As comemorações dos dois anos da Casa Natura Musical prosseguem com mais uma edição do Projeto Frequências, uma proposta de levar ao espaço dois shows em uma só noite com artistas de diferentes cenas que mostram ao público o que há de mais fresco na música brasileira. No dia 17 de maio, sexta-feira, às 22h, a Casa recebe apresentações da banda natalense de Pop Rock "Plutão Já Foi Planeta" e os paulistanos da "Hotelo". Neste ano, já passaram pela Casa Natura Musical pelo Projeto Frequências Luedji Luna e Giovani Cidreira; MC Tha e Linn da Quebrada; Dingo Bells e Baleia e Ana Cañas e Filipe Catto. Formada em 2013 por Natália Noronha, Gustavo Arruda, Sapulha Campos, Renato Léllis e Vitória de Santi, Plutão Já Foi Planeta leva aos palcos a potência do rock, misturando melodias cativantes com instrumentação diversa que inclui guitarras, violão, ukulele e synths. O disco mais recente do grupo é A Última Palavra Feche a Porta, de 2017, que tem participação das cantoras Maria Gadú e Liniker, além de produção de Gustavo Ruiz.
Foto: Divulgação
A banda paulistana Hotelo iniciou a carreira em 2013. Em 2017, lançou o EP Chama, que conta com mais de 1 milhão de acessos no Spotify. Em 2018 lançou um novo disco, Mapa Astral, que traz o tema astrológico e conta com participações especiais de Dinho Ouro Preto, Ana Caetano e Vitória Falcão (Anavitória), Atitude 67, Pedro Calais (Lagum), entre outros – o disco alcançou 1 milhão de acessos no Spotify um mês após ser lançado. Os arranjos e melodias somam estilos e influências das mais variadas vertentes que transitam entre o Rock, MPB, Ska e até baião. Sobre o Projeto Frequências: O Projeto Frequências foi criado para demarcar uma proposta curatorial de noites com dois shows de duas atrações diferentes – sejam de novos nomes ou de artistas consagrados, desde que haja alguma interlocução entre elas. Em dois anos, a Casa Natura Musical recebeu dez edições do projeto. Em 2017, foram duas noites: a primeira (24/08), contou com o encontro de Russo Passapusso, vocalista da banda BaianaSystem, e do paulistano Rico Dalasam, primeiro rapper brasileiro assumidamente gay. A segunda (07/09) apresentou o show do cantor paraense Jaloo e da banda paulista ATR (ex-Aeromoças e Tenistas Russas). Em 2018, a primeira edição do projeto (18/08) contou com os shows dos rappers Tássia Reis e Baco Exu do Blues. Na véspera do Dia da Consciência Negra (19/11), o duo Craca e Dani Nega se juntou ao bloco Ilú Obá de Min para uma celebração da música afro. Da terceira edição do ano (24/11), participaram os artistas pernambucanos Siba e Banda Eddie. Por fim, no último Frequências de 2018, Mariana Aydar e Mestrinho comemoraram o Dia do Forró (13/12). Em 2019, apresentaram-se a cantora e compositora baiana Luedji Luna e o ex-vocalista da banda Velotroz Giovani Cidreira (15/2), a funkeira MC Tha e a cantora, compositora e performer Linn da Quebrada (4/4), as bandas Dingo Bells e Baleia (25/4) e a cantora e compositora paulistana Ana Cañas e o cantor e compositor gaúcho Filipe Catto (3/5). Projeto Frequências – Plutão Já Foi Planeta e Hotelo Dia 17 de maio - sexta-feira, às 22h. Abertura da casa: 20h30 Ingressos: Pista Lote 1 - R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia). Pista Lote 2 - R$ 50 (inteira) e R$ 25 (meia). Pista Lote 3 - R$ 60 (inteira) e R$ 30 (meia). Pista Lote 4 - R$ 80 (inteira) e R$ 40 (meia). Bistrô Mezanino - R$ 100 (inteira) e R$ 50 (meia). Camarote – R$ 120 (inteira) e R$ 60 (meia). Classificação: 12 anos. Duração: 150 minutos. Capacidade: 710 lugares. Casa Natura Musical: Inaugurada em maio de 2017, a Casa Natura Musical celebra dois anos como um dos espaços mais relevantes e antenados do circuito cultural de São Paulo, tendo sido eleita como a melhor casa de shows de grande porte da capital paulista (O Estado de S. Paulo, em 5/10/18) e o Melhor Espaço Para Shows (Blog do Arcanjo/ UOL, em 2/01/19). Com total visibilidade de qualquer ponto da plateia, a Casa oferece uma combinação de conforto e qualidade musical, configurando o palco ideal para abrigar nomes consagrados, novos talentos e projetos especiais. Localizada em Pinheiros, o empreendimento soma os esforços dos empresários Paulinho Rosa e Edgard Radesca aos da cantora e compositora Vanessa da Mata. O patrocínio é da Natura, empresa que há 12 anos destaca-se pela atuação na valorização da produção contemporânea e da identidade musical brasileira por meio da plataforma Natura Musical. CASA NATURA MUSICAL Rua Artur de Azevedo, 2134, Pinheiros, São Paulo, tel: (011) 3031-4143 Ingressos sem taxa de conveniência na bilheteria da Casa Ingressos podem ser pagos com dinheiro, cartões de crédito e débito Horário da bilheteria: de terça a sábado, das 12h às 20h. Segundas e domingos, quando houver show. Em dias de espetáculo, a bilheteria fecha mais tarde, até uma hora após o início da apresentação. Venda de ingressos: casanaturamusical.com.br Venda para pessoas com deficiência: 4003-6860 facebook.com/CasaNaturaMusical instagram.com/casanaturamusical twitter.com/casanaturamus
O premiado Simbad, o Navegante, da Cia. Circo Mínimo, reestreia dia 11 de maio na sala B do Teatro Alfa
Foto divulgação: Paulo Barbuto
Prêmio São Paulo de Incentivo ao Teatro Infantil e Jovem (2015) em quatro categorias (Melhor Espetáculo Infantil, Melhor Ator para Ronaldo Aguiar, Melhor Iluminação para Wagner Freire e Melhor Direção para Carla Candiotto), Simbad, o Navegante reestreia dia 11 de maio, sábado, 17h30 no Teatro Alfa. A peça é o quarto trabalho para crianças da Cia. Circo Mínimo. Trata-se de uma adaptação do clássico As Mil e Uma Noites, que reúne contos árabes como Ali Babá e os Quarenta Ladrões e Aladim e a Lâmpada Maravilhosa.
Simbad, O Navegante foi o espetáculo mais premiado de 2015 em São Paulo, tendo sido eleito o Melhor Espetáculo do ano segundo o jornal O Estado de São Paulo e segundo melhor espetáculo segundo o Jornal Folha de São Paulo. Único espetáculo brasileiro selecionado para participar do IPAY–International Performing Artsfor Youth, nos EUA.
