domingo, 15 de agosto de 2021

.: "American Horror Stories" traz BA'AL ao vivo, a cores e ainda surpreende


Por: Mary Ellen Farias dos Santos 

Em agosto de 2021


"BA'AL" é o quinto episódio de "American Horror Stories", série de histórias macabras, derivada de "American Horror Story". Desta vez, a trama focada na maternidade é protagonizada pela atriz Billie Lourd, filha da atriz Carrie Fisher (a eterna princesa Leia de "Star Wars") e neta da atriz Debbie Reynolds (do clássico "Cantando na Chuva"). Assim, a atriz de 29 anos, volta a trabalhar com Ryan Murphy e Brad Falchuk, com quem esteve em "American Horror Story: 1984", por exemplo. Contudo, agora Billie é mãe de um menino desde 24 de setembro de 2020 -na vida real assim como nessa história ficcionalizada e totalmente assustadora.

Sob direção de Sanaa Hamri, Billie transforma-se em Liv, uma jovem que ambiciona ser mãe e se submete a diversos tratamentos com o marido, Matt (Ronen Rubestein, 9-1-1 : Lone Star). Sem expectativa de sucesso, na própria clínica de fertilidade, ela é incentivada a fazer uma espécie de mandiga com um totem, o qual deve ser colocado debaixo da cama do casal enquanto fazem sexo. 

Dá certo? Sim. Liv finalmente consegue ser mãe, enquanto que o marido cresce na carreira de ator, porém ela começa a sofrer com o bebê, tal qual 'depressão pós-parto', chegando a ponto de ver 'coisas' cercando seu filhinho. Determinada, ela aborda a atendente sorridente que lhe deu o totem e esbarra em magia negra.



E é exatamente aí que a história ganha formas no estilo AHS e surpreende, principalmente nos 15 minutos finais. Uma espécie de "Jogos Mortais" com tantas revelações e mudanças sobre o que, de fato, aconteceu para que Liv fosse mãe. A pose de marido devotado cai completamente por terra. Ok. Desde o início, toda a compreensão e parceria inquestionável de Matt coloca uma pulga atrás da orelha, mas ainda assim, o segredo de tudo é de fazer cair o queixo.

O intrigante em "BA'AL" é o fato de mostrar que o feitiço pode ser virado contra o feiticeiro, pois a mamãe Liv, em situação extrema, realiza o ritual de banimento oferecido pela recepcionista. Contudo, invoca o próprio demônio. No fim, em  "BA'ALa dúvida que fica é sobre quem é prisioneiro de quem?"

Leia+ "American Horror Stories" aqui: resenhando.com/AmericanHorrorStories

Seriado: American Horror Stories
Temporada: 1
Episódio 5: "
BA'AL"
Exibido em: 5 de agosto de 2021, EUA.
Elenco: 
Billie Lourd, Ronen Rubestein, Virginia Gardner, Vanessa Williams, Michael B. Silver, Kimberley Drummond, Chad James Buchanan, Jake Choi, Misha Gonz-Cirkl 


* Mary Ellen é editora do site cultural www.resenhando.com, jornalista, professora e roteirista, além de criadora do www.photonovelas.com.br. Twitter:@maryellenfsm

Trailer de "American Horror Stories: BA'AL"


Abertura de "American Horror Stories: BA'AL"


Trailer de "American Horror Stories"






.: Entrevista: Armando Babaioff lembra entrada na reta final de "Ti Ti Ti"

Em entrevista, o ator comenta sua experiência na trama do "Vale a Pena Ver de Novo". Foto: TV Globo / Alex Carvalho

O trabalho em "Ti Ti Ti" marcou a carreira de Armando Babaioff. Ele classifica a novela como uma das mais especiais em que já atuou e diz que o público nunca esqueceu o surfista Thalles. "Esse trabalho foi um divisor de águas na minha carreira, foi um personagem que entrou na trama em um capítulo alto e com uma responsabilidade muito bem definida. Eu precisava acertar, não existia outra possibilidade. A novela já era um sucesso, o elenco estava totalmente entrosado e de repente entra um personagem na história que daria uma reviravolta na vida de vários personagens. Foi um trabalho que me deu a oportunidade de mostrar uma maturidade de cena. E principalmente, acertar as escolhas. Sempre me preocupei em não estereotipar a relação de Thales e Julinho, eu queria que o público conseguisse enxergar as dores do ser humano, que olhassem por esse viés de humanidade e acho que consegui", acredita o ator.

Em entrevista, Babaioff relembra mais sobre sua chegada na novela, os bastidores, a relação com o elenco, e a repercussão com o público. Exibida no "Vale a Pena Ver de Novo", "Ti Ti Ti" é escrita por Maria Adelaide Amaral, com direção de núcleo de Jorge Fernando e direção de Marcelo Zambelli, Maria de Médicis e Ary Coslov.

Como está sendo a experiência de rever sua participação em "Ti Ti Ti"?
Armando Babaioff - Estava curioso em me assistir depois de tanto tempo, ver as minhas escolhas na época. É sempre bom se rever em um trabalho, um registro no tempo e olhar. Agora com distanciamento consigo ter uma real dimensão do que esse trabalho representou para mim. Tem um público que me escreve desde que a reexibição começou e que está atento a esse momento da novela em que meu personagem aparece, nem que eu quisesse esquecer seria possível.


