terça-feira, 9 de março de 2021

.: Diário de uma boneca de plástico: 9 de março de 2021

Querido diário,

Prepare-se que o dia de hoje é meeeeeeeu! Muito meu!! É o dia da Barbie... Quando eu fui lançada pela Mattel, a partir da ideia de Ruth Handler, em 1959. 

Eis que nesses 62 aninhos surgiram tantos, mas tantos modelos de garotas para viver em plástico, assim como eu... Mas eu até que ainda sou novinha. Fui criada para comemorar os 50 anos da Barbie, numa releitura da clássica doll em maiô listrado. Daí, eu ganhei um biquíni listrado e até um celular de abrir e fechar, inclusive.

Sou a Barbie Then And Now, 1959 - 2009. 

Na época, a minha dona viu diversas irmãs minhas nas vitrines, mas eu cheguei nela comprada em um lote, com outras duas bonecas. Ela cuidou tanto, tanto de mim que... viramos #bffs!! Ganhei o coração dela e, agora, vocês me conhecem como Donatella Fisherburg!

Beijinhos pink cintilantes e até amanhã,


.: Lançamento do livro "Respire: A Nova Ciência de Uma Arte Perdida"


Partindo de estudos científicos e de pesquisa de campo, o jornalista americano James Nestor mostra como respirar corretamente traz benefícios para o corpo e a mente. 

Desde a Antiguidade, a respiração é reconhecida como a base de nossa saúde e bem-estar. Segundo cálculos médios, inspiramos e expiramos cerca de 670 milhões de vezes durante toda a nossa vida. Apesar disso, a espécie humana parece ter desaprendido a inalar e expelir o ar corretamente, e os maus hábitos nos trouxeram graves problemas. Em "Respire: A Nova Ciência de Uma Arte Perdida", que a Intrínseca lança em março no Brasil, o jornalista James Nestor investiga os benefícios de uma respiração consciente, que nos permite acessar nosso sistema nervoso, controlar nossa resposta imune e, por fim, restaurar nossa saúde.

O autor afirma que 90% das pessoas respiram incorretamente − isto é, pela boca em vez de pelo nariz. Essa diferença pode parecer trivial, mas, ao contrário da boca, o nariz limpa, aquece e umedece o ar antes de ele entrar no corpo. Com isso em mente, Nestor entrevistou homens e mulheres que estudam a ciência esquecida de antigas práticas de respiração e testou crenças há muito enraizadas sobre como respiramos. O que ele descobriu foi que basta um pequeno ajuste na forma de inspirar e expirar para melhorar o desempenho de um atleta, rejuvenescer nossos órgãos, deter o ronco, a asma e doenças autoimunes e até endireitar colunas com escoliose.

Em sua pesquisa de campo, o autor visitou escavações de antigas catacumbas em Paris, corais em New Jersey e até ruas poluídas de São Paulo. Na Grécia, conversou com dezenas de especialistas em mergulho livre, a antiga prática de permanecer centenas de metros abaixo da superfície da água com um único fôlego, por doze minutos. Como treinar o corpo e aumentar a capacidade pulmonar, de modo a tornar possível tamanha proeza?

Valendo-se de textos médicos milenares e dos estudos científicos mais recentes nas áreas de pneumologia, psicologia, bioquímica e fisiologia humana, James Nestor rompe com o senso comum em torno da nossa função biológica mais básica. Você pode comprar "Respire: A Nova Ciência de Uma Arte Perdida", de James Nestor, neste link.


O que disseram sobre o livro

“Um bem-vindo e revigorante manual do usuário para o sistema respiratório.” - Kirkus Reviews 

“Respire revela a importância da nossa respiração e nos promete uma vida nova.” - Bookpage


Sobre o autor
James Nestor é jornalista e já colaborou com diversos veículos, entre os quais The New York Times, Outside, Scientific American, The Atlantic e San Francisco Chronicle. É também autor de Deep: Freediving, Renegade Science, and What the Ocean Tells Us about Ourselves. Atualmente, Nestor vive e respira em São Francisco, nos Estados Unidos. 

Ficha técnica
"Respire: A Nova Ciência de Uma Arte Perdida"
Autor:
James Nestor
Tradução: Petê Rissatti
Páginas: 288
Editora: Intrínseca
Link na Amazon: https://amzn.to/3sZNgLI

.: Primeiro volume de "Poesia Autónima" é disponibilizado pela Global Editora


Edição de 2021 apresenta pesquisa feita por Teresa Rita Lopes, influente professora catedrática de Literaturas Comparadas da Universidade Nova de Lisboa (Portugal).

A Global Editora começa uma nova fase de suma importância para a casa e para o leitor de Fernando Pessoa, já que em março lança "Poesia Autónima", que traz consigo a obra de um dos maiores escritores da literatura universal. Esse primeiro volume proporciona acesso a versos inéditos do poeta, os quais são considerados por estudiosos um trabalho concebido por sua persona poética, diferenciando-se de outras obras já publicadas, que traziam heterónimos diferentes. O livro apresenta poemas que datam desde o início de seu trabalho como escritor até o ano de 1930.

