domingo, 28 de fevereiro de 2021

.: Cinco filmes gratuitos de cinco países diferentes na Supo Mungam Plus

Cena do filme alemão "Em Trânsito", de Christian Petzold (2018), seleção Oficial do Festival de Berlim e do Festival de Toronto

Você pode se preparar para conhecer países dos mais diferentes cantos do mundo através do cinema e sem sair de casa. Até dia 4 de março, a Supo Mungam Plus, plataforma brasileira de streaming focada em cinema independente e autoral, irá liberar, gratuitamente, cinco filmes de cinco países diferentes para quem não é assinante. 

Durante esses dias estão liberados: "Body", de Malgorzata Szumowska (Polônia, 2015), prêmio de melhor Direção no Festival de Berlim, "Em Trânsito", de Christian Petzold (Alemanha, 2018), seleção Oficial do Festival de Berlim e do Festival de Toronto, "Rua Secreta", de Vivian Qu (China, 2013), seleção Oficial do Festival de Veneza, "O Professor Substituto", de Sébastien Marnier (França, 2018), também fez parte da seleção Oficial do Festival de Veneza, e "O Chão Sob Meus Pés", de Marie Kreutzer (Áustria, 2019), eleito o Melhor Filme Internacional no L.A. Outfest e exibido no Mix Brasil. 

Para acessar aos filmes basta fazer um cadastro simples no endereço: www.supomungamplus.com.br e ir na área de Assinatura e apenas Criar Minha Conta. Só concluir esta pequena etapa e o acesso aos 5 filmes estará disponível. Outra novidade é que a Supo Mungam Plus está no aplicativo Just Watch. Quem tem o app para smartphone, consegue ver os filmes que estrearam e ir direto para a página do filme na plataforma, assim como visualizar o catálogo completo. É possível acessar também pelo navegador através do link: https://www.justwatch.com/br/provedor/supo-mungam-plus

Trailer de "Em Trânsito"

.: “O Meu Sangue Ferve Por Você - Nas Telas” em temporada virtual gratuita


“O Meu Sangue Ferve Por Você - Nas Telas”: grande sucesso nos palcos  ganha temporada virtual gratuita até dia 21 de março. Foto: Junior Mandriola

Grande sucesso há mais de dez anos, com elogios da crítica e do público, a comédia musical "O Meu Sangue Ferve por Você"  faz temporada virtual até dia 21 de março. A peça faz homenagem ao gênero brega, reunindo os clássicos de de Sidney Magal, Reginaldo Rossi, Fábio Junior, Gretchen, Rosana, entre outros ícones da música popular brasileira. Haverá também lives com os atores, oficina sobre projetos culturais e masterclass de humor. 

A comédia musical, assistida presencialmente por mais de 200 mil pessoas, leva à cena a história de um conturbado quadrilátero amoroso a partir de clássicos bregas de Sidney Magal, Reginaldo Rossi, Fábio Junior, Gretchen, Rosana, entre outros ícones da música popular brasileira. Na temporada virtual, haverá também lives com os atores, oficina sobre projetos culturais e masterclass de humor.

Embalado por clássicos do cancioneiro brega, como “Alma Gêmea”, “Sandra Rosa Madalena”, “Garçom”, “Escrito nas Estrelas”, “Você Não Vale Nada, Mas Eu Gosto De Você” e “Evidências”, o espirituoso espetáculo O Meu Sangue Ferve Por Você volta ao cartaz, agora em temporada online, até 21 de março, com sessões gratuitas de sexta a domingo, às 20h.

Sucesso de público e crítica há mais de 10 anos, o musical estava em cartaz em março do ano passado e teve sua temporada interrompida devido à pandemia. Com roteiro de Pedro Henrique Lopes, direção de Diego Morais e direção musical de Tony Lucchesi, a comédia lotou os teatros por onde passou, ao contar a história de um quadrilátero amoroso que vive intensamente as alegrias e as dores do amor. Nas apresentações atuais, será exibida uma gravação do espetáculo feita no teatro, com opção de assistir também com audiodescrição e intérprete de libras. 

A nova temporada contará com lives com os atores, oficina sobre criação de projetos culturais e masterclass de humor. O projeto "O Meu Sangue Ferve Por Você - Nas Telas" tem patrocínio do Governo Federal, Governo do Estado do Rio de Janeiro e Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro, através da Lei Aldir Blanc.

Em cena, os atores Ana Baird, Cristiana Pompeo, Pedro Henrique Lopes e Victor Maia dão vida a quatro personagens: a mocinha virgem, o canalha, a mulher da vida e o bom moço rejeitado, que cantam as alegrias e dores de viver um amor intensamente. Com o espírito das grandes chanchadas, a trama acompanha a inocente Creuza Paula e o cafajeste Elivandro, que vivem uma relação tranquila até a chegada do ex-namorado da moça, Fernando Sidnelson, que vai se meter na vida do casal. A amante de Elivandro, Sandra Rosa Madalena, completa o quarteto que vai passar por momentos românticos, desentendimentos e reconciliações. Uma mistura que faz o público torcer pelo canalha, ter raiva da mocinha e chorar de rir do início ao fim.

O repertório foi atualizado pelo autor Pedro Henrique Lopes e pelo diretor Diego Morais, que incluíram outras canções consagradas de décadas passadas e músicas mais atuais. “A gente tentava brincar só com as músicas do passado, mas as pessoas não se cansam de sofrer por amor e cantar sobre isso, então tivemos que atualizar o roteiro. E tem coisa mais brega e mais atual que dor de cotovelo?”, questiona Pedro.

A temporada contará também com duas “lives” com o elenco nas redes sociais do espetáculo, lembrando casos irreverentes dos dez anos de história com o espetáculo; a Masterclass “A Atriz e o Humor”, com Ana Baird, que terá duração de duas horas (80 vagas); e a Oficina de Criação de Projetos Culturais, com Pedro Henrique Lopes, com duração de seis horas, em 2 dias (40 vagas).

Entre Entretenimento
A Entre é uma empresa de produção cultural e inovação em entretenimento fundada pelo diretor Diego Morais e pelo ator e dramaturgo Pedro Henrique Lopes. O objetivo da dupla é valorizar a cultura do nosso país através da criação e da viabilização de projetos inéditos e de alta qualidade artística que dialoguem com a história e as manifestações culturais do Brasil. Emoção, cultura, educação, história e momentos de extrema diversão estão na pauta dos projetos da empresa, assim como a criação de soluções culturais memoráveis para marcas, companhias e consumidores através de: comprometimento artístico-cultural; inovações em marketing; soluções transmidiáticas e envolvimento social. Saiba mais em www.entreentretenimento.com.br.

