segunda-feira, 4 de janeiro de 2021

.: Estreia de "Era Uma Vez" promete movimentar noveleiros saudosistas


Exibida originalmente em 1998, estreia do dia 4 de janeiro marca um novo horário de novelas no VIVA. Foto: Divulgação VIVA

Uma história cheia de amor, aventura e magia está pronta para chegar no VIVA. Nesta segunda-feira, dia 4, o canal estreia "Era Uma Vez" em uma nova faixa de novelas. Exibida originalmente em 1998 na TV Globo, a trama ambientada na cidade fictícia de Nova Esperança, na região de Santa Catarina, vai ao ar de segunda a sábado a partir das 12h30, com reapresentação à 1h15. Com Drica Moraes, Herson Capri, Deborah Secco, Marcos Frota, Antonio Calloni e Diogo Vilela, "Era Uma Vez" foi escrita por Walther Negrão e dirigida por Jorge Fernando, Marcelo Travesso e Fabrício Mamberti.

A novela conta a história do viúvo Álvaro (Herson Capri) que mora com seus quatro filhos - Glorinha (Luiza Curvo), Zé Maria (Alexandre Lemos), Marizé (Alessandra Aguiar) e Fafá (Pedro Agum) - no modesto sítio de seu pai, Pepe (Elias Gleizer). O rico e poderoso Xistus (Cláudio Marzo) - avô materno das crianças e dono da fábrica de chocolates da cidade - contrata Madalena (Drica Moraes) para trabalhar como governanta em sua casa. Com seu jeito espontâneo, logo cativa os filhos de Álvaro, que também se apaixona por ela. Quem não gosta nada disso é Bruna (Andrea Beltrão), namorada de Álvaro. O elenco também conta com Nair Bello, Tuca Andrada, Cláudio Heinrich e Nívea Stelmann.

"Era Uma Vez" marcou a primeira protagonista de Drica Moraes em uma novela da TV Globo. "Ter feito a novela foi um presente enorme dado pelo Jorge Fernando. Era uma personagem doce, amorosa, bondosa e delicada. Tive muito prazer em interpretá-la. Acho que falta isso nos dias de hoje, a gente aprendeu a gostar dos bandidos e vilões e a desprezar os personagens bondosos e generosos. Tenho muito orgulho de ter participado e trabalhado com um elenco tão maravilhoso", afirma Drica.

Herson Capri, par romântico de Drica na novela, reforça a atualidade da trama. "Depois de 20 anos o público vai perceber que as questões centrais continuam muito atuais porque trazem o amor e o afeto como o eixo condutor da história. ‘Era Uma Vez’ é uma novela de família feita para a família. Tem alguma coisa de 'Noviça Rebelde', com uma governanta apaixonante que as crianças adoram e uma quase madrasta não tão querida. E também é uma história de amor. Foram gravações muito agradáveis e eu ainda tive o prazer de montar cavalos de corrida na pista em alta velocidade, que foi uma experiência única", relembra.

Antonio Calloni, que viveu o andarilho Maneco Dionísio na trama, acredita que a estreia da novela chega em um momento oportuno. "O Maneco representa tudo o que o Brasil precisa, que é generosidade, fraternidade e força. Ele tem essas três características. É super bem humorado, muito engraçado, um cara totalmente do bem. As pessoas comentaram muito isso na época. Foi um personagem muito bem quisto, um astral maravilhoso. Foi uma imensa felicidade ter feito esse personagem", diz.

Intérprete do bon vivant Horácio, Marcos Frota celebra a estreia e relembra seu personagem. "O canal VIVA tem presenteado o público trazendo o melhor da teledramaturgia da TV Globo. ‘Era Uma Vez’ era uma novela muito simpática e que o público vai acompanhar com muito prazer. Tem um enredo gostoso e um elenco muito equilibrado. O Horácio foi, para mim, uma diversão. Ele flutuava pelos vários núcleos da novela, sempre tentando aprontar alguma", diz. O ator reforça também a presença de Nair Bello na trama, que viveu Dona Santa no folhetim. "Uma atriz de uma estirpe das grandes do país, que vai da comédia ao drama com muita facilidade, talento e carisma. Contracenar com a Nair foi um prazer absoluto e eu a tenho para sempre no coração", afirma.

