domingo, 22 de novembro de 2015

.: Cine Roxy e Resenhando: Ingressos grátis para o filme “Bem Casados”

#ResenhandonoCineRoxy


A parceria bem sucedida entre o Cine Roxy e o Resenhando prossegue. Desta vez, na terça-feira, às 20h30, no Roxy 5, no Gonzaga, em Santos, quando o ator Alexandre Borges vem à cidade para a avant-première da comédia “Bem Casados” em uma sessão para lá de especial só para convidados. Quer participar?

Basta enviar até esta segunda, dia 23 de novembro, às 14h, um e-mail para siteresenhando@hotmail.com, informando nome completo e RG. Os 40 primeiros que enviarem o e-mail com o assunto “Resenhando no Cine Roxy” entrarão para a lista VIP deste megaevento e poderão ver de pertinho o ator santista Alexandre Borges que, por sinal, é simpaticíssimo. 

Os felizardos que assistirão a avant-première receberão uma confirmação por e-mail. Então corra, que está em cima da hora! Além disso, você poderá ver o filme antes de todo mundo, porque a estreia de “Bem Casados” será apenas em 4 de dezembro. Os internautas que postarem no Facebook a hastag #ResenhandonoCineRoxy terão uma surpresa beeem especial no Resenhando.com. Corra porque os ingressos são limitados. Evento exclusivo do Cine Roxy.

Sobre o filme: A comédia “Bem Casados” levará para o Cine Roxy cinemas toda emoção e surpresa que tornam uma cerimônia de casamento inesquecível. Com uma produção esmerada, o filme traz um elenco em sintonia, estrelado por Alexandre Borges e Camila Morgado, com timing perfeito para o humor. Na trama, várias confusões e reviravoltas mostram que não há receita para o amor e que as melhores combinações acontecem da maneira mais improvável.


Trailer


Serviço: 
Avant-première para convidados da comédia “Bem Casados”, com presença do ator Alexandre Borges
Data: terça-feira, 24 de novembro, 20h30
Local: Sala 5 do Cine Roxy 5 
Endereço: Av. Ana Costa, 443, Gonzaga 

.: Artigo de Bertelli: Consciência acima de tudo

Por: Luiz Gonzaga Bertelli*


O Brasil é um país miscigenado, fruto da intensa mistura de raças e culturas que ocuparam nos oito milhões de quilômetros quadrados do território nacional nesses pouco mais de 500 anos de história. Brancos europeus, vermelhos indígenas e negros africanos, devidamente rotulados, deram origem a outras categorias como o mulato, o mameluco e o caboclo. De uns tempos para cá, passou-se a convencionar três tipos étnicos que formam a população brasileira: os brancos, os pardos e os negros.

Como se sabe, os antepassados dos negros chegaram ao país em navios, como escravos trazidos da África, para trabalhar nas usinas de produção de açúcar, em meados do século XVI. Essa perversidade que mancha parte da história brasileira na Colônia e no Império, durou vários séculos até a abolição da escravatura, com o advento da Lei Áurea, assinada em 1888, pela princesa Isabel. O legado cruel da escravidão, no entanto, permanece até hoje. São os números que comprovam isso.

A população negra ganha menos, de acordo com dados do Seade, divulgados na semana passada, válidos para 2014 na região metropolitana de São Paulo. No ano passado, o salário médio por hora dos negros era de R$ 8,79, representando 63,7% do que era recebido por não negros, o equivalente a R$ 13,80. Apesar disso, segundo a pesquisa, a participação do negro no mercado de trabalho aumentou em 2014, passando de 35,2% para 37,9%. Em relação a aumento de salário, os negros também foram mais prejudicados. Entre 2013 e 2014, o rendimento ficou praticamente estável, subindo apenas 0,3%, enquanto os não negros aumentou 2,9%.

É verdade que nos últimos anos o quadro da desigualdade racial vem apresentando melhora, mas em ritmo ainda bastante lento. Isso pode ser percebido na taxa de desemprego, que continua maior entre os negros, mas a diferença vem diminuindo a cada ano. Entre 2013 e 2014, o índice ficou estável em 12% para a população negra, ante 9,4% a 10,1% para os não negros. Em 2002, por exemplo, a diferença chegava a mais de 7 pontos percentuais.

