terça-feira, 1 de fevereiro de 2022

.: "Impossível" para Netflix? De locadora à maior plataforma de streaming

Inspirado em casos reais, Alex Bonifácio apresenta método para conquistar objetivos improváveis por meio de recursos invisíveis


Nos dicionários, o vocábulo impossível é definido como algo não realizável, inviável, impensável. Para Alex Bonifácio, escritor e palestrante, o termo simboliza um universo de possibilidades. Segundo o autor, nos próximos anos será ainda mais frequente a realização de tarefas consideradas impossíveis pelas mãos de pessoas absolutamente comuns. Esta convicção é a força motriz de "Impossível", livro que revela como qualquer um é capaz de vencer desafios com criatividade e alcançar resultados impressionantes.

Com a obra, o autor apresenta casos reais de superação de obstáculos considerados insuperáveis por meio de insights poderosos. Inspirado nestas histórias, Alex propõe um método para identificar os ativos invisíveis, recursos e soluções alternativas que já estão disponíveis, mas são ignoradas. O livro responde uma pergunta valiosa não apenas no mundo dos negócios, mas em qualquer área. Como inovar com o que já existe para tornar possível o que até então parecia impossível? Para Bonifácio, a resposta passa pela adoção do Mindset de Oportunidades.

Um cabeleireiro que encontrou um jeito novo de lidar com derramamentos de óleo no mar e ainda economizar US$ 2 bilhões. Uma aposentada que, sem recursos, alimentos, medicamentos, doações ou assistência médica acabou com a mortalidade infantil por desnutrição e desidratação. Um desenvolvedor de produtos que, sem depender de ajuda internacional, teve uma ideia para eliminar minas terrestres abandonadas em países africanos carentes a custo zero. Estes são apenas alguns dos muitos exemplos de objetivos atingidos por pessoas comuns a partir do Mindset de Oportunidades que Alex Bonifácio apresenta.

"Impossível - Como descobrir oportunidades incríveis para criar transformações na vida, nos negócios e no mundo" é um convite para ressignificar as origens da inovação. A obra descontinua o clichê de que as grandes ideias nascem apenas em centros de pesquisas e são fruto das mentes de diplomados com MBA. O livro mostra como é possível inovar todos os dias a partir da observação de oportunidades ocultas. Conforme o autor, acontecimentos aparentemente banais, que não têm valor, utilidade ou viabilidade reconhecidas, podem resultar em soluções transformadoras.

Esta leitura é indicada para quem busca criar inovações disruptivas e empreendedores que desejam desenvolver novos negócios com baixo custo. O livro é ideal para líderes que procuram um método simples e de aplicação imediata para promover a cultura da inovação. Empreendedores sociais que visam transformar comunidades e qualquer pessoa com o propósito de fazer a diferença no mundo também podem se beneficiar dos ensinamentos da obra.

Repleta de ilustrações, diagramas e exercícios práticos, a obra estimula o potencial criativo a cada capítulo, favorecendo a germinação de ideias originais e revela uma nova e viável alternativa para quem deseja ver o que todo mundo viu e pensar o que ninguém pensou.

Sobre o autor: Alex Bonifácio é escritor, palestrante e TEDx Speaker com mais de 550 mil visualizações. Administrador de empresas com especialização em marketing, é mestre em gestão do conhecimento e da tecnologia da informação. Há mais de uma década estuda os fatores que interferem no surgimento das ideias originais que podem ser aplicadas no dia a dia. Desenvolveu um método prático para a identificação de ativos invisíveis - soluções que já existem, mas permanecem ocultas - e o desenvolvimento da capacidade de atingir resultados improváveis. Também é autor dos livros “Pense Grande: atitudes e valores de pessoas de alto desempenho” e “Impossível - como descobrir oportunidades incríveis para criar transformações na vida, nos negócios e no mundo”.


Livro: Impossível - Como descobrir oportunidades incríveis para criar transformações na vida, nos negócios e no mundo

Autor: Alex Bonifácio

Editora: Belas Letras

ISBN/ASIN: 9788581744940

Páginas: 224

Categoria: Criatividade, Administração, Negócios, Economia e Gestão

Compre "Impossível - Como descobrir oportunidades incríveis para criar transformações na vida, nos negócios e no mundo" na Amazon: amzn.to/32PiMVo

.: "Morte no Nilo": conheça todos os personagens do novo filme

O longa da 20th Century Studios estreia nos cinemas em 10 de fevereiro e traz um elenco renomado


Dirigido por Kenneth Branagh e protagonizado por um elenco de destaque, "Morte no Nilo" chega aos cinemas em 10 de fevereiro. Baseado no romance homônimo de Agatha Christie de 1937, o filme é um suspense sobre o caos emocional e as drásticas consequências de um amor obsessivo.

Em "Morte no Nilo", as férias do detetive belga Hércules Poirot (Kenneth Branagh) a bordo de um glamuroso navio a vapor no Egito se transformam em uma terrível procura por um assassino, enquanto a lua-de-mel idílica de um casal perfeito é tragicamente interrompida. Ambientada em uma épica paisagem de vistas arrebatadoras do deserto e as majestosas pirâmides de Gizé, esta história de paixão desenfreada e ciúmes apresenta um grupo cosmopolita de viajantes impecavelmente vestidos, e as reviravoltas inesperadas suficientes para deixar o público inquieto e perplexo até o chocante desfecho.