No palco estão o ator-fundador do Circo Mínimo, Rodrigo Matheus (que também assina a dramaturgia da peça) e Ronaldo Aguiar – palhaço, bailarino e acrobata aéreo convidado. Quem assina a montagem é a premiada Carla Candiotto, atriz, diretora, autora e produtora teatral, que com Simbad, Canção dos Direitos da Criança e Cinderela Lá Lá Lá ganhou o Prêmio Governador do Estado para a Cultura 2015 na categoria Arte para Crianças.
Com o cenário todo estruturado em bambus, eles encenam as sete viagens do aventureiro Simbad. Juntos, eles manipulam estruturas de bambu que dão suporte para as acrobacias e ajudam a transformá-las em barcos, baleias, ilhas e pássaros gigantescos para narrar as viagens do marujo.
Tal qual a rainha Sherazade, que contou belíssimas histórias para o rei Xariar durante mil e uma noites, dois palhaços contadores de histórias compartilham com o público as aventuras do marujo Simbad, aventureiro que desbravou os mares em busca de riquezas e desafios. A lenda já teve adaptações para o teatro, cinema (em formato de animação e live-action) e quadrinhos.
Para adaptar a famosa história do marujo Simbad, foi utilizada a versão de Mamede Mustafa Jarouche, pesquisador, tradutor e professor universitário da USP, que fez a primeira tradução direta do clássico árabe Mil e Uma Noites para o português. Em sua recriação, o Circo Mínimo manteve o arquétipo peculiar de Simbad. “Ele tem uma paixão pelo desconhecido e não consegue ficar quieto. Simbad está em um lugar e, quando o dinheiro acaba ou quando está entediado, já vai para outro”, conta Rodrigo.
Nos contos originais, Simbad é dividido por duas facetas que representam a dualidade do ser humano. Nesta adaptação, os dois personagens são palhaços contadores de histórias que pretendem encenar as aventuras vividas por ele. O personagem de Rodrigo Matheus é o tipo mais inteligente e astuto, sempre disposto a ludibriar a sua dupla. Ele quer interpretar Simbad o tempo inteiro e engana o parceiro para que ele nunca tenha a oportunidade de assumir esse papel. Assim, o palhaço feito por Ronaldo Aguiar fica com a representação das bestas, selvagens e da esposa do marujo, mesmo sempre sonhando em ser o herói, motivação que o move durante o espetáculo.
A diretora Carla Candiotto destaca a facilidade em trabalhar com dois artistas que disponibilizaram desde o início as habilidades circenses e cênicas de seus corpos à criação do espetáculo, que teve três meses de ensaios intensivos antes de ser concluído. “O trabalho principal foi equalizar os tipos de atuação dos dois. Rodrigo tem um perfil mais intenso e aventureiro, já o Ronaldo é mais estourado e histriônico. O que priorizamos é a relação forte que há entre eles. Por mais que o personagem do Rodrigo se sobreponha em alguns momentos ao do Ronaldo, centramos o tempo inteiro que um não existe sem o outro.”
Além da presença cênica dos atores, o cenário chama a atenção pelos bambus. Há uma estrutura piramidal com 4m de altura baseada nas criações de Marcelo Rio Branco, que desde 1999 preside o Sistema Integral Bambu, projeto que trabalha o seu uso desde as concepções corpóreas, como o trabalho de ergonomia e equilíbrio; as psíquicas, como a simbologia da planta; e sociais, como econômica, estética e plástica. “Conheci o trabalho do Marcelo por meio do grupo Nós no Bambu, de Brasília”, conta Rodrigo a respeito da inspiração para Simbad, o Navegante. A equipe brasiliense é caracterizada pela criação de espetáculos de danças acrobáticas sobre esculturas artesanais da planta.
A partir de uma residência de três dias que Rodrigo fez com Marcelo Rio Branco, o ator aprendeu a escolher, cortar, limpar, manusear e compreender como o bambu se comporta. Os conhecimentos adquiridos pelo artista são a base da encenação de "Simbad, o Navegante". Sob a manipulação dos artistas, os bambus que repousam em uma carroça se tornam barcos, baleias, armas, pássaros e serpentes. O desafio cenográfico da diretora foi o de mesclar a sua linguagem autoral a um cenário já concebido. Segundo ela, a simplicidade do espetáculo proporciona uma liberdade de criação grande. “O legal é que o público cria a peça. Nós somos apenas provocadores da criatividade dele. As crianças vão enlouquecer com tudo que é mostrado no palco pelos artistas”, conclui.
Sobre os atores e diretora Ronaldo Aguiar, conhecido e premiado palhaço de circo e de teatro (Doutores da Alegria, Circo Roda Brasil), que também possui formação em dança, e Rodrigo Matheus, fundador do Circo Mínimo, circense conhecido por seus trabalhos aéreos.
Rodrigo Matheus - Fundador e diretor artístico do Circo Mínimo, formado em Artes Circenses pelo Circo Escola Picadeiro de São Paulo e Fool Time Circus Arts da Inglaterra (Bristol). Graduou-se na Faculdade Paulista de Artes - FPA em 2008 e fez Mestrado na Universidade Estadual Paulista - UNESP, Iniciou sua carreira teatral em 1978 e sua carreira circense em 1985. Foi um dos idealizadores, fundadores e diretores da Central do Circo e do CEFAC, Centro de Formação Profissional em Artes Circenses. Desde 2000 vem dirigindo espetáculos misturando técnicas circenses e teatrais, incluindo direções para o NICA – National Institute of Circus Arts na Austrália e o Circus Space, em Londres, Inglaterra.
Carla Candiotto, atriz, diretora, autora e produtora teatral, com diversos prêmios no currículo, entre eles, APCA e Prêmio São Paulo de Incentivo ao Teatro Infantil e Jovem de Melhor Espetáculo de Animação por Que Monstro te Mordeu? (2018). Seus mais recentes espetáculos são Casa de Brinquedos (2019), Que Monstro te Mordeu? (2018), Alice no País do Iê Iê Iê (2017) e Canção dos Direitos da Criança (2015,Prêmio São Paulo de Teatro Infantil e Jovem), Cinderela Lá Lá Lá (Prêmio APCA)
Sobre O Circo Mínimo - Criado por Rodrigo Matheus, em 1988, com o espetáculo de mesmo nome, com o qual foi indicado ao prêmio MAMBEMBE (Categoria revelação, pela pesquisa de linguagem) naquele ano, em parceria com Alexandre Roit e Camila Bolaffi. Em seguida montou Prometeu, com direção de Cristiane Paoli Quito, vencedor dos prêmios: Melhor Espetáculo do Festival de Curitiba de 1996. Em 1997, produziu o espetáculo Deadly, dirigido por Sandro Borelli que venceu o III Festival de Teatro Físico e Visual da Cultura Inglesa e em 1999, o Total Theatre Awards - People's Choice, como melhor espetáculo de Teatro Físico, na opinião do público do Fringe Festival de Edimburgo, Escócia.
