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quarta-feira, 13 de outubro de 2021

.: Entrevista: Mila Gaiarin, a roqueira que se inspira em Demi Lovato

Mila Gaiarin iniciou a carreira há cinco anos, embora ainda muito jovem, a cantora já se consolidou no YouTube com covers de músicas populares. Em 2021, Mila começou a compor e cantar músicas originais e já conta com três singles que irão fazer parte do seu primeiro projeto autoral. 


Vamos começar falando um pouco sobre a sua carreira. Como tudo começou?
Mila Gaiarin -
O meu primeiro contato com a música foi aos 13 anos, quando comecei a fazer aulas de violão. Esse período me influenciou bastante e despertou o meu interesse por música. Então uma coisa puxou a outra, pois as aulas de violão logo despertaram o interesse pela composição e, com o incentivo do meu professor, fui melhorando a minha escrita e as harmonias. Comecei também a fazer técnica vocal, pois eu não cantava nada! E assim começou o processo, foi tudo tomando forma, até que comecei a ter confiança para cantar nas apresentações da escola, da academia de música e até participar do Garagem da Juventude em 2018, um evento decisivo para eu realmente começasse a trabalhar com produções musicais, bandas e afins. 


Você tem vários covers no canal. Qual é o cover que você mais gostou de gravar?
Mila Gaiarin - Um dos covers que eu mais gostei foi ‘‘Habbits’’ da Tove Lo.


O rock sempre esteve presente na sua vida?
Mila Gaiarin - Na verdade não, eu tive uma fase bem pop na pré adolescência. Quando entrei no Ensino Médio, comecei a ter contato com o rock e aí foi um caminho sem volta! Até com o estilo de me vestir, simplesmente me encontrei no rock e em todas as suas vertentes. Desde o rock clássico como, Queen, minha maior inspiração e referência, até o Post-hardcore, o estilo que atualmente estou trabalhando nas minhas produções.


Além do rock, com qual outro gênero você se identifica? Gostaria de gravar alguma faixa nele?
Mila Gaiarin - O pop desde a minha pré adolescência e infância esteve sempre presente, inclusive a cantora Demi Lovato ainda é uma das minhas maiores inspirações. Sou muito fã também do MPB, R&B e o pop rural que o duo Anavitória faz. Enfim, procuro sempre ser bem eclética e com certeza gravaria futuramente algum desses estilos. Para mim, a música é algo muito fluido e gosto de misturar gêneros musicais, assim como faço nas minhas faixas, com o eletrônico e o rock.


Você tem um estilo bem alternativo, quais são as suas principais referências na moda?
Mila Gaiarin - Nunca parei para pensar, na verdade. Não tenho muita referência não, basicamente se eu curto alguma roupa e fica legal em mim, eu uso. Mas, geralmente essa roupa é preta!


Por ser uma rockeira, pressupomos que você seja fã de muitas mulheres do rock. Cite as suas favoritas, suas maiores inspirações.
Mila Gaiarin - A minha maior inspiração, desde a adolescência, sempre foi Demi Lovato. Tanto na voz, quanto nas composições e história de vida. Sempre me identifiquei muito com ela, já que na minha pré-adolescência eu sofria muito bullying, o que resultou posteriormente em alguns transtornos alimentares e depressão e, querendo ou não, ela sempre me inspirou a querer seguir o meu sonho, a acreditar em mim e a começar a expressar toda aquela dor e angústia que eu sentia nas minhas composições. Mas, na vertente do rock, sempre busquei referências femininas. Como Pitty, a maior referência do rock feminino, inclusive seria um sonho fazer um feat com ela! E internacionais, tenho como referência, ParamorePRVIS (me inspiro bastante neles nas minhas músicas), Halestorm, Evanescence, The Pretty Reckless, Dorothy... Além de gostar bastante de Janis Joplin e Joan Jett, existem muitas mulheres que mandam muito no rock, mas infelizmente ainda falta o devido reconhecimento. 


Como surgiu o conceito de ‘‘Delírio’’?
Mila Gaiarin - "Delírio" é uma canção inspirada no meu sonho de seguir a música, ela traz o êxtase de cantar e tocar, a sensação de fazer aquilo que mais amo, junto aos medos e inseguranças que nos cercam, porém, sempre seguindo mesmo que seja algo impossível e árduo. Seguir os seus sonhos por muitos é considerado um delírio, porém a letra visa passar que, mesmo que seja algo fantasioso e difícil, sempre devemos investir e seguir os nossos sonhos.


Qual público você pretende atingir com essa nova fase?
Mila Gaiarin - Na verdade eu ainda não tenho um público alvo, penso em atingir quem se identificar com a minha mensagem. Mas, percebo que tenho alcançado principalmente a galera que vivenciou a fase dos anos 2000, que curtia muito o rock nacional. E, mesmo que a minha abordagem musical seja de certa forma nova, por gostar de trazer um pouco do eletrônico e alguns elementos novos nas composições, tenho levado de certa forma uma nostalgia para esse público. Acredito que a minha mensagem seja essa, não deixar o rock nacional morrer, nostalgia e inovação. Um tanto quanto ambicioso da minha parte, mas, quem sabe um dia não chegue lá!


O que podemos esperar das próximas produções?
Mila Gaiarin - Muita paixão e impacto! Ainda estou formando a minha identidade, mas de forma progressiva. As músicas estão ficando mais pesadas, principalmente na parte instrumental, misturando o eletrônico com o rock. Esse conceito já foi feito no exterior com a banda Imagine Dragons e PRVIS, mas com a nossa pegada de rock nacional, que eu amo demais! Inclusive, meu próximo single vai trazer bastante desses elementos. 