Para se preparar para a estreia, conheça, abaixo, os personagens do filme, interpretados por grandes nomes:


Hercule Poirot (Kenneth Branagh)

Kenneth Branagh interpreta Hercule Poirot, uma das criações mais amadas e mais conhecidas de Agatha Christie. O personagem é um detetive belga perspicaz, autodepreciativo, cavalheiro e gentil, que aproveita as regalias de uma vida socializando em meio à elite.


Bouc (Tom Bateman)

Os personagens Euphemia Bouc (Anette Bening) e Bouc (Tom Bateman) em cena de Morte no Nilo


Tom Bateman retorna como o belo, charmoso e bem-humorado Bouc, o braço direito de Hercule Poirot. O ator conta que ficou feliz por reprisar seu papel de “Assassinato no Expresso do Oriente” (2017), e abraçou o enredo emocionante. “Foi muito interessante retornar a ele”, afirma Bateman. “No filme anterior, Bouc não se importava com ninguém além dele mesmo, mas agora ele cresceu e aprendeu a se importar.”


Euphemia Bouc (Annette Bening)

Anette Bening dá vida a Euphemia Bouc, mãe de Bouc, uma pintora renomada, que é desdenhosa, cheia de si e superprotetora em relação ao filho. Animada por fazer parte do elenco, Bening se entregou totalmente à personagem no contexto do período em que a história se passa, e sua atitude aparentemente cínica em relação ao amor. “Eu me diverti muito lendo sobre mulheres do período e o mundo boêmio na virada do século”, afirma Bening. “Aprender sobre pintoras do período, e onde Euphemia pode ter treinado e como isso pode ter impactado sua vida romântica foi uma parte muito importante no processo de entender a personagem.”


Linnet Ridgeway (Gal Gadot)

A alegre, elegante e podre de rica Linnet Ridgeway, herdeira de uma família conhecida e bem respeitada, é interpretada por Gal Gadot. Confiante e graciosa, a personagem nunca conheceu o amor verdadeiro, e fez diversos inimigos ao longo dos anos por conta de sua riqueza. “Ela é muito autocentrada, mas, ao mesmo tempo, muito compassiva”, afirma Gadot. “Ela está acostumada a ter as coisas do seu jeito, mas é solitária, então ela tem um grande vazio por dentro.”


Simon Doyle (Armie Hammer)

Armie Hammer e Gal Gadot como os personagens Simon Doyle e Linnet Ridgeway


Desempregado, porém belo e naturalmente charmoso, Simon Doyle é apaixonado por Jackie de Bellefort, até que ela o introduz à sua amiga de escola Linnet Ridgeway. Armie Hammer é quem dá vida ao personagem, e o ator achou o papel desafiador por se tratar de alguém que passa boa parte do tempo escondendo seu verdadeiro eu. “O quanto você pode mostrar, o quanto pode deixar escapar?”, pondera o ator. “Tem que acertar o equilíbrio; meu personagem precisa ser crível durante toda a história.”


Louise Bourget (Rose Leslie)

Rose Leslie interpreta Louise Bourget, a criada pessoal de Linnet Ridgeway, a quem é devota. “Louise está muito envolvida na extravagância da coisa toda”, diz a atriz, “mas isso deve ser um pouco doloroso. Ela está curtindo a vida de luxo, querendo se associar a esse grupo, querendo fazer parte do clã. No entanto, Linnet está sempre colocando o dedo na ferida de Louise ao lembrá-la qual seu lugar na hierarquia.”


Jacqueline de Bellefort (Emma Mackey)

Gal Gadot (que interpreta Linnet Ridgeway), Emma Mackey (Jacqueline De Bellefort) e Armie Hammer (Simon Doyle) em cena de Morte no Nilo


Emma Mackey é Jacqueline De Bellefort, que é atraente, espirituosa e mais inteligente do que aparenta, graças à sua educação em um internato. Nascida na aristocracia francesa, mas atualmente pobre, ela está perdidamente apaixonada por Simon Doyle. “Mesmo sendo uma mulher independente, forte e resiliente, ela faz tudo por Simon”, diz Mackey. “Jacqueline é movida por seu amor por Simon… sua razão de existir é Simon.”


Salome Otterbourne (Sophie Okonedo)

Sophie Okonedo interpreta Salome Otterbourne, a sensual cantora americana contratada para se apresentar no casamento egípcio de Simon Doyle. “Ela é uma mulher que simplesmente ama a vida”, diz Okonedo. "Ela é muito confiante sobre si mesma e sobre seu corpo."


Rosalie Otterbourne (Letitia Wright)

A sobrinha de Salome Otterbourne, Rosalie, que administra a carreira de cantora de sua tia, é interpretada por Letitia Wright, uma personagem sofisticada, espirituosa e ambiciosa. A atriz se atraiu pelo papel de Rosalie por causa de sua garra e determinação. “Ela é jovem e ainda assim muito motivada e diligente”, diz Wright. “É muito interessante trazer para a história uma personagem sensata como essa e ver certas situações que derrubam essa confiança.”


Andrew Katchadourian (Ali Fazal)

Andrew Katchadourian é o belo e gentil “primo” e amigo de infância de Linnet Ridgeway, cujo escritório de advocacia lida com todos os assuntos da família Ridgeway. O papel é interpretado por Ali Fazal, que ficou encantado por fazer parte do elenco. “Minha infância foi repleta de livros de Agatha Christie. O ‘Assassinato no Expresso do Oriente’ foi tão impressionante e tão rico.”


