quarta-feira, 7 de julho de 2021

.: Mannu Silva é Sol em “A Megera Domada - O Musical”


A atriz Mannu Silva integra o elenco de mais um espetáculo sob direção geral de Fernanda Chamma, desta vez a atriz dá vida a personagem Sol em "A Megera Domada - O Musical".


A atriz Mannu Silva integra o elenco da nova montagem do musical “A Megera Domada” com direção geral de Fernanda Chamma. Mannu Silva dá vida a personagem Sol e se destaca pelo seu solo. O musical é mais uma realização do Estúdio Broadway e conta com a participação de jovens talentos do teatro musical nacional, a adaptação do clássico de William Shakespeare e está em cartaz no Teatro Cassiano Gabus Mendes, em São Paulo.

Seguindo todos os protocolos de segurança exigidos pela OMS, o texto de Leonardo Robbi se passa numa escola com momentos de romance e comicidade, onde Catarina, com sua forte personalidade, assusta os garotos que a evitam por considerá-la muito durona, uma verdadeira megera. Com a chegada de Petrúquio, um jovem estudante que acabou de se mudar para a cidade, tudo pode acontecer…

Com idealização de Cininha de Paula e Fernanda Chamma, direção geral de Fernanda Chamma, encenação de Daniela Stirbulov, direção musical de Willian Sancar e coreografias de Thiago Garça, "A Megera Domada - O Musical" é uma forma de mostrar ao grande público que Shakespeare pode ser atual, moderno, e musical, proporcionando um programa cultural e divertido para toda família.

Sinopse do espetáculo
Catarina é uma garota bonita que possui uma personalidade forte. Já Bianca, sua irmã, é o oposto, meiga e sensível, ela é a garota mais desejada da escola. O pai das meninas, já viúvo, orientou Batista, o irmão mais velho, a não permitir que Bianca tivesse um encontro amoroso antes de Catarina. Com a chegada de Petrúquio, um garoto do interior que acabou de chegar na cidade, ele aceita o desafio de conquistar a megera. Será que ela é tão indomável assim?


Sobre a atriz:
Mannu Silva integrou o elenco de “O Banquete de Natal” e “A Christmas Carol” com apresentado no Teatro Renault, ambos com direção geral de Fernanda Chamma. Participação no clipe de "Hamilton" com direção de Fernanda Chamma e Wesley Messias e de “Matilda in Concert” com Flávio Lago e Fernanda Chamma. Recentemente integrou o elenco de “João e Maria - O Musical” em cartaz no Teatro D em São Paulo. A atriz se dedica ao ballet clássico na academia Nova Forma, em Arujá, onde já ganhou um concurso de dança na categoria solo. 

Cursou Teatro e Teatro Musical no Macunaíma, participando da peça “Alladin”. Participou do workshop da Agência Tribo de Atores. Faz curso de musicalização na Escola Minorulandia. No Estúdio Broadway fez curso de TV e Cinema com Rica Mantoanelli, curso de interpretação com Arthur Berges, jazz com Dani Delova e permanece até hoje fazendo curso de Teatro Musical, jazz, interpretação, sapateado e canto. Faz coaching com Fernanda Chamma. 


Serviço:
"A Megera Domada - O Musical"
Local:
Teatro Cassiano Gabus Mendes
Temporada até 11 de julho
Sessões aos domingos, às 15h e 18h
Ingressos: www.sigaartista.eadplataforma.com
Duração:
55 minutos
Gênero: musical
Classificação etária: livre 

Equipe criativa:
Idealização:
Cininha de Paula e Fernanda Chamma
Adaptação: Leonardo Robbi
Letras: Willian Sancar
Direção geral: Fernanda Chamma
Encenação: Daniela Stirbulov
Coreografias: Thiago Garça
Direção musical: Willian Sancar
Direção residente e assistência de direção: Roberto Justino
Direção de produção: Renata Alvim
Realização: Estúdio Broadway 

terça-feira, 6 de julho de 2021

.: Jornalista faz investigação íntima sobre os efeitos da perda da mãe


Em livro autobiográfico, jornalista português faz investigação íntima e sensível sobre os efeitos da perda da mãe na formação da sua identidade e de seu caráter.

