Mas você sabe o que é TDAH? É um transtorno neurobiológico, que aparece na infância e frequentemente acompanha o indivíduo até a fase adulta. De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), cerca de 4% da população adulta mundial têm o TDAH. Só no Brasil, atinge aproximadamente 2 milhões de pessoas adultas.
O livro “Falante”, do jornalista Eduardo Ferrari, lançado virtualmente pela Literare Books International em parceria com a EFeditores, na data em que a conscientização para o tema é lembrada mundialmente (13 de julho), aborda de forma lúdica e atual o TDAH com diversas histórias, que explicam como funciona a mente de crianças com o transtorno. As ilustrações são de autoria do renomado artista plástico, Paulo Stocker.
A obra é a terceira da trilogia do pequeno Bernardo e baseada nas experiências reais do autor, que também é portador de TDAH tardiamente diagnosticado, que viu a história se repetir com seu filho caçula, vítima de preconceito e decidiu usar a literatura para combatê-lo. Um livro para crianças hiperativas, que irão se identificar com a obra e para os pais delas, que encontrarão nas páginas uma ferramenta para entender como funciona o cérebro de seus pequenos.
Trajetória da coreógrafa norte-americana Marta Graham – um dos mitos da história da dança moderna, inspirou o espetáculo. Foto: Silvia Machado
Sob direção de José Possi Neto, o espetáculo "Marta Graham Memórias", com a Studio3 Cia. de Dança, inspira-se na trajetória da coreógrafa norte-americana Marta Graham – um dos mitos da história da dança moderna. Em cena, o conjunto de 18 bailarinos aborda o universo da artista a partir da infância, sua relação com a família, o aprendizado na dança, sua vida amorosa e, também, o reconhecimento mundial da sua produção artística.
A direção coreográfica de Anselmo Zolla optou por não reproduzir as coreografias originais de Graham, mas sim utilizá-las como referência para a concepção da dança. Aliada ao cenário de Jean-Pierre Tortil, a ação remete ao universo onírico da coreógrafa, representadas por meio de portas que ora reduzem, ora ampliam o espaço físico, com os bailarinos transitando entre uma “grande sala” e compartimentos menores. Releituras musicais de Felipe Venâncio marcam a trilha sonora, predominantemente clássica e contemporânea, com obras de Enzo Gragnaniello e Niccolò Paganini.
A estrutura dramatúrgica das "memórias" traz ainda outras simbologias cênicas, como o salto de um trampolim, o trânsito na estação de trem e alegorias circenses, inspiradas na autobiografia da artista, "Memória do Sangue". A voz em off é de Christiane Torloni. Abertura com Daniela Stasi.
Ficha Técnica "Marta Graham Memórias" Com a Studio3 Cia. de Dança Abertura com Daniela Stasi Direção de arte / Geral: José Possi Neto Coreografias: Anselmo Zolla Direção artística: Anselmo Zolla Roteiro: Heloisa Abdelnur e José Possi Neto Consultora da técnica de Marta Graham: Ruth Rachou Assistente: Alyne Yaeko Cenário: Jean-Pierre Tortil Adereço cênico: Fabio Namatame Figurinos: Angélica Chaves / Casa Romilda Direção musical: Felipe Venancio Voz off: Christiane Torloni Desenho de luz: José Possi Neto / Anselmo Zolla / Joyce Drummond Projeções: Fabrica Bijari Assistentes de coreografia: Liris do Lago e Gustavo Lopes Bibliotecária: Jane Baruque Auxiliares: Vilma Costa e Lourdes Braga Responsável pelos figurinos: Carmem Lidia e Silva Direção técnica: Joyce Drummond (Estação da Luz) Cabelereiros: Cassolaris e Robson Aleixo Assessoria de imprensa: Liège Monteiro e Luiz Fernando Coutinho Direção geral: Evelyn Baruque e Liliane Benevento
Serviço "Marta Graham Memórias" Quinta-feira, dia 15 Às 19h, ao vivo pelo perfil do MASP no YouTube Duração: 1h10m sem intervalo Crédito das fotos: Silvia Machado e Arnaldo Torres
Há cinco anos percorrendo os palcos do país, o monólogo "Nefelibato", com Luiz Machado, volta ao cartaz para curta temporada, que será apresentada simultaneamente no Sympla (virtual) e no Teatro PetraGold, no Riode Janeiro (presencial). Com direção de Fernando Philbert e supervisão artística de Amir Haddad, o espetáculo narra a trajetória de um homem que vai morar na rua após os efeitos devastadores da crise econômica nos anos 90. A trama é ambientada na década de 90, mas dialoga muito com o Brasil de hoje. Foto: Lenise Pinheiro
Sucesso dos palcos brasileiros, o espetáculo “Nefelibato” comemora cinco anos em cartaz com nova temporada, a partir de 7 de julho. Peça será apresentada virtualmente, com ingressos pelo Sympla, e no Teatro PetraGold, no Rio de Janeiro. Com direção de Fernando Philbert e supervisão artística de Amir Haddad, monólogo com o ator Luiz Machado narra a trajetória de um homem que vai morar na rua após os efeitos devastadores da crise econômica nos anos 90
Pelas ruas da cidade, Anderson oscila entre a lucidez e a loucura – ele hoje é apenas a sombra de um homem outrora bem-sucedido, mas que perdeu tudo: sua empresa, todas as suas economias, o grande amor da sua vida e um parente querido. Na fronteira com o delírio, mas ainda capaz de lampejos de sabedoria, essa pungente figura é interpretada pelo ator Luiz Machado no solo “Nefelibato”.
