Por Vieira Vivo, escritor e ativista cultural.
Dissertar, defender, justificar.
A arquitetura militar colonial implementada a partir do Século XVI ao XIX em todo o litoral brasileiro, contribuindo grandemente para a formação de uma identidade nacional e para a emancipação de vilas e conjuntos habitacionais característicos, sem maior interferência dos colonizadores portugueses. A partir de materiais improvisados e escassos a engenharia local produziu obras primas em fortes do sistema defensivo colonial que sobrevivem, praticamente intactos, até aos dias atuais e estão enumerados e catalogados neste completo documento histórico.
O material elaborado de "História Pública e Linha do Tempo", pesquisado e escrito por Elcio Rogério Secomandi, publicado pela Navegar Editora, utiliza metodologia científica, pois é parte de documento enviado ao Conselho do Patrimônio Mundial (Unesco), está catalogado pelo IPHAN e representa para a população um grandioso valor documental simbólico e histórico. As belíssimas ilustrações são quadros, óleo sobre tela, a cargo da conceituada artista plástica Cristiane Carbone, membro do Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo, realizados a partir de fotos aéreas das dezenove fortalezas abordadas pelo estudo arquitetônico em questão.
O livro complementa-se com textos de Secomandi publicados no jornal A Tribuna de Santos sobre aspectos da cultura litorânea, arquitetura, costumes e personagens peculiares relevantes de nossa história. A contacapa nos brinda com informações adicionais através de seis QR-Code, com o intuito de expandir conhecimentos e informações a todos os interessados em arquitetura colonial, sistema defensivo e monumentos históricos.













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