As peças Orgulho, Moby Dick, Alados, Ladrão de Frutas, Gravidade Zero, História de Pescador, Babel são outras produções da Cia. Comemorando 15 anos em 2003, montou o primeiro espetáculo infantil, João e o Pé de Feijão, dirigido por Carla Candiotto. Em 2006, estreou Road Movie, 2007, estreou o espetáculo !Circo Máximo!, vencedor do Prêmio Funarte Miriam Muniz e do PAC Paulista. Em 2008, montou Miranda e a Cidade, de Aimar Labaki, e foi selecionado para o Programa Municipal de Fomento ao Teatro, com o projeto Circo Mínimo – 20 Anos – As Narrativas de Imagens, que montou o espetáculo NuConcreto, a partir dos estudos do geógrafo Milton Santos, e remontagem e apresentação do repertório da Companhia, no início de 2009. O Circo Mínimo fez parte da Central do Circo, entre 1999 e 2004, projeto contemplado duas vezes com o Programa de Fomento ao Teatro para a Cidade de São Paulo. Ficha Técnica
Texto: Alexandre Roit, Carla Candiotto e Rodrigo Matheus. Direção: Carla Candiotto. Elenco: Rodrigo Matheus e Ronaldo Aguiar. Estrutura de bambus: Rodrigo Matheus. Figurinos: Olintho Malaquias. Iluminação: Wagner Freire. Trilha Sonora: Aline Meyer. Coreografia: Ziza Brisola. Fotografia: Paulo Barbuto. Cenografia: Marco Lima (espaço cênico) Thiago Capella. Consultoria de manejo dos bambus: Integral Bambu (Marcelo Rio Branco). Operação de luz: Gabriel Greghi. Operação de som: Thiago Capella Zanotta. Confecção da cenografia: Thiago Capella Zanotta. Produção: Circo Mínimo (Suenne Sotero). Assistente de Produção: Thaline Costa. Administração: Luciana Marcon. Direção de Produção: Rodrigo Matheus. Realização: Circo Mínimo
Serviço Espetáculo infantil Simbad, O Navegante Estreia dia 11 de maio, sábado e domingo, às 17h30, na Sala B do Teatro Alfa. Tel. (011) 5693-4000. Capacidade: 204 lugares. Temporada: De 11 de Maio a 30 de Junho. Duração: 60 minutos. Classificação: Livre. Recomendado para crianças a partir de 5 anos. Ingressos: R$ 40,00 (inteira para adultos) e R$ 20,00 (meia para crianças, estudantes e maiores de 60 anos).
Grupo Alfa: 50% de desconto funcionários devidamente identificados. Banco Alfa: 20% de desconto para clientes devidamente identificados. Assinantes do teatro Alfa: 10% de desconto. Venda efetuada com cartões de crédito (Amex, Visa, Credicard e MasterCard), de segunda a sábado das 11h às 19h; e domingos das 11h às 17h. Os ingressos poderão ser retirados no próprio teatro no dia do espetáculo. Taxa de serviço de R$ 5,00 por ingresso adquirido para Sala A e R$ 2,00 para Sala B. Call Center Ingresso Rápido: (11) 4003-1212. Desconto de 50% para clientes Porto Seguro e acompanhantes.
Teatro Alfa – Rua Bento Branco de Andrade Filho, 722, tel. (11) 5693-4000. Site: teatroalfa.com.br Ingresso rápido ou pelos telefones: 11 5693-4000 | 0300 789-3377. Acessibilidade - motora e visual. Estacionamento: Sala A - Vallet R$ 45,00 e Self Park R$ 31,00. Sala B - Vallet R$ 30,00 e Self Park R$ 20,00.
Produto inspirado no início da história do grupo Grendene e campanha assinada pelo artista Pol Kurucz abrem as comemorações, que vão até outubro
Se a vida começa aos 40, Melissa está pronta para escrever novos capítulos incríveis. A marca de calçados e acessórios chega a quatro décadas de história cheia de novidades para celebrar. A primeira de muitas vem, claro, em forma de produto. Melissa apresenta a dupla Alma e Origem, duo de sapatilha e bolsa com trama e material inspirados nos antigos garrafões de vinho em plástico, do grupo Grendene, que chegaram para substituir as peças até então feitas de vime. Desde o início, na década de 70, o plástico foi a principal matéria-prima da empresa. Os irmãos Pedro e Alexandre, na cidade gaúcha de Farroupilha, o utilizavam para produzir telas que envolviam garrafões de vinho - tradicionais da região. Melissa enxerga esse olhar para o passado como uma forma de reinventar o presente e se preparar para o futuro.
A campanha de produtos para os 40 Anos de Melissa tem a assinatura de Pol Kurucz, fotógrafo e videomaker francês, cuja série de imagens "The Normals" acabou de lhe render o título de um dos vencedores do World Photography Awards. Seus trabalhos já foram publicados em mídias nacionais e internacionais, como The Guardian e CNN, além de já terem sido expostos em icônicas galerias como ArtExpo (NYC), Lincoln Center (NYC), Shangai Fashion Week (Shangai), RedDot (Miami) e Lumas (Paris).
"Futuro Extraordinário" é o nome escolhido para alinhar a visão da marca para esse momento e batiza as atividades que começam em maio e vão até outubro. Começamos olhando para nossas bases históricas com o lançamento exclusivo de Alma e Origem, que além de campanha digital, ganha uma instalação criada pelo artista Abidiel Vicente na reabertura da Galeria Melissa em São Paulo, que apresenta um novo projeto para o público (assinado por Houssein Jarouche) no início de maio. Seguimos, mês a mês, como relançamentos de produtos icônicos que prometem mexer com a memória afetiva do público e entregar nossa visão de como eles seriam nos dias de hoje; até outubro, quando apresentamos aos consumidores um novo produto, bastante especial, confeccionado a partir de nossos ideais de futuro.
Estão previstas, ainda, ativações interativas que convidam o público a celebrar conosco a nova idade em grandes capitais (São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Recife), além de conteúdos digitais em que convocamos influenciadores ligados aos temas dos produtos para trazerem suas visões de futuro que idealizamos dentro de nós.
1971, na fábrica de Grendene, os garrafões que inspiram hoje o produto comemorativo
"Melissa só existe, há 40 anos, porque é formada por histórias como essa, de pessoa dedicadas, esforçadas e, acima de tudo, criativas e visionárias. Dos funcionários, aos parceiros e clientes. Cada um dos que construíram os passos da nossa trajetória, ou participaram de forma brilhante dela, chegam aqui conosco e são quem desejamos homenagear com esses dois produtos que abrem nossas comemorações. É para elas, e com elas, que desejamos trilhar os próximos anos", diz Raquel Scherer, Gerente Geral da Divisão Melissa.