Em 13 de julho, a Companhia das Letras lança o livro "Mãe", do jornalista e escritor português Hugo Gonçalves. Aos 40 anos, mais de 30 após a morte de sua mãe, o autor analisa os impactos dessa perda em sua formação. Por meio de uma viagem - geográfica e reflexiva - cria um relato tão honesto quanto sensível sobre o marco. 

Perto de fazer 40 anos, Hugo Gonçalves recebeu o testamento do avô materno dentro de um saco plástico. Iniciava-se ali uma viagem, geográfica e pela memória, há décadas adiada. O primeiro destino: a tarde em que recebeu a notícia da morte da mãe, em 1985, quando regressava da escola primária.

Durante mais de um ano, o escritor procurou pessoas e lugares, resgatando aquilo que o tempo e a fuga o tinham feito esquecer ou o que nunca soube antes sobre a mãe. Das férias da infância aos desgovernados anos em Nova York, ele foi recolhendo os estilhaços do luto: os corredores do hospital, o colégio de padres, uma cicatriz na perna, o escape do amor romântico, do sexo e das drogas ou uma road trip com o pai e o irmão.

Gonçalves faz um relato biográfico sobre o afeto, as origens, a família e as dores de crescimento, quando já cruzamos o arco da existência em que deixamos de fantasiar apenas com o futuro e precisamos enfrentar o passado. E o livro é também, inevitavelmente, uma homenagem à figura da mãe, ineludível presença ou ausência nas nossas vidas.


O que disseram sobre o livro
"Não é para qualquer um encarar a perda da mãe e suas consequências em nós e no que nos tornamos. Hugo Gonçalves o conseguiu de forma brilhante e comovente. Poesia crua e bela, um acerto de contas invejável e inesquecível com a vida."Marília Gabriela, jornalista

"O seu compromisso é com a verdade dos sentimentos que lhe vão surgindo, revelando coragem – ou não haveria livro – no modo como se expõe, como quer escapar a clichês e a uma piedade que conhece demasiado bem desde a perda da mãe. Ele faz o que fazem os escritores: pôr-se no lugar do outro, mesmo que isso seja impossível." – Isabel Lucas, jornalista

"Da dureza da idade adulta às recordações mais distantes, atravessando os 33 anos desde a morte da sua mãe, Gonçalves constrói, sobre a sua história verdadeira, uma fábula acerca do sentido do amor e da perda."João Tordo, escritor

Sobre o autor
Hugo Gonçalves nasceu em Sintra, Portugal, em 1976, e é autor de vários romances, entre eles Mãe (publicado originalmente como Filho da mãe), finalista dos prêmios PEN Clube e Fernando Namora. Coautor e roteirista das séries "País Irmão" e "Até que a Vida nos Separe", é jornalista premiado e foi correspondente de diversas publicações portuguesas em Nova York, Madri e no Rio de Janeiro, cidade onde trabalhou como editor.


Ficha técnica
Livro: 
"Mãe"
Capa: Tereza Bettinardi
Páginas: 184
Lançamento: 13 de julho de 2021
Editora: Companhia das Letras
Link na Amazon: https://amzn.to/3AxP7fl

.: Entrada do MASP será gratuita também às quartas-feiras de julho


B3, a bolsa brasileira, irá patrocinar a gratuidade às quartas durante todo o mês de julho. 


Em todas as quartas-feiras do mês de julho, a entrada no MASP será gratuita. A ação é um oferecimento da B3, a bolsa brasileira, que já patrocina as entradas gratuitas na primeira quarta-feira de cada mês até o final deste ano.

Sendo assim, durante todo o mês de julho, o público terá dois dias seguidos de gratuidade para aproveitar o museu, pois as quartas somam-se às já tradicionais terças com entrada grátis e patrocínio Qualicorp. 

MASP adotou todas as medidas necessárias para uma visita segura, confira: masp.org.br/visitasegura.O agendamento online, inclusive para os dias gratuitos, continua sendo obrigatório e deve ser feito pelo link: masp.org.br/ingressos.  

