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sábado, 25 de maio de 2024

.: "Roda Viva" entrevista Janaina Torres, eleita a Melhor Chef Feminina do Mundo


Janaina Torres está à frente do premiado restaurante A Casa do Porco e de outros quatro endereços em São Paulo: O Bar da Dona Onça, Hot Pork, Sorveteria do Centro e o Merenda da Cidade. Foto: Marcus Steinmeyer


Nesta segunda-feira, dia 27 de maio, o "Roda Viva" recebe Janaina Torres, eleita a Melhor Chef Feminina do Mundo de 2024 pelo The World's 50 Best Restaurants. Com apresentação de Vera Magalhães, a entrevista será exibida ao vivo, a partir das 22h, na Cultura, site da emissora, app Cultura Play, além de X, YouTube, Tik Tok e Facebook.

Janaina Torres está à frente do premiado restaurante A Casa do Porco e de outros quatro endereços em São Paulo: O Bar da Dona Onça, Hot Pork, Sorveteria do Centro e o Merenda da Cidade. A chef já participou do projeto “Cozinheiros pela Educação”, onde treinou cozinheiras para substituir produtos processados e industrializados das merendas das escolas estaduais por ingredientes in natura. O projeto beneficiou mais de 2 milhões de alunos na cidade de São Paulo. Por conta dessa participação e por seu envolvimento na campanha por socorro à indústria da hospitalidade durante a pandemia do Coronavírus, Janaina foi premiada no American Express Icon Award.

A bancada de entrevistadores será formada por Arnaldo Lorençato - editor-executivo da Revista Veja São Paulo; Luiza Fecarotta - jornalista, crítica gastronômica e comentarista da Rádio CBN; Marcelo Katsuki - editor do blog Comes e Bebes, da Folha de S.Paulo; Mariana Weber - jornalista e escritora; e Miguel Icassatti - jornalista da Revista Gula e curador da Sociedade Paulista de Cultura de Boteco. Haverá ainda a participação do cartunista Luciano Veronezi, que ilustrará a entrevista em tempo real.

quarta-feira, 22 de maio de 2024

.: "Bridgerton": Nicola Coughlan e Luke Newton em Baile Funk carioca

Com Mc Carol como rainha oficial da festa, Baile Funk Bridgerton celebrou a estreia da terceira temporada da série - e os fãs brasileiros - com atrações como passinho, boteco Bridgerton e carruagem paredão


Nicola Coughlan e Luke Newton , os protagonistas da terceira temporada de Bridgerton, com a rainha do Baile Funk Bridgerton, Mc Carol 


Querido leitor, a alta sociedade londrina de "Bridgerton" ganhou ares cariocas nesta segunda-feira. Os protagonistas da terceira temporada do fenômeno global da Netflix, Nicola Coughlan e Luke Newton, que interpretam o casal Penelope e Colin (ou #Polin, como são shipados na internet) caíram no funk na parada brasileira da turnê mundial de lançamento da série. Os atores receberam fãs, influenciadores e jornalistas do Brasil inteiro em um dos locais mais tradicionais e icônicos da cidade, o Theatro Municipal. Com surpresas como pocket show de Mc Carol - a rainha oficial do baile - e apresentação de passinho, o Baile Funk Bridgerton marcou a celebração da nova temporada da série e de todos os fãs brasileiros. Teve até carruagem paredão, tunada com caixas de som dos tradicionais paredões de funk.

Logo na chegada, antes do baile começar, os atores posaram para fotos no tapete vermelho e, ao som de muitos aplausos e gritos apaixonados, receberam fãs que a Netflix trouxe de todo o país para um bate-papo especial.  Celebridades como Camila Queiroz e Klebber Toledo, casal de apresentadores de Casamento às Cegas Brasil, e a atriz Carla Diaz, além de influenciadoras como Camila Pudim, Blogueirinha, Xan Ravelli e Lara Santana, que vieram vestidas a caráter, também tiveram seu momento cheio de emoção. Estiveram presentes no baile, ainda, outros nomes como a cantora Tati Quebra Barraco e os influenciadores Jeniffer Dias e Raphael Vicente.

Para o delírio dos convidados, que capricharam nos looks com inspiração Bridgerton, a Funk Orquestra abriu o baile com uma versão inédita da música-tema da série, que ganhou arranjo clássico com pitada de funk. Em seguida, no melhor estilo Rainha Charlotte, a funkeira Mc Carol deu as boas-vindas à corte carioca e recebeu Nicola e Luke no palco, onde os intérpretes de Polin declararam seu amor ao Brasil. Logo após, a rainha Mc Carol, os dançarinos de passinho André Oliveira, Pablinho Fantástico, Ygão, Celly Idd, May Idd, além do DJ Totonete soltaram o batidão e colocaram todo mundo pra dançar. Lady Whistledown certamente aprovaria esse baile. 

A Parte 2 da terceira temporada de "Bridgerton" estreia no dia 13 de junho, só na Netflix.


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.: "Doctor Who": guia introdutório ao whouniverso para saber tudo

Antes de dar o play nos episódios da nova temporada, entenda mais sobre a série de ficção mais antiga atualmente


O novo Doctor Who acaba de pousar no Disney+! A nova fase da série é protagonizada pelo ator Ncuti Gatwa, interpretando o lendário viajante do tempo que, junto com a personagem Ruby Sunday (Millie Gibson), defenderá as forças do bem enquanto encontra amigos incríveis e inimigos perigosos – da era da Regência Britânica a futuros devastados.

Com os primeiros episódios já disponíveis, e novos a serem lançados toda sextas-feiras – às 20h, a produção segue a mesma premissa das temporadas anteriores e, para relembrar o conceito de "Doctor Who", o Disney+ selecionou as principais informações da série e do personagem que apareceu pela primeira vez na televisão em 1963, pela BBC.


O mesmo, porém, diferente Doutor

Uma das marcas registradas de Doutor Who é a variação de Doutor(es) ao longo das temporadas, ou seja, não há somente um ator que interpreta o personagem. Até o momento, a série já contou com 15 protagonistas. Pode até parecer confuso e estranho, mas não é!

Em 1963, quando a série estreou, quem dava vida ao primeiro Doutor era William Hartnell. Na época, entretanto, o ator ficou doente e teve que ser substituído para que a série continuasse. Para justificar a mudança, o roteiro de Doctor Who teve que ser modificado e o personagem recebeu a habilidade de se regenerar ao primeiro sinal de morte inerente. Desta forma, ele nunca morreria somente trocaria de corpo.

O ator Ncuti Gatwa é agora quem dá vida ao 15º Doutor na nova temporada já disponível no Disney+. Essa variação surgiu após a bi-regeneração com o 14º, durante um confronto entre ele e Toymaker - um dos vilões da série. Essa cena introduz Gatwa ao whouniverso e pode ser visto no terceiro episódio do especial de Natal de Doctor Who no Disney+.


Mas quem é o Doutor?

O Doutor é um alienígena viajante do tempo originado do planeta Gallifrey, terra natal dos Senhores do Tempo. Ele pertence a raça dos Lorde do Tempo e tem o dom de manipular o espaço-tempo e possui grandes habilidades em diferentes áreas do conhecimento. Seu nome verdadeiro é uma incógnita para todos, pois ele dificilmente o revela e sempre se apresenta como “Doutor” sendo questionado muitas vezes sobre quem ele está se referindo.


Uma nave ou uma cabine policial?