Escrito por Regiana Antonini, dirigido por Fernando Philbert e com supervisão artística de Amir Haddad, o monólogo celebra cinco anos em cartaz com nova temporada a partir de 7 de julho. A peça será apresentada no Teatro PetraGold, no Leblon, e virtualmente, com ingressos pelo Sympla (www.sympla.com.br/eventos?s=nefelibato&tab=eventos) ou na bilheteria com até 1h de antecedência para plateia presencial.
A trama é ambientada na década de 90, mas dialoga muito com o Brasil de hoje. Em cena, os efeitos devastadores do Plano Collor, que levaram Anderson a se tornar morador de rua. O país voltava a ter um governo eleito democraticamente e a inflação galopante exigia medidas drásticas. A saída da nova equipe econômica foi confiscar parte da caderneta de poupança da população, o que levou milhares de brasileiros ao desespero e à bancarrota. Muitos enlouqueceram. Esse é o caso de Anderson, que ainda amarga outras perdas em sua vida.
Com 25 anos de carreira (incluindo teatro, TV e cinema), Luiz Machado tem em “Nefelibato” o primeiro monólogo. “Anderson é alguém que vive situações limite. Um equilibrista no fio tênue entre lucidez e loucura, vida e poesia”, diz o ator. "Ele vai morar na rua nos anos 90, quando perde dinheiro e família, mas suas reflexões se encaixam muito bem no período em que estamos vivendo. Ele fala sobre as relações humanas, como as atitudes que nós tomamos sem pensar muito são individualistas. Durante essa pandemia, confinados em casa, tivemos a oportunidade de refletir a fundo sobre as relações sociais e o egoísmo que nos cerca”, acredita Luiz Machado.
O quanto de loucura é necessário para o ser humano não perder a própria vida? Essa pergunta acompanhou o diretor Fernando Philbert ao longo do processo da montagem. “Quis tratar do instinto de sobrevivência que o ser humano tem e esquece que tem. Viver na rua é o caminho que ele encontrou para continuar vivo”, destaca o diretor.
Luiz Machado Com 25 anos de carreira, Luiz Machado formou-se ator pela Universidade do Rio de Janeiro (Uni-Rio) em 1994. No teatro, trabalhou em 37 peças, tendo produzido quatro delas. Trabalhou com diretores como João Bethencourt (de quem foi também assistente em “Como Matar Um Playboy”), Maria Clara Machado, Domingos Oliveira, João Fonseca, entre outros. Em 2016, estreou “Nefelibato”, seu primeiro solo, no Porão da Casa de Cultura Laura Alvim.
Na TV, fez parte da série “Z4” (Netflix) e integrou a segunda temporada da série “Magnifica 70” (HBO), com direção de Claudio Torres. Protagonizou a série “Família Imperial”, coprodução do Canal Futura com a TV Globo, com direção de Cao Hamburguer. Na TV Globo, atuou em mais de 30 produções, como as novelas “Flor do Caribe” e “América” e os humorísticos “Zorra Total”, “A Grande Família”, “A Diarista” e “Sob Nova Direção”. Atuou também em cinco novelas da Rede Record, entre elas, “Poder Paralelo” e “Chamas da Vida”. No cinema, fez “Paixão e Acaso”, de Domingos Oliveira, “Transeuntes”, de Eric Rocha, e “Nosso Lar”, de Wagner de Assis.
Ficha técnica: Texto: Regiana Antonini Supervisão artística: Amir Haddad Direção: Fernando Philbert Interpretação: Luiz Machado Cenografia e figurino: Teca Fichinski Iluminação: Vilmar Olos Música: Maíra Freitas Direção de movimento: Marina Salomon Preparação vocal: Edi Montecchi Design gráfico: Cláucio Sales Assessoria de imprensa: Rachel Almeida (Racca Comunicação) Assistente de direção: Alexandre David Assistente de cenário: Juju Ribeiro Direção de produção: Joaquim Vidal Realização: LM Produções Artísticas
Serviço: "Nefelibato" Exibições virtuais Homem oscila entre a lucidez e a loucura após perder tudo e ser obrigado a viver nas ruas Temporada: dias 14, 21 e 28 de julho, às 19h, de forma online e presencial (máximo de 40 pessoas). Onde comprar e assistir:www.sympla.com.br/eventos?s=nefelibato&tab=eventos Ingressos online: a partir de R$ 20. Teatro Petra Gold: Rua Conde Bernadotte, 26 Leblon. Telefone: (21) 2529-7700 | 98765-4321 Ingressos presenciais: R$ 50 (inteira) e R$ 25 (meia). Classificação etária: 14 anos
Evento acontece de 14 de julho a 9 de agosto, com entrada gratuita. Na programação, 28 filmes dos mais aclamados cineastas lusitanos contemporâneos, como Pedro Costa, Miguel Gomes, Salomé Lamas, Rita Azevedo Gomes, entre outros. "Vitalina Varela", inédito no circuito comercial do Brasil, abre a Mostra.
