quinta-feira, 13 de fevereiro de 2020

.: Sabrina Sato apresenta reality show inédito no programa "Domingo Show"


Nesta quinta-feira, dia 13, a imprensa e o mercado publicitário serão apresentados às novidades do reformulado Domingo Show em uma ação que promete divertir – e muito – a plateia.  Os convidados, acompanhados de um grupo de influenciadores digitais, poderão sentir “um gostinho” do reality show "Made in Japão", um dos novos quadros do programa.

Formato inédito no Brasil, o reality é um game, capitaneado pela apresentadora Sabrina Sato, em que 10 celebridades terão de enfrentar animadas provas no melhor estilo japonês. Quem vencer ganha vantagem no jogo e uma bela recompensa, enquanto os perdedores têm de enfrentar um castigo, ambos inspirados nos costumes nipônicos. O desafio vai muito além dos jogos, já que os famosos terão de morar juntos, aguentando a pressão do game e também da convivência. Quem chegar ao final, leva para casa um polpudo prêmio de R$ 500 mil.

No "Made in Japão Experience", que acontecerá nesta quinta-feira, Fabio Santana ("Sou Eu na Vida"), Gabi Lopes, Lucas Selfie, Ale Xavier (canal Desimpedidos), John Drops, Dani Russo, Nienke, Thiago Pasqualotto, jornalistas e publicitários estarão entre os participantes de uma prova do reality, interagindo não só com Sabrina, mas também com um juiz e um apresentador que vieram direto do Japão para completar o time do jogo. 

Por fim, os jornalistas poderão conhecer a casa do "Made in Japão", saber de outros novos quadros do "Domingo Show" e ainda bater um papo com Sabrina. Será possível acompanhar o evento pelas plataformas Twitter (@PgmDomingoShow), Facebook (/domingoshow), YouTube e R7.com.

.: "Persona em Foco" recebe atriz e dubladora Arlete Montenegro


O "Persona em Foco" desta sexta-feira, dia 14, homenageia Arlete Montenegro. Atriz e dubladora brasileira, começou no rádio, migrou para a televisão e, por fim, chegou ao teatro. Como um nome frequente nas telenovelas dos anos 60 e 70, atuou em diversas emissoras, como Rede Record, TV Excelsior, Rede Tupi e outras. O programa, que tem apresentação de Atílio Bari, conta com a presença dos atores Daliléia Ayala e Milton Levy. Vai ao ar às 22h45 na TV Cultura.

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2020

.: Fabiano de Abreu lança livro que diz que qualquer um pode ser famoso


"Como se Tornar Uma Celebridade" é o novo livro de Fabiano de Abreu. O livro revela os segredos de como se tornar famoso do assessor de imprensa que alçou mais de 500 pessoas à fama.

Em apenas cinco anos, o assessor de imprensa, filósofo e psicanalista Fabiano de Abreu alcançou a façanha de se tornar o maior criador de personagens da história da imprensa mundial, lançando mais de 500 pessoas para o mundo da fama, não apenas no Brasil, mas também Estados Unidos, Portugal, Argentina, Espanha, Chile, Paraguai e Angola.

Agora, Fabiano promete revelar todos os seus segredos que o fizeram alcançar este recorde mundial , reconhecido por jornalistas destes países em seu mais novo Livro: "Como se Tornar Uma Celebridade - Filosofando a Imprensa”, lançado pela editora MF Press Global e distribuído mundialmente pela Amazon, maior livraria do mundo, no formato e-book.

O livro, escrito à partir das entrevistas feitas pelo jornalista Hebert Neri, que também assina o prefácio da obra, revela um pouco da vida pessoal de Fabiano de Abreu, seu histórico familiar e sua trajetória pessoal e profissional, mostrando um pouco do caminho percorrido até se tornar o assessor de imprensa precursor do fitness e do fashion fitness no país e, que foi responsável por criar boa parte das musas do carnaval paulista e carioca, assim como musas do futebol, de praticamente todos os grandes clubes do país.

O criador de celebridades
Sobre o livro, Fabiano conta o que os leitores podem esperar encontrar e qual o segredo do maior criador de celebridades do Brasil: “qualquer um pode ser famoso. Qualquer pessoa pode se tornar famosa porque todos têm uma história, um talento. Basta apenas que este seja descoberto e aproveitado. No meu livro conto como é o meu processo para extrair de cada pessoa o seu melhor e fazer com que o mundo veja e reconheça os seus feitos.”

É a primeira vez que o assessor de imprensa e filósofo desconstrói o seu método e revela abertamente sua vida e todo o processo de criação de personagens que o fez famoso internacionalmente. O livro promete revelações inéditas sobre o surgimento de personagens que ganharam fama por meio de Fabiano de Abreu e sobre os bastidores do mundo da fama e das celebridades.