Alma e Origem começam a ser vendidos em 10 de maio, nas lojas físicas e na loja online oficial da marca: www.melissa.com.br Créditos da campanha Fotografia e Direção de Arte: Pol Kurucz Cenografia: Renata Thina Styling: Nê Bardac Assistência de Styling: Erika Gottsfritz Beleza: Edu Hyde Assistência de Beleza: Bia Nunes e Thata Santa Rosa Unhas: Rose Lunna Produção: Lara Ferro e Maiara Noda Assistência de Produção: Elleonora Zalewski Luz: Guilherme Griebler e Aloísio Amorim Técnica e Montagem de Arte: Josué Torres, Gilson Simão e Ricardo Exaltação
Sobre Melissa: Fundada em 1979, a marca é integrante do portfólio do grupo calçadista brasileiro Grendene. Hoje presente em mais de 70 países, nasceu inspirada na moda dos pescadores da Riviera Francesa. Seu primeiro modelo, batizado de Aranha, logo ganhou o gosto nacional. Só na última década, Melissa fabricou mais de 32 milhões de pares de sapatos; mas seus produtos ultrapassam a moda dos pés e hoje Melissa é também reconhecida por suas criações de perfume e acessórios como bolsas que já se tornaram icônicas. Uma das primeiras marcas do mundo promover collabs, tem orgulho de uma história que conta com a participação de grandes nomes da moda mundial, como Jean-Paul Gaultier, Karl Lagerfeld, Vivienne Westwood, Jeremy Scott e Vitorino Campos. Sempre vanguardista, Melissa ultrapassa o segmento fashion e ainda conta com coleções elaboradas por artistas como os designers brasileiros Irmãos Campana e a arquiteta iraniana-britânica Zaha Hadid – além de suas três galerias físicas, centros de grandes exposições e ativações artísticas e culturais, localizadas em três dos principais centros urbanos do mundo (São Paulo, Nova York e Londres). Outro grande orgulho dos 40 anos da marca, Melflex® - forma proprietária de PVC 100% reciclável – nos estabiliza como conscientes e conscientizadores do conforto e do estilo aliados à sustentabilidade.
A emocionante carta de uma avó trouxe a história de Mariana e Fábio ao “Fábrica de Casamentos” deste sábado, 11 de maio. Frustrada ao notar que a neta não teria condições financeiras de se casar, dona Benedita apelou ao programa. Para ela, sua neta merece viver momentos de felicidade pois já sofreu demais com a distância do pai. Mariana só aceitou morar com Fábio quando ele prometeu que teriam um casamento. Afinal, ela jurou para a avó que esse momento não passaria em branco. E para agradecer à avó, motivo que fez os dois chegarem ao programa, os noivos querem um casamento espanhol: vestido volumoso, castanholas e muita paella. Ambos veterinários, o casal conta aos apresentadores Chris Flores e Carlos Bertolazzi que gostariam de três elementos como inspiração para a grande festa: “a Espanha, os cavalos e a dança”. Em Fábio, Mariana encontrou seu porto seguro e o primeiro dos seus sonhos ele já realizou: deu a ela um cavalo, que a noiva quer montar na entrada da cerimônia. Para a chef confeiteira Beca Milano, Mariana pede um bolo em homenagem ao animal com formato de carrossel. Já o estilista Lucas Anderi irá abusar de recursos tecnológicos para fazer um vestido inédito em seus 20 anos de carreira. A decoração vibrante da festa será assinada por Mari Dedivitis, enquanto a beleza da noiva ficará nas mãos habilidosas de Robson Jassa e Junior Mendes.
O “Fábrica de Casamentos” vai ao ar todos os sábados, a partir das 22h15, no SBT. Site oficial: sbt.com.br/fabricadecasamentos
"A busca por uma gama variada de experiências vem em parte da necessidade e em parte do interesse por atuar e conhecer os meandros de cada uma delas" - Ian Soffredini
Por: Mary Ellen Farias dos Santos Em maio de 2019 Não há como negar que as artes cênicas pulsam nas veias de Ian Soffredini. O neto de Carlos Alberto Soffredini, filho de Isser Korik e Renata Soffredini, nomes de referência no teatro, é ator, diretor, dramaturgo, produtor teatral, além de diretor artístico do Teatro dos Arcos. No palco, já mostrou que tem pinta de galã para ser o príncipe da Cinderela, mas também tem propriedade e total sagacidade paraimprovisar com humor de bom gosto que arranca gargalhadas. Com habilidades de sobra, ele também sabe trabalhar fora dos holofotes para chegar à essência do teatro e torná-la concreta. Tal versatilidade, por exemplo, o coloca na posição de responsável pela dramaturgia e direção da adaptação do clássico da literatura universal como "O Pequeno Príncipe", em cartaz no Teatro Folha, até agosto. Confira a entrevista EXCLUSIVA com o talento dos teatros: Ian Soffredini! RESENHANDO - Ator, diretor, dramaturgo e produtor teatral. Nas artes cênicas, para você, há preferência por alguma área de atuação? Por quê? IAN SOFFREDINI - No Brasil, trabalhar com teatro significa, em boa parte das produções, exercer múltiplas funções. Principalmente quando temos o interesse em realizar uma obra artística, dificilmente o projeto dos seus sonhos virá pelo convite de outra pessoa, então você mesmo tem que viabilizar aquilo o que quer ver montado. A alma do teatro é a dramaturgia e todas as outras funções vêm servir o conteúdo a ser transmitido. A realização plena do trabalho acontece na figura do ator, e tanto o diretor como o produtor são funções-meio, de viabilização da ideia. Quanto mais você entende do todo, melhor você executa funções individualmente, sejam elas quais forem. Por isso, para mim, a busca por uma gama variada de experiências vem em parte da necessidade e em parte do interesse por atuar e conhecer os meandros de cada uma delas. RESENHANDO - Você é diretor artístico do Teatro dos Arcos. Como é estar cercado pelas artes cênicas? I.S. - O trabalho do diretor artístico está em criar um ambiente que disponibilize da melhor forma seus recursos a fim de viabilizar os projetos seus e de outras pessoas. Também se relaciona com trabalhar na facilitação entre um fluxo de ideias e de realizações, buscando uma forma e um sentido para o espaço. Tento diferenciar o que eu busco nesse teatro que está no Bixiga. Um local tradicional para o teatro paulistano e uma referência para o teatro brasileiro, honrando a tradição do teatro de pesquisa, em um espaço onde o processo de criação é tão importante quanto o momento das apresentações. Outra coisa que acredito para o Teatro dos Arcos é em criar um ambiente de troca e confraternização entre plateia e artistas, incluindo o público no processo criativo.
RESENHANDO - Você é o responsável pela dramaturgia e direção da adaptação do clássico da literatura universal como "O Pequeno Príncipe", em cartaz no Teatro Folha. Como foi se pautar na obra de Saint-Exupéry? I.S. - A obra de Sant-Exupéri não é um texto infantil. É uma obra sobre o resgate da infância para adultos. Por isso, tem muitos momentos de digressões filosóficas, autorreferências bibliográficas e muitos conceitos que não estão diretamente relacionados com a trajetória do protagonista. O próprio autor, no livro, destaca que está escrevendo para adultos, mas dá dicas de como teria escrito se fosse para crianças -esta foi a chave principal para a adaptação do livro em um texto dramatúrgico. RESENHANDO - E tudo começou... I.S. - Uma das premissas foi focar o texto nos avanços dramatúrgicos da história e na curva dramática do Pequeno Príncipe. Desta forma, ao invés de retratar no palco um resgate saudosista de algo que se perdeu, faço uma afirmação mais direta dos valores que o texto traz, sendo que no teatro infantil estes valores podem ser postos livremente: amizade, criação de laços afetivos, fidelidade, responsabilidade, como lidar com as perdas e relativizá-las, pois há coisas que parecem ter sido perdidas, mas na verdade são perenes dentro de nós. Muitas das cenas foram criadas por meio de exercícios de improvisação junto com os atores. Além disso, a geração atual está muito desconectada de sua própria subjetividade e tem dificuldade com metáforas. Por isso, busquei materializar as metáforas por meio de metalinguagem linkando o texto com as soluções e recursos estéticos.
