntico, tudo o que acreditamos. Queremos levá-lo ainda mais longe. É uma dessas vozes que merecem circular mais, ocupar palcos e conquistar novos públicos. A turnê Let It Burn / Deixa Arder traduz bem essa força”, afirma Diogo Damascena, presidente da LAGOSTAe.

A estética do show acompanha a diversidade musical do álbum, que percorre diferentes linguagens e constrói momentos marcados pelo rock, pela música eletrônica e por ritmos da cultura popular brasileira. O disco apresenta a fase mais visceral do artista e inclui faixas como “Tanto Pra Dizer”, “Tempo de Louças”, “Let It Burn”, além da milonga “Lugarzinho”, o groove brasileiro de “Hora H” e a experimental “Parabelo da Existência”.

Chico revisita ainda clássicos em novas leituras, como “Vila do Sossego”, de Zé Ramalho, “Girl From The North Country”, de Bob Dylan, e “Four and Twenty”, de Stephen Stills. “Estou muito feliz com o álbum. Sinto como um trabalho coletivo, meu, do produtor Pedro Fonseca e dos músicos que participam. É uma nova etapa, e estou empolgado para seguir com a turnê 'Let It Burn – Deixa Arder'”, afirma o cantor.


Serviço - São Paulo
Chico Chico – Turnê “Let It Burn / Deixa Arder”
Sábado, dia 10 de janeiro de 2026
Horário: 21h00
Abertura dos Portões: 19h00
Local: Cine Joia
Endereço: Praça Carlos Gomes, 82 – Liberdade, São Paulo – SP, 01501-040
Classificação etária: 16 anos. Menores de 14 anos somente acompanhados dos pais ou responsáveis. Crianças até 24 meses no colo dos pais não pagam.

Setor e preços
Pista L1 - R$ 77,50 (meia) | R$ 97,50 (social) | R$ 155,00 (inteira)
Pista L2 - R$ 92,50 (meia) | R$ 112,50 (social) | R$ 185,00 (inteira)
Pista L3 - R$ 107,50 (meia) | R$ 127,50 (social) | R$ 215,00 (inteira)

Venda geral:
Limite: 6 ingressos por CPF | 2 meias
Parcelamento em até 10x com juros no site | Sem parcelamento na bilheteria.

Bilheteria oficial – Allianz Parque (Bilheteria A)
Rua Palestra Itália, 200 – Portão A – Perdizes – São Paulo/SP
Funcionamento: Terça a sábado, das 10h às 17h
Não funciona em feriados, emendas, dias de jogos ou eventos de outras empresas.
Sujeito à taxa de processamento, exceto pagamentos em dinheiro.

.: John Green expõe o mundo desigual em “Tudo É Tuberculose”

Autor de fenômenos editoriais como "A Culpa É das Estrelas" lança olhar único sobre infecção mais mortal de todos os tempos e mostra como ela moldou o passado e o presente da humanidade

John Green se tornou uma das vozes mais relevantes da literatura contemporânea com a publicação de romances como "A Culpa É das Estrelas" e "Cidades de Papel", que ganharam adaptações cinematográficas de sucesso e venderam mais de 5 milhões de exemplares no Brasil. Em janeiro, ele presenteia os leitores com uma obra singular, na qual lança seu olhar sensível sobre a doença infecciosa que mais mata pessoas em todo o mundo. Em "Tudo É Tuberculose: a História e a Reincidência da Nossa Infecção Mais Mortal", eleito Melhor Livro de Não Ficção no Goodreads Choice Awards 2025, Green entrelaça um panorama histórico e social da enfermidade à jornada emocionante de um jovem que enfrentou a doença.A tradução é de Cássio de Arantes Leite.

Em uma viagem a Serra Leoa, John Green conheceu Henry Reider, paciente do Lakka, hospital de referência no tratamento da tuberculose no país. Aos 17 anos, o jovem já havia passado uma década de sua vida lutando contra a doença. Apesar das dificuldades, fazia questão de animar os outros hospitalizados e comoveu o autor por lembrá-lo do filho, que tem o mesmo nome e jeito alegre. Impressionado com a história de Henry e com o imenso impacto da doença no país, Green se dedicou a pesquisar ostensivamente a enfermidade mais letal de todos os tempos.

