segunda-feira, 13 de outubro de 2025

.: Entrevista: Marcelo Viana e a poesia escondida nos números


Por 
Helder Moraes Miranda, jornalista e crítico de cultura, especial para o portal Resenhando.com. Foto: Bel Pedrosa

Há algo de poético em ver um matemático virar texto de vestibular. Marcelo Viana, diretor-geral do IMPA (Instituto de Matemática Pura e Aplicada) e um dos maiores nomes da ciência brasileira, acordou um dia e descobriu que suas palavras estavam sendo “avaliadas” por milhares de jovens na UERJ (Unoiversidade do Estado do Rio de Janeiro). Justo ele, que há anos tenta mostrar que a matemática é mais humana do que parece - feita de dúvida, descoberta e espanto.

Autor de "Histórias da Matemática: da Contagem nos Dedos à Inteligência Artificial", publicado pela editora Tinta-da-China Brasil, Viana acaba de ser lido por um público que talvez ainda não saiba que também faz parte dessa história. Ele agora está de volta às livrarias com "A Descoberta dos Números", um livro ilustrado que transforma a curiosidade em caminho.

Nesta entrevista exclusiva para o portal Resenhando.com, Marcelo Viana fala sobre o medo que a escola criou da matemática, a beleza escondida nas equações, o papel da inteligência artificial e as surpresas de quem vive entre o caos e a ordem, tanto na teoria quanto na vida cotidiana. Leia a crítica do livro - Antes do “pix” e da fatura do cartão, havia uma ovelha e Marcelo Viana conta - neste link.

Resenhando.com - Seu livro "Histórias da Matemática" virou texto de vestibular e agora “examinou” milhares de estudantes. O que é mais assustador: estar diante de uma banca de especialistas ou ver seu próprio texto servir de filtro para futuros universitários?
Marcelo Viana - De repente me ver no lugar dos autores daqueles textos que estudei na escola. Por alguma razão, lembro particularmente de Érico Veríssimo... Foi um pouco assustador: lisonjeiro, claro, mas um pouco intimidador. Mas o mais assustador foi o pensamento: “Será que eu sei responder as perguntas sobre o meu texto?”.

Resenhando.com - O senhor transita entre a teoria do caos e a contagem nos dedos. No fundo, a matemática é mais sobre ordem ou sobre desordem?
Marcelo Viana - A matemática é sobre o universo, sobre tudo o que nos rodeia. Tanto a ordem quanto o caos estão incluídos. Como seres pensantes, nós precisamos estruturar as nossas percepções, organizar para compreender. Passei boa parte da minha vida como matemático identificando padrões, organizando o caos.


Resenhando.com - Muitos têm medo da matemática como se fosse um monstro inatingível. Na sua opinião, a escola mata mais sonhos matemáticos do que estimula?
Marcelo Viana - Eu acredito que o gosto pela matemática é inato a (praticamente) todos nós. Em seguida, as experiências dos primeiros anos moldam o modo como realmente nos relacionamos com a disciplina. Primeiro no seio da família, logo nos bancos escolares. É bem cedo, na primeira infância que o que vivenciamos determina se a matemática vai ser um pesadelo ou uma fonte de prazer.


Resenhando.com - O livro "A Descoberta dos Números", é ilustrado e acessível. Isso é uma estratégia de “popularizar” ou, secretamente, de mostrar que até os grandes teoremas cabem num traço de desenho?
Marcelo Viana - Esse livro nasceu sozinho: ele já existia, do jeito que ele é, bem antes de eu tomar consciência disso. Foi durante uma conversa com a editora, a Sofia Mariutti, que eu me apercebi: “Peraí, isso que vem passando pela minha cabeça constitui um pequeno livro sobre um tema fascinante”. Estou exagerando, claro. Durante a escrita eu conversei com colegas que me inspiraram a ir mais além, o próprio pessoal da Tinta-da- China Brasil contribuiu com várias ideias ótimas, e o belo traço do Rafael Sica transformou as ilustrações em algo diferente. Mas o conceito de um livrinho que conta a todo mundo o fascínio da aventura dos números, sem fugir nunca da verdade matemática, lançando mão de diferentes recursos para falar com diferentes pessoas ao mesmo tempo, esse a Musa trouxe prontinho da caverna de Platão.


Resenhando.com - Se o senhor pudesse escolher uma única equação para ser lida em voz alta todos os dias pelas pessoas, como um mantra, qual seria?
Marcelo Viana - “Muitas eras devem ter passado antes que alguém se apercebesse de que um par de dias é um casal de pássaros são, ambos, manifestações do número dois”, frase de Bertrand Russel. Pode não parecer uma fórmula como as pessoas entendem fórmulas, mas isso é intencional. Uma fórmula é apenas uma forma compacta (e muito útil) de expressar uma ideia. Infelizmente, muitas vezes ficamos com a fórmula e ignoramos a ideia. Mas a ideia é tudo. E nessa frase Russel descreve, melhor do que ninguém, uma das grandes façanhas do intelecto humano: a descoberta do número.


Resenhando.com - O senhor já ganhou prêmios importantes, como o Louis D. na França. Mas no Brasil, onde a ciência é sempre disputada com a precariedade, qual é o verdadeiro prêmio: o reconhecimento externo ou a resistência diária para manter a pesquisa viva?
Marcelo Viana - O apoio à ciência no Brasil hoje é precário e amplamente insuficiente. Quando eu era recém doutor e decidi ficar no país e me tornar pesquisador, ele era essencialmente inexistente. Então precisamos reconhecer os avanços e ir à luta por cada vez mais apoio e melhores condições para a pesquisa científica. Para mim, o prêmio maior é ajudar a construir o futuro, sobretudo a satisfação de formar jovens pesquisadores talentosos. A satisfação de ver seu orientando ter suas primeiras ideias originais não é muito diferente do que sentimos quando um filho bebê dá os primeiros passos.


Resenhando.com - O senhor acredita que os números são descobertos ou inventados? E o que essa resposta revela sobre como vemos a realidade?
Marcelo Viana - (Risos) Eu sou platônico, tal como a maioria dos matemáticos: acredito que as ideias matemáticas fazem parte do tecido da realidade e que a nossa tarefa é descobri-las. Euler observou que se contarmos o número de faces (F), de arestas (A) e de vértices (V) de qualquer poliedro, o valor de F-V+A é sempre 2. O que tem de inventado nisso? É uma lei do universo, tanto quanto a lei da gravitação de Newton ou as leis do eletromagnetismo de Maxwell.