Com o intuito de trazer para a população paulista uma das cinematografias mais interessantes da atualidade e promover um encontro cultural entre dois países ligados historicamente, o CCBB São Paulo recebe de 14 de julho a 9 de agosto a mostra "De Portugal para o Mundo".
Com curadoria de Pedro Henrique Ferreira, a programação apresenta uma seleção de 28 filmes, entre longas e curtas-metragens, dos mais aclamados cineastas lusitanos contemporâneos. O evento inclui também debates com especialistas e bate-papos com diretores. Tudo com entrada gratuita. A programação completa estará disponível em link nas redes sociais do CCBB.
A Mostra abre com o premiado "Vitalina Varela", de Pedro Costa, inédito no circuito comercial do Brasil e que fará a sua première na capital paulista. No longa, Vitalina Varela, 55 anos, cabo-verdiana, chega a Portugal três dias depois do funeral do marido. Há mais de 25 anos que Vitalina esperava o seu bilhete de avião e agora vai ter de se deparar com uma pátria diferente do idealizado.
"De Portugal para o Mundo" apresenta filmes de cineastas de projeção internacional, considerados alguns dos maiores diretores vivos na atualidade. A curadoria concentrou-se principalmente nas produções que obtiveram premiações e sucesso no exterior, como "A Portuguesa" (2019), de Rita Azevedo Gomes; "Tabu" (2012), de Miguel Gomes; "O Estranho Caso de Angélica" (2010), de Manoel de Oliveira; entre outros.
A mostra propõe também uma discussão em torno do cinema português, com debates temáticos, unindo pesquisadores brasileiros e portugueses; e bate-papos com diretores. Serão eventos via videoconferência, online, abertos e gratuitos.
"A ideia é entender os elementos que possibilitaram a emergência de um período tão exitoso no cinema português, num diálogo com a experiência cultural e cinematográfica brasileira hoje", diz o curador Pedro Ferreira. O projeto conta, ainda, com a confecção de um catálogo com textos inéditos, reproduções e entrevistas, assinados por pesquisadores, críticos de cinema, técnicos e produtores portugueses e brasileiros.
O CCBB SP está adaptado às novas medidas de segurança sanitária: entrada apenas com agendamento on-line, controle da quantidade de pessoas no prédio, fluxo único de circulação, medição de temperatura, uso obrigatório de máscara, disponibilização de álcool gel e sinalizadores no piso para o distanciamento. No cinema, a capacidade foi reduzida para 50%, com higienização completa antes de cada apresentação/sessão, além do distanciamento de dois metros entre as poltronas. A bilheteria presencial está proibida, todos os ingressos serão disponibilizados no site eventim.com.br
Ficha técnica Curadoria: Pedro Henrique Ferreira Coordenação geral: Eduardo Cantarino Produção executiva: Pedro Nogueira Assistente de produção: Luiza Jambeiro
Serviço Mostra de Cinema "De Portugal para o Mundo" Data: 14 de julho a 9 de agosto Local: Centro Cultural Banco do Brasil - Cinema Ingressos: evento gratuito - Ingresso pelo site ou app Eventim Classificação indicativa de acordo com cada filme
Centro Cultural Banco do Brasil São Paulo Rua Álvares Penteado, 112 – Centro Histórico, Triângulo SP, São Paulo–SP Aberto todos os dias, das 9h às 18h, exceto às terças. Acesso ao calçadão pela estação São Bento do Metrô Informações: (11) 4297-0600 Estacionamento conveniado: Rua da Consolação, 228 (R$ 14 por seis horas, necessário validar ticket na bilheteria). Uma van faz o traslado gratuito entre o estacionamento e o CCBB. No trajeto de volta, tem parada no Metrô República.