O autor descobriu como a tuberculose esteve na raiz de grandes fatos históricos, que vão do início da Primeira Guerra Mundial à invenção do chapéu de caubói. Ele também destaca o papel de personagens importantes, como Sir Arthur Conan Doyle, o criador de Sherlock Holmes, que foi um dos médicos a pesquisar uma cura para a enfermidade, e o Dr. Alan Hart, homem trans, um dos pioneiros no uso da chapa de pulmão para diagnosticar a doença.

Ao retratar a história de Henry, Green demonstra como milhões de mortes poderiam ser evitadas anualmente com apoio financeiro para a prevenção e tratamento em países emergentes. Em Serra Leoa, por exemplo, além da indisponibilidade de medicamentos, a falta de alimentos, água e roupas quentes também compromete o tratamento dos pacientes. Por meio de dados e entrevistas com especialistas, o autor denuncia que a preservação de vidas é deixada de lado por órgãos governamentais e grandes corporações por não ser economicamente interessante.

Green também discute como o racismo e a xenofobia se apresentam como obstáculos para a difusão da cura. No passado, quando a tuberculose havia se disseminado entre a maior parte da população europeia, era considerada uma doença “lisonjeira”, que deixava os homens mais criativos e sensíveis e as mulheres com aparência mais desejável para os padrões da época  — pele pálida, rosto corado pela febre e magreza excessiva. Entretanto, com a popularização da cura no norte global, a tuberculose passou a ser associada a grupos marginalizados, como as populações pretas, asiáticas e LGBTQIAPN+.

“A doença de Henry, na verdade, não se devia ao bacilo de Koch, e sim às forças históricas com que nos deparamos ao longo deste livro. Henry era a encarnação da spes phthisica; um rapaz sensível e poético. No entanto, não era tratado como um poeta iluminado e belo condenado à morte pelas mesmas forças prodigiosas que o agraciaram com suas faculdades criativas. Sua doença era um produto do empobrecimento de Serra Leoa ao longo dos séculos, de um sistema de saúde esvaziado pela colonização, pela guerra e pelo ebola, de um mundo que parou de se importar com a tuberculose assim que ela deixou de representar uma ameaça para os ricos". Compre o livro "Tudo É Tuberculose", de John Green, neste link.


Sobre o autor
John Green é um dos escritores norte-americanos mais queridos pelo público jovem e igualmente festejado pela crítica. É autor best-seller do New York Times, premiado com a Printz Medal, o Printz Honor da American Library Association e o Edgar Award, e foi duas vezes finalista do prêmio literário do LA Times. Compre os livros de John Green neste link.


TUDO É TUBERCULOSE, de John Green




Páginas: 192


Editora: Intrínseca


Livro impresso: R$ 69,90


E-book: R$ 46,90

.: “Círculos Ancestrais” convoca o público a dançar a origem do mundo


Por 
Helder Moraes Miranda, jornalista e crítico de cultura, editor do portal Resenhando.com
Foto: divulgação

O espetáculo circense “Círculos Ancestrais”, da Trupe do Mar, será apresentado na sexta-feira, 16 de janeiro, às 20h00, no auditório do Sesc Santos. A montagem convida o público a uma experiência sensorial que une circo contemporâneo, dança e musicalidade para revisitar a origem do mundo a partir da cosmovisão tupi-guarani, celebrando os saberes ancestrais dos povos originários por meio do corpo em movimento.

Inspirado nas obras “Tupã Tenondé” e “O Menino Trovão”, de Kaká Werá Jecupé, o espetáculo constrói uma narrativa poética que traduz mitos fundadores em imagens, gestos e ritmos. A cena se organiza em torno do símbolo do círculo - elemento sagrado presente em diversas culturas indígenas - que se manifesta por meio da roda Cyr, do crossed wheel, da dança e do uso expressivo dos bambolês. Cada movimento propõe um elo entre passado e presente, céu e terra, corpo e espírito.

Com músicas originais e sonoridades inspiradas nas tradições indígenas, o espetáculo transforma o palco em um território encantado, onde natureza, ancestralidade e imaginação se entrelaçam. A trilha sonora, executada ao vivo, amplia a dimensão ritualística da encenação, reforçando a ideia de celebração e pertencimento. O resultado é uma obra que não apenas narra histórias, mas convida o público a senti-las, criando um espaço de escuta, contemplação e reconexão com a memória coletiva.