O que foi dito sobre o espetáculo
“Um espetáculo moderno, leve e extremamente divertido. As canções (...) são usadas de forma inteligente e muito, muito engraçada. O talento dos atores contribui para o ótimo rendimento da peça.” (Jornal O Globo)

Ficha técnica:
Texto:
Pedro Henrique Lopes
Narrações: Cristiana Pompeo
Direção: Diego Morais
Direção musical: Tony Lucchesi
Elenco: Ana Baird (Sandra Rosa Madalena), Cristiana Pompeo (Creuza Paula), Pedro Henrique Lopes (Elivandro) e Victor Maia (Fernando Sidnelson).
Design de luz: Pedro Henrique Lopes e Lúcio Bragança Junior
Design de som: Leonardo Carneiro e Bernardo Nadal
Cenário: Clivia Cohen
Figurinos: Clivia Cohen, Ana Baird e Cristiana Pompeo
Assessoria de imprensa: Rachel Almeida (Racca Comunicação)
Produção e realização: ENTRE Entretenimento
Patrocínio: Governo Federal, Governo do Estado do Rio de Janeiro e Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro, através da Lei Aldir Blanc.

Serviço:
"O Meu Sangue Ferve por Você - Nas Telas"
Temporada:
até dia 21 de março
Dias e horários: sexta-feira a domingo, às 20h
Ingressos: gratuitos, com retirada pelo Sympla: https://www.sympla.com.br/omeusangueferveporvoce
Duração: 75 minutos
Classificação: Livre
Live: dia 18 de março, às 20h, no Instagram @omeusangueferveporvocee.
Masterclass: “A Atriz e o Humor”, com Ana Baird (80 vagas): dia 28 de março, 15h às 17h. Inscrições pelo link www.omeusangueferveporvoce.com.br
Oficina: Criação de Projetos Culturais, com Pedro Henrique Lopes (40 vagas): dias 23 e 25 de março, às 18h. Inscrições pelo link: www.omeusangueferveporvoce.com.br

.: Sucesso em São Paulo, comédia "A Banheira" volta em temporada gratuita


O espetáculo "A Banheira" que fará temporada online pelo site www.abanheiraoficial.com.br. No elenco os atores André Grecco, Carol Hubner, Glaura Lacerda, Jorge Paulo e Wagner Maciel. A peça foi contemplada na lei Aldir Blanc no edital 36 do Estado de São Paulo para produção de espetáculos online

"A Banheira", uma das comédias de maior sucesso dos palcos paulistanos, em cartaz há mais de seis anos e eleita em 2017 pelo Blog do Arcanjo como a melhor comédia de São Paulo, estreia em versão online. Serão seis apresentações gratuitas para o público pelo site www.abanheiraoficial.com.br. O espetáculo foi contemplado na lei Aldir Blanc no edital 36 do Estado de São Paulo para produção de espetáculos online. 

A peça conta o que pode acontecer quando um respeitável pai de família, por puro fetiche, leva para sua casa uma amante absolutamente inusitada. Um ladrão aparece na hora errada prendendo ambos no banheiro da residência. Para completar a confusão, descobre-se que a amante é nada menos do que uma parente bastante próxima da mulher traída, uma parente sempre escondida do marido pelo seu jeito extrovertido de ser.  

Hilariante e cheia de suspense, a surpreendente e movimentada comédia apresenta uma sequência de cenas em que quando parece que tudo vai se resolver, de repente, tudo se complica ainda mais. "A Banheira" é uma comédia nacional de autor. Trata-se de um espetáculo ágil, dinâmico e surpreendente, que se propõe àquilo que sempre deve nortear a verdadeira comédia: incentivar a reflexão através do riso.    

O espetáculo tem uma dinâmica rápida e surpreendente a cada cena, uma autêntica ode ao humor que ao mesmo tempo em que leva o espectador as gargalhadas, certamente o faz também refletir sobre muitos valores sociais e morais que estão presentes na arte diária de convivência humana. "A Banheira" apresenta imediata sintonia do público com a sua trama, por ser uma comédia de grande apelo popular. 

A linguagem coloquial não apenas favorece o ingresso de todas as classes sociais, mas também derruba qualquer preconceito de que a simplicidade não pode conviver com a qualidade. A narrativa tem um dinamismo e humor situacional capaz de cativar todos os gostos e de colaborar de modo significativo para a inserção do universo teatral em nossa sociedade. 

O texto tem uma construção dramatúrgica dos grandes clássicos do Vaudeville e a encenação destaca esse gênero com uma marcação farsesca, muitas vezes coreografada e melodramática, dando brilho e extrema teatralidade ao espetáculo, fugindo do realismo e reforçando o trabalho dos atores. 

"A Banheira" - Temporada Online

Ficha Técnica:
Texto:
Gugu Keller
Adaptação de direção: André Grecco
Elenco: André Grecco, Wagner Maciel, Carol Hubner, Glaura Lacerda e Jorge Paulo.
Cenário: Mira Andrade
Figurinos: Paula Sabbatini
Som: Fábio del Mazza
Luz: Mirabe Chamberlain
Design gráfico: Marcelo Cardoso
Fotos: Edson Lopes Junior
Assessoria de imprensa: Fabio Camara
Direção de produção: Valéria Keller
Realização: Cão Bravo  

Serviço: 
Local:
 www.abanheiraoficial.com.br.
Datas:
28 de fevereiro, 14 e 28 de março e 11 e 25 de abril, domingo 18h.
Ingressos: gratuitos
Duração: 75 minutos
Classificação: 14 anos 

.: "Helena Blavatsky, a Voz do Silêncio" em apresentações virtuais


Peça teatral "Helena Blavatsky, a Voz do Silêncio" em plataforma digital que volta em cartaz na versão on line em curta temporada.

Depois do sucesso nas plataformas digitais, a peça "Helena Blavatsky, a Voz do Silêncio", visto por quase 3.000 pessoas, no Brasil e ao redor do mundo, volta em cartaz na versão online para curta temporada até dia 30 de março, com sessões aos domingos e às terças-feiras. Conhecida por confrontar as correntes ortodoxas da ciência, da filosofia e da religião, a visionária Blavatsky é vivida pela atriz Beth Zalcman, em monólogo com texto da filósofa Lucia Helena Galvão e encenação de Luiz Antônio Rocha

Helena Petrovna Blavatsky foi uma das figuras mais notáveis do final do século 19. A escritora russa foi antes de tudo uma incansável buscadora de sabedoria antiga e atemporal, revolucionando o pensamento humano e se tornando imprescindível no pensamento moderno. Sua vasta obra influenciou cientistas como Einstein e Thomas Edison; escritores como James Joyce, Yeats, Fernando Pessoa, T. S. Elliot; artistas como Mondrian, Paul Klee, Gauguin; músicos como Mahler, Jean Sibelius, Alexander Criabrin; além de inúmeros pensadores, como Christmas Humphreys, C. W. Leadbeater, Annie Besant, Alice Bailey, Rudolf Steiner e Gandhi.