A sua agência, MF Press Global, que começou empresariando musas e modelos fitness, hoje se transformou em um grupo de comunicação que atende a clientes dos mais diversos nichos, como cantores, escritores e até mesmo médicos, tendo filiais nos EUA,  América do Sul e África e sede na Europa, em Portugal. Fabiano de Abreu tem no casting de sua agência como seus assessorados nomes como Dejan Petkovic, Fernanda D'avila, Fernanda Colombo, Kadu Moliterno, Cris Cyborg, Nayara Justino, Adi Cudz, Eric Santos, Fernanda Lacerda (Mendigata), Bianca Leão, Eva Andressa, Bella Falconi, Cláudia Alencar, Léo Lins, Carol Dias, Latino, MC Koringa, Fabi Martinez, Anna Layza, Ivi Pizzott, Tainá Grando e muitos outros em uma enorme lista de famosos.

Processo de criação
Apesar de ter recebido oferta de algumas editoras para lançar o seu livro, Fabiano de Abreu optou por ter o controle de todo o processo criativo, desde a concepção até a arte final: “além de escolher um redator e jornalista de minha confiança e convívio para escrever o livro, participei ativamente de todo o processo. E que o livro realmente expressasse quem eu sou e meu método, então me envolvi em todas as etapas, desde a arte gráfica, feita pela designer Jennifer de Paula, até a paginação e diagramação, que optei por eu mesmo fazer. O livro foi lançado pela minha editora, a MF Press Global, o que me conferiu total controle sobre o processo criativo e editorial, para refletir exatamente minhas ideias, sem distorções”, conta Fabiano de Abreu.

As entrevistas e situações que deram origem ao livro aconteceram ao redor do mundo, em Portugal , Brasil, Angola e Estados Unidos. No entanto, boa parte da edição e do processo de escrita se deu em Castelo de Paiva, Portugal, no emblemático Café Central, da arqueóloga e empresária Joana Freitas, que também atuou como revisora da obra para português internacional (AO).

Sustentabilidade
Fabiano também contou porque preferiu investir no formato digital em vez do impresso tradicional. O motivo seria a sustentabilidade: "Não sou de extremos nas minhas ideologias, mas gosto de contribuir com a minha parte no que diz respeito a sustentabilidade. Embora eu seja a favor da tradição do livro impresso, me fere pensar que estou a contribuir para a destruição de árvores com a publicação dos meus livros. Por isso acredito que ficará apenas no online, sem edição impressa".

Serviço
"Como se Tornar Uma Celebridade - Filosofando a Imprensa"
Autor: Fabiano de Abreu.
Disponível em: Amazon (Worldwide – 14 países).
Idioma: português.
Formato: e-book (Kindle EPUB).
Páginas: 102.
ISBN: 978-65-81534-02-8.
Editora: MF Press Global.
Edição e redação: Hebert Neri.
Projeto gráfico: Jennifer de Abreu.
Revisão: Joana Freitas.
Preço: R$ 99 (amazon.com.br).
Link do livro: https://www.amazon.com.br/Como-tornar-uma-celebridade-Filosofando-ebook/dp/B0849NFYPS.

.: Lexa é hacker futurista em clipe de “Treme Tudo”









Diferente de tudo que já fez, cantora mergulha em produção que traz um futuro distópico com batidas envolventes e muita dança




Créditos: Rodolfo Magalhães


Após o sucesso de “Aquecimento da Lexa”, que em menos de 15 dias já possui mais de 6 milhões de views no YouTube, a cantora lança mais uma braba. “Treme Tudo” sai pela Som Livre nesta sexta-feira (07) com sonoridade e produção audiovisual diferente de tudo que Lexa já fez na carreira - ouça nas plataformas de música.

Com referências do universo sci-fi e cyber punk, o clipe é ambientado em um futuro próximo e distópico, onde Lexa encarna uma hacker clandestina em seu laboratório. Sua missão é quebrar padrões ao reviver a personalidade de cada indivíduo através da dança. As batidas envolventes contagiam os experimentos e os levam à libertação. Lexa também interage com sua versão virtual e encerra o clipe prometendo uma continuação da história - assista no YouTube.

"É o clipe mais diferente que já fiz! Tem aventura, um cenário futurista e muita dança. Amei o resultado", afirma a artista.

“Treme Tudo” é uma produção musical dos Dogz. O clipe tem direção de João Monteiro e produção da UMANA. Darlin Ferrattry assina a produção executiva da cantora Lexa.