Nesta semana em que se comemora o Dia da Consciência Negra, os dados revelam que ainda há muito que fazer para a diminuição das desigualdades étnico-raciais. A contribuição do negro africano para a cultura brasileira – seja na música, na religiosidade, na culinária, na dança – está presente em cada canto do país. É preciso sanar de vez a discriminação silenciosa e dar oportunidades iguais a todos, acabando, definitivamente, com mazelas deixadas pela escravidão.

*Luiz Gonzaga Bertelli é presidente do Conselho de Administração do CIEE, do Conselho Diretor do CIEE Nacional e da Academia Paulista de História (APH).

.: "Homem no contra fluxo" é lançado nesta terça-feira

Na contramão do fluxo: Mestre em Administração de Empresas, Marcos Bardagi, lança obra que fará os leitores repensarem suas rotinas e comportamentos no trabalho e na vida pessoal


"Este livro é recomendado a todos que se dispõem a romper com o status quo, para enxergar novos horizontes e desenvolver uma estratégia ousada."
Jairo Martins da Silva - CEO FNQ


"Homem no contra fluxo", livro do escritor, executivo e palestrante Marcos Bardagi, é muito mais que um livro de contos e crônicas. Trata-se de um verdadeiro compêndio de situações cotidianas e corporativas sobre networking, trabalho em equipe, desempenho, excelência, planejamento, inovação, resultados, etc. Como diz o próprio autor do prefácio, o CEO Jairo Martins da Silva, é uma obra sobre gestão aplicável não apenas a empresas, mas também na condução da vida pessoal.

Em mais de 120 páginas, Bardagi traz um verdadeiro retrato de diversos embaraços que qualquer pessoa enfrenta quando está em desalinho com as expectativas dos outros. Para o autor, o contra fluxo é tudo aquilo que é contra o óbvio, contra o mainstream e que, na maioria das vezes, possibilita o clique, o despertar, o momento mágico, o elo de ligação para o Novo. “O fluxo é mecânico, não permite divagações. Newton embaixo da árvore, o momento Eureka na banheira, e tantos outros, são límpidos exemplos de contra fluxo”.

Em cerca de 40 contos e crônicas, o autor traz um mergulho na possibilidade de descobrir um jeito diferente de fazer as coisas, para agir de maneira autêntica e quebrar o monopólio dos padrões na maneira de pensar e agir. Assim, leva os leitores a uma reflexão contundente, fazendo com que eles combatam as amarras de serem iguais a todo mundo, de realizar o óbvio.

Em uma das crônicas, os leitores entram no universo de Pedro, um executivo bem sucedido muito respeitado e que havia crescido na empresa em que havia entrado como trainee, graças à dedicação, esforço e muita vontade de aprender. A rotina corporativa agitada fazia parte da vida com a qual estava acostumado:

Ao alcance da mão, sempre o celular, pelo qual respondia na hora todos
 os e-mails que chegavam. Já preocupado com a longa noite, checou a pasta de seu notebook, ele que garantiria horas intermináveis de trabalho dentro do charutão pressurizado. As viagens tinham o poder de pô-lo no fluxo. Um homem em linha com seu tempo, um homem sempre pronto.

Este livro fará com que os leitores se identifiquem com as histórias narradas, tanto profissionais como pessoais. O autor se vale de referências diversas do cinema, da literatura, da Filosofia e das Artes em geral para a sua criação e acaba por nos trazer grandes e prazerosos momentos de reflexão. Com linguagem acessível e direta, a obra, publicada pela Reino Editorial, chega às livrarias no mês de novembro.

Livro: Homem no contra fluxo
Autor: Marcos Bardagi
Páginas: 128

Sobre o autor: Marcos Bardagi é mestre em Administração de Empre­sas, com ênfase em Orga­nizações e Inovação. Possui especialização pela Duke University, onde participou do Senior Leadership Program. Executivo com passagens em empresas multinacio­nais de diversas segmentos, tem mais de 25 anos de ex­periência profissional. Hábil comunicador e palestrante, notabilizou-se por empregar com maestria as práticas do Pensamento Lateral. Atuante em causas de voluntariado nas áreas de Artes, Ciência e Tecnologia e Gestão, foi Con­selheiro em instituições pri­vadas e Fundos de Pensão, e atualmente é Diretor Volun­tário na FNQ (Fundação Na­cional da Qualidade). É tam­bém professor Universitário. Marcos Bardagi dedicou-se a oficinas de escrita criativa e agora emerge como escritor.

