segunda-feira, 1 de abril de 2019

.: Cinco mitos sobre escrita e publicação de livros

Além de um legado para as próximas gerações, lançar um livro também pode funcionar como um alavancador da carreira e dos negócios de seu autor, a realização do sonho de registrar memórias, experiências e aprendizados e uma forma de compartilhar seus conhecimentos e expertise sobre algum tema.

Existem vários mitos que cercam a vida de um escritor principiante e para esclarecer e desvendar os mistérios da escrita e publicação de livros, Eduardo Villela, Book Advisor, que por meio de assessoria especializada, ajuda pessoas a escrever e publicar suas obras, fala sobre o assunto. Confira:

1) Escrever um livro é um processo solitário
MITO - O Primeiro grande mito que cerca quem quer ser um autor é o de que é preciso trabalhar sozinho na construção de sua obra. De acordo com Eduardo Villela, "Quem deseja escrever e publicar um livro pode e deve contar com a ajuda do Book Advisor. Ele é um profissional que assessora o autor em todas as etapas de seu livro: no planejamento do projeto, que envolve análises sobre a temática escolhida e público-alvo de leitores, a elaboração de um roteiro de capítulos, cronograma e outros aspectos; durante o processo de escrita, dando feedback para os textos; e na publicação do livro, seja buscando uma editora no mercado para publicá-lo ou auxiliando o autor na realização de uma edição independente", explica.

Villela ainda compara a escrita de um livro ao processo de construir uma casa: é necessária ajuda profissional para a sua realização. "Quando explico como é o meu trabalho, eu faço uma analogia com a área de construção civil. Elaborar o projeto de um livro e escrevê-lo requer assessoria especializada de um Book Advisor assim como a criação do projeto de uma casa necessita de um arquiteto e a sua construção do acompanhamento de um engenheiro. O Book Advisor facilita o trabalho do escritor fazendo os papéis de arquiteto e de engenheiro", revela Villela.

2) Como já tenho o livro "pronto" na minha cabeça, vou conseguir escrevê-lo rapidamente
MITO - Muitas pessoas querem sentar e escrever seus livros de uma só vez, de forma bem rápida, pois acham que têm todo o conteúdo já pronto e organizado na cabeça. "Isso é um grande mito. A pessoa que já senta e sai escrevendo o primeiro capítulo, sem ter feito nenhum planejamento prévio, corre um risco bastante alto de, em pouco tempo de trabalho, travar e ficar confusa. Como ela não fez nem o básico (um roteiro detalhado de capítulos e um levantamento prévio de informações), ela se verá perdida, sem saber como dar continuidade ao livro. E aí, a grande maioria dos novos autores desiste de seu livro", alerta Villela.

Para escrever um livro bem feito é necessário investir tempo em um planejamento completo e por etapas. "Três a quatro semanas é o tempo suficiente para um bom planejamento do projeto. Durante o processo, converso muito com o autor e fazemos uma análise da relevância do tema, definimos e estudamos o público-alvo, avaliamos o que já existe no mercado sobre o assunto, verificamos se esta temática é uma tendência, criamos um roteiro detalhado de capítulos, pensamos o número de páginas, montamos um cronograma de escrita, entre outros vários detalhes", esclarece o Book Advisor.

3) Escrever um livro exige uma baita criatividade, muita inspiração e um dom especial
MITO - Várias pessoas acham que para escrever um livro é preciso ter talento, inspiração e criatividade fora do comum, mas, de acordo com Villela, isso é bobagem. "Para escrever seu livro, é fundamental que você, autor, conheça muito bem o tema escolhido (tanto na prática como na teoria), quem serão os seus leitores e suas necessidades, ou seja, por quais razões eles se interessarão pelo seu livro. Quais são os sonhos, as dúvidas, os medos de seus leitores? Quais desafios e mudanças ele estão vivendo no dia a dia?", pondera Villela.

Villela complementa que "também é necessário saber se há concorrência ou não para o seu livro. E caso existam outras obras sobre o assunto, é preciso pensar o que diferenciará o seu livro delas. A pergunta a ser respondida é a seguinte: O que tornará o seu livro único e especial no mercado?".

4) Não posso escrever meu livro pois não sou bom em língua portuguesa, redação e não tenho tempo

MITO - É comum pessoas que desejam escrever um livro desistirem do sonho por não dominarem o português e terem dificuldades com a escrita. "Se a pessoa conhece bem o assunto que deseja abordar e o público-alvo de leitores, ela pode contar com a ajuda de um Ghostwriter para realizar a parte escrita. Este profissional produzirá os textos dos capítulos por meio de entrevistas feitas com o autor sobre o conteúdo de cada um deles. O Ghostwriter atua como um escriba: ele transforma a fala do autor em texto. Porém, para o trabalho com o Ghostwriter funcionar bem, o autor deve previamente fazer um roteiro detalhado de capítulos, o qual servirá de base para as entrevistas. A construção deste roteiro deve ser feita em conjunto com o Book Advisor e é recomendável que ele coordene o trabalho do autor com o Ghostwriter ", diz Villela.

Outra preocupação corriqueira é a falta de tempo para escrever o livro. Segundo o Book Advisor, uma organização eficaz da rotina de escrita do autor e um cronograma detalhado tornam o processo de escrita bem mais simples. "Um Book Advisor experiente está preparado para orientar o autor a encontrar a dinâmica de trabalho que funcione para sua realidade de tempo", destaca Villela.

5) Meu livro só será lido e valorizado pelos leitores se publicado por uma editora
MITO - Muita gente acredita que seu livro só vai ser lido e bem-aceito pelos leitores caso seja publicado por uma editora, mas, de acordo com Villela isso não é uma regra. "Hoje, se você é um autor que cria vínculo, conexão, com o seu público-alvo nas redes sociais, uma edição independente de seu livro pode ser um caminho bastante interessante e viável. Existe, por exemplo, um bom número de autores que lançam seus livros como e-book em plataformas como o Kindle da Amazon e alcançam resultados muito bons", revela.

* Eduardo Villela é Book Advisor e, por meio de assessoria personalizada, ajuda pessoas a escrever e publicar suas obras. 

.: Assistentes virtuais devem ter voz de homem ou de mulher?


É possível vivermos sem computadores? É um claro NÃO para a maioria das pessoas em todos os aspectos da vida. "Esses dispositivos inteligentes tornaram-se parte indispensável de nossas vidas nos últimos anos. Todos os aspectos de nossas atividades diárias estão de alguma forma conectados a computadores - escolas, hospitais, residências, escritórios e trânsito", conta Mario Celso Lopes. Com a tecnologia melhorando a cada dia, os computadores também estão se tornando iniciais, e a partir do que já foi pensado como apenas ficção científica, a inteligência artificial se transformou em algo como um milagre tecnológico.

A inteligência artificial, ou IA, desenvolveu-se rapidamente e o reconhecimento de voz é atualmente seu recurso mais usado. Ao contrário de duas décadas atrás, as pessoas não têm medo ou hesitam antes de falar com Siri, Cortana, Alexa ou Google Assistant. Isso fez com que os assistentes de voz habilitados para IA se tornassem mais relevantes em nossas vidas, pois atualmente há mais de 3,5 bilhões de assistentes de voz em uso e, de acordo com uma pesquisa, 1 em cada 6 americanos tem acesso pessoal a alto falante.