O monólogo "Helena Blavatsky, a Voz do Silêncio", escrito pela filósofa Lucia Helena Galvão, professora voluntária e palestrante da organização Nova Acrópole, com milhões de visualizações no seu canal no YouTube, aceitou o desafio para escrever seu primeiro texto para teatro, uma profunda reflexão sobre a busca do homem pelo conhecimento filosófico, espiritual e sobre a existência humana. 

A montagem propõe uma dramaturgia inspirada no conceito desenvolvido pelo artista Leonardo Da Vinci em suas obras, conhecido como “sfumato”, descreve a técnica como sem linhas ou fronteiras, fortalecendo a ideia de Helena Blavatsky: “... a linha que vos separa existe apenas em vossas mentes...”. O ponto de partida para a direção de arte, cenário e figurinos foram baseados em algumas pinturas do artista impressionista Édouard Manet que traduz com beleza a solidão deste último instante de vida de Helena.

O monologo com a impressionante interpretação da atriz Beth Zalcman, e com a sensível direção de Luiz Antônio Rocha, arrebatou a critica especializada e formadores de opinião, e teve todas as apresentações esgotadas na primeira temporada, rompendo fronteiras e visto ao redor do mundo.

Devido ao sucesso, "Helena Blavatsky, a Voz do Silêncio", volta em cartaz na versão online, domingos, às 19h30, e às terças, às 20h30, com venda de ingressos pela plataforma Sympla e a transmissão do espetáculo pela plataforma Zoom. Parte da Bilheteria (20%), será destinado para o programa Criança para o Bem, que beneficia crianças e jovens em situação de vulnerabilidade social da periferia do Distrito Federal e é mantido pela Nova Acrópole. 

Sinopse
A luz da vela ilumina o cenário e revela um lugar simples no frio de Londres no final do séc. 19. É um recorte do quarto de Helena Blavatsky, que se encontra sozinha, no seu último dia de vida. Ela revisita suas memórias, seu vasto conhecimento adquirido pelos quatro cantos do mundo, se depara com a força do comprometimento com sua missão de vida e as consequências de suas escolhas. Relembra sua forte ligação com a Índia e seu encontro, em Londres, com Gandhi. "Helena Blavatsky, a Voz do Silêncio", é um mergulho no universo que existe dentro de nós. 

O que foi dito sobre a peça
“Linda a integração Helena Blavatsky/Beth Zalcman no palco. Onde começa o amor de uma, o amor de outra, difícil dizer. Estão amalgamadas. A gente entende e admira a dimensao do trabalho de Blavatsky, na entrega de corpo e alma de Zalcman. Lindo de ver.” - Clarice Niskier, atriz e produtora;

“A emoção me tomou de surpresa em vários momentos, enquanto presenciava a realização da magia teatral, transmutando um belo texto, em forma de monólogo, com uma interpretação arrebatadora...” - Robson leitão - produtor cultural e gestor do Centro Cultural da UFF;

“A certeza do que dizer, e a coragem de dizer!" - Paulo Figueiredo – Ator;

“A Metafísica que permeia o texto nos mostra uma mulher que encarna no planeta terra, numa terceira dimensão, o sagrado e o feminino”. -  Jorge Vercillo – Cantor e compositor

Ficha Técnica
Texto original:
Lucia Helena Galvão
Interpretação: Beth Zalcman
Encenação: Luiz Antônio Rocha
Cenário e figurinos: Eduardo Albini
Iluminação: Ricardo Fuji
Assistente de direção: Ilona Wirth
Visagismo: Mona Magalhães
Fotos: Daniel Castro
Consultoria de movimento (gestos): Toninho Lobo
Operador técnico: Toninho Lobo
Parceria: Nova Acrópole
Realização: Beth Zalcman e Luiz Antônio Rocha 

Serviço:
"Helena Blavatsky, a Voz do Silêncio" – Apresentações virtuais
Monólogo teatral inspirado na trajetória e na obra da escritora russa Helena Blavatsky
Temporada: até 30 de março de 2021. Aos domingos, às 19h30, e às terças-feiras, às 20h30.
Ingressos: a partir de R$ 30
Onde comprar e assistir: www.sympla.com.br
Classificação etária: 14 anos.

.: "Conto de Quem Sonha" debate temas importantes para crianças e adultos


Espetáculo tem temporada gratuita de forma online, até dia 28 de março, com sessões aos sábados e domingos com acessibilidade.

"Conto de Quem Sonha", espetáculo que estreia temporada gratuita, de forma online, até dia 28 de março, com sessões aos sábados e domingos, com acessibilidade (libras e áudio-descrição). A peça debate temas importantes para crianças e adultos através de três realidades diferentes.

O espetáculo também trará elementos lúdicos como animação 2D (desenhos), stop motion, manipulação de bonecos com contação de história, além de alguns momentos com músicas. Eles têm como inspiração produções que fazem sucesso entre crianças e adultos como "Castelo Rá-Tim-Bum", "Irmão do Jorel" e animações do estúdio Pixar.

“Infância é tudo igual?”. Com essa pergunta o projeto online "Conto de Quem Sonha" faz temporada até dia 28 de março com sessões gratuitas aos sábados e domingos às 17h no YouTube. O projeto é apoiado pelo Governo Federal, Governo do Estado do Rio de Janeiro, Secretaria do Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro, através da Lei Aldir Blanc. A ideia da peça, idealizada por Clara Equi e Alain Catein, nasceu quando a dupla viajava pelo Brasil com outro espetáculo infantil: "Curupira", da Cia Boto Vermelho.

"Eu e Clara estávamos em viagem pelo Brasil com essa produção e nessas viagens tivemos contato com várias crianças do país inteiro e entramos em um debate sobre a 'geografia da infância'. Daí, nasceu a ideia de falar um pouco sobre as infâncias que são invisibilizadas, que não ganham espaço. Reunimos elenco, ensaiamos e pesquisamos juntos até chegar no formato da peça: online, contando história de crianças bem diferentes, mas que sonham e que ainda são só crianças", explica Alain.

Sinopse
Infância é tudo igual? "Conto de Quem Sonha" vem contar três realidades diferentes: como brinca uma criança num lixão? Como é a rotina de uma menina cega? Como uma criança que trabalha faz para se divertir? Através de efeitos, animações e brincadeiras em casa, contamos essas histórias sobre as infâncias que mesmo diferentes ainda sonham.