.: Grupo RBS lança OCTO e dá adeus para a TVCOM

TVCOM sai do ar em novembro para dar lugar a um pluricanal com nova linguagem e novo formato na apresentação de um conteúdo diversificado


O Grupo RBS, por meio do núcleo de Inovação e Linguagem, anuncia o primeiro projeto elaborado a partir das premissas do The Communication (R)Evolution (TCR), estudo que investiga impactos da revolução digital na indústria da comunicação. OCTO entra no ar em 23 de novembro no canal 36 UHF, substituindo a TVCOM no Rio Grande do Sul, em versão piloto, na internet e no mobile. O projeto será orientado por quatro princípios: colaboração, inquietação, pluralidade e geolocalização.

– Estamos definindo OCTO como outra coisa. Será um canal vivo em construção para quem se considera jovem. Nossa ideia é dar voz às pessoas, à diversidade, à inovação, promover o diálogo sem barreiras. Estaremos sempre pautados pela construção, pelo otimismo, pela agenda positiva, inspirando boas ideias e reflexões – explica a diretora-geral de Inovação e Linguagem do Grupo RBS, Flavia Moraes. 

Sete moods – temas principais – vão conduzir a linha editorial de OCTO, criando uma rede de discussão e debate e ainda guiando a pauta, com foco em entretenimento. Os conteúdos serão organizados conforme o comportamento do público e darão destaque a temas como sustentabilidade, cuidados com a saúde, respeito à diversidade, desejos para o país, a relação com os animais, as transformações da sociedade e inovação.

A programação também dará destaque aos bastidores do jornalismo do Grupo RBS, com profissionais da empresa trabalhando em formato de curadoria e colaborando com o elenco de OCTO, formado por 12 “caras novas” que devem se revezar ao longo dos dias.

No âmbito comercial, o projeto pretende oferecer ao mercado soluções disruptivas. Haverá conteúdos desenvolvidos especificamente para os interesses de cada cliente, a partir de branded content e merchandising. Não haverá breaks comerciais. O desafio é criar novas formas e novos formatos para que as marcas se conectem com seus públicos.

– OCTO terá a flexibilidade de transformar qualquer case em produto. É a boa ideia que vai determinar o formato – completa Flavia.

Ao longo do mês de outubro, a TVCOM passou por um período de transição, fazendo uma retrospectiva da história do canal, com grandes coberturas e programas. Em Santa Catarina, a TVCOM segue operando.

Os 7 moods de OCTO

1.     Sustentabilidade, um compromisso de todos
2.     Mente sã, corpo são
3.     Paz, amor e respeito
4.     O país que queremos
5.     Avante queremos inovar
6.     A sociedade em transformação sempre
7.     Nós amamos os animais

Saiba mais sobre OCTO no Facebook oficial do canal: https://www.facebook.com/OctoOutraCoisa/?fref=ts

sábado, 21 de novembro de 2015

.: Encontrados poemas inéditos de Carlos Drummond de Andrade

Uma aluna do último ano do curso de graduação em Letras da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) encontrou três poemas inéditos de Carlos Drummond de Andrade. 

Mayra de Souza Fontebasso descobriu os textos durante o desenvolvimento de sua Pesquisa de Iniciação Científica, que é orientada pelo professor Wilton José Marques, docente do Departamento de Letras da UFSCar, que recentemente também descobriu um poema inédito de Machado de Assis, além de nove textos, até então desconhecidos, do escritor romântico José de Alencar. 

A estudante Mayra desenvolve uma pesquisa sobre os textos literários publicados na revista Raça, editada em São Carlos, entre 1927 e 1934, com circulação tanto na região quanto na capital paulista. Na fase inicial do projeto “Os modernistas e a Revista Raça (1927-1934)”, que é financiado pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), a pesquisadora se deparou com os textos do jovem Carlos Drummond de Andrade e conta que ficou intrigada, pois o estilo não era parecido com o que se conhecia do escritor. “Temos o ideal do Carlos Drummond de Andrade como um escritor de temas como a condição humana em um mundo desajustado, e nada disso aparece nos poemas de Raça, que são poemas de juventude do poeta”, explica Mayra. 