Qual a importância desse trabalho na sua carreira?
Armando Babaioff - Esse trabalho foi um divisor de águas na minha carreira. Um personagem que entrou na trama em um capítulo alto e com uma responsabilidade muito bem definida. Eu precisava acertar, não existia outra possibilidade. A novela já era um sucesso, o elenco estava totalmente entrosado e de repente entra um personagem na história que daria uma reviravolta na vida de vários personagens. Precisei entender muito tecnicamente qual era o objetivo dele e a partir daí, comecei a investir de que forma faria isso. Foi um trabalho que me deu a oportunidade de mostrar uma maturidade de cena. E principalmente, acertar as escolhas. Sempre me preocupei em não estereotipar a relação de Thales e Julinho, eu queria que o público conseguisse enxergar as dores do ser humano, que olhassem por esse viés de humanidade e acho que consegui.

Como eram as abordagens do público a você na época da exibição?
Armando Babaioff - As mais variadas. Mas as mais marcantes foram as de jovens que me paravam pra dizer em como a novela e a trama do personagem ajudaram na discussão sobre sexualidade dentro de casa. Foi a primeira vez que entendi o tamanho que uma novela pode ter na educação de um país, em quebrar preconceitos, em se discutir temas que são caros para a sociedade. Com esse personagem eu entendi o que é ser visto por milhões de brasileiros que estavam felizes por se verem representados.


Como analisa o seu personagem e o que te atraiu nele ao interpretá-lo?
Armando Babaioff - Thales é um personagem solar, que chega na trama para trazer luz e com ela possibilidades de novos rumos. Um personagem que se deixa influenciar e experimentar. Isso me atraiu. A possibilidade de contar a história de um personagem real, sem estereotipá-lo.

Conte um pouco como foi a experiência nos bastidores e o contato com o elenco, especialmente a Claudia Raia, com quem você contracenou bastante.
Armando Babaioff - Como eu entrei na trama em um capítulo muito avançado, eu fiquei longe do set por muitos meses, não participei de preparação alguma, nem aprendi a surfar. Quando finalmente cheguei, encontrei, como disse, um elenco extremamente afinado e por um momento me acanhei. Por sorte, comecei a gravar as primeiras cenas em Saquarema, no litoral do Rio, e isso foi muito bom por que saímos todos do estúdio e fomos para o meio da natureza, da praia. Era como se estivéssemos começando do início. Minha primeira cena foi com a Claudia Raia. Ela sempre com um astral maravilhoso, me pegou pelo braço e me chamou para dar uma volta na areia. Ela conversou muito comigo me contando as possibilidades da entrada do personagem na novela, o que poderia acontecer entre os nossos personagens... uma conversa franca entre uma colega e seu parceiro de cena, com uma generosidade, técnica, conhecedora do ofício, algo que só existe entre grandes atrizes. Claudia é uma das maiores contracenas que já tive, aprendi e aprendo muito com ela. Tanto que quando a novela terminou eu dediquei a ela esse personagem.


Quais são seus planos e projetos?
Armando Babaioff - Teatro! Teatro! Teatro! Não vejo a hora de poder viajar com  "Tom na Fazenda" por todo o Brasil e retomando a agenda internacional interrompida pela pandemia.


.: Nova versão de "Esqueceram de Mim" estreia no streaming em novembro


Filme "Home Sweet Home Alone" será estrelado por Ellie Kemper, Rob Delaney, Archie Yates, Aisling Bea, Kenan Thompson, Tim Simons, Pete Holmes, Devin Ratray, Ally Maki e Chris Parnell, com estreia exclusiva no Disney+ no dia 12 de novembro.

O Disney+ anunciou "Home Sweet Home Alone", a nova versão de "Esqueceram de Mim", cujo título em português será divulgado em breve, da 20th Century Studios. O longa-metragem é a nova comédia de aventura da amada franquia de filmes de Natal, que estreará em 12 de novembro de 2021, exclusivamente no serviço de streaming.

"Home Sweet Home Alone" gira em torno de Max Mercer, um garoto levado e inventivo que foi esquecido em casa enquanto sua família viajava para o Japão para as festas de fim de ano. Então, quando um casal, tentando recuperar uma relíquia de família com valor inestimável, volta sua atenção para a casa da família Mercer, cabe a Max protegê-la dos invasores... e ele fará o que for preciso para mantê-los fora. 

Com travessuras hilárias de proporções épicas garantidas, Max percebe que realmente não há lugar melhor que nosso lar. O filme é estrelado por Ellie Kemper ("Unbreakable Kimmy Schmidt"), Rob Delaney ("Deadpool 2"), Archie Yates ("Jojo Rabbit"), Aisling Bea ("Cara X Cara"), Kenan Thompson ("Saturday Night Live"), Tim Simons ("Veep"), Pete Holmes ("Pets - A Vida Secreta dos Bichos 2"), Devin Ratray ("Esqueceram de Mim"), Ally Maki ("Toy Story 4"), Chris Parnell ("Tudo por Um Furo") e dirigido por Dan Mazer ("Tirando o Atraso").