Diogo Vilela, que viveu Frei Chicão, padre franciscano irmão de Dona Santa, lembra com carinho da novela. "Foi um momento de muita alegria para mim ter sido convidado para fazer a novela. Era um personagem forte por ser um religioso e eu me identifiquei por também ser místico. Walther Negrão falava da fé com muita ternura mas sem exageros, o que dava um tom extraordinário para as cenas e para o horário na época. É uma novela familiar e que foi gostosa de se fazer", recorda Diogo. "Tenho muitas saudades desse tempo e vai ser um prazer assistir novamente a novela, agora no VIVA. No momento trágico em que vivemos chega ser aconchegante ver a pureza das relações da novela", completa.

A nova faixa de horário do VIVA retorna para atender os pedidos dos fãs. "O VIVA começa 2021 com esta grande novidade. Atendemos aos pedidos dos fãs da marca para trazer novamente mais um horário para novelas com tramas mais leves e lúdicas tanto para o público adulto, quanto para os mais jovens. ‘Era Uma Vez’ traz um elenco maravilhoso com uma história leve e descontraída, com o romance clássico dos folhetins", comenta Stephanie Purwin, gerente de programação do GNT, VIVA e Mais na Tela. 




.: Diário de uma boneca de plástico: 4 de janeiro de 2021


Querido diário,

No meu primeiro post do Instagram, de 2021, eu posei ao lado das minhas amigas de longa data, Estrelinhas, e das novatas frenemis Poppy Parker e Ginger Gilroy. Duas beldades que estrearam o canal do Photonovelas nesse ano novinho em folha. 

Pois é! A honra de ilustrar um vídeo novo foi toda das duas. Elas chegaram em uma caixa tão, tão linda!! Não que eu queria voltar a viver numa caixa... Graças a Deus estou fora disso há anos, inclusive!

O legal é que as duas vieram para a minha dona perfeitinhas e ela comprou da amiga dela. Então, essas duas tem o toque especial, sabe? Já sei que vou ter concorrência peso pesado no pedaço, mas acho que eu tenho tudo para me manter. Sei muito bem que ganhei o coração da minha dona! Ah, disso eu sei.

Querido diário, dá só uma olhadinha no vídeo delas lá no Photonovelas e me diga... são lindas mesmo, não é?!

Beijinhos pink cintilantes e até amanhã,

Donatella Fisherburg
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domingo, 3 de janeiro de 2021

.: Resenha de "A Caminho da Lua", animação estilo colorido Disney


Por: Mary Ellen Farias dos Santos*

Quantas histórias ouvimos na infância e nos encantamos por elas? Em "A Caminho da Lua", animação musical da Netflix em parceira com a Pearl Studio, Fei Fei é uma menininha que adora ouvir a lenda de Chang'e que é relacionada a comemoração do Festival da Lua -e típicos bolinhos da lua. Assim, fica claro que a trama da película é apoiada numa história de amor mantida mesmo que a distância. 

Eis que o destino atua de modo traiçoeiro e leva a mãe da menina para outro plano. Após quatro anos, o pai de Fei Fei encontra uma nova pretendente, mas, como é de se esperar, a menina, já maiorzinha, não aceita a ideia de ter uma mulher substituindo a figura materna. O que a mais incomoda? O fato de a novata tomar o lugar da mãe dela.

Para piorar, além de a nova namorada do pai ter um filho que é um menininho bem chiclete com Fei Fei (Cathy Ang), o pai deixa claro, assim como alguns familiares, que não acredita na lenda da deusa Chang'e. Desapontada com tal revelação, a jovem decide criar um foguete para comprovar a todos e, principalmente, ao pai, que Chang'e, de fato, vive na Lua à espera do reencontro com seu amado.

Assim, a aventura em "A Caminho da Lua" começa com direito a vários personagens agentes que fazem a história acontecer e ser muito, muito ágil. O colorido brilha com toques fluorescentes e explode na tela, geralmente, durante as canções. Tal qual o estilo Disney de animar. 

No entanto, há uma explicação plausível para todo esse ritmo e colorido. O longa é dirigido por Glen Keane, que já trabalhou na Disney como no curta-metragem "Dear Basketball" (leia mais aqui!) , além de ser co-dirigida por John Kahrs, a partir de um roteiro de Audrey Wells com a colaboração de Alice Wu e Jennifer Yee McDevitt. 

O enredo de "A Caminho da Lua" tem os elementos certos para agradar a todos os públicos. Não é uma história para menino ou menina e está longe de ser raso. É um filme para assistir em família. E pensando nesse filão, o filme tem produtos próprios, inclusive bonecas no tamanho da Barbie, de Fei Fei e da deusa Chang'e.

O longa-metragem animado de quase 100 minutos, vai além do entretenimento ao fazer o público rir, dançar, cantar e ainda escapar algumas lágrimas. Como não se emocionar com a mãe de Fei Fei ou com a deusa Chang'e e seu amado? A produção que tem a música-tema "Vou Voar", gravada no Brasil por Priscilla Alcântara, é para ver e rever!