Voltado para todas as idades, “Círculos Ancestrais” propõe um encontro afetivo entre gerações, despertando curiosidade, respeito e sensibilidade em relação às culturas originárias. Com duração de 50 minutos, o espetáculo reafirma o circo como linguagem potente de transmissão de conhecimento, poesia e resistência cultural. Os ingressos custam R$ 40,00 (inteira), R$ 20,00 (meia-entrada) e R$ 12,00 (Credencial Plena).


Ficha técnica 
Espetáculo "Círculos Ancestrais"

Idealização: Thays Oliveira 
Direção: Jande Kodo Potyguara 
Elenco artístico: Thays Oliveira e Jorge Olivares 
Orientação cênica: Kelly Cheretti 
Produção Musical: Esporos e cogumelo Selvagem 
Músico Convidado: Kuaray Orea 
Figurinos: Costurices da Jô 
Realização: Trupe do Mar 
Duração: 50 minutos 


Venda de ingressos
As vendas de ingressos para os shows e espetáculos da semana seguinte (segunda a domingo) começa na semana anterior às atividades, em dois lotes: on-line pelo aplicativo Credencial Sesc SP e portal do Sesc São Paulo: às terças-feiras, a partir das 17h00. Presencialmente, nas bilheterias das unidades: às quartas-feiras, a partir das 17h00.

Bilheteria Sesc Santos - Funcionamento
Terça a sexta, das 9h às 21h30 | Sábados e domingos, 10h às 18h30   

Sesc Santos
Rua Conselheiro Ribas, 136 - Aparecida / Santos
Telefone: (13) 3278-9800        
Site do Sesc Santos
Instagram e Facebook: @sescsantos

domingo, 4 de janeiro de 2026

.: Livro coloca leitor por dentro do "Boom" da literatura latino-americana


Um dos momentos mais importantes da história literária visto por dentro. "As Cartas do Boom", publicado pela editora Record, traz a vasta correspondência trocada entre quatro dos autores mais influentes e premiados da literatura latino-americana: Julio Cortázar, Carlos Fuentes, Gabriel García Márquez e Mario Vargas Llosa. O livro reúne e documenta a relação entre os escritores e revela bastidores de publicações, parcerias e conflitos entre importantes nomes das letras. A tradução é de Mariana Carpinejar

As décadas de 1950 a 1970 testemunharam um dos momentos mais célebres da história literária do século XX: o Boom da literatura latino-americana.Muito além de uma simples coincidência de talentos, o que se formou foi uma constelação intelectual movida por afinidades eletivas, ambições estéticas e compromissos políticos que, juntos, produziram uma reconfiguração sem precedentes da literatura latino-americana. A projeção internacional de autores da região marcou um momento de inflexão em que a América Latina passou a ocupar o centro das atenções do circuito literário global.

O "Boom", ao contrário do que pode se pensar, não foi um fenômeno isolado e contou com uma pré-história e um rol de outros nomes que o antecedeu ou o acompanhou – Borges, Rulfo, Carpentier, entre tantos outros. Mas, em um recorte mais aproximado, é possível identificar quatro figuras-chave: Carlos Fuentes, Julio Cortázar, Gabriel García Márquez e Mario Vargas Llosa. Os autores surgem sob os holofotes não apenas pelo êxito de suas carreiras literárias, mas pela relação nutrida entre o quarteto, que se manteve próximo em diferentes níveis durante a extensão de seus anos dourados.

As cartas do Boom oferece ao leitor um acesso privilegiado à intimidade desse movimento por meio da correspondência trocada pelo quarteto, que registra com franqueza os bastidores da criação literária, os dilemas editoriais, as tensões ideológicas e os afetos - ora solidários, ora conflituosos - que compuseram esse momento de euforia e ruptura. Mais do que documentos biográficos, esses escritos epistolares revelam a complexa teia de relações que sustentaram o Boom, bem como seus inevitáveis desgastes. Aqui, estão desde as repercussões da publicação de Cem anos de solidão até as angústias pelos golpes de Estado no continente e os projetos de férias em grupo à beira-mar.

Esta edição permite não apenas reconstruir os bastidores de uma das mais decisivas revoluções literárias do século XX, mas também repensar o papel do escritor latino-americano diante de um mundo em incessante transformação. As cartas expõem tanto o fazer literário quanto as contradições e as grandezas de uma geração que ousou imaginar uma literatura capaz de dialogar com o universal sem trair suas raízes históricas e culturais. Compre o livro "As Cartas do Boom" neste link.