O roteiro é de Mikey Day e Streeter Seidell ("Saturday Night Live"), com história de Mikey Day, Streeter Seidell e John Hughes ("Esqueceram de Mim") baseada no roteiro de John Hughes. Hutch Parker ("X-Men: Fênix Negra") e Dan Wilson ('O Dia do Atentado") atuam como produtores, com Jeremiah Samuels (Stuber) como produtor executivo.




.: "Ninguém Sente como Sentia com 18 anos", um conto especial na Amazon


O jornalista Eduardo Dorneles lançou um novo conto na Amazon Kindle: "Ninguém Sente como Sentia com 18 anos". A provocação busca compreender se hoje, num mundo tão líquido, ainda é possível se apaixonar e viver o arrebatamento de uma experiência com o amor romântico. Além disso, ele propõe uma experiência multiplataforma: ele preparou uma playlist no Spotify para proporcionar uma experiência multiplataforma ao leitor.

O conto une leitura e música para pensar a maneira que nos relacionamos com a memória dos nossos afetos. Você lembra do primeiro beijo? A primeira noite. A primeira promessa. O primeiro sonho. A primeira mentira. A primeira ferida. A primeira traição. Tudo era mais intenso e, por consequência, mais verdadeiro quando tínhamos 18 anos? Essa provocação é o tema do conto "Ninguém Sente como Sentia com 18 anos", que está disponível na plataforma Amazon Kindle e é assinada pelo jornalista Eduardo Dorneles. O e-book tem 33 páginas e está disponível com um valor muito especial pelo link: https://amzn.to/3COvMYt.

Na trama, a dupla de amigos Gabriel e Renata fazem uma viagem no tempo através das memórias de seus antigos relacionamentos. O objetivo é compreender se hoje, num mundo tão líquido, ainda é possível se apaixonar e viver o arrebatamento de uma experiência com o amor romântico. "Pensar nas dinâmicas dos afetos sempre foi algo que me instigou. E há muito tempo a questão central do conto já me provocava. Então, a ideia é fazer essa pequena viagem entre o que pode ser real ou apenas projeção dentro de uma relação. E, claro, questionar o leitor se o grande amor de sua vida está no presente ou num canto da memória", explica Dorneles.

Além disso, toda história de amor — ou sobre amor — precisa de uma trilha sonora à altura. Como Dorneles também é um cinéfilo que não consegue desvencilhar a experiência de uma narrativa com a música, o autor preparou uma playlist no Spotify para acompanhar a leitura do conto. A playlist "Ninguém sente como sentia com 18 anos" está disponível em: https://spoti.fi/3w0hZdH.

Essa é a terceira obra do autor disponibilizada na plataforma Amazon Kindle. Ele também é autor do conto "Dois sub-homens e Um Youtuber", sua primeira obra com mais fôlego, e de "Eu Não Gosto de Pornô".

Sobre o autor
Jornalista formado pela Universidade Luterana do Brasil, Eduardo Dorneles atua na área de comunicação corporativa desde 2016. Já foi premiado por produções e coberturas especiais, como o Prêmio Ari-Banrisul de Jornalismo 2017, na categoria Jornalismo Universitário Web, e o Prêmio de Jornalismo da Justiça Eleitoral do Rio Grande do Sul 2018.

.: The Killers lança "Pressure Machine", o sétimo álbum da banda


A banda norte-americana The Killers acaba de lançar “Pressure Machine”, o sétimo álbum de estúdio. Contendo 11 faixas, o álbum foi coproduzido pelo próprio grupo, além de Shawn Everret e Jonathan Rado, repetindo a parceria de sucesso do até então último disco, “Imploding The Mirage”

O novo álbum fala sobre a vivência no sudoeste americano através de diversas perspectivas. A imagem que ilustra a capa do álbum foi capturada pelo fotógrafo Wes Johnson na rodovia perto de Nephi, cidade natal de Brandon Flowers, vocalista da banda.

“Pressure Machine” foi elaborado durante a pandemia causada pelo novo coronavírus, que interrompeu a turnê mundial do aclamado disco “Imploding The Mirage”. O novo álbum trouxe uma visão da realidade cotidiana de uma pequena cidade americana com uma beleza rígida e dura. As histórias de “Pressure Machine” detalham batalhas pessoais da vida, arrependimentos avassaladores, tragédias locais, escolhas e consequências destas escolhas. Este pode ser considerado um dos álbuns mais contidos, ressonantes e elegantes da banda até o momento.

“Tudo parou de funcionar. Foi a primeira vez em muito tempo que me deparei com o silêncio. E desse silêncio, esse disco começou a florescer, cheio de canções que de outra forma seriam muito baixas e abafadas pelo barulho de discos típicos do The Killers”, contou Flowers.

Nephi, no estado de Utah, foi o lugar onde o vocalista do grupo passou seus anos de formação, uma cidade com pouco mais de cinco mil habitantes. As músicas do novo álbum são baseadas nas memórias e histórias de pessoas que o impactaram enquanto crescia, intercaladas com comentários de moradores atuais de Nephi sobre sua terra natal.