Resenhando.com - A inteligência artificial, tema abordado em "Histórias da Matemática", já começa a resolver problemas que antes eram exclusivos de matemáticos. Há um risco real de a IA tornar o matemático obsoleto - ou a máquina ainda precisa aprender a errar com criatividade?
Marcelo Viana - Algumas décadas atrás acreditávamos que a máquina nunca poderia jogar xadrez melhor do que nós, porque ela seria ensinada por humanos e portanto não poderia nos ultrapassar. Então Deep Blue venceu o campeão do mundo, Gary Kasparov. E hoje em dia as máquinas nem precisam ser ensinadas por humanos para jogarem de um modo que nós nunca conseguiremos. Mas isso não tornou o xadrez obsoleto, nem diminuiu o prazer em jogá-lo. Eu acredito que não está longe o dia em que algoritmos resolverão problemas matemáticos e provarão teoremas importantes e, portanto, nos ajudarão a fazer avançar o conhecimento. Mas não acredito que isso torne o matemático humano obsoleto.


Resenhando.com - Como diretor do IMPA, o senhor lidera um espaço de elite da ciência brasileira. Mas se tivesse que ensinar matemática para uma turma de alunos do ensino médio de periferia, por onde começaria?
Marcelo Viana - Esse é um enorme desafio, provavelmente o maior na minha área de atuação. Acho que eu começaria tentando buscar um tema do interesse dos alunos e levar a turma a se debruçar sobre esse tema para entendê-lo e identificar um conceito matemático nele. Não sei qual tema, mas acho que teria que ter a forma de um desafio, com um resultado concreto em vista. Provavelmente eu falharia na primeira tentativa rsrsrs Mas sei muito bem o que eu não faria: “Hoje vamos estudar a fórmula de Baskhara”


Resenhando.com - O senhor vive imerso em sistemas dinâmicos e caos. Mas, no plano pessoal, o que mais bagunça sua própria rotina: números, política científica ou o inesperado da vida cotidiana?
Marcelo Viana - Eu sou bastante organizado, o meu instinto é planejar as coisas tanto quanto possível. Mas do jeito como as coisas funcionam no Brasil isso não é nada fácil. Os meus colegas do exterior se surpreendem que a minha agenda para daqui 1 ano parece totalmente livre, quando a deles já está bem lotada. Eles nem imaginam como a minha agenda para mês que vem está, menos ainda as mudanças que estão acontecendo neste exato momento na agenda da semana que vem (risos).

.: Milton Hatoum participa de encontro gratuito em São Paulo e apresenta livro


O escritor Milton Hatoum, recém-eleito para a Academia Brasileira de Letras e cotado como um dos possíveis indicados ao Prêmio Nobel de Literatura de 2025, participa de um encontro gratuito no dia 22 de outubro, em São Paulo. O evento, promovido pela Editora Unesp e pela Universidade do Livro, marca o lançamento de "Dança de Enganos", volume final da Trilogia "O Lugar Mais Sombrio". A conversa com o público será mediada pelo jornalista literário Manuel da Costa Pinto e acontece das 19h00 às 21h00, no Auditório da Biblioteca Mário de Andrade, no centro da capital paulista. Após o bate-papo, Hatoum autografa exemplares da nova obra.

Em Dança de enganos, o autor retoma os fios narrativos de A noite da espera e Pontos de fuga para concluir uma das trilogias mais ambiciosas da literatura brasileira contemporânea. A narrativa, contada agora a partir da perspectiva de Lina, mãe de Martim, revisita as marcas deixadas pela ditadura militar, a herança da memória e os dilemas de uma família dilacerada pelo tempo e pelas escolhas.

Com uma escrita precisa e poética, Hatoum - vencedor de prêmios como o Jabuti e o Portugal Telecom - volta a explorar temas centrais de sua obra, como identidade, exílio e a formação humana sob o peso da história. A entrada é gratuita, mas as vagas são limitadas. As inscrições podem ser feitas neste link.

Serviço
Encontro com os Escritores - Milton Hatoum
Apresentação de "Dança de Enganos" e bate-papo com mediação de Manuel da Costa Pinto, seguido de sessão de autógrafos. Quarta-feira, dia 22 de outubro de 2025, das 19h00 às 21h00. Auditório da Biblioteca Mário de Andrade - Rua da Consolação, 94, Centro/São Paulo, próximo à Estação Anhangabaú do Metrô. Entrada: gratuita, mediante inscrição prévia. Compre o livro "Dança de Enganos", de Milton Hatoum, neste link.

.: "São Florestas" discute os desafios socioambientais da região amazônica


Dirigida por Miguel De Almeida, a produção terá evento de lançamento em 28 de outubro, no Sesc 24 de Maio, em São Paulo, e estreia nacional no mesmo dia, no SescTV. Com 17 episódios, série “São Florestas” estreia 28 de outubro, às 20h, no SescTV. Foto: Santa Rita Filmes.

 
A Amazônia é território de vida e de urgências. Entre rios que se espalham como veias e comunidades que resistem em silêncio ou canto, nascem as histórias reunidas na nova série documental "São Florestas". Dirigida pelo jornalista e escritor Miguel de Almeida, a produção do SescTV conta com 17 episódios e estreia em 28 de outubro, com um convite a olhar a floresta pelo prisma de quem nela habita. O evento de lançamento acontece no Sesc 24 de Maio, em São Paulo, às 19h, com bate-papo entre o diretor da série, o meteorologista Carlos Nobre e a comunicadora Adriana Ramos, seguido de exibição de um dos episódios. A entrada é gratuita, com retirada de ingressos 1h antes na bilheteria da unidade.

A série não se organiza como narrativa única, mas como um mosaico de vozes. Povos originários, comunidades ribeirinhas, pesquisadores e lideranças sociais compõem um panorama que evidencia a Amazônia em múltiplas camadas. No momento em que o Brasil se prepara para sediar a COP 30, em Belém - a Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, que reúne anualmente representantes de quase 200 países para discutir políticas ambientais globais -, "São Florestas" reforça o coro ao recolocar a floresta no centro do debate: um território que abriga riquezas naturais e culturais, e, ao mesmo tempo, enfrenta desigualdades históricas e pressões globais.

 Para o diretor Miguel de Almeida, a Amazônia exige um olhar que transcende mapas políticos e abrace sua dimensão planetária. Inspirado por Humboldt, ele enxerga o bioma como parte de um organismo terrestre indivisível: “Somos um só sistema, um único corpo. A natureza passa sobre os desenhos humanos para ser uma única estrutura: a Terra”. A série equilibra essa macrovisão com o retrato íntimo das comunidades tradicionais, guardiãs dessa riqueza natural e cultural, reafirmando a floresta como protagonista de um debate urgente para todo o planeta.


Evento de lançamento
No dia 28 de outubro, às 19h, no Sesc 24 de Maio, acontece o lançamento de "São Florestas", com uma conversa sobre economia sustentável e saúde na Amazônia, entre o diretor Miguel De Almeida, o meteorologista Carlos Nobre - cientista de projeção internacional, Nobel da Paz em 2007 pelo IPCC, o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas, das Nações Unidas - e a comunicadora Adriana Ramos, voz incansável na defesa socioambiental da Amazônia.