Ao adquirir um ingresso, o visitante tem acesso a todas as exposições em cartaz, que são: “Erika Verzutti: A Indisciplina da Escultura”, “Sala de Vídeo: Regina Vater”, “Conceição dos Bugres: Tudo É da Natureza do Mundo”, “Gabinete Beatriz Milhazes”, “Degas” e "Acervo em Transformação", mostra de longa duração do MASP. O MASP funciona de terça a domingo e o ingresso custa R$ 45 (R$ 22 a meia entrada).


Horários do MASP

Terça grátis Qualicorp:
10h às 18h
Quarta a sexta-feira: 12h às 18h
Sábado e domingo: 10h às 18h
Segunda-feira: fechado

Gratuidade em julho

Terças e quartas

Gratuidade no Restaurante do Ano
Terças e primeira quarta-feira de cada mês

.: Teatro Claro Rio recebe Renato Albani com "Me Tornei Quem Eu Mais Temia"


Sucesso na internet e nos palcos, o humorista Renato Albani se apresenta no próximo sábado, dia 10, às 20h, no Teatro Claro Rio, em Copacabana. Esta é a segunda sessão teste promovida pelo teatro, com a presença de 40% da capacidade total de público e cercada de protocolos de segurança.  


Com capacidade reduzida a 40% de público, o Teatro Claro Rio recebe o humorista Renato Albani no próximo sábado, dia 10 de julho, às 20h. Ele apresentará o espetáculo "Me Tornei Quem Eu Mais Temia", que fala sobre acontecimentos de sua vida e pensamentos distorcidos e divertidos sobre ser um cara jovem, mas ter hábitos e manias de alguém mais velho.

Capixaba, 34 anos, radicado em São Paulo, Renato Albani é engenheiro eletricista de formação e sem saber começou a fazer comédia na escola, quando seus professores davam a ele os cinco minutos finais de suas aulas para fazer imitações e contar piadas. Albani se profissionalizou em 2010 quando passou a integrar o grupo Comédia 027, em Vitória, no Espírito Santo e esteve em cartaz por mais três anos semanalmente no bar Mercearia Botequim, além de se destacar no cenário capixaba como grande revelação do humor do estado.

Tem no currículo participações no programa "Tudo É Possível" com Ana Hickman, "The Noite" com Danilo Gentili,, "Roberto Justus Mais", além de ter shows no canal Comedy Central. Já se apresentou em eventos de empresas como Banestes Seguros, Jr Archievement, Vale, Redbull, Grupo Sá Cavalcante, Faveni, Lorenge S.A, Vivo, Crea- ES, Civit, PMI-ES, Espírito Santo Convention & Visitors Bureau e Samsung.

Como roteirista, fez a oficina de roteiro com José Roberto Torero (2014) em Vitória no festival Vitória Cine Vídeo e o curso de roteiro para estórias ficcionais com Thiago Fogaça (2014) em São Paulo. É co-roteirista da peça “Na Minha Tem, na Sua Tem e na dos Outros Também” em cartaz em Vitória em (2013), fez a supervisão de roteiro do DVD “Um Gordinho e Um Violão” do humorista Dinho Machado, também fez a supervisão de roteiro da peça “Comédia em Preto e Branco e a Cores” com os humoristas Dinho Machado e Rodrigo Capella e supervisão de roteiro do mestre de cerimônias e show corporativo do ator Marcelo Serrado.

Albani contabiliza turnês internacionais pela Europa e Japão e ficou mais de 3 anos em cartaz com seus shows solos de nomes: "O Melhor Trabalho do Mundo", "Alguém me Explica o Mundo" e o atual "Me Tornei Quem Eu Mais Temia", todos com estreias e temporadas de sucesso no Teatro Frei Caneca em São Paulo, maior palco da comédia nacional na cidade que recebeu nomes como Rafinha Bastos, Danilo Gentili, Diogo Portugal, Marco Luque, Leandro Hassum, Fábio Porchat, Whindersson Nunes e Thiago Ventura entre outros grandes nomes da dramaturgia nacional.