E porque não? A IA é atualmente a tecnologia que mais cresce no mundo e se tornou uma parte importante do DNA de todas as empresas explicou Mario Celso Lopes. Assim, seja configurando alarmes, reproduzindo músicas em seu dispositivo, controlando seus dispositivos de iluminação e aquecimento, fazendo uma chamada, fazendo check-in em seu voo ou agendando compromissos para você, eles podem executar uma série de tarefas e são uma maneira rápida de faça as coisas rapidamente.

Mas apesar de existirem mais de 3,5 bilhões de assistentes de voz em uso hoje, há uma coisa que é mais comum a todos eles - uma voz feminina.

Se você usar um assistente de voz da AI, como o Siri da Apple, o Alexa da Amazon ou o Assistente do Google, verá que eles estão programados em uma voz feminina. Enquanto isso pode ser alterado para uma voz masculina nas configurações, o fato é que a tecnologia foi projetada para uma voz masculina ou feminina. Outra grande crítica que os assistentes de voz receberam, além de serem tendenciosos quanto ao gênero, é que eles são binários. Segundo Mario Celso Lopes, é exatamente isso que a primeira Voz AI sem gênero do mundo para assistentes por voz, Q, está tentando mudar.

Q, desenvolvido por um grupo de linguistas, ativistas, engenheiros de som e criadores de anúncios, afirma ser a primeira voz de IA sem gênero. Foi iniciado pelos estúdios Virtue Nordic e Copenhagen Pride, em colaboração com Julie Carpenter, que é uma cientista social. A ideia por trás do projeto é fornecer aos dispositivos de tecnologia uma voz neutra em termos de gênero, de modo a introduzir-se na tecnologia da IA e também eliminar o preconceito de gênero.

No anúncio de introdução de Q, a voz de IA sem gênero disse:

"Eu sou assim ou em vez disso, mas nem maculado, nem mais. "Eu criei um futuro em que não somos mais defendidos pelo próximo, mas sim como nós mesmos nos desafiamos".

Não entendi, "para que eu me torne uma certa empresa para uma boa escolha, você precisa de ajuda. Que meu filho com a noite, amendoim, e outros. E ao mesmo tempo podemos garantir que a conformidade nos confirma todos nós”.

Agora, há uma razão pela qual a maioria dos assistentes de voz é específica de gênero. De acordo com Mario Celso Lopes, a maioria dos gigantes da tecnologia testa essas vozes de IA com seus usuários e analisa o resultado dos testes. Por exemplo, os usuários da Amazon preferiram usar o Alexa como uma mulher em vez de um homem.

Este pequeno conjunto de amostras permitiu que a Amazon criasse um Alexa que é usado e amado por todos. Pesquisas também revelaram que homens e mulheres preferem ouvir as vozes femininas, pois são mais receptivas e calmas do que as vozes masculinas.

Assim, é fácil entender por que a maioria das empresas deseja que seu assistente de voz seja programado em uma voz feminina em vez de uma voz masculina. Mario Celso Lopes conta que, além disso, por que você pediria a um homem que marcasse uma consulta ou lhe desse indicações quando pudesse falar com uma mulher mais “atenciosa” e “compreensiva”?

Assim, enquanto uma voz sem gênero pode ser um bom passo para a inovação e a direção certa para a IA, pode levar algum tempo para que a tecnologia se desenvolva completamente e se afaste do preconceito de gênero sem ter em conta as estratégias certas e confiáveis. A introdução de

Q desafia as normas de preconceito de gênero, obriga a sociedade a examinar criticamente seu sistema de crenças e incentiva as empresas de tecnologia a assumir um novo nível de responsabilidade social em termos de diversidade e inclusão comenta Mario Celso Lopes. Ele também fornece todos os recursos que cada empresa de tecnologia procuraria em seus assistentes de voz com base no gênero: calma, cordialidade, responsabilidade e disponibilidade.

Para desenvolver a primeira voz artificial sem gênero do mundo, os criadores dos estúdios Virtue Nordic gravaram vozes reais de pessoas, incluindo homens, mulheres, fluidos de gênero e transgêneros. Depois de muita análise, experimentos e ajustes, eles descobriram uma voz principal que estava na faixa de neutralidade de gênero de 145 Hz e 175 Hz, de acordo com sua pesquisa. A voz foi modificada e ajustada conforme necessário e quatro vozes de teste foram criadas.

Para os desenvolvedores e engenheiros de som, o que era mais importante era que a voz da IA sem gênero não era projetada apenas como não-binária, mas também como não-binária para usuários reais. Assim, as pesquisas foram além e testaram a voz em mais de 4.600 pessoas na Dinamarca, Venezuela e no Reino Unido, que colocaram a voz em uma escala que variava de 1 (masculino) a 5 (feminino).

Em alta frequência, a voz soava mais feminina e, quando a frequência era reduzida, era percebida como masculina. Entre a freqüência de 145 e 175 Hz, a voz soava sem gênero, mais como uma voz masculina ou feminina de voz suave com um sotaque australiano levemente cultivado. Mas é certamente menos generalizado do que a maioria das vozes masculinas ou femininas da IA atualmente disponíveis em assistentes virtuais de voz.

"Nesse ponto, não sabemos se íamos querer as vossas, por isso, precisamos do mesmo nome em segundo plano, pois podemos obtê-lo", diz o avaliador em sua opinião. Ao analisar as outras opções, elas podem criar alguns problemas de saúde. "Isso foi muito diferente", diz ele. Ao final da pesquisa, verificou-se que a voz foi percebida como neutra por 50% dos participantes da pesquisa, com 26% achando que é masculina e 24% julgando-a feminina.

Isso levou ao nascimento de Q
Atualmente, o Q é visto como um projeto criativo criado para aumentar a conscientização e desenvolvido pela Virtue Nordic, que faz parte da agência de publicidade global da Vice Media e em colaboração com a Copenhagen Pride, além de pesquisadores acadêmicos, Equal Eli e uma combinação de outros estúdios de som e produção. Foi revelado pela primeira vez na segunda-feira, 11 de março de 2019, no SXSW, um festival anual de música, mídia e tecnologia no Texas. Ele teve sua home on-line desde então.

Mas Q é na verdade mais que isso enfatizou Mario Celso Lopes. É um avanço significativo na inovação e na tecnologia da IA. Foi descrito pela Wired Magazine como a voz digital sem gênero de que o mundo precisa agora. De acordo com o Diretor de Criação Associado da Virtue Nordic, Emil Asmussen, e o Senior Creative, Ryan Sherman, Q pode ser integrado em nossos dispositivos muito em breve. Eles também disseram que estão atualmente em diálogo com gigantes da tecnologia, incluindo algumas das quatro maiores empresas de tecnologia do mundo.

Teremos que esperar para ver isso acontecer, mas se isso acontecer, resolverá vários problemas éticos. Como Q indicou na gravação introdutória do anúncio, a voz sem gênero da IA permitiria à tecnologia ser mais inclusiva, pois se relacionaria e reconheceria pessoas que se distinguem como não-binárias, uma tendência que está se tornando popular e o número de pessoas que se identificam. Dessa forma, aumentando conforme as normas sociais mudam.

Uma linguista que não fazia parte do projeto, Kristina Hultgren, disse em uma entrevista que Q é importante porque é possível que a voz da IA toque nossas mentes diz Mario Celso Lopes. Ela foi mais longe ao dizer que Q é susceptível de jogar com o nosso desejo e desejos e, portanto, tem o potencial de nos empurrar para além dos seus limites e ampliar nossos horizontes.