Após a prefeitura de Belo Horizonte, em Minas Gerais, aliviar as restrições impostas pela pandemia do coronavírus, a cidade anuncia o seu primeiro show híbrido após meses de portas fechadas. Nando Reis foi o artista escolhido para marcar a volta dos eventos presenciais. A apresentação será no dia 23 de julho. Artista se apresenta no Cine Theatro Brasil Vallourec no dia 23 de julho a preços populares. Foto: Carol Siqueira
O cantor e compositor Nando Reis faz o primeiro show de 2021 com plateia no Cine Theatro Brasil Vallourec, em Belo Horizonte, Minas Gerais. O evento acontece na sexta-feira, dia 23 de julho, às 21h00. Os ingressos presenciais custam 60 reais (inteira) e 30 reais (meia-entrada). Já para assistir à transmissão pela internet, o valor é de 10 reais (inteira) e 5 reais (meia-entrada). Para ambos os formatos, a compra pode ser feita pelo site www.cinetheatrobrasil.com.br ou na bilheteria do teatro.
A proposta é que o público participe do show da forma que se sinter mais confortável e tranquilo - de casa, por meio da live, ou presencialmente no Cine, com toda a segurança que o reencontro exige. Medição de temperatura na chegada, totens com álcool em gel 70% desde o foyer, em locais de fácil acesso, adequação na circulação pelos espaços, sinalização indicando distanciamento mínimo na fila pelos corredores de acesso ao Grande teatro, separação dos assentos, com cadeiras interditadas, permitindo que apenas duas pessoas que estiverem juntas se sentem ao lado uma da outra, são algumas das ações implementadas. Além disso, artistas e técnicos serão testados, em parceria com o laboratório Hermes Pardini, por meio do teste RT-PCR, antes do evento.
“Após a experiência pioneira em 2020, estamos seguros de que este novo retorno ao teatro será tão positivo quanto o que tivemos no segundo semestre do ano passado. As limitações de capacidade e interações entre artistas e público ainda se fazem necessárias, mas o olho no olho entre as pessoas, as luzes apagadas que criam a expectativa antes do início de cada espetáculo e o circular de artistas e produtores nos camarins serão a injeção de ânimo que todos precisávamos para seguir com os cuidados do corpo sem adoecer a mente”, avalia Sandra Campos, Gerente de Planejamento e Ação Cultural do centro cultural.
No formato virtual, o show será transmitido pela plataforma Eventim: ao comprar o direito ao acesso digital, cada pessoa receberá um passe com um link de entrada diferente. Importante destacar que cada acesso dá direito a apenas um link válido. Caso alguém faça a entrada em mais de um dispositivo, o link válido será o do último dispositivo acessado.
Nando Reis apresenta “Voz e Violão”
Após lotar casas de shows em todo o Brasil, chega a vez do Cine Theatro Brasil Vallourec receber “Nando Reis - Voz e Violão”. O cantor apresenta versões diferentes para os seus clássicos. Os fãs, que não se concentram em apenas uma geração, podem esperar uma apresentação emocionante. O repertório é recheado de sucessos consagrados como “All Star”, “Diariamente”, “Espatódea” e “Relicário”.
Além disso, versões de seus clássicos também marcam presença como “Luz dos Olhos”, “O Segundo Sol”, “Quem Vai Dizer Tchau” e “Nos Seus Olhos”. O show leva o nome do álbum de 2015, gravado com maestria. “Voz e Violão, no Recreio – Volume 1” foi produzido pelo próprio artista e contou com a mixagem de Jack Endino em um estúdio em Seattle, nos Estados Unidos. O álbum está disponível em versão CD e Vinil.
Formato pioneiro
Desde abril do ano passado, o Cine Theatro Brasil Vallourec inovou e foi o primeiro do país a receber peças de teatro para alegrar o público de casa, por meio de lives durante a pandemia. A iniciativa pioneira teve início com a série “Live pra rir”. O ator Carlos Nunes foi o responsável pela abertura da série com a peça “Pérolas do Tejo”. Desde então, o Cine vem exibindo apresentações teatrais, musicais e debates sobre a cidade de BH, com artistas e convidados mineiros. O programa educativo também seguiu de maneira contínua, conectando o público com a história e o patrimônio de um dos teatros mais importantes da cidade, via canais digitais.
Com a liberação da Administração Municipal de Belo Horizonte para a reabertura, após sete meses fechado devido à segunda onda da Covid-19, o Cine Brasil garante a volta do público com todas as medidas de segurança à saúde devidamente implementadas. A casa está com equipe treinada e o espaço físico adequado para a retomada dos espetáculos, no Grande Theatro Unimed-BH e no Teatro de Câmara.
Iniciativa do Cine Theatro Brasil Vallourec, o show de Nando Reis tem patrocínio do Instituto Unimed-BH, por meio do incentivo fiscal de médicos cooperados e colaboradores, e da Vallourec, ambos via Lei Federal de Incentivo à Cultura.
Agenda de shows do Cine
Além de Nando Reis, o Cine Theatro Brasil Vallourec já tem confirmado outro show, ainda para este mês, com o Trio Lampião, no dia 30, também às 21h e no mesmo formato híbrido.