“Muitas lembranças de meu tempo em Nephi são ternas. Eu tenho mais compreensão agora do que quando começamos a banda. E espero que eu seja capaz de fazer justiça a essas histórias e vidas nesta pequena cidade em que cresci”, explica.

Em agosto de 2020, o The Killers lançou o aclamado álbum “Imploding The Mirage”, com 12 faixas, um dos discos mais ousados do trio. Adorado pelo público e pela crítica, o compilado trouxe uma sonoridade especial, falando sobre amor eterno, perseverança e a importância das relações entre amigos e familiares. “Imploding The Mirage” foi o álbum da banda que mais contou com colaborações, como Lindsey Buckingham, kd lang, Weyes Blood, Adam Granduciel (War On Drugs), Blake Mills e Lucius.

Recentemente, a banda anunciou em suas redes sociais que voltará aos palcos em 2022 para celebrar  tanto “Pressure Machine” quanto “Imploding The Mirage”, juntamente com seu tão amado catálogo de sucessos globais. As datas do Reino Unido, originalmente previstas para o verão de 2020, agora acontecem em maio/junho de 2022, enquanto os ingressos para os shows estarão à venda a partir de 25 de julho, através do site oficial da banda. Confira: https://www.thekillersmusic.com/.

Com mais de 17 milhões de ouvintes mensais no Spotify e dono de sucessos incontestáveis, como “Mr. Brightside”, “When You Were Young” e “Somebody Told Me”, o The Killers é uma das principais bandas de rock alternativo do mundo.


Confira a tracklist completa de “Pressure Machine”:

1. West Hills

2. Quiet Town

3. Terrible Thing

4. Cody

5. Sleepwalker

6. Runaway Horses (featuring Phoebe Bridgers)

7. In The Car Outside

8. In Another Life

9. Desperate Things

10. Pressure Machine

11. The Getting By




sábado, 14 de agosto de 2021

.: "Uma Mulher Extraordinária": a Madre Teresa de Calcutá muçulmana


"Se conseguirmos estabelecer uma meta para formar um milhão de parteiras no nosso continente ao longo da próxima década, posso morrer sabendo que a experiência do parto e o sofrimento desnecessário de mulheres da África terão mudado para sempre."

Enfermeira, parteira, ministra de seu país e uma ávida defensora dos direitos das mulheres, Edna Adan Ismail sobreviveu à violência, à prisão, à perseguição e a uma guerra civil para se tornar um dos nomes mais influentes nos círculos de poder africanos, há séculos marcados por machismo e preconceito. A luta de Edna ao longo de mais de meio século a transformou em uma das vozes mais respeitadas na Organização Mundial da Saúde e um ícone internacional da luta pela liberdade feminina.

Em "Uma Mulher Extraordinária", lançado no Brasil pela Globo Livros, a jornalista Wendy Holden, autora de mais de cem livros, como "Os Bebês de Auschwitz", conta, ao lado de Edna, como esta mulher mudou a vida de milhares de meninas e mulheres, mostrando que, por mais difíceis que sejam os obstáculos, é possível mudar o mundo.

Filha mais velha de um médico que trabalhava dia e noite para salvar vidas no então empobrecido Protetorado da Somalilândia Britânica, um território esquecido no leste da África, Edna sofreu, ainda criança e com o consentimento da mãe, uma mutilação genital, prática até então comum em quase toda a África. O trauma causado pela experiência acendeu um sentimento em Edna de que era preciso fazer alguma coisa para que essa prática bárbara fosse proibida. Esse desejo fez com que convencesse o pai a enviá-la para a Inglaterra para estudar, e ela se tornou a primeira enfermeira obstetra de seu país.

Edna dedicou toda sua vida à luta contra a mutilação feminina e à busca por melhores condições de saúde para as mulheres. Vencendo todas as barreiras impostas pela sociedade opressora em que foi criada, ela se tornou a primeira ministra das Relações Exteriores da Somalilândia. Ao mesmo tempo que frequentava recepções com príncipes e presidentes, em seus atendimentos como parteira, Edna convivia com a dura realidade das mulheres e meninas de seu país, que eram obrigadas a lidar diariamente com agressões, miséria, mutilação de seus corpos e casamentos precoces. Ela fez com que o mundo voltasse os olhos para a dor dessas jovens e mudou não só a legislação da Somalilândia, como a de várias outras nações africanas.

Com seus próprios recursos e doações, Edna fundou um hospital feminino que oferece tratamento digno a essas mulheres e é referência internacional em partos humanizados. Lá, até hoje, aos 82 anos, ela realiza partos e forma novas gerações de enfermeiras obstetras, responsáveis por manter viva a mensagem de sua mestra. Você pode comprar "Uma Mulher Extraordinária", escrito por Edna Adan Ismail e  Wendy Holden, publicado pela editora Globo Livros, neste link.


Sobre as autoras:
Edna Adan Ismail nasceu na Somalilândia Britânica em 1937. Ela se formou em enfermagem, com especialização em obstetrícia, na Universidade South Bank, em Londres. Foi primeira-dama de seu país, ministra das Relações Exteriores e conselheira da Organização Mundial da Saúde. Construiu e atualmente administra um hospital que leva o seu nome, e, mais do que tudo, como a própria Edna gosta de enfatizar, ela é uma parteira.