Todo viajante do tempo tem sua “máquina do tempo” que costuma se assemelhar com uma nave espacial e em Doctor Who não seria diferente. Porém, ao contrário das naves comuns, o do Doutor é uma espécie de cabine policial britânica do século 20, conhecida como TARDIS. Teoricamente, ela foi programada para se disfarçar em qualquer ambiente que for pousar, porém, seu mecanismo de disfarce sofreu um dano e não foi mais possível mudar seu formato. Com isso, independente da época para qual o Doutor viajar, a espaçonave sempre terá a mesma aparência – que é, inclusive, uma das marcas registradas da série.


Companheiras de viagem

Outra característica muito marcante de Doctor Who é que o Doutor nunca está sozinho durante suas viagens no tempo. Ele sempre está acompanhado por um humano para enfrentar as suas jornadas. Nessa temporada, a parceira dele é Ruby Sunday, interpretada pela atriz Millie Gibson.

Novos episódios de Doctor Who serão lançados todas as sextas-feiras, às 20h, no Disney+.


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terça-feira, 21 de maio de 2024

.: "Alma Gêmea": Fernanda Souza comenta sucesso da romântica Mirna

Fernanda Souza em "Alma Gêmea". Foto: Globo/João Miguel Júnior


Com recordes de audiência desde a estreia, no dia 29 de abril, "Alma Gêmea" consagrou a carreira da atriz Fernanda Souza em sua primeira exibição, em 2005, quando ela interpretou a jovem Mirna, personagem que ficou marcada na memória do público. Um dos destaques da trama foi o núcleo dos irmãos Mirna e Crispim (Emilio Orciollo Netto), que moravam com o tio Bernardo (Emiliano Queiroz) em um sítio próximo à plantação de rosas de Rafael (Eduardo Moscovis). Os homens da família trabalhavam no roseiral, e a romântica Mirna se dedicava à casa enquanto sonhava com um casamento. Mas Crispim morria de ciúmes da irmã e dificultava a realização desse sonho, pois não deixava que nenhum pretendente se aproximasse. E quem se arriscasse acabava dentro de um chiqueiro. Fernanda Souza lembra com carinho desse momento em sua trajetória artística. “A repercussão da personagem foi gigante e eu não imaginava que isso fosse acontecer. Quando o ator pega um personagem novo, ele recebe a descrição com detalhes. A da Mirna era pequena, então não imaginei que pudesse tomar um rumo tão grande e que o Brasil fosse gostar tanto”, conta a atriz. Confira a entrevista completa de Fernanda Souza!

  

Como construiu a Mirna de "Alma Gêmea", que fez tanto sucesso na sua carreira?

Não houve uma construção específica em cima dela. A primeira vez que ela apareceu para mim e eu acessei o seu jeito de ser foi durante o teste da novela. Essa é uma personagem que foi muito marcante na minha vida e a desejei muito. Eu estava fazendo uma peça de teatro, sem contrato com a TV Globo, e queria fazer uma novela novamente. Fui chamada de última hora para o teste. Estava no aeroporto e tinha acabado de perder o voo, sendo que o próximo avião demoraria três horas para sair. Nesse tempo, o diretor da novela me ligou e me chamou para fazer o teste no mesmo dia. Fui para os Estúdios Globo e usei o tempo que estava na caracterização do cabelo para decorar o texto. Na hora, consegui apresentar duas versões da personagem, uma mais romântica e outra mais divertida. Eu não tive tempo de construí-la, só fiz da melhor maneira possível. Por isso é como se a Mirna morasse dentro de mim, foi tudo muito rápido e mesmo assim foi aprovado pelos diretores. Depois de algum tempo eles me ligaram e disseram que o papel era meu, fiquei muito contente. Eu me conectei imediatamente com a personagem. A versão da Mirna que foi ao ar é a mais extrovertida. O único treino que fiz foi de prosódia, para ajustar o sotaque, já que eu sou de São Paulo e a Mirna é do interior do estado. Mas foi tudo muito natural, e eu sinto realmente que ela mora em mim, que posso simplesmente acessá-la e colocá-la para fora. Ela é uma personagem muito especial. Quando assisto à novela, eu não consigo me ver, é como se a personagem realmente fosse uma outra pessoa. É legal ter esse distanciamento e não conseguir se enxergar; para um ator isso é um prazer gigante.

 

Qual foi a cena mais difícil de gravar durante "Alma Gêmea"? E a mais divertida?

A cena mais difícil de fazer foi a do fogo na casa da personagem. Naquele momento, eu já estava gravando a novela há algum tempo e convivia bastante com a Doralice, a pata da novela. Na hora, fiquei igual à Mirna, me desesperei ao vê-la em meio ao fogo, por mais que eu soubesse que o fogo cenográfico é controlável. Mas, só pelo fato de a personagem estar passando por aquela situação, eu fiquei muito nervosa. Teve um momento em que eu estava chorando de verdade. A cena mais divertida foi a que a Mirna empurrou a personagem da Flávia Alessandra, Cristina, que era a vilã, dentro do chiqueiro. Normalmente, a Mirna assistia a seus pretendentes sendo jogados no chiqueiro, mas, dessa vez, ela que jogou. A Flávia é uma pessoa muito leve e divertida, então foi uma cena muito aguardada por todos. Eu fiz tudo com muito carinho e tomei cuidado para não a machucar. Teve um momento em que eu literalmente tive que esfregar a cara dela na lama. O mais divertido foi que muita gente caiu no chiqueiro, quase todo o elenco entrou. Por isso, eles colocaram vários chuveiros no set, para tomarmos banho. Outros momentos divertidos que aconteciam com muita frequência eram com a pata, que às vezes fazia cocô no meio da cena e a gente tinha que continuar como se nada tivesse acontecido. Mesmo se a cena fosse de comida, todos seguiam nas falas e no final todos davam risada da situação.

 

A novela fez muito sucesso. Como era a repercussão da personagem? 

A repercussão da personagem foi gigante e eu não imaginava que isso fosse acontecer. Quando o ator pega um personagem novo, ele recebe a descrição com detalhes. A da Mirna era pequena, então não imaginei que pudesse tomar um rumo tão grande e que o Brasil fosse gostar tanto. Quando eu saía de casa, ouvia as pessoas me chamando de Mirna o tempo inteiro. Com certeza foi uma das personagens mais marcantes da minha carreira. As pessoas ainda têm um carinho muito grande pela novela, que foi um acerto do Walcyr Carrasco e do Jorge Fernando. Eu tenho muito orgulho de ela ter feito parte da minha história, me diverti muito. Para mim, ela foi um grande presente, porque foi a primeira vez que fiz comédia e eu nem imaginava que podia. Dali em diante, fui vista pelos diretores como uma atriz que poderia ir para essa área também. Depois, fiz ‘Toma Lá Da Cá’. totalmente imersa nesse universo cômico, ao lado de grandes atores. Sinto que ela abriu uma porta não só na minha vida artística, mas também na pessoal. Eu não me entendia como uma pessoa divertida ou engraçada, não tinha essa visão sobre mim mesma. Essa personagem me fez acessar a comédia não só na TV, mas também dentro da Fernanda. Acho que eu me tornei uma pessoa mais leve e divertida depois dela. Sou muito grata até hoje ao Walcyr e ao Jorginho porque eles me deram uma grande oportunidade de crescimento quando me deram esse papel. Foi com ele que eu ganhei o ‘Melhores do Ano’ como atriz coadjuvante no ‘Domingão do Faustão’, o que me deixou muito feliz, foi muito marcante. 

 

Quais as principais lembranças que guarda desse trabalho e da rotina de gravação?