Wilton José Marques conta que após a surpresa inicial, procurou descobrir se os poemas já haviam sido catalogados e os textos não constavam nem na Bibliografia Comentada de Carlos Drummond de Andrade (1918-1934), de Fernando Py e nem no Inventário Drummoniano da Casa Rui Barbosa. O professor e a estudante também consultaram o poeta e crítico Antônio Carlos Secchin, membro da Academia Brasileira de Letras, que em 2012 organizou a publicação do livro “Os 25 poemas da triste alegria, do próprio Drummond”, com poemas contemporâneos aos encontrados na revista Raça. Segundo Wilton, depois de examinar os textos, o crítico afirmou: "Creio não haver dúvida de que são textos inéditos em livro de Carlos Drummond de Andrade"

Os três poemas de juventude estão escritos em prosa poética com evidentes traços simbolistas e penumbristas, isto é, marcados por um tom melancólico e pelo uso reiterado de reticências. Além disso, outro dado que remete ao início dos anos de 1920 é o fato de o poeta ter assinado os textos apenas como “Carlos Drummond”. Apesar de publicados em junho de 1929 na revista Raça, ao que tudo indica os poemas são provavelmente do início dos anos de 1920, já que a partir de 1924 com o início da amizade e consequentemente da influência literária de Mário de Andrade, a poesia de Drummond assumiria um tom mais modernista que resultaria no livro Alguma poesia (1930). Dirigida pelo jornalista Orlando Damiano (1903-1933), a revista Raça contava com alguns colaboradores ligados ao movimento modernista, além de Mario de Andrade, como por exemplo, Cassiano Ricardo e Menotti Del Picchia. 

Mayra, diante dessa descoberta, pretende entender melhor as primeiras influências literárias na formação de Carlos Drummond de Andrade, além de continuar o estudo sobre a contribuição dos modernistas na revista Raça, publicação que possui 17 fascículos ricamente ilustrados, dos quais 14 estão no acervo da Fundação Pró-Memória de São Carlos. A pesquisadora também pretende escrever um artigo sobre esses poemas de Drummond. Abaixo, um dos textos encontrados:

O poema das mãos soluçantes, que se erguem num desejo e numa súplica

Como são belas as tuas mãos, como são belas as tuas mãos pálidas como uma canção em surdina...
As tuas mãos dançam a dança incerta do desejo, e afagam, e beijam e apertam...
As tuas mãos procuram no alto a lâmpada invisível, a lâmpada que nunca será tocada...
As tuas mãos procuram no alto a flor silenciosa, a flor que nunca será colhida...
Como é bela a volúpia inútil de teus dedos...

O poema das mãos que não terão outras mãos numa tarde fria de Junho

Pobres das mãos viúvas, mãos compridas e desoladas, que procuram em vão, desejam em vão...
Há em torno a elas a tristeza infinita de qualquer coisa que se perdeu para sempre...
E as mãos viúvas se encarquilham, trêmulas, cheias de rugas, vazias de outras mãos...
E as mãos viúvas tateiam, insones, − as friorentas mãos viúvas...

O poema dos olhos que adormeceram vendo a beleza da terra

Tudo eles viram, viram as águas quietas e suaves, as águas inquietas e sombrias...
E viram a alma das paisagens sob o outono, o voo dos pássaros vadios, e os crepúsculos sanguejantes...
E viram toda a beleza da terra, esparsa nas flores e nas nuvens, nos recantos de sombra e no dorso voluptuoso das colinas...
E a beleza da terra se fechou sobre eles e adormeceram vendo a beleza da terra...

.: #Force4Fashion - "Star Wars: a Moda Encontra a Força"

Em comemoração ao filme mais esperado da Lucasfilm, "Star Wars: O Despertar da Força", a Disney Consumer Products e a Bloomingdale's estão unindo esforços com um grupo ilustre de designers de moda em uma nova iniciativa do tipo moda+angariação de fundos, denominada "Force 4 Fashion". 

Inspirados pelo figurinista do filme, Michael Kaplan, grandes estilistas como Cynthia Rowley, Diane Von Furstenberg, Giles Deacon, Halston, Opening Ceremony, Ovadia & Sons, Parker, Rag & Bone, Timo Weiland e Todd Snyder estão criando, cada um deles, uma roupa prestando homenagem aos personagens do novo filme para ser leiloada para caridade.

"Essa colaboração celebra a sinergia característica entre filmes e moda nos preparativos para um momento excepcional na história da cultura pop. Estamos empolgados para ver como essa incrível equipe de estilistas vai interpretar os personagens de Star Wars de maneiras totalmente únicas, e também para angariar fundos para uma excelente causa", comentou Leslie Ferraro, Co-Presidente da Disney Consumer Products e Interactive Media e Presidente da Disney Consumer Products.