Por ser uma artista nova que surgiu no meio da pandemia, o que você espera que 2022 traga para a sua carreira?
Mila Gaiarin - Bom, acredito que uma palavra que define é: shows! Dia 25 de setembro, eu fiz o meu primeiro show no MPB Bar, em Maringá, e a sensação foi inexplicável! Para esse ano, quero poder fazer vários, além de poder expandir as produções e trabalhos. Como uma artista independente, tenho contado com a ajuda dos meus pais e algumas economias, além de parcerias como os meninos que tocaram comigo no MPB Bar, porém, no nosso país é complicado sem algumas parcerias e espero conseguir algumas, para poder alcançar novos ares e ampliar o projeto. Mas, apesar das adversidades, não pretendo desistir do projeto Mila Gaiarin.


Ouça agora ‘‘Delírio’’ da Mila Gaiarin!
https://open.spotify.com/album/6v3dbnE6EE1w1XDywlMwoO 

sexta-feira, 13 de abril de 2018

.: 25ª Bienal do Livro de SP divulga primeiros autores internacionais

Victoria Aveyard, Soman Chainani, Yoav Blum e Lauren Blakely são os primeiros nomes a integrar a programação do evento


A Bienal Internacional do Livro de São Paulo, realizada pela Câmara Brasileira do Livro (CBL), acaba de confirmar a presença dos primeiros autores internacionais para sua 25ª edição, que acontece de 03 e 12 de agosto de 2018, no Anhembi. O evento reunirá as principais editoras, livrarias e distribuidoras brasileiras, além de players internacionais. Contará com uma ampla programação cultural, em espaços temáticos exclusivos, e receberá, ainda, importantes autores nacionais e internacionais.

Durante os 10 dias de Bienal, os visitantes poderão ter contato com autores, em bate-papos e palestras exclusivas, na "Arena Cultural", entre outros ambientes pensados especialmente para a ocasião. Um dos maiores espaços do evento – com capacidade para 400 pessoas – a Arena já recebeu nomes como Harlan Coben, Cassandra Clare, Lucinda Riley e Kiera Cass. Para esta edição, os primeiros confirmados são: Victoria Aveyard, Soman Chainani, Yoav Blum e Lauren Blakely. Sua curadoria é feita pela Câmara Brasileira do Livro, em parceria com as editoras participantes do evento.

Conheça mais sobre os primeiros autores internacionais confirmados:
Victoria Aveyard cresceu numa cidadezinha em Massachusetts e frequentou a Universidade do Sul da Califórnia, em Los Angeles. Ela se formou como roteirista e tenta combinar na sua escrita seu amor por história, explosões e heroínas fortes. Sua série "A Rainha Vermelha", publicada pela Editora Seguinte, já vendeu mais de 400 mil exemplares no Brasil e teve os direitos cinematográficos adquiridos pela Universal. O filme será dirigido por Elizabeth Banks.

Livros: O mundo de Mare Barrow é dividido pelo sangue: vermelho ou prateado. Na saga "A Rainha Vermelha", Mare e sua família são vermelhos: plebeus, humildes, destinados a servir uma elite prateada cujos poderes sobrenaturais os tornam quase deuses. Mare rouba o que pode para ajudar sua família a sobreviver e não tem esperanças de escapar do vilarejo miserável onde mora. Entretanto, numa reviravolta do destino, ela consegue um emprego no palácio real, onde, em frente ao rei e a toda a nobreza, descobre que tem um poder misterioso.

Soman Chainani é fascinado por conto de fadas. Best-seller do New York Times, o escritor tem publicado pela editora Gutenberg a aclamada série "A escola do bem e do mal" que teve seu terceiro volume lançado em 2016. Após uma pausa de dois anos, o autor volta para a alegria dos fãs com o quarto volume em tempo para a Bienal do Livro de São Paulo! Graduado em Harvard, ainda na universidade escreveu uma tese sobre os motivos pelos quais as mulheres malvadas eram representadas como vilãs irresistíveis. Além de escritor, Soman é um roteirista aclamado, seus filmes já foram exibidos em mais de 150 festivais ao redor do mundo, tendo ganhado mais de 30 prêmios de júri e público.

Livros: Na série "A escola do bem e do mal", a cada quatro anos, dois adolescentes somem misteriosamente do povoado de Gavaldon há mais de dois séculos. Os pais trancam e protegem seus filhos, apavorados com o possível sequestro, que acontece segundo uma antiga lenda: os jovens desaparecidos são levados para a Escola do Bem e do Mal, onde estudam para se tornar os heróis e os vilões das histórias. A série promete uma aventura épica que procura desvendar e compreender a linha tênue entre o bem e o mal.

Yoav Blum nasceu em 1978, em Israel. Seu primeiro romance, "Os criadores de coincidências", se tornou um best-seller instantâneo em Israel antes de ser traduzido para diversos idiomas. O romance foi adquirido pela Editora Planeta após um concorrido leilão e foi publicado no Brasil em 2017. Com mais de 50 mil cópias vendidas em Israel, o livro já teve os direitos adquiridos para o cinema.

Livro: "Os criadores de coincidências" parte da ideia de que o destino é determinado por agentes capazes de mudar o rumo da vida das pessoas. A partir de ações que, à primeira vista, parecem obras do acaso, formam-se casais, cientistas recebem o empurrão que faltava para realizar grandes descobertas e artistas encontram inspiração. Tudo arquitetado pelos criadores de coincidências.

Autora best-seller do New York Times e nº 1 do Wall Street Journal, a autora best-seller Lauren Blakely é conhecida por seu estilo contemporâneo de romance que é quente, divertido e sexy. Mora na Califórnia com sua família e planejou romances inteiros enquanto caminhava com seus cachorros. Com quatorze best-sellers do New York Times, já vendeu mais de 2,5 milhões de livros. Seu trabalho foi traduzido em onze idiomas, e ela ama criar contato direto com leitores em todo o mundo.

Livros: Adorada pelos leitores por seus romances narrados pelo ponto de vista masculino, Lauren tem sua série de livros lançada pela Faro Editorial. Em "Big Rock", o protagonista Spencer precisa largar sua vida de playboy e mulherengo e parecer um empresário de sucesso, recatado, de boa família, sem um passado – ou um presente - comprometedor. A história de "Mister O" gira em torno de Nick Hammer, que se torna o mentor sexual de homens ao redor do mundo. O terceiro livro da série (ainda não lançado no Brasil) contará a história de Wyatt Hammer, irmão de Mister O.

