terça-feira, 16 de março de 2021

.: I Festival 45+ de Duetos de Dança Live com artistas com mais de 45 anos


Lu Favoreto e Wilson Aguiar no dueto “Duo D’água”, criado especialmente para o Festival. Foto de Luciana Canton

O I Festival 45+ de Duetos de Dança Live é um festival de dança contemporânea que acontece online de 16 a 21 de março de 2021. Vinte e dois bailarines de mais de 45 anos foram convidades a desenvolver duetos de dança para o formato de live. Serão apresentados 10 duetos de dança contemporânea inéditos, criados especialmente para o festival, além de duas mesas de discussão e chats ao vivo com os bailarines na reapresentação dos trabalhos.

“Na dança, mais que qualquer outra arte cênica, a participação de bailarines com mais de 45 anos é sistematicamente desvalorizada, pois existe a cultura de exaltação a juventude e a perfeição da forma física”, conta a produtora Luciana Canton. “O Festival propõe inverter radicalmente esses valores estabelecidos, sendo uma plataforma para artistas experientes da dança, exaltando a maturidade, a vivência e a excelência artística desses corpos, revertendo o estigma de que bailarines depois dos 40 anos não podem mais dançar”.

Compõem o elenco de bailarinos criadores do Festival importantes artistas da dança brasileira: Alessandra Fioravanti, Bebeto Cidra, Dani Stasi, Irineu Nogueira, Jorge Garcia, Keila Fuke, Key Sawao, Lu Favoreto, Mara Borba, Marta César, Lourenço Homem, Marco Xavier, Orlando Dantas, Patrícia Noronha, Paulina Alves, Ricardo Iazzetta, Toshiko Oiwa, Wellington Duarte, Wilson Aguiar e Zélia Monteiro.

O I Festival 45+ de Duetos de Dança Live será transmitido de forma online, todos os dias, sempre às 20h. A retirada de ingressos gratuitos ou contribuição consciente será pelo site www.festival45mais.com .O Festival também será transmitido nos canais da Oficina Cultural Oswald de Andrade e do Centro de Referência da Dança. 

Este festival foi financiado pela Lei Aldir Blanc através do ProAC Expresso LAB 40/2020 “Produção de Festivais no Estado de São Paulo” da Secretaria Estadual de Cultura e Economia Criativa do Governo do Estado de São Paulo e do Governo Federal. A programação completa pode ser acessada no link www.festival45mais.com.

O I Festival 45+ de Duetos de Dança Live é um festival online que fomenta o trabalho de bailarines de mais de 45 anos. Serão apresentados dez duetos de dança contemporânea criados especialmente para o Festival, duas mesas de discussão e chats com es bailarines. 

Programação
I Festival 45+ de Duetos de Dança Live

Terça-feira, dia 16 de março
11h - Mesa de debate "A longevidade e a maturidade na excelência artística de bailarine 45+"
Mediação:
Wellington Duarte. Debatedores: Paulina Alves, Zélia Monteiro e Mara Borba.
20h - "D   I S T Â N C I A" - Dani Stasi e Lourenço Homem
"Elas em Nós" - Keila Fuke e Paulina Alves
"NO(CE)S" - Jorge Garcia e Toshiko Oiwa

Quarta-feira, dia 17 de março
16h -  "Duo D'água" -
Lu Favoreto e Wilson Aguiar
"Bem Querer Bem..." - Mara Borba e Marta César
20h - "pulsa e vaza" - Marco Xavier e Patrícia Noronha
"Incompletude" - Alessandra Fioravanti e Orlando Dantas
"Dona Janaína" - Bebeto Cidra e Irineu Nogueira

Quinta-feira, dia 18 de março
11h- Mesa de debate "Corpos em diáspora na dança contemporânea: deslocamentos e  tessituras estéticas". Mediação:
Lourenço Homem. Debatedores: Toshiko Oiwa, Irineu  Nogueira e Marco Xavier.
20h - "Ao Vento" - Key Sawao e Ricardo Iazzetta
"das distâncias nulas" - Wellington Duarte e Zélia Monteiro

Sexta-feira, dia 19 de março
20h - Reapresentação "Duo D'água"
/ chat com  Lu Favoreto e Wilson Aguiar
19h30 - Reapresentação "D   I S T Â N C I A" / chat com Dani Stasi e Lourenço Homem
20h - Reapresentação "NO(CE)S"/ chat com  Jorge Garcia e Toshiko Oiwa

Sábado, dia 20 de março
20h - Reapresentação "Dona Janaína"
/ chat com Bebeto Cidra e Irineu Nogueira
20h30 - Reapresentação "Bem Querer Bem..." / chat com Mara Borba e Marta César
21h- Reapresentação "pulsa e vaza" / chat com Marco Xavier e Patrícia Noronha
21h30- Reapresentação "Incompletude" / chat com Alessandra Fioravanti e Orlando Dantas

Domingo, dia 21 de março
19h - Reapresentação "Elas em Nós"
/ chat com Keila Fuke e Paulina Alves
19h30 - Reapresentação "Ao Vento"/ chat com Key Sawao e Ricardo Iazzetta
20h - Reapresentação 'das distâncias nulas" / chat com Wellington Duarte e Zélia Monteiro

Ficha técnica
I Festival 45+ de Duetos de Dança Live
Produção:
Luciana Canton, Gustavo Valezzi e Tatiane Trujillo
Bailarinos: Alessandra Fioravanti, Bebeto Cidra, Dani Stasi, Irineu Nogueira, Jorge Garcia, Keila Fuke, Key Sawao, Lu Favoreto, Mara Borba, Marta César, Lourenço Homem, Marco Xavier, Orlando Dantas, Patrícia Noronha, Paulina Alves, Ricardo Iazzetta, Toshiko Oiwa, Wellington Duarte, Wilson Aguiar e Zélia Monteiro.
Assessoria de Imprensa: Pombo Correio
Idealização: Wilson Aguiar e Luciana Canton
Realização: Atelier Cênico

segunda-feira, 15 de março de 2021

.: Educação, tecnologia e Paulo Freire são temas de seminário internacional


Edição especial do Seminário Internacional Arte, Palavra e Leitura ocorre entre os dias 16 e 19 de março e reúne nomes como Abdeljalil Akkari, Sérgio Haddad, Inés Dussel e Rosa María Torres.