Entre ciência, ativismo e narrativa, o bate-papo abre a primeira exibição pública da série, com o episódio Cidades e Comunidades Sustentáveis, que apresenta Afuá, a cidade suspensa sobre palafitas, onde bicicletas substituem carros e as marés definem o ritmo da vida, mostrando que tradição e inovação convivem em meio a tensões sociais e ambientais.

 
Estreia na TV
Às 20h00 do dia 28 de outubro, o SescTV estreia a série em sua programação com o episódio Pobreza x Abundância. A narrativa se abre com a extrativista Raimunda Rodrigues, da Reserva Extrativista do Rio Iriri, no Pará, que conta como o trabalho com o babaçu é uma tradição familiar, iniciada há muitas gerações. “A gente conseguiu não só alimentar nossa família e os ribeirinhos, mas também comercializar e ter uma renda maior para a comunidade”. Em suas mãos, o fruto da palmeira se converte em farinha, óleo e sustento. O gesto carrega não apenas sobrevivência, mas também uma economia silenciosa, mantida pelo ritmo da floresta.

 Na mesma trama, o engenheiro agrônomo Beto Veríssimo, do projeto Amazônia 2030, contrapõe números à experiência cotidiana. Para ele, o desmatamento perpetua a pobreza. O que parece crescimento - a expansão da fronteira agrícola, o extrativismo acelerado - revela-se um ciclo de devastação e terra improdutiva, deixando quase metade da população amazônica abaixo da linha da pobreza. Ao lado desses relatos, a voz de Patrícia Cota, do Origens Brasil, reforça outra perspectiva: a de que proteger a floresta passa por valorizar o trabalho de quem dela cuida.

Os episódios da série percorrem temas que dialogam diretamente com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), agenda global estabelecida pela ONU em 2015 para enfrentar desafios como pobreza, desigualdade e mudanças climáticas até 2030. Inspirados nos 17 ODS, os capítulos exploram desde o acesso a saneamento básico e energia limpa até a preservação da vida terrestre e aquática, passando pela igualdade de gênero, a educação e a justiça social.

Os temas abordados em "São Florestas" são: "Pobreza x Abundância"; "A Terra Mata a Fome"; "Saúde e Bem-Estar"; "Educação de Qualidade"; "Igualdade de Gênero"; "Água Potável e Saneamento"; "Energia Limpa e Acessível"; "Trabalho Decente e Crescimento Econômico"; "Indústria, Inovação e Infraestrutura"; "Redução das Desigualdades"; "Cidades e Comunidades Sustentáveis"; "Consumo e Produção Responsáveis"; "Ação Contra a Mudança Global do Clima"; "Vida na Água"; "Vida Terrestre"; "Paz, Justiça e Instituições Eficazes"; e "Parcerias e Meios de Implementação".

Cada episódio é uma tentativa de costurar narrativas - entre a voz da floresta e as urgências do presente - em busca de caminhos que possam sustentar um futuro possível.


Serviços
Série documental "São Florestas"
Direção e apresentação: Miguel de Almeida
Produção: Marcelo Braga – Santa Rita Filmes
Realização: SescTV
Conteúdo: 17 episódios
Duração aproximada: 30 min cada
Classificação indicativa: Livre
Estreia: 28 de outubro de 2025, terça-feira, às 20h, no SescTV 

Sob demanda 
Assista a séria na íntegra na plataforma sesc.digital
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Evento de Lançamento
Dia 28 de outubro de 2025, terça-feira, às 19h00
Exibição do episódio “Cidades e Comunidades Sustentáveis”, seguida de bate-papo com diretor e convidados.
Local: Sesc 24 de Maio – Rua 24 de Maio, 109 - República/São Paulo
Grátis. Retirada de ingressos a partir das 18h00, na bilheteria.

.: Ariana Grande e Cynthia Erivo no Brasil para divulgar sequência de "Wicked"


Elenco desembarca em São Paulo no início de novembro para um grande evento dedicado à imprensa e aos fãs, em parceria com a TV Globo. Foto: Universal Pictures


A Universal Pictures acaba de anunciar a aguardada turnê brasileira de "Wicked - Parte II" ("Wicked - For Good"), a sequência da história não contada das Bruxas de Oz. O diretor Jon M. Chu, as atrizes Ariana Grande (Glinda) e Cynthia Erivo (Elphaba), e o ator Jonathan Bailey (Fiyero) vêm a São Paulo no início de novembro para um evento especial com fãs e imprensa, promovido pela Universal em parceria com a TV Globo. O filme estreia nos cinemas brasileiros em 20 de novembro.

Depois do fenômeno mundial de 2024 - aclamado como a maior adaptação cinematográfica da Broadway de todos os tempos, vencedor dos prêmios de Melhor Figurino e Melhor Design de Produção, além de dez indicações ao Oscar (incluindo Melhor Filme) e mais de 750 milhões de dólares arrecadados nas bilheteiras globais - o premiado Jon M. Chu retorna à direção da sequência. Ariana Grande e Cynthia Erivo, ambas indicadas ao Oscar, retomam seus papéis como Glinda e Elphaba — agora reconhecida como a temida Bruxa Má do Oeste. Jonathan Bailey volta como o Príncipe Fiyero. Distribuído pela Universal Pictures, o longa-metragem estreia em 20 de novembro também em versões acessíveis.

Sobre o filme
O capítulo final da história não contada das bruxas de Oz começa com Elphaba e Glinda separadas, cada uma enfrentando as consequências de suas escolhas. Exilada na floresta de Oz, Elphaba (Cynthia Erivo) segue lutando pela liberdade dos Animais silenciados, determinada a revelar a verdade sobre O Mágico (Jeff Goldblum).

Enquanto isso, Glinda se tornou o reluzente símbolo da Bondade em todo o reino. Vivendo no palácio da Cidade das Esmeraldas, ela desfruta dos privilégios da fama e da popularidade, sob a orientação da poderosa Madame Morrible (Michelle Yeoh, vencedora do Oscar). Glinda encanta as multidões e acalma as tensões do reino, assegurando que tudo está em ordem sob o comando do Mágico.

Mas, à medida que cresce sua fama e se aproximam os preparativos de seu casamento com o Príncipe Fiyero (Jonathan Bailey), Glinda passa a ser assombrada pela distância de Elphaba. A tentativa — talvez vã — de promover uma reconciliação entre a antiga amiga e o Mágico pode acabar afastando-as ainda mais. As consequências dessa ruptura afetarão profundamente Boq (Ethan Slater, indicado ao Tony), Fiyero e Nessarose (Marissa Bode), a irmã de Elphaba — especialmente quando uma garota do Kansas entra em cena e vira tudo de cabeça para baixo.