Em breve, mais informações sobre a programação pelo www.bienaldolivrosp.com.br ou por nossas redes sociais.
Instagram: www.instagram.com/bienaldolivrosp/
Facebook: www.facebook.com/Bienaldolivrosp
Twitter: twitter.com/bienaldolivrosp

Serviço
25ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo
03 a 12 de agosto de 2018
Pavilhão de Exposições do Anhembi
Av. Olavo Fontoura, 1.209 – Santana / 02012-021 São Paulo – SP
www.bienaldolivrosp.com.br

terça-feira, 22 de março de 2022

.: Luisa Bresser estreia em “Poliana Moça” do SBT

Luisa Bresser em "Poliana Moça". Foto: Lourival Ribeiro/SBT


Um dos principais nomes da nova geração do teatro musical brasileiro, a atriz Luisa Bresser, de 15 anos, faz sua estreia na teledramaturgia ao interpretar um dos principais papéis dos núcleos centrais da nova novela do SBT, “Poliana Moça” (continuação do folhetim “As Aventuras de Poliana”),  transmitido a partir do dia 21 de março, às 20h30. Na trama escrita por Iris Abravanel, Luisa interpreta Helena.

“Essa é uma experiência nova e que me traz muitos sentimentos diferentes. Minha primeira novela é uma vilã, mas que não faz só maldades, é uma personagem de muitas camadas. Está sendo um misto de alegria, ansiedade e um frio na barriga! As gravações tem sido incríveis também e toda essa experiência está sendo maravilhosa, ainda mais por ser uma novela tão contemporânea e no SBT, que é um canal que sempre admirei muito. Gratidão!”, diz Luisa.

Sobre a personagem: Helena é a filha mais velha do casal Davi e Eugênia. Inteligente e bonita, mas um pouco arredia e rebelde. Gosta de ficar mais na dela. Tem capacidade de tirar notas boas, mas faz corpo mole para chamar a atenção dos pais. Sente que seu pai está mais preocupado em salvar o mundo do que ficar com ela e acaba mais afastada dele por conta disso, mas no fundo o admira e o ama. Tem dificuldade em lidar com a “perfeição” da família. Acha que Eugênia não gosta tanto dela por não atingir suas expectativas e não ser tão boa como gostaria que ela fosse. Até tenta ser próxima de Poliana, mas é com Song que vai se juntar e aprontar muito. Também se identifica com João, por quem desenvolve certo interesse e causando ciúmes em Poliana.

Sobre Luisa Bresser: Luisa tem 15 anos e, desde pequena, sempre se interessou por música e atuação. Sua preparação conta com ballet clássico na escola Lucianne Murta, atuação no Teatro Escola Célia Helena, coach com Lígia Cortez, preparação de voz com a fonoaudióloga Silvia Pinho, orientação de carreira vocal com a coach Andreia Vitfer, sapateado com Chris Matallo e diversas aulas no Studio Broadway.

A sua primeira experiência profissional foi a participação em “Billy Elliot”, onde interpretou Debbie Wilkison no espetáculo que tinha no elenco nomes como Carmo Dalla Vecchia, Sara Sarres, Vanessa Costa, dentre outros.

Depois do Billy e seguindo com os estudos, foco e força de vontade, Luisa conquistou mais uma oportunidade: foi selecionada para interpretar Summer Hathaway, uma das personagens de destaque no “Escola do Rock – O Musical”. O espetáculo foi um marco para a carreira da jovem atriz.

A temporada de “Escola do Rock – O Musical” encerrou em dezembro de 2019 e, em janeiro de 2020, Luisa já estava se preparando para seu terceiro espetáculo “Charlie e a Fantástica Fábrica de Chocolate”. Paralelamente à peça, Luisa foi confirmada no elenco da nova fase da novela “As Aventuras de Poliana”, do SBT. Esta será a estreia da artista na televisão.

Em janeiro de 2021, mais uma conquista: Luisa foi confirmada para interpretar Veronica Sawyer na temporada de “Heathers - O Musical”. Dirigido por Fernanda Chamma, o espetáculo foi mais um grande sucesso e aprendizado em sua carreira, já que a peça, realizada em meio a pandemia, contou com diversos desafios para manter a segurança dos atores e do público. Quando a arte praticamente sumiu da nossa realidade, Luisa provou mais uma vez o seu talento e amor pelos palcos.

Filha de Jeniffer Bresser (designer de presentes personalizados e exclusivos) e Daniel Bresser (diretor da Escola Móbile), irmã de Sofia Bresser (influencer digital) e Artur Bresser, Luisa é apaixonada pelo que faz e não mede esforços para se aprimorar cada vez mais. 


segunda-feira, 26 de julho de 2021

.: Gigi Debei será Rosali Mullins em “School of Rock - O Musical”


Extremamente talentosa, a atriz Gigi Debei será Rosali Mullins em nova montagem de "School of Rock - O Musical", o papel foi de Sara Sarres na montagem brasileira oficial de 2019.


Na montagem brasileira oficial do musical em 2019, a personagem Rosali Mullins foi vivida pela diva do Teatro Musical Sara Sarres. Em 2021, na montagem do Estúdio Broadway Morumbi em parceria com a The Musical Company,Gigi Debei será responsável por dar vida a personagem.

Baseado no filme de 2003, escrito por Mike White,  "School of Rock" conta a história de Dewey Finn, um roqueiro amador e fracassado. Cheio de dívidas para pagar ele finge ser seu melhor amigo Ned Schneebly, e trabalha como professor substituto em uma conservadora escola, lá o roqueiro descobre um talento musical incomum em seus alunos. Então Dewey forma um grupo escolar na tentativa de provar que todos estavam errados e vencer a “Batalha das Bandas”.