Filme: A Caminho da Lua (Over The Moon, EUA, China)

Duração: 1h 35min 

Gênero: Aventura, Comédia, Fantasia

Direção: Glen Keane, John Kahrs

Elenco (Vozes): Cathy Ang, Ken Jeong, Sandra Oh, Kimiko Glenn

Lançamento: 23 de outubro de 2020 na Netflix

*Mary Ellen Farias dos Santos é criadora e editora do portal cultural Resenhando.com. É formada em Comunicação Social - Jornalismo, pós-graduada em Literatura, licenciada em Letras pela UniSantos - Universidade Católica de Santos e formada em Pedagogia pela Universidade Cruzeiro do Sul. Twitter: @maryellenfsm



.: Diário de uma boneca de plástico: 3 de janeiro de 2021

Querido diário,

Na madrugada de 31 de dezembro de 2020, terminei a leitura de "Laura Dean Vive Terminado Comigoe, já na noite seguinte, no primeiro dia de 2021, comecei a me empenhar em outra leitura: "Coraline", um clássico de Neil Gaiman. Aaaaah! Eu fiquei ainda mais encantada por ele depois de vê-lo na CCXP 2020. Tão, tão fofo com aquele inglês britânico.

Sabe o que estou concluindo? O livro é mil vezes melhor do que a animação "Coraline e o Mundo Secreto" que também é muito, muito linda. Mas ler... aaaaah! É tão mais empolgante!! E olha que a minha dona e o marido dela, na época ainda namoradinhos, foram assistir no cinema e ela adorou. É o que mais ouço aqui em casa.

Ah! Sabe o que fiz? Assim que terminei o primeiro capítulo assisti um pedacinho da produção cinematográfica de 2009, que é um espetáculo e está disponível gratuitamente no YouTube. Amei demais fazer isso... vou lendo e assistindo partes -mais ou menos- respectivas!!

Estou tão feliz, querido diário!!

Beijinhos pink cintilantes e até amanhã,

Foto do meu ensaio fotográfico "Thousand Years": photonovelas.blogspot.com/2013/12/thousand-years.html

.: Mostra de repertório Teatro Viradalata estreia nesta segunda-feira


O Teatro Viradalata comemora 15 anos de história com mostra de repertório infantil online e presencial no mês de janeiro. É possível retirar os ingressos gratuitamente na bilheteria do teatro e assistir ao vivo, mas as peças também serão exibidas pelo Youtube em tempo real para quem prefere não sair de casa . 

Fundada em 2005 por Alexandra Golik, a Cia Viradalata vem produzindo diversos espetáculos aclamados pelo público e crítica. Os cinco espetáculos infantis da companhia entram em cartaz no Teatro Viradalata a partir desta segunda-feira, dia 4, e ficam em cartaz até dia 29 de janeiro de 2021 de maneira híbrida: é possível assistir ao vivo no teatro ou online pelo canal do Youtube.

Toda a programação acontece de segunda a sexta-feira, às 16h, é gratuita e executada por meio da 1ª Edição do Prêmio Aldir Blanc de Apoio à Cultura da Cidade de São Paulo. A companhia, que tem como uma das suas principais características a utilização dos fundamentos do teatro físico, além de estar intimamente ligada ao cômico e a técnica do palhaço, apresenta 20 sessões dos espetáculos:  "Coquetel de Fadas", "Os Três Mosqueteiros", "Viralatas o Musical", "História do Brasil" e "Medinho Medão".


Porque fazer teatro infantil?, por Alexandra Golik
Há 15 anos que faço essa pergunta. E, ao longo desse tempo, venho refletindo sobre meu trabalho e a resposta seria simples, se a questão não fosse tão complexa. Fazer teatro infantil serve para que as crianças possam, através do imaginário, entender algumas das questões mais profundas da vida como o respeito, a amizade, a compaixão, a tolerância, a justiça, o amor, a dignidade, a honestidade, a força de vontade, o senso de humor, assim como a raiva, o egoísmo, a intolerância, a injustiça, a discriminação, a desonestidade, a falta de respeito, a inimizade, a desonestidade e tantas outras questões. 

A arte como um todo tem um grande poder de “síntese da realidade”. É através dela que muitas vezes se pode compreender o incompreensível. E o teatro é em si, uma arte muito rica, pois engloba muitas outras artes como música, dança, pintura, arquitetura, literatura, e ainda outras não citadas aqui.