Lexa segue comemorando os excelentes resultados de seus últimos lançamentos. A trilogia composta por “Sapequinha”, em parceria com Mc Lan, “Provocar”, com Gloria Groove e “Só Depois do Carnaval” acumula mais de 358 milhões de views no canal da cantora no YouTube. Outras parcerias também foram muito bem-sucedidas, como “Amor Bandido”, com MC Kekel, “Apimentadíssima”, em parceria com Dennis DJ, “Chama Ela” com Pedro Sampaio, “Combatchy” em parceria com Anitta, Luísa Sonza e MC Rebecca e “Bate Palma” com Mc Jottapê.


“Treme Tudo” - Lexa

Lançamento Som Livre – 07 de fevereiro/2020

Letra:

(Composição: UhGroove / Franco Daniele / Lexa / Pablo Bispo / Ruxell / Sérgio Santos)

Quando eu mandar o meu som
Você vai entender
Vai saber que eu to botando
Todo mundo pra tremer

Quando eu mandar o meu som
Você vai entender
Vai saber que eu to botando
Todo mundo pra tremer

Vai, vai, treme tudo, vai

Essa mistura embaçada balançando todo mundo
Treme que treme, quero te ver tremer com tudo
A mistura embaçada balançando todo mundo
Quebra que quebra, quero te ver quebrar

Sente o peso do grave, pega quem é de verdade
Sente o peso do grave, tá balançando a cidade
Eu sei que cê vai gostar, ai ai ai ai
É melhor se preparar..

Quando eu mandar o meu som
Você vai entender
Vai saber que eu to botando
Todo mundo pra tremer

Quando eu mandar o meu som
Você vai entender
Vai saber que eu to botando
Todo mundo pra tremer

Vai, vai, treme tudo, vai



Ficha-técnica clipe:
Produtora: UMANA
Direção: João Monteiro
Produção Executiva: Toti Higashi
Produção Executiva Lexa: Darlin Ferrattry
Direção Criativa: João Monteiro e Audrey Nobrega
1º Ass de Direção: Tize Salati

Direção de Produção: Toti Higashi
Produtora: Isabelle Acioli  

Sobre a Som Livre: De 1969 para cá o mercado fonográfico mudou, assim como a forma de se consumir música. Hoje, 50 anos depois de sua criação, a Som Livre é muito mais do que uma gravadora, é o espelho musical do país. Uma empresa 100% nacional voltada para a música, seja qual for a sua plataforma e que reflete, através de seus lançamentos, o gosto e o hábito de consumo do brasileiro.

A Som Livre possui diversas frentes de negócios: venda física, digital, shows, licenciamento e editora. Em seu time são mais de 100 artistas e sua editora é uma das mais importantes do país, representando os direitos de compositores nacionais e internacionais. Na linha de shows, a empresa aposta em festivais de música, que acontecem por todo o país, com as marcas Festeja, Viva Mais Música e Arena Pop.

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.: Espetáculo "Black Brecht: E se Brecht fosse Negro?" volta em cartaz


Com direção de Eugênio Lima e dramaturgia de Dione Carlos, espetáculo é livrementevinspirada na peça O Julgamento de Luculus, de Bertolt Brecht. Foto: Cristina Maranhão

Espetáculo "Black Brecht: E se Brecht fosse Negro?", montagem do coletivo Legítima Defesa livremente inspirada na peça "O Julgamento de Luculus", de Bertolt Brecht volta em cartaz no Centro Cultural São Paulo, Espaço Cênico Ademar.

Perante o Supremo Tribunal do Reino das Sombras apresenta-se Luculus Brasilis, o general civilizador, que precisa prestar contas da sua existência na terra para saber se é digno de adentrar no Reino dos Bem-Aventurados. Sob a presidência do juiz dos Mortos, cinco jurados participam do julgamento: um professor, uma peixeira, um coveiro, uma ama de leite e um não-nascido. Estão sentados em cadeiras altas, sem mãos para segurar nem bocas para comer, e os olhos há muito apagados. Incorruptíveis.

O diretor Eugênio Lima, partiu das questões centrais da obra de Brecht para a concepção da montagem. “Pensamos nas dimensões que unem classe, raça e gênero e também o legado colonial dessa construção social. A partir daí convidamos a dramaturga Dione Carlos para trabalhar junto com o grupo. Construímos a peça em três tempos não lineares: o tempo dos vivos, o tempo dos mortos e o tempo dos não nascidos. Para quebrar com essa linearidade, esses tempos se tocam. É o que chamo de uma oferenda na esquina do futuro. A gente precisa recuperar a capacidade de imaginar outros futuros e para isso é preciso desconstruir o legado colonial sobre o passado. Carregar as memórias dos nossos ancestrais e trazer para dentro da nossa vida cotidiana”, fala o diretor.