Rosalie Mullins é a diretora da Horace Green e é muito rígida e tradicional na escola. No entanto, ela sente uma pressão intensa do trabalho, que a faz ficar tão nervosa. Ela tem um amor secreto por rock and roll e deseja ser tão despreocupada quanto antes.

Trazendo mais um blockbuster diretamente da Inglaterra, o Estúdio Broadway Morumbi apresenta "School of Rock - O Musical". Em parceria com a consolidada The Musical Company, o espetáculo tem direção geral de Fernanda Chamma, músicas do premiado Andrew Lloyd Webber e texto de Julian Fellowes. A versão brasileira é assinada por Mariana Elisabetsky e Victor Mühlethaler. Na direção e coreografia da Next Generation respectivamente estão Arthur Berges e Fabrício Negri, ambos integrantes do elenco na versão oficial brasileira. O maestro Renan Achar, também integrante da montagem oficial no país, assina a direção musical da obra que promete surpreender amantes do clássico ao rock n’roll.

Atriz, bailarina e cantora, Gigi Debei é formada em Teatro Musical profissionalizante pela escola TeenBroadway, estuda no Estúdio Broadway e recentemente ganhou bolsa no workshop Act Your Song com Karen Olivo que hoje é sua coaching vocal pelo Project Broadway School em NYC. Já fez coaching de interpretação com Charles Moeller e interpretação para TV e Cinema com Velson de Souza. Estudou em NYC no curso Acting for TV and Musical Theater no Broadway Workshop e cursa Faculdade de Canto Lírico na FMU. Integrou o elenco da série Home Office, disponível na Amazon Prime Video, interpretando Glória de Deus e Glory Whole. Fez parte do elenco dos musicais “Aparecida, um musical de Walcyr Carrasco”, como Princesa Isabel e “Heathers, O Musical”, como Heather Chandler e em breve voltará ao palco como a personagem Mara Maravilha em “Silvio Santos Vem Ai, O Musical” da Paris Entretenimento, com direção artística de Marília Toledo e Fernanda Chamma  e direção musical Marco França. A temporada de "School of Rock - O Musical", licenciada para o Brasil, terá todos os protocolos de segurança exigidos pela OMS.


Serviço:
"School of Rock - O Musical"
Estreia dia 24 de julho.
Sábados e domingos, às 15h e às 18h.
Curta Temporada.
Espaço Cultural Cassio Gabus Mendes – S.P. Futebol Clube – Estádio do Morumbi, Av. Jules Rimet, Portão 07.
Ingresso: R$ 50 (meia) e R$ 100 (inteira).
Vendas pelo site: https://www.eventbrite.com/o/estudio-broadway-33894954373
Duração: 110 minutos.
Gênero: musical.
Classificação: livre.

Ficha Técnica:
"School of Rock - O Musical"
Músicas: 
Andrew Lloyd Webber.
Letras: Glenn Slater.
Texto: Jullian Fellowes.
Versão Brasileira: Mariana Elisabetsky e Victor Mühlethaler.
Direção Geral: Fernanda Chamma.
Direção: Arthur Berges.
Direção musical: Renan Achar.
Coreografia e direção residente: Fabrício Negri.
Produção executiva: Claudia Lima.
Direção de produção: Renata Alvim.
Realização: Estúdio Broadway Morumbi.



domingo, 5 de maio de 2019

.: Dossiê Cazuza: tudo sobre aquele garoto que ia mudar o mundo


Mais conhecido como Cazuza, Agenor de Miranda Araújo Neto foi um cantor, compositor, poeta e letrista brasileiro que nasceu no Rio de Janeiro em 4 de abril de 1958 e morreu em 7 de julho de 1990. Ficou conhecido como o vocalista e principal letrista da banda Barão Vermelho, na qual fez uma bem sucedida parceria com Roberto Frejat, para depois seguir carreira solo, sendo aclamado pela crítica como um dos principais poetas da música brasileira.

Cazuza também ficou conhecido por ser rebelde, boêmio e polêmico, tendo declarado em entrevistas que era bissexual. Em 1989, declarou ser soropositivo (termo usado para descrever a presença do vírus HIV, causador da Síndrome da Imunodeficiência Adquirida), e morreu em 1990, no Rio de Janeiro. Em outubro de 2008, a revista Rolling Stone promoveu a Lista dos Cem Maiores Artistas da Música Brasileira, cujo resultado colocou Cazuza na 34ª posição.

Filho de João Araújo (1935-2013), produtor fonográfico e de Lucinha Araújo (1936), Cazuza recebeu o apelido mesmo antes do nascimento. Agenor foi recebido por insistência da avó paterna. Na infância, Cazuza nem sequer sabia seu nome de batismo, por isso não respondia à chamada na escola. Só mais tarde, quando descobre que um de seus compositores prediletos, Cartola, também se chamava Agenor (na verdade, Angenor, por um erro do cartório), é que Cazuza começa a aceitar o nome.

Cazuza sempre teve contato com a música. Influenciado desde pequeno pelos grandes nomes da música brasileira, ele tinha preferência pelas canções dramáticas e melancólicas, como as de Cartola, Dolores Duran, Lupicínio Rodrigues, Noel Rosa, Maysa e Dalva de Oliveira. Era também grande fã da roqueira Rita Lee, para quem chegou a compor a letra da canção "Perto do Fogo", que Rita musicou. 

Cresceu no bairro do Leblon e estudou no Colégio Santo Inácio até mudar para o Colégio Anglo-Americano para evitar reprovação. Como os pais às vezes saíam à noite, o filho único ficava na companhia da avó materna, Alice. Por volta de 1965, começou a escrever letras e poemas, que mostrava à avó. Graças ao ambiente profissional do pai, Cazuza cresceu em volta dos maiores nomes da música popular brasileira, como Caetano Veloso, Elis Regina, Gal Costa, Gilberto Gil, João Gilberto, Novos Baianos, entre outros. A mãe, Lucinha Araújo, também cantava e gravou três discos.