Acredito que ter contato com um universo tão rico, certamente contribui para que desde cedo, uma criança seja uma pessoa mais completa, com mais recursos. Por isso fazer Teatro Infantil é tão importante. Quanto mais cedo uma criança tem contato com o universo artístico, mais facilmente poderá se tornar um ser humano melhor, mais abrangente.

Educação, arte e cultura deveriam andar juntas, uma vez que uma complementa a outra. Se em nosso país tivéssemos isso como premissa escolar, nos tornaríamos rapidamente um país mais desenvolvido e mais justo.

A Cia Viradalata trabalha com a renovação do tratamento dado às plateias infantis, pois o teatro para crianças é um gênero teatral específico e a companhia conhece as balizas e os componentes preponderantes que delimitam uma encenação teatral para as plateias infantis, bem como os elementos que definem esta especificidade e onde se localizam, na carpintaria e nos conteúdos dramatúrgicos, na encenação e na interpretação.

Embora com uma grande produção na cidade de São Paulo, o teatro para crianças ainda é considerado como uma arte de menor importância, tanto pelos órgãos públicos da cultura e da educação como pelos patrocinadores e até mesmo pelos artistas, na sua grande maioria, encarando-o muitas vezes como arte para o início de carreira.

É claro que o que se observa é que ainda permanece um número expressivo de espetáculos com propósitos questionáveis e interesses nitidamente comerciais com adaptações improvisadas atraindo grande parcela do público que, ao escolher o espetáculo, opta por títulos conhecidos.

As atividades artísticas dedicadas às crianças no campo da produção, da difusão, da memória e do estudo não são priorizadas pelas políticas públicas. Todos estes fatos são decorrência, em última análise, de uma visão estreita que ainda prevalece em relação ao tema e à sua importância no conjunto das artes, da educação e da cultura. Ampliar o nível de compreensão e o reconhecimento da importância do teatro para crianças é o grande desafio a ser enfrentado com o objetivo de transformação desta realidade.


"Coquetel de Fadas" - Segundas-feiras, às 16h
Tudo começa quando Chapeuzinho Vermelho, Cinderela e Branca de Neve estão na floresta, apressadas, correndo de volta para casa. Chapeuzinho se perdeu ao procurar a casa da avó, Cinderela se perdeu porque se atrasou ao sair do baile e Branca de Neve se perdeu ao fugir da bruxa malvada. Desesperadas, as três personagens correm muito para achar o caminho de volta quando, inesperadamente, perdem um de seus sapatos. Agora, além de precisarem chegar ao lugar desejado, sabem que só serão novamente apresentáveis à sociedade quando recuperarem o sapato perdido e tiverem novamente um par. 

Ficha técnica 
Texto e Direção: 
Alexandra Golik
Elenco: Rennata Airoldi e Bebel Ribeiro
Cenário: Paula de Paoli e Alexandra Golik
Trilha Original Composta: Gus Bernardo
Supervisão Musical: Marco Boaventura
Letra das Músicas: Alexandra Golik
Figurino: Luciano Ferrari
Sapatos: Alexandra Golik
Adereços: Beto Silveira
Programação Visual e Ilustrações: Paula de Paoli
Iluminação: André Lemes
Fotos: Natalia Angelieri
Contrarregra: Fernando Sagas
Produção e Realização: Cia. Viradalata

Teaser de "Coquetel de Fadas"


"Os 3 Mosqueteiros" - Terças-feiras, às 16h
Tudo se passa na França de 1625, época de grande convulsão política e religiosa em que o Rei Luís XIII e seu conselheiro, O Cardeal Richellieu, querem manter a qualquer custo o controle de seus compatriotas protestantes na defesa dos interesses franceses. Neste contexto, D’Artagnan, um jovem provinciano, sai de sua terra natal no Sul da França em direção a Paris com o intuito de se tornar um fiel mosqueteiro do rei. 

No entanto, antes de atingir seu objetivo, muitas peripécias acontecem, obrigando o jovem gascão a lidar com toda sorte de intrigas, romances e segredos que alteram inesperadamente a história. O perigo é constante neste universo de espiões e delatores, mas ao juntar-se aos mosqueteiros Athos, Porthos e Aramis, D’Artagnan faz com que até o impossível se torne possível, tamanha é a força desta união. 

Juntos, D’Artagnan e seus três amigos mosqueteiros enfrentam, sem jamais esmorecer, o poderosíssimo Cardeal Richelieu e sua rede de intrigas, conspirações e deslealdades, encabeçada pela pérfida Milady. “Um por todos e todos por um” resume, de forma fidedigna, alguns dos grandes significados desta história: a luta pelo poder e a importância capital da amizade. Adaptação livre do livro “Os 3 mosqueteiros” de Alexandre Dumas.