Instituto Unimed-BH
Associação sem fins lucrativos, o Instituto Unimed-BH, há 15 anos, contribui com o desenvolvimento social em localidades de atuação da Unimed-BH. Para isso, desenvolve cinco grandes programas: Comunidade; Meio ambiente; Voluntariado; Adoção de espaços públicos e Cultura. Por meio do Programa Cultural fomenta projetos em Belo Horizonte e na região metropolitana, contribuindo com o acesso à arte, cultura e lazer e com a geração de emprego e renda. Em 2017, mais de 1,3 milhão de pessoas foram beneficiadas pelo Programa, graças ao incentivo fiscal de mais de 4,7 mil médicos cooperados e colaboradores, via Lei Federal de Incentivo à Cultura.
Em seu novo e aguardado romance, vencedor do prêmio Herralde, autora argentina une realidade e terror sobrenatural de maneira brilhante.
A música de Bowie, o fetiche por pálpebras, cartas do tarô, sociedades secretas. Esses e muitos outros ingredientes criam a atmosfera perturbadora que compõe a escrita de Mariana Enriquez em seu novo e aguardado romance, vencedor do 37º prêmio Herralde, um dos mais importantes de língua espanhola.
Em "Nossa Parte de Noite", que chega às lojas brasileiras em julho, pela Intrínseca, a escritora Mariana Enriquez exercita com maestria um dos seus maiores talentos: dar contornos sobrenaturais às tragédias palpáveis, extraídas da realidade de um país que viveu sob uma sangrenta ditadura e que hoje busca acertar as contas com o passado. Em maio, os assinantes do intrínsecos, o clube de livros da Intrínseca, receberam antecipadamente uma edição exclusiva do livro.
O romance começa com pai e filho viajando de carro até Corrientes, depois Missiones, regiões fronteiriças da Argentina com o Paraguai e o Brasil, e mergulha num universo em que mansões abandonadas se misturam com crenças presentes no imaginário da autora. São os anos da repressão, com soldados armados no controle, e o ambiente é de tensão. Com o corpo debilitado, marcado por cirurgias e por uma vida intensa, o pai tenta proteger Gaspar, seu filho, do destino que lhe é designado, fazendo o máximo para que o menino não tenha contato com o restante da família nem herde sua mediunidade. A mãe dele morreu em circunstâncias obscuras, em um suposto acidente.
Como o pai, Gaspar provavelmente receberá o chamado para ser médium em uma sociedade secreta, a Ordem, que se relaciona com a Escuridão em busca da vida eterna por meio de rituais atrozes envolvendo sacrifícios humanos. Para tais rituais, é imprescindível a presença de um médium, mas o destino desses detentores de poderes especiais é cruel, já que o desgaste, físico e mental, é rápido e implacável. As origens da Ordem, comandada pela família da mãe de Gaspar, remontam a séculos, quando o conhecimento da Escuridão foi levado da África para a Inglaterra e dali se estendeu à Argentina.
Reconhecida como uma das principais representantes da nova literatura argentina, Mariana Enriquez já conquistou projeção mundial. Ela foi selecionada para a final do International Booker Prize de 2021 com um volume de contos ("Los Peligros de Fumar en la Cama"). Em julho de 2021, a produtora RT Features, de Rodrigo Teixeira, anunciou que vai produzir um filme inspirado no conto As coisas que perdemos no fogo, que dá título ao livro lançado no Brasil pela Intrínseca em 2017. Chamada de “princesa do terror” na Argentina, a autora - que busca inspiração nas tramas psicológicas de Stephen King - tem um público fiel no país. Em 2019, foi destaque da Flip, a Festa Literária Internacional de Paraty.
Sobre a autora Mariana Enriquez (Buenos Aires, 1973) é jornalista e subeditora do suplemento Radar, do jornal Página/12, além de professora. Escreveu novelas, relatos de viagens e biografias. Pela Intrínseca, publicou a coletânea de contos"As Coisas que Perdemos no Fogo" e o romance "Este É o Mar". "Nossa Parte de Noite" ganhou, na Espanha, o Premio Herralde de Novela e o Premio de la Crítica 2019. Foto: Nora Levano.
Poesia e teatro de animação tornam o espetáculo “O Paraíso Mais Belo do Mundo” boa diversão para as férias de julho. Programação durante o mês de julho traz também palestras, debates e oficinas para crianças e adolescentes.
Em meio à pandemia de Covid-19, novas férias escolares chegaram. Nesse período de descanso e divertimento para crianças e adolescentes ainda é preciso considerar riscos e pensar em programações seguras para ocupar os dias de folga. Nesse sentido, o espetáculo infanto-juvenil “O Paraíso Mais Belo do Mundo”, texto para atores e bonecos de José Mauro Brant, inspirado na obra de Valter Hugo Mãe, proporciona entretenimento lúdico e uma boa história, aliando teatro de animação, música e literatura.
A peça fica em cartaz até o dia 1º de agosto no canal do YouTube da Biblioteca Paraíso, também com uma versão traduzida em Libras. Além da encenação, o evento inclui uma série de oficinas, palestras, debates e lives, todas com temas ligados à promoção de leitura e bibliotecas. As atividades serão online e gratuitas mediante inscrições.