O III Seminário Internacional Arte, Palavra e Leitura será promovido virtualmente sob o tema “Por uma educação transformadora”, entre os dias 16 e 19 de março. O evento trará especialistas nacionais e internacionais, que discutirão o legado do educador Paulo Freire, que completa seu centenário este ano, além de assuntos como tecnologia e educação, o valor da escola pública e a formação de leitores.

O Seminário, realizado pelo Itaú Social e Sesc São Paulo, por meio da unidade do Centro de Pesquia e Formação, com curadoria da Comunidade Educativa CEDAC e do Instituto Emília, tem vagas limitadas e para se inscrever é preciso acessar o site do evento.

A manutenção dos temas centrais do evento, planejado antes da pandemia, se tornou essencial frente à nova realidade, que acirrou ainda mais as desigualdades educacionais, um dos assuntos presentes no pensamento pedagógico de Paulo Freire.

Em 16 de março, o legado do educador será debatido pelo professor de Educação Internacional e Comparada da Universidade de Genebra (Suíça) Abdeljalil Akkari; pelo pesquisador e ativista social Sérgio Haddad; e pelo diretor fundador do Instituto Paulo Freire do Brasil, José Eustáquio Romão. A mediação ficará com a educadora social Bel Santos Mayer.

O valor da escola para além da pandemia será tema de mesa no dia 17 de março. Sob mediação da diretora-presidente da Comunidade Educativa CEDAC, Tereza Perez, o painel terá a participação da ex-ministra da Educação e Culturas do Equador Rosa María Torres; do educador, escritor e produtor cultural Rodrigo Ciríaco; e da poeta e formadora de Slam Interescolar Tawane Teodoro.

A tecnologia, que antes era vista apenas como uma aliada, se tornou ferramenta imprescindível para a continuidade dos estudos durante a suspensão das aulas presenciais. A pesquisadora do departamento de pesquisas educativas do México Inés Dussel, que atua na área das novas tecnologias e mídias na sala de aula; o professor da rede municipal de Paulista (PE) Gláucio Ramos; e a pedagoga do Sesc São Paulo Maria Augusta Maia de Araújo são os convidados da mesa sobre o tema, que ocorrerá em 18 de março. A mediação será realizada pela superintendente do Itaú Social, Angela Dannemann.

“Que leitores queremos formar?”, a pergunta norteará o debate sobre acesso à literatura, com a vencedora de sete prêmios Jabuti, a escritora Marina Colasanti; a pesquisadora em Educação Infantil da Universidade Federal de Minas Gerais Mônica Correia Baptista; e da professora Luciana Gomes. A mediação fica por conta da diretora do Instituto Emília, Dolores Prades.

Serviço

III Seminário Arte, Palavra e Leitura
Quando:
16 a 19 de março de 2021
Horário: 16h às 18h
Local: Plataforma Zoom
Inscrições: www.artepalavraeleitura.com.br

Programação do Seminário:
Terça-feira, dia 16 de março, das 16h às 18h
Mesa 1 - Paulo Freire, Presente!
Convidados:
Abdeljalil Akkari (Suíça), Sérgio Haddad (Brasil) e José Eustáquio Romão (Brasil)
Mediação: Bel Santos Mayer

Quarta-feira, dia 17 de março, das 16h às 18h
Mesa 2 - O Valor da Escola Pública para Além da Pandemia
Convidados: Rodrigo Ciríaco (Brasil), Rosa Maria Torres (Equador) e Tawane Theodoro (Brasil)
Mediação: Tereza Perez

Quinta-feira, dia 18 de março, das 16h às 18h
Mesa 3 - Tecnologia e Educação
Convidados: Ines Dussel (México), Gláucio Ramos (Brasil) e Maria Augusta Maia de Araujo (Brasil)
Mediação: Angela Dannemann

Sexta-feira, dia 19 de março, das 16h às 18h
Mesa 4 - Que Leitores Queremos Formar?
Convidados:
Marina Colasanti (Brasil), Mônica Correia Baptista (Brasil) e Luciana Gomes (Brasil)
Mediação: Dolores Prades


.: Crítica: "Quarentena Freak": uma realidade aterradora, uma aberração


Por Ubiratan Moreno Soares, escritor e historiador.

Sobre o livro "Quarentena Freak", de Helder Moraes Miranda, minha primeira preocupação foi entender o significado desse “Freak” do título e das várias definições que obtive, isso após a primeira leitura, escolhi “Aberração”. Partindo dessa premissa e deixando claro que não tenho autoridade nenhuma para analisar de forma crítica um texto literário, já no prólogo o autor corrobora minha interpretação.

Na apresentação, ele expressa, não somente o seu caráter humanista, mas também, o seu inconformismo. Some-se a isso o fato de se utilizar da metalinguagem, afinal um poeta, o resultado não poderia deixar de ser uma sombria e ao mesmo tempo sensual abordagem do real. Em minhas palavras duras de pouca capacidade interpretativa: uma realidade aterradora, uma aberração.

E para dar comprovar a minha impressão inicial, destaco o argumento do próprio autor para o que viria a seguir. Conclui ele a apresentação de "Quarentena Freak": “...dividindo as liberdades e realizando verbos. Sendo felizes na maioria das vezes e humanos em outras.”

Digo confessando, pois vejo nessa frase as contradições que provavelmente o levaram a necessidade de expressar de forma sombria o momento vivido, afinal “dividir as liberdades” é confessar-se aprisionado e realizar o verbo seria então uma fuga dessa prisão. Por outro lado, ao entender que ser humano é um obstáculo à felicidade, o autor afirma seu caráter humanista e profundamente sensível.

Feita essa introdução e reiterando que minha análise não tem a autoridade dum crítico literário, falarei de minhas impressões. O texto, a princípio segue uma ordem ou desordem intencional, lembra aquelas anotações feitas em pequenos papeizinhos que colamos como lembretes no entorno da tela do computador, ou ainda, aquela porta de geladeira repleta de pequenos imãs com “recuerdos” d’uma viagem de férias.

Entretanto, olhar mais atento, é possível perceber a ordem nessa falsa desordem. No início, o autor reflete sobre si voltando-se para seu universo interior ou ainda fala de si mirando-se num espelho. Imediatamente, percebo que já aí ocorre um embate dramático e revelador, fica claro nesses primeiros poemas sua insatisfação, ou melhor, seu inconformismo consigo próprio, destacando em “Romance Sujo” uma manifestação de profunda sensibilidade combinada com sensualidade.