 
Sobre os autores
O escritor argentino Julio Cortázar (1914 - 1984) é reconhecido por sua literatura de verve fantástica, foi um dos mais prolíficos e bem-sucedidos contistas do século XX, além de ter atuado como tradutor e crítico. Envolvido nos movimentos políticos na América Latina, acompanhou de perto as revoluções em Cuba e na Nicarágua. Publicou, entre outros títulos, os livros de contos "Bestiário", "Histórias de Cronópios e de Famas" e "Todos os Fogos o Fogo", além do romance "O Jogo da Amarelinha".

O escritor mexicano Carlos Fuentes (1928 - 2012) foi um dos mais importantes literatos de seu país, e sua obra é marcada pelo engajamento com temas centrais da história latino-americana. Atuou como embaixador do México na França entre 1974 e 1977, permitindo a recepção de exilados dos regimes ditatoriais vigentes na América Latina. Publicou romances bem recebidos pela crítica como "A Morte de Artemio Cruz", "Aura" e "Terra Nostra", além de uma série de roteiros e argumentos para produções cinematográficas.

O escritor colombiano Gabriel García Márquez (1927 - 2014) foi vencedor do Prêmio Nobel de Literatura em 1982, autor de novelas, contos, ensaios, críticas de cinema e roteiros e um intelectual comprometido com os grandes problemas de nossa época. Entre suas obras estão os romances "Cem Anos de Solidão", "O General em Seu Labirinto", "O Amor nos Tempos do Cólera"; o livro de contos "Doze Contos Peregrinos"; e a autobiografia "Viver para Contar".

O escritor hispano-peruano Mario Vargas Llosa (1936 - 2025) foi vencedor do Prêmio Nobel de Literatura em 2010, sua narrativa abriu um caminho fértil para toda a literatura em língua espanhola. Entre seus livros estão os romances "Pantaleão e as Visitadoras", "Tia Julia e o Escrevinhador" e "Travessuras da Menina Má", além de livros de contos, obras de teatro, ensaios e memórias. 

.: Dan Stulbach é Shylock e reacende conflitos em “O Mercador de Veneza”



Montagem estrelada por Dan Stulbach propõe uma leitura contemporânea do texto de Shakespeare, refletindo sobre preconceito e ética. Foto: Igor Dallegrave

Com direção de Daniela Stirbulov e protagonismo de Dan Stulbach, o espetáculo “O Mercador de Veneza”, clássico de William Shakespeare, retorna aos palcos paulistanos após uma trajetória marcada por sucesso de público e sessões esgotadas em diversas capitais brasileiras. A montagem é uma coprodução da Kavaná Produções e da Baccan Produções e já passou por cidades como Rio de Janeiro, Recife, Curitiba e São Paulo, consolidando-se como um dos projetos teatrais mais consistentes da temporada recente. Desde a estreia, em abril de 2025, o espetáculo já foi visto por cerca de 20 mil espectadores.

Na encenação, Dan Stulbach dá vida a Shylock, o agiota judeu cuja complexidade moral atravessa séculos e continua a provocar reflexões urgentes. A montagem aposta em uma leitura contemporânea do texto shakespeariano, preservando sua força dramática e aprofundando os conflitos éticos e humanos que atravessam a obra, como justiça, intolerância, preconceito, relações de poder e os limites entre lei e vingança.

A trama acompanha Antônio, um mercador que, para ajudar o amigo Bassânio, recorre a um empréstimo com Shylock. Como garantia, oferece uma libra de sua própria carne. O acordo, aparentemente simbólico, transforma-se em um impasse brutal quando a dívida não é paga, conduzindo a narrativa a um julgamento emblemático, no qual a rigidez da lei confronta valores como compaixão, equidade e humanidade.

O elenco reúne nomes experientes da cena teatral brasileira: Augusto Pompeo (Duque), Amaurih Oliveira (Lorenzo e Príncipe de Marrocos), Cesar Baccan (Antônio), Gabriela Westphal (Pórcia), Júnior Cabral (Graciano), Marcelo Diaz (Lancelotte Gobbo), Marcelo Ullmann (Bassânio), Marisol Marcondes (Jéssica), Rebeca Oliveira (Nerissa), Renato Caldas (Solânio e Tubal) e Thiago Sak (Salarino e Príncipe de Aragão). O trabalho coletivo resulta em uma encenação vigorosa, que equilibra densidade dramática, ritmo e clareza narrativa.