 

Os personagens Andrew Katchadourian (Ali Fazal), Rosalie Otterbourne (Letitia Wright) e Salome Otterbourne (Sophie Okonedo)


Linus Windlesham (Russell Brand)

Russell Brand é Linus Windlesham, um médico aristocrático, gentil e obcecado pela saúde. Ele já foi noivo de Linnet Ridgeway e deseja fazer o bem no mundo. O ator optou por focar “no calor e na integridade do personagem”, buscando autenticidade no papel, abraçando pesquisas sobre a medicina dos anos 1930.

Morte No Nilo estreia exclusivamente nos cinemas em 10 de fevereiro.


Trailer: 




.: "É Apenas Agitação": a Semana de 22 e a entrevista no universo da literatura

"É Apenas Agitação" analisa reportagens com os principais escritores da época e detalha a visão de cada um sobre o movimento cultural ocorrido há 100 anos


Revolucionária para uns, incapaz de trazer mudanças bruscas na visão de outros. A Semana de Arte Moderna – ou Semana de 22 – marcou o início do Modernismo na arte brasileira. Pintura, escultura, música e literatura unidas e um movimento de vanguarda que aconteceu entre 11 e 18 de fevereiro de 1922. À época, o editor do periódico "O Jornal", Peregrino Júnior, entrevistou dez grandes nomes da nossa literatura e trouxe mais visibilidade sobre a opinião particular de cada escritor sobre o movimento.

Hoje, um século depois e como forma de celebrar o centenário da Semana de 22, a pesquisadora e mestra em Teoria Literária Nélida Capela lança “É Apenas Agitação: A semana de 22 e a reação dos acadêmicos nas célebres entrevistas de Peregrino Júnior para O Jornal” (Editora Telha), livro que reúne as icônicas entrevistas feitas por Júnior aliada a uma análise meticulosa sobre os acontecimentos da época e seus desdobramentos. A obra traz um vasto material secular de valor histórico inestimável, algo que merece ser preservado para servir como fonte de estudo dessa e das próximas gerações.

Todas as dez entrevistas analisadas foram feitas com nomes pertencentes da Academia Brasileira de Letras. Destacam-se Coelho Neto – talvez o mais famoso à época –, João Ribeiro, Silva Ramos, Laudelino Freire, Cláudio de Souza e Medeiros e Albuquerque. Cada um destes à sua maneira, enxergavam a Semana de Arte Moderna como uma agitação que não daria resultados, uma imitação do que acontecera na Europa. Já os mais eufóricos achavam que o movimento era auspicioso, que gozava de boas intenções e que poderia, sim, movimentar as letras nacionais.

“É Apenas Agitação” traz um misto de reconstituição de cena literária, retrato de época e crítica cultural, tudo isso costurado junto da reflexão crítica de Nélida que analisa e contextualiza cada resposta dos escritores com rara dedicação. “Comecei, através de uma nesga do meu pensamento, a questionar a ciranda das palavras entrevista — margem — crítica — história literá­ria”, conta a autora.  A partir daí ela desenvolvia sua análise sobre cada relato feito um século atrás.

Outro ponto importante levantado por Nélida nas páginas de “É Apenas Agitação” trata da compreensão da prática da entrevista como um gênero genuinamente literário. O livro mostra que, muito antes de ficção, biografia, suspense ou autoajuda, a entrevista é a matriarca de todos pois ensina o escriba a extrair do entrevistado muito mais do que uma resposta às questões que colocamos, mas os sentimentos, contextos vividos e toda a atmosfera enfrentada por ele sobre um fato que será narrado através das lentes do escritor e entrevistador.

De forma brilhante, Nélida traz o recorte da literatura dentro da Semana de Arte Moderna e seus desdobramentos como um ponto de análise para a importância do gênero entrevista para a literatura. A escrita de primazia da autora em “É Apenas Agitação” prova como é capaz trançar assuntos que caminham em sentidos diferentes para um mesmo propósito.

Sobre a autora: Nélida Capela é mestra em Teoria Literária pela PUC-Rio, atua há 20 anos no mercado de livros como livreira, curadora de acervos e produtora de eventos com especialidade nos eixos temáticos antirracistas, indígenas e estudos de gênero.

Atualmente, pesquisa o mercado das editoras independentes e de conteúdos insurgentes.

Sobre a Editora Telha: A Telha tem seu ‘début’ editorial seguindo uma premissa simples: quem disse que editar e publicar livros não pode ser divertido e prazeroso? Foi com esse devir — afinal, não é ele o “processo do desejo”? — que decidimos fazer as edições que gostaríamos de ver nas prateleiras.

Primor gráfico, acompanhamento personalizado, time especializado e aquele nível saudável de transtornos controlados e tratados que são o nosso charme: obsessão com prazos, compulsão por detalhes e o inevitável narcisismo fruto dos resultados dos jobs. 