Eu morro de saudades do Seu Emiliano Queiroz e do Emílio Orciollo. Juntos, formávamos um quarteto com a Doralice. Eles foram muito especiais para mim, nós éramos companheiros de gravação e estávamos sempre juntos no mesmo cenário. A gente se entendia no olhar, tínhamos uma convivência importante. Lembro das cenas emotivas em que eu realmente chorava de emoção por estar ao lado deles. Muito do sucesso da Mirna se deve a eles. A nossa união fez com que o núcleo desse certo. Viramos até a capa do CD nacional da novela. 

 

Gosta de rever trabalhos antigos? De que forma mexem com você?

Amo rever trabalhos antigos. Parece que foi em outra vida, mas ao mesmo tempo me reconheço muito ali. Eu tenho um amor profundo ao assistir às cenas da Mirna, me emociono só de pensar. Lembro que, quando fiz o teste, eu rezei muito para passar e deu certo. A vontade é de voltar no tempo para reviver toda aquela alegria. Foi mágico, sou muito grata por essa oportunidade.

 

Qual a sua expectativa para essa reexibição da trama de Mirna?

Acho que as pessoas vão amar, e eu vou assistir com toda certeza. Eu amo essa novela e acho que o Brasil também. Essa é uma história muito bem escrita, foi um marco nas novelas das 18h. Foi tudo muito especial, não vejo a hora de assistir. Sei que eu vou me emocionar, rir e vou ficar com saudades de viver a Mirna.

 

E quais são seus próximos projetos?

Já tem um bom tempo que tenho amado ser apresentadora. Estou há um tempo sem atuar e não tenho previsão de volta. Estamos nos preparando para a segunda temporada de um projeto no streaming. Foi um sucesso, e fiquei muito contente com a repercussão. É a segunda vez que apresento um reality show e eu descobri que amo fazer isso. Estou completamente apaixonada, tenho muito prazer em conduzir os participantes, mediar uma prova. Cresci assistindo a programas com dinâmicas e jogos, e agora estou dentro de um. Eu sinto que nasci para isso, assim como eu nasci para atuar. Essa é uma das coisas que mais amo fazer no mundo, não imaginava que fosse ler tantos elogios sobre o programa e esse meu novo trabalho. 

 

Criada e escrita por Walcyr Carrasco, com a colaboração de Thelma Guedes, direção de Fred Mayrink e Pedro Vasconcelos, direção-geral e direção artística de Jorge Fernando, ‘Alma Gêmea’ estreou em 2005, foi reexibida em 2009 na TV Globo, também no ‘Vale a Pena Ver de Novo’, e no Viva, em 2022. 


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.: "Cilada": em entrevista, Debora Lamm comenta intimidade cênica com Mazzeo

Debora Lamm em "Cilada". Foto: Globoplay


Bruno Mazzeo quase admite que seu personagem em "Cilada", também chamado de Bruno, é seu alter ego. Mas não é só o jeito de encarar as dificuldades e roubadas do dia a dia que os dois têm em comum: a parceria com Debora Lamm é perceptível dentro e fora das telas. Na nova temporada da série de humor, que estreia hoje no Globoplay, a dupla de amigos interpreta um casal que está há anos junto, enfrentando os dilemas de um casamento em crise. Em 10 episódios, o público pode conferir diferentes situações do cotidiano e, com pelo menos uma, os atores garantem que todo mundo vai se identificar.  

A nova fase começa dez anos após o último episódio da série original, uma das comédias pioneiras no Multishow, que também foi adaptada e exibida no Fantástico e chegou a virar filme, "Cilada.com’"(2011). Nesta nova temporada, o humorístico surge repaginado, com a dupla de protagonistas passando por situações típicas dos tempos atuais.

Com uma cumplicidade que ultrapassa a vida profissional, Bruno Mazzeo e Debora Lamm, que respectivamente interpretam os personagens Bruno e Debora, comentam as novidades da nova fase de "Cilada". Atualizada e repaginada, a obra promete divertir diferentes gerações. Confira a entrevista com Debora Lamm!

 

De que forma você descreveria a Debora, sua personagem?   

A Debora é uma mulher comum que dá margem para muitas mulheres se identificarem com ela. É muito fácil se reconhecer em diversas situações ali.  

 

Como foi contracenar com o Bruno Mazzeo neste projeto?   

Eu e Bruno nunca deixamos de conviver, nem de trabalhar juntos. Essa nova temporada oficializa ainda mais nossa afinidade artística e nossa intimidade cênica. Está tudo ali para o público testemunhar!  

 

O foco principal da temporada é um casamento em crise, e esse tema é pano de fundo de muitas comédias românticas. Na sua opinião, o que Cilada consegue mostrar de diferente a respeito desse assunto?   

As pessoas conhecem esses personagens há anos, já viram o Bruno e a Debora em uma série de situações e agora vão acompanhar o amadurecimento deles como casal estabelecido num relacionamento irritantemente comum. Não há heróis, maniqueísmo, bem e mal e tantos outros chavões da comédia romântica. Bruno e Debora são o retrato fiel do ser humano médio que somos, e o desconforto que o dia a dia do casal gera é mostrado de forma hilária.  

 

Entre os diferentes temas abordados ao longo da temporada, qual é o que mais te marcou ou chamou atenção, e por quê?   

Bruno e Debora tentando se adequar ao tempo, arriscando o relacionamento aberto, sem o menor sucesso.  

 

Tem alguma curiosidade das gravações que você gostaria de destacar?   

Crises de riso inúmeras. Inúmeras mesmo.  

 

Criada por Bruno Mazzeo, a série Original Globoplay ‘Cilada’ é escrita por Bruno Mazzeo e Rosana Ferrão, com colaboração de Gustavo Gessullo e Bárbara Duvivier. A direção de arte é de Rafael Ronconi, com direção de Felipe Joffily. A produção é de Augusto Casé.    

 

.: "Cilada": em entrevista, Bruno Mazzeo comemora estreia da série de humor

Bruno Mazzeo na CCXP 2023. Foto: Fabiano Battaglin/gshow


Bruno Mazzeo quase admite que seu personagem em ‘Cilada’, também chamado de Bruno, é seu alter ego. Mas não é só o jeito de encarar as dificuldades e roubadas do dia a dia que os dois têm em comum: a parceria com Debora Lamm é perceptível dentro e fora das telas. Na nova temporada da série de humor, que estreia hoje no Globoplay, a dupla de amigos interpreta um casal que está há anos junto, enfrentando os dilemas de um casamento em crise. Em 10 episódios, o público pode conferir diferentes situações do cotidiano e, com pelo menos uma, os atores garantem que todo mundo vai se identificar.  

A nova fase começa dez anos após o último episódio da série original, uma das comédias pioneiras no Multishow, que também foi adaptada e exibida no Fantástico e chegou a virar filme, ‘Cilada.com’ (2011). Nesta nova temporada, o humorístico surge repaginado, com a dupla de protagonistas passando por situações típicas dos tempos atuais.

Com uma cumplicidade que ultrapassa a vida profissional, Bruno Mazzeo e Debora Lamm, que respectivamente interpretam os personagens Bruno e Debora, comentam as novidades da nova fase de ‘Cilada’. Atualizada e repaginada, a obra promete divertir diferentes gerações. Confira a entrevista com Bruno Mazzeo!

 

"Cilada" é uma comédia que retrata situações do cotidiano. Como criador da série, como é o seu processo criativo para pensar em diferentes ciladas? Você se inspira na sua própria realidade?    

Minha fonte de inspiração nesta série é o cotidiano. Buscamos muito mais a identificação com a situação vivida, do que a graça pela graça. Não só me inspiro nas coisas que acontecem comigo, com minha parceira Rosana Ferrão, mas também nas coisas que ouço de amigos, ou nas coisas que imaginamos que possam de fato acontecer. O que eu mais gostava no contato com o público não era quando me diziam “foi muito engraçado”, mas sim “aconteceu igualzinho comigo”.    