Anteriormente, a editora havia publicado o "Livro do Dessassego" e outras obra de alguns heteronónimos de Pessoa, como Alberto Caeiro, Álvaro de Campos e Ricardo Reis, os quais marcaram o "start" de uma etapa igualmente relevante, pois o brasileiro pode ter acesso à poesia do autor português.

A edição inédita foi desenvolvida a partir do trabalho da pesquisadora Teresa Rita Lopes, que já havia envolvimento em outras obras publicadas pela editora, já que é uma respeitável professora catedrática de Literaturas Comparadas na Universidade Nova de Lisboa, em Portugal. "A pesquisadora tem dedicado uma vida inteira academicamente aos escritos de Fernando Pessoa e, com certeza, tê-la como parceira nesse projeto é importantíssimo, tanto para o desenvolvimento da obra quanto para nós que trabalhamos no setor editorial", enfatiza Richard Alves, diretor geral da Global Editora.


Sobre o autor
Fernando Antônio Nogueira Pessoa nasceu aos 13 de junho de 1888, em Lisboa. Em 1896, vai com a mãe e padrasto para África do Sul, onde realiza seus primeiros estudos. Devido a esse fato, o inglês converteu-se em sua segunda língua, que utilizou para escrever diversos poemas.

Em 1905, Fernando Pessoa retornou a Lisboa, para se matricular no Curso Superior de Letras, que abandonou um ano depois, motivado por uma greve de estudantes. Em 1913 escreveu a poesia Pauis e, em 1914, os primeiros poemas de seus heterônimos, Alberto Caieiro, Álvaro de Campos e Ricardo Reis.

Consagrado escritor, Fernando Pessoa também foi astrólogo, crítico literário, tradutor, correspondente comercial e inventor. Seu legado permanece vivo até hoje. A vida do poeta foi dedicada a criar e escrever, principalmente através de seus heterônimos.  Pessoa faleceu em Lisboa, em 30 de novembro de 1935, com 47 anos. "Livro(s) do Desassossego" e "Vida e Obras de Alberto Caeiro" são algumas de suas obras publicadas pela Global Editora. Você pode comprar "Poesia Autónima", de Fernando Pessoa, neste link.

Ficha técnica:
Título: "Poesia Autónima"

ISBN: 978-65-5612-064-5
Autor: Fernando Pessoa
Número da edição:
Número de páginas: 608
Formato: 17 X 25 cm
Valor: R$ 99,00
Link na Amazon: https://amzn.to/3kY0jKJ

segunda-feira, 8 de março de 2021

.: Carpinejar lança livro de memórias com lições que aprendeu com a mãe


"Coragem de Viver"
é uma homenagem a Maria Carpi, uma das mais respeitadas poetas contemporâneas brasileiras. "Escolhi escrever sobre a coragem de viver. Não fazia sentido ser genérico, sem um exemplo. Queria provar que ela existe, que é possível. Portanto, escolhi falar da pessoa mais corajosa que conheci na vida: minha mãe, Maria Carpi. Ela é a metáfora viva da valentia", explica Fabricio Carpinejar, autor do livro.

Mas se engana quem pensa que "Coragem de Viver" é somente a biografia de Maria Carpi. O livro é algo muito maior: é a biografia do amor de um filho pela mãe. Não são raras as homenagens póstumas de filhos para mães em livros. A inspiração muitas vezes surge da ausência, da saudade.

"Coragem de Viver", novo livro de Fabricio Carpinejar que chega às lojas pela Editora Planeta, nasce da vontade de homenagear a mãe, a poeta Maria Carpi, pelos seus 30 anos de literatura comemorados em 2020, ano em que o isolamento social, o medo e as incertezas consequentes da pandemia fizeram as pessoas repensarem a forma como vivem e a perceberam a importância dos laços.

Ao longo de quase 60 textos acompanhados de ilustrações, Carpinejar apresenta memórias antigas e recentes da mãe transformadas em reflexões e lições de vida. Uma das principais poetas brasileiras da atualidade, Maria Carpi foi quem ensinou o autor a ler quando a escola havia desistido dele, quem o ajudou a criar sua filha quando era universitário e quem comprou parte da edição de seu primeiro livro sem que ele soubesse. Ela também foi quem precisou recomeçar depois do divórcio aos 40 anos e tendo 4 filhos, contas para pagar e nenhum bem. No livro, Carpinejar resgata as lições mais importantes que absorveu na companhia na mãe em uma narrativa que emociona, envolve e gera identificação para quem lê.

Nem mesmo acontecimentos cotidianos como o ato de devolver um pote para a mãe que antes estivera cheio de alguma porção de comida afetiva passam despercebidos nas reflexões do autor, que ressalta a importância em se retribuir gestos generosos. "Nós, filhos ingratos, achávamos que lembrar de lavar as vasilhas já demonstrava um carinho suficiente. Mal notávamos nossa mesquinhez: recebíamos um pote cheio e devolvíamos vazio", ele excreve. No livro, Carpinejar aborda temas como fé, ciúme, longevidade, sensibilidade, compaixão, egoísmo, dor, tristeza e superação.

Em um dos textos, ele discorre sobre a relação da mãe com a morte para trazer uma consideração sobre a questão "Ela diz que não vai morrer por agora, pois ainda tem algo a dizer. Não conheço tamanha sabedoria para explicar o nosso fim. Só morremos quando não temos mais nada a falar. Quando o silêncio é perfeito. (...) Nossa bagagem é o coração cheio. O morto não sofre com a sua morte. São os vivos que não suportam a saudade".