Apesar de ter como público inicial as crianças, a temática de ‘Conto de Quem Sonha’ pode ser entendida, absorvida e debatida por pessoas de diferentes faixas etárias. “É uma produção para crianças de todas as idades, para jovens, adultos e idosos, para pessoas que sonham e que tem saudade e amor pela infância. Além disso, de maneira lúdica, debatemos sobre a desigualdade social, sobre a má distribuição de renda e de falta de oportunidades no nosso país. Temos muitas crianças que não são tratadas como. Nossa peça vem para tentar mostrar que elas ainda são crianças, mesmo que a sociedade não as veja assim”, ressalta Catein sobre os temas debatidos.

A produção ainda trará em suas apresentações acessibilidade (libras e áudio-descrição). "Acreditamos que além de obrigatoriedade, acessibilidade é questão de democratização do acesso, inclusão social e justiça. Então, temos que ser o máximo acessíveis em todas as nossas comunicações", diz Catein. Além do elenco, formado pelos atores Antônia Medeiros, Clara Equi, Gabi Levask e Mateus Penna Firme, o espetáculo trará elementos lúdicos que prometem levar ao universo que quer retratar. 

O espetáculo não é um musical, mas trará alguns momentos com músicas. "Quando pensamos em brincadeiras de infância, vemos que a musicalidade está sempre entrelaçada com esses momentos. No 'Conto de Quem Sonha', a música aparece dessa forma, como uma representante da brincadeira no cotidiano das crianças. As personagens cantam em cena como se essas músicas fossem compostas por elas no dia a dia - algo para trazer cor e alegria para o que se vive sempre", finaliza Clara que assina a dramaturgia da história. Os ingressos podem ser adquiridos, de forma gratuita, pelo Sympla no https://www.sympla.com.br/conto-de-quem-sonha-uma-experiencia-virtual__1130148. Outras informações pelo www.instagram.com/contodequemsonha.

"Conto de Quem Sonha"

Ficha técnica:
Idealização:
Clara Equi e Alain Catein
Dramaturgia: Clara Equi
Direção: Alain Catein
Elenco: Antônia Medeiros, Clara Equi, Gabi Levask e Mateus Penna Firme
Trilha sonora: André Breda
Animações e arte gráfica: Gui Bosco
Programador Visual: Igor Leão
Edição: Mário Descailleaux
Contador: ABS Service
Intérprete de Libras: Rangel Produções
Áudiodescrição: All Dubbing
Mídias sociais: Tayná Pacheco
Produção: Alain Catein, Clara Equi e Gabi Levask
Assessoria de imprensa: MercadoCom/Ribamar Filho

Serviço:
Temporada de 27 de fevereiro a 28 de março
Dias e horários: sábados e domingos às 17h
Ingressos pelo https://www.sympla.com.br/conto-de-quem-sonha-uma-experiencia-virtual__1130148.
Preço:
grátis
Duração: 50 minutos
Classificação: livre

.: "Estupendo Circo di SóLadies" abre temporada presencial do Teatro Alfa


O espetáculo de palhaçaria "Estupendo, Circo dI SóLadies" abre a temporada Alfa Criança 2021 com sessões presenciais até dia 4 de abril no Teatro Alfa. Foto: Danilo Ferrara

Depois de tempos trabalhando em diversos teatros e circos, cansadas dos mandos e desmandos dos patrões, três palhaças decidem criar seu próprio circo e rodar pelo mundo. Este é o mote de "Estupendo Circo di SóLadies", espetáculo circense para crianças e adultos que abre a Temporada Alfa Criança do Teatro Alfa, com sessões aos sábados e domingos, às 16h, até o dia 4 de abril. Direção e encenação são assinad as pelas três atrizes do grupo. “Como se trata de uma peça muito viva e atual, repensamos seu conteúdo, inclusive as músicas e as histórias infantis, diariamente para atualizar os temas”, diz Tatá.

Por meio da arte da palhaçaria e com a adaptação de cenas clássicas do circo tradicional, com músicas, poesia e contos de fadas, as atrizes palhaças convidam a refletir, de forma lúdica e encantadora, sobre temas como diversidade e equidade de gênero. Em tom leve e divertido o "Estupendo Circo di SóLadies" dialoga e envolve os públicos de todas as idades. Com interação com a plateia, as palhaças levam o pensamento feminista promovendo uma trajetória cômica, divertindo crianças, jovens e adultos. Utilizando camadas simbólicas e através da comicidade, o grupo surpreende por tratar de tema s que geralmente são considerados complexos, com delicadeza e poesia. “Por meio do riso, buscamos inspirar reflexões sobre o lugar da mulher em nossa sociedade, no circo, nas artes”, comenta Tatá Oliveira. 

No ano passado, por conta da pandemia, Estupendo foi adaptado para o ambiente digital, inclusive no conteúdo, pois as palhaças costumavam interagir com o público, chegando perto, abraçando as pessoas. “É um espetáculo versátil, que podemos apresentar em teatros, praças e agora em ambiente digital”, conta Tatá, completando que encenam a peça até com o apoio do carro da companhia. “Montamos a cortina no carro, que fica sendo nossa coxia. Ele se transforma de acordo com o espaço”, fala Verônica Mello.

Um Circo feminista
Idealizado por Lilyan Teles e Tatá Oliveira, o Circo di SóLadies nasceu em 2013 a partir das inquietações em relação à desigualdade de gênero e à percepção de que havia ainda um pequeno espaço dado à mulher tratando-se de comicidade e linguagem do palhaço. Em 2016, entraram as artistas Kelly Lima, Vanessa Rosa e Verônica Mello, ampliando o repertório do grupo.

Hoje fazem parte do grupo Kelly Lima, Tatá Oliveira e Veronica Mello - palhaças, atrizes, musicistas, pesquisadoras e realizadoras. O Circo di SóLadies é um circo em que artistas desenvolvem o repertório através do improviso e do jogo cênico com elementos fundamentais para a conexão e interação com o público, a conquista do estado da graça, do riso e da reflexão sobre o papel da mulher na sociedade.

Com uma dupla em cena, o espetáculo estreou em setembro de 2017 em equipamentos públicos da Prefeitura de São Paulo. Depois, já em formato de trio e com música ao vivo, apresentaram-se no Circuito Sesc de Artes pelo Interior de São Paulo, Itaú Cultural e unidades do Sesc pelo Brasil, além de festivais de circo e festivais feministas.

Ficha Técnica e Serviço
Criação e Dramaturgia:
Circo di SóLadies. Palhaça Augustina: Tatá Oliveira. Palhaça Greice: Kelly Lima. Palhaça Úrsula: Verônica Mello. Sonorização e música ao vivo: Tatá Oliveira. Composição de paródias: Lilyan Teles e Circo di SóLadies. Composição de músicas autorais: Lilyan Teles. Produção: Circo di SóLadies. Duração: 55 minutos. Classificação: livre. Acessibilidade: motora e visual. Em cartaz de 27 de fevereiro a 4 de abril. Sábados e domingos, às 16h. Duração: 55 minutos. Classificação: livre. Fotos: Danilo Ferrara. Ingressos entre R$ 20 (meia) e R$ 40. Até 4 de abril.