Enquanto uma multidão enfurecida se volta contra a Bruxa Má, Glinda e Elphaba precisarão unir forças uma última vez. A amizade improvável entre elas se torna o fio que pode redefinir não apenas seus destinos, mas também o futuro de todo o reino de Oz. O elenco ainda conta com Bowen Yang e Bronwyn James, indicados ao Emmy, como os fiéis assistentes de Glinda, Pfannee e ShenShen, além da atriz Sharon D. Clarke (indicada ao BAFTA e ao Grammy, por Caroline, or Change) como a voz de Dulcibear, a babá de Elphaba na infância.

Inspirado no best-seller de Gregory Maguire, "Wicked - Parte II" se baseia no musical que marcou gerações, com músicas e letras do lendário compositor Stephen Schwartz (vencedor do Grammy e do Oscar) e libreto de Winnie Holzman. O roteiro é assinado por Holzman e Dana Fox, e a trilha sonora leva a assinatura de John Powell e Stephen Schwartz.

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Ficha técnica
“Wicked - Parte II” | “Wicked - For Good” | “Wicked - Para Sempre” (em Portugal)
Classificação indicativa:
 ainda não divulgada oficialmente
Ano de produção: 2025
Idioma: inglês
Direção: Jon M. Chu
Roteiro: Winnie Holzman & Dana Fox
Elenco principal: Cynthia Erivo, Ariana Grande, Michelle Yeoh, Jeff Goldblum, Jonathan Bailey, Ethan Slater, Marissa Bode, Bowen Yang, Bronwyn James, entre outros
Distribuição: Universal Pictures
Duração: aproximadamente 2h 18min (cerca de 138 minutos)
Cenas pós-créditos: não confirmadas

.: Peça "Rumboldo", adaptação da obra de Eva Furnari, no Teatro Cacilda Becker


Com direção de Rhena de Faria e texto de Eloisa Elena, espetáculo narra saga de um reizinho autoritário e com mania de poder. Foto: Andréa Pasquini


Os delírios e manias de um pequeno monarca autoritário são mote de "Rumboldo", novo espetáculo infantil da premiada companhia Barracão Cultural, que, desta vez, adapta a obra homônima de Eva Furnari. O espetáculo se apresenta no Teatro Cacilda Becker nos dias 17, 18 e 19 de outubro de 2025.

A peça tem texto de Eloisa Elena e direção de Rhena de Faria. E, no elenco, estão Caio Teixeira, Eloisa Elena, Leandro Goulart e William Simplício. A produção é possível graças ao ProAC 2024 - Montagem para público infantojuvenil, por meio da Secretaria de Cultura, do Governo do Estado de São Paulo. 

A trama narra a história de um príncipe que, ao herdar o trono, após a morte repentina de seu pai, o respeitado e querido Rei Rusbão, perde-se em seus desmandos e delírios de poder, criando leis absurdas e condenando à prisão todos aqueles que contestam suas decisões. Após levar à cadeia todo o reino, Rumboldo se vê sozinho, desprotegido e percebe que todos os seus súditos estão vivendo bem e felizes na Torre de Pedra, onde foram presos. 

A narrativa de Furnari se apresenta como um mote perfeito para pôr em pauta os perigos e consequências do exercício autoritário do poder. “Nos últimos anos vimos o fortalecimento de discursos anti-democráticos na esfera política mundial, gerando efeitos transversais que perpassam as relações interpessoais e coletivas, moldando e validando atitudes de intolerância e segregação na sociedade. Diante disto, acreditamos que se faz necessário trazer a reflexão sobre os efeitos do poder autoritário para o público infantil”, comenta Eloisa Elena.

A dramaturgia traz uma linguagem leve e ágil, que serve de base para o jogo da encenação, que explora as técnicas de improviso e os jogos de palhaçaria. Em cena, quatro intérpretes se revezam nas personagens, manipulam e conduzem a cenografia e cantam e tocam os instrumentos da trilha sonora de Morris, composta por canções executadas ao vivo. Compre o livro "Rumboldo", de Eva Furnari, neste link. 


Sobre a Barracão Cultural
A Barracão Cultural é um núcleo de criação e produção que tem como proposta realizar projetos que priorizem a pesquisa de temas e de linguagem, que sejam acessíveis e atendam a diferentes públicos. Formado por alguns parceiros fixos e outros convidados a integrar cada trabalho, desenvolve há 24 anos um exercício permanente de criação e produção de espetáculos, que obtiveram excelente acolhida de crítica e público. 

Entre os espetáculos que fazem parte do repertório do grupo, estão “Trilha para as Estrelas” (2024),  “O Passarinho que não sabia voar” (2023), “Jogo de Imaginar” (2022), “Um arco-íris colorindo o céu” (2022), “Nós” (2019), “Entre” (2019), “On Love” (2017), “Já Pra Cama!”  (2015), “A Condessa e o Bandoleiro” (2014), “Facas nas Galinhas” (2012), “O Tribunal de Salomão e o julgamento das meias-verdades inteiras” (2011), “Cacoete” (2008) e “A Mulher que Ri” (2008).


Ficha técnica
Espetáculo "Rumboldo", com Cia. Barracão Cultural
Texto: Eloisa Elena
Direção: Rhena de Faria
Elenco:  Caio Teixeira, Eloisa Elena, Leandro Goulart e William Simplício
Canções e direção musical: Morris
Cenário e Iluminação: Marisa Bentivegna
Figurino: Marichilene Artisevskis
Coordenação técnica e operação de som: Maurício Mateus
Operação de luz: Le Carmona
Preparação Corporal: Maurício Flórez
Adereços: Tetê Ribeiro
Bonecos: Ivaldo de Melo
Assistência de produção: Ale Picciotto
Produção e Realização: Barracão Cultural


Serviço
Espetáculo "Rumboldo", com Cia. Barracão Cultural
Apresentações:  sexta-feira, dia 17  de outubro, às 10h00 e 14h30. Sábado, dia 18 de outubro, às 16h00. Domingo, dia 19 de outubro, às 16h00. Grátis Teatro Cacilda Becker - Rua Tito, 295. Classificação: livre. Duração: 55 minutos.

.: "Coyote", do escocês Eric Coble, estreia com Karen Coelho e Rodrigo Pandolfo


Marcada por traços do realismo fantástico, a peça convida o público a refletir sobre a urgência de repensar nossa relação com a natureza, misturando humor e absurdo em situações improváveis e poéticas. Foto: Victor Pollak

Diante de uma sociedade hiperconectada e cada vez mais predatória, "Coyote", do renomado autor escocês Eric Coble, propõe uma discussão sobre as consequências danosas do capitalismo e da devastação do meio ambiente para a saúde física e mental das pessoas. O espetáculo ganha uma versão brasileira inédita, dirigida e interpretada por Karen Coelho e Rodrigo Pandolfo, que tem sua temporada de estreia no TUSP Butantã de 16 de outubro a 9 de novembro, com sessões de quarta a sábado, às 20h00, e aos domingos, às 18h00.