Ficha técnica:
Texto e direção: 
Alexandra Golik
Assistente de direção: Bebel Ribeiro
Elenco: Bebel Ribeiro, Marco Barretto e Renatta Airoldi
Figurinos: Luciano Ferrari
Produção de figurinos: Elen Zamith
Cenário: Alexandra Golik, Michele Rolandi e Tide Nascimento
Trilha sonora original: Gus Bernard e Alexandra Golik
Letras das músicas: Alexandra Golik 
Adereços e desenho gráfico: Victor Poeta
Iluminação: André Lemes
Fotos: Lenon Bastos e Natalia Angelieri
Administração: André Oliveira
Direção de produção e produção executiva: Cia Viradalata
Realização: Cia Viradalata 

Teaser de "Os 3 Mosqueteiros" 


"Viralatas, o Musical" - Quartas-feiras, às 16h
Fifi recebe vários “mimos” de sua dona e costuma passear na badalada Rua Oscar Freire. Embora cercada de todo “luxo” se sente sempre muito sozinha... Esse cenário estável se transforma depois que seus novos amigos vira-latas colocam Fifi em uma grande enrascada e sua dona resolve devolvê-la ao Pet Shop. Muito arrependidos, os colegas criam um plano para resgatar a cachorrinha. Ajudam a contar a história as doze músicas assinadas por Golik com arranjos de Gus Bernard. O musical tem como pano de fundo a delicada questão sobre a necessidade de adoção de animais abandonados.

Ficha técnica
Texto e Direção: 
Alexandra Golik
Assistente de direção: Bebel Ribeiro
Elenco: Bebel Ribeiro, Diego Rodda, Marco Baretho
Cenário e Figurino: Paula de Paoli
Trilha Sonora Original: Gus Bernard
Iluminação: André Lemes
Fotos: Natalia Angelieri

Direção de Produção e Produção Executiva: Cia Viradalata

Teaser de "Viralatas, o Musical"


"História do Brasil" - Quintas-feiras, às 16h
O espetáculo explica os principais acontecimentos históricos do Brasil, desde a chegada de Pedro Álvares Cabral até os dias atuais, de forma lúdica e musical. Os acontecimentos são tratados com leveza e humor, focando na formação dos pilares da estrutura social brasileira. Passaremos pelos períodos da Colônia, Reino Unido, Império e República, por cada uma das sete Constituições que já vigoraram e pelas algumas das principais mobilizações populares que existiram ao longo de nossa história.

Ficha técnica
Texto e direção: 
Alexandra Golik
Assistente de direção: Bebel Ribeiro
Elenco: Diego Rodda, Humberto Morais, Joice Jane Teixeira, Marco Barretho e Rennata Airoldi Cenário e design gráfico: Paula de Paoli
Figurinos: Luciano Ferrari
Produção de Figurino: Lord Lu Entreterimento
Iluminação: André Lemes
Vídeos: Dani Taks
Projeção Mapeada: Eduardo Artoud
Música e Letras: Alexandra Golik
Arranjos das Músicas: Gus Bernard
Trilha Incidental: Diego Rodda
Operador de Som e Vídeo: Fernando Sagas
Adereços: Michelle Rolandi
Fotos: Natalia Angelieri

Teaser de "História do Brasil"


"Medinho, Medão" - Sextas-feiras, às 16h
O espetáculo conta a história de Rafa, que, como muitos meninos urbanos, sofre com a ausência de seus pais, que trabalham muito e estão sempre super ocupados. O mundo de Rafa é povoado por medos: de elevador, de formiga, de cair da cama, de barata, de barulho, de ficar sozinho, do escuro, do fundo, do fogo, do frio, da professora de matemática, de monstro e de minhoca. Num dia em que todo mundo esquece de buscá-lo na escola, em sua solitária espera, Rafa cai no sono; seu sonho o leva para um lugar diferente, onde começa a entender que ter medo não é uma vergonha e acabar com ele pode ser um desafio, além de muito divertido.

Ficha técnica
Texto, direção e cenário: 
Alexandra Golik
Elenco: Diego Rodda e Marco Barretho 
Programação visual e ilustração: Paula di Paolli
Trilha sonora – trilha original, composição e arranjos: Guga Bernardo
Supervisão musical: Marco Boaventura
Letras de músicas: Alexandra Golik
Figurino: Kleber Montanheiro
Iluminação: André Lemes
Adereços: Beto Silveira
Fotos: Natalia Angelieri

Teaser de "Medinho Medão" 



Sobre Alexandra Golik
Bacharelada em Interpretação Teatral na Escola de Comunicação e Artes de São Paulo - ECA-USP. Estudou na École Internationale de Théâtre de Jacques Lecoq, e na École Philippe Gaulier, ambas em Paris. Escreveu e dirigiu vários espetáculos, entre eles: "Killocaloria", "Insônia", "O Poço", "Mamy", "Sequestro", "Vilcabamba", "Medinho Medão" e "Coquetel de Fadas". 