Wendy Holden já escreveu mais de cem livros, grande parte deles sobre a vida de mulheres notáveis. Jornalista e ex-correspondente de guerra, é autora de "Os Bebês de Auschwitz", "Minha Aventura Contra o Alzheimer", em coautoria com Chris Graham, e "Cem Milagres", com Zuzana Ruzickova, todos eles publicados pela Globo Livros.

Ficha técnica
Livro:
 "Uma Mulher Extraordinária - A Parteira que Construiu Um Hospital e Mudou o Mundo" | Autoras: Edna Adan Ismail e Wendy Holden |  Editora: Globo Livros | Páginas: 304 | Formato: 16x23cm | ISBN: 9786586047493 | Link do livro na Amazon: https://amzn.to/3yJ9e90

.: Estátua de Anitta entra no museu Madame Tussauds de Nova York

Anitta é a mais nova estrela a ser imortalizada pelo museu de cera mais famoso do mundo, o Madame Tussauds de Nova York. A cantora fez o anúncio nesta sexta-feira, quando compartilhou bastidores da produção da estátua. No vídeo, postado para os seus mais de 55 milhões de seguidores, é possível acompanhar enquanto ela seleciona a melhor pose e os artistas do museu capturam suas medidas, cor de cabelo e dos olhos e seu tom de pele. Vinte artistas serão necessários na produção da peça, que será feita em Londres, e deve ficar pronta em seis meses, quando será transportada para Nova York, onde será exposta. O Madame Tussauds Nova York fica localizado próximo à Times Square, um dos pontos turísticos mais famosos do mundo.

As personalidades eternizadas pelas estátuas de cera do Madame Tussauds são pessoas que alcançaram feitos notáveis em suas respectivas carreiras e impactaram o mundo com o seu trabalho. Tida como o maior nome brasileiro internacional feminino da história, Anitta é a escolha perfeita para entrar no acervo do museu. Desde o seu surgimento no Brasil, há cerca de uma década, a cantora se tornou a líder de toda uma geração de artistas latino-americanos na música.

Anitta já figurou no 15º lugar da lista dos músicos mais influentes nas redes sociais, da Billboard. Seu último disco, "Kisses", foi lançado em abril de 2019 e indicado ao Grammy Latino de Melhor Álbum de Música "Urban". Recentemente, ela lançou "Girl From Rio", que se tornou sua primeira música a entrar na parada americana US Top 40 Radio, uma das mais importantes dos Estados Unidos. Antes disso, ela lançou "Tócame" (com Arcangel e De La Ghetto), "Fuego" (DJ Snake e Sean Paul), "Loco" e um de seus maiores hits, "Me Gusta", em parceria com Cardi B e Myke Towers, que já passa dos 223 milhões de plays. Atualmente, ela está em estúdio gravando seu próximo disco de estúdio, que terá músicas em português, espanhol e inglês.

.: Novidades: Casa Museu Ema Klabin se prepara para reabertura

Museu abriga 35 séculos de arte e cultura. Casa Museu Ema Klabin (SP) é inspirada no Palácio de Sanssouci, em Potsdam, Alemanha. Foto divulgação.


A Casa Museu Ema Klabin completa, em 2022, 15 anos de sua abertura ao público. Desde então, sua presença no calendário cultural se consolidou, e mesmo o seu nome passou a exprimir mais diretamente o convite para a visita: de Fundação Cultural, passou a se apresentar como Casa Museu.

Em 2020, além de todas as transformações na rotina e atuação trazidas pela pandemia, também houve uma alteração na estrutura de governança da instituição, com a criação do cargo de superintendente, assumido por Fernanda Paiva Guimarães em 3 de agosto, após longo processo seletivo. 

“Na primeira semana de trabalho, propus, como forma de nos conhecermos melhor, que trabalhássemos todos em um projeto a ser inscrito no edital BNDES+ Matchfunding 2020. Conseguimos desenvolver em poucos dias e a mais de 20 mãos o projeto Digitalização da Coleção Ema Klabin, finalizado em 7 de agosto. O projeto foi selecionado, contamos com a contribuição generosa de 222 apoiadores e parte das atividades culturais deste ano está acontecendo graças aos recursos captados. Essa é uma boa síntese daquilo que encontrei na Fundação: um lugar aberto, já com uma trajetória maravilhosa e uma equipe engajada, propositiva e criativa, o curador mais generoso que já conheci e um Conselho e Diretoria totalmente comprometidos com a instituição, fonte de um apoio fundamental a cada passo da gestão”, conta Fernanda.

Desde junho de 2021, a Casa Museu Ema Klabin está implantando uma nova identidade visual a partir da revisão da marca, feita pelo designer Dárkon V. Roque.