A adoção da tecnologia de voz sem gênero da IA também poderia permitir uma libertação muito necessária de mulheres do suporte de assistentes de voz da IA, que estão se tornando parte de nossas vidas cotidianas a um ritmo surpreendente.

A partir de agora, todos os principais assistentes virtuais de voz que nos informam sobre o clima, nos lembram sobre uma data ou um compromisso, ou configuram chamadas para nós, estão obviamente programados em uma voz feminina, embora a maioria de seus desenvolvedores afirme que eles são sem gênero.

Sim, é possível alterar o Siri da Apple e o Assistente do Google para voz masculina se você explorar as configurações do seu aplicativo e, quando alterado para alguns idiomas, o Siri muda automaticamente para uma voz masculina. Mas isso não é tão especial se você fala inglês. Mario Celso Lopes explica que a Microsoft também está pensando em incorporar uma voz masculina como uma voz alternativa para sua assistente Cortana. Mas ainda parece impossível adicionar uma voz masculina ao Alexa da Amazon e chamá-lo de Alex, ou torná-lo neutro, e chamar de "A"!

Como foi apontado por Leah Fessler, ex-repórter de Quartz, a maioria das empresas de tecnologia está apenas buscando benefícios comerciais. Ela disse que as vozes femininas geram mais dinheiro. De fato, estudos revelaram que as pessoas acham as vozes femininas mais cuidadosas, afetuosas e de serviço, e que a maioria das pessoas, incluindo homens e mulheres, prefere ter vozes femininas que atendem às suas necessidades.

Esse viés também ficou evidente na pesquisa de mercado da Amazon e da Microsoft. Nas ruas e nos metrôs, no entanto, há uma chance maior de você ouvir a voz automatizada masculina fornecer instruções e dar comandos a você do que faria com uma voz feminina. Isso ocorre porque as vozes de baixa frequência soam mais dominantes e influentes.

A próxima linha de ação da Q é defender sua integração em assistentes virtuais como outra opção de voz das gigantes empresas de tecnologia como Microsoft, Amazon, Apple e Google. Talvez, o maior problema seja como fazer com que eles prestem atenção, suspeitando que essas empresas possam tentar criar seus próprios assistentes de inteligência artificial sem gênero.

Como isso está sendo defendido especialmente, se tais opções estão tomando certas interpretações, em seguida, eles vão dar um nome para o seu e os outros. Poderia ser uma amostra diferente para todos os futuros clientes que se engajam em relação a outros semelhantes, criando uma boa quantidade de opções para encontrar as melhores opções e encontrar algumas das melhores. Depois de dizer, todos os programas podem sugerir que os outros fatores não são suficientes para chegar a todas as informações e exemplos que são bons para você.

Perfeitamente, o sonho da voz sem gênero da IA se torna realidade. Então, a sua sessão é uma coisa ou outra. Importante e aplicações, no entanto, não eram de novo no primeiro lugar. Tudo está certo. Portanto, se fizermos isso em torno de humanos, por outro lado, será mais provável que os nossos clientes também em número de bits, também. Mario Celso Lopes conclui: A partir deste ponto, a explicação geral - não é ainda uma questão de direitos claros ou esclarecimentos; É um ótimo exemplo.

.: Você sabe o significado de Google e a história dos mecanismos de busca?


O Google foi fundado pelos graduandos da Universidade de Stanford, Larry Page e Sergey Brin. "Eles criaram um algoritmo de busca em 1996 e o chamaram de BackRub. Tornou-se a base do mecanismo de busca que foi oficialmente chamado Google quando foi lançado dois anos depois", explica Cristina Boner. Google é atualmente a principal filial da sua empresa-mãe do alfabeto Inc. e é o maior motor de busca do mundo.

Origem do nome Google
O Google é derivado do googol. Na verdade, é um erro de ortografia do googol. A palavra "googol" é basicamente um número. O número é dez para o poder de cem. Está escrito como o número um seguido por cem zeros. Tanto Page quanto Brin queriam usar um termo que sugerisse números grandes. Eles criaram um artigo original para o PageRank, onde afirmam que seu mecanismo de busca foi chamado Google, uma maneira comum de soletrar o googol, e que isso implicava a grande escala de seu mecanismo de busca como previsto por eles.

A palavra "googol" foi usada pela primeira vez em 1919 para um personagem cômico conhecido como Barney Google contou Cristina Boner. Enid Mary Blyton mais tarde usou o Google Bun como uma frase em 1941, " The Magic Faraway Tree " e 1946 " The Folk of the Faraway Tree " . Ela também desenvolveu um personagem de palhaço para ' Circus Days Again ', conhecido como Google. O livro foi publicado em 1942. Há um Googleplex Star Thinker em "O Guia do Mochileiro das Galáxias" de Douglas Adams. 

Por volta da época em que Brin e Page estavam trabalhando no BackRub em 1996 e ainda não haviam nomeado seu mecanismo de busca Google, uma empresa conhecida como Groove Track Productions solicitou uma marca nos Estados Unidos. A marca registrada Google foi criada para ser usada em diferentes tipos de produtos, incluindo roupas, jogos de tabuleiro, brinquedos de pelúcia e chocolates. A empresa não seguiu e abandonou o aplicativo em 1997.

O Google é agora um substantivo e um verbo. É um substantivo pela razão óbvia de ser o nome de um mecanismo de pesquisa. O Google também era o nome da empresa que agora é conhecida como Alfabeto. O Google também é um verbo mencionado no Oxford English Dictionary e Merriam Webster Collegiate Dictionary. Significa usar o mecanismo de busca do Google para obter informações da internet.

História dos motores de busca
Os motores de busca são agora o quadro integral para sites hospedados em todo o mundo. Segundo Cristina Boner, eles se tornaram a interface para os usuários da Internet acessarem o conteúdo. Procuramos informações usando palavras-chave para procurar fontes relevantes. Não apenas obtemos informações, mas também verificamos e confiamos na indexação dos mecanismos de busca para obter uma fonte enciclopédica imediata. Os mecanismos de pesquisa não são mais apenas interfaces. Eles se tornaram meios de marketing. Os motores de busca são um tipo de negócio e uma indústria por si só.

Os mecanismos de pesquisa são alimentados por algoritmos e usam rastreadores para pesquisar conteúdos relevantes com base em palavras-chave escolhidas ou fornecidas disse Cristina Boner. Os rastreadores dos mecanismos de pesquisa verificam efetivamente toda a Web indexada e encontram informações relevantes. Todos os mecanismos de pesquisa têm um sistema de classificação que facilita uma ordem sistemática na qual os resultados relevantes são exibidos.

O conceito de motores de busca
O conceito de mecanismos de pesquisa antecede o desenvolvimento da rede mundial. A primeira pessoa a falar sobre o mecanismo de busca foi Vannevar Bush, um cientista e engenheiro americano. Ele escreveu um artigo em 1945 que foi publicado no The Atlantic Monthly. Bush falou sobre a necessidade de ter um índice que pudesse fornecer acesso a todo o conhecimento. Ele descreveu este índice como expansivo.

O objetivo era bem simples. Ele queria que as pessoas tivessem acesso a todas as informações que geralmente estão além da capacidade individual de uma pessoa. De acordo com Cristina Boner, embora o mundo tivesse muito conhecimento para oferecer, não estava prontamente disponível para todos. Bush queria uma forma de registro que pudesse ser verdadeiramente útil e prontamente disponível. Ele defendeu alguma forma de armazenamento e o que pode ser continuamente expandido. Bush também foi um dos primeiros pensadores a destacar a necessidade de ter informações disponíveis por meio da associação e não do método arcaico de indexação.