A partir daí, o parceiro de “quarentena” é inserido, é quando o autor passa a falar de “amores e bolores”, confessa uma sensualidade reprimida e chega ao anticlímax com "Quarentena Freak". O embate que se segue tem agora um antagonista, e o tenso diálogo me remete a relação entre o ingênuo Joe e o ardiloso e febril Ratso no “Midnight Cowboy”, ou ainda, para ficar mais próximo, nos dois encarcerados no “Beijo da Mulher Aranha” do Manuel Puig. Diálogos tensos, carregados de uma mistura de sentimentos entre duas pessoas que, como irmãos siameses, são carnalmente interdependentes.

Mesmo quando em “Experimentado” o autor exalta os “olhos de cerveja” ou ainda os “lábios de cereja” da parceira e faz explodir toda energia sexual acumulada, o que vemos é uma embriaguez de sensualidade seguida de um embate encarniçado que, por causa da subjetividade intrínseca somente podemos enxergar um lado, mas que podemos vislumbrar, pelas sombras projetadas, o quanto é angustiante para os dois.

Por fim, exauridos, coloco no plural porque falo de três “personas”, o autor, seu eu interior e aquele que ele projeta no espelho, mais o antagonista, a parceira cujas sombras transparecem. Repetindo, enfim, a parte final, convencido mesmo que não há um final, o autor se curva a suas crenças e, como um devoto, faz suas preces. 

Seja com “Lúcifer da Loucura Apaixonada”, seja “Na Cama com Deus”, ou ainda com “Javé” ou “Hades”. Ao final, ele confessa sua idolatria, talvez a verdadeira crença em “...Clarice Lispector, Cazuza, Caio Fernando Abreu, Renato Russo, Fernanda Young...” a quem pede licença e se confessa, um jardim de girassóis, ou simplesmente “...uma criança chamada Miranda.”



.: Lista dos indicados ao Oscar 2021. Confira aqui!

 

A 93ª cerimônia de entrega da estatueta do Oscar, acontecerá no dia 25 de abril, quando os melhores do cinema serão premiados pelo trabalho realizado. Confira a lista dos indicados!


Melhor filme

"Meu pai"

'"Judas e o messias negro"

"Mank"

"Minari"

"Nomadland"

"Bela vingança"

"O som do silêncio"

"Os 7 de Chicago"


Melhor atriz

Viola Davis - "A voz suprema do blues"

Andra Day - "Estados Unidos Vs Billie Holiday"

Vanessa Kirby - "Pieces of a woman"

Frances McDormand - "Nomadland"

Carey Mulligan - "Bela vingança"


Melhor ator

Riz Ahmed - "O som do silêncio"

Chadwick Boseman - "A voz suprema do blues"

Anthony Hopkins - "Meu pai"

Gary Oldman - "Mank"

Steve Yeun - "Minari"


Melhor direção

Thomas Vinterberg - "Druk - Mais uma rodada"

David Fincher - "Mank"

Lee Isaac Chung - "Minari"

Chloé Zhao - "Nomadland"

Emerald Fennell - "Bela vingança"


Melhor atriz coadjuvante

Maria Bakalova - "Borat: fita de cinema seguinte"

Glenn Close - "Era uma vez um sonho"

Olivia Colman - "Meu pai"

Amanda Seyfried - "Mank"

Youn Yuh-jung - "Minari" (vencedora)


Melhor ator coadjuvante

Sacha Baron Cohen - "Os 7 de Chicago"

Daniel Kaluuya - "Judas e o messias negro" 

Leslie Odom Jr. - "Uma noite em Miami"

Paul Raci - "O som do silêncio"

Lakeith Stanfield - "Judas e o messias negro"


Melhor filme internacional

"Druk - Mais uma rodada" (Dinamarca) 

"Shaonian de ni" (Hong Kong)

"Collective" (Romênia)

"O homem que vendeu sua pele" (Tunísia)

"Quo vadis, Aida?" (Bósnia e Herzegovina)


Melhor roteiro adaptado

"Borat: fita de cinema seguinte"

"Meu pai" 

"Nomadland"

"Uma noite em Miami"

"O tigre branco"

Roteirista de 'Meu Pai' no Oscar — Foto: Reprodução


Melhor roteiro original

"Judas e o Messias negro"

"Minari"

"Bela vingança"

"O som do silêncio"

"Os 7 de Chicago"


Melhor figurino

"Emma"

"A voz suprema do blues"

"Mank"

"Mulan"

"Pinóquio"


Melhor trilha sonora

"Destacamento blood"

"Mank"

"Minari"

"Relatos do mundo"

"Soul"


Melhor animação

"Dois irmãos: Uma jornada fantástica"

"A caminho da lua"

"Shaun, o Carneiro: O Filme - A fazenda contra-ataca"

"Soul" 

"Wolfwalkers"


Melhor curta de animação

"Burrow"

"Genius Loci"

"If anything happens I love you"

"Opera"

"Yes people"


Melhor curta-metragem em live action

"Feeling through"

"The letter room'"

"The present"

'"Two distant strangers"

"White Eye"


Melhor documentário

"Collective"

"Crip camp"

"The mole agent"

"My octopus teacher" 

"Time"


Melhor documentário de curta-metragem

"Colette"

"A concerto is a conversation"

"Do not split"

"Hunger ward"

"A love song for Natasha"


Melhor som

"Greyhound: Na mira do inimigo"

"Mank"

"Relatos do mundo"

"Soul"

"O som do silêncio"


Canção original

"Fight for you" - "Judas e o messias negro" 

"Hear my voice" - "Os 7 de Chicago"

"Husa'vik" - "Festival Eurovision da Canção: A saga de Sigrit e Lars"

"Io sì" - "Rosa e Momo"

"Speak now" - "Uma noite em Miami"

Tiara Thomas, H.E.R. e Dernst Emile II levam Oscar de melhor canção original por "Fight For You", no filme de "Judas e o Messias Negro" — Foto: AP Photo/Chris Pizzello


Maquiagem e cabelo

"Emma"

"Era uma vez um sonho"

"A voz suprema do blues"

"Mank"

"Pinóquio"


Efeitos visuais

"Problemas monstruosos"

"O céu da meia-noite"

"Mulan"

"O grande Ivan"

"Tenet" 


Melhor fotografia

"Judas e o messias negro"

"Mank" 

"Relatos do mundo"

"Nomadland"

"Os 7 de Chicago"


Melhor edição

"Meu pai"

"Nomadland"

"Bela vingança"

"O som do silêncio" 

"Os 7 de Chicago"


Melhor design de produção

"Meu pai"

"A voz suprema do blues"

"Mank"

"Relatos do mundo"

"Tenet"




.: Cinco curiosidades sobre Snoopy e a turma Peanuts


Tirinhas mais inteligentes e irônicas que impactaram gerações ganham livros colecionáveis com trias dominicais em homenagem aos 70 anos do cão mais famoso de todos os tempos. Um convite a todas as gerações fãs do humor inteligente, irônico e fantástico para eternizarem o beagle mais famoso do mundo. Este é o chamado da Editora Planeta DeAgostini para que os leitores se permitam viajar nesse universo, por meio das tirinhas dominicais criadas por Charles M. Schulz: "Snoopy, Charlie Brown & Friends", A "Peanuts Collection".