Relembrando um período de dificuldade financeira da família, após a separação dos pais, Carpinejar tira um dos mais valiosos ensinamentos: "Jamais fui tão feliz na infância. Por não ter nada, éramos tudo um para o outro". Além de uma homenagem à mãe, "Coragem de Viver" é um convite a todos os leitores a repensar as questões da vida e encarar as dificuldades como um processo de aprendizado.

Sobre o autor
Com 46 livros publicados, e mais de duas dezenas de prêmios literários, entre eles o Prêmio Jabuti por duas vezes, Fabrício Carpinejar é um dos escritores contemporâneos brasileiros mais reconhecidos do país. Suas obras transitam entre diversos gêneros, como poesia, crônica, memória, infantojuvenil e reportagem.

"Colo, Por Favor! - Reflexões em Tempos de Isolamento", o primeiro livro publicado sobre o período da pandemia, já vendeu mais de 25 mil exemplares. Autor do best-seller "Cuide dos Pais Antes que Seja Tarde", também é famoso nas redes sociais por postar pequenos pensamentos escritos em guardanapos, que compartilha diariamente com seus seguidores.

Além dos trabalhos autorais, o jornalista apresentou o programa "A Máquina", da TV Gazeta, é colunista do jornal O Tempo, onde escreve crônicas semanalmente, e é comentarista do programa "Encontro com Fátima Bernardes", exibido pela TV Globo. "Coragem de Viver" inverte a lógica da herança - é um testamento em vida que o lho deixa para a sua mãe, a poeta Maria Carpi.

Ficha técnica
Livro: 
"Coragem de Viver"
Autor: Fabricio Carpinejar
Ilustrações: Ana Carolina / anacardia
Páginas: 160
Editora: Planeta
Link na Amazon: https://amzn.to/3v1b8Ap

.: Dia Internacional da Mulher: por que sempre comparada às rosas?


"A Revolução das Rosas"
dá um novo sentido para o presente mais tradicional no Dia Internacional da Mulher. A obra relaciona o desabrochar da flor com o desenvolvimento da mulher. São 27 exercícios práticos que transformam a dor feminina em poder e força.

Toda mulher gosta de rosas? Obra publicada pela Editora Saphi compara o desabrochar da flor mais romântica do mundo com o desenvolvimento da mulher e revela que o despertar para a felicidade pode estar no capítulo mais inesperado da vida.

Em "A Revolução das Rosas", 27 exercícios práticos são propostos ao fim de cada capítulo para as leitoras interessadas em encontrar um novo caminho de decisões mais conscientes e assertivas. A obra da Editora Saphi convida o público feminino a descobrir nas dores e dificuldades uma fonte de poder.

Relatos inspiradores escritos por esposas, mães, filhas e profissionais, mulheres reais que de alguma forma se conectam com o público, completam a produção idealizada por Welly Carvalho e Paulo Saphi. 27 mulheres de todas as áreas narram suas dores mais profundas, as perdas irreparáveis, e também como enfrentaram os medos e desafios para afastar as tempestades.

A relação das duas rosas, ora vista como flor e ora como substantivo próprio, se dá pela comparação do desenvolvimento de cada uma: características internas e externas; ciclos, estações, desenvolvimento, essência e encantos.

Por meio de pequenas mudanças a partir da obra, a leitora de A Revolução das Rosas irá transformar com naturalidade cada área de sua vida. Não importa qual seja o estado atual, é possível fazer uma verdadeira revolução na própria realidade e alcançar a vida de outras pessoas. A pergunta é: quem está preparada para viver essa revolução?


Trecho do livro

“Quantas de vocês vem se escondendo atrás do trabalho não querendo enxergar que o relacionamento já acabou e você está levando com a barriga? Você tem colocado a sua energia e o seu foco na vida profissional. Se a família é importante para você, coloque sua energia nela, busque ajuda se precisar e faça o que estiver ao seu alcance para resgatar os valores familiares.” (A Revolução das Rosas, pág.11)

Ficha Técnica:

Idealizadores: Welly Carvalho e Paulo Saphi
Editora: Editora Saphi{
ISBN: 978-65-87111-02-
Páginas: 204
Formato: 23x16
Link de venda:  https://amzn.to/2OxAzss



.: Carolina Maria de Jesus: mulher, negra, favelada, catadora e doutora


Por Rodrigo Augusto Prando.

Em homenagem póstuma, Carolina Maria de Jesus, autora do famoso livro "Quarto de Despejo", recebeu o título de Doutora Honoris Causa, pela Universidade Federal do Rio de Janeiro. Carolina Maria de Jesus morou na favela do Canindé, na cidade de São Paulo, onde, hoje, está a Marginal Tietê. 

A vida de Carolina Maria era de catadora, tirava do lixo o pouco que tinha a fim de sustentar-se e à família. Gostava de escrever e, num diário, registrou o cotidiano da favela, numa dureza e desumanização que, da década de 1960 até os anos 2020, mantém, ainda, infelizmente, muitos de seus traços, ainda que a cidade e o país tenham mudado.