A temporada tem início no BTG Pactual Hall, de 22 a 25 de janeiro, com apresentações na quinta e sexta-feira, às 20h30, e no sábado e domingo, às 18h00. Em seguida, o espetáculo segue para o Tucarena – Teatro da PUC-SP, onde permanece em cartaz de 29 de janeiro a 1º de março de 2026, com sessões às quintas, sextas, sábados e domingos, respeitando pausas pontuais no mês de fevereiro.

Com duração de 95 minutos e classificação indicativa de 12 anos, “O Mercador de Veneza” reafirma a atualidade de Shakespeare ao lançar luz sobre dilemas que seguem atravessando a sociedade contemporânea, convidando o público a refletir sobre ética, alteridade e justiça em tempos de intolerância.

.: Isabel Allende convida a degustar a vida sem pudores em livro


“Arrependo-me das dietas, dos pratos deliciosos re­jeitados por vaidade, tanto como lamen­to as oportunidades de fazer amor que deixei passar para me dedicar a tarefas pendentes ou por virtude puritana. A sexualidade é um componente da boa saúde, inspira a criação e é parte do caminho da alma. Infelizmente, demorei trinta anos para descobrir isto.”
, escreveu Isabel Allende. Após 15 anos fora de catálogo, "Afrodite - Contos, Receitas e Outros Afrodisíacos", publicado pela editora Bertrand Brasil, está de volta às livrarias, em edição especial com capa nova. 

Provocante e sensorial, é a obra em que a best-seller Isabel Allende explora os vínculos entre comida, erotismo e identidade em uma prosa cheia de sabor e poesia. Um livro sedutor que revela a alquimia entre prazer e palavra, excelente opção de presente de fim de ano e um encanto para fãs da autora e amantes da boa comida. Escritora de língua espanhola mais lida no mundo, Isabel Allende já vendeu mais de 1 milhão de exemplares no Brasil e mais de 77 milhões no mundo. Seus livros já foram traduzidos para mais de 40 idiomas. A tradução da edição brasileira é de Claudia Schilling.

Entre receitas, vinhos sensuais e poções quase mágicas, Isabel Allende cria um banquete literário em que cada prato é acompanhado por histórias, lembranças e reflexões sobre o desejo, a intimidade e o poder transformador da comida. Com seu estilo inconfundível, Allende mescla memória e imaginação para evocar os prazeres que nos fazem humanos. 

O resultado é uma combinação irresistível de narrativas pessoais, contos cheios de humor e delicadeza, e pequenas provocações que questionam nossos próprios limites e tabus. O erotismo aparece não apenas como tema, mas como uma linguagem que atravessa cada página. Uma celebração do prazer em todas as suas formas.

Com nova capa, novo projeto gráfico e ricamente ilustrado, esta edição de "Afrodite" é um convite para degustar a vida sem pudores. Um livro que seduz os olhos, instiga a mente e desperta os sentidos, trazendo uma nova dimensão ao ato de comer, amar e contar histórias. Compre o livro "Afrodite - Contos, Receitas e Outros Afrodisíacos", de Isabel Allende, neste link.


O que disseram sobre o livro

"Um banquete literário no qual Allende mistura sabores e desejos com uma prosa irresistível.” - The New York Times

“Provocante e saboroso, Afrodite é um convite ao hedonismo inteligente.” - El País

 
Sobre a autora
Isabel Allende
é a autora de língua hispânica mais lida no mundo. Com livros publicados em mais de 40 idiomas, estreou na escrita em 1982, com A casa dos espíritos, título mítico da literatura latino-americana que obteve grande sucesso internacional. Em 2014, recebeu das mãos de Barack Obama a Medalha Presidencial da Liberdade, a mais importante distinção civil dos Estados Unidos. Quatro anos mais tarde, seria agraciada com o National Book Award pelo conjunto de sua obra. Compre os livros de Isabel Allende neste link.