Exposições: “Diante do imenso desafio que se impôs com a pandemia, a Casa Museu Ema Klabin, como todos os museus e instituições culturais do mundo, passou também a refletir sobre as suas possibilidades de atuação digital, que não pode mais ser encarada como uma réplica da experiência física, mas como algo de natureza inteiramente diferente. Seguimos com uma intensa pesquisa sobre Ema Klabin e a coleção por ela reunida, explorando os temas que estão em nossa constituição, como o colecionismo, o protagonismo feminino e o apoio às mais diversas formas de produções artísticas, culturais e educacionais. Seguimos buscando conectar esses elementos ao mundo contemporâneo e, agora, encaramos a realidade digital”, comenta Paulo, que desenvolveu, no período da pandemia, as exposições digitais “Balada do Terror e 8 Variações”, de Maria Bonomi, “Desastres de Guerra”, de Francisco de Goya e “O Falsificador Espanhol”, esta última publicada em maio passado. Todas as atividades dos núcleos de espetáculos, artes visuais, cursos e ação educativa da Casa Museu foram também traduzidas para a realidade digital, reunidas na ação #CasaMuseuEmCasa iniciada ainda em março de 2020. As exposições digitais são acessíveis pelo site http://emaklabin.org.br e boa parte das atividades oferecidas digitalmente estão disponíveis no canal do YouTube da Casa Museu Ema Klabin.

Formato híbrido: A partir deste ano, a aposta é no formato híbrido, que mescla presencial e digital. Como resultado do projeto Digitalização, está prevista ainda a realização da primeira atividade de realidade virtual da Casa Museu, em desenvolvimento com a Junglebee, produtora do multiartista Tadeu Jungle.

Por enquanto, é possível visitar fisicamente apenas o jardim, de quarta a domingo, das 11h às 16h, com permanência até as 17h, mas a Casa Museu se prepara para a reabertura ao público em setembro, com visitas agendadas. O processo está sendo acompanhado de perto por Fernanda e Paulo, com os protocolos de biossegurança elaborados pela consultoria ChP, com a participação de toda a equipe.

Desde 2018, a curadoria da Casa Museu define um tema a ser trabalhado ao longo do ano, que norteia a programação cultural e é registrado pela publicação Cadernos da Casa Museu Ema Klabin. Para o ano que vem, na celebração dos 15 anos de visitação do público à Casa Museu, Paulo Costa propôs o tema Dicotomias.

“A ideia é mobilizar os binômios sagrado/profano, erudito/popular, civilização/barbárie, cultural/natural, entre outros, para propor uma quebra dos binarismos que andam fazendo tão mal a todas as esferas da vida humana, além de reavaliar o papel dos museus na apresentação de suas coleções ao público", afirma Paulo.

Estão previstas, para 2022, duas exposições que evidenciarão essa proposta em diálogo com a Coleção Ema Klabin. Os detalhes serão compartilhados em breve...

Serviço:

Casa Museu Ema Klabin

Reabertura: setembro

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Site: emaklabin.org.br

*Como em todos os nossos eventos gratuitos, convidamos quem aprecia a Casa Museu Ema Klabin e pode contribuir para a manutenção das nossas atividades a nos apoiar com uma doação voluntária em nosso site.

.: Gossip Girl: sua única fonte da escandalosa vida da elite de Manhattan

 

O sexto episódio da série já está disponível. "Gossip Girl", retornará em novembro para a segunda parte da primeira temporada com seis novos episódios. Foto: Divulgação


O Halloween é uma das minhas celebrações preferidas: é a ocasião perfeita para fingir ser algo diferente, escondendo-se atrás da nossa melhor máscara e preocupando-se apenas em divertir-se.

Embora o que começou como uma amizade promissora - e comprometedora - entre Zoya e um certo Simon, aparentemente terminou em uma típica piada de Halloween: o que parecia ser um príncipe encantado acabou por ser um impostor que estava apenas tentando descobrir quem está por trás das melhores fofocas da elite de Manhattan. Cuidado com quem se aproxima de você, Z! Desta vez você teve sorte, mas nada garante que não haja mais pessoas mascaradas ao seu redor.

E embora pensássemos que as irmãs mais conhecidas de Constance Billard iriam chamar toda a atenção na festa à fantasia "Lendas de Nova York", aparentemente elas têm uma competição não desprezível: Pippa e Bianca, conseguiram se aliar a Monet para roubar o trono de JC e Z, mas... elas vão alcançar seu objetivo?

Quem definitivamente não realizou seu objetivo nos últimos dias foi Aki, que, apesar de sua insistência em tirar Max das garras de Rafa, não consegue fazer seu amigo ver a razão. Até onde pode chegar aquela paquera proíbida e tão problemática?

No entanto, se alguém está com problemas agora, é Audrey. Algumas fontes nos contaram que nossa pobre loira quase perfeita está prestes a deixar Constance Billard por decisão de sua mãe ... Ah, dramas familiares, uma coisa cotidiana no Upper East Side! No entanto, esse pode ser o menor dos seus problemas no momento ... Esperamos que Max e Aki possam resolver as coisas e apoiem nossa garota.

Mas, mudando de assunto, aparentemente alguém muito conhecido da nobreza chegou a Manhattan. Que intenções a mãe de Obie terá com sua visita à cidade? Oh, Z, estamos ansiosos para ver como será quando você conhecer sua sogra.

E em meio a tanto tumulto, JC, não esquecemos de você ... e pode ter certeza que também não esquecemos a traição de Monet. Será que a mente por trás das redes de Julien finalmente admite seu erro e retorna? Ou o que vimos na festa será um adeus para sempre?