O primeiro motor não foi desenvolvido por quase quarenta e cinco anos após a publicação do artigo. Engenheiros elétricos e estudantes na faculdade tentaram fazer um índice como previsto por Bush. Isso foi chamado Archie, derivado do arquivo de palavras ou arquivos. Archie tornou-se o primeiro motor de busca do mundo na época de sua criação, em 1990. Archie listagens de diretórios armazenados usando sites de protocolo de transferência de arquivos e tinha um recurso de pesquisa.

Logo depois, muitos outros mecanismos de busca foram desenvolvidos, especialmente o Gopher, que poderia indexar arquivos de texto como Veronica, Jughead e JumpStation. A primeira ferramenta de descoberta a ser usada para recursos da web em todo o mundo foi a JumpStation motrou Cristina Boner. Usava o rastreamento e depois dependia da indexação. O WebCrawler se tornou o primeiro mecanismo de busca a usar o texto completo. Foi desenvolvido por Brian Pinkerton em 1994.

Até que o WebCrawler viesse à tona, os mecanismos de pesquisa só podiam indexar domínios ou nomes de páginas da Web e listá-los em catálogos. Os motores de busca expandiram-se gradualmente à medida que a Internet cresceu e muitas novas plataformas foram desenvolvidas para serem compatíveis com a natureza mutável da rede galáctica.

Linha do tempo dos mecanismos de pesquisa
O primeiro mecanismo de busca totalmente formado e funcional do mundo foi Archie. Foi desenvolvido por Alan Emtage e L. Peter Deutsch em 1990. Eles usaram a indexação e criaram um sistema básico. A dupla estava trabalhando em um projeto da escola, enquanto na Universidade McGill, quando eles desenvolveram Archie. Em 1991, os estudantes da Universidade de Minnesota desenvolveram um protocolo para usar a indexação e pesquisaram documentos on-line. Isso foi chamado Gopher. Usou FTP anônimo. Ambos Archie e Gopher eram sistemas interessantes, mas eles provaram ser primitivos e logo foram abandonados nos anos noventa.

Lycos
Em 1993, um projeto universitário levou à criação da Lycos. Foi o primeiro motor de busca comercial. Foi também o primeiro mecanismo de busca bem-sucedido. Tornou-se disponível em quarenta países e foi amplamente utilizado por usuários e empresas da Internet. O Lycos não é mais um mecanismo de pesquisa. Um ano após o lançamento do Lycos, surgiram dois fenômenos entre os mecanismos de busca.

Yahoo
Em 1994, os graduados da Universidade de Stanford no departamento de engenharia elétrica, Jerry Yang e David Filo, desenvolveram o Yahoo. Ele passou a se tornar um dos mais populares motores de busca e portais da década de noventa e da primeira década do século XXI. Cristina Boner ainda lembra que , na mesma época, Brian Pinkerton criou o WebCrawler. O mecanismo de pesquisa pode digitalizar páginas completas. Ele poderia funcionar on-line e foi o primeiro rastreador eficaz como conhecemos o conceito hoje. O WebCrawler foi adquirido pela AOL. Foi colocado em uso para a rede da AOL. AOL usou o WebCrawler, depois que o último foi comprado pela Excite, para alimentar seu programa NetFind. O WebCrawler se tornou um dos primeiros mecanismos de busca de base.

Em 1995, o AltaVista foi lançado e rapidamente se tornou um mecanismo de busca popular e confiável. A plataforma era distinta. Usava o Scooter, que era um rastreador multi-thread que podia escanear mais páginas do que se sabia que estavam disponíveis on-line, e o mecanismo de busca tinha hardware avançado como infra-estrutura de back-end. O Yahoo usou o AltaVista para sua ferramenta de busca. A Overture Services Inc. adquiriu a Alta Vista em 2003. O Yahoo adquiriu a Overture Services Inc. alguns meses depois.

Looksmart
Em 1995, a Looksmart foi lançada com o objetivo de desenvolver um diretório de sites. Foi em concorrência direta com o diretório do Yahoo. A Looksmart teve uma oferta pública inicial em 1999. Ela se tornou uma provedora de serviços de pagamento por clique em 2002. A Looksmart perdeu seu valor quando a Microsoft a abandonou e adquiriu o WiseNut.

O WiseNut foi lançado em 2001. Foi introduzido como um mecanismo baseado em rastreadores beta. Foi então propriedade e operado pela Looksmart. O WiseNut se saiu bem, mas por um curto período de tempo. Sua tecnologia de agrupamento automático conhecida como WiseGuide, que se tornou a base para os resultados da pesquisa, não se mostrou útil ao longo do tempo. O WiseNut foi fechado em 2007 contou Cristina Boner.

1995 e 1996 foram os anos mais significativos na história dos mecanismos de busca. Archie e Gopher estavam perdendo importância. O Lycos estava forte e o Yahoo acabara de ser apresentado. AltaVista e Looksmart foram ambos encorajadores. Mas muita coisa estava acontecendo nos dormitórios e no campus da Universidade de Stanford. Diferentes grupos de estudantes na Califórnia estavam desenvolvendo suas próprias versões de mecanismos de busca, mais notavelmente Architext ou Excite e BackRub ou Google.

Excite
O Excite foi apresentado antes do Google e foi assinado para uso exclusivo da Apple e da Microsoft. Excite comprou WebCrawler e Magellan. Ele também queria comprar o Google e comprar Brin e Page recusou a oferta. Brin e Page tiveram a opção de vender o Google em 1996 por um milhão de dólares. Alfabeto, anteriormente Google, vale agora quase setecentos e quarenta bilhões de dólares. O Excite não é mais um mecanismo de pesquisa.

Hotbot
O Hotbot foi introduzido em 1996 e depois comprado pela Lycos. O Hotbot foi lançado pela Wired Magazine, mas não alcançou o tipo de popularidade que algumas de suas contrapartes conseguiram. Aaron Flin desenvolveu e introduziu o Dogpile em 1996. Foi adquirido pela Go2net. O Dogpile não é mais um mecanismo de pesquisa independente. Ele obtém seus resultados principalmente do Google, mas também do Yahoo.

O Google teve uma forte concorrência em seus dias nascentes. O Google foi o primeiro mecanismo de pesquisa a usar um sistema baseado em classificação de sites, avaliando o número de sites com links para uma determinada página da Web ou site explica Cristina Boner. Priorizou a referência e a vinculação. Outros mecanismos de pesquisa que tinham sistemas de classificação se baseavam no número de vezes que sites específicos apareciam nas páginas de resultados. Como a história testemunha, a estratégia de Larry Page e Sergey Brin mostrou-se mais útil e eficaz.

O final dos anos noventa viu o surgimento do MSN Search, Ask e AOL Search. A Microsoft introduziu o MSN Search em 1998. O motor realmente obteve os resultados de pesquisa da Inktomi e depois confiou na Looksmart. O MSN foi posteriormente renomeado como Windows Live Search e, posteriormente, Live Search. Eventualmente, foi renomeado como Bing e agora se uniu ao Yahoo, efetivamente substituindo o último.