Durante a pesquisa o coletivo Legítima Defesa se debruçou sobre aquilo que começou como uma provocação: E se Brecht fosse Negro? Nesta provocação, qual seria o lugar ocupado pela raça? Sua obra seria lida por uma perspectiva interseccional? Unindo classe, raça e gênero? Seria possível construir um espetáculo sobre uma perspectiva afro brasileira diaspórica da obra e dos procedimentos de Brecht?

O espetáculo estreou no Sesc Pompeia no dia 18 de abril de 2019. A trama da peça foi construída durante uma ocupação do Legítima Defesa, no próprio Sesc Pompeia, em novembro de 2017. Em março de 2018, também na Unidade, foi apresentado ao público mais uma etapa, com um módulo de imersão (encenação). Em junho de 2018 o projeto Black Brecht: E se Brecht Fosse Negro? Foi comtemplado com o Prêmio Zé Renato de apoio à produção e desenvolvimento da atividade teatral para a cidade de São Paulo. A peça foi eleita pelo Guia da Folha entre as melhores estreias do ano de 2019 e, também foi escolhida pelo blog Cacilda, da fotógrafa Lenise Pinheiro, para figurar entre os destaques do ano.

Sobre o Legítima Defesa
O Legítima Defesa é um coletivo de artistas/atores/atrizes de ação poética, portanto política, da imagem da "negritude", seus desdobramentos sociais históricos e seus reflexos na construção da "persona negra" no âmbito das linguagens artísticas. Constituindo desta forma um diálogo com outras vozes poéticas que tenham a reflexão e representação da "negritude" como tema e pesquisa.

“Este ato de guerrilha estética surge da impossibilidade, surge da restrição, surge da necessidade de defender a existência, a vida e a poética. Surge do ato de ter voz. Ser invisibilizado é desaparecer, desaparecer é perder o passado e interditar o futuro, portanto não é uma opção”.

Formado em 2015, o coletivo apresentou a performance poético-política Em Legítima Defesa na Mostra internacional de Teatro de São Paulo de 2016. Em 2017, estreou o espetáculo "A Missão em Fragmentos – 12 Cenas de Descolonização em Legítima Defesa" na programação da Mostra internacional de Teatro. Tem em sua bagagem uma série de Intervenções Urbanas. 

Ficha Técnica
Direção: Eugênio Lima. Dramaturgia: Dione Carlos. Intervenção dramatúrgica: Legítima Defesa. Elenco: Eugênio Lima, Walter Balthazar, Luz Ribeiro, Jhonas Araújo, Palomaris Mathias, Tatiana Rodrigues Ribeiro, Fernando Lufer, Luiz Felipe Lucas, Luan Charles, Marcial Macome e Gilberto Costa. Coprodução: Associação Cultural Núcleo Corpo Rastreado e Umbabarauma Produções Artísticas. Produção executiva: Iramaia Gongora e Gabi Gonçalves. Assistência de direção: Iramaia Gongora. Assistência de Produção: Thaís Souza. Direção Musical: Eugênio Lima e Neo Muyanga. Música: Luan Charles, Eugênio Lima, Neo Muyanga, Roberta Estrela D’Alva, Dropê Selva, Suyá Nascimento, Atila F. Silva, Everton Martins, Danilo Rocha, Thiago Bernardes e Pedro Teixeira. Cenário: Renato Bolelli. Iluminação: Matheus Brant. Fotografia: Cristina Maranhão. Vídeointervenção: Bianca Turner. Vídeodocumentário e filme: Ana Júlia Travia. Trilha do filme: letra Azagaia, voz Roberta Estrela D’alva, música Eugenio Lima. Figurino: Claudia Schapira. Direção de gesto: Luaa Gabanini. Preparação corporal e coreografia: Luaa Gabanini e Iramaia Gongora. Spoken word e preparação vocal: Roberta Estrela D'Alva. Danças urbanas africanas: Mister Prav. Direção de arte gráfica: Jader Rosa. Design: Juliana Aguiar e Renan Magalhães - Estúdio Lumine. Operador de som: João de Souza Neto, Clevinho Souza e Vivi Santana. Cenotécnico: Wander Wagner da Silva. Costureira: Cleusa Amaro da Silva Barbosa. Gravação, edição, mixagem e masterização: Rodrigo Locaut. Imagem de vídeo: Sabotage: "Respeito É Pra Quem Tem"- Tatiana Lohmann. Fotografia Baobá: Daniel Lima. Estandarte: Renato Caetano.

Serviço:
"Black Brecht: e se Brecht Fosse Negro?"
Até 1º de março - Sextas e sábados, às 21h. Domingos, às 20h. Importante: dias 21, 22 e 23 de fevereiro não haverá apresentação. Duração: 110 minutos. Classificação etária: 18 anos. Ingressos: R$ 20 (inteira) e R$10 (meia-entrada).