Livro: É apenas agitação: A semana de 22 e a reação dos acadêmicos nas célebres entrevistas de Peregrino Júnior para O Jornal

Autora: Nélida Capela

Editora: Telha

Páginas: 196 

Você pode comprar "É apenas agitação: A semana de 22 e a reação dos acadêmicos nas célebres entrevistas de Peregrino Júnior para O Jornal" na Amazon: amzn.to/3rdkj0P



.: Sala inédita S.O.S. - Boys Don't Cry by Anitta é atração do Escape 60


Em parceria com a cantora Anitta, o Escape 60, marca pioneira no desenvolvimento de jogos de fuga presenciais e on-line no Brasil, apresenta sala inédita "S.O.S. - Boys Don't Cry", na unidade da Henrique Schaumann, em Pinheiros. O desafio faz parte da ação de lançamento de Boys Don't Cry, último single lançado pela cantora, e estará  disponível ao público até o dia 13 de fevereiro. Durante o jogo, são enviadas dicas gravadas pela própria Anitta, para auxiliar os participantes a desvendar os mistérios dos ex-namorados. 

No desafio, os participantes são convidados pelo novo namorado de Anitta para um jantar organizado por ela, em sua casa sombria. Ao chegar no local, descobrem que Anitta acaba de terminar o romance, mais uma vez, e fugir para bem longe, deixando o atual ex e os demais jogadores trancados. Agora vale tudo! O maior desafio é manter a calma e encontrar a saída, afinal, who says boys don't cry? 

Anitta deixou uma cartinha com dicas para os convidados tentarem escapar da casa em até 60 minutos. Caso contrário, serão levados direto para o além e recepcionados por outros ex-namorados da cantora, que não conseguiram escapar da emboscada. PS: se os jogadores falarem três vezes seu nome, a própria Anitta assombrada pode aparecer! 

Podem participar de quatro a dez jogadores, lembrando que a sintonia e a interatividade entre os integrantes são as principais dicas para desvendar os enigmas. Em caso de necessidade, existe um botão de emergência, que abre a porta da sala antes dos 60 minutos de prazo.

Vale ressaltar que todos os cuidados para segurança e higiene continuam sendo tomados e muito bem controlados. As unidades funcionam com horas marcadas, a fim de seguir o protocolo da Covid-19 e garantir a segurança de colaboradores e clientes, sem perder a diversão. 

Para agendamento e mais informações sobre essa e outras salas do Escape 60, basta acessar o site escape60.com.br.


Serviço

Sala “S.O.S. - Boys Don't Cry by Anitta”

Endereço: Rua Henrique Schaumann, 717 - Pinheiros, São Paulo

Horário: Segunda a Quinta e Domingo das 10h às 21h; Sexta e Sábado das 10h às 23h

Valor do ingresso: R$ 99,90 por pessoa

Jogadores: de 4 a 10 pessoas





segunda-feira, 31 de janeiro de 2022

.: As diferentes faces da verdade no clássico de Luigi Pirandello


A peça "Assim É (Se Lhe Parece)" coloca em debate os conceitos de realidade e objetividade.


O que uma peça de teatro representada pela primeira em 1917, na Itália, durante a Primeira Guerra Mundial, pode ter em comum com as situações cotidianas vividas em 2022? A resposta é: tudo. "Assim É (Se Lhe Parece)" é um melodrama burguês sobre a essência da verdade. Focado na obsessão de seus personagens pela vida alheia, a obra encontra ecos nos dias atuais, especialmente na fixação cada vez maior pelas redes sociais.

Luigi Pirandello explora questões filosóficas fundamentais, colocando em xeque os conceitos de verdade e objetividade. Desde seu lançamento no século XX, inúmeras montagens da peça acumularam-se mundo afora - inclusive uma performance lendária do Teatro Brasileiro de Comédia, em 1953, com Cleide Yaconis e Paulo Autran, elogiada por Décio de Almeida Prado e vencedora do Prêmio Governador do Estado de São Paulo.

A obra, uma das principais manifestações da dramaturgia do século XX, chega novamente às livrarias do Brasil onze anos depois da primeira edição, com novo projeto gráfico criado para a coleção Luigi Pirandello na Tordesilhas Livros, que já conta com o e-book de "Esta Noite se Improvisa". A nova edição apresenta, também, bibliografia e cronologia sobre a vida do autor e posfácio do crítico e professor livre-docente na Unicamp, Alcir Pécora

Sobre a obra
Por meio de diálogos ágeis e divertidos, Luigi Pirandello expõe a história de Frola, uma senhora que se muda para o prédio de uma família da alta burguesia italiana, os Agazzi, e se recusa a recebê-los - gesto que é encarado com indignação pelo senhor Agazzi. Com o surgimento de Ponza, genro da velha e colega de repartição do senhor Agazzi, a revolta logo se torna perplexidade e curiosidade.

Ponza se desculpa pela sogra e pede que todos tenham paciência, pois ela enlouqueceu com a morte da filha e agora está sob seus cuidados. Pouco tempo depois, é Frola quem conta, de forma coerente e sã, ser o genro quem se abalou mentalmente e agora acredita que a esposa está morta. Entre idas e vindas de ambos, a confusão de todos aumenta cada vez mais, beirando o desespero.

Sobre o autor
Luigi Pirandello nasceu na Sicília em 1867 e morreu em Roma em 1936. É considerado um dos mais importantes escritores do século XX e precursor do Teatro do Absurdo, que seria desenvolvido nos anos 1950. Participou ativamente da vida cultural italiana sob o domínio de Benito Mussolini, embora se recusasse a transmitir em suas obras qualquer mensagem relativa à sua posição política.