  

De que forma você descreveria o Bruno, seu personagem, nesta nova fase de "Cilada"?    

Ao contrário do que muitos pensam, Bruno não é meu alter ego. Quer dizer. Pensando bem… enfim.  

  

Como foi contracenar com a Debora Lamm neste projeto?    

Não tem ninguém com quem eu tenha trabalhado mais do que Debora Lamm. É um prazer estar ao seu lado, um astral que contagia, uma das risadas mais gostosas que conheço. Fora isso, é uma das melhores atrizes da sua geração (e das outras também), uma parceira com quem me entendo no olhar.  

  

Pra você, "Cilada" pode ser considerada uma obra transgeracional?    

Eu realmente estou muito curioso para saber isso. Continua sendo uma série capaz de abranger um público amplo. Uma daquelas que casais podem ver juntos, pais podem ver com filhos. Afinal, as ciladas são parte da vida de todos nós.  

  

Nos últimos anos, muitas obras clássicas foram regravadas, repensadas e resgatadas de alguma forma. Você acha que "Cilada" se insere nesse mercado da nostalgia e memória afetiva? Como você avalia esse movimento no audiovisual?    

Pode ser. Quando topei a pilha do produtor Augusto Casé foi pensando em celebrar essa história tão importante pra minha vida. Juro que não fui motivado por isso estar acontecendo com outras obras. Isso está acontecendo não só no audiovisual como, por exemplo, na música, com shows comemorativos de álbuns específicos, reencontros… será que é coisa da idade?  

  

Cada episódio da série traz uma cilada diferente. Quais são os principais assuntos abordados nesta temporada? O que o público pode esperar?     

Acho que o público pode esperar uma identificação imediata com situações pelas quais todos passamos. Sempre olhando pela lente do humor. A desgraça de ontem é a graça de amanhã. A série sempre teve essa característica de ser “temática”. Assim, podemos passar por assuntos variados. Seja uma ida ao cartório, um fim de semana no resort, uma reunião de condomínio, um almoço de família, uma balada sertaneja; seja as redes sociais, aplicativos e novas tecnologias. O único tema repetido vai ser o do “Churrasco”, que é o mais pedido toda vez que falo do Cilada nas redes. Talvez seja o greatest hit.  

  

Ao longo da trama você interpreta vários outros personagens que ajudam a ilustrar a história e trazem um humor muito característico. Qual é o objetivo dessa dinâmica e como foi o processo de construção desses diferentes personagens?  

Sempre fez parte da linguagem do Cilada esses depoimentos, talking heads de personagens variados comentando as situações vividas por Bruno. Dessa vez focamos nos dois personagens que mais marcaram: o pitboy Alexandre Focker e o antropólogo Albênzio Peixoto. Fora isso, existem o que chamamos de “simulações”, as cenas que ilustram o assunto. Para essa parte, agora temos o Pedroca Monteiro, que participa comigo e Debora. Aí podemos emular situações históricas, como JK e Niemeyer construindo Brasília, o naufrágio do Titanic, Dona Flor e seus dois Maridos e até Super Homem num churrasco.  

 

Criada por Bruno Mazzeo, a série Original Globoplay ‘Cilada’ é escrita por Bruno Mazzeo e Rosana Ferrão, com colaboração de Gustavo Gessullo e Bárbara Duvivier. A direção de arte é de Rafael Ronconi, com direção de Felipe Joffily. A produção é de Augusto Casé.    

 


domingo, 19 de maio de 2024

.: Tudo sobre "Pedaço de Mim", primeiro melodrama brasileiro da Netflix


Menino ou menina? Em seu chá revelação, Liana (Juliana Paes) não está animada, verdadeiramente alegre ou sequer tem qualquer tipo de expectativa. Ela já conhece a resposta e a surpresa deste evento é outra: são dois meninos, gêmeos e filhos de pais diferentes – um é de seu marido Tomás (Vladimir Brichta), já o outro é fruto de algo que ela gostaria de esquecer. Em "Pedaço de Mim", primeira série brasileira de melodrama da Netflix, a trama gira em torno de uma pergunta diferente: quantos segredos cabem em uma mãe? 

A história começa com o caso raríssimo de superfecundação heteroparental de Liana – a série é de ficção, mas há cerca de 20 registros reais em todo mundo – e transforma o caminho da protagonista em todos os sentidos, com reviravoltas que passam a impactar os sonhos de toda a família. Liana, uma mulher que deseja ser mãe, fica perdida com a notícia. No meio de uma confusão de sentimentos e num grande dilema moral, é difícil saber se ela conseguirá amar igualmente as duas crianças e manter suas relações familiares da mesma forma. 

Produzida pela A Fábrica, com direção artística de Maurício Farias e criação e roteiro de Angela Chaves, "Pedaço de Mim" ainda conta com Felipe Abib, Palomma Duarte, João Vitti, Jussara Freire, Martha Nowill e Antonio Grassi no elenco. A série, que terá temporada única, estreia em breve na Netflix.

sábado, 18 de maio de 2024

.: Entrevista: Marcelo Faria fala sobre o personagem Jorge em "Alma Gêmea"


Marcelo Faria fala sobre o personagem Jorge na novela escrita por Walcyr Carrasco. Foto: TV Globo / João Miguel Júnior


O ator Marcelo Faria chega em breve aos capítulos de "Alma Gêmea" no "Vale a Pena Ver de Novo", como o personagem Jorge, mas já adianta, em entrevista, como foi realizar esse trabalho que segue um sucesso de audiência. Na trama escrita por Walcyr Carrasco, Jorge foi um homem rico, mas perdeu tudo por uma causa misteriosa. Orgulhoso, esconde os remendos das roupas para se manter elegante. Vive com uma pequena pensão, de origem desconhecida para o público, e mora de aluguel em um pequeno prédio de apartamentos. No decorrer da história, vira um dos pretendentes de Mirna (Fernanda Souza), mas também se envolve com Kátia (Rita Guedes). Abaixo, confira a entrevista com o ator

Como construiu o Jorge de "Alma Gêmea"?
Marcelo Faria - 
Fiz o trabalho com a Katia Achcar, preparadora, e procuramos criar uma personagem meio desastrada como disfarce para a malandragem encoberta por ele, no sentido de ludibriar as mulheres. Foi divertido. Jorge entrou mais para a metade da trama e foi para o núcleo cômico do Emílio Orciollo e da Fernanda Souza,  além do mestre Emiliano Queiroz. Foi um presente do Jorginho e do Walcyr.

 
Qual foi a cena mais difícil de gravar durante "Alma Gêmea"? E a mais divertida?
Marcelo Faria - 
As cenas de chiqueiro eram as mais difíceis, pois tínhamos que ter roupas duplas para gravar. Mas ao mesmo tempo nos divertíamos. O Crispim sempre jogava os pretendentes da Mirna no chiqueiro, o Jorge foi o único que jogou o Crispim lá.

E como foi a parceria com o elenco?
Marcelo Faria - 
Vários amigos faziam parte do elenco: Emílio Orciollo, Du Moscovis, Malvino Salvador, Drica Moraes, Priscila Fantin, Flávia Alessandra e os diretores, Jorge Fernando, Pedro Vasconcelos e Fred Mayrink.
 

A novela fez muito sucesso. Como era a repercussão do personagem?
Marcelo Faria - 
Um sucesso nas ruas e o resultado: a capa do CD internacional. Isso era um presente para o ator. Foi o primeiro personagem que fiz sem ser o galã conquistador.