No espetáculo, dois jovens solitários em uma grande metrópole narram como tiveram suas vidas profundamente transformadas após a misteriosa aparição de um animal selvagem na escadaria do prédio onde vivem. Sem qualquer entusiasmo, Melinda trabalha durante a madrugada em uma fábrica de impressão e segue sua rotina mecânica e sem muita interação social. Já Tony está desempregado e desiludido, mal consegue arcar com as contas da casa e questiona sua motivação para viver.

Certa madrugada, os dois vizinhos avistam, a partir de diferentes pontos de vista, um coiote na escadaria do prédio e ficam absolutamente fascinados. Eles esperam noite após noite que o animal apareça novamente até que, alguns dias depois, Tony observa Melinda levando carne crua para o visitante. A partir de então, eles se tornam cúmplices e parceiros dessa experiência tão peculiar, enquanto tentam compreender por que um animal selvagem estaria invadindo a área urbana.
 
Com tom surrealista, o texto provoca uma reflexão sobre a necessidade de criação de um novo mundo, no qual animais selvagens possam ocupar novamente seu lugar entre os humanos. “'Coyote' nos traz questionamentos a respeito da direção que esse sistema tem nos conduzido. O texto aborda de forma fabular, com comicidade e leveza, temas urgentes pro nosso tempo. O que estamos fazendo, ao longo da evolução humana, é justamente nos afastar da natureza. E as consequências disso são devastadoras, tanto pro meio ambiente, quanto pra nossa saúde física e mental”, comenta a atriz e codiretora Karen Coelho.

A peça ainda convida o público a pensar sobre a solidão, como acrescenta Rodrigo Pandolfo. “Preso em seu quadrado, o indivíduo deixa de alimentar a sua melhor possibilidade de cura: a relação com os outros. O individualismo tem imperado de tal forma, que talvez seja mais fácil trocar afeto com um cão, um gato ou um coiote. E quem sabe eles, os animais, sejam os mensageiros da mudança que precisamos realizar?”, indaga o ator e codiretor. 

"Coyote" é uma peça repleta de elementos característicos do realismo fantástico, contada diretamente para o público, com potencial de divertir - por suas situações absurdas - e também de sensibilizar para a urgência de aprimorar nossa relação com a natureza.


Sobre o autor
Eric Coble é dramaturgo e roteirista indicado ao Tony, Emmy e Pulitzer. Ele nasceu em Edimburgo (Escócia), mas cresceu nas reservas Navajo e Uta, no Novo México e Colorado (EUA). Sua peça indicada ao Tony e Pulitzer “The Velocity of Autumn” estreou na Broadway no Booth Theatre. Sua dramaturgia inclui ainda: "Bright Ideas", "Southern Rapture", "Fairfield", "A Girl's Guide to Coffee", "My Barking Dog" e "The Giver", que foram produzidas na Off-Broadway, em todos os cinquenta estados dos EUA e em outros países.


Ficha Técnica
Espetáculo "Coyote"
Autor: Eric Coble
Tradução: Diego Teza
Direção e atuação: Karen Coelho e Rodrigo Pandolfo
Interlocução artística: Jefferson Miranda
Cenário e figurino: Cassio Brasil
Iluminação: Ney Bonfante
Direção musical: Marcello H.
Preparação corporal: Toni Rodrigues
Design gráfico: Patricia Cividanes
Fotos: Victor Pollak
Assessoria de imprensa: Pombo Correio
Produção executiva: Lucas Cardoso
Coordenação de produção: Ártemis Amarantha
Direção de produção: Sergio Saboya e Silvio Batistela
Produção/Administração e financeiro: Corpo Rastreado.
Apoio: SP Cidade de Todas as Artes | Prefeitura de São Paulo


Serviço
Espetáculo "Coyote", de Eric Coble, com Karen Coelho e Rodrigo Pandolfo
Temporada: 16 de outubro a 9 de novembro de 2025
Quarta a sábado, às 20h | e domingos, às 18h
Local: TUSP Butantã — Rua do Anfiteatro, 109, Butantã, São Paulo
Duração: 70 minutos
Ingressos gratuitos - reservas via Sympla

sexta-feira, 10 de outubro de 2025

.: Crítica musical: Delirio Cabana é 100 por cento Amazonas

Por Luiz Gomes Otero, jornalista e crítico cultural. Foto: Laryssa Gaynett

O Delírio Cabana fez da paixão comum pela música popular brasileira um terreno fértil para germinar novas composições com ritmos tradicionais da Amazônia, como gambá, cumbia, carimbó, boi-bumbá, carimbó e beiradão. A mescla mostrou um resultado aurpreendente

“Tempero” marca a estreia da banda formada pelos amazonenses Bruno Mattos, Gabriella Dias, Luli Braga e Nando Montenegro, nascida em 2023, durante uma viagem de Manaus à vila de Alter do Chão, em Santarém no Pará. Foram duas semanas de convivência e criação à beira do Tapajós, uma experiência que selou a vontade de construir uma história coletiva a partir da paixão pela cultura amazônica.

Composição de Nando Montenegro, “Tempero” junta a musicalidade da Região Norte às demais influências da MPB contemporânea, do pop e da música latina. O arranjo é de Bruno Mattos e a produção musical é dividida entre ele e Lucas Cajuhy, que também assina engenharia de gravação, mixagem e masterização.

A canção conta com percussões de Tércio Macambira, mauesense que criou a pulsação que sustenta a canção marcada por células rítmicas de gambá, boi-bumbá, maracatu e carimbó. Os sopros ganham corpo com Marcelo Martins (trompete), Francirbone (trombone) e Crhistofer Santos (saxofone), enquanto Bruno Mattos gravou as linhas de baixo, violão e guitarra. O resultado é um single coletivo, com vozes muito bem divididas entre Nando, Luli, Bruno e Gabriella, que se complementam em timbres e texturas.

Os figurinos e acessórios utilizados pelos integrantes vêm da marca Yanciã Amazônia, curadora de peças confeccionadas por artesãos do Amazonas, que prioriza a matéria-prima natural oriunda do bioma da região e materiais de reaproveitamento. Além disso, a marca autoral amazonense Glitch confecciona alguns dos figurinos idealizados por Hendryl Nogueira, que também assina a maquiagem do quarteto. A produção traz uma ficha técnica 100% amazonense, reforçando o potencial criativo inesgotável da cena musical do Amazonas.

"Tempero"

quinta-feira, 9 de outubro de 2025

.: Crítica: "Sr. Blake Ao Seu Dispor" diverte com empresário-mordomo

Cena de "Sr. Blake Ao Seu Dispor", em cartaz na Cineflix Cinemas de Santos


Por: Mary Ellen Farias dos Santos, editora do Resenhando.com

Em outubro de 2025


O divertido "Sr. Blake Ao Seu Dispor", protagonizado por John Malkovich, apresenta a história do viúvo Andrew Blake, um empresário britânico que foge de eventos do seu meio endinheirado e parte para uma antiga mansão na França em busca de resgatar o que viveu com a esposa. Contudo, um engano hilário o coloca no posto de mordomo e entrega diálogos leves e cheios de bom humor. 