Ponto de venda sem taxa de conveniência

Bilheteria Teatro Alfa - Por recomendação dos orgãos de vigilância sanitária não haverá atendimento presencial. Por telefone -  (11) 5693-4000 de segunda a sexta-feira das 11h às 16h pagamento com cartão de crédito.

Teatro Alfa – Rua Bento Branco de Andrade Filho, 722. Tel. (11) 5693-4000. Site: www.teatroalfa.com.br. Ingresso rápido ou pelos telefones: (11) 5693-4000 | 0300-7893377. Acessibilidade - motora e visual. Estacionamento: Sala A - Vallet R$ 45 e Self Park R$ 31. Sala B - Vallet R$ 30 e Self Park R$ 20.

Estacionamento
Valet com Manobrista R$ 35. Self – Park R$ 25. Sugerimos o Self-park como uma opção mais rápida para a retirada do seu veículo

Orientações gerais ao público
Estamos respeitando todas as normas e protocolos de higiene, saúde e distanciamento propostos pela Prefeitura de São Paulo.

  • Abriremos com 40% da capacidade e seguiremos todas os protocolos de segurança e higienização;
  • Chegue com antecedência a fim de evitar aglomerações na entrada;
  • Respeite a sinalização;
  • O uso de máscara será obrigatório nas dependências do teatro;
  • Todos terão sua temperatura aferida na entrada do teatro. Não será permitida a entrada caso a temperatura esteja superior a 37,5°C;
  • Mantenha o distanciamento de 1,5m sempre que possível e evite aglomerações;
  • Higieniza constantemente suas mãos. Dispensers de álcool gel 70% estarão disponíveis em todo teatro;
  • Respeite a numeração dos assentos e o distanciamento seguro entre o público;
  • Ao término do espetáculo, a locução irá informar a ordem de saída do público, que deverá iniciar pelas fileiras mais próximas as portas de saída, terminando nas mais distantes, evitando assim o cruzamento entre pessoas;
  • Sugerimos a compra dos ingressos pela internet pelo site sympla.com.br

Sobre o Teatro Alfa - Prêmios APCA 2016 e Governador do Estado 2018
O Teatro Alfa tem 22 anos de operação em abril de 2019. Nesse período, fez mais de 7.400 apresentações para um público superior a 3,2 milhões de espectadores, conquistando espaço relevante na cena cultural da cidade de São Paulo. Administrado pelo Instituto Alfa de Cultura, o Teatro Alfa é um teatro privado que mantém temporadas regulares nas áreas de dança e teatro infantil, apresentando também espetáculos musicais de grande porte, música erudita e popular e teatro adulto.

O espaço foi idealizado para múltiplo uso e equipado com excelente mecânica cênica, iluminação e sonorização. A sua manutenção exemplar o mantém em perfeito estado de conservação e investimentos são feitos para constante atualização técnica. Com duas salas, a Sala Principal (1.110 lugares) e a Sala B (200 lugares), é um espaço versátile acomoda todo tipo de espetáculo, como dança, óperas, orquestras, música popular, teatro e musicais, além de dispor de ótima infraestrutura para realização de eventos corporativos e sociais.

O teatro mantém o Projeto Social Descobrindo o Teatro, com o objetivo de formar público e apresentar os diferentes tipos de profissões que o teatro oferece. Este projeto já atendeu mais de 7.400 jovens de baixa renda. O Projeto Escola já ofereceu mais de 150.000 ingressos gratuitos para crianças, jovens e professores da rede pública e ONGs para os mais d iferentes tipos de espetáculos.Segundo a avaliação de artistas produtores, companhias e do público, o Teatro Alfa supera as expectativas por ser conduzido por uma equipe altamente qualificada, apta a receber produções sofisticadas e de grande exigência técnica. Recebeu o Prêmio APCA 2016 de Melhor Equipe Técnica e o Prêmio Governador do Estado de 2018, como na categoria Instituição cultural.

O Teatro Alfa integra o Conglomerado Alfa, grupo formado por empresas atuantes em diversos segmentos corporativos – financeiro, agronegócios, alimentos, materiais de construção, indústria de couro, comunicação e cultura e hoteleiro. Entre financeiras e não financeiras, o grupo reúne 16 empresas, entre elas: Alfa Seguradora, Banco Alfa, C&C, La Basque, Água Prata, Hotel Transamérica São Paulo, Transamérica Hospitality Group, Metro Táxi Aéreo e TV Transamérica.


.: "Bonita Lampião" em cartaz no Teatro Sérgio Cardoso


A poética do espetáculo está centrada na dramaturgia do corpo, na construção imagética da cena e no trabalho psicofísico dos intérpretes Aysha Nascimento (Bonita) e Francisco Gaspar (Lampião). Foto: Joca Duarte


Atualização em 7 de março: Devido ao aumento expressivo de casos de coronavírus na cidade de São Paulo, o Teatro Sérgio Cardoso, juntamente com a produção da peça "Bonita Lampião", optaram por alterar a temporada prevista para iniciar dia 26 de fevereiro para uma temporada virtual com estreia marcada para o dia 19 de março, de quinta a domingo, às 20h, pela Sympla Streaming. A reformulação do espetáculo está sendo realizada para garantir uma melhor experiência online e segurança ao público.


O espetáculo "Bonita Lampião" segue em cartaz no Teatro Sérgio Cardoso. Escrita por Renata Melo, a peça tem direção de Lena Roque. No elenco, Aysha Nascimento (Bonita) e Francisco Gaspar (Lampião). Discussões sobre violência e desumanização são centrais no espetáculo Bonita Lampião, que une teatro, dança e vídeo.

O espetáculo presencial acontece no Teatro Sérgio Cardoso em conformidade com todas normas de segurança no enfrentamento da covid-19, incluindo indicações de distanciamento social, totem de álcool em gel e tapete sanitizante dispostos na entrada do teatro. Inicialmente prevista para estrear no ano passado, em comemoração aos 40 anos do Teatro Sérgio Cardoso, a peça foi adiada para 2021 devido à pandemia. A temporada marca um retorno aos palcos deste espaço, já que foi nele que a primeira versão de Bonita Lampião cumpriu temporada, em 1994.

O texto quebra a estrutura espaço-tempo ao apresentar uma narrativa fragmentada e linguagem não linear. A escrita cênica do espetáculo, também a cargo de Lena Roque, verticaliza ainda mais esses conceitos. O projeto foi contemplado pela 10º Edição do Prêmio Zé Renato da Secretaria Municipal de Cultura da cidade de São Paulo. 