Quais as principais lembranças que guarda desse trabalho e da rotina de gravação? Alguma curiosidade?
Marcelo Faria - 
A sequência final do Jorge sendo preso após tentar se casar pela nona vez foi marcante. Chegam várias esposas e vários filhos de diferentes lugares do Brasil cobrando o marido. Foi bem engraçado e ele termina expulso da cidade.

Gosta de rever trabalhos antigos? De que forma mexem com você?
Marcelo Faria - 
É sempre nostálgico, mas não procuro assistir as sequências inteiras, os dias são corridos e os projetos nos engolem. Às vezes, procuro determinadas cenas para colocar nas redes sociais.

 
Como foi a parceria com o Walcyr Carrasco?
Marcelo Faria - 
Esta foi a única vez que trabalhei com o Walcyr. Adoro o trabalho dele e a forma que ele escreve. Nos falamos por telefone estes dias para um projeto teatral que estou desenvolvendo com o Pedro Vasconcelos.

 
Quais são seus próximos projetos? Pode adiantar alguma coisa?
Marcelo Faria - 
Estou produzindo a montagem de “Tieta do Agreste” no teatro sem atuar e um longa-metragem chamado “Milhares de Solidões”, que irei protagonizar.


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.: "Tenho uma personagem para interagir com as pessoas", diz Letícia Sabatella


"Desde que eu me conheço como criança, eu tenho uma personagem para interagir com as pessoas", afirma a atriz em entrevista concedida a Marcelo Tas. Foto: Beatriz Oliveira


Na próxima terça-feira, dia 21 de maio, Marcelo Tas conversa com a atriz e cantora Letícia Sabatella no "Provoca". Na entrevista, a artista conta a história da parceria com Elza Soares em "A Cigarra"; canta trechos da música no programa e da canção "Um Amor, Um Lugar", de Herbert Vianna; e fala sobre show que está fazendo, "Letícia Sabatella canta Por Elas"; a descoberta do autismo, timidez e muito mais. Vai ao ar na TV Cultura, a partir das 22h00.

Tas pergunta como foi o encontro dela com Elza Soares. “O meu encontro com a Elza foi através do Gonzaga e do Wisnik (...) eles começaram a bolar 'Do Cóccix até o Pescoço', um CD incrível (...) e foram conversar sobre isso no sítio que eu tenho, na região Serrana do Rio, e teve uma hora que eu falei: ‘vamos tomar banho de rio?’, e antes disso uma cigarra começou a cantar e tava um sol e eu falei: ‘ih, vai chover’. E ela falou: ‘não, a cigarra quando canta é sol’. E eu falei: ‘não, não, chove’. Aí fomos nadar no rio, nadamos, voltamos e no final do dia, ela no meio do terreno, a cigarra voltou a cantar, e ela falou: ’não disse que quando a cigarra canta é sol, não chove’. E começou a chover em cima dela (...) e a gente voltou no trânsito da ponte cantando: ‘quando a cigarra cantou me enganou, me enganou’ (...) e eu brincando com ela, e ela cantando e fazendo som de cigarra (...) ela voltou para casa dela e no outro dia mandou a letra (...) a música pronta (...) então sempre falava para ela: ‘foi você que fez a música’. ‘Não, nós fizemos a música, foi nosso encontro’”, conta Sabatella.

Durante a entrevista, Tas questiona qual personagem mais marcou sua carreira. “Eu tenho um processo de crescimento e de autoconhecimento intenso. Desde que eu me conheço como criança, eu tenho uma personagem para interagir com as pessoas. Na escola, com três anos de idade, eu lembro de ser uma criança que era tímida, mas quando tinha uma teatralização de alguma coisa, eu estava lá (...) eu sempre criava alguma brincadeira (...) eu inventei a mulher karatê, batia em todo mundo (...) o menino que gostava de mim, apanhava; eu era muito tímida”, diz.

Em outro momento da edição, a atriz conta que estava em uma roda de amigas e falaram sobre inveja. “Eu já sofri muito com inveja. Com a minha inveja. Porque a inveja do outro é do outro, ele que está sofrendo. Problema dele. Agora eu sentir inveja me fez muito mal (...) a inveja parte de uma admiração, que legal o que ela faz, essa pessoa é uma referência para mim (...) quando eu vejo Paolla Oliveira sambando com aquele corpo, eu sempre tive vergonha da minha bunda, não dá, meu corpo (...) que bom que tenha um modelo, uma referência, que eu possa admirar e que eu possa falar que legal, nosso corpo é legal”, comenta.

sexta-feira, 17 de maio de 2024

.: "Renascer": “Foi bem forte vivenciar tudo aquilo”, comenta atriz Malu Galli

“Foi bem forte vivenciar tudo aquilo, muito emocionante”, comenta Malu Galli sobre a participação em "Renascer". Foto: Globo/Divulgação


Malu Galli está de volta às novelas com uma participação especial em ‘Renascer”. Interpretando Meire, a mãe de Buba (Gabriela Medeiros) na história, ela reencontra a filha depois de muitos anos e ficam frente a frente pela primeira vez desde a transição de gênero da psicóloga. O momento revela que feridas nunca cicatrizaram. 

Por um lado, Meire não aceita a filha, enquanto Buba se ressente pela falta de apoio e de amor dos pais desde quando foi expulsa de casa e da cidade pelo pai, Humberto (Guilherme Fontes). Na época, Meire não conseguiu impedir por temer a reação violenta do marido. O retorno de Buba é a oportunidade para mãe e filha conversarem. “Acho que muitos vão se identificar e torço para que as sequências contribuam para mexer com alguém e, quem sabe, promover alguns reencontros”, reflete Malu.

Na sequência prevista para ir ao ar na segunda, dia 20, as duas se encontram por acaso na cidade. Meire pede perdão a Buba pela ausência ao longo de todos esses anos. Ela se declara para a filha dizendo que sentiu muitas saudades e que nunca a esqueceu. Emocionada, Meire convida Buba e José Augusto (Renan Monteiro) para irem à sua casa e tomar um café. Buba fica um tanto temerosa, mas aceita o convite. Durante o encontro, Humberto aparece e, ao reconhecer Buba, faz diversas ofensas a ela. Buba e Zé Augusto o enfrentam e a psicóloga rebate com firmeza. 

Antes de deixar a cidade, ela se despede do amigo, Décio (Miguel Rômulo) e fica aliviada pela reconciliação com a mãe. Buba ainda deixa fluir seus sentimentos em relação a Zé Augusto e os dois se beijam pela primeira vez.

"Renascer" é uma novela escrita por Bruno Luperi baseada na obra de Benedito Ruy Barbosa. A direção artística é de Gustavo Fernández, direção geral de Pedro Peregrino e direção de Walter Carvalho, Alexandre Macedo, Ricardo França e Mariana Betti. A produção é de Betina Paulon, Bruna Ferreira e Lucas Zardo e a direção de gênero de José Luiz Villamarim. Leia na íntegra a entrevista com Malu Galli sobre a participação em ‘"Renascer"!


Como surgiu o convite para esta participação em ‘Renascer’ e o que motivou você a aceitá-lo?

Recebi uma ligação da produtora de elenco da novela, a Marcela Bergamo. Achei a personagem interessante, principalmente o contexto das cenas e toda a discussão que o tema suscita.


Como você define a Meire? 

Meire é uma mulher de vida simples, muito religiosa e que não entende, nem aceita a questão essencial da filha. Ela não se permite amar e acolher a própria filha. Isso é muito triste e infelizmente a realidade em muitos lares brasileiros.


Você chegou a fazer alguma preparação ou buscou referências para compor a personagem?