Seu primeiro especial de comédia, "Em Pais" tem mais de 2,4 milhões de visualizações no Youtube e o segundo solo "Alguém me Explica o Mundo" mais de 4,3 milhões. No teatro, casas de shows e casas de comédia já foi visto por mais de 250 mil pessoas. Atualmente, com novo solo: "Me Tornei Quem Eu Mais Temia", está em temporada todo domingo, às 18h, no Teatro Renaissance – São Paulo e viajanto em turnê pelo Brasil.


Serviço 
Renato Albani – "Me Tornei Quem Eu Mais Temia"  
Local: Teatro Claro Rio – Rua Siqueira Campos, 143 – 2º piso – Copacabana.
Sábado, dia 10 de julho
Horário: 20h
Ingresso: R$ 70 (balcão) / R$ 90 (frisa) / R$ 90 (plateia)
Capacidade: 263 lugares (capacidade de 40%)
Classificação: 16 anos
Duração: 80 minutos

.: Àlbum raro de Di Cavalcanti é tema de exposição na Casa Mário de Andrade


A Casa Mário de Andrade inicia uma nova exposição esta semana. A mostra é dedicada a uma das criações mais representativas do processo de instauração do movimento modernista no Brasil: o raríssimo álbum de gravuras Fantoches da meia-noite, de Di Cavalcanti.


Uma das criações mais representativas do movimento modernista ganha exposição em São Paulo. A exposição "Fantoches da Meia-noite - A Modernidade que Sai das Sombras" estará em cartaz na Casa Mário de Andrade, programa da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Governo do Estado de São Paulo e gerenciado pela Poiesis. A partir desta quinta-feira, dia 8 de julho, a mostra estará em exibição de quarta a sábado, das 11h às 16h.

A exposição focaliza uma das criações mais representativas do processo de instauração do movimento modernista no Brasil: o raríssimo álbum de gravuras "Fantoches da Meia-noite", de Di Cavalcanti, publicado em 1922 pela Editora Monteiro Lobato e Cia. Estarão expostas as 16 pranchas que integram o exemplar do acervo da Casa Guilherme de Almeida, colorido à mão por seu autor. Trata-se, portanto, de exemplar único, que pertenceu ao amigo e companheiro de Di Cavalcanti no movimento modernista, Guilherme de Almeida.

A mostra relembra, por meio de referências, o histórico dessa obra, cujos originais foram expostos em novembro de 1921, na Casa Editora O Livro, em São Paulo. Di Cavalcanti relata, em sua autobiografia, que no local da exposição ocorreu o encontro entre Oswald de Andrade, Menotti Del PicchiaMário de AndradeGuilherme de Almeida e Graça Aranha, que propunha realizar "conferências, exposições e concertos" a fim de reunir cariocas e paulistas em torno do movimento modernista. Essa proposta resultou na Semana de Arte Moderna de 1922.

Seguindo os protocolos de segurança por conta da pandemia, o museu recebe quatro visitantes por hora. As visitas, que duram 45 minutos, devem ser agendadas neste link. Os 15 minutos entre uma visita e outra são utilizados para preparo e higienização do ambiente. É recomendado que os visitantes cheguem com 15 minutos de antecedência, para aferir a temperatura, confirmar o agendamento e receber as orientações da visita.


Sobre a Casa Mário de Andrade
A Casa Mário de Andrade funciona no endereço da antiga casa do escritor Mário de Andrade, um dos principais mentores do modernismo brasileiro e da Semana de Arte Moderna de 1922. O museu abriga uma exposição permanente, que é aberta à visitação, com objetos pessoais do modernista, além de documentos de imagem e áudio relacionados à sua trajetória. O museu também realiza uma intensa programação de atividades culturais e educativas. A Casa integra a Rede de Museus-Casas Literários da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Governo do Estado de São Paulo, gerenciada pela Poiesis.


Serviço
Exposição "Fantoches da Meia-noite - A Modernidade que Sai das Sombras"
A partir de quinta-feira, dia 8 de julho, de quarta a sábado, das 11h às 16h
Agendamentos neste link.