Centro Cultural São Paulo
Espaço Ademar Guerra - Rua Vergueiro, 1000, Paraíso - São Paulo. Vendas pelo site Sympla (www.sympla.com.br) ou na bilheteria do Centro Cultural São Paulo 2 horas antes do início da peça. Capacidade: 70 lugares. Informações: (11) 3397-4002.

.: Rafael Ilha vai parar em sítio onde precisará tomar conta de cinco crianças


Foto: Antonio Chahestian/Record TV

No segundo episódio do "Troca de Esposas", que vai ao ar nesta quarta-feira, dia 12, haverá a primeira troca de maridos da temporada comandada por Ticiane Pinheiro. No reality show, o apresentador e vencedor de "A Fazenda", Rafael Ilha, sairá de sua residência, localizada na capital paulista, para morar por alguns dias em um sítio de mais de 1.200 m² em Itapecerica da Serra, na Grande São Paulo. Por lá, ele, que procura levar uma vida mais pacata, terá de cuidar de cinco crianças. Além disso, vai ganhar uma aula de dança, visto que o marido da outra família é um autêntico pé de valsa. Como será que o ex-integrante da banda Polegar vai se sair nesta aventura?

Já o empresário João Miranda vai descobrir como é a rotina de Rafael Ilha. Para isso, vai mudar para a casa da família do músico em São Paulo. Por lá, com dicas de Aline, esposa de Ilha, terá de lidar com uma agenda de uma pessoa famosa e que também é preenchida com os cuidados que a educação da pequena Laura, de quatro anos, exige. Durante esta inédita convivência, João vai perceber que precisa participar mais do dia a dia do seu sítio e ainda ajudar a mulher, que é funcionária pública, nas tarefas domésticas.

Sobre o "Troca de Esposas"
Versão brasileira da atração “Wife Swap”, que já foi produzida em mais de 20 países e coleciona prêmios e grande audiência por onde passa, o Troca de Esposas é uma experiência de autoconhecimento. Afinal de contas, promove uma interação entre grupos que dificilmente, fora de um projeto como este, manteriam contato.

A dinâmica funciona da seguinte maneira: ao trocar de família, a esposa (ou o marido, como acontece em alguns episódios) vive metade dos oito dias sob as regras da dona da casa. Na segunda metade, tudo muda, e a recém-chegada (ou recém-chegado) terá a oportunidade de trocar as regras e reorganizar o lar segundo suas próprias normas. Como os “novos familiares” vão reagir a tantas transformações?

O reality show "Troca de Esposas" terá íntegras exibidas no PlayPlus, plataforma de streaming do Grupo Record, além de trechos disponibilizados no Facebook, YouTube e no portal R7. Além de live-tweeting comentando os melhores momentos do programa, os memes vão garantir a diversão no Instagram, e os spoilers dos próximos episódios, com exclusividade para o digital, ficarão a cargo da apresentadora Ticiane Pinheiro. No Brasil, a produção é da Teleimage, com direção-geral de Edu Pupo e direção do núcleo de realities de Rodrigo Carelli.

.: "Cinematógrafo" fala sobre o cinema marginal brasileiro nos anos 60


O "Cinematógrafo" desta quinta-feira, dia 13, fala sobre o cinema marginal, movimento cinematográfico brasileiro do final dos anos 60 que se identificava como contracultura, utilizando-se da chamada estética do lixo. O projeto abrigou nomes como Rogério Sganzerla, Ozualdo Candeias e Júlio Bressane. Vai ao ar às 19h45, na TV Cultura.

terça-feira, 11 de fevereiro de 2020

.: "O Pequeno Príncipe visita São Paulo" por Christiane Couve de Murville

A escritora, ilustradora e psicóloga Christiane Couve de Murville fez uma releitura do clássico de Antoine De Saint-Exupéry: "O Pequeno Príncipe visita São Paulo". A coleção de ilustrações, assinadas por Christiane, mostra o personagem em cartões postais como o Mercado Municipal, a Catedral da Sé, o Parque do Ibirapuera, o MASP, entre outros locais conhecidos da capital paulista.

É um Pequeno Príncipe universal, com características diversas: loiro, moreno, ruivo, cabelos lisos, crespos, cadeirante, cego, criança, adulto”, descreve a escritora. Outros personagens também estão presentes na obra como, por exemplo, o Vaidoso, o Beberrão e a Raposa. Cada imagem acompanha, ainda, uma frase explicativa. O livro infantil foi elaborado para o lançamento do áudio-livro do Pequeno Príncipe pela Tocalivros Studios.