Fizemos leituras e conversamos com o Jefferson Miranda, o preparador de elenco da novela. As referências, infelizmente, estão por toda parte. Somos o país que mais mata pessoas trans no mundo, um recorde de intolerância, ódio e ignorância. 


Assim como Humberto (Guilherme Fontes), Meire também é uma personagem que não existiu na primeira versão e surge agora dentro de um contexto em que a trama aborda a reação de pais, que não aceitam a transição de gênero de seus filhos. Como foi gravar essa sequência?

São cenas muito intensas e algumas bem violentas do ponto de vista do que é dito. Foi bem forte vivenciar tudo aquilo, muito emocionante. Acho de extrema importância levar esta discussão à casa da família brasileira através da dramaturgia. Acho que muitos vão se identificar e torço para que as sequências contribuam para mexer com alguém, e quem sabe promover alguns reencontros.


Como foi a troca com a Gabriela Medeiros (Buba) e com o Guilherme Fontes? Já havia trabalhado com eles anteriormente?

Foi muito bacana. Gabi se entregou às cenas com muita determinação e coragem. Sei que para ela não deve ter sido muito fácil. Guilherme Fontes eu também não conhecia, e nos demos muito bem.


Atualmente você também está na reprise de ‘Cheias de Charme’ com uma personagem bem diferente. Como tem sido acompanhar a repercussão da novela mesmo tantos anos depois da exibição original?

Adoro poder interpretar personagens bem diferentes uns dos outros. É um prazer. ‘Cheias de Charme’ foi uma novela que só me deu alegrias e até hoje repercute, seduz o público. Foi um grande acerto de Izabel de Oliveira e Filipe Miguez e da Denise Saraceni.


Quais são seus planos e próximos projetos?

Estou desenvolvendo uma série sobre a vida da arqueóloga brasileira Niéde Guidon e um projeto de show como cantora.



domingo, 12 de maio de 2024

.: Sérgio Vaz no "Provoca": "Não adianta a gente ficar romantizando a favela"


Edição inédita com o escritor e fundador da Cooperifa vai ao ar nesta terça-feira, dia 14 de maio, na TV Cultura. Foto: Beatriz Oliveira


Na próxima terça-feira, dia 14 de maio, Marcelo Tas conversa, no "Provoca", com Sérgio Vaz, poeta, escritor, agitador cultural, idealizador da Semana de Arte Moderna da Periferia e fundador da Cooperifa. No bate-papo, ele conta sobre a interrupção do Sarau da Cooperifa; comenta como era a periferia há 40 anos e a mudança no comportamento dos jovens hoje; fala de poesia e muito mais. Vai ao ar na TV Cultura, a partir das 22h00.

Tas pergunta por que o Sarau da Cooperifa decidiu "dar um breque": “Acho que pós-pandemia muita coisa mudou. E a gente está tentando entender ainda o que é que mudou em nossa comunidade, na cena literária, na cena da periferia (...) estão chegando muitos jovens, com muitas propostas, e esses jovens de hoje são muito mais rápidos, inteligentes, têm muito mais sede do que a minha geração (...) pela quantidade de saraus, slams e batalhas de rimas, isso prova que a juventude se apropriou da palavra. A literatura tá comendo miudinho na mão da molecada (...) a periferia nunca leu tanto como agora, só que talvez não estejam lendo livros que estão nas grandes livrarias (...) uma coisa legal na cena negra e periférica é que a gente começou a partir em busca do nosso leitor, se o nosso povo não lê, então é a prova que ele está pronto para ler”, diz Vaz.

E como ressignificar a favela sem cair em uma romantização ou naturalização da pobreza?, pergunta um internauta. “O Brasil precisa de políticas públicas voltadas para o povo brasileiro, diminuir essa distância social, fazer o dinheiro circular nesse país para que a gente possa ter de volta o que a gente paga de impostos, que é a educação pública de qualidade. A gente não pode mais culpar o pobre pela pobreza, o negro pelo racismo, o professor e professora pela falta de educação (...) não adianta a gente ficar romantizando a favela e ficar mudando o nome, não é isso que vai mudar o que as pessoas sofrem. Eu costumo dizer que só quem gosta da favela é quem não mora nela, porque a favela é um lugar ruim”, afirma.

O que você diria agora para uma criança que está em alguma periferia pensando em poesia?, pergunta Tas. “Estude. Porque dá para ser poeta sendo pintor, sendo motorista de ônibus, sendo diarista, advogado, não precisa largar o estudo para ser poeta (...) nós estamos precisando elevar o nível de conhecimento nas nossas quebradas”, reforça Sérgio. Compre os livros de Sérgio Vaz neste link.

Lançado pela Global Editora, o livro "Flores da Batalha" leva a poesia contemporânea àqueles que lutam diariamente pelos seus ideais. Sérgio Vaz, o poeta da periferia, completa 35 anos de intervenção urbana com a arte da poesia. A obra integra o segundo título de "Flores", que teve início com "Flores de Alvenaria", publicado em 2016. Criando poesia como alimento da alma, o escritor dá esperança e voz àqueles que foram negligenciados por muito tempo.

Os textos do autor relatam, de maneira profunda e honesta, as dores e a alegria de viver na periferia de São Paulo. O prefácio é assinado por Emicida que, como muitos outros moradores periféricos, teve Sérgio Vaz como inspiração para descobrir a poesia e o universo literário. Garanta o seu exemplar de "Flores da Batalha" neste link.


Sobre Sergio Vaz
Sérgio Vaz é considerado o "Poeta da Periferia". Morador de Taboão da Serra (Grande São Paulo), além de escrever, é agitador cultural nas periferias do Brasil. É criador da Cooperifa (Cooperativa Cultural da Periferia) e do Sarau da Cooperifa - movimento que transformou um bar da periferia da zona sul de São Paulo em centro cultural. 

O projeto promove o encontro de leitores e escritores, leva a poesia às escolas, entre outras ações culturais, e já influenciou e deu origem a quase 50 saraus, além da publicação independente de mais de 100 livros. Seu trabalho é reconhecido em vários países e já recebeu diversos prêmios. Pela Global Editora, publicou as obras "Colecionador de Pedras""Literatura, Pão e Poesia" e "Flores de Alvenaria"Compre os três primeiros livros de Sergio Vaz neste link.


quinta-feira, 2 de maio de 2024

.: Roteirista de "Malhação" e "Sessão de Terapia" lança romance infantojuvenil


Jacqueline Vargas é roteirista vencedora do Emmy Awards, conhecida pelo trabalho na televisão em obras como "Malhação - Viva a Diferença", "Sessão de Terapia" e "Floribella". Também psicanalista, ela publica agora "A Arte de Cancelar a Si Mesmo", livro no qual entrelaça suas pesquisas sobre Psicanálise em uma ficção para o público infantojuvenil.

Esta obra é o retrato da Geração Alpha, uma juventude que teve a individualidade moldada por números na internet. A protagonista é Majô, uma influenciadora digital mirim que vê sua vida desandar após ser alvo de uma denúncia anônima on-line. O livro é o primeiro de uma trilogia que reflete sobre o impacto da tecnologia na primeira geração completamente exposta às redes sociais.

O cancelamento
No livro "A Arte de Cancelar a Si Mesmo", a adolescente Majô tem uma vida perfeita, assim como todos os influenciadores digitais aparentam. É bonita, carismática, está sempre nas manchetes de sites de fofoca e seu engajamento das redes sociais é enorme. A adolescente começou a fazer vídeos quando era criança, e agora um “publi” lucra mais do que ganharia se seguisse uma carreira tradicional. Porém, depois de uma denúncia anônima, seu canal do YouTube fica à berlinda, e ela desaparece da casa dos pais. Esse enredo marca novo livro infantojuvenil de Jacqueline Vargas, roteirista vencedora do Emmy Awards, principal premiação para programas de televisão do mundo.