As edições especiais de colecionador contam com os quadrinhos de 1952, época em que as tirinhas triplas começaram a ser publicadas, até os anos 2000. Uma homenagem aos 70 anos do cão mais famoso de todos os tempos. E, para que você conheça mais sobre o Snoopy, separamos cinco curiosidades. Viaje com a turma Peanuts e relembre essa trajetória cheia de nostalgia:


1. A comunicação de Snoopy:
o famoso personagem apareceu pela primeira vez em 1950 e, na época, era similar a um cão real, andava em quatro patas e não se comunicava. No entanto, o personagem comunicou-se pela primeira vez, através de balões de pensamentos, dois anos após sua criação. Além disso, compreendia tudo o que os outros personagens da história diziam.


2. Os irmãos de Snoopy:
um fato que poucas pessoas conhecem é que o famoso cachorro das tirinhas tem sete irmãos: Andy, Rover, Spike, Olaf, Molly, Belle e Marbles. Na história, eles nasceram na Fazenda Canil Colina das Margaridas e Snoopy viveu com lá até ser adotado por Charlie Brown. No entanto, há várias menções dos irmãos do beagle na história, a primeira vez foi em 1965, quando Snoopy pergunta o que aconteceu com eles. Posteriormente, os outros cachorrinhos aparecem aos poucos em diferentes tirinhas dos anos 1970.


3. Snoopy foi uma das primeiras tirinhas a ter um personagem negro:
após a morte de Martin Luther King, em 1968, uma professora escreveu para Schulz falando sobre a importância de introduzir uma criança negra no grupo de Charlie Brown, para ajudar de alguma forma a diminuir o racismo na sociedade. Então, dia 1 de agosto de 1968, ele criou o personagem Franklin, que passa a integrar o grupo e trazer reflexões aos leitores.


4. Charlie Brown e seus amigos ao redor do mundo:
em 1967, os quadrinhos de Schulz já eram publicados em 745 diários e 396 dominicais na América do Norte nos Estados Unidos e boa parte do Canadá. Tempos depois, As tirinhas já foram publicadas em aproximadamente 2 mil jornais e em mais 60 países, sendo traduzido para 40 línguas.


5. As tirinhas foram publicadas todos os dias durante 50 anos:
Charles Schulz publicou uma tirinha por dia entre os anos de 1950 e 2000, ao todo foram aproximadamente 18 mil tiras publicadas. A última foi lançada dia 13 de fevereiro de 2000, no qual Charles se despede dos seus leitores e anuncia sua aposentadoria.


“Snoopy, Charlie Brown & Friends, A Peanuts Collection”
conta com textos exclusivos e prólogos escritos pelos especialistas em Charles M. Schulz, Alexandre Boide e Érico Assis. Ainda, a primeira edição acompanha um fascículo especial de apresentação da coleção, que traz curiosidades sobre o universo dos clássicos quadrinhos de Snoopy.

As edições de colecionador da Planeta DeAgostini estão disponíveis em bancas da grande São Paulo e incluem volumes temáticos dedicados exclusivamente aos grandes alter egos de Snoopy. O primeiro volume apresenta as histórias em quadrinhos de 1967. “Snoopy, Charlie Brown & Friends, A Peanuts Collection” também está disponível para assinaturas mensais pelo site da editora: http://bit.ly/70anosSnoopy.


Sobre o autor:
Desde criança, sua vida já estava ligada às histórias em quadrinhos: sempre lia com o pai as tirinhas dos jornais aos domingos e sonhava em ser cartunista profissional. Hábil desenhista desde pequeno, realizava retratos do seu animal de estimação, um cachorro chamado Spike. Depois de participar da Segunda Guerra Mundial, começou a fazer caricaturas e tiras cômicas para diversos meios.

Aos 27 anos, Charles Monroe Schulz publicou a primeira tira de Peanuts, considerada por muitos especialistas uma das melhores da história, a qual tornou o seu autor uma verdadeira celebridade.Ficou conhecido por desenvolver os personagens Charlie Brown e seu cachorro da raça beagle chamado Snoopy, entre outros personagens.


Sobre Érico Assis:
Érico é tradutor inglês – português desde 2008. Trabalha como free-lancer para o mercado editorial e traduz, sobretudo, histórias em quadrinhos, não-ficção e literatura infantil. Érico Assis já traduziu aproximadamente 300 publicações. Ele é Doutor em Estudos de Tradução pela PGET/UFSC.

Ficha técnica
Editora:
Planeta DeAgostini
Assunto: coleção de livros Snoopy
Título: “Snoopy, Charlie Brown & Friends, A Peanuts Collection”
Autora: Charles M. Schulz
ISBN: 978-85-439-0889-2
Edição: 60 edições com 61 Livros
Idioma: Português
Número de páginas: 64
Link de assinatura: http://bit.ly/70anosSnoopy

.: Patrícia Pillar e Othon Bastos recitam poemas do livro “Melancolia”


Alguns dos poemas da recente obra de Carlos Cardoso, “Melancolia”, de 2019 editora Record, eleito o melhor livro de poesia da APCA (Associação Paulista de Críticos de Artes) ganharam leituras dos atores Patrícia Pillar e Othon Bastos. O poema “Pedra Pura”, por exemplo, será recitado por Patrícia Pilar e, enquanto Othon Bastos, lê o poema “Espanto”. Ambos estarão disponíveis no Youtube (Carlos Cardoso, Poeta) e também no Canal Curta!, onde serão exibidos outros poemas exclusivos.

Carlos Cardoso é considerado o representante de uma nova poética no país. Sua produção literária é marcada por uma escrita singular e de dicção própria, o que torna sua obra independente e única. Carioca, nascido em 30 de dezembro de 1973, tem formação em engenharia. Sua produção literária é marcada pela intensa reflexão sobre o fazer poético e a efemeridade da existência, além de um constante diálogo intertextual com pares como, por exemplo, Antonio Cicero e Antonio Carlos Secchin, poetas cujo cuidado com a linguagem é condição primordial para construção dos versos.