Ficha Técnica
Título: O Pequeno Príncipe visita São Paulo
Autora: Christiane Couve de Murville
Ilustradora: Christiane Couve de Murville
ISBN: 978-85-69022-01-5
Editora: Tocalivros Studios
Formato: 16x23 cm
Páginas: 44
Valor: R$ 20,00 (R$ 25,00 com frete)
Para compra, entrar em contato com a autora pelo site: cmurville.com.br

Sobre a autora: Graduada, mestre e doutora em Psicologia Clínica pela Universidade de São Paulo, com especialização em psicodrama e orientação profissional, Christiane Isabelle Couve de Murville também é bacharel em Ciência da Computação pela USP. Publicou a trilogia “A Caverna Cristalina”, “A vida como ela é”, “Até quando? O vai e vem” e o "Até quando? A prisão", além de livros e artigos acadêmicos. Dedicou a sua carreira ao atendimento psicológico individual e grupal de crianças, jovens e adultos, oferecendo oficinas de teatro espontâneo em contextos variados. Morou sempre no Brasil, apesar da dupla nacionalidade, brasileira e francesa. Tem experiência artística em escultura, desenho, pintura e cerâmica e faz as ilustrações de seus livros.

Site: cmurville.com.br
Facebook: @ChristianedeMurville
Pinterest: @ccmurville
Instagram: @christianedemurville
Twitter: @CMurville


.: Grupo Tapa monta pela primeira vez um texto de Edward Albee


Clara Carvalho e Brian Penido são os protagonistas de "De Todas as Maneiras Que Há De Amar", que tem as últimas apresentações esta semana, no Teatro Aliança Francesa. Foto: Ronaldo Gutierrez

A dramaturgia dos Estados Unidos tem um panteão com figuras como Arthur Miller, Eugene O’Neill e Tennessee Williams. Edward Albee (1928-2016) é outro nome que pertence a este seleto grupo e ganha sua primeira montagem pelo Grupo Tapa por meio de um texto ainda inédito no Brasil: "De Todas as Maneiras Que Há De Amar" está em cartaz na Sala Atelier do Teatro Aliança Francesa. A temporada tem a última semana de exibição, até 16 de fevereiro, na sexta-feira, às 21h, sábado e domingo às 19h30.

A peça, que leva o nome de "Counting the Ways" no original, é baseado em um soneto da poetiza inglesa Elizabeth Barrett. A montagem tem direção de Eduardo Tolentino de Araujo e é protagonizada por Clara Carvalho e Brian Penido, que vivem um casal que faz um balanço de toda uma vida. Na trama, casados ​​há muito tempo, mas conscientes de que o tempo provocou mudanças no relacionamento, os dois trocam reminiscências alegres, tristes e até mesmo brutais. A versão brasileira leva o nome "De Todas As Maneiras Que Há De Amar", uma referência a música de Chico Buarque.

“São personagens mais maduros e vivem um casamento que já passou por tudo. É um texto que questiona as maneiras de amar, o que sobra de uma vida de casal após todo esse tempo juntos? Ao longo da peça, vem lembranças, trocas ácidas, detalhes do cotidiano que refletem sobre a finitude do amor, tudo regado com humor, às vezes, até meio corrosivo”, conta o diretor. A encenação é em forma de teatro de arena com um cenário que possui uma mesa, duas cadeiras e um lustre. Uma escolha para intensificar a aproximação do público e colocá-lo praticamente para dentro desse casamento. Albee foi um mestre do clima do teatro de câmara, por meio de histórias e personagens condensados, trabalhando bastante com o absurdo.

O autor americano deixa as relações viradas do avesso em suas obras, atributo que o coloca como uma espécie de herdeiro do sueco August Strindberg (1849-1912), dramaturgo bem conhecido pelo Grupo Tapa que já montou Camaradagem, Credores, Senhorita Julia, e está em cartaz com Brincando com Fogo no Teatro Aliança Francesa. Clara Carvalho e Brian Penido tem uma ligação no palco por toda a jornada com o Tapa em mais de 40 anos de carreira. Inclusive, em 1989, na montagem de "Nossa Cidade", de Thornton Wilder, ambos interpretavam um casal em cena. 

Edward Albee venceu três vezes o prêmio Pulitzer e cinco Tony Awards. Sua obra mais popular "Quem Tem Medo de Virginia Woolf?" teve adaptação para o cinema em 1966 com Elizabeth Taylor e Richard Burton. “Albee tem um trabalho sedutor, mordaz, terrível e distorcido ao mesmo tempo. Traz uma comedia flamejante com esse espetáculo. São personagens fortes que passaram pelas grandes mudanças no mundo, estão situados em algum tempo dos anos 50 e 60, inseridos em um mosaico de tramas que trazem identificação e pode ser a história de qualquer casal, inclusive atualmente”, conclui Tolentino.