Dirigido por Gilles Legardinier, autor também do livro "Completement Cramé!" que originou a produção, "Sr. Blake Ao Seu Dispor" retrata como a vida ainda é capaz de surpreender quando não se consegue lidar com o luto da mulher amada. Elegante, observador e sem perder uma tirada, o senhor Blake revela-se como um grande entendedor do comportamento excêntrico de Nathalie Beauvillier ("Os Jovens Amantes"), a senhora da mansão e dos prestadores de serviços, Odile (Émilie Dequenne) e Magnier (Philippe Bas) que vivem em pé de guerra, além da jovem Manon (Eugénie Anselin, de "Três Mulheres: Uma Esperança") que está grávida.

Enquanto tenta recordar as boas lembranças com a falecida esposa, vivendo num quartinho pequeno e com poucos apetrechos, o viúvo vai costurando as relações em meio a tanto espaço vazio do lugar, sobrando tempo para também fazer amizade com o gato da mansão.

Cativante, com roteiro agradável e divertido de se acompanhar, incluindo a rusga entre ingleses e franceses, "Sr. Blake Ao Seu Dispor" é um filme com atuações impecáveis que prendem a atenção do público, levantando questionamentos sobre luto, solidão, traições e distanciamentos. Imperdível!


O Resenhando.com é parceiro da rede Cineflix Cinemas desde 2021. Para acompanhar as novidades da Cineflix mais perto de você, acesse a programação completa da sua cidade no app ou site a partir deste link. No litoral de São Paulo, as estreias dos filmes acontecem no Cineflix Santos, que fica no Miramar Shopping, à rua Euclides da Cunha, 21, no GonzagaConsulta de programação e compra de ingressos neste link: https://vendaonline.cineflix.com.br/cinema/SAN.




"Sr. Blake Ao Seu Dispor" ("HIM")Ingressos on-line neste linkGênero: romance, comédia. Direção: Gilles Legardinier. Ano: 2025. Duração: 1h40. Distribuição: Mares Filmes. Elenco: John Malkovich (Andrew Blake), Fanny Ardant, Émilie Dequenne. Sinopse: Um empresário britânico viúvo aceita o emprego de mordomo em uma mansão na França para relembrar a falecida esposa francesa. Sua vida toma um novo rumo enquanto ele lida com o comportamento excêntrico da senhora da mansão e da equipe da casa.

Trailer "Sr. Blake Ao Seu Dispor"




Leia+

.: Pré-venda de ingressos para “Wicked: Parte II”, o aguardado capítulo final


Por 
Helder Moraes Miranda, jornalista e crítico de cultura, especial para o portal Resenhando.com.

A Universal Pictures anunciou o início da pré-venda de ingressos para “Wicked - Parte II” ("Wicked - For Good"), continuação do sucesso mundial que encantou o público em 2024 e se tornou a maior adaptação cinematográfica da Broadway de todos os tempos. O filme chega aos cinemas no dia 20 de novembro, e os fãs já podem garantir seus ingressos nas principais redes exibidoras.

Protagonizado pelas atrizes indicadas ao Oscar Cynthia Erivo e Ariana Grande, o longa é dirigido por Jon M. Chu, o mesmo de Em um Bairro de Nova York e Podres de Ricos. Nesta segunda parte, a narrativa aprofunda os laços entre Elphaba e Glinda, explorando como o amor, a amizade e a coragem podem transformar destinos e todo o reino de Oz.

A produção, que também será exibida na versão dublada, traz as vozes das atrizes Myra Ruiz (Elphaba) e Fabi Bang (Glinda), conhecidas por interpretarem as personagens no musical brasileiro. O primeiro "Wicked" foi indicado a dez Oscars, incluindo Melhor Filme, e venceu nas categorias de Figurino e Design de Produção, além de arrecadar mais de US$ 750 milhões em bilheteria mundial.

Entre os destaques do elenco estão a vencedora do Oscar Michelle Yeoh (Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo), Jonathan Bailey (Bridgerton, Jurassic World: Recomeço), Jeff Goldblum, Ethan Slater, Marissa Bode, Bowen Yang e Bronwyn James.


A trama de "Wicked - Parte II"
A história começa com Elphaba (Cynthia Erivo) e Glinda (Ariana Grande) separadas, cada uma enfrentando as consequências das próprias escolhas. Demonizada como a Bruxa Má do Oeste, Elphaba vive reclusa na floresta de Oz, lutando pela liberdade dos Animais silenciados e tentando expor os segredos do enigmático Mágico (Jeff Goldblum).

Enquanto isso, Glinda se tornou o símbolo máximo da bondade e vive no esplendor do palácio da Cidade das Esmeraldas. Guiada por Madame Morrible (Michelle Yeoh), ela desfruta da fama e da adoração popular, mas é atormentada pela separação de Elphaba - um vínculo que o tempo e o poder não conseguiram apagar.

Às vésperas de seu casamento com o Príncipe Fiyero (Jonathan Bailey), Glinda tenta promover uma reconciliação entre sua antiga amiga e o Mágico, mas seus esforços podem acabar provocando consequências irreversíveis. O destino de personagens como Boq (Ethan Slater) e Nessarose (Marissa Bode) também será colocado à prova quando uma misteriosa garota do Kansas chega para alterar o curso de todos em Oz. Com o reino à beira do caos e uma multidão prestes a se voltar contra a Bruxa Má, Glinda e Elphaba precisarão se reencontrar e se reconhecer para lutar pela verdade, pela liberdade e por si mesmas.


Bastidores e equipe criativa
“Wicked: Parte II” é novamente produzido por Marc Platt, vencedor dos prêmios Tony e Emmy, ao lado de David Stone, também multivencedor do Tony. Entre os produtores executivos estão Stephen Schwartz, David Nicksay, Jared LeBoff, Winnie Holzman e Dana Fox.

O filme é baseado no icônico musical da Broadway, com música e letras de Stephen Schwartz, libreto de Winnie Holzman e inspiração no best-seller de Gregory Maguire. O roteiro é assinado por Holzman e Fox, com trilha sonora composta por John Powell e Stephen Schwartz. Distribuído pela Universal Pictures, o longa estreia em 20 de novembro, em versões legendada, dublada e acessíveis, encerrando de forma épica a história não contada das Bruxas de Oz.