.: Coprodução entre países, "Linha Tênue" estreia no Cinema Virtual


Coprodução da Rússia, Finlândia e Alemanha, chega ao Cinema Virtual o longa-metragem “Linha Tênue”, que foi exibido em importantes festivais como Toronto, Rotterdam, Trieste. O filme, que conquistou 28 prêmios internacionais, traz a história de Oleg, um paramédico talentoso, que faz de tudo para salvar a vida das pessoas, esquecendo da sua própria. 

O jovem e dedicado paramédico está enfrentando problemas em seu casamento. Sua esposa está farta dele se importar mais com os pacientes do que com ela, e pede o divórcio. Ao mesmo tempo em que luta para arranjar tempo para a esposa, ele começa a ficar cada vez mais obcecado por sua missão de salvar vidas. 

Até que o novo chefe do hospital implementa novas regras rígidas que atrapalham o trabalho do paramédico. Presos entre ligações de emergência, a busca por um sentido para a vida, e crises pessoais e profissionais, o casal precisa encontrar a força que os mantém unidos. Na direção, Boris Khlebnikov. O roteiro é de Boris Khlebnikov e Nataliya Meshchaninova. No elenco, Aleksandr Yatsenko ("Comboio 48 – A Última Resistência"), Irina Gorbacheva ("Indigo"), Nikolay Shrayber ("O Furioso").

Para assistir, o público pode acessar a plataforma pelo NOW ou escolher a sala de exibição preferida em cinemavirtual.com.br e realizar a compra do ingresso. O filme fica disponível durante 72 horas para até três dispositivos.

segunda-feira, 5 de julho de 2021

.: Livro "O Olho de Vidro do Meu Avô" promete algo bem especial


Bartolomeu Campos de Queirós
, em mais uma prova de talento com as palavras conta a história "O Olho de Vidro do Meu Avô", que retrata através do olhar do neto, o que ele imaginava e os mistérios escondidos por trás olho de vidro do seu avô.

Lançado pela Global Editora, com uma escrita que mistura realidade e fantasia, o autor vai levando o leitor a querer descobrir o que existia atrás do olho de vidro do avô Sebastião, que era um homem quieto e calado.

Um livro que retrata temas muito importantes, como mémoria, sentimentos e relações familiares. Bartolomeu com sua singularidade poética entrega uma obra que vai encantar e causar saudade da infância, ou seja, algo bem especial.

Sobre o autor
Bartolomeu Campos de Queirós viveu sua infância em Papagaio, interior de Minas Gerais. Posteriormente, instalou-se em Belo Horizonte, onde residiu e trabalhou. Em 1974, publicou seu primeiro livro, "O Peixe e o Pássaro". Desde então, firmou seu estilo de escrita com uma prosa poética da mais alta qualidade. Recebeu diversos prêmios, dentre os quais o Jabuti. Faleceu em janeiro de 2012, aos 67 anos, deixando sua obra como maior legado.

.: Amazon Prime Video anuncia segunda temporada de "Dom"


Todos os episódios da primeira temporada da série, dirigida por Breno Silveira e Vicente Kubrusly e estrelada por Gabriel Leone e Flavio Tolezani, já estão disponíveis no Amazon Prime Video.

Após uma estreia de sucesso, sendo a série mais assistida no Amazon Prime Video no fim de semana de lançamento no Brasil e outros recordes internacionais, a série brasileira Original Amazon, "Dom" é renovada para a segunda temporada. Aclamado pela crítica, o drama policial é inspirado na história verídica de pai e filho em lados opostos da guerra às drogas no Rio de Janeiro. "Dom" também é um livro assinado por Tony Belotto publicado pela Companhia das Letras.

Produzida pela Conspiração, "Dom" estreou com exclusividade no Amazon Prime Video no dia 4 de junho em mais de 240 países e territórios ao redor do mundo. Além do sucesso da primeira temporada no Brasil, Dom é também a série internacional Original Amazon mais assistida no mundo, com mais de 60% do público da série vindo de outros países.