“Melancolia”, publicado pela editora Record, é um livro que nasce com tamanha aceitação e carisma, reunindo, antes mesmo de sua publicação, grandes nomes e encontros da literatura e das artes visuais. O livro chega com textos de apresentação reflexivos de Antonio Carlos Secchin e autor do posfácio e com textos de Heloísa Buarque de Hollanda, que assina a orelha. A capa nasceu de um encontro do autor com o pintor e escultor Carlos Vergara, que se envolveu completamente e, inspirado na temática do livro, produziu uma instalação exclusivamente para ilustrar a obra.

“Num só verso o universo se condensa, e cabe à poesia ritualizar perpetuamente a encenação de um mundo sem origem e sem fim. É o que faz, com talento e consistência, Carlos Cardoso em Melancolia”, afirma Antonio Carlos Secchin. “Sem pólvora, sem sentimentos de desalento, a melancolia se revela palavra. Apenas palavra. A palavra escrita, fluida, buscada, necessária. Palavra que procura se desvencilhar das armadilhas da própria poesia”, destacou Heloisa Buarque de Hollanda. Alguns de seus poemas foram traduzidos e publicados em revista de artes e crítica literária de países como Portugal, França, Espanha, Itália, Colômbia, Vietnam, México, Bulgária, Ucrânia, entre outros. Você pode comprar “Melancolia”, de Carlos Cardoso, neste link.

Serviço
YouTube: Carlos Cardoso
No Canal Curta!
Claro TV: Canal 56; Canal 556 (HD)
Oi TV: Canal 76; Canal 75 (Satélite SES-6)
Algar TV: Canal 391
Nossa TV: Canal 20
Pertence a: Synapse
Roma Cabo: Canal 113
NET: Canal 56; Canal 80 (Brusque, Dourados, Rondonópolis, Sete Lagoas e Varginha); Canal 556 (HD)
Link do livro na Amazon: https://amzn.to/38DZ8v7.



.: "Tampoco Hay Casa" faz seis apresentações online até dia 30


Com direção de Adriana Nunes, "Tampoco Hay Casa" é o desdobramento da parceria entre a Antônima Cia de Dança e a artista sonora Mariana Carvalho iniciada na obra “No Hay Tema”, apresentada no Teima - Festival de Artes Online, em 2020. A proposta de encenação da obra é uma continuação da pesquisa da Companhia, que investiga diversas formas de produzir conteúdo cênico, passando pela coreografia, as partituras e a improvisação.

“Tampouco Hay Casa” tem música ao vivo, improvisada livremente por Mariana Carvalho a partir da partitura da Cia Antônima. Mariana também atua como performer nas apresentações, aparecendo em cena tocando, ao lado das intérpretes criadoras: Adriana Nunes, Anna Luiza Marques, Camila Miranda e Isadora Prata. Cada uma das artistas estará na sua casa no momento da apresentação. O figurino é assinado por Anna Luiza Marques e a iluminação é de Lúcia Galvão.


O despertar da obra nas palavras da Companhia:
O confinamento obrigatório num momento de pandemia, como toda mudança abrupta, conduz os indivíduos e a sociedade por um caminho em que deparamos com o susto inicial mas nos agarramos à ideia de que tudo voltará logo a ser como antes. Passamos para o entendimento de que, na verdade, não há mais volta e buscamos nos adaptar. E chegamos aonde? Ainda não sabemos. Mas já sabemos que como em qualquer outra forma de vida, a vida em quarentena traz angústias e possibilidades, nostalgias e novidades. 

Tentamos transformar nossa casa em espaço de trabalho, sala de ensaio, palco, escola dos filhos, bar, café, e ainda preservá-la como espaço de intimidade, privacidade, segurança. A casa tem força para ser tudo isso? A sensação de voltar para casa no fim do dia ainda é possível? Onde está nosso canto preferido da casa? Ainda há casa? No hay tema, tampoco hay casa.


Sobre a Antônima Cia de Dança
A Antônima Cia de Dança desenvolve desde 2010 sua pesquisa de composição em dança que pretende investigar diversas formas de produzir conteúdo cênico, passando pela coreografia, as partituras e a improvisação. Desenvolve também um trabalho que propõe o diálogo entre a dança e a poesia, que resultou na “Trilogia do Inevitável”. A trilogia é composta pelas peças “História das Demolições”, com textos de Fabrício Corsaletti; “Só”, com textos de Noemi Jaffe escritos especialmente para o projeto; e “Isso ainda não nos leva a nada”, com textos de Bruno Brum. 

Entre 2011 e 2012 o grupo participou de performances na região da Luz, em São Paulo, para as filmagens do curta-metragem “Buracos Negros”, de Nana Maiolini, que foi premiado na Mostra Livre de Filmes e integrou a exposição “O Abrigo e o Terreno”, no MAR, Museu de Arte do Rio de Janeiro, como parte do trabalho do Coletivo Usina, Sem Título (Imagens de cidade real X imagem de cidade vendida pelo mercado imobiliário ou Nova Luz, mas poderia ser Porto Maravilha). Em dezembro de 2012 gravou o vídeo-dança Antônima, no Instituto Butantã, em São Paulo. Em abril de 2013 estreou o espetáculo “História das Demolições” no Teatro do Morro do Querosene, em São Paulo. O espetáculo reestreou em 2016, no FEIA (Festival do Instituto de Artes da Unicamp). 

Em outubro de 2013 apresentou, em parceria com a banda Projeto_Risco, espetáculo de improvisação inspirado no tema “Símbolos de Transformação” no XXI Congresso da Associação Junguiana do Brasil. Entre dezembro de 2013 e abril de 2014 desenvolveu o projeto Flash Mob para a Secretaria de Educação do Estado de São Paulo, como parte das ações da FDE para o Programa Escola da Família. A partir do tema Comunidade Leitora, o trabalho foi estruturado através da integração dança/literatura. Em novembro de 2014 a companhia participou da mostra “Dani Mattos Convida”, no Café Piu Piu, com o espetáculo “O que você me dá”, ao lado de banda formada por Daniel Doctors, Lucas Martins e Carolina Delleva.