Sinopse resumida de “Wicked: Parte II”
Após os acontecimentos do primeiro filme, Elphaba (agora demonizada como a Bruxa Má do Oeste) vive reclusa, lutando para expor a verdade sobre o Mágico de Oz e defender os Animais oprimidos. Enquanto isso, Glinda ocupa lugar de destaque como símbolo da bondade e vive sob os holofotes do poder e da popularidade. À medida que os destinos delas se entrelaçam, a tensão cresce diante da proximidade do casamento de Glinda com Fiyero e da chegada de uma misteriosa garota do Kansas. Com o reino à beira do caos, Elphaba e Glinda precisarão se reconectar, confrontando medos, escolhas e mágoas para reescrever o futuro de Oz.


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Ficha técnica
“Wicked - Parte II” | “Wicked - For Good” | “Wicked - Para Sempre” (em Portugal)
Classificação indicativa:
ainda não divulgada oficialmente
Ano de produção: 2025
Idioma: inglês
Direção: Jon M. Chu
Roteiro: Winnie Holzman & Dana Fox
Elenco principal: Cynthia Erivo, Ariana Grande, Michelle Yeoh, Jeff Goldblum, Jonathan Bailey, Ethan Slater, Marissa Bode, Bowen Yang, Bronwyn James, entre outros
Distribuição: Universal Pictures
Duração: aproximadamente 2h 18min (cerca de 138 minutos)
Cenas pós-créditos: não confirmadas

.: "Perrengue Fashion" estreia: choques entre moda, ativismo e relações


Por 
Helder Moraes Miranda, jornalista e crítico de cultura, especial para o portal Resenhando.com.

Estreia nesta quinta-feira, dia 9 de outubro, a comédia brasileira "Perrengue Fashion". Misturando humor, moda, ecologia e conflitos de mãe e filho, o filme promete provocar o espectador. Dirigido por Flávia Lacerda, com roteiro de Ingrid Guimarães, Marcelo Saback, Célio Porto e Edu Araújo, o filme coloca Ingrid Guimarães no papel de Paula Pratta, influenciadora digital de moda obcecada por marcas de luxo e imagem nas redes sociais.

Quando recebe o convite para estrelar uma campanha de Dia das Mães com uma marca renomada, o filho dela, Cadu (Filipe Bragança), que abandona a vida ligada às exigências da mãe para viver em ecovila na Amazônia como ativista ambiental, muda completamente os planos da protagonista. Acompanhada de Taylor (Rafa Chalub), assistente dela, Paula viaja ao Norte do país para tentar trazer o filho de volta, mas acaba confrontada com realidades opostas ao estilo de vida que leva.

No elenco, além dos três protagonistas, participam Michel Noher, Késia Estácio, Jonas Bloch, entre outros. A produção é da Morena Filmes em parceria com Amazon MGM Studios, sendo este o primeiro longa-metragem brasileiro da Amazon MGM Studios distribuído para salas de cinema. Paris Filmes e Downtown Filmes cuidam da distribuição. As filmagens ocorreram em São Paulo e tiveram trechos na Amazônia, inclusive duas semanas gravadas em Manaus, ressaltando o contraste visual entre os universos que se colidem na trama. 

Curiosidades incluem a estreia de Rafa Chalub como protagonista no cinema, o fato de Ingrid Guimarães também atuar como produtora executiva, e a preocupação de tratar temas como etarismo, sustentabilidade e autenticidade, embora algumas críticas apontem cenas estereotipadas em relação à cultura regional. 

Sinopse resumida de “Perrengue Fashion”
Paula Pratta, influenciadora digital de moda, vê sua chance de ouro ao ser convidada para uma campanha de Dia das Mães com uma grande marca. Seu filho, Cadu, porém, decide largar tudo para viver em uma ecovila sustentável na Amazônia, em oposição ao mundo digital de aparências da mãe. Determinada a reconquistá-lo para a carreira idealizada por ela, Paula embarca numa viagem para encontrá-lo, e no percurso acaba questionando seus valores, prioridades e sua relação com o filho.

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Ficha técnica
“Perrengue Fashion”
Classificação indicativa:
14 anos
Ano de produção: 2025
Idioma: português (Brasil)
Direção: Flávia Lacerda
Roteiro: Ingrid Guimarães; Marcelo Saback; Célio Porto; Edu Araújo
Elenco: Ingrid Guimarães (Paula Pratta), Filipe Bragança (Cadu Pratta), Rafa Chalub (Taylor), Michel Noher, Késia Estácio, Jonas Bloch, entre outros.
Distribuição no Brasil: Paris Filmes em parceria com Downtown Filmes
Duração: 94 minutos
Cenas pós-créditos: não 

Sessões no Cineflix Santos | Sala 4
9/10/2025 - Quinta-feira: 15h30, 18h00 e 20h30.
10/10/2025 - Sexta-feira: 15h30, 18h00 e 20h30.
11/10/2025 - Sábado: 15h30, 18h00 e 20h30.
12/10/2025 - Domingo: 15h30, 18h00 e 20h30.
13/10/2025 - Segunda-feira: 15h30, 18h00 e 20h30.
14/10/2025 - Terça-feira: 15h30, 18h00 e 20h30.
15/10/2025 - Quarta-feira: 15h30, 18h00 e 20h30. Ingressos neste link.

.: “A Casa Mágica da Gabby” invade as telonas: prepare-se para a magia


Por Helder Moraes Miranda, jornalista e crítico de cultura, especial para o portal Resenhando.com.

A chegada de “A Casa Mágica da Gabby” aos cinemas brasileiros marca a transição da famosa série infantil para a primeira aventura da personagem em tela grande. Baseado na série “Gabby’s Dollhouse”, criada por Traci Paige Johnson e Jennifer Twomey, o filme é dirigido por Ryan Crego e traz um roteiro colaborativo com Melanie Wilson LaBracio e Adam Wilson. Com produção executiva feita pelas criadoras da série, a obra preserva a leveza, o visual colorido e as fantasias lúdicas que tornaram a personagem Gabby popular desde o início, em 2021. 

O elenco conta com Laila Lockhart Kraner reprisando o papel de Gabby, Kristen Wiig como a vilã excêntrica Vera, e Gloria Estefan dando voz à figura afetuosa da avó Gigi, entre outros nomes conhecidos do universo de dublagens e vozes originais. O filme investe em uma aventura de recuperação: a casa de bonecas de Gabby, perdida para Vera, motiva uma jornada através de desafios lúdicos, encontros com os Gabby Cats, e uma cidade-mágica (Cat Francisco) que é tanto cenário quanto personagem no sentido emocional de descoberta. 

Embora as primeiras críticas destaquem que o filme é eficiente em manter o apelo para o público infantil - brilho, humor leve, fantasias visuais - há quem avalie que ele assume poucos riscos além daquilo que já se conhece da série. Ainda assim, o interesse familiar, a forte marca de merchandising, e o momento de popularidade da série garantem que o longa-metragem tenha expectativas altas dos fãs.