Doutor em Filologia pela Universidade de Bonn, Alemanha, com tese sobre o dialeto de sua cidade natal, revela grande preocupação linguística em sua obra literária, boa parte dela escrita no dialeto siciliano. Pelo seu trabalho como escritor e dramaturgo, Luigi Pirandello recebeu o Prêmio Nobel de Literatura de 1934. Você pode comprar "Assim É (Se Lhe Parece)", de Luigi Pirandello, neste link.




.: Ronnie Von lança videoclipe de "Só de Você" em homenagem a Rita Lee


O cantor e apresentador Ronnie Von celebra a sua amizade de 55 anos com a Rainha do Rock, Rita Lee, homenageando-a por seu grande legado à música brasileira com o lançamento do videoclipe da música “Só de Você”, que é um dos maiores clássicos da cantora.

Eterno "príncipe da música brasileira", o cantor e apresentador de TV Ronnie Von celebra a sua amizade de 55 anos com a Rainha do Rock, Rita Lee, homenageando-a por seu grande legado à música brasileira com o lançamento do videoclipe da música “Só de Você”, que é um dos maiores clássicos da cantora. A criação, produção e divulgação do conteúdo são assinadas pela RREC, empresa dos diretores Rodrigo Righetti e Eduardo Cariboni que oferece soluções integradas em criatividade, produção de vídeo e entretenimento.

A produção teve como cenário a exposição "Samsung Rock Exhibition Rita Lee", sediada no Museu da Imagem e do Som, em São Paulo, que traça um panorama da vida e da carreira da diva do rock nacional. Ronnie Von apresenta uma versão orquestrada da música, acompanhado de uma big band e com muitas influências jazzísticas, trazendo novas nuances a esse grande sucesso da cantora. 

A produção musical é assinada pelo Estúdio 8, sob a produção de Donny Silva, que já atuou ao lado de diversos dos mais importantes nomes da música brasileira e internacional, como George Benson, Rosa Marya Colin, Vanessa Jackson, IRA e muitos outros.

Além da performance, a produção traz ainda gravações de depoimentos inéditos de Ronnie Von sobre a amizade duradoura com Rita Lee, que teve início em um encontro literário realizado na casa de amigos em comum, e se estendeu por toda a vida. O encontro gerou momentos marcantes na vida cultural brasileira, como a apresentação de Os Mutantes (antiga banda em que Rita Lee era estrela) na estreia do programa de TV “O Pequeno Mundo de Ronnie Von”, no ano de 1966.

“A Ritinha está na minha vida há 55 anos, é uma amiga muito querida, e o videoclipe foi uma maneira de homenageá-la por esta parceria incrível. Foi um trabalho desafiador, que só foi viável graças ao trabalho da RREC e do Estúdio 8”, disse Ronnie Von.

"Ronnie e Rita são duas figuras emblemáticas da música brasileira, cuja influência moldou o trabalho de gerações na área artística, inclusive o meu. Como fã e profissional, contribuir para viabilização desse registro histórico é um grande privilégio e uma maneira de imprimir nossa marca no universo música, além de fortalecer a nossa aposta no entretenimento", afirma Rodrigo Righetti, sócio da RREC.

“Nossa admiração pela pessoa e pelo cantor Ronnie Von são enormes, tanto que tivemos a honra de gravar o primeiro disco do Ronnie depois de 25 anos, o álbum de standards 'One Night Only'. Poder fazer parte desta homenagem linda, para uma das maiores artistas do Brasil, é um grande privilégio” afirma Donny Silva, produtor ao lado de Demetre Georguleas e Rubens Azevedo. “Só de Você” estreia no dia 1º de fevereiro em todas as plataformas de streaming de áudio e nas redes sociais do cantor.

.: Rei dos vestibulares, “O Alienista”, de Machado de Assis volta em nova edição


Clássico da literatura nacional, “O Alienista” tem leitura recomendada para vestibulares.

editora Serena inaugura os lançamentos de 2022 com clássicos da literatura nacional e internacional: “O Alienista”, de Machado de Assis, e “O Príncipe Feliz e Outras Histórias”, que reúne três importantes contos infantis de Oscar Wilde.

Recomendado para vestibulares, “O Alienista” conta, com pitadas de humor, a história do médico Simão Bacamarte. Recém-chegado da Europa, onde conquistou fama e prestígio, ele deixa os moradores de Itaguaí, no Rio de Janeiro, amedrontados quando resolve montar um manicômio na cidade. O povo da região começa a ter medo de sair às ruas, pois a qualquer momento poderia ser julgado como louco por Bacamarte. Você pode comprar "O Alienista", de Machado de Assis, neste link.

Sobre a editora Serena
A Serena é uma editora brasileira que tem como propósito desenvolver afetos e motivar as emoções humanas por meio da leitura, valorizando o poder da imaginação e o desenvolvimento intelectual e social que cada pessoa adquire com o simples hábito de ler. Sediada em São Paulo, a casa editorial fez seu primeiro lançamento em abril de 2021 com a obra “Viver É Verbo”, de Gabriel Chalita. Em dezembro, lançou a biografia “Vivendo Como Um Guerreiro”, que conta a trajetória de Whindersson Nunes. A editora Serena atua com um catálogo composto por livros de literatura infantojuvenil, filosofia, desenvolvimento humano e biografias, dentre outros gêneros.