“Para uma montagem teatral dar certo é preciso que haja uma boa história, que ela seja bem contada, por meio de uma boa dramaturgia, e que os idealizadores se cerquem de alguns dos melhores profissionais do teatro, como acontece nesta. Uma coisa cada vez mais rara de acontecer: encontrar um espetáculo de teatro infantojuvenil de qualidade. Assisti a dezenas de "experimentos", em um ano e quase quatro meses, porém só recomendaria uns poucos, como este. Temas delicados, tratados com inteligência e delicadeza, num ótimo texto, bem dirigido e, da mesma forma, interpretado, contando com uma parte plástica e outra sonora muito agradáveis de se ver e ouvir”, analisa Gilberto Bartholo, crítico teatral.
O texto, criado por José Mauro Brant, cria um espaço imaginário para o encontro dos protagonistas dos dois contos: “A Biblioteca Paraíso”. Para isso, conta com a ajuda de uma terceira história: “A Biblioteca”, do livro: “Contos de Cães e Maus Lobos”. Lá, na Biblioteca, Miguel e Maria fazem suas descobertas e reflexões, sempre ajudados pelos bibliotecários, o Sr. Américo e Dona Hortênsia. Eles não se conhecem. Enquanto Miguel, instigado por seu avô, procura nos livros pelas coisas mais belas do mundo, Maria procura respostas sobre o que é o amor, e o que une as pessoas como casal. Sem saber que um é a resposta do outro, eles são unidos pelos livros e, juntos, numa história de amizade e superação, chegam à conclusão de que “O paraíso são os outros” e que o mais belo da vida é não estarmos sozinhos.
A encenação, também dirigida por Brant, utiliza técnicas de manipulação direta misturando bonecos e atores para evocar os mais de dez personagens dos contos de Valter Hugo Mãe. Para materializar essa ideia, o diretor conta com um elenco de quatro atores- manipuladores (Erika Riba, Fabricio Polido, José Mauro Brant e Cleyton Diir) e com o trabalho do artista plástico Bruno Dante, que cria bonecos em dimensões humanas que, misturados aos atores, dão o tom da encenação. O cenário de Natália Lana cria a biblioteca, toda construída com módulos de papelão, além de dois livros gigantes de onde surgem os personagens e oferecem outros planos para a ação. A música original de Tibor Fittel traz encanto e musicalidade à encenação. Completam a equipe, os figurinos de Carol Lobato e a luz do premiado Paulo Cesar Medeiros. “Trazemos um projeto potente, que pode ser usufruído por qualquer plateia. Basta ter coração para ouvir as descobertas das crianças criadas por Valter Hugo Mãe, nos fazendo refletir sobre o mundo que queremos deixar para elas”, analisa José Mauro Brant.
O espetáculo Convidado para realizar uma peça na data em que se completou um ano da tragédia de Brumadinho, o autor e diretor José Mauro Brant ficou estimulado com o desafio: criar um espetáculo especialmente para o público infantil, que pudesse ser usufruído por todas as idades, com mensagens de esperança e superação a ser realizado em vários locais de diferentes distritos da cidade de Brumadinho, ressignificando espaços marcados pela tragédia. Assim nasceu “O Paraíso Mais Belo do Mundo” a partir da obra de Valter Hugo Mãe.
Graças a reunião de um grupo de artistas, que, de forma voluntária, tornou possível a realização dessa primeira etapa; com seis apresentações na cidade de forma gratuita e cerca de dois mil presentes ao todo. “As mensagens de superação e esperança do espetáculo se tornam ainda mais potentes no momento pós-pandemia. Temas como relação com os mais velhos, a superação da morte, o amor pelo conhecimento, pela ciência, pelos livros e, principalmente, a valorização da família colocando o 'outro' como o 'Paraíso' sonhado por Valter Hugo Mãe, fazem de 'O Paraíso Mais Belo do Mundo' o espetáculo certo, na hora certa, para tempos que vamos agora viver”, reflete.
O projeto é realizado pelo Governo Federal, Governo do Estado do Rio de Janeiro, Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro e Belazarte Realizações Artísticas, através da Lei Aldir Blanc.
Oficinas realizadas todas as quartas-feiras de julho
14 de julho - Oficina 2 - "A Biblioteca Afetiva" - “Formando e Transformando Bibliotecas” - 18h A noção de acervo e as infinitas possibilidades criativas de organizar e dinamizar bibliotecas. A oficina trabalha o conceito de biblioteca e estimula a facilitação do seu acesso por meio de soluções criativas e sedutoras, visando estimular os leitores de todas as idades na sua relação com os livros e a leitura.
21 de julho - Oficina 3 - "A Biblioteca Virtual" - “Leitura e Hiperleitura no Mundo Digital” - 18h Partindo da experiência de cada um com o mundo digital e com a leitura, a proposta é entender os novos suportes que a evolução tecnológica apresenta e assim desconstruir mitos e medos do mundo digital.