Garret Gruener desenvolveu a ASK junto com David Warthen e eles a introduziram em 1996. Inicialmente, ela era conhecida como AskJeeves.com. Essa foi uma das primeiras plataformas a incentivar os usuários a digitar perguntas, usando linguagem normal do dia-a-dia. Os criadores fatoraram em coloquialismos. A ASK foi adquirida pela IAC em 2005. Cristina Boner conta que outros mecanismos de busca que surgiram no final dos anos noventa e nos primeiros anos da última década foram Infoseek, Teoma, Overture e Alltheweb. Eles foram adquiridos ou desapareceram no esquecimento.

O AOL Search foi introduzido em 1999, mas não era um mecanismo de busca completamente novo. Resultou da aquisição do Web Crawler. A AOL Search juntou-se mais tarde ao Google e foi lançada novamente em 2006. Nos últimos dez anos, o mundo testemunhou o lançamento do Cuil, Ixquick.com, StartPage, DuckDuckGo, Wolfram Alpha, Baidu, Yandex, Yelp e Foursquare.

Cuil
Enquanto o Cuil é mais parecido com os outros mecanismos de busca tradicionais, com o argumento de ter um enorme tesouro de páginas em seu índice, os gostos do Ixquick.com, StartPage e DuckDuckGo são mecanismos de busca seguros. Estes motores de busca estão empenhados em defender a privacidade dos usuários da Internet contou Cristina Boner. Nenhuma informação do usuário é compartilhada com os sites, diretórios ou anunciantes e outras organizações. O Wolfram Alpha é um mecanismo de busca especializado. O mecanismo de conhecimento computacional fornece respostas para perguntas factuais.

O Baidu e o Yandex são mecanismos de busca baseados fora dos Estados Unidos, respectivamente na China e na Rússia. O Yelp é uma versão moderna das Páginas Amarelas. O Foursquare é um mecanismo de pesquisa que usa redes sociais baseadas em localização e é destinado a celulares.

O futuro dos motores de busca
Os mecanismos de pesquisa já passaram de consultas baseadas em texto para entradas de voz. Cristina Boner avisa que Google e Bing continuam a ser os mecanismos de busca mais utilizados e é improvável que sua onipresença seja abalada a qualquer momento no futuro próximo. Qualquer disruptor neste espaço pode ser adquirido ou os gigantes podem evoluir rapidamente para combater tais ameaças. Os mecanismos de pesquisa se tornaram a interface padrão entre os mundos real e virtual.

domingo, 31 de março de 2019

.: Álbum “My Songs”, novo trabalho de Sting, está em pré-venda

 O lendário músico Sting acaba de disponibilizar para pré-venda seu novo álbum, “My Songs”, com lançamento previsto para o dia 24 de maio. Hoje, o cantor apresenta novas versões para três músicas: “Demolition Man”, “Desert Rose”e “Brand New Day” .

Com a produção de Martin Kierszenbaum, Dave Audé e Jerry Fuentes, o álbum representa a celebração de sua carreira, com repertório de 15 regravações para alguns de seus maiores sucessos. “‘My Songs’ é minha vida em músicas. Alguns deles reconstruídos, alguns deles reformados, alguns deles reformulados, mas todos com foco contemporâneo”, disse o cantor sobre o lançamento. Em abril de 2018, Sting realizou uma superparceria com o astro jamaicano Shaggy, com o lançamento do álbum “44/876”, gravado na Jamaica.

.: Britânicos do Keane estão de volta e anunciam novo álbum


A banda de rock britânica Keane está de volta! Eles anunciaram um novo álbum ainda para este ano. O último álbum apresentado pela banda foi “Strangeland”, em 2012. A banda alcançou reconhecimento mundial com o hit “Somewhere Only We Know”, cujo videoclipe oficial conta com mais de 194 milhões de visualizações. Assista agora: 


.: Chega a todas as plataformas digitais a trilha sonora de “Dumbo”

Chega às principais plataformas digitais a trilha sonora do remake de “Dumbo”, da Disney, com assinatura de Danny Elfman. Com repertório de 29 faixas, o álbum traz a já apresentada  versão da banda Arcade Fire para a clássica música “Baby Mine”. 

A versão original da canção, interpretada por Betty Noyes, foi composta por Frank Churchill e Ned Washington. Com a direção do premiado Tim Burton, o longa-metragem já está nos cinemas. Em um circo já em dificuldades, seu dono, Max Medici (Danny DeVito), convoca a ex-estrela Holt Farrier (Colin Farrell) e seus filhos, Milly (Nico Parker) e Joe (Finley Hobbins), para cuidarem de um elefante recém-nascido, cujos ouvidos enormes o fazem rir. 

Mas quando eles descobrem que Dumbo pode voar, o circo faz um incrível retorno, atraindo o empreendedor persuasivo V.A. Vandevere (Michael Keaton), que recruta o peculiar elefante para seu mais novo empreendimento de entretenimento, o Dreamland. 

.: Clipe de “Sucker”, dos Jonas Brothers, ultrapassa 85 milhões de visualizações


Oitavo lugar na Billboard Hot 100 com a canção “Sucker”, os Jonas Brothers apresentam hoje o vertical video da faixa, uma amostra de seu próximo trabalho. Apresentado em fevereiro, o videoclipe oficial ultrapassa os 85 milhões de visualizações e conta com direção de Anthony Mandler e produção de vídeo de Richard Fenton. Assista agora: 


Formada pelos irmãos Nick, Kevin e Joe Jonas, os Jonas Brothers se tornaram um sucesso absoluto nas produções do Disney Channel, incluindo uma série de TV e papel de destaque nos filmes “Camp Rock” 1 e 2, que também revelaram a cantora Demi Lovato. Indicados ao GRAMMY® em 2009, na categoria de “Artista Revelação”, eles já venderam mais de 20 milhões de cópias ajustadas e possuem mais de 73 milhões de seguidores em suas redes sociais, se tornando um verdadeiro fenômeno global.

.: Suzi Quatro esbanja energia em "No Control" - Por Luiz Gomes Otero

Por Luiz Gomes Otero*, em março de 2019.

Suzi Quatro já era um ícone quando surgiu nos anos 70. Sua postura de band leader tocando um baixo, dentro de um universo do hard rock dominado pelos homens trazia uma atitude que quebrava paradigmas e barreiras. 

E é de se espantar que passados 55 anos de carreira ela continue com essa mesma performance em disco e no palco. O seu mais recente disco, "No Control", comprova que ela continua em plena forma.

Para quem ainda não conhece, Suzi Quatro emplacou vários hits nos anos 70, como "Can The Can", "48 Crash", "Devil Gate Drive", "If You Can't Give Me Love", "She`s In Love With You", "Stumblin In". E agora, que apresenta um novo material, ela voltou a encantar os fãs nem pensa em se aposentar. "Vou me aposentar quando for ao palco, sacudir minha bunda e houver silêncio", diz ela, consciente do fato de que esse momento ainda está muito distante.

O disco apresenta uma série de canções calcadas no hard rock setentista. Os riffs da guitarra são marcantes e a sua voz continua a mesma, um pouco mais rouca talvez, em função do tempo que passou. Mas nada que comprometa o resultado final. Curti muito a faixa título ("No Control") e a batida fincada no blues de "Going Home", esta segunda com a cara de uma deliciosa jam session roqueira. Mas há ainda outros bons momentos como na energética faixa "Macho Man", por exemplo.