A poética do espetáculo está centrada na dramaturgia do corpo, na construção imagética da cena e no trabalho psicofísico dos intérpretes Aysha Nascimento (Bonita) e Francisco Gaspar (Lampião). Como recursos de linguagem, são usadas coreografias, partituras físicas, partituras vocais e repetição de movimentos. A intenção é alterar o enunciado original, subvertendo a lógica textual para contar a história.

Na peça, Maria e Lampião são figuras alegóricas, isto é, representam pensamentos, ideias, qualidades que estão além deles, sendo possível deslocar essas qualidades para outras pessoas, lugares e situações. Maria de Déa (que passou para a história como Maria Bonita), é uma mulher arquetípica que mostra as muitas “Bonitas Contemporâneas” - negras, indígenas, periféricas, quilombolas, sem teto, trabalhadoras rurais, trabalhadoras urbanas - mulheres exploradas pelo sistema, que lutam contra todas as mazelas do cotidiano brasileiro. A peça também saúda as mais velhas e a ancestralidade negra feminina, que em cena conduz Bonita.

Já Lampião é o homem que contribui com este estado de coisas, que é levado a isso, que se humaniza e se desumaniza na dor de existir e sobreviver. Isso faz com que a discussão centro do espetáculo seja a violência, o território dos corpos violados diariamente, sistematicamente de forma institucionalizada, exterminando corpos negros, alienando a mente das pessoas, devastando a natureza, instaurando o extremismo político e social.

“Nunca estivemos em paz, o mito da democracia racial e a invenção do homem cordial, vendem a imagem de país tropical abençoado por Deus, mas nossa luta diária mostra que isso é mais uma das fachadas do capitalismo predatório”, diz Lena Roque. 

O cenário de Paula de Paoli, figurinos de Cleydson Catarina, vídeo de Luan Cardoso música de Dani Nega, a iluminação de Lúcia Chedieck, as coreografias de Djalma Moura e a direção corporal e vocal de Jorge Balbyns dialogam com as premissas expostas acima e interagem com estéticas afros, sonoridade remixada, passeiam pelo expressionismo, com o cuidado de não abandonar as referências clássicas e históricas do que foi o movimento do cangaço brasileiro.

Sinopse
Espetáculo que funde teatro, dança, vídeo, apresenta momentos da trajetória de luta e resistência do casal de cangaceiros Maria Bonita e Lampião, mostrando o universo violento do “banditismo social” chamado Cangaço, em paralelo às perversas violências cotidianas a que é submetida a população brasileira hoje.

Sobre o Teatro Sérgio Cardoso
Localizado no boêmio bairro paulistano do Bixiga, o Teatro Sérgio Cardoso foi inaugurado em 13 de outubro de 1980, com uma homenagem ao ator. Na ocasião, foi encenado um espetáculo com roteiro dele próprio, intitulado “Sérgio Cardoso em Prosa e Verso”. No elenco, a ex-esposa Nydia Licia, Umberto Magnani, Emílio di Biasi e Rubens de Falco, sob a direção de Gianni Rato. 

A peça “Rasga Coração”, de Oduvaldo Viana Filho, protagonizada pelo ator Raul Cortez e dirigida por José Renato, cumpriu a primeira temporada do teatro. Em 2020, o TSC cumpriu 40 anos de atividades, tendo recebido temporadas importantes de todas as linguagens artísticas e em novos formatos de transmissão, se consolidando como um dos espaços cênicos mais representativos da cidade de SP.

Sobre a Amigos da Arte
A Amigos da Arte, Organização Social de Cultura responsável pela gestão do Teatro Sérgio Cardoso, trabalha em parceria com o Governo do Estado de São Paulo e iniciativa privada desde 2004. Música, literatura, dança, teatro, circo e atividades de artes integradas fazem parte da atuação da Amigos da Arte, que tem como objetivo difundir a produção cultural por meio de festivais, programas continuados e da gestão de equipamentos culturais públicos como o Museu da Diversidade Sexual o Teatro Estadual de Araras.

Ficha técnica
Texto:
Renata Melo
Escritura cênica e direção geral: Lena Roque
Intérpretes: Aysha Nascimento e Francisco Gaspar
Coreografia e preparação corporal: Djalma Moura
Direção de corpo e voz: Jorge Balbyns
Direção Musical: Dani Nega
Desenho de Luz: Lúcia Chedieck
Direção de Fotografia, pesquisa de imagens e edição: Luan Cardoso
Fotos / Arte: Joca Duarte
Designer Gráfico: Luiz Basile
Cenotécnico: Wagner José De Almeida
Pintura Arte: Alessandra SiqueiraAssistente de Iluminação E Operador De Luz – Juarez Adriano
Assistente Fotos: Ilson Pimentel
Produtor Executivo: Josivaldo Lima
Idealizador do Projeto: Francisco Gaspar
Operadora som: Manuela Cruz
Locução Off: Cleydson Catarina
Cenário e figurinos cena: Paula de Paoli
Adereços e figurinos / Foto: Cleydson Catarina

Serviço
"Bonita Lampião"
Até dia 29 de março de 2021
Sessões às sextas, sábados, domingos e segundas, às 19h
Ingressos: R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia)
Duração: 50 minutos
Classificação: 12 anos
Capacidade Sala Paschoal Carlos Magno:
58 lugares (40% da capacidade total da plateia, conforme estabelecido pelo protocolo do Governo do Estado e da Prefeitura da capital) 

Teatro Sérgio Cardoso - Sala Paschoal Carlos Magno
Rua Rui Barbosa, 153 – Bela Vista. São Paulo – SP | 01326-010
Bilheteria: (011) 3288-0136

Moradores do Bixiga e Bela Vista
50% de desconto nos ingressos*
No Teatro Sérgio Cardoso os moradores do Bixiga e da Bela Vista podem adquirir ingressos pela metade do preço. Vá até a bilheteria do teatro com um comprovante de residência e verifique as condições e disponibilidade de ingressos promocionais. Até dois ingressos por CPF.

sábado, 27 de fevereiro de 2021

.: “Live In London”, de Amy Winehouse, nas plataformas

A performance de 2007 de Amy Winehouse, no lendário Shepherd’s Bush Empire, em Londres, está disponível em todas as plataformas digitais. Intitulada “I Told You I Was Trouble: Live In London”, a coleção foi disponibilizada em quatro partes e hoje é apresentada de maneira completa. Estão agora disponíveis as músicas do empolgante set de Winehouse - capturadas no auge de sua carreira. 

O show inclui interpretações de faixas dos discos “Back to Black” e de seu álbum de estreia, “Frank”. O set conta com uma versão alegre do hit de Winehouse “Back to Black”, no qual as habilidades vocais da artista brilham ao máximo.