Ficha Técnica:
Espetáculo:
"Tampoco Hay Casa"
Direção: Adriana Nunes
Intérpretes criadoras: Adriana Nunes, Anna Luiza Marques, Camila Miranda, Isadora Prata
Direção e performance musical: Mariana Carvalho
Figurino: Anna Luiza Marques
Iluminação: Lúcia Galvão
Design gráfico: Estúdio Clarabóia
Produção: Ana Elisa Mello e Samya Enes - Cotiara Produtora
Produção de conteúdo: Isadora Prata 

Serviço:
Espetáculo:
"Tampoco Hay Casa"
Datas de apresentação: dias 14, 16, 21, 23, 28, 30 de março
Horário: 17h
Apresentações gratuitas via plataforma Zoom:
https://tinyurl.com/Tampoco-Hay-Casa
Duração:60 minutos
Classificação etária: 14 anos

domingo, 14 de março de 2021

.: Jerry Seinfeld revisita trajetória artística em "Será que Isso Presta?"

Jerry Seinfeld revisita sua brilhante carreira no stand-up em livro que chega ao Brasil às vésperas da estreia da icônica série de sua autoria na Netflix.

Criador da sitcom que leva seu nome, considerado um dos melhores programas de comédia para a TV de todos os tempos, Jerry Seinfeld oferece um divertido passeio pela sua trajetória artística em "Será que Isso Presta?". Respeitado como o papa do gênero humorístico que diverte a plateia com apresentações solos de humor, com nomes como Rafael Portugal e Fábio Porchat entre seus expoentes no Brasil, o autor apresenta uma coletânea que já nasce como referência no universo da stand-up comedy. Dividido em cinco partes, o livro apresenta uma seleção de textos do humorista desde os anos 1970 até meados da década de 2010.

Inspirado na pergunta que todo comediante faz ao criar um novo texto antes de apresentar ao público, Será que isso presta? pode ser lido como uma autobiografia humorística de Seinfeld, que foi fisgado pela comédia ao assistir o premiado filme Lenny (1974), com Dustin Hoffman no papel do polêmico artista de stand-up. “Estas páginas, portanto, são o mapa da estrada de 45 anos que  percorri para me tornar essa coisa estranha, incomum, a única que sempre quis ser”, afirma o autor.

Os textos proporcionam uma hilária viagem que tem início nos 21 anos de Jerry Seinfeld, quando ele chegou pela primeira vez ao Catch a Rising Star, templo da comédia stand-up de Nova York, durante uma noite de testes em 1975. Avançam pela apresentação de seis minutos no Tonight Show, que fez sua carreira decolar, até chegar às suas mais recentes criações que seguem levando plateias ao delírio. Durante todo esse percurso, o leitor pode notar o amadurecimento profissional e pessoal do autor.

Referência mundial na arte de fazer rir em apresentações ao vivo, Seinfeld acredita que “a razão de ser do stand-up é a busca de um momento fugaz de conexão humana”. Com base nessa autêntica e sublime vontade de entreter o público, o artista ficou conhecido por seu humor observacional e irônico. O humorista evitou em grande parte palavrões e piadas sujas e manteve a política fora do seu repertório em suas apresentações. Adepto de textos que divertem pela empatia com o público, ele revela que “quando uma nova tirada se impõe e arranca boas risadas, a sensação é de ter retornado ao início da jornada”.

Atualmente, Jerry Seinfeld comanda o Comedians in Cars Getting Coffee, um divertido programa de entrevistas com outros comediantes famosos na Netflix. Em junho de 2021, Seinfeld, que contou com 76,3 milhões de espectadores em seu episódio final, estreia na plataforma de streaming. Será que isso presta? é um excelente aquecimento para a maratona da célebre série e uma obra definitiva para todo mundo que aprecia a linguagem universal do humor.

Jerry Seinfeld é comediante de stand-up desde a década de 1970. É criador, ator e roteirista de Seinfeld, série multipremiada e considerada pelo público e pela mídia especializada uma das mais bem-sucedidas da história da TV. Você pode comprar "Será que Isso Presta?", de Jerry Seinfeld, neste link.

Ficha técnica
Livro:
 "Será que Isso Presta?"
Autor:
de Jerry Seinfeld
Tradução: Jaime Biaggio
Páginas: 480
Editora: Intrínseca
Link na Amazon: https://amzn.to/3taQyvE



.: “Precisamos Matar o Presidente” busca transformar o ódio em amor


Espetáculo virtual faz grande homenagem ao professor e ator Cico Caseira, que nos deixou em 2017

O espetáculo teatral “Precisamos Matar o Presidente” está em cartaz de forma virtual através da plataforma Doity nos sábados, às 20h, e domingo, às 19h, em todo o mês de março, porém, a peça vem sofrendo inúmeras tentativas de censura de parlamentares devido ao título da trama. Além disto, houve ataques ao diretor Davi Porto até com ameaças de morte em suas redes sociais.

Isto tudo ocorreu na semana de estreia do espetáculo quando o Secretário de Cultura Mario Frias fez um tweet dizendo que os artistas eram bandidos. Os atores da companhia começaram a receber os primeiros ataques nas suas redes sociais. "A peça é uma grande homenagem ao professor e diretor Cico Caseira, que nos deixou em 2017. O espetáculo sempre foi sobre ele. Um homem muito inteligente, politizado, que por onde passava transformava o ódio em amor", diz o diretor Davi Porto. Cico nos deixou em 2017 e formou todo uma geração de atores como Lucio Mauro Filho, Débora Lamm, Alamo Facó, Gregório Duvivier, entre outros.

“Deixo o meu convite a todos a assistirem à peça e tirarem suas próprias conclusões”, convida Davi. "Faço um apelo para a classe artística: precisamos de união, quando um espetáculo é censurado, logo virão outros. Vivemos tempos nebulosos, só a arte pode nos salvar", conclui. A trama é uma metalinguagem. A vida é como uma peça de teatro, diz um personagem. Todo contexto é desenhado numa reunião virtual de atores sob a supervisão do diretor, abordando assuntos atuais enquanto ensaiam o espetáculo. A peça é toda autoral. Na trilha sonora a voz é de Emylia Cassiano com arranjos de Luis Carlos Barbieri.

Apesar de virtual o espetáculo tem texto brechtiano, ou seja, possui interatividade com o público e o estímulo à reflexão sobre questões sociais que estão em voga. Para adquirir os ingressos basta entrar no site www.doity.com.br/precisamos. A temporada vai de 6 a 28 de março com espetáculos aos sábados às 20h e domingos, às 19h. O ingresso custa a partir de 20, mas você pode contribuir de outras formas. A classificação indicativa é de 16 anos.