Conecte-se para saber os detalhes. Garanto que você não vai querer perder um segundo.

XOXO,

Gossip Girl


"Gossip Girl" voltará em novembro com a Parte Dois de sua primeira temporada de 12 episódios com os seis episódios finais. Desenvolvido pelo apresentador Joshua Safran, um escritor e produtor executivo da série original, esta extensão do clássico da cultura pop nos leva de volta ao Upper East Side encontrando uma nova geração de adolescentes da escola privada de Nova York sendo introduzida à vigilância social nove anos após o site original do blogueiro ter escurecido. A série é baseada nos romances mais vendidos por Cecily von Ziegesar e no programa original, desenvolvido por Josh Schwartz & Stephanie Savage, que foi de 2007-2012 no The CW.

"Gossip Girl" explora o quanto a mídia social - e a própria paisagem de Nova Iorque - mudou nos anos que se seguiram. A série estrelou Jordan Alexander, Eli Brown, Thomas Doherty, Tavi Gevinson, Emily Alyn Lind, Evan Mock, Zion Moreno, Whitney Peak e Savannah Lee Smith com Todd Almond, Adam Chanler-Berat, Johnathan Fernandez e Jason Gotay.

"Gossip Girl" é produzida pela Fake Empire and Alloy Entertainment em associação com a Warner Bros. Television e CBS Studios. A série é escrita, produzida e desenvolvida por Joshua Safran de Random Acts. Os produtores executivos também incluem Josh Schwartz e Stephanie Savage do Fake Empire, e Leslie Morgenstein e Gina Girolamo da Alloy Entertainment. Lis Rowinski, do Fake Empire, atua como produtora co-executiva.

.: Grátis: Intuição Companhia de Dança apresenta "O Antropólogo Viajante”

Espetáculo viaja com Charlie, um ambientalista contemporâneo que busca respostas sobre o presente com nossos ancestrais, desde 150 mil anos atrás. Oito transmissões do espetáculo, formato filme, via Youtube e oito rodas de conversa através da  plataforma Zoom após as apresentações. Estreia dia 19 de agosto, às 20h. Foto: Arnaldo Torres


Por Cris Fusco

Ministério do Turismo, Secretaria Especial da Cultura, Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa, apresentam "O Antropólogo Viajante”. A direção e coreografia é de Vinícius Anselmo premiado em importantes festivais nacionais e internacionais de ballet como Tanzolymp (Alemanha), YAGP (Nova York) e Festival de Dança de Joinville (Brasil). Anselmo estudou em Paris, na França, o repertório e construção coreográfica de grandes nomes como Jiri Kilyan, Ohah Naharin, Cristal Pite e Sharon Eyal. A locução é de Rodolfo Dias (Dipa) e os diálogos foram escritos por Rodrigo Vilalba, Doutor em Comunicação e Letras e professor de Teoria da Comunicação, Antropologia Cultural e Filosofia. Vilalba integra o quadro da Intuição Companhia de Dança, formada ainda por professores renomados, musicista e dez bailarinos.


“O propósito da companhia é resgatar a beleza e virtuose de saltos, giros e linhas do ballet clássico em um corpo do século XXI, com uma nova roupagem de vivência  contemporânea, abordando temas da atualidade com relevância política e social” - Vinícius Anselmo


Sobre o espetáculo: As obras da Intuição Companhia de Dança abordam temas atemporais, inerentes a vida, instigando a profunda reflexão sobre os caminhos do psicológico humano. O Antropólogo Viajante parte da constatação de que não fomos a única espécie de hominídeos a habitar o planeta. É provável que nossa espécie coexistiu, em um mesmo período histórico, com mais 4 espécies de Homo. Esse espetáculo conta a narrativa de Charlie, um ambientalista contemporâneo que viaja ao encontro de Lee, Homo erectus, há 150 mil anos, Eloá, Homo neanderthalensis, há 40 mil anos, e Kai, Homo sapiens, há 260 anos (antes da revolução industrial), levando, em sua mala de viagem, uma máscara e um relógio. Nessa jornada fantasiosa, onde as fronteiras do tempo e da comunicação são magicamente superadas, acontecem diálogos instigantes entre eles os que Charlie pergunta aos seus parentes evolutivos:


O que foi desaprendido na história que fez com que a espécie humana chegasse ao ponto de ter que usar uma máscara para respirar e um relógio para enquadrar o tempo?

O que tornou o Homo sapiens mais adaptável ao meio ambiente, mas, paradoxalmente, levou a raça humana a um mundo artificial, desconectado da natureza e beirando sua própria extinção?