Em 1972, tirando férias em Londres, Cazuza conheceu as canções de Janis Joplin, Led Zeppelin e Rolling Stones, e logo tornou-se um grande fã. Por causa da promessa do pai, que disse que lhe presentearia com um carro caso ele passasse no vestibular, Cazuza foi aprovado em Comunicação em 1976, mas desistiu do curso três semanas depois. Mais tarde, começou a frequentar o Baixo Leblon, onde levou uma vida boêmia. Assim, João Araújo criou um emprego para ele na gravadora Som Livre, da qual foi fundador e presidente.

Na Som Livre, Cazuza trabalhou no departamento artístico, onde fez triagem de fitas de novos cantores. Logo depois, trabalhou na assessoria de imprensa, onde escreveu releases para divulgar os artistas. No final de 1979, fez um curso de fotografia na Universidade da Califórnia em Berkeley, Estados Unidos. Lá, descobriu a literatura da Geração Beat, os chamados poetas malditos, que mais tarde teria grande influência na carreira. 

Em 1980, retornou para o Rio de Janeiro, onde ingressou no grupo teatral Asdrúbal Trouxe o Trombone no Circo Voador. Foi nessa época que Cazuza cantou em público pela primeira vez. O cantor e compositor Leo Jaime, convidado para integrar uma nova banda de rock de garagem que se formava no bairro carioca do Rio Comprido, não aceitou, mas, indicou Cazuza aos vocais. Daqueles ensaios na casa do tecladista Maurício Barros, nasceu o Barão Vermelho.

O Barão Vermelho, que até então era formado por Roberto Frejat (guitarra), Dé Palmeira (baixo), Maurício Barros (teclados) e Guto Goffi (bateria), gostou muito do vocal berrado de Cazuza. Em seguida, Cazuza mostra à banda letras que havia escrito e passa a compor com Roberto Frejat, formando uma das duplas mais festejadas do rock brasileiro. Dali para frente, a banda que antes só tocava covers, passa a criar um repertório próprio. Após ouvir uma fita demo da banda, o produtor Ezequiel Neves convence o diretor artístico da Som Livre, Guto Graça Mello, a gravar a banda. Juntos convencem o relutante João Araújo a apostar no Barão.


Barão Vermelho – "Barão Vermelho" (Edição Especial 30 Anos)
Relançamento: 1 de outubro de 2012

Com uma produção barata e gravado em apenas dois dias, é lançado em 1982 o primeiro álbum homônimo da banda, "Barão Vermelho". Das canções mais importantes, destacam-se "Bilhetinho Azul", "Ponto Fraco", "Down Em Mim" e "Todo Amor Que Houver Nessa Vida". 

Apesar de ser aclamado pela crítica, o disco vendeu apenas sete mil cópias. O álbum de estreia do Barão vermelho foi um dos álbuns inaugurais da cena do rock brasileiro dos anos 80. Embora não tenha feito sucesso na época, com o passar do tempo, tornou-se referência na música nacional. 

A sonoridade roqueira com letras poéticas já eram notáveis nas composições de Cazuza. “Todo Amor que Houver Nessa Vida” foi incluída por Caetano Veloso em seu show no ano de 1983. O álbum foi produzido por Ezequiel Neves que, depois de ouvir uma fita demo, convenceu o pai de Cazuza e então presidente da Som Livre, João Araújo, a gravar o álbum.

Em 2012, o álbum recebeu uma nova edição comemorativa aos seus 30 anos. O relançamento do primeiro álbum do Barão Vermelho de 1982, em uma edição especial, com surpresas. Para começar, o projeto foi todo remixado pelos músicos da banda, que mudaram o volume e timbre dos instrumentos. Além de matar saudade de clássicos do rock brasileiro como: “Down em Mim”, “Bilhetinho Azul” e “Todo o Amor Que Houver Nessa Vida”, o público poderá curtir as inéditas: “Nós” e “Sorte e Azar”, e um take alternativo de “Por Aí”. 

“Sorte e Azar” é a última composição da parceria entre Cazuza e Frejat e teve sua base regravada pelo Barão utilizando a voz de Cazuza, retirada das fitas originais. Uma curiosidade é que a música foi cortada do primeiro vinil porque o produtor Ezequiel Neves, por superstição, não quis incluir a canção com a palavra “Azar”. O encarte é uma adaptação do vinil, mas traz mais fotos do início da banda e depoimentos de quem viveu esse período bem de perto: Guto Graça Mello, Caetano e Leo Jaime. 

1. Posando de Star 
2. Down Em Mim 
3. Conto de Fadas 
4. Billy Negão 
5. Certo Dia na Cidade 
6. Rock’n Geral 
7. Ponto Fraco 
8. Por Aí 
9. Todo o Amor Que Houver Nessa Vida 
10. Bilhetinho Azul 
11. Sorte e Azar (faixa bônus)
12. Nós (faixa bônus)
13. Por Aí (faixa bônus)
14. Down em Mim ((faixa bônus)




Barão Vermelho – "Barão Vermelho 2"
Lançamento: 1983
Gravação: 12 de abril a 15 de junho de 1983 

Depois de alguns shows no Rio de Janeiro e em São Paulo, a banda voltou ao estúdio e com uma melhor produção gravou o disco "Barão Vermelho 2", lançado em 1983. Esse disco vendeu 15 mil cópias. Foi nessa fase que, durante um show no Canecão, Caetano Veloso apontou Cazuza como o maior poeta da geração e criticou as rádios por não tocarem a banda. 

Na época, as rádios só tocavam pop brasileiro e MPB. O rótulo de "banda maldita" só abandonou o Barão Vermelho quando o cantor Ney Matogrosso gravou "Pro Dia Nascer Feliz". Era o empurrão que faltava, e a banda ganhou vida própria. "Barão Vermelho 2" é o segundo álbum da banda de rock. Assim como o primeiro, "Barão Vermelho 2" não conquista boas vendagens. Só depois que Ney Matogrosso regrava com sucesso uma de suas faixas, "Pro Dia Nascer Feliz", é que as rádios passam a executar a versão original do Barão que se torna seu primeiro hit.