"O público em todo o Brasil e ao redor do mundo nos mostraram que amam Dom, então não poderíamos estar mais felizes em anunciar a segunda temporada e reforçar que boas histórias são universais", disse Malu Miranda, Head de Conteúdo Original Brasileiro para o Amazon Studios. "É um prazer trabalhar com pessoas tão talentosas como Breno Silveira e todo o elenco e equipe envolvidos nesta produção incrível, e este anúncio reforça o compromisso do Amazon Prime Video em trazer aos membros Prime em todo o mundo conteúdo local diversificado e de qualidade".

A série conta a história de Victor, um jovem mergulhador que, por uma virada do destino, se torna um agente da inteligência militar e abraça a guerra contra as drogas como sua missão de vida. Ao longo dos anos, ele enfrenta a desilusão de uma guerra sem fim e vê seu próprio filho sucumbir ao inimigo contra o qual lutou incansavelmente: a cocaína. Pedro se torna viciado e também um dos bandidos mais procurados do Rio de Janeiro: Pedro Dom.

A segunda temporada dará ao público a chance de se aprofundar ainda mais na vida de Pedro Dom e nos momentos posteriores de sua história como um dos mais famosos criminosos do Rio. Estrelando ao lado de Gabriel Leone e Flavio Tolezani na primeira temporada estão Filipe Bragança, Raquel Villar, Isabella Santoni, Ramon Francisco, Digão Ribeiro, Fábio Lago, Julia Konrad e André Mattos, entre outros. Dom é dirigida por Vicente Kubrusly e Breno Silveira, que também lidera a equipe de roteiristas, formada por Fabio Mendes, Higia Ikeda, Carolina Neves e Marcelo Vindicatto. Renata Brandão e Ramona Bakker, da Conspiração, são as produtoras. Antonio Pinto e Gabriel Ferreira compuseram a trilha sonora original.

Os membros Prime podem assistir a todos os episódios de "Dom" em qualquer lugar e a qualquer hora no aplicativo Prime Video para smart TVs, dispositivos móveis, Fire TV stick, entre outros. No aplicativo Prime Video, é possível baixar episódios para dispositivos móveis e tablets e assistir em qualquer lugar offline sem nenhum custo adicional. O Amazon Prime Video está disponível no Brasil sem custo extra com a assinatura Prime por apenas R$ 9,90 por mês. Novos membros podem assinar com teste gratuito de 30 dias.


.: "Infâmia": Grupo XIX de Teatro flerta com cinema e teatro em experimento


Projeto é inspirado no filme Infâmia estrelado nos cinemas por Audrey Hepburn e Shirley MacLaine, em 1961. A trama traz duas professoras vítimas de falsa acusação. O grupo levanta a questão da verdade em tempos de disseminação de fake news e convida a jornalista Patrícia Campos Mello para debate de abertura. Fotos frame Infânia: Flavio Barollo


O Grupo XIX de Teatro apresenta working progress do experimento cênico "Infâmia" - resultado do Projeto XIX Ano 19: Crise e Insurreição, contemplado pela 35ª edição do programa Municipal de Fomento ao Teatro para a Cidade de São Paulo.

A repórter especial e colunista do jornal Folha de S.Paulo Patrícia Campos Mello é a convidada de abertura para o debate "Máquina do Ódio", nesta quarta-feira, dia 7 de julho, às 20h, com ingressos gratuitos e transmissão pelo Zoom. A jornalista vai falar sobre as campanhas de desinformação pelas redes sociais e o uso de fake news. Nos dias 10 a 13 de julho, às 16h, acontecem apresentações gratuitas do material em processo do experimento cênico Infâmia.

Autora do livro "Máquina do Ódio" (Companhia das Letras), sobre o uso das redes sociais para manipular eleitores no Brasil, Índia e EUA, Patrícia Campos Mello fez uma série de matérias sobre disparos em massa de WhatsApp e outras estratégias de desinformação no Brasil, que levaram a quatro investigações eleitorais e a mudanças das regras do Tribunal Superior Eleitoral, que passou a proibir os disparos.


Criação do trabalho inédito
"Infâmia"
é inspirado em um texto de teatro da década de 1930, de Lilian Hellman, que ganhou as telas do cinema em 1961, com Audrey Hepburn e Shirley MacLaine no elenco e direção de William Wyler. A trama acompanha duas professoras de um colégio para meninas que têm suas vidas arruinadas quando uma de suas alunas as acusa falsamente de manter uma relação homossexual.