As peças dos estilistas serão reveladas em um evento de lançamento do "Force 4 Fashion", apresentado por Kay Jewelers em Nova York no dia 2 de dezembro, antes de irem para a vitrine da matriz da Bloomingdale’s no dia seguinte.  Após o lançamento, as roupas serão leiloadas pela Bloomingdale’s entre os dias 2 e 18 de dezembro no site CharityBuzz.com, e os lucros revertidos para o Child Mind Institute em nome de Star Wars: A Força para a Mudança - uma iniciativa de caridade que ajuda as pessoas a causarem um impacto positivo no mundo ao seu redor.

Além disso, Michael Kaplan criou o design de três "sacolinhas" reutilizáveis com edição limitada, disponíveis somente para compras na Bloomingdale’s durante as festas de fim de ano, que começam um pouco antes do feriado de Ação de Graças.  As sacolinhas com tema de Star Wars serão comercializadas em pop-up shops que venderão diversos produtos inspirados no "Star Wars".

"A Bloomingdale’s está muito empolgada em poder unir esforços com esse filme histórico que continua revolucionário", afirmou Anne Keating, Vice Presidente Sênior de Relações Públicas, Eventos Especiais e Filantropia da Bloomingdale’s.  "Estamos muito entusiasmados com o fato de unir moda e cultura popular para aumentar a conscientização e levantar fundos para o nosso parceiro de longa data, o Child Mind Institute, que tem sido pioneiro em cuidar da saúde mental das crianças".

Além dessa colaboração personalizada feita pelos grandes do mundo da moda, os fãs de "Star Wars podem encontrar roupas e acessórios prontos para o uso em diversas lojas. Para mais informações sobre "Force 4 Fashion", acesse: StarWars.com e acompanhe as discussões utilizando a hashtag #Force4Fashion. "Star Wars: O Despertar da Força" estreia nos cinemas nos Estados Unidos no dia 18 de dezembro de 2015.
  
Globalmente, "Star Wars: A Moda Encontra a Força" será lançada em Londres
A associação de Star Wars com a moda e o design britânicos também será celebrada pelos estilistas de Londres Agi & Sam, Bobby Abley, Christopher Raeburn, J.W. Anderson, Nasir Mazhar, Peter Pilotto, Phoebe English, Preen e Thomas Tait.  Esses dez estilistas também criaram visuais para a passarela inspirados em "Star Wars: O Despertar da Forç"a.

Esses modelos serão mostrados em uma apresentação extra de "Star Wars: A Moda Encontra a Força" no dia 26 de novembro em Londres, e depois estarão disponíveis para os fãs do mundo todo através de um leilão online no www.starwarsfashion.london, com todos os lucros revertidos para o Great Ormond Street Hospital Children Charity, em nome da iniciativa "Star Wars: A Força para a Mudança".

.: 2x7: Em "Empire" tudo fica no verdadeiro "love"

Por: Mary Ellen Farias dos Santos
Em novembro de 2015



Ver a vida passar da cama. Como? Simples! Sem sair do aconchego do colchão com a pessoa amada e só curtir todo o "love". Assim é o início do sétimo episódio da segunda temporada do seriado "Empire". Quem protagoniza tal cena? A poderosa Cookie (Taraji P. Henson) e seu mais novo affair. Quanta energia, viu!

Eis que a máxima do "que seja eterno enquanto dure" faz valer para a protagonista da família Lyon, até porque, já temos ideia de que este amor vai tomar um rumo, no mínimo, estranho e totalmente conturbado. Esta é a promessa! Que dó de Cookie!!

A desconfiança do par da mãe fica todo por conta do filho mais novo, Hakeem (Bryshere Y. Gray). Sim! Ele não vai muito com a cara de Delgado. Bom radar, Hakeem! Contudo, ele não estraga o momento de amor total da mamãezinha querida, embora deixe um alerta.


Por outro lado, Cookie não acredita muito em Laura Calleros (Jamila Velazquez) e é Hakeem quem a faz dominar o espaço e ganhar a atenção de quem está por perto dela. Confesso que este incentivo ficou um tanto que no estilo do seriado "Glee".