28 de julho - Oficina 4 - "A Biblioteca Viajante" - “Oralidade e Jogo Cênico na Animação de Acervos” - 18h O que são práticas leitoras? Como estimular no outro o desejo do livro? O conceito de animação de leitura. O acervo viajante, o que levar na mala? Oralidade e joga cênico nas práticas leitoras com a intenção de promover o livro e a leitura.
Live de encerramento 31 de julho - Mesa - "Visões Criativas sobre o Espaço de Ler - Experiências - Brasil/Portugal” - 16h às 18h. Nessa atividade de encerramento, os cinco especialistas do projeto debatem iniciativas criativas no espaço da biblioteca e políticas de promoção de leitura com convidados do Brasil e de Portugal. Também participarão representantes da SEC e do Sesc Rio de Janeiro. Informações e inscrições para as oficinas pelo e-mail: abibliotecaparaiso@gmail.com. Ao final do evento, os registros de todas as atividades ficarão online, disponíveis no Canal: “Biblioteca Paraíso”.
O Spotify revelou nesta quinta-feira, dia 8, a data de estreia da tão aguardada áudio série original Paciente 63. A envolvente história entre a psiquiatra Elisa Amaral e seu misterioso paciente será lançada no dia 22 de julho, grátis, exclusivamente no serviço. "Paciente 63" conta com as vozes protagonistas de Seu Jorge e Mel Lisboa e tem roteiro original de Julio Rojas.
Na nova áudio série de ficção científica "Paciente 63", Mel Lisboa é Elisa Amaral, uma psiquiatra que grava as sessões de um enigmático paciente. Seu Jorge dá voz a esse paciente, registrado como "Paciente 63", que diz ser um viajante no tempo. O que começa como sessões terapêuticas de rotina se transforma rapidamente em um relato que ameaça as fronteiras do possível e do real. Uma história que transita entre o futuro e o passado de dois personagens que podem ter nas mãos o futuro da humanidade. "Paciente 63" é um podcast Original Spotify e estreia dia 22 de julho, grátis, no Spotify.
Ficha técnica: "Paciente 63" Criada por: Julio Rojas Adaptada por: Ultrassom Elenco: Mel Lisboa, Seu Jorge Vozes adicionais: Veridiana Toledo, Heitor Goldflus, Nelson Baskerville, Marcelo Galdino, Clara Carvalho, Rafael Maia e Lavinia Lorenzon Produtores executivos: Flavia Feffer e Ruben Feffer Tradução, adaptação de roteiros e direção de voz: Gustavo Kurlat Edição, mixagem e desenho de som: Francisco Tapia, Alejandro Parada e Alex Vilches Música original: Mowat Identidade visual: Hueso
Recentemente, as autoras Bila Sorj e Verônica Toste participaram do lançamento virtual do livro "Clássicas do Pensamento Social" na livraria Gato Sem Rabo. Situada no centro de São Paulo, a loja aprecia e distribui escritos de mulheres, sendo elas também o centro do debate. O encontro aconteceu no canal do YouTube da livraria e marcou um momento importante.
O livro é uma coletânea de textos de oito pensadoras, de diferentes localidades, entre os séculos XIX e XX, que obtiveram nenhuma ou pouca circulação no Brasil. "Clássicas do Pensamento Social"responde, em primeiro lugar, a uma necessidade histórica: recuperar para o cânone das ciências sociais as ideias, a visão crítica e as elaborações teóricas de mulheres que não entraram para a história do pensamento social, cuja bibliografia, como acontece em tantas outras áreas de saber, é formada apenas por homens.
Em provocação (e certa ironia), as organizadoras Bila Sorj e Verônica Tostetecem comentários e, ao mesmo tempo, questionam o que define um “clássico”, retirando da marginalidade mulheres cientistas sociais ainda hoje muito relevantes. As autoras retomadas em "Clássicas do Pensamento Social"- Harriet Martineau, Anna Julia Cooper, Pandita Ramabai Sarasvati, Charlotte Perkins Gilman, Olive Schreiner, Alexandra Kollontai, Ercília Nogueira Cobra e Alfonsina Storni - viveram entre o final do século XIX e o início do século XX.
São herdeiras dos ideais das mulheres que estiveram na revolução francesa lutando por cidadania e que foram precursoras das sufragistas, que conquistaram o direito ao voto. "Clássicas do Pensamento Social" exerce com maestria uma espécie de arqueologia epistêmica dessas mulheres que, mesmo atuando na periferia do saber, conseguiram enfrentar os imensos obstáculos de seu tempo, mas ficaram à margem.
Montada em 2015, a peça de Ana Cecília Costa, com direção de Elias Andreato, é uma adaptação do premiado texto "A Língua em Pedaços" do espanhol Juan Mayorga.Ana Cecília Costa. Foto: Laercio Luz.