1. Intro/Menina Mimada 
2. O Que A Gente Quiser 
3. Vem Comigo 
4. Bicho Humano 
5. Largado no Mundo 
6. Carne de Pescoço  
7. Pro Dia Nascer Feliz 
8. Manhã Sem Sono  
9. Carente Profissional 
10. Blues do Iniciante 



Barão Vermelho – "Maior Abandonado"
Lançamento: 1 de janeiro de 1984

"Maior Abandonado" é o terceiro álbum da banda  Barão Vermelho, lançado em 1984. É considerado o melhor álbum da banda, tanto pela crítica especializada como pelo público. Foi o último álbum com a formação original, com Cazuza nos vocais, Roberto Frejat na guitarra, Dé Palmeira no baixo, Maurício Barros nos teclados e Guto Goffi na bateria.

Após “Pro Dia Nascer Feliz” virar um hit no Brasil, a banda é convidada para compor e gravar o tema do filme "Bete Balanço". “Bete Balanço” torna-se a música de maior sucesso da banda impulsionando o filme, que vira sucesso de bilheteria. A música também impulsiona as vendagens do terceiro disco do Barão, "Maior Abandonado", lançado em outubro de 1984, que conquista disco de ouro. Outros sucessos do álbum são: “Maior Abandonado” e “Por Que a Gente é Assim?”. Ainda em 1984, é lançado o single “Eu Queria Ter Uma Bomba” (que faz parte da trilha sonora da telenovela "A Gata Comeu"). A banda se apresentou no Rock in Rio em janeiro de 1985 e foi uma das poucas bandas brasileiras a não ser vaiada.

1. Maior Abandonado 
2. Baby Suporte 
3. Sem Vergonha 
4. Você se Parece com Todo Mundo 
5. Milagres 
6. Não Amo Ninguém 
7. Por Que a Gente É Assim? 
8. Narciso 
9. Nós 
10. Dolorosa 
11. Bete Balanço



Cazuza – "Exagerado"
Lançamento:  1985 - Som Livre

"Exagerado" é o primeiro álbum de Cazuza, lançado em 1985. Foi o primeiro álbum lançado pelo cantor após sair do Barão Vermelho, e até hoje vendeu quase 750 mil cópias.

1. 
Exagerado
2. Medieval II
3. Cúmplice
4. Mal Nenhum
5. Balada de um Vagabundo
6. Codinome Beija-Flor
7. Desastre Mental
8. Boa Vida
9. Só as Mães São Felizes
10. Rock da Descerebração



Cazuza – "Só Se For a Dois" 
Lançamento: 1987

"Só Se For a Dois" foi gravado no fim de 1986 e lançado no ano seguinte por conta de problemas com a gravadora. A Som Livre, braço das Organizações Globo, era dirigida pelo pai de Cazuza, João Araújo, e estava dispensando seu elenco para se dedicar apenas ao lançamento de trilhas sonoras de novelas. Cazuza teve seu segundo disco lançado pela Polygram, que o contratou logo após. 

A musicalidade dele já se mostrava muito mais evoluída, cada vez mais distante das sonoridades perpetradas pelo Barão Vermelho. A banda que Cazuza arregimentara para o novo trabalho também fazia a diferença, sobretudo pela presença do baixista Nilo Romero e do guitarrista Rogério Meanda. 

O próprio Cazuza diria estar exercitando um lado “cantor de churrascaria” no disco, algo fora do rock. E estava mesmo. As interpretações são mais cuidadosas, mais contidas e elegantes. Canções como "Lobo Mau da Ucrânia" ou "Balada do Esplanada", que não chegaram a fazer sucesso, são pequenos achados dentro da poesia típica do cantor. Assim também o são "Heavy Love" e a faixa título.

O grande fascínio de "Só Se For A Dois" reside numa trinca de canções que estão no Top 5 da carreira de Cazuza. O primeiro hit do disco, "O Nosso Amor a Gente Inventa (Uma Estória Romântica)" é um pequeno primor de beleza, parceria de Cazuza com Nilo Romero e o tecladista João Rebouças. Versos como "te ver não é mais tão bacana quanto a semana passada" ou "o teu amor é uma mentira que a minha vaidade quer, o meu, poesia de cego, você nem pode ver" são exemplos da evolução da estética cazuziana no que diz respeito a letras de amor. 

Neste mesmo caminho segue a segunda grande canção do disco, "Solidão que Nada", parceria com o Kid Abelha George Israel e Nilo Romero, que vai num arranjo mais lento e melancólico. O refrão on the run traz "viver é bom nas curvas da estrada, solidão, que nada", bem no espírito do rock nacional oitentista amadurecendo em meio aos holofotes da superexposição.

O grande momento do álbum vem em "Vai À Luta", que se vale de arranjo pop soul, com metais e andamento curvilíneo. A letra de Cazuza fala sobre a fama fácil, o deslumbramento como consequência natural e se encaixa perfeitamente na melodia criada pelo guitarrista Rogério Meanda. Os versos originais "eu te avisei, vai à luta, marca o teu ponto na justa" foram subvertidos em um programa na Rádio Transamérica FM da época para "eu te avisei, vai à luta, marca um encontro com a Xuxa", do tempo em que havia shows ao vivo nas rádios em programas especiais, feitos com visitas dos artistas aos estúdios das emissoras.

1. Só Se for À Dois Cazuza

2. Ritual Cazuza
3. O Nosso Amor a Gente Inventa (Estória Romântica)
4. Culpa de Estimação
5. Solidão Que Nada
6. Completamente Blue
7. Vai À Luta
8. Quarta-Feira
9. Heavy Love
10. O Lobo Mau da Ucrânia
11 Balada do Esplanada



Cazuza – "Ideologia" 
Lançamento: 1988

Ideologia é o terceiro álbum solo de Cazuza, lançado em 1988. É um disco conceitual e é também considerado o seu melhor álbum de estúdio e ganhou o Prêmio Sharp de melhor álbum, no ano de seu lançamento. 