Tendo estudado apenas até o segundo ano do primário, sua escrita é repleta de erros que, no conjunto, são mínimos, desprezíveis, se comparado à grandeza de sua visão de mundo. Li "Quarto de Despejo" no início da adolescência e, em muitas atividades voluntárias no escotismo, lembrava dos trechos do livro quando estava em favelas (hoje, comunidades) fazendo minhas "boas ações".

Mais velhos, ainda no escotismo, meus amigos e eu, construíamos críticas ao assistencialismo que, então, praticávamos. Mas, de certa forma, esse viés imediato e assistencialista nos apresentava uma realidade que confirmava o que tinha lido de Maria Carolina. Alguns dos trechos de seu escrito são socos desferidos em nossa cara. A fome, o trabalho degradante e a doença são personagens de seu diário.

Em 15 de julho de 1955, registrou: "Aniversário de minha filha Vera Eunice. Eu pretendia comprar um par de sapatos para ela. Mas o custo dos gêneros alimentícios nos impede a realização dos nossos desejos. Atualmente somos escravos do custo de vida. Eu achei um par de sapatos no lixo, lavei e remendei para ela calçar".

Sobre as mulheres casadas que comentavam que Carolina Maria não tinha marido, ela escreve: "Elas tem (sic) marido. Mas, são obrigadas a pedir esmolas. São sustentadas por associações de caridade. Os meus filhos não são sustentados com pão de igreja. Eu enfrento qualquer espécie de trabalho para mantê-los. E elas, tem que mendigar e ainda apanhar. Parece tambor. A noite enquanto elas pede (sic) socorro eu tranquilamente no meu barracão ouço valsas vienenses"

Em 19 de julho: "Cheguei em casa, fiz o almoço. Enquanto as panelas fervia (sic) eu escrevi um pouco. Dei almoço as crianças, e fui no (sic) Klabin catar papel [...]. Trabalhei apreensiva e agitada [...] Elas (sic) (mulheres que moram na favela) costuma esperar eu sair para vir no meu barraco expancar (sic) os meus filhos. Justamente quando eu não estou em casa. Quando as crianças estão sosinhas (sic) e não podem defender-se".

O livro - o diário de sua existência - é documento de riqueza sociológica inestimável. Riqueza sociológica e metodológica da pobreza material, mas também, da riqueza moral e da dignidade daquela mulher negra e favelada.

A Sociologia Crítica de Florestan Fernandes - ele próprio filho de uma lavadeira, sem pai e criança pobre - nos revela um país que precisa compreender sua história e sua estrutura social. Um Brasil que ganha vida na obra de Florestan e na de seu discípulo, José de Souza Martins, que, em sua "Sociologia da Vida Cotidiana", traz à tona a vida do homem simples, dos que estão às margens, nas fímbrias de nossa sociedade. Carolina Maria nasceu em 1914 e faleceu, em 1977, aos 62 anos, de insuficiência respiratória, por conta de uma asma que teve por toda a vida. Seria, hoje, considerada do grupo de risco, múltiplos riscos.

A homenagem à Carolina Maria de Jesus é um bálsamo, especialmente, em nossa situação pandêmica, até porque a pandemia agudizou e desnudou nossa desigualdade de renda, oportunidades, educacional, de saúde e territorial. "Quarto de Despejo" foi muito lido, muito vendido e guindou sua autora à notoriedade. Hoje, por certo, Carolina Maria estaria atenta às "comunidades" e aos jovens com seus celulares, muitos, provavelmente, fazendo entregas por meio dos aplicativos, garantindo que possamos manter o distanciamento social e nosso home office.

Dedico este artigo à Tânia, que, no escotismo, me apresentou o "Quarto de Despejo" e Carolina Maria de Jesus.


Sobre o autor
Rodrigo Augusto Prando
é professor e pesquisador da Universidade Presbiteriana Mackenzie. Graduado em Ciências Sociais, Mestre e Doutor em Sociologia, pela Unesp .


Sobre a Universidade Presbiteriana Mackenzie
A Universidade Presbiteriana Mackenzie está na 103º posição entre as melhores instituições de ensino da América Latina, segundo a pesquisa QS Quacquarelli Symonds University Rankings, uma organização internacional de pesquisa educacional, que avalia o desempenho de instituições de ensino médio, superior e pós-graduação. Possui três campino estado de São Paulo, em Higienópolis, Alphaville e Campinas. 

Os cursos oferecidos pelo Mackenzie contemplam Graduação, Pós-Graduação Mestrado e Doutorado, Pós-Graduação Especialização, Extensão, EaD, Cursos In Company e Centro de Línguas Estrangeiras. Em 2021, serão comemorados os 150 anos da instituição no Brasil. Ao longo deste período, a instituição manteve-se fiel aos valores confessionais vinculados à sua origem na Igreja Presbiteriana do Brasil.




.: Diário de uma boneca de plástico: 8 de março de 2021

Querido diário...

Querido diário...

Hoje é 8 de março, quando é celebrado o Dia Internacional da Mulher e também aniversário das atrizes Letícia Sabatella e Marjorie Estiano. Outra diva nascida no dia de hoje e que faria 92 anos, caso estivesse viva, seria a gracinha Hebe Camargo.