Foi coautora nas adaptações de "Chapeuzinho Vermelho", "Os 3 Porquinhos", "João e Maria", "Peter Pan e Wendy", "Alice no País das Maravilhas" e "Pinóquio" feitas pela Cia Le Plat du Jour, fundada em 1992. Como atriz fez inúmeros espetáculos infantis e adultos. Recebeu os prêmios APCA e FEMSA por "Peter Pan e Wendy", prêmio FEMSA de melhor atriz e melhor adaptação por "Os Três Porquinhos" e APCA de melhor adaptação por "Os Três Porquinhos". Como melhor atriz, recebeu o FEMSA e APCA pelo espetáculo "Peter Pan e Wendy" e melhor direção pelo espetáculo Grávido.

Ficha Técnica da Mostra de Repertório
Direção Artística:
 Alexandra Golik
Direção de Produção: André Oliveira
Produção: Natalia Angelieri
Designer: Giulia Vilaverde
Operador de Som: Bianca Livorno e Fernando Freitas
Operador de Luz: André Lemes
Coordenação e Prestação de Contas: Michelle Gabriel
Assessoria de Imprensa: Pombo Correio

Serviço: 

De 4 a 29 de janeiro de 2021 – de segunda a sexta-feira, às 16h.
Gratuito – retirar ingresso na bilheteria ou acessar o canal do YouTube do Teatro Viradalata
** A bilheteria abre duas horas antes das apresentações.
Rua Apinajés 1387 – Perdizes. Telefone: (11) 3868-2535


Agenda:
"Coquetel de Fadas":
 às segundas;
"Os 3 Mosqueteiros": às terças;
"Viralatas – o Musical": às quartas;
"História do Brasil": às quintas;
"Medinho Medão": às sextas

.: VIVA começa 2021 com estreias na programação


Primeira semana de janeiro traz "Era Uma Vez", "Chapa Quente", "As Brasileiras", "O Relógio da Aventura" e "Terra dos Meninos Pelados" ao canal. Foto: Divulgação VIVA

O VIVA abre o ano com novidades para o público. Na primeira semana de janeiro, além da estreia da novela "Era Uma Vez" na segunda-feira, dia 4, a partir das 12h30 - com reapresentação à 1h15 -, o canal também exibirá no mesmo dia, a partir das 20h15, a primeira temporada de "Chapa Quente". Criado por Cláudio Paiva, o seriado mostra as confusões de Marlene (Ingrid Guimarães) e Genésio (Leandro Hassum).

Na quarta-feira, dia 6, a partir das 20h15, estreia "As Brasileiras", seriado baseado na obra de Sérgio Porto que representa a diversidade feminina do Brasil, em verdadeiras viagens de Norte ao Sul do país. Já no sábado, dia 9, a partir das 20h30, o espectador confere as exibições de "O Relógio da Aventura" - mostrando as inusitadas histórias vividas por um menino que viaja no tempo - e "Terra dos Meninos Pelados", musical que conta a história de um menino diferente de todos os outros por ter um olho preto e um azul, além da cabeça pelada.

"Era Uma Vez"
Estreia:
4 de janeiro.
Horário: a partir das 12h30 e, também, à 1h15.

"Chapa Quente" - Primeira Temporada
Estreia:
4 de janeiro.
Horário: a partir das 20h15.

"As Brasileiras"
Estreia:
6 de janeiro.
Horário: a partir das 20h15 - com dois episódios em sequência.

Especiais "O Relógio da Aventura" e "A Terra dos Meninos Pelados"
Exibição:
9 de janeiro.
Horário: a partir das 20h30.

.: "Roda Viva" entrevista escritor que previu pandemia de coronavírus


Programa inédito com David Quammen vai ao ar nesta segunda-feira, dia 4, às 22h. Foto: Gelse Montesso

Nesta segunda-feira, dia 4, o "Roda Viva" exibe entrevista inédita com o escritor David Quammen, autor do best-seller "O Contágio", livro publicado em 2012, que alertou, com grande antecedência, sobre a pandemia do coronavírus. Apresentada por Vera Magalhães, a edição inédita vai ao ar, a partir das 22h, na TV Cultura, site da emissora, Twitter, Facebook, YouTube e LinkedIn.