Em contrapartida, Lucious Lyon dá todo o incentivo que poderia para a novata, mas as coisas não sabem como o planejado. "Bang! 
Bang!". No mais o episódio não fez o estilo impactante. É daqueles que poderiam ser compilados junto ao próximo que promete ser fogo!


Seriado: Empire
Episódio: 2x7- True Love Never
Criado por: Lee Daniels, Danny Strong (2015)
Elenco: Terrence Howard, Taraji P. Henson, Bryshere Y. Gray, Trai Byers, Jussie Smollett, Grace Gealey, Kaitlin Doubleday, Gabourey Sidibe, Serayah McNeill, Jamila Velazquez
Gênero: Drama, Novela, Musical
Duração: 42 minutos
Exibido em: 11/11/2015


* Mary Ellen é editora do site cultural www.resenhando.com, jornalista, professora e roteirista, além de criadora do www.photonovelas.com.br. Twitter:@maryellenfsm 



Trailer do episódio


.: Antonio Fagundes conta sua trajetória no "Persona em Foco"

O ator Antonio Fagundes é o próximo convidado do Persona em Foco, programa da TV Cultura que vai ao ar na terça-feira, dia 24 de novembro, às 23h30, com apresentação de Atilio Bari e roteiro de Analy Alvarez, coordenadora de dramaturgia da emissora.

Na atração, que tem como entrevistadores convidados o jornalista Robson Borges  e  o ator e produtor José Roberto Simões, o ator  Antonio  Fagundes, aos 66 anos, conta passagens dos seus 50 anos de carreira. Dos cerca 125 trabalhos realizados, muitos marcaram a história do teatro, televisão e cinema.
Fagundes fala que seu primeiro espetáculo foi "A Ceia dos Cardeais", de Júlio Dantas, no Colégio Rio Branco. 

Ficou tão empolgado com o resultado que montou um grupo de teatro no colégio e chamou para dirigir Afonso Gentil, que resultou na montagem de "Os Fuzis da Senhora Carrar", de Bertold Brecht.
O ator conta que sua estreia profissional foi no Teatro de Arena, no espetáculo "Farsa com Cangaceiro Truco e Padre", de Chico de Assis e com direção de Afonso Gentil. “Foi uma fase muito rica. O Gentil me deu uma base importante para meu fazer teatral. Nunca esqueci a herança que ele me deixou”.

No Teatro de Arena, trabalhou com Augusto Boal, Gianfrancesco Guarnieri, Paulo José, entre outros, e participou de montagens históricas como "Arena Conta Tiradentes" e "A Resistível Ascensão de Arturo Ui". Ele revela que sempre quis fazer televisão. Mas o fato não era bem visto pelos seus companheiros do Teatro de Arena, que tinham uma posição mais engajada no teatro, voltada para a análise e discussão da realidade brasileira. “Fazer televisão naquela época era quase uma afronta”, explica.

O artista relembra que sua primeira experiência na televisão foi na TV Cultura, com direção de Alfredo Mesquita, em 1969, em "A Sopa". Na Tupi, trabalhou em alguns capítulos de "Antônio Maria" (1968). Participou ainda da primeira versão de "Mulheres de Areia" (1972), de Ivani Ribeiro, e interpretou o seu primeiro protagonista em "O Machão", da mesma autora, inspirada na peça "A Megera Domada", de Shakespeare.

Sobre sua fase na TV Cultura, conta que fez inúmeros teleteatros sob a batuta de diretores consagrados, dentre eles Antunes Filho e Antônio Abujamra. Também relembra o "Mundo da Lua"  e o "É Proibido Colar". “Eu sempre gostei de trabalhar na TV Cultura. Fiz muitos teleteatros com excelentes diretores e ótimos textos. O teleteatro é importante por que dá possibilidade de testar novos atores”. Na TV Globo desde 1976, trabalhou em mais de 40 tramas da emissora, entre novelas, séries, minisséries e projetos especiais.

Criou personagens memoráveis que entraram para a história da televisão brasileira, como o inseguro Cacá, de "Dancin' Days"; Bruno Mezenga, em "O Rei do Gado"; e o Pedro, de "Carga Pesada". Na sua trajetória teatral, Fagundes realizou um dos maiores feitos do teatro brasileiro: a "Companhia Estável de Repertório" (CER), que durante 10 anos produziu grandes espetáculos que conquistaram o público e a crítica, além de diversos prêmios.