Aos 68 anos, Suzi marca seu 55º aniversário no mundo da música e 46 anos desde o lançamento de "Can the Can", seu primeiro single no Reino Unido, com esse novo disco. Quando 2019 acabar, ela terá completado duas turnês australianas, uma turnê no Reino Unido, uma turnê alemã e várias datas em outras localidades da Europa. E com um pouco de sorte, quem sabe o Brasil aparece na rota dela. Vamos ficar na torcida.
 

"No Control"

"Macho Man"

"Don´t Do Me Wrong"

*Luiz Gomes Otero é jornalista formado em 1987 pela UniSantos - Universidade Católica de Santos. Trabalhou no jornal A Tribuna de 1996 a 2011 e atualmente é assessor de imprensa e colaborador dos sites Juicy Santos, Lérias e Lixos e Resenhando.com. Criou a página no Facebook Musicalidades, que agrega os textos escritos por ele.

.: Dia Mundial do Autismo: Instituto Mauricio de Sousa lança tirinha

O objetivo é mostrar alguns sinais do Transtorno do Espectro do Autismo em crianças e chamar a atenção para a importância do diagnóstico precoce




O Instituto Mauricio de Sousa publica, no dia 2 de abril, Dia Mundial da Conscientização sobre o Autismo, uma tirinha inédita com a participação da Turma da Mônica e o personagem autista André, criado especialmente para falar sobre o assunto.

Dentro das ações relacionadas à data, o Instituto Mauricio de Sousa também lançará seis animações curtas (30 segundos cada) sobre o Transtorno do Espectro do Autismo.  Os filmes poderão ser vistos tanto nos canais oficiais do Instituto quanto no YouTube da Mauricio de Sousa Produções. O objetivo é mostrar alguns sinais do autismo em crianças e a importância de procurar orientação profissional o quanto antes para fazer o diagnóstico e iniciar o tratamento, pois quanto mais precocemente se iniciarem as intervenções, melhores as perspectivas de qualidade de vida para a pessoa.

O autismo ou Transtorno do Espectro do Autismo (TEA) é caracterizado por alterações no desenvolvimento, causa déficit na comunicação, interação social e comportamento de crianças e adultos, e deve ser tratado por uma equipe multiprofissional de acordo com a necessidade específica de cada indivíduo, lembrando que há um grande espectro do autismo, ou seja, uma grande faixa de variação desses sinais. Entre alguns dos sintomas estão a falta de contato visual; o hábito de repetir frases ou palavras que ouviram de outras pessoas ou mesmo da TV (conhecida como ecolalia), interesse profundo restrito a um ou alguns assuntos específicos (hiperfoco), com os quais os autistas permanecem entretidos durante muito tempo. Em alguns casos, os autistas podem não falar, sendo não verbais.

Quando criamos o personagem André, que é uma criança dentro do Transtorno do Espectro do Autismo, ouvimos vários especialistas no assunto, além de conhecer crianças dentro do espectro. O TEA não é fácil de ser identificado e por isso o tratamento pode vir tarde. Então, é preciso passar para os pais, professores e pessoas próximas a essas criancinhas, a informação sobre os cuidados e busca de orientação para ajudá-las a desenvolverem todo seu potencial”, diz Mauricio de Sousa, pai da Turma da Mônica e presidente do Instituto Mauricio de Sousa.

Personagem André: Em 2001, o Instituto Mauricio de Sousa foi convidado por uma representante da Universidade de Harvard para desenvolver um projeto com o objetivo de alertar a população sobre os sintomas do Transtorno do Espectro do Autismo. Após meses de estudos nasceu André, um personagem autista para fazer parte da Turma da Mônica.

Com base nesse personagem, o Instituto Mauricio de Sousa criou a revista em quadrinhos “Um Amiguinho Diferente” e seis vinhetas de desenho animado, que alertam pais, familiares e professores para a importância do diagnóstico precoce e esclarecem o comportamento que deve ser adotado com a criança dentro do espectro do autismo. Já foram distribuídos 60 mil exemplares da publicação. As seis vinhetas informativas com o André acabam de ser atualizadas e serão divulgadas no canal do YouTube da MSP Mauricio de Sousa Produções.

Recentemente, o Instituto Mauricio de Sousa firmou parceria com a Revista Autismo, publicação trimestral de distribuição gratuita, publicando um cartum com o personagem André para esclarecer sobre aspectos do Transtorno do Espectro do Autismo. A revista pode ser solicitada pelos correios (pagando-se somente o frete), por meio do site RevistaAutismo.com.br.

Todas as crianças e adultos devem ser entendidas e acolhidas em sua diversidade. A inclusão das crianças dentro do espectro do autismo na escola, por exemplo, é um direito, e é positiva tanto para quem faz parte do transtorno quanto para as outras crianças, pois todas podem interagir e aprender com as diferenças. A mensagem de respeito às diferenças faz parte de todos os conteúdos com a Turma da Mônica.

Os vídeos podem ser acessados pelos links:

Vídeo 1:

Vídeo 2:

Vídeo 3: 


Vídeo 4:


Vídeo 5:

Vídeo 6: 


Sobre o Instituto Mauricio de Sousa (IMS): Fundado em 1997, o IMS realiza projetos, campanhas e ações sociais focados na construção de conteúdos, que através de uma linguagem clara e lúdica, estimulam o desenvolvimento humano, a inclusão social, o incentivo à leitura, o respeito entre as diferenças, a formação de cidadãos conscientes e conhecedores de seus deveres e direitos.

sábado, 30 de março de 2019

.: "Avesso – O Musical" leva fortes emoções e conflitos de gerações ao RJ

Foto: Divulgação


Trilha de Thiago Gimenes com pegada de rap e rock, cenas de ação coreografadas por Cristiano Fortes, áudio de cinema, efeitos especiais e projeção mapeada são elementos da encenação.

Com texto forte e conflituoso, o espetáculo Avesso - O Musical chega ao Teatro Nathalia Timberg, no Rio de Janeiro, com apresentações nos dias 5, 6 e 7 de abril (sexta e sábado, às 21h, e domingo, às 19h).

A montagém traz um novo olhar para os musicais, descontruindo formato clássico. O diretor Hudson Glauber também é idealizador do projeto, que tem texto assinado por Daniel Torrieri Baldi e Maria Elisa Berredo, com colaboração de Gustavo Amaral.

As apresentações integram a primeira edição da MOTE - Mostra de Teatro das Escolas - que reúne mais de 200 artistas em 10 espetáculos grátis, além de performances, oficinas e mesas de debates. Idealizada por Wolf Maya e Rogério Garcia, a mostra acontece entre os dias 5 e 28 de abril (de sexta a domingo), no Teatro Nathalia Timberg e Teatro Nathalinha -  salas do complexo Wolf Maya.

AVESSO tem caráter ousado, desconstrói o clássico formato para apresentar uma montagem jovem, densa e dinâmica. O enredo expõe os conflitos entre as gerações de um ponto de vista contemporâneo, a partir das reivindicações de um grupo de universitários, que sequestra um professor em busca de diálogo com o novo reitor da instituição.

Eles exigem melhores condições de ensino. Em princípio, as várias ideias, os debates e os pontos de vista são colocados em cena, mas os jovens acabam perdendo o controle da situação, seus ideais vão se confundindo com radicalismo e o sequestro toma rumos surpreendentes, atingindo proporções muito além do que eles poderiam imaginar. 