RESENHANDO - Como foi o processo de produção de "O Pequeno Príncipe"? Uma vez que o espetáculo tem uma bela estética, da manipulação de bonecos à luz negra, por exemplo. I.S. - Existem três momentos do espetáculo: Primeiro ato, Segundo ato e transições no espaço. A transição no espaço foi o gatilho inicial. No livro, ficamos fascinados com o fato de ele viajar pelo espaço, com um toque de realidade fantástica, ao atar-se a pássaros para viajar em um ambiente de vácuo. No livro, o autor dá poucos elementos e deixa que o leitor crie as imagens desta viagem. Por meio da linguagem do Teatro de Luz Negra de Praga, tivemos a possibilidade de fazer uma alegoria virtuosa de beleza e brilho. O que conta aqui é o resultado de deleite estético que visa ao encantamento. RESENHANDO - Como funciona em cada ato? I.S. - No primeiro ato, o Pequeno Príncipe é representado pelo boneco e encontra figuras antropomórficas que misturam máscaras, partes de bonecos e atores. Cada figura que ele encontra representa para o autor uma faceta desagradável do mundo adulto, uma distração que o afasta do que é essencial na vida e o impede de valorizar o que realmente deve ser valorizado. As opções estéticas vêm reforçar e caracterizar estes desvios: o homem de negócios que dá mais valor à quantidade de estrelas que tem no céu do que a capacidade que elas tem de fazer as pessoas sonharem, tem uma cabeça desproporcional ao corpo, e o seu mundo é uma mesa de trabalho; o bêbado, que se mantém entorpecido para não ter que lidar com a vergonha do seu vício, enche o copo com as próprias lágrimas. Enquanto o Pequeno Príncipe, neste momento representado por um boneco Bunraku, da tradição japonesa, é o portador da verdade essencial das situações que encontra e joga luz nos absurdos que os adultos inventam e contam para si mesmos. No segundo ato, o Pequeno Príncipe se encontra no planeta Terra e não tem mais os pássaros que permitem que ele voe livremente pelo universo. Ele agora está à mercê das intempéries do clima e de uma natureza inóspita. Neste momento ele passa a ser representado por um ser humano e se relaciona com os animais da Terra, que são bonecos, que vem trazer para ele uma visão mais profunda do essencial e dialoga com o que ele já sabia intuitivamente. Neste caso, são novamente os bonecos, na forma dos animais, que vem trazer ao Pequeno Príncipe humano as verdades essenciais. Foi feito um trabalho profundo com Sidnei Caria (cenário, figurino, adereços e bonecos), Wanderley Piras (direção de manipulação) e Diego Rocha (concepção de iluminação) de experimentação para alcançarmos o resultado almejado. Quando chegávamos com os primeiros materiais de teste e ideias, realizamos um trabalho de mesa com os atores, que permitiu a eles contribuir com o processo de criação. RESENHANDO - Como foi ver a sua criação diante do público infantil, no dia da estreia, em que você esteve presente? I.S. - No dia da estreia, senti uma inversão de papeis enorme: os adultos muito encantados e deslumbrados, que normalmente identificamos nas crianças; e as crianças em um lugar de diversão que só é possível quando você está entendendo tudo o que está acontecendo. Senti que as crianças estavam captando melhor os meandros da história, acompanhando e torcendo pela trajetória do personagem do que os adultos. Ou seja, as crianças estavam mais em um campo racional e os adultos em um campo subjetivo de envolvimento com a história. Isso me fez conseguir encontrar finalmente um lugar para uma citação do livro que ainda não tinha o seu espaço no espetáculo, que é “Se você não entendeu alguma coisa, pergunte a uma criança”. A estreia me deixou muito feliz, pela concretização de meses de trabalho duro e pela possibilidade de construção profunda e sensível desta história. RESENHANDO - Qual é o segredo para o espetáculo conseguir tamanha comunicação entre as crianças e o público adulto? I.S. - O grande segredo foi, em primeiro lugar, a escolha deste livro como tema. Li este texto várias vezes ao longo da vida e, cada vez que li, tive algum tipo de insight ou revelação que foi diferente das outras. Ele marcou muitas gerações e já existe uma relação afetiva e íntima com boa parte do público, principalmente adulto, com os personagens e a história. É quase como encontrar velhos amigos. Aqui, o grande mérito é do autor, e o espetáculo, por meio de sua estética, reforçou esta sensação. RESENHANDO - Dos personagens de "O Pequeno Príncipe", qual é o seu favorito? Por quê? I.S. - Meu personagem favorito é a raposa, pois a relação que ela estabelece com o Pequeno Príncipe sintetiza tudo o que as outras vivências e personagens significam para ele. Ela fala de uma forma muito simples e poética sobre o transcendental. É muito bonito que o autor coloque tamanha sabedoria personificada em um animal, invertendo a lógica de que o homem é o ser mais sábio da Terra e que os animais estão subordinados a ele.
RESENHANDO - Em "Não Tem Xícara" você dirige e atua. Como é trabalhar com o improviso? I.S. - Meu impulso inicial para trabalhar com o improviso foi desenvolver uma pesquisa que possibilitasse aos atores uma compreensão plena da sua função dramatúrgica dentro do espetáculo. Isso surgiu de um período inicial da minha carreira na qual eu ficava muito frustrado por ver as pessoas com quem trabalhava contando suas falas e valorizando seu papel em uma montagem mais em função de entrar em cena e mais para mostrar o trabalho individual do que ser parte de uma construção coletiva. Na improvisação, os performers somam as funções de ator, diretor e dramaturgo, e as realizam no ato, em frente à plateia. Esse treino permite uma experimentação constante e muito direta tanto da criação da história quanto do como se contar uma história. Acredito que este tipo de conhecimento e habilidade pode ser aplicado em todas as linguagens interpretativas, narrativas e performáticas. RESENHANDO - A participação de um convidado diferente movimenta ainda mais a apresentação de "Não Tem Xícara"? Como funciona na prática? I.S. - Todo espetáculo de improviso partirá de algum gatilho, que é alguma coisa externa aos atores que vai inspirar e dar a faísca inicial para a criação. Algumas linguagens priorizam deixar este aspecto mais explícito para a plateia e outras menos. No caso do "Não Tem Xícara", optamos por trazer profissionais relevantes de áreas diversas para dividir experiências pessoais com a plateia, e estas experiências servem como inspiração para os atores criarem as cenas cômicas. A vantagem de se fazer desta forma são duas: cada pessoa traz um universo e referências próprios, possibilitando estímulos que valorizam a aleatoriedade do impulso; além disso, a plateia tem a possibilidade de ver uma pessoa que ela já admira o trabalho, fazendo algo inusitado. RESENHANDO - Comédia de improviso é uma surpresa a cada apresentação. Qual é a diferença entre o espetáculo "Haroldo" e "Não Tem Xícara"? I.S. - Em 2012, dirigi meu primeiro espetáculo de improviso, o "Espontânea", que é um formato que usava poesias trazidas pela plateia para produzir uma única história linear e aristotélica em longo formato, com cerca de 1h30 de duração. Essa é uma forma de se pensar improvisação que tem sido muito desenvolvida e difundida na América Latina e busca os aspectos mais teatrais da criação espontânea. Nos anos seguintes tive a oportunidade de trabalhar com grandes atores e diretores nesta modalidade: Rhena de Faria, Allan Benatti, Adriana Ospina e Gustavo Miranda, por exemplo. Esta ainda é uma pesquisa que muito me instiga e proporciona resultados relevantes nos países latino-americanos. Desde 2016 expandi meus interesses para a pesquisa e a forma de se pensar improvisação que é mais desenvolvida no Canadá e Estados Unidos, que prioriza não tanto a história que está sendo contada, mas sim os fatores de imprevisibilidade e os jogos cênicos de correspondência que estão embutidos nesta cena, com um formato voltado para esquetes e cenas independentes. Para tanto, eu me reuni com um grupo de atores improvisadores extremamente capacitados para remontar os dois formatos mais difundidos nestes países: "Harold" (aqui nomeado como "Haroldo") e "Armando" (aqui nomeado como "Não tem Xícara"). No final de 2018, junto com o Gabriel Caropreso, criamos um formato autoral a partir da lógica americana de Game of The Scene, ou Jogo da Cena, que utiliza a interação com o Instagram como ponto de partida para a criação das cenas e se chama "Sigo de Volta".