Na entrevista ao programa, Quammen conta que o segredo de seu trabalho está em percorrer diversos países e conversar com cientistas que podem antecipar situações de alto risco, como a provocada pela Covid-19. Com uma longa carreira literária, David é autor de 15 livros, um deles sobre o vírus Ebola. Ele também escreve para jornais e revistas, como o The New York Times, National Geographic, Rolling Stone e The New Yorker. Ganhou o prêmio literário da Academia Americana de Artes e Letras e venceu três vezes o National Magazine Award, concedido pela Universidade de Columbia, em Nova York.

O programa conta com uma bancada de entrevistadores formada por Luiza Caires, editora de Ciências do Jornal da USP; Reinaldo José Lopes, jornalista de Ciência de Folha de S. Paulo; Carlos Orsi, editor-chefe da revista Questão de Ciência; Mariana Peixoto, jornalista do Estado de Minas; e Ricardo Alexino, jornalista e professor da Escola de Comunicação e Artes da USP. Há ainda a participação do cartunista Paulo Caruso. Realização: Fundação Padre Anchieta, Secretaria Especial da Cultura, Ministério do Turismo e Governo Federal - Lei de Incentivo à Cultura.


sábado, 2 de janeiro de 2021

.: "Laura Dean Vive Terminando Comigo" não é historinha água com açúcar

Por: Mary Ellen Farias dos Santos*


Nem toda relação é pura e simplesmente linda. Na história em quadrinhos "Laura Dean Vive Terminado Comigo", da dupla Mariko Tamaki e Rosemary Valero-O´Connell, publicado pela Intrínseca, duas meninas, Freddy Riley e Laura Dean, caem de amores numa ciranda durante uma atividade física escolar. Enquanto Riley é emoção, Dean é razão. Desta forma, o relacionamento entre as duas fica mais para uma amizade com benefícios, o que não é tão claro para Frederica.

Por outro lado, Riley vai se cansando da forma que é tratada pela popular Laura Dean, desde bolos em encontros ou descobertas desagradáveis -Laura estar com outra pessoa. Nesse trajeto, ao lado, tem grandes amigos, como por exemplo, Doodle, mas também faz uma amizade especial com Vi, desconhecida que testemunhou o vexame que Freddy deu após beber além da conta na festa do Dia dos Namorados.

De fato, "Laura Dean Vive Terminado Comigonão é mais uma historinha de final feliz e previsível. O livro estampa um recorte da relação de Freddy com os que a cercam e, claro, com foco em Laura Dean. Dessa forma, surge a temática do relacionamento abusivo e diante de cada diminuição da autoestima de Freddy, o leitor que se deixa envolver pela trama, pensa em um título alternativo ao livro: "Eu odeio Laura Dean".

A publicação de 304 páginas, das premiadas quadrinistas Mariko Tamaki e Rosemary Valero-O’Connell é de encher os olhos diante dos quadrinhos em preto e branco, com detalhes nas imagens na cor rosa, dando todo um toque delicado ao livro, o que inclui a belíssima capa. "Laura Dean Vive Terminado Comigovenceu três Eisner Awards, maior prêmio do universo dos quadrinhos, nas categorias Melhor Roteirista, Melhor Artista e Melhor Publicação Para Adolescentes. Você pode comprar "Laura Dean Vive Terminando Comigo", de Mariko Tamaki e Rosemary Valero-O’Connell, neste link: amzn.to/2LhfXD9

Livro: Laura Dean Vive Terminando Comigo

Autoras: Mariko Tamaki e Rosemary Valero-O’Connell

304 páginas

Editora Intrínseca


*Mary Ellen Farias dos Santos é criadora e editora do portal cultural Resenhando.com. É formada em Comunicação Social - Jornalismo, pós-graduada em Literatura, licenciada em Letras pela UniSantos - Universidade Católica de Santos e formada em Pedagogia pela Universidade Cruzeiro do Sul. Twitter: @maryellenfsm

.: Diário de uma boneca de plástico: 2 de janeiro de 2021


Querido diário,

Hoje já é o segundo dia do ano de 2021. Estou viva!!

Embora o primeiro dia seja celebrado como o da Paz Mundial, aqui no Brasil não foi bem assim. 

Os noticiários já registraram, uma cena esdrúxula de deixar qualquer um, com o mínimo de bom senso, boquiaberto. Em plena pandemia, perto de completar 200 mil mortos por Covid-19 e sem muita certeza sobre a vacina ao povo brasileiro, logo perto daqui de casa, em Praia Grande, litoral paulista, um vuco-vuco generalizado na praia foi endossado pelo atual presidente que chegou a pular no mar. 