No elenco, destaque para a volta do ator e diretor Jair Assumpção, interpretando o antiquado professor, ao lado de Vanessa Goulartt (no papel da líder ‘empoderada’), André Pottes (vencedor do Prêmio Brasil Musical como Ator Revelação), Gabriel Vaccaro, Guh Rezende, Priscilla Sampaio e Igor Costa.

Enquanto tentam manter o plano do sequestro, os alunos acabam se envolvendo em discussões e embates que colocam em cheque os seus próprios princípios; dúvidas vão surgindo, difíceis de serem contornadas. As discussões também colocam na berlinda o ponto de vista do professor, conhecido por suas ideias rígidas e até antiquadas. “Estamos em um mundo onde ninguém mais entende ninguém, onde não se pratica a empatia, e as confusões se tornam grandes torres de babel. Meu personagem traz isso, ele não consegue sair do conflito, nem tão pouco apaziguar as coisas”, explica o ator Jair Assumpção.

Outro viés interessante da trama é o destaque para o poder feminino, tendo uma mulher radical como líder da ação, interpretada por Vanessa Goulartt. “Ela não só lidera como tem um grande poder de persuasão. O problema é que está voltada para os seus próprios interesses”, comenta a atriz. Cada personagem surge com um ideal revolucionário, mas, no decorrer da trama, ficam perceptíveis os interesses individuais - de todos. “Avesso retrata a nossa atual sociedade, onde as pessoas estão sempre lutando por algo, seja o bem comum ou individual”, pontua o diretor Hudson Glauber. “Criamos um microcosmo capaz de refletir os problemas da sociedade contemporânea. O musical é uma pancada no estômago.” Completa o autor Daniel Torrieri Baldi.

Avesso tem trilha sonora original, com músicas e letras criadas por Thiago Gimenes que compôs um clima musical jovem e contemporâneo, no qual são destaques ritmos como o rap e o rock, além de estilos como MPB e até valsa. A montagem também traz para o teatro a sofisticação do som de cinema, sendo realizado com áudio 5.1. As cenas de luta e ação foram coreografadas pelo dublê profissional Cristiano Fortes; e a direção de movimento é de André Capuano. A encenação conta ainda com efeitos especiais e projeção mapeada em todo o palco que amarram as cenas, ilustrando acontecimentos externos, paralelos ao sequestro, que influenciam na mudança de rumo da história encenada.

FICHA TÉCNICA – Idealização e direção: Hudson Glauber. Texto: Daniel Torrieri Baldi e Maria Elisa Berredo; colaboração de Gustavo Amaral. Direção musical / letras e músicas: Thiago Gimenes. Direção de movimento: André Capuano. Elenco: Jair Assumpção, Vanessa Goulartt, André Pottes, Gabriel Vaccaro, Guh Rezende, Priscilla Sampaio e Igor Costa. Cenário: Chico Spinosa e Kimiko Kashiwaya. Figurino e visagismo: Lígia Breternitz. Design de luz: Rodrigo Alves ‘Salsicha’. Design de som: Eric Ribeiro Christani. Engenheiro e operação de som: Alessandro Aoyama. Técnico/projeção mapeada: Clézio Campos. Coreografias de ação: Cristiano Fortes. Percussão: Beto Sodré. Trilha original e sonoplastia: Fábio Sá. Captação/edição de imagens: Vinícius de Araújo. Captação de áudio: Daniel de Castro Lopes. Edição/áudio: Matheus Gonçalves. Músicos: Tiago Saul e Jhonny Mantelato. Assistência de direção musical: Daniel Medeiros. Direção de palco: Beto Martins. Assistência de direção: Felipe Caiafa, Sávio Gabriel e Vitória Mori. Assistência de palco: Isadora de Almeida e Thais do Nascimento. Pichação: Mico, LDP e Cegos. Cenotécnica: Armazém Cenográfico. Montagem cênica: Tiago Nunes. Voz OFF: Juçara Moraes, Leandro Tadeu, Lígia Breternitz. Administração: Fernando Rossilho. Auxiliares de administração: Renata Miranda e Márcia Okimura. Compras: Fábio Brazão. Técnico TI: Michael Banzatto. Design gráfico: Francisco Júnior. Assessoria de imprensa: Heloísa Corrêa e Verbena Comunicação. Direção de produção: Daniel Torrieri Baldi. Produção executiva: Maristela Bueno e Rodrigo Trevisan. Assistência de produção: Renato Campagnoli.

Serviço - AVESSO 
Espetáculo: Avesso – O Musical
Apresentações: dias 5, 6 e 7 de abril
Horários: Sexta e sábado (às 21h) e domingo (às 19h)
Duração: 60 min. Classificação: 16 anos. Gênero: Drama musical
Ingressos: Grátis

Teatro Nathalia Timberg
Avenida das Américas, 2.000, Shopping Freeway Center. RJ/RJ
Tel: (21) 2442-5188

MOTE - Programação

Semana 1 - dias 5, 6 e 7 de abril

Sexta - 5/4
20h30: Avesso - Escola de Atores Wolf Maya (unidade SP) - Teatro Nathalia Timberg
22h: Festa de lançamento (MOTE)

Sábado - 6/4
19h: Sem A e Ê - Esquete de Liz Magini e Hugo Lobo - Escola de Atores Wolf Maya - Foyer do teatro
19h30: Nossas Bocas Não Foram Feitas Só Para Sorrir - Escola Martins Pena - Teatro Nathalinha
20h30: Avesso - Escola de Atores Wolf Maya (unidade SP) - Teatro Nathalia Timberg

Domingo - 7/4
19h: Sem A e Ê - Equete de Liz Magini e Hugo Lobo - Escola de Atores Wolf Maya - Foyer do teatro
20h30: Avesso - Escola de Atores Wolf Maya (unidade SP) - Teatro Nathalia Timberg

Semana 2 - dias 12, 13 e 14 de abril

Sexta - 12/4
19h30: Fabrica-Tablado - Teatro Nathalinha
20h30: Cabaret Sade - UNIRIO - Teatro Nathalia Timberg
                       
Sabado - 13/4
15h30: Mesa “Artista em Formação” - Teatro Nathalia Timberg
19h30: Fabrica-Tablado - Teatro Nathalinha
20h30: Cabaret Sade - UNIRIO - Teatro Nathalia Timberg

Domingo – 14/4
16h: Oficina - com o diretor Alexandre Mello
19h30: Fabrica-Tablado - Teatro Nathalinha
20h30: Cabaret Sade - UNIRIO - Teatro Nathalia Timberg

Semana 3 - dias 19, 20 e 21 de abril

Sexta – 19/4
16h: Oficina A Luz e o Corpo - com Aurélio de Simões - Teatro Nathalia Timberg (Sala de Espelhos Superior)
19h: Sem A e Ê - Equete de Liz Magini e Hugo Lobo - Escola de Atores Wolf Maya - Foyer do teatro
19h30: Runners 2 - UNIRIO - Teatro Nathalinha
20h30: Quanto Você Calça? - Teatro Nathalia Timberg

Sábado – 20/4
16h: Oficina A Luz e o Corpo - com Aurélio de Simões - Teatro Nathalia Timberg (Sala de Espelhos Superior)
19h30: Runners 2 - UNIRIO - Teatro Nathalinha
20h30: Quanto Você Calça? - Teatro Nathalia Timberg

Semana 4 - dias 26, 27 e 28 de abril

Sexta - 26/4
20h30: O Resgate - Escola de Atores Wolf Maya - Teatro Nathalia Timberg

Sábado - 27/4
16h00: Mesa O Ator e o Mercado de Trabalho - Teatro Nathalia Timberg
20h30: O Resgate - Escola de Atores Wolf Maya - Teatro Nathalia Timberg

Domingo - 28/4
20h30: O Resgate - Escola de Atores Wolf Maya - Teatro Nathalia Timberg

.: Clube de Autores divulga livros em destaque na plataforma, em março

O CEO do Clube de Autores e autor Ricardo Almeida garantiu uma de suas obras no Top 10 do mês de março, além da aventura distópica do autor G.R Mantovani que garantiu boa colocação entre as outras obras disponíveis no e-commerce da plataforma




O Clube de Autores, maior plataforma de autopublicação de livros da América Latina, publica mensalmente cerca de 40 novos livros todos os dias, movimento que vai na contramão da crise que atinge o setor livreiro desde o ano passado, com o fechamento de diversas lojas de grandes redes de livrarias brasileiras.