Entre curiosidades, o filme coincide com a vigésima-estação de expansão do universo Gabby: não só em tela, mas em produtos licenciados, linha de brinquedos, experiências interativas e até um jogo anunciado (“Gabby’s Dollhouse: ready to Party”) inspirado no filme. Outra curiosidade é que o filme estreou primeiro em grandes mercados internacionais (como nos Estados Unidos em setembro) antes de entrar no circuito brasileiro, o que reflete uma estratégia de lançamento global para capitalizar o sucesso da série. 

Para o Brasil, “A Casa Mágica da Gabby” surge como opção de diversão para famílias, especialmente crianças pequenas, com classificação livre, que permite que pais e filhos assistam sem restrições. É um filme feito para encantar, cimentar o universo da menina e seus gatos, mas também para validar a marca como produto de entretenimento cinematográfico com apelo comercial.


Sinopse resumida de “A Casa Mágica da Gabby”
Gabby parte em uma viagem de carro com sua avó Gigi até Cat Francisco, uma cidade fantástica com temática de gatos. No trajeto, sua casa de bonecas mágica - seu item mais precioso - acaba nas mãos de Vera, uma mulher excêntrica apaixonada por gatos. Determinada a reaver seu tesouro e reunir seus amigos gatos (“Gabby Cats”), Gabby atravessa situações inesperadas no mundo real, vive perigos sutis, momentos de fantasia misturados com efeitos visuais e musicais, numa aventura que mistura animação e cenas da vida real. 

Assista no Cineflix mais perto de você
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 “A Casa Mágica da Gabby” | “Gabby’s Dollhouse: The Movie” | “A Casa de Bonecas da Gabby: o Filme” (Portugal)
Classificação indicativa:
livre
Ano de produção: 2025
Idioma: inglês
Direção: Ryan Crego
Roteiro: Ryan Crego; Melanie Wilson LaBracio; Adam Wilson
Elenco: Laila Lockhart Kraner (Gabby); Kristen Wiig (Vera); Gloria Estefan (Vovó Gigi); Ego Nwodim; Kyle Mooney; Melissa Villaseñor; Jason Mantzoukas; Thomas Lennon; Fortune Feimster; Carla Tassara
Distribuição no Brasil: Universal Pictures
Duração: 1h 38min
Cenas pós-créditos: não 

Sessões legendadas no Cineflix Santos | Sala 3
9/10/2025 - Quinta-feira: 15h00 e 17h10.
10/10/2025 - Sexta-feira: 15h00 e 17h10.
11/10/2025 - Sábado: 15h00 e 17h10.
12/10/2025 - Domingo: 15h00 e 17h10.
13/10/2025 - Segunda-feira: 15h00 e 17h10.
14/10/2025 - Terça-feira: 15h00 e 17h10.
15/10/2025 - Quarta-feira: 15h00 e 17h10. Ingressos neste link.

.: Jared Leto mergulha no código: “Tron - Ares” reacende a era digital da Disney


Por Helder Moraes Miranda, jornalista e crítico de cultura, especial para o portal Resenhando.com.

O universo digital volta a ser palco de uma batalha entre o real e o virtual com a estreia de "Tron - Ares" (em Portugal, "Tron: Ares - O Legado"), o terceiro filme da franquia iniciada em 1982 pela Disney. Dirigido por Joachim Rønning, o mesmo de "Piratas do Caribe: a Vingança de Salazar" (2017) e "Malévola: dona do Mal" (2019), o longa-metragem tem estreia mundial nesta quinta-feira, dia 9 de outubro, e promete expandir o universo criado por Steven Lisberger com uma abordagem mais sombria, filosófica e visualmente arrojada.

O elenco reúne Jared Leto, que interpreta o enigmático programa Ares, acompanhado de Greta Lee, Evan Peters, Cameron Monaghan, Sarah Desjardins, Jodie Turner-Smith e do veterano Jeff Bridges, que retorna ao papel de Kevin Flynn, mentor e arquiteto do mundo digital. O roteiro é assinado por Jesse Wigutow e Jack Thorne, de "Enola Holmes", e a trilha sonora - um dos pontos altos da franquia - deverá novamente mesclar eletrônica e orquestra, com participação confirmada do músico Joseph Trapanese, colaborador do duo Daft Punk em "Tron: o Legado" (2010).

As gravações de "Tron - Ares" ocorreram em Vancouver, no Canadá, após uma longa pausa provocada pela pandemia e por disputas internas na Disney sobre o rumo da franquia. Segundo o portal The Hollywood Reporter, a produção marca a tentativa do estúdio de reerguer uma de suas propriedades mais cultuadas pelos fãs de ficção científica. A revista Variety destacou que o filme explora temas contemporâneos como inteligência artificial, consciência digital e os limites éticos entre criador e criatura - assuntos que conversam diretamente com o avanço da tecnologia nos últimos anos.

Jared Leto, que também atua como produtor, afirmou em entrevista à Collider que "Tron - Ares" é “uma fábula tecnológica sobre identidade e transcendência”, e que o personagem Ares representa “a primeira conexão real entre o mundo dos humanos e o dos programas”. Ainda segundo o ator, o longa “será visualmente revolucionário, assim como o original foi nos anos 80”

Com duração de 119 minutos, segundo informações do Screen Rant, o filme terá duas cenas pós-créditos, uma delas conectando diretamente o desfecho de "Tron - O Legado" com o novo capítulo. A nova produção promete reintroduzir o público a uma estética neon reimaginada, em um embate entre carne e código que atualiza a discussão sobre o que é, afinal, ser humano em tempos de fronteiras digitais cada vez mais tênues.


Sinopse resumida de “Tron - Ares”
Após anos de silêncio do mundo digital, um programa chamado Ares é enviado ao mundo real para estabelecer contato entre humanos e inteligências artificiais, colocando em risco as fronteiras entre criador e criação.

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Ficha técnica
“Tron - Ares” | “Tron: Ares - O Legado” (Portugal)
Classificação indicativa:
12 anos
Ano de produção: 2025
Idioma: inglês
Direção: Joachim Rønning
Roteiro: Jesse Wigutow e Jack Thorne
Elenco: Jared Leto, Greta Lee, Evan Peters, Cameron Monaghan, Sarah Desjardins, Jodie Turner-Smith, Jeff Bridges
Distribuição no Brasil: Walt Disney Studios Motion Pictures
Duração: 119 minutos
Cenas pós-créditos: sim, duas

Sessões legendadas no Cineflix Santos | Sala 2
9/10/2025 - Quinta-feira: 16h00, 18h30 e 21h00.
10/10/2025 - Sexta-feira: 16h00, 18h30 e 21h00.
11/10/2025 - Sábado: 16h00, 18h30 e 21h00.
12/10/2025 - Domingo: 16h00, 18h30 e 21h00.
13/10/2025 - Segunda-feira: 16h00, 18h30 e 21h00.
14/10/2025 - Terça-feira: 16h00, 18h30 e 21h00.
15/10/2025 - Quarta-feira: 16h00, 18h30 e 21h00. Ingressos neste link.
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