Mais sobre a Blabonga Cia. Teatral
A Blabonga Cia. Teatral nasceu da necessidade de um grupo de artistas de buscar um canal de comunicação para expressar todos seus anseios artísticos. O grupo nasceu em 2017 em Jacarepaguá, região situada na cidade do Rio de Janeiro, realizando pesquisa e desenvolvimento de seus atores. No ano de 2018, realizou a montagem da esquete teatral “Ensaio Sobre a Vida”, autoria e direção de Davi Porto e contracenação Dominique Castro e Leandro Moura, todos atuais integrantes da companhia, na qual vêm, desde então, se apresentando em diversos festivais do Estado do Rio de Janeiro, como 11° Niterói em Cena, 7o Festival de Cenas Curtas FETAERJ e o 3o Festival de Cenas Curtas Zimba Com(vida), nos quais foram indicados e premiados em diversas categorias. 

Em 2019, a Blabonga Cia. Teatral foi aprovada para realizar a leitura encenada do XI Concurso Jovens Dramaturgos, prevista para ser apresentada em maio de 2020 no Espaço Cultural Escola Sesc, integrando a programação local do Festival Palco Giratório. Desde o ano de 2019, o grupo vem se aprofundando em pesquisas cênicas para novos projetos, inclusive a produção do primeiro espetáculo da companhia. Para a nova fase da companhia, dois artistas integraram o grupo - Isabele Riccart, atriz e agente cultural, e Victor, ator e pesquisador, que de forma conjunta aos outros integrantes, contribuíram para a criação de "Bongas - Os Defensores da Natureza". Apesar de ser uma jovem companhia, a Blabonga Cia. Teatral é formada por profissionais atuantes no mercado artístico, somando múltiplas projetos, montagens e pesquisas realizadas.


Serviço
Espetáculo:
 “Precisamos Matar o Presidente”
Temporada: de 6 a 28 de março de 2021. Sessões: Sábados, às 20h, e domingos, às 19h. Ingressos: a partir de R$ 20. Site: www.doity.com.br/precisamos. Duração aproximada: 75 minutos. Classificação indicativa: 16 anos.

Redes Sociais da Companhia:
Instagram:
@blabongaciateatral
Twitter: @blabongateatro

Ficha Técnica:
Espetáculo:
 “Precisamos Matar o Presidente”
Texto e direção: Davi Porto
Elenco: Davi Porto, Dominique Castro, Felippe Fonseca, Isabele Riccart e Victor Grimoni
Produção: Davi Porto e Dominique Castro
Trilha sonora: Davi Porto (letra e música), Emilya Cassiano (voz), Luis Carlos Barbieri (arranjo e violão) e Rafael Ermento (masterização)
Assessoria de imprensa: assessoriadeimprensadorio@gmail.com
Recepção: Lucas Lino
Arte gráfica: Guilherme Rezende, Luiza Ferrari e Vinicius Lemoine
Realização: Blabonga Cia. Teatral

.: "Luas de Júpiter", de Jô Bilac e Geandra Nobre, em temporada virtual do Sesc RJ


Solo musical dirigido por Luis Antônio Fortes e estrelado por Juliane Bodini discute o ser humano e suas mazelas pela metáfora do alienígena que vem à Terra com a missão de destruí-la. Espetáculo abre as temporadas do projeto Arte em Cena, do Sesc RJ

O espetáculo “Luas de Júpiter”, com texto de Jô Bilac e Geandra Nobre e direção de Luis Antônio Fortes está em temporada virtual com transmissão pelo YouTube do Sesc RJ (/portalsescrio). As sessões, que acontecem de sexta a domingo até 28 de março, abrem o Arte em Cena - Temporadas, braço de temporadas teatrais do projeto em que Sesc RJ transmite espetáculos artísticos em suas redes sociais.

O enredo apresenta um extraterrestre que chega à Terra em 2021 incumbido da missão de exterminar a população. No entanto, ao descer de sua nave espacial e vivenciar a memória afetiva humana através da música e outras sensações, ele entra em confronto consigo mesmo e passa se questionar se deve realizar a missão.

A montagem é inédita em muitas frentes: é o primeiro texto teatral de Jô Bilac e Geandra Nobre, escrito em meio à pandemia; a primeira direção de Luís Antônio Fortes; e o primeiro solo musical de Juliane Bodini, que estrela o texto como a alienígena. Antes, entre outros trabalhos, a atriz integrou musicais de grande sucesso, como "Rock in Rio", "Cazuza, Pro dia nascer feliz”, "Cassia Eller" e "O Beijo no Asfalto".   

A direção musical é assinada por Marcelo Alonso Neves, e as composições, por Marcelo Frankel. Trata-se da mesma dobradinha de sucesso do espetáculo “Dançando no Escuro”, que obteve indicações a diversos prêmios, entre eles Shell, Cesgranrio e APTR. O espetáculo foi gravado no Teatro de Arena do Sesc Copacabana sem a presença de público.


Juliane Bodini sobre o espetáculo:
“Quando li a sinopse, fiquei encantadíssima! A construção do Jô e da Geandra foi feita a partir do que entendemos sobre o que é humano. A Alien está no espaço-planeta dela, fazendo uma reflexão sobre nossos medos, anseios, desejos e sonhos, a fim de trazer uma reflexão sobre a real necessidade destes sentimentos guiarem as nossas vidas. Através de pesquisas sobre o Universo, planetas, massas e moléculas, além das referências de obras cinematográficas que dialogam com este assunto que parte a reflexão.

Desde 2008, quando estudei com o Luís Antônio na CAL, já sabíamos que o nosso próximo projeto depois de ‘Dançando no Escuro’ seria o meu solo e que a direção seria dele. Anos depois, não tínhamos dúvida de que queríamos que a dramaturgia fosse concebida pelo Jô. Chamamos o Jô para estar conosco e tivemos também o presente de ter a Geandra, que chegou para somar ao grupo, levando o olhar feminino à concepção do texto.

'Luas de Júpiter' fala de nós, das regras e das leis criadas pela humanidade. Do tempo enquanto elemento limitador do fluxo da nossa vivência cotidiana. A peça é um recorte do que é humano e das mazelas terráqueas que aprisionam e condicionam os seres desde que o mundo é mundo”.