RESENHANDO - Nós do Resenhando.com, conferimos a sua atuação em "A Minha Primeira vez", que foi inesquecível. Estando no palco, destaca algum trabalho em especial? Por quê? I.S. - O espetáculo "A Minha Primeira Vez" era uma mistura de depoimentos reais sobre a primeira experiência sexual das pessoas que foi coletada por meio de um site anônimo na internet. O legal deste espetáculo era que, como o texto era uma colagem de depoimentos reais, foi possível se debruçar sobre a pesquisa de criação de personagens muito diversos e a partir de um material muito genuíno e pessoal. Neste texto fui dirigido pelo meu pai, que assim como a minha mãe, é discípulo do meu avô, Carlos Alberto Soffredini, uma figura de grande contribuição na dramaturgia brasileira e no resgate de uma estética teatral particularmente brasileira. Então essa linguagem estética me foi transmitida como um ofício familiar e o processo desta peça fluiu de uma forma muito prazerosa, pois eu já era íntimo da linguagem utilizada. Um trabalho que eu ressalto na minha carreira foi um no qual eu tive a oportunidade de me aprofundar pela primeira vez na Estética Popular Teatral: o texto "Minha Nossa", escrito pelo meu avô e dirigido pela minha mãe, Renata Soffredini. Esse trabalho foi muito importante para mim, pois, além de uma vontade de expandir minhas referências e de uma criação autoral, sinto uma responsabilidade enorme em levar adiante o trabalho iniciado pelo meu avô e continuado pela minha família, de valorização do teatro brasileiro, porque acredito que o conhecimento de um povo sobre a própria cultura é importante na construção de sua autoestima. RESENHANDO - Quais os projetos teatrais? I.S. - Estamos remontando, depois de mais de 10 anos, o texto "Vem Buscar-me que Ainda sou Teu", que é um dos maiores clássicos da dramaturgia nacional. Ele foi contemplado com o Prêmio Zé Renato e estreará no Itaú Cultural em 06 de junho de 2019. Depois, seguirá temporada no Teatro dos Arcos, no segundo semestre do ano. O texto é justamente sobre o histórico do teatro no Brasil, surgido principalmente do circo-teatro e com uma característica do circo como ofício familiar. Em sua montagem histórica, a personagem Mãezinha foi eternizada pela Laura Cardoso, grande dama do teatro brasileiro, nesta montagem atual será representada Bete Dorgam, uma das maiores mestras do teatro popular brasileiro. Está sendo dirigido por Renata Soffredini, minha mãe e filha de C. A. Soffredini, que vem dedicando toda a vida à difusão do legado de seu pai e da valorização da dramaturgia nacional.
*Mary Ellen Farias dos Santos é criadora e editora do portal cultural Resenhando.com. É formada em Comunicação Social - Jornalismo, pós-graduada em Literatura e licenciada em Letras pela UniSantos - Universidade Católica de Santos. Twitter: @maryellenfsm
Paulo Vieira: O escritor de 6 Best-sellers anuncia em Shangai o lançamento do mais novo livro
O autor mais vendido em 2018 mora em Fortaleza e acaba de desembarcar na China ao lado da esposa Camila, de empresários e donos de startups. O objetivo da viagem é conhecer novas tecnologias, trocar ideias e trazer para o Ceará novas experiências do país que se prepara para liderar a tecnologia global. Aproveitando o cenário econômico, Paulo anunciou o mais novo livro, Geração de Riqueza, e informou que vai ministrar o maior treinamento de inteligência emocional da América Latina de 24 a 26 de maio no Centro de Eventos do Ceará O Master Coach Paulo Vieira, PhD em Business Administration e autor dos best-sellers "O Poder da Ação, "Fator de Enriquecimento", "Poder e Alta Performance", "Foco na Prática", "Poder da Autorresponsabilidade" e "O Poder da Ação para Crianças" – os seis livros que estiveram simultaneamente entre os mais vendidos da Veja em agosto/2018 –, está na China ao lado da esposa Camila, de empresários e donos de startups. O objetivo da viagem é conhecer novas tecnologias, trocar ideias e trazer para o Ceará novas experiências vindas do país que se prepara para liderar a tecnologia global. Com amplo conhecimento do comportamento dos empresários mais bem-sucedidos do país, Paulo fundou em Fortaleza a maior empresa de coaching do mundo, a Febracis. Somente entre 2011 e 2017 o faturamento da instituição aumentou em quase R$ 119 milhões. A empresa tem cerca de 800 funcionários espalhados em 40 unidades no Brasil e em países como Estados Unidos, Angola e Portugal. Paulo Vieira é escritor, conferencista internacional e PhD pela Florida Christian University, em Orlando, nos Estados Unidos. Ele atua há vinte anos na área e é um dos mais conceituados coaches do Brasil, tendo acumulado mais de 10.800 horas em sessões de coaching individual e impactado mais de 40 milhões de pessoas em três continentes, através de livros, vídeos e treinamentos. No Youtube, possui um dos maiores canais de coaching do Brasil (youtube.com/user/pauloipv), o Febracis Coaching, com mais de 500 mil inscritos e mais de 33 milhões de visualizações. O autor, que está a mais de 160 semanas no ranking dos mais vendidos da Revista Veja, tem mais de 1 milhão e meio de cópias comercializadas e acaba de lançar seu mais novo livro, Criação de Riqueza, que chega nas livrarias com dicas de como estabelecer metas financeiras a curto e longo prazo. O escritor estará de volta ao Brasil para a 201º edição do Método CIS, maior treinamento de inteligência emocional do mundo, que acontecerá em Fortaleza e contará com transmissão simultânea para Boston e Orlando. O curso trata-se de uma imersão de 50 horas em conceitos, ferramentas e técnicas avançadas voltadas para quem deseja reprogramar crenças e alcançar a alta performance.