No "Persona em Foco", o artista explica que o primeiro espetáculo da companhia foi "O Homem Elefante", de Bernard Pomerance, com direção de Paulo Autran. E que a companhia realizou dez espetáculos, incluindo "Morte Acidental de um Anarquista", de Dario Fo;  "Xandú Quaresma", de Chico de Assis; e "Cyrano de Bergerac", de Edmond Rostand, que lhe rendeu o Prêmio Moliere de melhor ator. “Foi um projeto de fôlego, que contava com  36 atores, 24 técnicos e 15 pessoas no escritório. A companhia tinha um jornal que informava sobre os espetáculos. Era um movimento intenso no Teatro Cultura Artística. A companhia estaria em atividade até hoje se não fosse as politicas econômicas do país, que nos fizeram fechar as portas”, explica.

O programa conta com depoimentos de amigos e profissionais, como Suzy Rego, Lucia Capuani, Walter Breda, Ulysses Cruz e Afonso Gentil.

sexta-feira, 20 de novembro de 2015

.: A obra de Paul McCartney em outras vozes, por Luiz Gomes Otero

Por Luiz Gomes Otero
Em outubro de 2015

Lançado em 2014, o álbum tributo ao ex- beatle Paul McCartney reuniu estrelas de várias gerações para homenagear a obra do músico, produzida com os Beatles e em carreira solo. O resultado foi o emocionante "The Art Of McCartney", com várias versões de canções clássicas, que marcaram a vida de todos os que curtem a boa música.

São mais de 30 canções reunidas em três CDs, que funcionam como uma pequena amostra do rico acervo musical de Sir Paul. É impossível apontar a melhor faixa. Todas apresentam momentos especiais e singulares.

O disco foi produzido com apoio da banda que acompanha Paul nos shows (Brian Ray, Rusty Anderson, Abe Laboriel Jr. e Paul Wix Wickens). Ou seja, o resultado instrumental ficou impecável, bastando apenas quem canta exercitar o seu dom de forma tranquila. Billy Joel, por exemplo, deita e rola nas ótimas "Live And Let Die" e "Maybe I´m Amazed". Ele interpreta com aquele clima de inveja no bom sentido, de quem queria ter escrito aquelas canções.

Há surpresas agradáveis, como a de Alice Cooper cantando "Eleanor Rigby". Quem poderia imaginar isso? E ficou bom, podem acreditar. Steve Miller faz o básico em "Hey Jude" e "Junior´s Farm". Barry Gibb (Bee Gees) canta a cândida "When I´m 64" e Brian Wilson (Beach Boys) se deu bem com a bela balada "Wanderlust" (do álbum "Tug Of War"). 

Ao ouvir Bob Dylan cantando "Things We Said Today", o ouvinte leva um susto. Ele está cada vez mais rouco. Mesmo assim, ele consegue levar bem a canção. Smokey Robinson, astro da gravadora Motown nos anos 60, que inspirou Paul no início de carreira, faz uma versão bem ao seu estilo em "So Bad", do álbum "Pipes Of Piece". E a banda The Cure faz uma versão bem próxima da original de "Hello Goodbye". 

Enfim, fica impossível aqui comentar todas as faixas. Mas não há como negar que "The Art Of McCartney" foi um daqueles projetos que não tinham como dar errado. Juntar tantos craques cantando pérolas musicais só poderia resultar em algo de bom gosto e bem acabado. Mas ficou ainda melhor, porque todos demonstraram claramente a emoção de participar do disco. Basta apertar o botão play do CD Player para ter certeza disso. A obra de Paul McCartney em outras vozes

The Cure -  "Hello Goodbye"


Alice Cooper - "Eleanor Rigby"


Billy Joel - "Maybe I´m Amazed"



Steve Miller - "Junior´s Farm"






.: Anhembi completa 45 anos nesta sexta-feira

Anhembi completa 45 anos nesta sexta-feira Foto: José Cordeiro
Está nas páginas do "Livro dos Recordes" ("Guinness Book of Records") de 1995: prêmio de maior cobertura do mundo, com quase 68 mil m², foi erguida e considerada a construção mais rápida - duração de 100 dias - no ano de 1969. Assim começou a engatinhar o Pavilhão de Exposições do Anhembi, primeiro espaço do complexo que, já no ano seguinte, 1970, foi inaugurado em 20 de novembro.