Ouça e baixe aqui: umusicbrazil.lnk.to/IToldYouIWasTroublePR

.: "A Dama da Noite" faz temporada no Alvenaria Espaço Cultural


Depois de temporada de sucesso do espetáculo "A Linha", de Cris Cruz, o Alvenaria Espaço Cultural recebe, a partir de 8 de fevereiro, o espetáculo "A Dama da Noite", de Caio Fernando Abreu, com direção de Kiko Rieser e atuação de André Grecco. As apresentações acontecerão ao vivo no espaço, com transmissão pela internet. 

Na peça, a personagem-título, beirando à meia-idade, trava uma conversa casual com um jovem garoto em um bar. Durante todo o tempo, ela conduz o diálogo a partir de sua perspectiva de mundo, suas experiências, anseios e frustrações. "A Dama da Noite" fala da morte, da espera de um grande e verdadeiro amor e, principalmente, de como ela se vê à margem do mundo que a rodeia.

O conto, de 1984, foi interpretado em 1997 por Gilberto Gawronski em uma montagem histórica. Nesta versão, são destacados o estranhamento de gênero da personagem, que surge como alguém reconhecível como homem, mas que fala sobre si no feminino, brincando com a pluralidade de gêneros e fazendo do discurso da personagem e do texto algo muito contemporâneo.

A discussão sobre a proposição de um gênero fluido faz emergir o aspecto plural da fala da Dama, que parte de um discurso que não é só de uma personagem, mas de todos os frequentadores da noite, com suas eternas buscas por algo – utópico ou tangível – que nem sempre pode ser encontrado pelos bares e baladas de uma grande metrópole.

Sobre o Alvenaria Espaço Cultural
Idealizado por Bia Toledo e Tati Bueno, o espaço é gerido por mulheres e aberto para todes. O Alvenaria é um espaço cultural colaborativo independente e multiplataforma que existe desde 2018 e oferece uma programação variada de cursos online e presenciais, shows independentes, peças de teatro e exposições de arte. Também é sede da “Nossa Companhia de Teatro” e tem espaços para ensaios de teatro, música, dança, cursos, produções de foto e cinema, loja colaborativa e um café/bar.

A curadoria visa abrir espaço para artistas de diversas áreas mostrarem seu trabalho, repensando os modelos de sustentabilidade da cultura. Entre as suas atividades se destacam alguns projetos: Curtaria, mostra permanente de curtas-metragens, privilegiando a cena independente; Sexta Autoral, shows de músicos independentes; Dramaturgia na mesa, projeto de leituras dramáticas de autores da cena contemporânea. Com pouco mais de dois anos, já realizou cerca de 200 eventos entre shows, cursos, peças de teatro, aniversário e casamentos. Circulam pela casa cerca de 400 pessoas por semana.

Ficha técnica:
"A Dama da Noite"
Texto: Caio Fernando Abreu
Direção: Kiko Rieser
Assistente de direção: Rafael Gratieri
Elenco: André Grecco
Piano ao vivo: Rogério Rochelitz
Consultoria teórica: João Nemi
Produção executiva: Rafael Petri
Direção de produção: André Grecco
Iluminação e figurino: Kleber Montanheiro
Trilha Sonora: Vanessa Bumagny
Fotos e arte gráfica: Rafael Petri
Realização: Cão Bravo Produções Ltda.

Duração: 45 minutos
Classificação: 14 anos
Quando: segundas-feiras, até 1 de março, às 20h
Onde: www.sympla.com.br/alvenaria
Ingressos: R$ 20 - revertidos totalmente para os artistas

.: Diário de uma boneca de plástico: 27 de fevereiro de 2021

Querido diário,

Estava faxinando o meu computador e pá! Encontrei essa foto... Ah! Foi um passeio no Emissário Submarino, em Santos. Comecei a recordar das viagens que fiz e voltei ao assunto da vacina. 

Agora, com o líder do Brasil sendo um total acéfalo e achando lindo, tudo o que me preocupa é... "Quando serei vacinada? Isso deve acontecer em 2021?"

Afinal, nem os pais da minha dona tomaram a primeira dose...

Aliás, até o momento, apenas a vovó dela tomou a primeira dose da Coronavac... Mas ela tem 88 primaveras... 

Meu Deus! O que será de mim? E de Auden Pink?!

Beijinhos pink cintilantes e até amanhã,

Donatella Fisherburg



.: Peça imersiva “As Palavras da Nossa Casa” é apresentada ao vivo pelo Zoom


Adriana Câmara em cena de “As Palavras da Nossa Casa”. Crédito: Hernani Rocha 


Sucesso de público na Casa das Rosas, o espetáculo imersivo “As Palavras da Nossa Casa”, do Núcleo Teatro de Imersão, teve sua temporada interrompida por conta da pandemia de Covid-19. Por isso, o grupo decidiu reambientar o texto e explorar os recursos oferecidos pela internet para criar uma versão online da peça. A nova temporada pode ser conferida entre os dias 22 e 27 de março, com sessões de segunda a sexta, às 14h30 e às 19h30, e, no sábado, 16h e às 20h.


A dramaturgia do espetáculo foi escrita por Adriana Câmara, que também assina a direção, e Glau Gurgel a partir de vários filmes do cineasta sueco Ingmar Bergman (1918-2007). “A principal referência é ‘Sonata de Outono’ (1978), mas também fazemos referências a ‘Através de um Espelho’ (1961), ‘Gritos e Sussurros’ (1972), ‘Morangos Silvestres’ (1957) e ‘Face a Face’ (1976)”, revela a diretora.


Na trama, o espectador acompanha uma reunião virtual entre a famosa cantora Charlote (interpretada pela atriz Gizelle Menon), sua filha única Eva (Adriana Câmara) e seu genro Victor (Glau Gurgel). As duas não se veem há muito tempo e guardam profundas mágoas do passado, como o fato de Eva ter se sentido, a vida inteira, negligenciada por Charlote, precisando, inclusive, lidar com a perda de seu único filho sem o apoio da mãe, que se dedicava à administração das demandas de sua carreira internacional.


Charlote vive na agitada metrópole São Paulo (SP), enquanto Eva optou por uma vida mais tranquila e foi morar com o marido, o pastor presbítero Victor, em Garanhuns (PE). Como Victor teve contato com alguém que contraiu Covid-19 na sua igreja, ele e Eva dividem telas diferentes – enquanto ela circula pelo apartamento, ele acessa a conferência do escritório, onde passa a quarentena.