A arte de cancelar a si mesmo é o retrato dos conflitos de uma juventude que teve a individualidade moldada por números na internet. Aos 15 anos, a famosa mirim já precisa lidar com a ideia de sustentar toda a família, sofre com as dores de ter uma mãe narcisista e, por causa da profissão, não consegue manter amizades próximas. Entretanto, uma decisão muda a vida dela: enquanto todo o Brasil se pergunta o que teria acontecido à jovem, Majô está escondida na casa da vizinha Kauane – adolescente com um perfil completamente diferente da protagonista.

A garota que mora na casa ao lado é introvertida, sarcástica, neurótica e com uma tendência a reclusão social. Porém, quando encontra a influenciadora na edícula do lar, surge uma amizade improvável. A partir disso, as duas revisitam as memórias de infância, compartilham frustrações sobre o futuro, ponderam sobre o peso das redes sociais na vida delas, experienciam primeiros amores e tentam encontrar formas de existir sem se prenderem às amarras do engajamento no mundo virtual.

Nesta obra, a escritora entrelaça pesquisas sobre psicanálise em uma ficção para o público infantojuvenil. Entre as páginas, reflete sobre como a subjetividade dos jovens está conectada às redes sociais, pondera acerca das consequências do excesso de informações no cotidiano e questiona os limites entre o esquecimento e a necessidade de registrar as memórias na internet.

A autora atravessa esses temas em uma narrativa fluida e multimídia: com uma linguagem similar à da juventude contemporânea, utiliza as redes sociais como recurso extra para acrescentar detalhes no enredo. Na história, Majô tem um “dix”, uma espécie de perfil no Instagram para pessoas próximas. Sob o nome @rouxinoulazul, a menina publica poemas e desenhos em aquarela, e esse usuário existe de verdade com os posts que a protagonista teria divulgado.

"A Arte de Cancelar a Si Mesmo" - é o canto do rouxinol azul é o primeiro livro de uma trilogia, que terá as continuações “No Playground de Vênus - O Amor É de Brincadeira” e “Existe Vida Dentro do Meu Quarto - Quando Eu Era Feliz Antes de Ser Feliz”. As obras contarão com os mesmos personagens, mas haverá protagonismos diferentes. “Estamos diante de uma primeira geração exposta desta forma às redes sociais. Como será sua vida madura? Este livro fala de temas que outros até falam, mas não tão a fundo. E é um equívoco achar que o jovem não quer ir a fundo nos seus questionamentos”, afirma a escritora. Compre o livro "A Arte de Cancelar a Si Mesmo", de Jacqueline Vargas, neste link.


Trecho do livro
“Trabalho”, a palavra voltou como um bumerangue. Tantos anos de trabalho. Quando foi mesmo que ela parou de falar dos animais? Quando foi mesmo que o canal virou um diário da sua vida apimentado com provações diárias de coragem e superação? O que tinha a vida dela de tão interessante assim? Ir para o Twitch a apavorava imensamente. E essa era a última novidade dos pais. Fez o teste e ficou quase dez horas “live”. A possibilidade de repetir a experiência a apavorava. (A arte de cancelar a si mesmo, pg. 125)


Sobre a autora
Jacqueline Vargas é roteirista com 20 anos de experiência. Adaptou as duas primeiras temporadas da série “Sessão de Terapia” e criou mais três temporadas originais. Trabalhou como consultora dramatúrgica de diversos projetos audiovisuais, como “No Mundo da Luna”. Ainda contribuiu para o roteiro de novelas como “Floribella”, “Malhação - Viva a Diferença” e “Terra Prometida”. Assinou os longas-metragens “Querida Mamãe”, “TPM - meu amor”, “Alguém como eu” e “As Polacas”. No mercado literário, lançou “Aquela que Não É Mãe”, “Valentina - A Herdeira da Magia” e agora publica a obra infantojuvenil "A Arte de Cancelar a Si Mesmo". Em paralelo, formou-se em Psicanálise, com foco na abordagem para a adolescência e tem pós-graduação em Filosofia, Psicanálise e Cultura, além de integrar o grupo de analistas “Escutamiga”. Garanta o seu exemplar de "A Arte de Cancelar a Si Mesmo", escrito por Jacqueline Vargas, neste link.

quarta-feira, 1 de maio de 2024

.: Intérprete do cotidiano, Manoel Carlos ganha homenagem em "Tributo"


“Amor, ódio, inveja e ciúme se parecem em todas as línguas, em todos os países, em todas as famílias”, diz Manoel Carlos. Foto: Globo/Estevam Avellar

Uma noite, na maternidade, Helena (Regina Duarte) obriga o médico César (Marcelo Serrado) a ser seu cúmplice e promover uma troca de bebês. Também no hospital, a jovem Camila (Carolina Dieckmann) chora copiosamente ao raspar os cabelos por conta dos efeitos colaterais de seu tratamento contra o câncer. Ou ainda, no meio da rua, Fernanda (Vanessa Gerbelli) não resiste ao ser atingida por uma bala perdida. Embora pertençam a tramas diferentes – respectivamente, "Por Amor" (1997), "Laços de Família" (2000) e "Mulheres Apaixonadas" (2003) – as cenas descritas acima remetem ao DNA inconfundível de seu criador, o novelista Manoel Carlos. Próximo homenageado de "Tributo", no episódio que vai ao ar nesta sexta-feira (3), após o "Globo Repórter", o dramaturgo tem como marca registrada a capacidade de retratar situações do cotidiano com extrema sensibilidade.

No episódio, Maneco, como é carinhosamente chamado pelos colegas de profissão, é reverenciado pelos muitos intérpretes que brilharam em suas tramas, em relatos exclusivos. Para Tony Ramos – que esteve em "Baila Comigo" (1981), "Felicidade" (1991) "Laços de Família" (2000) e "Mulheres Apaixonadas" (2003) – os trabalhos do autor se sobressaem pela capacidade de Maneco em prestar atenção à sua volta. “Antes de qualquer coisa, Manoel Carlos é um grande ser humano. Um exímio observador da natureza humana e daquilo que nos rodeia”, sintetiza. 

Conhecido por criar personagens femininas emblemáticas, o autor batizou a maioria de suas protagonistas como Helena. O fascínio que ele nutre pela mitologia grega e o fato de achar que este é um nome mais adequado para uma personagem do que para uma pessoa real ajudam a explicar essa repetição, que se tornou uma marca de suas obras, ao lado do cenário: o bairro do Leblon, no Rio de Janeiro.

Baseado na crença de que a função social de uma novela vai além da diversão, Manoel Carlos também é reconhecido pela inserção de pautas sociais em seus enredos. O episódio de "Tributo" resgata iniciativas bem-sucedidas, como o aumento expressivo de doações de medula óssea após "Laços de Família" ou a aprovação do Estatuto do Idoso, por conta da indignação com os maus-tratos de Dóris (Regiane Alves) aos avós em "Mulheres Apaixonadas".

Intérpretes de papéis inesquecíveis, diversos atores relembram a sua experiência no set de gravações e também nos bastidores. Deram depoimentos nomes como Christiane Torloni, Carolina Dieckmann, Susana Vieira, Alinne Moraes, Antonio Fagundes, Dan Stulbach, Deborah Secco, Gabriela Duarte, Giulia Gam, Júlia Lemmertz, Lilia Cabral, Mateus Solano, Mel Lisboa, Nívea Maria, Regiane Alves, Taís Araujo, Tony Ramos, Vera Holtz e Vivianne Pasmanter, além dos diretores Jayme Monjardim e José Bonifácio de Oliveira Sobrinho, o Boni. "Tributo" é uma série original Globoplay com redação de Isadora Wilkinson e Lalo Homrich, direção artística de Antonia Prado, direção de Matheus Malafaia e direção de gênero de Mariano Boni.