Diário, a Hebe foi a rainha da televisão brasileira.

Posso dizer que sou também uma rainha... Aliás, toda mulher é soberana de um reino e deve ser tratada como.

E eu, Donatella Fisherburg, por ser uma vida de plástico, tento eternizar a minha passagem pelo planeta Terra.

Por representar o Estúdio Sweetess, do Grupo Photonovelas, fui convidada a partilhar tudo o que escrevo em você, no Portal de Cultura e Entretenimento, Resenhando.com

Nesse ano de 2021 eu estou empenhada em anotar tudo, até os meus pensamentos. É bom refletir com você que sempre me entende.

É em você, meu diário, em que mostro o meu verdadeiro ser. 

A Donatella Fisherburg de plástico, nylon, coberta de tecido e envolvida de muitos outros itens. Alguns de plástico, madeira e outros que são puro decalque.

Enfim... Feliz Dia Internacional da Mulher!!

Beijinhos pink cintilantes e até amanhã,

Donatella Fisherburg
Redes sociais:
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twitter.com/DonaFisherburg
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.: Entrevista: Fabiana Karla fala sobre "Falas Femininas"


"Dar espaço para mulheres é sempre valioso. É sempre valioso escutar a história de uma mulher"
, KARLA, Fabiana. 

Em entrevista, a atriz também fala da experiência de integrar a equipe de criação do especial que a TV Globo exibe na próxima segunda-feira, dia 8, Dia Internacional da Mulher. Foto: Julia Rodrigues

Fabiana Karla foi convocada para descobrir o que uma slammer, uma lavradora, uma diarista, uma ambulante e um técnica de enfermagem têm em comum entre si e entre várias outras mulheres brasileiras. Ficou a cargo dela fazer a mediação do encontro das cinco protagonistas de "Falas Femininas", especial do Dia Internacional da Mulher que a TV Globo exibe na próxima segunda-feira, dia 8 de março. 

O programa, com uma equipe majoritariamente feminina, liderada pelas diretoras Antonia Prado e Patrícia Carvalho, destaca as trajetórias inspiradoras, valoriza a potência da mulher brasileira e provoca uma conversa franca sobre alguns dos dilemas femininos da atualidade. E Fabiana ainda integrou a equipe de criação do especial. 

Em formato documental, a equipe acompanhou, num primeiro momento, o dia a dia de Carol Dall Farra, 26 anos, Cristiane Sueli de Oliveira, 44 anos, Gleice Araújo Silva, mais conhecida como Ruana, 29 anos, Sebastiana do Santos Oliveira, a Tina, 47 anos, e Maria Sebastiana Torres da Silva, 59 anos.  E a segunda etapa do projeto foi gravada nos Estúdios Globo, em São Paulo, em uma roda de conversa na qual Fabiana não teve problemas para deixá-las bem à vontade.

O "Falas Femininas" irá ao ar na segunda-feira, dia 8 de março, na TV Globo, depois do "Big Brother Brasil" e também terá exibição no GNT, no dia 10 de março, às 23h30, logo após o "Saia Justa". O especial integra o Projeto Identidade, que transforma em especiais de TV importantes temáticas da agenda social que estão vinculadas a datas do calendário, como o Dia Internacional da Mulher. A primeira temporada teve início em novembro de 2020, com o "Falas Negras". Na entrevista abaixo, Fabiana Karla fala sobre a experiência de participar de "Falas Femininas".


Qual a importância de dar voz a essas mulheres escolhidas para fazerem parte do "Falas Femininas"?
Fabiana Karla -
Na verdade, não estamos dando voz a essas mulheres. Elas já têm suas vozes, mas eram caladas, silenciadas, porque não tinham vontade ou oportunidade de contar suas histórias. Eu acho que amplificar a voz dessas mulheres é de suma importância, porque vamos mostrar mulheres reais que vão gerar uma identificação com outras mulheres. Dar espaço para mulheres é sempre valioso. É sempre valioso escutar a história de uma mulher, principalmente quando essa mulher é forte, é periférica, é negra, é religiosa. E, quando começamos a escutá-las, nos reconhecemos em muitas dessas histórias, nas dores, nas vontades, nos receios, nos desejos, e isso traz sororidade, que é o que queremos mostrar. 


Você, além de mediar o encontro dessas mulheres, integrou a equipe de criação do "Falas Femininas". Como foi essa experiência?
Fabiana Karla - 
O convite para ser mediadora desse programa já foi incrível, me deixou realmente lisonjeada. Agora, fazer parte da base, da engrenagem, de estar com essa equipe de criação feita por mulheres é demais. Mulheres nas câmeras, nos bastidores, no figurino, na sonoplastia, na edição, até as motoristas foram mulheres. Acredito que isso tem um valor histórico e simbólico muito importante. É um programa genuinamente feminino. Há um olhar muito feminino e firme sobre tudo. É uma força tão poderosa... As pessoas têm a impressão de que mulheres juntas falando é um pouco caótico, mas não. Estamos muito felizes e unidas. Vamos quebrar essa imagem de que mulheres, trabalhando juntas, brigam. Podemos, claro, até divergir, mas conseguimos chegar num lugar em que todas concordam. Parece que todas vieram falando a mesma linguagem, que todas já tinham o programa na cabeça. Tivemos várias grifes contribuindo nesse programa, o que me deixou muito segura, muito feliz e envaidecida. Estou muito feliz em ser mulher! 