O Método CIS vai ensiná-lo como: -eliminar sentimentos de autossabotagem que te impedem de alcançar a felicidade; -eliminar vícios emocionais em todas as áreas da sua vida; -agir bem sobre pressão e em momentos de estresse (agindo certo e na velocidade certa); -ter comportamentos que fortalecem todos os seus relacionamentos; -traçar metas para prosperar em todos os setores: financeiro, profissional e pessoal. Serviço: De 24 a 26 de maio de 2019 Local: Centro de Eventos do Ceará Rua Washington Soares, 999 – Bairro Edson Queiroz Informações e inscrições no site da Febracis: lp.febracis.com.br/metodo-cis
O Centro Cultural da Juventude vai apresentar no dia 11, às 20h, o espetáculo “Eu em Ti – Retratos”, que mostra um crime que chocou principalmente a comunidade LGBTI em 2017: a travesti Dandara dos Santos foi brutalmente espancada até a morte por homens heteros simplesmente por existir e as imagens da agressão foram gravadas e divulgadas nas redes sociais.
Diante de tamanha barbaridade, a Cia Gufa de Teatro se propôs a um desafio: transformar esta trágica história em peça de teatro. Com o espetáculo “Eu em Ti -Retrato”, a companhia ganhou o Prêmio Cleyde Yáconis, da Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo, mostrando através da arte sua forma de resistência e luta contra a intolerância, retrocessos sociais e desrespeito aos direitos humanos.
“Eu em Ti – Retratos” é um experimento cênico de Teatro Documentário que conta cenicamente a morte de uma travesti. Seus criadores explicam: “Suba, suba! Não vai subir, não?!”, vibram agressivamente três homens, em vídeo, enquanto Dandara, sentada ao chão, mal consegue se mover. Ela chora. Um dos homens tira do pé o chinelo e utiliza-o para bater na cabeça dela. Chama Dandara de “viado ‘fêi’”. Chutes e tapas, as agressões miram ali. A travesti sangra e tenta subir no carrinho de mão enferrujado apontado por seus algozes. Não consegue. Por meio de uma manipulação de boneco híbrido, o ator documentarista manipulador utiliza partes do seu corpo, que se completam com partes do boneco, para manipulá-lo. O boneco é o duplo da documentada nesse experimento, no qual, com respeito e indignação, retratamos os últimos momentos de vida de Dandara dos Santos, um ser humano que teve sua vida interrompida por EXISTIR, sendo travesti”.
No palco, os atores (todos LGBTI) Alicia dos Anjos, Cíntia Fer, David Amancio, Fábio Eisner e Gustavo Assumpção, com encenação e dramaturgia de Fábio Eisner, produção de Gustavo Assumpção, cenografia e adereços de Fábio Eisner e figurinos da Cia. Gufa de Teatro. Sem esquecer de Evinha Sampaio, a assessora que divulga o projeto pela cidade, a intérprete de libras Gisele Rosa e Daiane Baumgartner, que confeccionou o boneco. No final de cada apresentação, o elenco convida para mais 20 minutos de bate-papo sobre a obra e os temas em torno dela. O espetáculo está percorrendo espaços culturais, sempre com apresentações gratuitas. O Centro Cultural da Juventude Ruth Cardoso está localizado na Avenida Deputado Emílio Carlos, 3641, Vila Nova Cachoeirinha – a 20 minutos do Terminal Barra Funda e ao lado do Terminal Cachoeirinha. Sobre o Centro Cultural da Juventude Ruth Cardoso: O CCJ é o maior centro público dedicado aos interesses da juventude da cidade de São Paulo. Inaugurado em 27 de março de 2006, fruto da mobilização da comunidade no Orçamento Participativo, inspira outros centros de referência de juventude pelo Brasil e pelo mundo. Proporciona a transversalidade das diversas temáticas relativas à vivência da condição juvenil por meio da cultura, buscando o empoderamento e o protagonismo da juventude a partir de uma programação cultural gratuita e diversificada, tendo o jovem não somente como espectador, mas como sujeito promotor, organizador e realizador dos Programas e Projetos realizados tanto no espaço como difundidos pela cidade. Entre as várias atividades, destacam-se apresentações e oficinas teatrais, shows de música, aulas e espetáculos de circo e de dança, cinema, debates, encontros e saraus e núcleos de comunicação comunitária e de produção audiovisual.
O CCJ tem 8.000 m² de arquitetura moderna e arejada, reunindo biblioteca, anfiteatro, teatro de arena, sala de projetos, laboratório de pesquisas, ateliê de artes plásticas, sala de oficinas e galeria para exposições, além de uma ampla área de convivência e com computadores com acesso à internet. Siga: facebook.com/CCJuventude e Instagram e Twitter @ccjuventude.
Dirigido por João Nascimento e Firmino Pitanga, o espetáculo é baseado na representação simbólica de um xirê (cerimônia tradicional de saudação e exaltação a todos os orixás, sequência de danças do candomblé, que começa com Exu e finaliza com Oxalá). A ideia não é representar o terreiro tradicional no palco da forma como ele é feito em seus rituais sacros, mas sim, criar uma releitura contemporânea desta manifestação, um caleidoscópio da cultura afro-brasileira a partir da mitologia dos orixás e seus arquétipos, seus cantos e movimentações. Em 2012, o espetáculo teve estréia no Auditório do MASP e depois circulou por diversos teatros da cidade de São Paulo, em 2013 o grupo se apresentou na Europa circulando por diversos palcos da Alemanha e Bulgária. A CIA TREME TERRA foi fundada em 2006 no Morro do Querosene e desde 2009 reside no Rio Pequeno, periferia da zona oeste de São Paulo. FICHA TÉCNICA DIREÇÃO GERAL E MUSICAL: João Nascimento DIREÇÃO COREOGRÁFICA: Firmino Pitanga CENÁRIO: Julio Dojcsar FIGURINO: Silvana Marcondes ILUMINAÇÃO: André Rodrigues SOM: Lindenberg Oliveira PRODUÇÃO EXECUTIVA: Fernanda Rodrigues PRODUÇÃO OPERACIONAL: Pedro Henrique Dos Santos e Alexandre Alves ELENCO: Terená Bueno Kanouté, Thiago Dos Santos Bilieri, Luciano Virgilio, Tito Nascimento, Huiris Daniel, Tiago Ferraz, Tamiris Zaco, João Nascimento, AfroJu Rodrigues, Pedro Henrique Dos Santos, Lucas Henrique Dos Santos, Rafael Mansor Vichi, Ubiratan Nascimento, Jotabe Arantes, Spike, Marcela Maita e Thais Dias
Sobre SESC Parque Dom Pedro II: Espécie de oásis na região do centro histórico da cidade (em processo de revitalização), um amplo terreno ao ar livre chama a atenção de quem passa, entre o Mercadão, a zona Cerealista e o Catavento. Com instalações bem equipadas, o espaço (doado pela Prefeitura de São Paulo) do SESC Parque Dom Pedro II tem programação cultural e esportiva, de quarta a domingo e feriados, das 10 às 18 horas, tudo de graça. Veja abaixo a programação.