  

.: “Nossas Canções”: Roupa Nova lança EP com seis faixas inéditas


Disponível nas principais plataformas digitais, o novo trabalho reúne composições individuais dos integrantes da banda

Roupa Nova apresenta ao público o EP “Nossas Canções”, lançado na última quinta-feira, 2 de janeiro, reunindo seis músicas inéditas que reafirmam a longevidade e a coesão artística do grupo. O lançamento coincide com a data de embarque da banda para o terceiro cruzeiro temático Roupa Nova, tradicional encontro com os fãs em alto-mar.

As faixas foram compostas individualmente por Cleberson Horsth, Kiko, Nando, Serginho Herval, Ricardo Feghali e Fábio Nestares, revelando diferentes olhares sobre temas recorrentes na trajetória do grupo, como amor, saudade, despedida e afeto. Apesar das assinaturas distintas, o EP mantém a identidade sonora que consagrou o Roupa Nova ao longo de 45 anos de carreira.

O primeiro single, “Teu Olhar”, de Serginho Herval, fala de um encontro transformador e da força simbólica de um amor que nasce de maneira simples, mas profunda. Em “O Recado”, Nando presta uma homenagem delicada ao vocalista Paulinho, abordando a despedida com serenidade e afeto, sem recorrer ao tom melodramático. Já “Ingratidão”, composta por Ricardo Feghali, expõe o desgaste emocional de uma relação marcada pela falta de reconhecimento.

A sequência do EP traz “O Amor é Sempre Assim”, de Cleberson Horsth, que aborda a ausência e a possibilidade de reconciliação, seguida por “Uma Paixão”, em que Kiko retrata o momento em que o sentimento deixa de ser dúvida e passa a ser certeza. Encerrando o repertório, “Coisas da Alma”, de Fábio Nestares, valoriza o amor cotidiano, construído nos gestos simples e na convivência. O EP já está disponível nas principais plataformas de streaming, em lançamento pela ONErpm.

.: Editora Mantra lança edição expandida do "Livro dos Mortos do Antigo Egito"


Com notas explicativas e comentários de E. A. Wallis Budge, livro reproduz o Papiro de Ani e reúne capítulos de outros escritos que melhoram a compreensão desses textos sagrados

A religiosidade dos antigos egípcios ficou eternizada nas paredes de templos e túmulos, em linho e, sobretudo, nos rolos de papiro que compõem o "Livro dos Mortos do Antigo Egito". Resultado da reunião de textos de diferentes épocas e autores, o material era depositado junto às múmias de faraós, nobres e cidadãos comuns, refletindo a profunda relação do povo egípcio com a vida após a morte. Um dos exemplares mais completos e preservados dessa tradição - o papiro de Ani - integra a edição brasileira expandida e anotada publicada pela Editora Mantra. 

Traduzidos diretamente dos hieróglifos originais, os conteúdos são apresentados com a reprodução integral dos papiros e comentados pelo arqueólogo, egiptólogo, historiador e Doutor em Letras Ernest Alfred Thompson Wallis Budge. Suas notas explicam o papel central dos escritos mortuários: orientar a alma na travessia para o além, conduzindo-a ao encontro de Anúbis e Osíris, divindades associadas à morte e ao submundo. Como revelam os manuscritos, Ani foi um “escriba autêntico”, não honorário, e possivelmente copista de parte dos capítulos atribuídos a seu papiro. Embora sua datação exata seja impossível, estudos do Período Tebano preservados no Museu Britânico indicam que, na XVIII Dinastia, circulavam duas classes distintas de papiros do Livro dos Mortos, entre eles o de Ani. 

A coletânea inclui ainda comentários do historiador sobre aspectos culturais, religiosos e mitológicos do Egito Antigo, além de listas de feitiços, orações, nomes de divindades e instruções depositadas por séculos nas câmaras funerárias. Responsável pela seção de antiguidades egípcias e assírias do Museu Britânico, Budge descobriu o papiro de Ani em escavações próximas a Luxor em 1888 e foi o responsável por identificar as seis múmias mais antigas já encontradas. 

Nesta edição, a Editora Mantra também reúne os textos introdutórios do egiptólogo, ampliando a compreensão do contexto histórico e espiritual que moldou essa obra monumental. Assim, o volume se torna indispensável tanto para leitores fascinados pelo misticismo e pela simbologia do Livro dos Mortos, quanto para estudiosos que buscam referências acadêmicas sobre um dos fenômenos sociais mais marcantes da civilização egípcia. 