A vida de Santa Teresa d’Ávila (1515-1582) interpretada por Ana Cecília Costa no espetáculo "A Língua em Pedaços", e a relação entre duas mulheres sobreviventes de um planeta corroído pela peste e pelas queimadas, vividas em cena por Lilan Blanc e Tuna Dwek, no espetáculo "Amanhã Eu Vou", estão na 1ª Mostra de Teatro On-Line APTI nos dias 17 e 18 de julho. As montagens ficarão disponíveis on demand, ou seja, ao adquirir o ingresso, o espectador pode de acessar a exibição a qualquer momento.
Montada em 2015, a peça de Ana Cecília Costa, com direção de Elias Andreato, é uma adaptação do premiado texto "A Língua em Pedaços" do espanhol Juan Mayorga. A trama mostra um fictício embate entre a monja carmelita e o Inquisidor (Joca Andreazza), que a acusa de subversão e heresia. Além de mística e poeta, Teresa d’Ávila foi uma mulher de ação, fundando 17 conventos de Carmelitas Descalças em toda Espanha. Santa Teresa d’Ávila é patrona dos escritores de língua espanhola e considerada um dos maiores patrimônios culturais da Espanha. Sua autobiografia "Livro da Vida" é o clássico literário mais lido neste país depois de "Dom Quixote", de Miguel de Cervantes.
Lilan Blanc e Tuna Dwek, no espetáculo "Amanhã Eu Vou". Foto: Priscila Prade
Escrita por Clóvys Torres especialmente para as atrizes Lilan Blanc e Tuna Dwek que são dirigidas por Cristina Cavalcanti no espetáculo "Amanhã Eu Vou", a montagem apresenta duas mulheres, únicas sobreviventes de um planeta totalmente corroído pela peste e pelas queimadas. Elas dependem uma da outra para continuarem a viver, mesmo sendo de temperamentos opostos: uma sonha e idealiza um futuro, enquanto a outra nem dorme e deseja sair daquele lugar inóspito; elas conversam sobre a vida, ou a falta de vida. Um jogo de memória que lhes garante a sobrevivência até o dia seguinte e assim vão, sucessivamente num delicioso jogo teatral entre delírios e realidade.
A 1ª Mostra de Teatro On-Line APTI é uma iniciativa da APTI-Associação de Produtores Teatrais Independentes para arrecadar dinheiro para o Fundo Marlene Colé, que vem apoiando os profissionais das artes cênicas. Desde o dia 15 de maio, a mostra apresenta espetáculos com toda bilheteria revertida para a campanha que irá auxiliar as mais de 30 mil famílias de profissionais da cultura, do Estado de São Paulo, afetados pela pandemia. A campanha termina no dia 1º de agosto, com uma sessão especial de "Alma Despejada", com Irene Ravache.
Sobre Marlene Colé A carreira de Marlene Colé nas artes começou cedo. Ainda jovem integrou o Grupo de danças folclóricas de Solano Trindade, fundado nos anos 70 em Embú das Artes, e mais adiante se tornou cantora da noite, tendo participado do show da inauguração do Teatro Nacional em Brasília.
De origem humilde, com o passar dos anos, para se sustentar começou sua carreira como camareira e nessa atividade trabalhou para uma legião de atores, atrizes e produções teatrais pelo Brasil a fora. Quando morreu, em 2016, fazia parte da equipe de camareiras do Teatro Municipal de São Paulo, além de trabalhar em outras produções.
Marlene Colé não tinha parentes. E quando faleceu tinha alguns recursos em sua conta bancária, fruto de suas economias. Um grupo de amigos solidários de Marlene, entre artistas e técnicos que conviveram com ela, resolveu criar, com esses recursos o FUNDO MARLENE COLÉ, para apoiar artistas e técnicos que estivessem passando por necessidades, honrando assim o nome de Marlene que sempre foi muito preocupada em ajudar o próximo.
Atualmente A gestão do Fundo Marlene Colé está a cargo da APTI-Associação de Produtores Teatrais Independentes, com sede na Capital Paulista e conta com as instituições SATED-SP (Sindicato dos Artistas e Técnicos em Espetáculos e Diversões do Estado de São Paulo), Cooperativa Paulista de Teatro e Coletivos de Circo, a parceria com a APTR (Associação de Produtores Teatrais) e o apoio do Artigo 5º, Sympla, Lista Fortes Brasil e Unibes.
Serviço: 1ª Mostra de Teatro Online APTI Dias 17 e 18 de julho – On demand
"A Língua em Pedaços" Texto: Juan Mayorga. Direção: Elias Andreato. Com Ana Cecília Costa e Joca Andreazza.
"Amanhã Eu Vou" Texto: Clovys Torres. Direção: Cristina Cavalcanti. Com Lilan Blanc e Tuna Dwek Ingressos: R$ 25, R$ 50 e R$ 100 (o cliente escolhe quanto quer pagar) Vendas: www.apti.org.br/mostra-de-teatro