Além de ter mulheres como personagens, toda a equipe é majoritariamente formada por mulheres. Qual a relevância de levar ao ar um programa feito dessa forma?
Fabiana Karla - 
É histórico, é um marco. Ano passado, a minha filha, que faz faculdade de Belas Artes e faz produção fonográfica, esteve em uma das turmas com o maior quantitativo de mulheres. As mulheres ainda são muito subestimadas no meio fonográfico e audiovisual. O especial é uma oportunidade de mostrar que as mulheres também sabem fazer muito bem e são totalmente capazes de realizarem um lindo programa tomando conta dessa frente do audiovisual. 


Acredita que o projeto é uma homenagem às mulheres?
Fabiana Karla - Acredito sim que é um programa para homenagear as mulheres, mas que vai contemplar todos que estiverem assistindo. Estamos falando com os indivíduos e contando histórias inspiradoras. A nossa pretensão, se é que temos alguma, é fazer um lindo programa e ativar alguns sentimentos do ser humano, como a bondade, além de falar das dores e da beleza, falar também da questão do matriarcado. E tudo isso contempla não só as mulheres. Claro que estaremos em voga, em riste, as mulheres estão sendo homenageadas, mas vai tocar todo mundo que assistir. Todos vão se sentir contemplados com a beleza desse especial e com todo o conteúdo que vamos oferecer. Na verdade, conteúdo que elas têm para oferecer, já que elas são as estrelas.

.: Luiza Brunet fala sobre violência doméstica no #Provoca


A segunda edição da nova temporada vai ao ar na próxima terça-feira, dia 9, às 22h. Foto: Nathalie Bohm.

Na terça-feira, dia 9, vai ao ar a segunda edição da nova temporada do #Provoca. Como parte da programação especial da Semana da Mulher, Marcelo Tas conversa com a atriz, empresária e ativista pelos direitos da mulher Luiza Brunet. A atração é exibida a partir das 22h na TV Cultura, site oficial da emissora, redes sociais e YouTube.

Sobre o caso de violência doméstica que sofreu no relacionamento com o empresário Lírio Parisotto, Luiza diz: "Eu comecei a revisitar minha própria história e ver que de fato eu não estava sendo bem tratada, eu estava sendo violada, eu estava sendo explorada e agredida", conta. A atriz finaliza dizendo que não tinha porque suportar esse tipo de tratamento, "e na última vez que ele me bateu foi grave. Pra mim foi muito grave".

Com quatro costelas fraturadas e escoriações pelo corpo, Luiza, que estava em Nova Iorque - longe da família e amigos -, rompeu o relacionamento e voltou ao Brasil. "Eu me lembro de ter pego a mala e sair fingindo que estava tudo bem pra que ninguém percebesse. (...) Eu acho que é muito importante a mulher revisitar a sua história pra ver se ela suporta mais, porque o nível de agressão, quanto mais ele cresce, ele chega ao feminicídio", diz.

Depois de denunciá-lo, a notícia foi à imprensa. Ela conta que ficou muita assustada com a repercussão do caso, recebeu inúmeras ligações e muitas mulheres dizendo que a situação era inventada, planejada. "Hoje eu vejo que essas mulheres talvez sofram violência e não perceberam ainda. Então eu perdoo essas mulheres, porque elas me tornaram a mulher que eu sou hoje", acrescenta. Quatro anos passados do ocorrido, Lírio Parisotto foi condenado em última instância pelo STF.

No programa, além de violência doméstica, Luiza ainda fala sobre outros temas como feminismo, o papel do homem e como fica a mente no momento das agressões. E ela finaliza com um papo mais descontraído sobre sexo casual. Realização: Fundação Padre Anchieta, Secretaria Especial da Cultura, Ministério do Turismo e Governo Federal - Lei de Incentivo à Cultura.

.: Grátis: Musical "A Hora da Estrela ou O Canto de Macabéa" online


Em homenagem ao Dia Internacional da Mulher, a seguradora BB Seguros e Brasilseg transmitirão, no dia 8 de março, às 20h, em versão musical, uma das principais obras de Clarice Lispector no seu canal do YouTube.

Em celebração ao Dia Internacional da Mulher, a BB Seguros vai apresentar nesta segunda-feira, 08, às 20h, uma das obras mais emblemáticas de Clarice Lispector, em versão musical para os palcos: A Hora da Estrela ou O Canto de Macabéa. O espetáculo, que conta com o apoio da Brasilseg, junto ao patrocinador Banco do Brasil, será transmitido pelo canal do Youtube da BB Seguros .

"Clarice Lispector é uma das escritoras mais aclamadas da literatura modernista brasileira e comemorar o seu centenário transformando seu romance em um musical é uma forma de manter viva a sua memória. Contribuir para a valorização da cultura nacional em todo o país e possibilitar o acesso da população às artes e ao entretenimento são algumas das prioridades da companhia", afirma Luzineide Soares, gerente executivo de Marketing da Brasilseg .