Flertando com os limites do cinema e do teatro, o processo toma como objeto central a obra e propõe uma recriação desse clássico jogando com a relação entre a trama original e a performatividade da cena, assim como, a recriação das situações do filme agora somando a elas a potencialidade do teatro.

Em caráter de processo, o projeto tem direção de Luiz Fernando Marques, a atriz e diretora Érica Montanheiro deu suporte para a dramaturgia e a diretora de cinema e preparadora de elenco Luciana Canton articulou as linguagens do teatro e do cinema pelo viés da interpretação e dos jogos de cena. Para aprofundar as questões do preconceito que toma não só o amor lésbico, mas também racial e de gênero, o grupo convidou as atrizes Leonarda Gluck e Ericka Leal para se juntar aos atores-criadores Janaina Leite, Juliana Sanches, Ronaldo Serruya, Rodolfo Amorim e Paulo Celestino. A direção de arte digital é assinada por Flávio Barollo.

“Infâmia realiza essa complexa operação sobre as delicadas noções de verdade e mentira, ao mesmo tempo que mostra as consequências perversas tanto de uma moral hipócrita quanto dessas formas, também bastante comuns a nós, de se punir a qualquer preço, ou destruir vidas a partir de boatos e manipulações”, explica o diretor Luiz Fernando Marques.

Além da intersecção do cinema e teatro, como fizeram em "Nada Aconteceu, Tudo Acontece e Tudo Está Acontecendo" (de 2013) e "Teorema 21" (de Pier Paolo Pasolini, 2016), interessa ao grupo tomar essa fábula como ponto de partida para uma construção plural que tem por mote a complexa questão da verdade em tempos de disseminação vertiginosa de fake news.


O filme
"The Children’s Hour"
, no título original, conta a história de Karen Wright (interpretada no cinema por Audrey Hepburn, em seu último filme em preto-e-branco) e Martha Dobie (Shirley MacLaine, em atuação que lhe rendeu indicação ao Globo de Ouro) são amigas íntimas desde os 17 anos, e dividem a direção de uma escola para meninas localizada na Inglaterra. Tentando dar a melhor educação possível a suas alunas, elas frequentemente entram em rota de colisão com a rebelde Mary Tilford (Karen Balkin), uma garota mimada, intransigente e de caráter duvidoso.

Para vingar-se das professoras, que a haviam deixado de castigo, ela conta à Amália Tilford, sua avó milionária (Fay Bainter, indicada ao Oscar de melhor atriz coadjuvante), que testemunhou atos estranhos entre as duas, deixando bem claro que existe um relacionamento amoroso entre elas. Chocada, Amália - cujo sobrinho, o médico Joe Cardin (James Garner) é noivo de Karen - espalha a notícia. Nem mesmo um julgamento por difamação consegue salvá-las da discriminação do povo da cidade, uma vez que não há testemunhas que possam desmentir a acusação da menina.


Ficha técnica:
Direção:
Luiz Fernando Marques. Dramaturgismo: Erica Montanheiro. Elenco: Janaina Leite, Juliana Sanches, Ronaldo Serruya, Rodolfo Amorim, Paulo Celestino, Ericka Leal e Leonarda Gluck. Treinamento para o processo: Erica Montanheiro, Lu Canton e Paola Leblanc. Direção de arte digital: Flávio Barollo. Produção executiva: Cristiani Zonzini e Andrea Marques. Assessoria de imprensa: Adriana Balsanelli. Artes gráficas e redes sociais: Jonatas Marques. Realização: Grupo XIX de Teatro.

Serviço:
Abertura de processo de 
"Infâmia"
Dia 7 de julho de 2021, quarta-feira, às 20h.
Mesa de debate "Máquina do Ódio".
Com Grupo XIX de Teatro e a jornalista Patrícia Campos Mello.
Ingressos gratuitos.
Transmissão pelo Zoom.
Reservas em sympla.com.br/grupoxixdeteatro

De 10 a 13 de julho de 2021, de sexta a terça-feira, às 16h.
Apresentação do experimento cênico 
"Infâmia"
Ingressos gratuitos.
Transmissão pelo Zoom.
Reservas em sympla.com.br/grupoxixdeteatro
*Atualizado em 7 de julho de 2021.