Sobre o Grupo TAPA
Um dos mais tradicionais e importantes grupos da cena teatral paulistana, o TAPA acumula 82 prêmios da crítica especializada. O grupo se notabiliza por seu repertório voltado aos autores clássicos. Sua trajetória inclui a maior parte dos grandes autores da dramaturgia universal, como Anton Tchekhov, William Shakespeare, Molière, Henrik Ibsen, August Strindberg, Maquiavel, Luigi Piradello e muitos outros.

Entre os autores brasileiros encenados pelo TAPA destacam-se Nelson Rodrigues, Plínio Marcos, Millôr Fernandes, Jorge Andrade, Artur Azevedo, Oduvaldo Vianna Filho, entre outros.

Além do cuidado com a escolha do autor e no trato com o texto, outro foco do grupo é o ator, razão pela qual dedica grande atenção à preparação e à formação técnica de seus integrantes. O TAPA realiza ainda grupos de estudos regulares para os atores e atua como formador de público, para o qual realiza palestras, seminários, leituras dramáticas abertas, entre outros eventos.

Ficha Técnica:
Texto: Edward Albee. Tradução: Augusto César. Direção: Eduardo Tolentino de Araujo. Elenco: Clara Carvalho e Brian Penido. Fotos: Ronaldo Gutierrez. Arte Gráfica: Mau Machado. Assessoria de Imprensa: Adriana Balsanelli e Renato Fernandes. Assistentes de Produção: Natália Beukers e Nando Medeiros. Produção Executiva: Ariel Cannal.

Serviço:
"De Todas as Maneiras que Há de Amar"
Sexta-feira, às 21h, sábado e domingo as 19h30. Até 16 de fevereiro. .
Preço: R$ 50 (inteira) e R$ 25 (meia). Compra online: www.sympla.com.brClassificação: 14 anos. Duração: 50 minutos.

Teatro Aliança Francesa - Sala Atelier
Rua General Jardim 182 – Vila Buarque. Capacidade: 50 lugares. Ar-condicionado.

Café Espace Dulce France
Estacionamento conveniado em frente e na Rua Rego Freitas, 285. Informações: (11) 3572-2379. www.teatroaliancafrancesa.com.br
https://www.facebook.com/teatro.af/

Passaporte: pode ser adquirido pelo site da Sympla e na bilheteria do teatro.
*Quem comprar o passaporte, poderá ver as duas peças do Grupo Tapa no Teatro Aliança Francesa, por R$ 90.
*O passaporte têm meia-entrada também: R$ 45.
*Quem comprar o passaporte terá descontos exclusivos nas peças do TAPA no Aliança durante todo o ano de 2020.

.: Tudo sobre o show "As Aventuras de Poliana" que percorrerá várias capitais



Turnê contará com as atrizes e os atores da produção original da televisão e terá músicas inéditas aliadas aos hits mais conhecidos.

Após o sucesso na televisão, a novela "As Aventuras de Poliana" vai para os palcos com uma adaptação dirigida por Zé Henrique de Paula e escrita por Fernanda Maia, que também é responsável pela direção musical. A turnê do espetáculo passará por três capitais nesse primeiro semestre. Em 
Curitiba no domingo, dia 29 de março, no Teatro Positivo. Em São Paulo, sábado, dia 25 de abril, no Ginásio Ibirapuera. No Rio de Janeiro, sábado, dia 9 de maio, na Jeunesse Arena.

O público pode esperar por mais apresentações em outras cidades do país no segundo semestre de 2020. Mais informações serão divulgadas em breve. A realização é da Move Concerts, Del Claro Produções e SBT, e da Massa Fun em Curitiba. O elenco é formado por Sophia Valverde, Igor Jansen, Bia Lanutti, Duda Pimenta, Enzo Krieger, Lucas Burgatti, Valentina Oliveira, Isabella Moreira, Davi Campolongo, Lawrran Couto e Vitor Britto.

O show possui elementos originais da novela e conta com música ao vivo, com uma banda de cinco músicos e um corpo de bailarinos, com números musicais marcantes da TV, além de canções inéditas especialmente compostas para o show, cantados ao vivo pelo elenco original. "As Aventuras de Poliana" é exibida no SBT e tem adaptação de Íris Abravanel, baseada em "Pollyanna", livro escrito por Eleanor H. Porter. A trama conta a história de Poliana (Sophia Valverde), menina de 11 anos que fica órfã e precisa enfrentar a frieza da misteriosa tia Luísa, além de viver muitas aventuras com seus novos amigos.