Neste aniversário de 45 anos, o Anhembi comemora os mais de 300 eventos que recebe em média todos os anos, nos diferentes espaços, entre algumas das principais feiras de negócios, congressos, convenções, shows de artistas nacionais e internacionais, festivais, seminários e eventos culturais e esportivos.

Para o presidente da São Paulo Turismo (SPTuris, empresa municipal de turismo e eventos que administra o Anhembi), Alcino Rocha, o complexo é uma referência nacional. "Por aqui passam cerca de 6 milhões de visitantes ao ano, seja para participar de feiras, congressos, shows marcantes e eventos históricos ou culturais no espaço. Creio que a maior parte dos brasileiros já ao menos ouviu falar do Anhembi. É uma marca muito forte, um ícone no país e marco da vocação de São Paulo para negócios e eventos", afirma. 

Resultado do empreendedorismo de um brasileiro visionário, Caio de Alcântara Machado, o Pavilhão de Exposições do Anhembi foi posteriormente ampliado e é hoje uma megaestrutura histórica de quase 80 mil m², palco para alguns dos mais importantes eventos de negócios do país. 

Anos depois, o que era o maior pavilhão de feiras do país se transformou também em um grande complexo de eventos, que abriga ainda: o Palácio das Convenções, com suas salas modulares e auditórios, por onde passam autoridades, personalidades, artistas e grandes empresários; e o Polo Cultural e Esportivo Grande Otelo, conhecido como Sambódromo do Anhembi, com projeto assinado pelo escritório do arquiteto Oscar Niemeyer, que é o templo do samba de São Paulo e se divide ainda em duas Arenas para shows e o Espaço Anhembi, com estrutura para eventos diversos.

Anhembi no topo
Em junho deste ano, pesquisa inédita divulgada pelo Datafolha apontou o Anhembi como o melhor centro de convenções da capital paulista, figurando uma seleta lista de marcas de serviço campeãs da cidade. 

Segundo Alcino Rocha, a avaliação dos visitantes tem sido positiva. "Nos grandes eventos que são realizados no Pavilhão, as pesquisas mostram que a maioria do público considera o local como a melhor escolha", disse. 

Breve futuro
Sinônimo de negócios e cultura, gerador de movimentação econômica e atração de turistas para o Brasil, este ícone da capital paulista acompanha os novos tempos. Por isso, o Anhembi está se transformando. 

A SPTuris já está realizando uma série de melhorias em diversas áreas do Anhembi. Além disso, estão sendo conduzidos dois chamamentos públicos que irão agregar grande valor: um deles é para a construção de uma nova arena coberta multiuso e outro para modernização e ampliação de grande parte de todo o complexo de eventos, incluindo uma possível interligação com o metrô. Em pouco tempo, o Anhembi contará com novos e ainda mais modernos espaços.

.: "Constelações, Intermitências e Alguns Rumores"

A Zipper Galeria recebe até este sábado, 21 de novembro, a mostra "Constelações, Intermitências e Alguns Rumores". 

Com a curadoria de Eder Chiodetto e Fabiana Bruno, a exposição reúne sete fotógrafos que vêm ganhando destaque nacional. A galeria recebe também Antonio Lee em sua primeira mostra individual em São Paulo, a "Velocity vs. Visconti", de curadoria de Mario Gioia. 


Serviço 
"Constelações, Intermitências e Alguns Rumores e Velocity vs. Visconti" 
Até 21 de novembro de 2015
Rua Estados Unidos, 1494,
Jardim América, São Paulo, SP
(11) 4306-4306

.: "O Estranho", de Francisco Hurtz, até este sábado, em SP

A Galeria Emma Thomas, em São Paulo, faz exposição relâmpago do artista plástico Francisco Hurtz. Em O Estranho, Hurtz apresenta 20 obras – entre óleos, aquarelas e pinturas sobre pedra ou madeira, e também escultura em cerâmica – em que trata da fragilidade e da desconstrução da figura masculina. A mostra acontece paralelamente ao 23º Festival Mix Brasil de Diversidade Sexual.  

Serviço 
"O Estranho", de Francisco Hurtz
Até este sábado, 21 de novembro
Galeria Emma Thomas
Rua Estados Unidos, 2205, Jardins - São Paulo/SP
(11) 3063-2193
← Postagens mais recentes Postagens mais antigas → Página inicial
Tecnologia do Blogger.