.: Tudo sobre o show de Madonna que será transmitido de graça na TV


Ela já está em terras brasileiras. E mesmo com uma agenda guardada a sete chaves, um compromisso da Rainha do Pop é mais que certo: no dia 4 de maio, Madonna tem um encontro com seus fãs nas areias de Copacabana e com todo o Brasil, através das telas da Globo, que prepara uma supertransmissão multiplataforma pela TV Globo, Globoplay e Multishow.

No comando do "The Celebration Tour in Rio" estarão Kenya Sade e Marcos Mion pela Globo em todas as suas telas - e ainda Marcus Majella, Laura Vicente e Gui Guedes pelo Multishow e Globoplay. A partir de 21h30, os fãs poderão curtir um aquecimento especial direto da praia de Copacabana, no Multishow e no Globoplay. E, quando chegar a hora do grande show começar, a TV Globo entra em cena para a transmissão completa do espetáculo, logo após a novela "Renascer".

Uma mega produção, para uma supertransmissão
Para a produção do show da Madonna, a Globo prepara uma cobertura multiplataforma, levando sua estrutura de grandes festivais de música, de alta tecnologia. O show será dirigido de uma unidade móvel, captado por mais de 30 câmeras e dezenas de profissionais estarão no local e na emissora, dando suporte ao time que estará na praia de Copacabana. Tudo pensado e planejado para levar os mínimos detalhes e proporcionar a sensação de estar presente nas areias da praia, mesmo para quem estiver em casa.

A transmissão tem direção geral de Pedro Secchin e direção de gênero de Raoni Carneiro, e ambos reforçam que fazer parte desse momento tem um gostinho diferente. "A Globo tem tradição na exibição de grandes eventos e tenho orgulho em dizer que temos uma estrutura e um time de altíssimo nível. Temos equipamentos avançados que atendem a todas as demandas técnicas para uma cobertura desse porte. Nosso objetivo é ampliar a experiência do nosso público, levar a emoção de quem está na arena e ser um elo real entre os fãs e seus artistas. E com certeza, quando alguém falar do show da Madonna no Rio, sabemos que será um privilégio dizer que estivemos lá e levamos isso para milhões de pessoas em todo Brasil, para além das areias da praia", celebra Raoni.

A apresentação será a única da cantora em toda a América do Sul, e os fãs brasileiros poderão ver a diva pop interpretar os maiores hits da sua extensa carreira. "A troca com o time da Madonna tem sido muito bacana. Além de excelentes profissionais, uma equipe muito carinhosa com todos. É um setlist composto só de sucessos, com músicas que ouvimos a vida toda. Ao mesmo tempo, existe uma complexidade, pela escala da turnê e sobretudo a expectativa de todos em assistirem o espetáculo. A gente é fã e trabalha para o fã, então quanto maior a expectativa deste fã interno e externo, maior é o nosso desafio para levar para casa das pessoas uma experiência inesquecível", conclui Pedro Secchin.

Duas produtoras da Globo - Valesca Campos, produtora executiva, e Maria Garcia, gerente de produção - são as responsáveis por planejar toda estrutura, logística e equipe para fazer uma transmissão desse tamanho acontecer. Ambas falam sobre o desafio e o sentimento de realização, que é comum a todos na equipe. "Para realizar uma transmissão da magnitude são necessárias muitas áreas trabalhando em sincronia perfeita. São mais de 200 profissionais, incluindo equipes de logística, figurino, caracterização e outras áreas para fazer isso acontecer. É uma megaestrutura local, com TV compound temporário que compreende camarins, salas de operação, caminhões satélite e geradores – e mais outra distribuída na emissora. Tudo isso apoiado por equipamentos de tecnologia para o broadcast. Ao mesmo tempo, é a realização de um sonho", fala Maria Garcia.

Valesca Campos, completa e reforça o discurso. “Participar desse momento épico da carreira da artista que sonorizou vários momentos da minha vida - e de tanta gente - será um dos maiores privilégios e desafios da minha carreira. Temos uma mega estrutura musical na Globo, e desejamos que tudo isso ajude a levar essa emoção para quem estiver nos assistindo”.

Jornalismo com cobertura especial
Após 12 anos, esta é a quarta passagem de Madonna para shows no Brasil, que já se apresentou no país com as turnês "The Girlie Show", em 1993, "Sticky and Sweet Tour", em 2008, e "MDNA", em 2012. Esse momento, claro, terá uma cobertura especial do jornalismo da Globo. Desde que Madonna chegou ao Rio de Janeiro, o jornalismo da TV Globo acompanha a sua movimentação pela cidade nos jornais locais e de rede e durante todo o sábado, 4, dia do show, traz toda cobertura em seus telejornais e em flashes na programação, com o serviço do show, orientando a população sobre como chegar em Copacabana e os moradores do bairro sobre o fechamento das ruas, atualizando sobre o esquema de transporte e segurança e mostrando a chegada do público ao evento com a ajuda do Globocop. À noite, Monica Teixeira apresenta o RJ2 direto de Copacabana.

Durante toda a semana, a GloboNews terá um repórter na porta do hotel para acompanhar a agenda da Madonna. No sábado, desde a manhã, repórteres acompanharão toda a movimentação no bairro e, durante o espetáculo, o canal terá um repórter na areia de Copacabana e outro em um ponto estratégico, com vista privilegiada de toda a praia. Às 16h30, no dia do show, o especial "Efeito Madonna" da GloboNews vai mostrar como a artista, com 65 anos de idade e mais de 4 décadas de carreira, segue mobilizando multidões ao redor do mundo, além da sua importância política; o movimento dos fãs; e sua influência artística, que revolucionou a indústria de grandes shows, deixando um legado para novos artistas, hoje consagrados. 

Entre os entrevistados, as cantoras Luísa Sonza, Luiza Possi e Daniela Mercury; Cecília Madonna Young, escritora, fã da cantora e filha da Fernanda Young; Luiz Oscar Niemeyer, responsável por trazer a Celebration Tour ao Brasil; Mariana Lins, pesquisadora da Universidade Federal de Pernambuco, autora da tese "A Estetização da Política na Performance de Madonna’; Mary Gabriel, autora da recém-lançada biografia ‘Madonna: Uma Vida Rebelde"; além de fãs e colecionadores.

Além da cobertura completa do evento, o G1 prepara diversas reportagens especiais sobre Madonna, incluindo os figurinos desta turnê, looks icônicos de Madonna ao longo da carreira, infográfico sobre 40 hits e personas que representam os 40 anos de carreira entre outras, além de um conteúdo interativo sobre que hit Madonna lançou no ano que você nasceu. Já no gshow o público poderá conferir a conteúdos no formato de listas, com curiosidades, trajetória da rainha do pop e vida pessoal da cantora. No dia do show, o portal fará a cobertura geral da apresentação em Copacabana. 

Serviço
O show "The Celebration Tour in Rio" será exibido pela TV Globo após a novela "Renascer", pelo Multishow após "TVZ especial Madonna"; e pelo Globoplay, que terá sinal aberto para não assinantes logados. Produzido pela Bonus Track, o desenho de captação está sendo concebido pela Globo em parceria com Jonas Akerlund, colaborador de longa data da cantora. A transmissão tem direção geral de Pedro Secchin, produção executiva de Valesca Campos e produção de Maria Garcia e direção de gênero de Raoni Carneiro.

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