O espetáculo tem adaptação e direção de André Paes Leme, canções especialmente compostas por Chico César e direção musical e arranjos de Marcelo Caldi. No elenco estão Claudia Ventura, Cláudio Gabriel e a protagonista Laila Garin. A idealização e produção do projeto é de Andréa Alves, da Sarau Agência, responsável por espetáculos como "Elza", "Suassuna - O Auto do Reino do Sol", "Sísifo" e "Macunaíma". 

A produção adotou todas as medidas previstas na legislação para enfrentamento à disseminação da covid-19, de forma a zelar pela saúde de toda a equipe contratada e permitir o exercício da profissão com segurança, antes e durante a realização do espetáculo.


As mulheres são a alma da obra da Clarice
Clarice Lispector, uma das escritoras mais aclamadas da literatura modernista brasileira, é também importante expoente para a representação literária da mulher. Em suas obras, aprofunda os sentimentos, o empoderamento, a trajetória e as características psicológicas de suas protagonistas mulheres.


"A Hora da Estrela ou O Canto de Macabéa"
Transmissão ao vivo da peça:
segunda, 8 de março, às 20h.
Canal do Youtube BB Seguros: https://www.youtube.com/bbseguros

Ficha Técnica
Da obra de Clarice Lispector
Adaptação e direção:
André Paes Leme
Idealização e direção de produção: Andréa Alves

Música:
Canção original:
Chico César
Direção musical e arranjos: Marcelo Caldi
Com Claudia Ventura, Claudio Gabriel e Laila Garin
Músicos: Fábio Luna, Pedro Aune e Pedro Franco

Diretor assistente: Anderson Aragón
Figurinos: Kika Lopes
Cenário: André Cortez
Iluminação: Renato Machado
Design de som: Gabriel D’Angelo
Preparação corporal: Toni Rodrigues
Assistente de figurino: Sassá Magalhães
Assistente de cenografia: Tuca Benvenutti
Assistente de preparação corporal: Monique Ottati
Coordenação de produção: Leila Maria Moreno
Produção executiva: Raphael Baêta
Assistente de produção: Paulo Farias
Produção: Sarau Agência
Patrocínio: BB Seguros
Realização: Ágapa Criação e Produção Cultural
Projeto gráfico: Beto Martins
Assessoria de imprensa: Factoria Comunicação

Transmissão
Direção:
Diego de Godoy


domingo, 7 de março de 2021

.: Romance autobiográfico inédito de Simone de Beauvoir chega ao Brasil

Quase 70 anos depois de ser escrito, chega ao Brasil, no início de março, "As Inseparáveis", o romance inédito de Simone de Beauvoir com uma história fundamental para a formação de uma das mais importantes intelectuais do século XX. O livro acompanha um encarte com fotos da juventude de Simone de Beauvoir e reproduções de cartas que ela trocava com Zaza.

Teria havido Simone sem Zaza? É a pergunta que traz uma resenha publicada pelo El País Internacional, quando da publicação original de "As Inseparáveis", este romance autobiográfico de Simone de Beauvoir. Nesta obra, conhecemos o íntimo das relações pessoais da histórica filósofa existencialista e feminista, por meio de uma personagem criada por ela para representá-la com nome fictício. 

Escrito em 1954, cinco anos após a publicação de "O Segundo Sexo""As Inseparáveis" foca a narrativa em um recorte da vida de Simone: a história da amizade passional que uniu Sylvie (Simone de Beauvoir) e Andrée (Élisabeth Lacoin, a Zaza). Na história criada por Simone, Sylvie e Andrée se conhecem aos nove anos no colégio Desir, numa Paris em meio à Primeira Guerra Mundial. Andrée é divertida, impertinente, audaciosa; Sylvie, mais tradicional e tímida, logo se sente irremediavelmente atraída por ela. 

No entanto, por trás da postura rebelde, Andrée tem de lidar com uma família católica fervorosa que, com suas tradições muito rígidas e ambiente opressor, está disposta a esmagar qualquer expressão de individualidade. Juntas, elas trilham o caminho para se libertar das convenções de sua época e das expectativas asfixiantes, mas não fazem ideia do preço trágico que terão de pagar pela liberdade e pelas ambições intelectuais e existenciais.

As inseparáveis relata as experiências que fundamentaram a revolta e a obra da grande filósofa francesa: sua emancipação e o antagonismo entre intelectuais e conservadores. Também retrata e denuncia uma sociedade hipócrita e fanática. Essa história catártica de Simone de Beauvoir, publicada com fotos pessoais e cartas trocadas entre as duas amigas, além de introdução de Sylvie Le Bon de Beauvoir, constitui um verdadeiro evento literário.

No Brasil, Simone chegou a vender mais de 80 mil cópias de suas obras. Na editora Record, o livro "Mal-entendido em Moscou", também da autora, vendeu cerca de oito mil exemplares. Muito aguardado pelos fãs da filósofa, "As Inseparáveis" traz também um fascinante encarte de fotos de Simone de Beauvoir em sua fase jovem, fotos com Zaza, Jean Paul-Sartre e também cópias de cartas trocadas entre Simone e Zaza. Você pode comprar "As Inseparáveis", de Simone de Beauvoir, neste link.