Livro: "O Alienista"
Páginas: 104
Autor: Machado de Assis
Editora: Serena
Acabamento: brochura
Lançamento: janeiro de 2022


Livro: "O Príncipe Feliz e Outras Histórias"
Páginas: 64
Autor: Oscar Wilde
Editora: Serena
Acabamento: brochura
Lançamento: janeiro de 2022


.: Gizelly Bicalho confina famosos no reality show "Casa de Verão"


Pocah, Gleici Damasceno e o influenciador Yarley são alguns dos nomes confirmados. Haverá shows de Gusttavo Lima e da poderosa Anitta. 


Provando que faz justiça ao apelido de Furacão conquistado em sua participação no "Big Brother Brasil" em 2020, a advogada e influenciadora Gizelly Bicalho, de 30 anos, lançou seu próprio reality show, o "Casa de Verão Gizelly Bicalho", onde aparece apresentando o programa.

Para a estreia, ela garantiu um time de peso: Pocah, Yarley, Gleici Damasceno, Pablo Sales, Ronan, Gabi Prado, Louise Estaniek, Lucas Dantas Vrau, Cinthia Cruz, Julia Alvarenga, Carol Marchezi, Caio Afiune, Waleria Mota e seu namorado Thalles Gripp.

Confinados do dia 27 ao dia 31 de janeiro, os participantes ficarão em uma mansão em Guarapari/Espirito Santo, cidade onde Gizelly nasceu, e quem ficará responsável pela escolha do ganhador será o público por meio de votação no Instagram. Para os dias é esperado dinâmicas, festas e muita azaração.

E não para por ai, os convidados de Gizelly, assistirão aos shows de Gusttavo Lima e da poderosa Anitta, em uma casa de shows próximo ao local que estarão confinados. "Estou muito feliz em fazer esse reality na minha terra. Quero trazer as pessoas para conhecer o Espirito Santo, se divertir e ainda aproveitar o que nossos locais tem de melhor. Tomei o cuidado de chamar parceiros locais, para que essas pessoas também tenham suas oportunidades. Esse reality é para o povo se divertir, beijar na boca se der vontade, curtir nossas praias, trocar energias e ser feliz depois de um tempo sombrio que passamos", declara a Furacão. 

O público poderá assistir ao conteudo gravado no youtube oficial de Gizelly, onde todos os dias, ao meio dia, ela disponibilizará um resumão do que aconteceu nas horas anteriores. Já no Instagram da advogada, a cobertura será completa e ao vivo.

.: Marcelo Tas entrevista Tamara Klink no #Provoca desta terça-feira


Na TV Cultura, velejadora conta sobre experiências e emoções em alto mar.

Nesta terça-feira, dia 1º de fevereiro, a velejadora Tamara Klink é a convidada de Marcelo Tas no #Provoca. Em uma conversa intensa e ao mesmo tempo descontraída, a jovem brasileira que cruzou o Oceano Atlântico sozinha participa da edição com "provocações" sobre suas experiências em alto mar, sua relação com o pai e com a escrita. Na TV Cultura, a edição vai ao ar a partir das 22h.

Com 24 anos, a filha do navegador e escritor brasileiro Amyr Klink cruzou o Oceano Atlântico sozinha a bordo do “Sardinha” e, assim como o pai, tem histórias boas para contar. Durante a edição, Tas lhe pergunta quais as semelhanças entre o mar e seu pai. Tamara explica que, por muito, aprendeu as coisas sozinha. 

Ela conta sobre os ensinamentos do pai e das vezes em que buscava conselhos sobre a navegação e recebia um silêncio no lugar de instruções. “Ele estava sempre assim, um pouco me empurrando a ir atrás das minhas próprias respostas e a aprender a fazer minhas próprias perguntas, e foi muito frustrante no começo porque eu sentia que ele tinha as respostas pra me dar e não me dava, mas ao mesmo tempo isso me deu uma autonomia que eu ia precisar usar depois”, pontua Tamara.

Ela explica que tudo contribuiu para sua autonomia, até porque no mar estava só. Tamara diz que lhe faltara entendimento no início e que foi bom aprender com os erros. Durante a conversa com Tas, ela conta sobre como é estar no desconhecido, em silêncio, e explica a excitação na chegada aos portos. “Eu chegava num porto com muita carência, porque eu cansava de ser minha própria fonte de carinho, eu cansava de ser a única pessoa que eu ia lembrar que era uma humana que tinha limites”.

Em meio às provocações, a autora de “Mil Milhas”, "Crescer & Partir" e “Um Mundo em Poucas Linhas” revela que através da obrigatoriedade da escrita imposta durante as viagens de sua infância, percebeu como ser uma “escrevedora de diários” se tornou importante. “Aos poucos eu fui entendendo que isso era uma ferramenta muito poderosa para criar autoconfiança e entender que a nossa história importava”, finaliza.