Para resgatar os sentimentos nobres que ainda existem entre elas, mãe e filha precisam encarar todas as suas feridas, e, nesse processo, acabam proferindo palavras muito duras. A montagem sensível provoca a identificação imediata do espectador, ao tratar de temas como o amor, as cobranças e expectativas na criação dos filhos, as diferenças de geração, a falta de comunicação em relacionamentos, a esperança e os recomeços após dores profundas e os temores trazidos pela pandemia, numa abordagem que parte de situações e conflitos parecidos com os que todos já vivenciaram ou testemunharam.


O caráter imersivo da montagem ganha novos contornos via Zoom. Enquanto, na Casa das Rosas, os espectadores entravam no casarão de Eva e Victor, na década de 1960, e percorriam seus diversos cômodos, cercados por personagens com figurinos da época, agora, na versão virtual do espetáculo, o público entra na videoconferência da família, nos tempos atuais, durante a pandemia, acompanhando bem de perto esse encontro virtual e tendo a oportunidade de conhecer diversos ambientes das casas de Eva, Victor e Charlote. 


“Na versão presencial, o público entrava fisicamente no espaço físico dos personagens, agora o público entra virtualmente no espaço virtual dos personagens e assiste à apresentação como se estivesse testemunhando uma conversa de uma família verdadeira, e não uma encenação, numa espécie de ‘linha cruzada audiovisual’. Nosso objetivo é que a experiência seja tão imersiva, que o público esqueça que se trata de um espetáculo”, conta Adriana Câmara.


Depois da sessão, o elenco continua no Zoom para uma conversa com os espectadores.


Essa temporada foi contemplada pelo edital do Programa de Ação Cultural (ProAC Expresso) e conta com recursos da Lei Aldir Blanc e realização da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Governo do Estado de São Paulo e da Secretaria Especial de Cultura, do Ministério do Turismo, do Governo Federal.


“As Palavras da Nossa Casa” é o segundo espetáculo do Núcleo Teatro de Imersão. A primeira peça do grupo, “Tio Ivan”, ganhou o Aplauso Brasil 2018 na categoria Melhor Espetáculo de Grupo por voto popular. 



Sobre o Núcleo Teatro de Imersão: O Núcleo Teatro de Imersão é um grupo teatral de São Paulo, SP, que pesquisa e monta espetáculos de teatro imersivo, propondo novas relações entre ator e espectador, ao inserir o público no espaço da representação, em meio à cena representada. O objetivo do grupo é fazer com que o espectador se envolva com os personagens e emocione-se com a história como se estivesse testemunhando eventos reais, e não uma encenação. No período de distanciamento social, o grupo tem realizado também experiências de teatro virtual, criando espetáculos online que levam o espectador para dentro do mesmo ambiente virtual dos personagens.


O Núcleo Teatro de Imersão iniciou suas pesquisas em 2014 e, no ano de 2017, estreou seu primeiro espetáculo imersivo e itinerante, “Tio Ivan”, adaptação para a peça teatral “O Tio Vania”, de Anton Tchekhov, em cartaz por três temporadas na Oficina Cultural Oswald de Andrade e na Casa das Rosas, em São Paulo, em 2017, 2018 e 2019. A montagem foi premiada como Melhor Espetáculo de Grupo de 2018 do Prêmio Aplauso Brasil (júri popular).


Em 2020, o Núcleo Teatro de Imersão estreou “As Palavras da Nossa Casa”, encenação imersiva e itinerante inspirada em obras de Ingmar Bergman, em cartaz na Casa das Rosas, em São Paulo, de janeiro a março. O espetáculo obteve lotação máxima em todas as sessões de sua temporada e, com a chegada da pandemia de Covid-19, ganhou temporada online ao vivo, pelo Zoom, além de apresentação pela Conexão Casas de Cultura, nas redes sociais da Casa de Cultura de Santo Amaro, e pela Virada Cultural da Cidade de São Paulo. 


Em 2021, o Núcleo Teatro de Imersão está se preparando para lançar o espetáculo virtual Ausências, montagem interativa e imersiva, que acontece ao vivo, online, pelo Zoom, com participação ativa dos espectadores. 


SINOPSE:
Durante a pandemia, uma cantora famosa reencontra sua filha e seu genro através de um aplicativo de videoconferência. No encontro, revelam-se as mágoas, o amor e as perdas que unem e separam a família. O público testemunha a videoconferência das personagens como se estivesse flagrando a conversa de uma família verdadeira. Espetáculo imersivo virtual inspirado livremente em obras de Ingmar Bergman.


FICHA TÉCNICA

Realização: Núcleo Teatro de Imersão

Direção: Adriana Câmara

Texto: Adriana Câmara e Glau Gurgel, inspirado livremente em obras de Ingmar Bergman

Elenco: Adriana Câmara (Eva), Gizelle Menon (Charlote), Glau Gurgel (Victor)

Anfitriã da sessão: Dayane Isabela

Produção executiva: Adriana Câmara

Cenografia e figurino: Adriana Câmara

Produção de arte: Adriana Câmara, Gizelle Menon e Glau Gurgel 

Programação visual: Hernani Rocha

Fotografias: Hernani Rocha

Produção: Menina dos Olhos do Brasil

Assessoria de imprensa: Agência Fática (Bruno Motta e Verônica Domingues)


SERVIÇO

As Palavras da Nossa Casa, do Núcleo Teatro de Imersão

Temporada: 22 a 27 de março de 2021

De segunda a sexta, às 14h30 e às 19h30, e, no sábado, às 16h e às 20h

Ingressos: Grátis

Reservas online: www.sympla.com.br/nucleoteatrodeimersao

Classificação: 14 anos

Duração: 90 minutos

Gênero: Drama Imersivo

Site do grupo: https://www.nucleoteatrodeimersao.com.br/

Site do espetáculo: https://www.nucleoteatrodeimersao.com.br/as-palavras-da-nossa-casa

Facebook: https://www.facebook.com/nucleoteatrodeimersao

Instagram: @nucleoteatrodeimersao

.: Duda Ramalho integra o elenco do coral "Voz e Arte"

Após processo de audição, Duda Ramalho passa a integrar o coral ‘Voz e Arte’, do maestro Rodrigo Hyppolito e Andreia Vitfer.

Duda Ramalho já participou de diversos trabalhos no cinema e no teatro, entre os seus principais trabalhos estão o filme 'Tempo', de Flávio Guedes, 'Marighella', de Wagner Moura, e recentemente, Duda interpretou a personagem Sophie, na montagem brasileira do musical da Broadway 'A Escola do Rock'. Duda também integrou o elenco do musical ‘Heathers Teen’ com direção de Fernanda Chamma.

Coral Voz e Arte trabalha repertório de grandes musicais da Broadway, onde as apresentações contam com músicos ao vivo, som e iluminação. O projeto conta com regência do maestro Rodrigo Hyppolito e vocal coach de Andréia Vitfer.


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