O que disseram sobre o livro

“Oferecendo uma nova perspectiva sobre os primeiros anos de vida de Simone de Beauvoir, este livro sem precedentes explica como essa relação próxima e trágica moldou sua visão do sexismo e das desigualdades de gênero.” - Elle

“Uma história apaixonante e trágica [...] que faz o leitor mergulhar na Paris do início do século XX e acompanhar as tribulações de duas jovens rebeldes que questionam o que se espera delas como mulheres.” - Vanity Fair


Sobre a autora
Intelectual, filósofa existencialista, ativista política, feminista e teórica social, Simone de Beauvoir nasceu em 1908, em Paris. Ao longo da vida escreveu romances, ensaios, biografias, uma autobiografia e tratados sobre filosofia, política e questões sociais. Ganhou renome internacional após a publicação de O segundo sexo, em 1949, que se tornou referência para o feminismo no século XX, e se consagrou nas lutas feministas a partir da década de 1970. Morreu em 1986 e foi enterrada ao lado do marido, Jean-Paul Sartre, no Cemitério de Montparnasse.

Ficha técnica
Livro: "As Inseparáveis"
Autora:
Simone de Beauvoir
Título original: "Les Inséparables"
Tradução: Ivone Benedetti
Páginas: 128
Editora: Record | Grupo Editorial Record
Link na Amazon: https://amzn.to/30iMgpP

.: "Family Tree: Nascimento" retrata fim do mundo inimaginável e assustador


"Family Tree: Nascimento"
, de Jeff Lemire, Phil Hester, Eric Gapstur, Ryan Cody mostra o fim do mundo de maneira assustadora.

Autor de "Black Hammer", série que vendeu mais de 20 mil exemplares somente no Brasil, e vencedor do Eisner Awards, o prêmio mais importante do mundo dos quadrinhos, Jeff Lemire é também autor de sucessos como "Descender" e "Royal City", todos publicados pela Intrínseca. Em março, o canadense, em parceria com os ilustradores Phil Hester, Eric Gapstur e Ryan Cody, lança "Family Tree: Nascimento", o primeiro volume de uma trilogia surpreendente sobre o fim do mundo.

Em português, “family tree” significa “árvore genealógica”, e é dessa premissa que os autores partem para narrar a história de uma família cujos laços podem ser mais avassaladores e indestrutíveis do que eles imaginavam. Em uma cidadezinha qualquer, num dia que nada tinha de especial, a pequena Meg começa a se transformar em uma... árvore. Essa bizarra metamorfose dá início a uma sucessão de eventos que vão mudar totalmente a vida da menina e de seus familiares, ao mesmo tempo que o mundo que eles conhecem se aproxima do fim.

Desesperados, a garota, a mãe, o irmão e o excêntrico avô embarcam em uma perigosa viagem em busca da cura e de respostas, deparando-se com diversas ameaças pelo caminho. A cada passo longe de casa, a menina-árvore fica mais perto de perder para sempre sua humanidade. Ou talvez tornar-se o que nasceu para ser.

Este primeiro volume de "Family Tree" traz a marca de Lemire, que combina com maestria terror, mistério, ação e dramas familiares. Além disso, o livro traz uma visão única do subgênero body horror, ou horror corporal, em que o terror é causado por transformações grotescas no corpo dos personagens. O autor dá ao tema uma dimensão ainda mais profunda, inserindo conflitos familiares, resgate do passado e questionamentos sobre identidade e morte em um mundo em colapso. Você pode comprar "Family Tree: Nascimento"de Jeff Lemire, Phil Hester, Eric Gapstur e Ryan Cody

Sobre os autores
Jeff Lemire é autor e ilustrador canadense. Entre suas principais obras estão "O Soldador Subaquático" e a trilogia "Condado de Essex". Foi eleito duas vezes melhor quadrinista do Canadá pelo Schuster Award e venceu o Eisner Awards pela série Black Hammer. Além de suas graphic novels independentes, passou por grandes editoras norte-americanas, como Marvel e DC, nas quais atuou em séries como Arqueiro Verde, Constantine, Cavaleiro da Lua, entre outras.

Phil Hester é um ilustrador americano com trabalhos importantes para Dark Horse, Marvel e DC. É conhecido por sua colaboração em "Arqueiro Verde: O Espírito da Flecha", escrito pelo cineasta Kevin Smith, e por The Coffin, criado por ele. Também ilustrou as HQs "Aliens: Purge" e "Archie vs. Predator".

Eric Gapstur é um artista conhecido por trabalhos como "Animosity: Evolution", "The Flash: Season Zero", "Batman Beyond" e "James Bond 007".  Em 2022, lançará seu primeiro quadrinho autoral, "Sort of Super".  

Ryan Cody é um ilustrador, escritor e colorista nascido no Arizona, Estados Unidos. Tem trabalhos publicados por editoras como Image, Marvel, DC e Dark Horse. É autor de "Icarus" e coautor de "Villains", da Viper Comics.

Ficha técnica
HQ: "Family Tree: Nascimento"
Autores:
Jeff Lemire, Phil Hester, Eric Gapstur, Ryan Cody
Tradução: Fernando Scheibe
Páginas: 96
Editora: Intrínseca
Link na Amazon: https://amzn.to/38iBRig
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