A edição ainda infiltra os detalhes de suas viagens com o barco, como a dosagem do sono e o fato de sempre existir um rumo. “E como que você faz agora que está na terra?”, questiona o apresentador. "Eu crio o destino final da próxima viagem, que é a única coisa que eu aprendi a fazer. Esse é o meu recurso, eu vou usar isso com todas as minhas forças”, finaliza Tamara Klink.


domingo, 30 de janeiro de 2022

.: Entrevista: Luiz Henrique Rios, diretor artístico de "Além da Ilusão"


"O primeiro momento foi de construção de relações. Sensibilizar novamente as pessoas a estarem com outras, porque nós estamos com medo uns dos outros. Estamos com dificuldade de nos ver e nos tocar, porque precisamos nos proteger. Isso também diz respeito a mim, aos meus diretores e a todos nós", afirma Luiz Henrique Rios. Na imagem, bastidor da novela com ele, Afonso ( Lima Duarte ) e Padre Romeu ( Emiliano Queiroz ). Foto: Paulo Belote / Globo


Luiz Henrique Rios é o diretor artístico de "Além da Ilusão", novela escrita por Alessandra Poggi e protagonizada por Larissa Manoela e Rafael Vitti em meio a um elenco de feras. Formado em ciências sociais, com especialização em Antropologia, Luiz Henrique Rios é diretor na Globo desde os anos 1990, quando dirigiu "Quatro por Quatro". Esteve à frente ainda de produções de destaque como "Corpo Dourado", "Belíssima", "Da Cor do Pecado", "Passione", "Totalmente Demais", "Pega Pega", "Pais de Primeira" e "Bom Sucesso". Nesta entrevista, ele fala sobre os desafios de dirigir uma novela em plena pandemia.


"Além da Ilusão" é definida como uma história de encantamento, amor e esperança. Qual o principal conceito da novela?
Luiz Henrique Rios -
O conceito da novela é simplicidade. É beleza e fluidez. É uma narrativa mais leve, solta. Quero que as pessoas achem gostoso de assistir, que sintam. E tem o encantamento, que faz com que a gente construa essa ideia de uma novela mais alegre, colorida, bela. De alguma maneira, queremos dar para as pessoas uma sensação de esperança e romantismo. É isso que estamos construindo através de uma luz e de um ambiente que dê alegria e, ao mesmo tempo, uma sensação de magia nessa imagem.

Como você define "Além da Ilusão"?
Luiz Henrique Rios - 
Uma novela com amor, encantamento e esperança. É uma história passada há tempos, mas que, na verdade, é muito próxima do nosso presente. A época é pano de fundo, tem uma grande força do feminino e uma discussão profunda sobre verdade e mentira. Uma questão de restauração, que é a busca da justiça, que se dará pelo amor. O público também vai refletir, por meio do encantamento, sobre a aceitação do outro, o encontro e sobre o feminino transformando o mundo.

Quais são os desafios da direção na abordagem desse período do Brasil, entre as décadas de 1930 e 1940? 
Luiz Henrique Rios - 
O Brasil está se modernizando, a gente está saindo das estruturas mais arcaicas. De alguma maneira, o país está mudando. As mulheres estão ganhando força. É muito mais esse conceito - o Brasil está mudando - do que exatamente uma discussão sobre o quadro. Isso é citado, existe no interior e no cotidiano das personagens. Quando a gente entra em 1944, o Brasil entrou na Segunda Guerra. Então, iremos à guerra.


Como pretende fazer?
Luiz Henrique Rios - 
É mais importante para a gente a visão de como esses personagens vão ser afetados na guerra e como o esforço de guerra afeta a possibilidade de uma indústria têxtil ficar mais forte. Estou contando a história de famílias no Brasil naquele tempo.


Como é a parceria com Alessandra Poggi?
Luiz Henrique Rios - É a primeira vez que trabalhamos juntos e está sendo um grande prazer, um trabalho de parceria bacana e próximo. Foi um lindo encontro, de muita confiança. Vamos construir uma novela linda.


Como foi a preparação do elenco, ainda nesses tempos de pandemia, e de que forma acredita que isso contribui para o sucesso da novela? A sua presença na dinâmica também foi citada como um diferencial.
Luiz Henrique Rios - Estamos todos voltando de um afastamento importante por conta de uma grande tragédia humana. Tive que fazer essas pessoas conviverem de uma maneira muito intensa e construírem o espírito de corpo e confiança, porque a pandemia não acabou. O primeiro momento foi de construção de relações. Sensibilizar novamente as pessoas a estarem com outras, porque nós estamos com medo uns dos outros. Estamos com dificuldade de nos ver e nos tocar, porque precisamos nos proteger. Isso também diz respeito a mim, aos meus diretores e a todos nós. Achei que essa experiência, com todos juntos, pudesse ter uma troca muito interessante. Para a autora poder conhecer todo mundo sem máscara, a convidamos para abrir nosso workshop e ela quis participar. Foi uma coisa muito linda, porque nos divertimos juntos. Depois passamos umas quatro semanas na preparação, com leituras, testes de cena, entre outras atividades.

Os personagens exaltam muitos artistas da época, principalmente músicos, como Pixinguinha, Noel Rosa, Orlando Silva. Além disso, é o período da Era de Ouro do rádio no Brasil (anos 40-50). Como foi a escolha da trilha sonora? Teremos alguma regravação especial para a novela?
Luiz Henrique Rios - 
Tem duas coisas. Tem aquilo que acontece na novela, que é o tempo da novela. Então, eu ligo um rádio em cena e tocará música daquela época. Eu coloco um disco e toca outra, mas essa não será a trilha sonora da novela. A trilha sonora vai de músicas de época à modernas. Tem uma ou outra música clássica, como “Rosa”, a música de amor da Elisa (Larissa Manoela) com o Davi (Rafael Vitti), que é uma valsa do Pixinguinha cantada pela Marisa Monte. A trilha é feita de músicas de grandes tempos, sendo algumas regravadas, outras até originais.