Meu Deus! O cara se acha um rockstar e tem quem o faça crer criando coro com a palavra que mais perdeu significado nos últimos anos: mito.

Enfim... que Deus nos guarde e proteja! 

Beijinhos pink cintilantes e até amanhã,

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.: "Em Águas Profundas", de Patricia Highsmith, volta às livrarias

Com adaptação cinematográfica protagonizada por Ben Affleck prevista para 2021, "Em Águas Profundas" é o thriller da autora de "O Talentoso Ripley" chega nas livrarias e para assinantes do clube intrínsecos

Esgotado nas livrarias brasileiras há décadas, "Em Águas Profundas", de Patricia Highsmith, ganha edição em capa dura da Intrínseca e será dado de presente para alguns leitores. Os assinantes do Intrínsecos, clube de leitura da editora, receberam o livro em primeira mão em dezembro, como brinde especial, além dos já tradicionais livro surpresa, revista literária e brindes que fazem parte da caixa entregue mensalmente pelo clube. Nas livrarias, o livro vem fazendo sucesso.

Esse clássico de Patricia Highsmith, considerada uma das mais importantes escritoras de romances policiais de todos os tempos, estará disponível nas livrarias no início de dezembro. "Em Águas Profundas" tem a marca registrada da premiada escritora: o thriller explora os abismos mais sombrios da psique humana e lança luz para o fato de que sob a superfície das personalidades mais pacatas e exemplares podem se esconder as mais sórdidas psicopatias.

Vic e Melinda estão longe de ser um casal feliz ― seu casamento é mantido por um acordo nada convencional: Melinda pode ter quantos amantes quiser contanto que não arraste os dois e a filha para o caos de um divórcio. Tudo parece bem, mas, com o passar do tempo, Vic começa a se incomodar com os homens escolhidos pela esposa e adota uma estratégia inusitada para afugentá-los ao assumir a autoria do assassinato de um deles. Só que a notícia se espalha por toda a cidade do interior dos Estados Unidos e o antes cidadão-modelo, benfeitor, marido mais do que tolerante e empreendedor abnegado vira alvo da maledicência de todos.

Tudo levava a crer que a vida voltaria ao normal quando o verdadeiro assassino é descoberto, mas a revelação da mentira de Vic é o estopim de uma reviravolta nas convicções do próprio e nas relações que mantém com a comunidade, com os amigos e com Melinda e seus amantes. O que se cria é uma trama intrincada, repleta de segredos, manipulação e sangue. Você pode comprar "Em Águas Profundas", de Patricia Highsmith, neste link.

Sobre a autora
Nascida em Fort Worth, Texas, em 1921, Patricia Highsmith passou grande parte da vida adulta na Suíça e na França. Seu primeiro romance, Pacto sinistro, publicado em 1950, teve grande sucesso comercial e foi filmado por Alfred Hitchcock. Autora de mais de 20 livros, é a criadora do personagem Tom Ripley, o sofisticado sociopata que estreou em "O Talentoso Ripley", de 1955, que, além de aparecer em outros quatro romances, figura em adaptações para o cinema e a televisão. Ao longo de sua carreira, Highsmith ganhou os prêmios Edgar Allan Poe, O. Henry Memorial, Le Grand Prix de Littérature Policière e o Award of the Crime Writer’s Association da Grã-Bretanha.

Sobre o Intrínsecos
Com a proposta de publicar exclusivamente para assinantes alguns dos maiores lançamentos da Intrínseca antes de chegarem às livrarias, o clube intrínsecos já lançou, em primeira mão, obras inéditas de autores como Markus Zusak, Jojo Moyes, Liane Moriarty, Joël Dicker, Fernando Aramburu, Elena Ferrante, Ta-Nehisi Coates, entre outros. Com edições em capa dura, exclusivas e colecionáveis, o clube entrega mensalmente aos assinantes uma caixa que inclui também a revista intrínsecos, de ensaios e variedades, e itens extras como marcador, cartão-postal e brinde, sempre personalizados de acordo com o livro-tema.

Para assinar, basta acessar www.intrinsecos.com.br  e escolher entre os planos padrão e anual. O frete é fixo para todo o Brasil e a entrega é rastreável. Assinando até o último dia de cada mês, o leitor já recebe a caixa do mês seguinte. Caixas anteriores à adesão ao clube também podem ser adquiridas na loja do clube (https://loja.intrinsecos.com.br/), exclusivamente para assinantes.


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