É considerado um de seus melhores álbuns e nele Cazuza fala sobre sua relação com a aids e com a morte. A capa do álbum causou certa polêmica pois misturava suásticas e estrelas de Davi. "Ideologia" vendeu até hoje mais de dois milhões de cópias.

1. Ideologia
2. Boas Novas
3. O Assassinato da Flor
4. A Orelha de Eurídice
5. Guerra Civil
6. Brasil
7. Um Trem Para as Estrelas
8. Vida Fácil
9. Blues da Piedade
10. Obrigado (Por Ter Se Mandado)
11. Minha Flor Meu Bebê
12. Faz Parte do Meu Show



Cazuza – "O Tempo Não Pára – Ao Vivo"
Lançamento: 1989


O Tempo não Para é o quarto álbum solo de Cazuza, sendo o último registro ao vivo. Foi gravado durante a turnê do disco Ideologia, nos dias 14, 15, e 16 de outubro de 1988 no Canecão, Rio de Janeiro.

É considerado por muitos seu melhor trabalho e conta com sucessos de toda a carreira solo e da carreira com o Barão Vermelho também. O show foi dirigido por Ney Matogrosso, cantor e amigo de Cazuza.

A canção “O Tempo não Para”, tirada do disco, teve enorme sucesso em todo o Brasil e logo se tornou um clássico de Cazuza. O disco também é o mais vendido do cantor, com mais de 1 milhão de cópias comercializadas.

1. Vida Louca Vida (ao vivo)

2. Boas Novas (ao vivo)
3. Ideologia (ao vivo)
4. Todo o Amor Que Houver Nessa Vida (ao vivo)
5. Codinome Beija-Flor (ao vivo)
6. O Tempo Não Pára (ao vivo)
7. Só As Mães São Felizes (ao vivo)
8. O Nosso Amor a Gente Inventa (Estória Romântica) (ao vivo)
9. Exagerado (Extended Version) (ao vivo)
10. Faz Parte do Meu Show (ao vivo)



Cazuza – "Burguesia" 
Lançamento: 1989

"Burguesia" é quinto álbum de Cazuza, lançado em 1989, duplo, sendo o último registro musical do cantor em vida. O álbum foi gravado quando o cantor já se encontrava bastante debilitado.

Mesmo com seu estado de saúde se agravando cada vez mais, Cazuza escreve o maior número de canções possível. Ele pede aos amigos artistas que o visitavam na Clínica São Vicente para compor música para suas letras.

Cazuza gravou e produziu "Burguesia" quando se encontrava em uma cadeira de rodas e com a voz nitidamente enfraquecida. Sem forças, chegou a gravar algumas faixas deitado. É um álbum duplo de conceito dual, sendo o primeiro disco com canções de rock e o segundo com canções de MPB. Além de composições próprias o disco inclui também regravações de canções da banda Os Paralamas do Sucesso e de Caetano Veloso. A polêmica faixa-título, que critica a burguesia, foi lançada como single.

1. Burguesia

2. Nabucodonosor
3. Tudo É Amor
4. Garota de Bauru
5. Eu Agradeço
6. Eu Quero Alguém
7. Babylonest
8. Como Já Dizia Djavan
9. Perto do Fogo
10. Cobaias de Deus
11. Mulher Sem Razão
12. Quase Um Segundo
13. Filho Único
14. Preconceito
15. Esse Cara
16. Azul e Amarelo
17. Cartão Postal
18. Manhatã
19. Bruma
20. Quando Eu Estiver Cantando



Cazuza – "Por Aí…"
Lançamento: 1991

"Por Aí" é um álbum póstumo de Cazuza, lançado em abril de 1991. É um álbum composto por “sobras” de estúdio, sendo nove faixas sobras de estúdio de "Burguesia" e uma faixa sobra de estúdio de "Só Se For A Dois". O disco vendeu mais de 45 mil cópias.

Lançado em 1991, um ano após a morte de Cazuza, o álbum tem nove sobras de estúdio do álbum anterior, entre elas, regravações como “Camila, Camila” da banda Nenhum de Nós, “Por Aí”, faixa título que já havia sido gravada no primeiro LP da banda Barão Vermelho, “Cavalos Calados” de Raul Seixas e “Summertime” que ficou marcada na voz da cantora americana Janis Joplin, cantora essa que Cazuza era fã desde adolescência.

1. Não Há Perdão para o Chato
2. Paixão
3. Portuga
4. Hei Rei!
5. Camila, Camila (feat. Sandra de Sá)
6. Por Aí…
7. Andróide Sem Par
8. Cavalos Calados
9. Summertime
10. Oriental II
11. O Brasil Vai Ensinar o Mundo



Cazuza ‎– "Millennium - 20 Músicas Do Século XX"
Lançamento: 1998

1. Exagerado (ao vivo)
2. Faz Parte do Meu Show
3. Ideologia
4. Bete Balanço (Barão Vermelho Canta Cazuza)
5. O Tempo Não Pára (ao vivo)
6. Pro Dia Nascer Feliz (Barão Vermelho Canta Cazuza)
7. Só Se For a Dois
8. O Nosso Amor A Gente Inventa (Estória Romântica) (so vivo)
9. Solidão que Nada
10. Vida Louca Vida (ao vivo)
11. Um Trem Para As Estrelas
12. Quase Um Segundo
13. Blues Da Piedade
14. Todo Amor Que Houver Nessa Vida (ao vivo)
15. Boas Novas
16. Minha Flor, Meu Bebê
17. Maior Abandonado (Barão Vermelho Canta Cazuza)
18. Burguesia
19. Brasil

20. Codinome Beija-Flor (ao vivo)


Cazuza – "Novo Millennium: Cazuza"
Lançamento: 13 de Abril de 1999

1. Ideologia
2. O Tempo Não Pára (ao vivo)
3. Sólidão que Nada
4. Brasil
5. Exagerado
6. Malandragem (com Cássia Eller)
7. Todo o Amor Que Houver Nessa Vida (ao vivo)
8. O Nosso Amor a Gente Inventa (Estória Romântica)
9. Codinome Beija-Flor
10. Ritual
11. Blues da Piedade
12. Preciso Dizer Que Te Amo (com Marina Lima)
13. Só As Mães São Felizes
14. Vai À Luta
15. Minha Flor Meu Bebê
16. Só Se For À Dois
17. Faz Parte do Meu Show
18. Pro Dia Nascer Feliz (com Ney Matogrosso)
19. Um Trem para As Estrelas
20. Vida Louca Vida

Barão Vermelho - "Rock in Rio 1985"
"Rock in Rio 1985" é o segundo álbum ao vivo da banda de rock brasileiro Barão Vermelho. Foi gravado durante a turnê do disco "Maior Abandonado", nos dias 15 e 20 de janeiro no Rock in Rio, no Rio de Janeiro. Foi relançado em 2007 em CD e DVD com o título "Rock in Rio 1985".

