quinta-feira, 20 de agosto de 2015

.: Encontre a felicidade em apenas oito passos

Padre brasileiro dá dicas para que o público encontre a felicidade em oito passos. Autor do livro 8 caminhos para a felicidade, Luís Erlin aponta caminhos que conduziram o leitor a plenitude.

1º caminho – A pobreza: Ser pobre não é deixar de possuir bens e sim ser pobre de coração. “A pessoa que vive a pobreza desde o coração não estabelece uma relação de posse com as coisas e com as pessoas. O ter não vira prisão, meta de vida.” Ser pobre de coração é saber que as coisas que temos não nos pertencem, pois não levaremos nada do que temos, somente do que somos.

2º caminho – A dor: O autor foca no choro que provém da dor. “Nós temos o dom da superação, e mesmo diante da dor mais profunda, que deixará marcas, cicatrizes para sempre, nós podemos nos reconstruir”.

3º caminho – A Mansidão: Luís Erlin afirma que “Mansos são os que conseguem controlar seus impulsos de raiva e ira”. É manso quem tem domínio de si, quem pondera.

4º caminho – A sede de justiça: Ao contrário do ditado comum “que a justiça seja feita”, o escritor explica que essa sede de justiça não é a feita com as próprias mãos e sim com a busca pela igualdade entre os cidadãos.

5º caminho – A misericórdia: No livro, Erlín explica que misericórdia é despir-se de todo tipo de preconceito e perceber o quanto as pessoas são frágeis. A palavra “misericórdia” está intimamente ligada à pratica do “perdão”, pois somente perdoa de verdade quem olha não a ofensa recebida, mas a fraqueza daquele que pecou.

6º caminho – A pureza de coração: Pureza é não se deixar corromper interiormente. É quem se mantém em estado puro sem qualquer coisa que contamine. Independente de religião, Luís Erlin afirma que a pureza é uma questão de escolha: “Não se trata de separar-se de um mundo que consideramos pecador ou pervertido, mas trata-se, em meio ao pecado, de optar pela santidade”.

7º caminho – A busca pela paz: Não é um simples bem-estar pessoal, mas o dom de conviver bem com os demais. “Para que exista um equilíbrio saudável nas relações, é necessário estabelecer regras e normas de conduta; se cada um cumpre sua parte no acordo, então os conflitos podem ser superados”, afirma o padre.

8º caminho – A perseguição por causa do Reino: O autor explica que essa perseguição é provocada pela defesa da justiça que, como ele citou no livro, não é a justiça de interesse próprio e sim para o bem comum. “Os ideais que movem os que promovem a justiça geralmente fazem que eles não se intimidem; pelo contrário, esse grito tende a aumentar, e por isso as ameaças se tornam realidade, são levadas a cabo”, finaliza Luís Erlin.

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