Dia 12/5, domingo, das 16h às 17h Tenda Arquibancada - Livre Grátis - Sem retirada de ingressos. SESC Parque Dom Pedro II Praça São Vito, s/n – Brás Horário de funcionamento: De quarta a domingo e feriados, das 10h às 18h. Telefone: (11) 3111-7400
Venda de ingresso começa dia 10 de maio pela Ticket360
A diva pop vai se apresentar no Espaço das Américas no dia 27 de setembro, com produção e realização da Mercury Concerts. Dona de uma voz extraordinária e um talento nato para compor, JESSIE J conquistou milhões de fãs em todo mundo, desde sua estreia em 2011. No Brasil , a soprano lírica mais pop do planeta deve enlouquecer os fãs com os novos arranjos de “Flashlight”, “Bang Bang”, “Nobody’s Perfect” e “Masterpiece”, além é claro de todos os hits dos dois primeiros álbuns, como “Price Tag”, Who’s Laughing Now”, “Wild” e mais os sucessos do mais recente disco R.O.S.E, lançado há um ano, recheado de canções de empoderamento feminino e que fazem uma reflexão do mundo. Aos 31 anos, empoderada, linda, cantando e compondo melhor do que nunca, a cantora britânica vai se apresentar pela segunda vez em São Paulo e pela terceira no Brasil. Por isso é bom correr para não perder a chance única de ver Jessie J. Mas atenção, a venda é exclusiva pelo www.ticket360.com.br. No momento JESSIE J está em Londres, em mais uma temporada de dois meses como jurada técnica do “The Voice Kids”. Em seguida cairá na estrada, primeiro na Europa e depois América do Sul. “QUASE ESQUECI QUE A ARTE PODERIA ME SALVAR” Logo após o lançamento de “Sweet Talker” (2014), Jessie J entrou em crise e chegou a declarar que desistiria da carreira de pop star. "Realmente não queria mais compor. Lembro-me de dizer em voz alta: ‘tenho quase 30 anos, estou infeliz, não gosto mais disso. Não conseguia diferenciar o negócio da arte. Na verdade, o que eu queria era desistir do negócio e quase esqueci que a arte poderia me salvar de tudo isso”, revela Jessie J, que conquistou vários discos de platina e premiações de melhor intérprete e compositora durante a carreira. A salvação veio com o DJ Camper. Ele queria ajudar Jessie a sair dessa crise e resolveu ir tocar para a amiga. “Ele tocou pra mim por 20 minutos a mesma batida, enquanto ouvia veio a inspiração e comecei a escrever. Quando ele parou, eu tinha feito a letra inteira de ‘Think About That’, foi mágico. Mesmo não querendo compor, compus. Sabe quando a pessoa diz que não quer nunca mais se apaixonar e em seguida se apaixona, foi assim”, diz a cantora. Ela acrescenta que esse processo funcionou como uma música terapia. E que terapia poderosa, além de gravar um novo disco, Jessie ainda topou participar de um reality show de cantores na China. E venceu! “Think About That” faz parte de R.O.S.E., lançado em maio de 2018. Jessie explica que o título é uma sigla em inglês para: Realizações, Obsessões, Sexo e Capacitação. “Mas o significado por trás desse título é ainda mais profundo. O nome não surgiu de imediato. Quanto mais eu escrevia, mais eu ficava repetindo essas palavras. Depois de dias percebi que as iniciais davam ROSE, que é exatamente o nome da minha mãe. Além disso, a rosa sempre foi minha flor favorita, tão bonita, tão delicada e muito forte. De uma hora para outra comecei a ver rosas em todos os lugares. Era tão estranho, mas sabia que havia uma razão por trás disso”, conta a cantora, que compôs todas as canções desse álbum, produzido por DJ Camper (Nicki Minaj, Mary J. Blige e Mariah Carey). Detalhe, o guitarrista é o brasileiro Mateus Asato. “Em ‘Queen’, por exemplo, questiono os padrões de beleza impostos para as mulheres., que ditam o que é belo e o que é feio. Isso não existe, digo isso na letra: Somos todas rainhas: amo meu corpo, minha pele. Sou uma deusa. Sou uma rainha. Cantar isso é muito poderoso para todas as mulheres. Quero elevar a autoestima das mulheres. Criar uma energia boa para nós mulheres”, destaca. A música é uma paixão desde sempre para Jessica Ellen Cornish. Caçula de uma família de três irmãs, ela amava cantar pela casa. Entrar no coral da escola foi um caminho natural e nem se abalou quando foi convidada a se retirar, por cantar mais alto do que todo mundo. Aos 17 anos formou seu primeiro grupo, o Soul Deep. Na infância descobriu problemas cardíacos, que vem tratando desde então. Aos 18 anos teve um AVC. Com a saúde frágil aprendeu cedo que tem que cuidar muito bem de sua saúde e ficar bem longe das drogas e do álcool. Aos 20 anos gravou seu primeiro álbum, mas a gravadora faliu antes do lançamento. A solução foi trabalhar como compositora e acabou escrevendo para astros como Rihanna e Justin Timberlake. Também foi backing vocal de Cyndi Lauper nos shows na Grã Bretanha em 2008. Três anos depois, finalmente conseguiu lançar seu primeiro álbum “Who You Are", com canções que ela compôs desde os 10 anos. Logo atingiu o topo da parada inglesa com “Price Tag” e o sucesso bateu à sua porta.
Discografia Who You Are (2011) Alive (2013) Sweet Talker (2014) R.O.S.E. (2018)
Serviço Local: Espaço das Américas - http://www.espacodasamericas.com.br Endereço: Rua Tagipuru, 795 – Barra Funda Data: 27 de Setembro de 2019 (sexta-feira) Portas: 19h30 Jessie J: 21h30 Classificação Etária: “Classificação etária: 14 (quatorze) anos desacompanhados. Menores de 14 (quatorze) anos poderão comparecer ao evento desde que acompanhados dos pais e/ou responsáveis legais. Informação sujeita à alteração, conforme decisão judicial.” Valores: Setor Inteira Meia Pista Premium R$450,00 R$225,00 Pista R$210,00 R$105,00 Mezanino R$480,00 R$240,00 Ingressos a venda a partir do dia 10/05/19 as 10:00 – Ingressos Parcelados em até 4X Na internet: ticket360.com.br Postos de venda: Confira no link qual o ponto de venda mais próximo : ticket360.com.br/ponto-de-venda
Ponto de venda sem taxa de conveniência: Bilheterias do Espaço das Américas Rua Tagipuru, 795 – Barra Funda – São Paulo - SP Horário de Funcionamento: De Segunda a Sábado das 10:00 as 19:00, Exceto Feriados. Meia Entrada: Confira a política de meia entrada em: ticket360.com.br/meia-entrada