Trecho do livro
"Os túmulos mais antigos descobertos no Egito provam que os egípcios primitivos davam destino a seus mortos em parte enterrando, em parte queimando, mas não há nenhum fundamento para supor que todos os mortos fossem enterrados e queimados, pois desde tempos imemoriais sempre foi o costume na África, e ainda é em muitas partes daquele continente, permitir que os corpos de todos, exceto reis, governadores, nobres e homens de alta posição, fossem devorados por animais selvagens ou consumidos pela miríade de insetos devoradores de carne que infestam o solo."
  (p. 18) 

Sobre o autor
Ernest Alfred Thompson Wallis Budge (1857- 1934) foi um arqueólogo britânico e um dos mais respeitados egiptólogos da história. Realizou escavações no Egito, no Sudão e na Mesopotâmia, sendo responsável pela descoberta das seis mais antigas múmias egípcias das quais se tem conhecimento. Durante 27 anos comandou o departamento de antiguidades asiáticas e egípcias do Museu Britânico, em Londres. "Compre o "Livro dos Mortos do Antigo Egito" neste link.

.: Teatro: “Palhaços” desmonta sonhos e provoca o público no Sesc Santos


Por 
Helder Moraes Miranda, jornalista e crítico de cultura, editor do portal Resenhando.com
Foto: divulgação

Com Dagoberto Feliz e Danilo Grangheia em cena, sob direção de Gabriel Carmona, o espetáculo “Palhaços” será apresentado nos dias 9 e 10 de janeiro, às 20h00, no auditório do Sesc Santos. A montagem propõe uma experiência teatral intensa, que transita entre o humor ácido, o absurdo e a reflexão sobre as máscaras sociais que as pessoas insistem em vestir.

Na trama, Careta é o palhaço da meia-noite e treze, dono e protagonista de um circo de um homem só. Após mais uma apresentação, ele é surpreendido no camarim por Benvindo, um espectador entusiasmado que decide cumprimentar seu ídolo. O encontro, que a princípio parece cordial e carregado de admiração, rapidamente se transforma em um jogo cômico-surreal, no qual as fronteiras entre fã e artista, realidade e fantasia, admiração e crueldade começam a se dissolver.

A partir desse embate, o espetáculo mergulha em uma espécie de duelo psicológico. Com humor ferino, gestos circenses e um diálogo provocador, Careta passa a desmontar, um a um, os sonhos mais puros e os desejos mais obscuros de seu visitante. O riso surge como armadilha: ao mesmo tempo em que diverte, expõe fragilidades, frustrações e contradições humanas, conduzindo a plateia a um desconfortável - e revelador - reconhecimento de si mesma.

“Palhaços” utiliza a linguagem do circo, do teatro físico e da comédia para tensionar temas como idolatria, frustração, poder e identidade. A encenação aposta no contraste entre o lúdico e o brutal, criando uma atmosfera em que o riso nunca é inocente e o espetáculo se constrói justamente nesse território instável entre encanto e incômodo. Voltado ao público a partir de 14 anos, o espetáculo tem duração de 75 minutos. Os ingressos custam R$ 40,00 (inteira), R$ 20,00 (meia-entrada) e R$ 12,00 (Credencial Plena).


Ficha técnica
Espetáculo "Palhaços"

Texto: Timochenko Webhi
Direção: Gabriel Carmona
Elenco: Dagoberto Feliz e Danilo Grangheia
Produção: Ana Barros
Cenário: Flavio Tolezani
Operação de luz: Aline Barros
Figurino: Daniel Infantini
Fotos: Ricardo Galli, Renato Silvestre, Tathi Yazigi
Arte gráfica: Raymundo Calumby
Duração: 75 minutos

Venda de ingressos
As vendas de ingressos para os shows e espetáculos da semana seguinte (segunda a domingo) começa na semana anterior às atividades, em dois lotes: on-line pelo aplicativo Credencial Sesc SP e portal do Sesc São Paulo: às terças-feiras, a partir das 17h00. Presencialmente, nas bilheterias das unidades: às quartas-feiras, a partir das 17h00.

Bilheteria Sesc Santos - Funcionamento
Terça a sexta, das 9h às 21h30 | Sábados e domingos, 10h às 18h30   

Sesc Santos
Rua Conselheiro Ribas, 136 - Aparecida / Santos
Telefone: (13) 3278-9800        
Site do Sesc Santos
Instagram e Facebook: @sescsantos

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