O que o público pode esperar desse novo trabalho?
Luiz Henrique Rios - Essa novela conversa muito sobre esse lugar da força das relações, de como se estabelecem. E não deixa de ser uma parábola temporal, porque, se você pensar, a virada do Brasil agrário é uma mudança cultural, de estrutura e de pensamento muito grande. Uma discussão de que a gente está saindo de um mundo fabril para um digital. Com mais delicadeza, a gente está se adaptando a uma mudança cultural de tempo e espaço. Então, estamos fazendo uma grande parábola sobre o tempo de agora, usando o passado.

.: Top 5: Dicas para o Dia Nacional das Histórias em Quadrinhos


Neste domingo, dia 30 de janeiro, será celebrado o Dia Nacional das Histórias em Quadrinhos, gênero literário que, muitas vezes, é a porta de entrada para o mundo dos livros e considerado, portanto, importantíssimo para a formação de novos leitores. 

Mais do que entretenimento, as HQs unem cultura e educação, por isso, a importância de homenagear autores, ilustradores, roteiristas e tantos outros profissionais do segmento nesta data especial.  A seguir, confira o top five da Sesi-SP Editora para comemorar a produção nacional das histórias em quadrinhos.


"Anuí", do autor Marcelo Lelis
A obra traz a história da pequena Alice e sua caixa de música, fazendo com que o leitor acompanhe o seu mundo, sonhos, emoções e desejos. Conforme escreveu o jornalista Felipe Gabrich, “a linguagem é simples e apenas emoldura a beleza das ilustrações de um artista que fala com as mãos”. Você pode comprar a HQ neste link.


"Ânsia Eterna", da autora Verônica Berta
Baseado em contos de Júlia Lopes de Almeida, escritora brasileira nascida em 1862, o livro transpõe as histórias com o olhar da autora Verônica Berta. Um verdadeiro carrossel que passa pelo suspense, surpresa, grotesco e tragédia e que toca em algumas discussões sociais sempre atuais. Você pode comprar a HQ neste link.


"Sobrenatural Social Clube (vol. 3)", do autor Ronaldo Barata
Jorge, um dos integrantes do Sobrenatural social clube, acaba se perdendo junto de sua família. No meio de uma estrada erma, por acaso acabam chegando em uma estalagem macabra. Ali, o garoto terá de superar obstáculos fantasmagóricos para liberar seus pais, que são enfeitiçados pelo estalajadeiro. Para isso, ele contará com uma ajuda um tanto inesperada do além. Você pode comprar a HQ neste link.

"Selvagem", do autor Clayton Junior
Silver é um cão pastor e vive em uma fazenda desde que foi adotado, ainda filhote. Suas únicas amigas são as ovelhas de quem toma conta. Um dia, ao ultrapassar os limites da propriedade, faz amigos inusitados e entra em contato com um mundo totalmente novo. Você pode comprar a HQ neste link.


"Isto Não É Um Assassino", dos autores Gustavo Machado e Hugo Aguiar
“Doutor, todas as noites eu tenho o mesmo sonho, mas, no final, eu não consigo vê-lo”. O livro é baseado em fatos surreais e uma homenagem ao pintor belga René Magritte (1898 – 1967). Na busca pelo desconhecido, os leitores são convidados a achar um significado para as imagens, onde nem tudo é o que parece ser. Você pode comprar a HQ neste link.

.: “O Príncipe Feliz e Outras Histórias” traz contos infantis de Oscar Wilde


editora Serena inaugura os lançamentos de 2022 com clássicos da literatura nacional e internacional: “O Príncipe Feliz e Outras Histórias”, que reúne três importantes contos infantis de Oscar Wilde, e “O Alienista”, de Machado de Assis, que sempre figura nas leiturad recomendadad para vestibulares.

Com uma abordagem bastante atual, mesmo tendo sido publicados originalmente em 1888, os três contos que compõem  “O Príncipe Feliz e Outras Histórias” retratam as diferenças entre pessoas de realidades sociais distintas, tendo a emoção como pano de fundo.

Os personagens infantis de Oscar Wilde, na maioria das vezes são seres inanimados que ganham vida, conduzindo o leitor pelos caminhos da imaginação e da reflexão sobre os bons valores por meio de textos sutis, bem-humorados e inteligentes. Você pode comprar o "O Príncipe Feliz e Outras Histórias", de Oscar Wilde, neste link.

Sobre a editora Serena
A Serena é uma editora brasileira que tem como propósito desenvolver afetos e motivar as emoções humanas por meio da leitura, valorizando o poder da imaginação e o desenvolvimento intelectual e social que cada pessoa adquire com o simples hábito de ler. Sediada em São Paulo, a casa editorial fez seu primeiro lançamento em abril de 2021 com a obra “Viver É Verbo”, de Gabriel Chalita. Em dezembro, lançou a biografia “Vivendo Como Um Guerreiro”, que conta a trajetória de Whindersson Nunes. A Serena atua com um catálogo composto por livros de literatura infantojuvenil, filosofia, desenvolvimento humano e biografias, dentre outros gêneros.


Livro: "O Príncipe Feliz e Outras Histórias"
Páginas: 64
Autor: Oscar Wilde
Editora: Serena
Acabamento: brochura
Lançamento: janeiro de 2022


Livro: "O Alienista"
Páginas: 104
Autor: Machado de Assis
Editora: Serena
Acabamento: brochura
Lançamento: janeiro de 2022

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