O Antropólogo Viajante será apresentado em formato de filme, via Youtube, com estreia no dia 19 de agosto, às 20h. Após cada uma das 8 apresentações haverá uma roda de conversa via zoom


Serviço⠀

Diretor/Coreógrafo: Vinícius Anselmo

Diálogos escritos pelo Antropólogo/Filósofo: Rodrigo Vilalba

Locução: Rodolfo Dias (Dipa)

Bailarinos: Alessandro Mesquita, Felipe Guedes, Jeison Lopes, Heloisa Magalhães, Márcio Vittorino, Mariana Massonetto, Tayanne Zandonato, Thalita Falk e Vinícius Anselmo

Figurino: Felipe Guedes


Cronograma de apresentações:


19 de agosto: quinta, às 20h

20 de agosto, sexta, às 20h

21 de agosto, sábado, às 20h

22 de agosto, domingo, às 18h

26 de agosto, quinta, às 20h

27 de agosto, sexta, às 20h

28 de agosto, sábado, às 20h

29 de agosto, domingo, às 18h


Link para as apresentações: youtube.com/channel/UCYC0kN7ftbGArUhFdfCGjhg/featured

Link para as rodas de conversa: 

youtube.com/watch?v=CfpphkmM2ug | youtube.com/watch?v=qQWrQkdu5ME

youtube.com/watch?v=fcCvdy3EDDo


Ficha técnica

Iluminador e Cenotécnico: Val Santana e Radson Almeida

Fotógrafo: Arnaldo Torres

Assistente de Direção: Ana Beatriz Farias

Diretora de Marketing: Nathália Urizzi

Produtora: Palipalan

Filmagem e Edição: Galeria Produções

Este projeto foi contemplado pela Proac Lab Expresso - Programa de Ação Cultural São Paulo. Programação Artística Proac Expresso Lei Aldir Blanc 48 /2020 ID 5783 - intuicaocia.com.br


sexta-feira, 13 de agosto de 2021

.: Ryan Murphy anuncia novos seriados sobre JFK, Aaron Hernandez e Studio 54


Além de anunciar a renovação de "American Horror Stories" para a segunda temporada, Ryan Murphy também aproveitou para divulgar o desenvolvimento de duas novas séries antológicas pela FX: "American Love Story" e  "American Sport Story".

A primeira temporada de "American Love Story" mostrará os Kennedys como um jovem casal considerado a realeza americana e o estresse de suas posições e das lentes da mídia mundial. O seriado também mostrará as pressões das carreiras individuais dos protagonistas e rumores de discórdia familiar. Rumores apontam que Dianna Agron interpretará Carolyn Bessette no seriado. 

Casada com John F. Kennedy Jr., ela passava por problemas como uso de drogas e suspeita de infidelidade na época do acidente que matou os dois, em 1999. O livro "The Kennedy Curse" (ou "A Maldição dos Kennedy", em tradução livre), do biógrafo Edward Klein, alega que o casal já estava dormindo em quartos separados e Kennedy estava pensando em se divorciar nos últimos três anos de vida. O seriado, assim como o livro, promete acabar com a imagem de casal feliz que Kennedy Jr. e Bessette tentavam passar. Ela, de acordo com as informações do livro, consumia cocaína e Kennedy Jr. era um marido paranóico.

"American Sport Story" focará nos crimes do jogador de futebol americano Aaron Josef Hernandez, considerado um psicopata, que foi condenado por assassinato em primeiro grau e sentenciado à prisão perpétua sem possibilidade de condicional. Além disso, uma nova temporada de "American Crime Story" terá o Studio 54 como tema.

Teaser de "American Horror Stories: Double Featture" que estreia em agosto




.: Crítica musical: Móbile Lunar e os novos sons vindos do Pará


Por
 Luiz Gomes Otero, jornalista e crítico musical.

O norte brasileiro sempre produziu e continua trazendo novos sons que reciclam tendências já conhecidas de nossa MPB e de outros segmentos. E uma das boas novidades que está chegando é o grupo paraense Móbile Lunar, apresentando um trabalho autoral consistente com forte influência do rock progressivo e de movimentos como o Clube da Esquina.

Formada, em 2016, por André Moska (vocalista, violonista e compositor), Alê Brandão (vocalista, guitarrista e compositor), Igor Gomide (baterista), Laercio Esteves (guitarrista) e Leonardo Vitor (baixista), a Móbile Lunar está divulgando o seu primeiro disco, intitulado “Feroz”. São dez composições fortemente influenciadas pelo rock progressivo dos anos 70 e pela nova safra de bandas paraenses. É possível encontrar ecos de bandas como O Terço, que também costumava explorar temas urbanos em suas composições nos anos 70.

O diferencial dos paraenses está em explorar apenas nuances do estilo progressivo. Não se trata de um disco feito para ouvir somente as escalas pentatônicas ou harmonias infindáveis nos arranjos. Há mensagens bem interessantes nas letras, que podem ser facilmente identificadas por todos nós.

A faixa "A Cidade" é um bom exemplo do que os paraenses conseguem mostrar, com uma letra que representa imagens do movimento de uma grande cidade e o efeito que ela provoca nos seus habitantes. "Esse Astro" é outra faixa bem interessante, assim como "Canção do Nosso Tempo", que lembra um pouco os tempos iniciais da banda 14 Bis, mas sem soar como cópia.

"Feroz" é um disco muito bem produzido e tem tudo para ajudar a banda a conquistar seu espaço na música. Está disponível em várias plataformas como Spotfy e Deezer. E no dia 11 de setembro, o grupo vai lançar o filme “Móbile Lunar - Sonhos”. Gravado no Teatro do Sesi de Belém. Vale a pena conferir esse novo som vindo do Pará.

"Feroz"

"Esse Astro"

"Automáticos"

Link para plataformas: https://tinyurl.com/mobilelunarferoz

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