Ficha Técnica:
Direção Geral: Zé Henrique De Paula. Direção Musical: Fernanda Maia.
Coreografia: Gabriel Malo.
Elenco: Sophia Valverde, Igor Jansen, Bia Lanutti, Duda Pimenta, Enzo Krieger, Lucas Burgatti, Valentina Oliveira, Isabella Moreira, Davi Campolongo, Lawrran Couto e Vitor Britto.

Serviço:
Turnê  "As Aventuras de Poliana"
Classificação: livre.

Curitiba - Domingo, 29 de março de 2020 no Teatro Positivo

Rua Professor Pedro Viriato Parigot de Souza, 5300 - Cidade Industrial de Curitiba. Ingressos a venda no site www.diskingressos.com.brIngressos de R$ 50 a R$ 230 (meia entrada). Portões: 18h. Show: 19h.

São Paulo - Sábado 25 de abril de 2020 no Ginásio Ibirapuera
Rua Manuel da Nóbrega, 1361 - Ibirapuera, São Paulo. Ingressos a venda no site www.livepass.com.brIngressos de R$ 50 a R$ 320. Portões: 16h. Show: 19h.

Rio de Janeiro - Sábado, 9 de maio de 2020 na Jeunesse Arena
Av. Embaixador Abelardo Bueno, 3401 - Barra da Tijuca. Ingressos no site www.livepass.com.brIngressos de R$ 50 a R$ 320. Portões: 16h.
Show: 18h.

.: Nova série de comédia, "Run" estreia no dia 12 de abril na HBO e na HBO GO


Escrita e produzida por Vicky Jones, "Run", a nova comédia da HBO estreia no domingo, dia 12 de abril. Com episódios de meia hora, a série conta a história de uma mulher que tem a vida virada de cabeça para baixo quando recebe uma mensagem de texto de seu antigo namorado da faculdade, convidando-a a largar tudo e encontrá-lo em Nova York para cumprir um pacto que fizeram 17 anos antes.

Protagonizado pela vencedora do Emmy® Merritt Wever ("Godless", "Nurse Jackie") e Domhnall Gleeson ("Guerra nas Estrelas: A Ascensão Skywalker", "Ex Machina"), "Run" é um thriller cômico. Ruby Richardson (Wever) decide deixar sua vida cotidiana ao receber a fatídica mensagem de texto de seu antigo namorado Billy Johnson (Gleeson) e revisitar o passado, apostando no pacto feito 17 anos antes: se um deles enviasse ao outro uma mensagem com apenas a palavra "Run" e o outro respondesse da mesma forma, ambos largariam tudo e se encontrariam na Grand Central Station para viajar juntos pelos Estados Unidos.

As estrelas convidadas fixas da primeira temporada incluem a vencedora do Emmy®, Globo de Ouro e SAG, Phoebe Waller-Bridge ("Fleabag", "Solo: Uma História Star Wars") como Laurel, uma mulher que Ruby e Billy conhecem em sua jornada; Rich Sommer ("Mad Men") como Laurence, marido de Ruby; Tamara Podemski ("Coroner") como a detetive da polícia Babe Cloud, e Archie Panjabi ("I Know This Much Is True" da HBO, "The Good Wife") como Fiona, ex-assistente de Billy.

Produzido por Vicky Jones, Phoebe Waller-Bridge, Jenny Robins, Kate Dennis, Emily Leo e Oliver Roskill da Wigwam Films. RUN é produzido pela eOne, o estúdio por trás da aclamada série "Sharp Objects", da HBO.

As produtoras executivas Vicky Jones e Phoebe Waller-Bridge fundaram a DryWrite Theatre Company. Em 2013, Jones dirigiu a produção teatral de Waller-Bridge, "Fleabag", que mais tarde foi adaptada às séries de televisão vencedoras do Emmy®, BAFTA e Globo de Ouro. Jones também atuou como escritora em "Killing Eve", a série de drama indicada ao Emmy®, criada por Waller-Bridge.

.: "Desafiando a Ciência": como o big data vai mudar o mundo


O "Desafiando a Ciência" desta terça-feira, dia 11, mostra como o uso de nossos dados, agora conhecidos como big data, vai mudar o mundo em um futuro próximo. Liz Bonnin analisa como o big data monitora os motores a jato da fabricante Rolls Royce dezenas de vezes por segundo, onde quer que estejam no mundo. 

E como esse mesmo sistema de análise pode detectar automaticamente lesões cerebrais secundárias em unidades de tratamento intensivo. Com o governo prestes a permitir que empresas privadas acessem nossos dados médicos, Maggie Philbin examina o lado sombrio do big data: a privacidade. Vai ao ar às 19h45, na TV Cultura.

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