Ricardo Almeida, CEO do Clube, além de empresário é autor de diversas obras, incluindo o seu mais recente sucesso “Tempo”, que figura na lista dos dez mais vendidos do mês de março no e-commerce da empresa.

A novidade é que agora os livros disponibilizados no Clube de Autores, passaram a ser vendidos e entregues para todo o mundo desde o mês passado, após uma parceria fechada com diversas gráficas em diversos países.

Outro livro que faz sucesso na plataforma é a distopia “As Lendas de Tyrondir”, do autor G. R. Mantovani, que conta a história de dois adolescentes que encontram uma realidade totalmente diferente ao descobrir o “mundo de Tyrondir”. O livro mistura emoções a tensão numa releitura nacional de “As Crônicas de Nárnia” e do grande sucesso da literatura e televisão mundial “Game Of Thrones”.


Ficha Técnica
Título: Tempo
Autor: Ricardo Almeida
Páginas: 152
Edição: 1(2017)
ISBN: 9788569840060
Formato: A5 (148x210)
Coloração: Preto e branco
Acabamento: Brochura c/ orelha
Tipo de papel: Polen

Sinopse: Costumamos entender o Tempo como uma sucessão inabalável de dias, horas, minutos segundos. Em nossas mentes, o Tempo se sobrepõe às nossas vontades, atropela os nossos anseios e ignora a nossa própria existência a partir da sua universalidade absolutista.

Em nossas mentes, o Tempo é sempre um só: gigante, ele caminha decidido na sua vagarosidade monorrítmica, sólida, sisuda, impondo-se, soberano, para todos os seres do cosmo. Não é o Tempo que se encaixa em nossas vidas: nós é que, irrelevantes perante a sua infinitude, nos encaixamos nele.

Em nossas mentes, o Tempo é Deus: cego e surdo, mas estridentemente alto. Estamos errados: na realidade, o Tempo é a mais subserviente das criaturas. Basta que saibamos controlá-lo, dominá-lo, adestrá-lo. Este livro é uma biografia do Tempo. 

Preço: R$ 40,73 impresso / R$ 17,22 e-ebook. 
Página no e-commerce: clubedeautores.com.br/livro/tempo


Ficha Técnica
Título: As Lendas de Tyrondir
Autor: G. R Mantovani
Páginas: 450
Edição: 1(2019)
Formato: A5 (148x210)
Coloração: Preto e branco
Acabamento: Brochura c/ orelha
Tipo de papel: Offset 75g

Sinopse: Guilherme é um garoto de emoções enjauladas, ressentido por sua vida pacata ao lado do grosseiro pai, por quem nutre uma problemática aversão. Ansioso por provar seu valor, Guilherme vê sua rotina virar de cabeça para baixo no que prometia ser apenas mais uma manhã inerte, após a aparição de uma águia misteriosa que antecede aventuras inimagináveis. Tudo muda quando ele e Leslie – uma garota francesa maculada por profundos traumas do passado – vão parar em outro mundo apenas ao atravessarem uma simplória passagem de arbustos. Juntos, descobrem que sua presença em Tyrondir tem um significado muito mais perigoso do que poderiam supor. Nunca antes na história dois humanos cruzaram a fronteira entre nosso mundo e aquele além dos arbustos... os segredos ocultos de um rei cauteloso, o estranho isolamento dos povos tyrondianos, o ardil de uma ameaça... tudo isto torna o mistério ainda mais complicado de ser desvendado. Até onde Guilherme e Leslie estarão dispostos a seguir adiante para ajudar a livrar Tyrondir do prenúncio crescente de uma guerra? Afinal, por que eles foram os escolhidos? Terão forças para enfrentar uma jornada fatalmente perigosa, mas calcada em autoconhecimento e repleta de descobertas como amizade genuína, compaixão, amor e justiça? Conseguirão sustentar a responsabilidade de serem os Humanos de Tyrondir?

Preço: R$ 43,30 impresso / R$ 11,84 E-book
Página no e-commerce: clubedeautores.com.br/livro/as-lendas-de-tyrondir

.: Mirante 9 de julho passa a receber edições quinzenais da Feirinha

Com curadoria da artista plástica Ida Feldman, evento traz mix de serviços e artistas para o espaço turístico paulistano    

Foto: Divulgação [mirante.art.br]


A partir do dia 6 de abril, o Mirante 9 de Julho receberá, quinzenalmente, a Feirinha no Mirante. O evento tem curadoria da artista plástica Ida Feldman e une artistas plásticos, desapegos de brechós, bijuterias, itens de crochê e tricô, moda e serviços como tarô e quick massage. Para as duas edições do mês de abril, realizadas nos dias 6 e 20, a Feirinha trará opções para que o público possa apreciar e selecionar produtos conscientes para a Páscoa.  

A Feirinha no Mirante traz para o espaço uma mistura interessante de serviços e produtos, além de músicas descontraídas, propondo um ótimo passeio para o final de semana cultural de São Paulo. O evento acontece no Mirante 9 de Julho desde setembro de 2018.

Serviço:
Feirinha no Mirante 
Data: 6 e 20 de abril 
Local: Mirante 9 de Julho – Rua Carlos Comenale, s/n – Bela Vista – São Paulo/SP
Horário: Das 12h às 19h
Entrada gratuita

Expositores:
06/04
Satori Decoração - bonecos feitos em tecido de algodão tingidos, estampados artesanalmente
Unevie Cosméticos - saboaria e cosméticos artesanais, naturais, vegetais  e veganos
Blanco Botanico 
Tramadelinho – roupas únicas e sem gênero 
Ce Juntos – Roupas sem gêneros 
K Krevoltz – street wear
La Forme 1 - Bijuterias 
Tony Massagem 
Gisele Mouradian – Tarot Cigano

20/04
Atelier Mary Lima – roupas práticas para a rua 
Imagine e desenhe – artes plásticas 
Saias Carminhas – Saias que se amarram de diversas formas 
Unevie Cosméticos - saboaria e cosméticos artesanais, naturais, vegetais  e veganos
Tony Massagem 
Gisele Mouradian – Tarot Cigano

Sobre o Mirante 9 de Julho: Mais que um monumento histórico reocupado, o Mirante é também espaço cultural com música, cinema e exposição, uma cafeteria e um restaurante. Um ponto de encontro para turistas, moradores e trabalhadores da região da Paulista. Atualmente tem a operação do seu café e gastronomia assumidos pelo Suplicy Cafés Especiais. O local é administrado pela iniciativa privada, por meio da Storymakers.

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