.: Livro "A Garota que Não se Calou" inspira leitores a lutar pelos sonhos


Livro que traz a história inesquecível de uma menina que deseja estudar para poder encontrar sua voz e falar por si mesma, "A Garota que Não se Calou", escrito por Abi Daré, é uma narrativa comovente e triunfante sobre o poder de lutar pelos próprios sonhos. O livro ganhou o prêmio The Bath Novel para manuscritos inéditos em 2018 e foi finalista do The Literary Consultancy Pen Factor no mesmo ano. A edição brasileira foi traduzida pela poeta Nina Rizzi e está em pré-venda pela editora Verus

A história gira em torno de Adunni, uma garota que nasceu e cresceu em uma aldeia rural na Nigéria. Aos 14 anos, ela é uma mercadoria, uma esposa, uma serva. Mas, acima de tudo, ela é inteligente, engraçada e curiosa, com uma energia contagiante.A mãe de Adunni lhe disse que a educação é a única maneira de não se calar ― de não perder a capacidade de falar por si mesma e decidir o próprio destino.

Depois da morte da mãe, o pai da garota a vende para ser a terceira esposa de um homem que está ansioso para ter um herdeiro. Adunni consegue fugir do casamento arranjado, apenas para ser vendida para uma família rica, à qual deverá servir. Mas, ao contrário de tantas outras garotas forçadas a uma vida de servidão, Adunni não será silenciada.

Apesar dos obstáculos aparentemente intransponíveis em seu caminho, Adunni nunca perde de vista o objetivo de escapar da vida em que nasceu para poder construir o futuro que escolheu para si ― e ajudar outras meninas como ela a fazer o mesmo. Em "A Garota que Não se Calou", a determinação de Adunni de encontrar alegria e esperança mesmo nas circunstâncias mais difíceis nos inspira a ir atrás dos nossos sonhos... e talvez até a mudar o mundo. 


O que foi dito sobre o livro
“Estou muito animada com este livro... Na Nigéria e em todo o mundo, meninas lutam pelo direito de aprender. Sou grata a Abi por mostrar os desafios que as nigerianas enfrentam e o poder de suas vozes.Malala Yousafzai

“Corajoso, revigorante... inesquecível.” ― The New York Times Book Review

“A voz original e corajosa de Adunni articula poderosamente uma raiva retumbante contra o patriarcado tóxico da África... Daré atrai o leitor com uma personagem vívida cujas circunstâncias terríveis contrastam com sua criatividade natural e uma vontade feroz de sobreviver... Ao longo de sua angustiante jornada de amadurecimento, contada com entusiasmo e compaixão, Adunni nunca perde a ‘voz alta’ que torna a história de Daré e sua protagonista tão inesquecíveis.” ― The New York Times Book Review

“Inspirador... Explora um espírito e uma esperança que não podem ser contidos, mesmo nas circunstâncias mais sombrias.” ― Entertainment Weekly

“Esclarecedor e de aquecer o coração... Com a história comovente da luta de uma menina para obter educação, A garota que não se calou põe em foco questões profundas e relevantes.” ― BookPage

Sobre a autora
Abi Daré cresceu em Lagos, na Nigéria, e mora no Reino Unido há dezoito anos. Ela estudou direito na Universidade de Wolverhampton e fez mestrado em escrita criativa na Universidade Birkbeck, em Londres. A garota que não se calou ganhou o prêmio The Bath Novel para manuscritos inéditos em 2018 e foi finalista do The Literary Consultancy Pen Factor no mesmo ano. Abi  mora em Essex com o marido e as duas filhas, que a inspiraram a escrever seu romance de estreia. A autora mora em Essex, no Reino Unido, com o marido e as duas filhas, que a inspiraram a escrever seu romance de estreia.

← Postagens mais recentes Postagens mais antigas → Página inicial
Tecnologia do Blogger.