Em 15 e 20 de janeiro de 1985 a Barão Vermelho se apresentou na primeira edição do Rock in Rio para um público de aproximadamente 85 mil pessoas. Apesar de Eduardo Dusek e Kid Abelha terem sido vaiados no primeiro dia, o Barão conseguiu cativar os fãs de heavy metal. A apresentação da banda no primeiro dia do festival coincidiu com o fim da ditadura e com a eleição do presidente Tancredo Neves. Para comemorar, a banda se apresenta em verde e amarelo e Cazuza cantou "Pro Dia Nascer Feliz" envolto na bandeira do Brasil.

O Barão Vermelho apresenta seus maiores sucessos até então como "Todo Amor Que Houver Nessa Vida", "Pro Dia Nascer Feliz", "Maior Abandonado", "Bete Balanço" e "Por Que A Gente É Assim?". A banda também apresentou o público uma nova canção, "Mal Nenhum", que mais tarde faria parte do primeiro álbum solo de Cazuza.

O DVD inclui nos extras o documentário "Aconteceu em 1985". O som do DVD foi remixado e remasterizado e as imagens receberam tratamento especial.

1. Maior Abandonado 
2. Milagres 
3. Subproduto de Rock 
4. Sem Vergonha 
5. Narciso 
6. Todo o Amor que Houver Nessa Vida 
7. Baby, Suporte 
8. Bete Balanço 
9. Mal Nenhum 
10. Down em Mim 
11. Por que a Gente É Assim? 
12. Menina Mimada 
13. Pro Dia Nascer Feliz 
14. Um Dia na Vida (Faixa Bônus)
No DVD, "Um Dia na Vida" é incluída como faixa extra ao invés de ser tocada com o resto do show.



Vários Artistas – "Agenor – As Canções de Cazuza" 
Lançamento: 13 de Agosto de 2013

"Agenor" é o próprio Cazuza, muito prazer. Em busca de celebrar o lado B do poeta do rock, artistas da nova geração gravaram um disco intitulado “Agenor – Canções de Cazuza”. No tributo, canções como “Exagerado” e “Vida Louca” saíram de cena para dar lugar a obras como “Down em Mim” interpretado por Wado e “Não Amo Ninguém” por Letuce.

São 17 canções com releituras modernas e texturas eletrônicas. A homenagem é assinada pelo DJ Zé Pedro, por meio do selo Jóia, que já celebrou as obras de Marina Lima, Péricles Cavalcanti e Angela Ro Ro. 
Entre os artistas convidados estão Silva, Mombojó, China e Felipe Cordeiro. A curadoria é da jornalista e apresentadora Lorena Calábria. O projeto gráfico é de Omar Salomão. O CD ganhou formato físico.

1. Gatinha de Rua - Do Amor
2. Amor, Amor - Tono
3. Culpa de Estimação - China
4. Vingança Boba - Domenico Lancellotti
5. Tapas na Cara - Felipe Cordeiro
6. Down em Mim - Wado
7. Ritual - Botika
8. Doralinda - Kassin
9. Não Amo Ninguém - Letuce
10. Mais Feliz - Silva
11. A Inocência do Prazer - Bruno Cosentino
12. Vem Comigo - Mombojó
13. Incapacidade de Amar - Mariano Marovatto
14. Sorte e Azar - Qinho
15. Largado no Mundo - Catarina Dee Jah
16. Nunca Sofri por Amor - Brunno Monteiro
17. Blues do Iniciante - MoMo



Cazuza – "Exagerado"
Lançamento: 12 de julho de 2017

Mais uma coletânea de Cazuza (1958 – 1990), foi lançada no mercado fonográfico. Só que "Exagerado", compilação lançada em 9 de junho daquele ano, teve como isca o póstumo reencontro romântico do cantor e compositor carioca com Ney Matogrosso em música inédita intitulada "Dia dos Namorados".

Sobra das sessões de gravação do segundo álbum solo de Cazuza, "Só se For a Dois "(gravado em 1986, mas lançado em 1987), a música gravada por Cazuza foi repaginada pelo produtor Nilo Romero com a inclusão da voz de Ney, se tornando um dueto romântico que faz sentido na história dos dois artistas, já que Cazuza e Ney namoraram por alguns (tórridos) meses no fim da década de 1970.

"Dia dos Namorados" é música feita por Cazuza em parceria com o compositor e guitarrista baiano Perinho Santana (1949 – 2012). Embora integre a compilação "Exagerado", a faixa "Dia dos Namorados" também foi lançada de forma avulsa, como single, pela Universal Music.

1. Dia Dos Namorados (feat. Ney Matogrosso)
2. O Nosso Amor A Gente Inventa (Estória Romântica)
3. Todo O Amor Que Houver Nessa Vida (ao vivo) 
4. Exagerado (ao vivo) 
5. Cúmplice 
6. Faz Parte do Meu Show 
7. Só Se For À Dois 
8. Solidão Que Nada 
9. Minha Flor Meu Bebê 
10. Codinome Beija Flor (ao vivo) 
11. O Mundo É Um Moinho 
12. Mulher Sem Razão 
13. Heavy Love 

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