Luis Antônio Fortes sobre o espetáculo:
“Tanto eu quanto Juliane atuamos, como atores, na primeira obra do Jô para o teatro, ‘Os Mamutes’, e um texto feito para a Cia OmondÉ, o ‘Infância, Tiros e Plumas’. Já éramos bem íntimos, mas, depois que ele assistiu ‘Dançando no Escuro’, começamos a pensar num projeto juntos. Nessa época, a Ju queria muito criar um solo e que eu a dirigisse, então unimos nossas ideias, questões e vontades. Como todo filho, teve o tempo certo de nascer. ‘Luas de Júpiter – ON’ vem como um desabafo de uma junção de artistas corajosos nesse momento pandêmico que estamos vivendo”, observa.


Ficha técnica
Texto:
Jô Bilac e Geandra Nobre
Direção: Luis Antônio Fortes
Direção musical: Marcelo Alonso Neves
Composições e melodias: Marcelo Frankel
Elenco: Juliane Bodini

Serviço
Espetáculo musical: “Luas de Júpiter”
Temporada: de sexta a domingo, às 19h. Até 28/03/2021
Transmissão: YouTube do Sesc RJ (/portalsescrio)
Gênero: Musical
Grátis
Livre


.: Temporada do show "AnDanças", da Cosmoceânica


“Nascemos entre oceanos e galáxias, navegamos em submarinos solares com baleias lunares, na primeira e inúmeras infâncias. Somos viajantes dançantes nesse mundo, rumo ao infinito.” Foto: Milena Filó

Show inédito da banda Comoceânica, “AnDanças” faz apresentações online até dia 21 de março pelo canal do Youtube do grupo e, simultaneamente, nos canais dos parceiros Biblioteca Infantojuvenil Monteiro Lobato, Biblioteca Hans Christian Andersen, Teatro João Caetano, Teatro Alfredo Mesquita e Biblioteca Pública Municipal Prof. Nelson Foot. A banda se prepara, ainda, para lançar nos próximos meses um espetáculo musical e um novo EP. 

A Cosmoceânica é uma banda cênica com obras artísticas voltadas principalmente para a primeira infância. “Sabemos também que, de maneira lúdica e divertida, nossas obras são para toda a família e todes, pois uma criança não se desenvolve sozinha. É através da interação, desse diálogo da criança com os adultos que a fruição com a arte acontece e descobrimos o mundo”, contam os integrantes da banda Milena Filó, Fabrício Zava, Fábio Supérbi e Daniel Martire. 

O show
Neste enredo musical, Maria completa um ano de idade e começa a andar. Um dos primeiros grandes desafios do ser humano é aprender a andar. Depois do esforço imenso para o primeiro passo, vem o desejo de conquistar a casa, as ruas, os lugares, cidades, países, luas, planetas e galáxias! O ritmo é latino inspirado na Cumbia, muito dançante e divertido. 

Entre as canções, são performados textos narrativos e diálogos lúdicos que conduzem o show de forma fluida e instigante. Neste show os integrantes da Cosmoceânica – Milena Filó, Fabrício Zava, Fábio Supérbi e Daniel Martire - contam com a presença de 3 artistas convidados: a musicista e cantora Kika, o músico antropocósmico Pipo Pegoraro e o baterista Lenis Rino. 

Cada artista gravou sua parte em casa e a conexão acontece por janelas de imagens num vídeo cosmodançante. “Em tempos de quarentena, a casa virou o mundo e as galáxias de Maria e a música invadiu cada cantinho, para equilibrar um pouco do sufoco que tem sido esses dias. As andanças e danças de nossa pequena grande descobridora ficaram mais frequentes apesar do pouco espaço”, contam os artistas. Portanto, este show também conta sobre o contexto histórico em que estamos vivendo e sobre nossas redescobertas nesse mundo como, mães, pais, avós, avôs, tias, tios, pessoas e seres humanos feitos pra sonhar e dançar.


Ficha técnica
Espetáculo:
“AnDanças”
Milena Filó | vocal, atuação, dramaturgia, piano, direção cênica, figurino e mãe de Maria.
Fabrício Zava | vocal, composição, violão, atuação, direção musical e pai de Maria.
Fábio Supérbi |  narrador, dramaturgia, concepção e confecção de capacete de astronauta.
Daniel Martire | atuação, sax, concepção e confecção de capacete de astronauta.
Kika | ukulele e guitarra.
Pipo Pegoraro | músico antropocósmico, diversos instrumentos.
Lenis Rino | bateria e percussão.
Pedro Montessanti | mixagem e masterização.
Edição de vídeo | Fabrício Zava e Shot Filmes
Aura Cunha | Direção de Produção
Yumi Ogino | Produção executiva
Pombo Correio | Assessoria de Imprensa
Emi Takahashi | Marketing Digital
Marcos Magon | Design Visual 


Serviço
Espetáculo: 
“AnDanças”
Todas as transmissões ocorrerão no canal do Youtube banda: 
Cosmoceânica Banda
Simultaneamente, a cada dia, ocorrerá, também, em canais parceiros. 


Dias 13 e 14  de março, às 16h
| Teatro João Caetano | Facebook @teatropopularjoaocaetano |
Dias 20 e 21 de  março, às 16h |Teatro Alfredo Mesquita | Facebook @teatroalfredomesquita
Dias 21 de março, às 10h |  Biblioteca Pública Municipal Prof. Nelson Foot | Facebook @bibliotecamunicipaljundiai |


Classificação indicativa:
livre
Duração: 30 minutos
Grátis

.: Diário de uma boneca de plástico: 14 de março de 2021


Querido diário...

Eu, Donatella Fisherburg, tenho outras duas irmãs: Fiorella e Antonella. Somos trigêmeas da "Barbie Then and Now"!!

Eis que para celebrar a semana do aniversário da Barbie, a minha dona publicou um vídeo com a Fiorella e como ela é, ou seja, como eu sou originalmente e como é a Antonella -coitada que ainda vive na caixa lacrada.

Já ganhei diversos corpos ao longo dos anos. Fui de "Fashionistas" articulada por tempos. 

Há pelo menos seis anos eu uso corpinho Integrity Toys. Já tive dois "Dynamite Girl", um de "Poppy Parker" e esse agora "Nu Face". Melhor? Sim. O problema é o preço... caro! E eu já tive problema e quebrei dois deles... Tombos que acontecem e o desfecho é triste.

E a Fiorella? Não! Ela não vive no corpo Belly Button, originalmente -nosso-, mas em um pivotal, de Barbie Collector. Foi de uma Barbie The Look, na verdade...

Enfim, diário, espero que você goste da nossa irmandade com "L" duplo no nome. 

Somos todas Fisherburg!

Beijinhos pink cintilantes e até amanhã,

Donatella Fisherburg
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