quarta-feira, 18 de outubro de 2017

.: O idioma do conhecimento no aspecto formal da empregabilidade

Por: Bruno Herzog*


Non, merci. Oui, s´il vous plait!. Se você só sabe essas pequenas expressões em francês, já está passando da hora de pensar em aprender o idioma – que é o segundo mais ensinado do mundo, perdendo apenas para o inglês. Língua oficial em todas as agências das Nações Unidas e em um número muito grande de organizações internacionais, o idioma é falado em 56 países – e em 30, é a língua oficial.

Ao todo, 500 milhões de pessoas ao redor do mundo falam francês, se incluirmos as que o têm como segundo idioma. E, se formos refletir em termos de formação profissional, é importante citar uma pesquisa recente feita pela Catho em sua base de anúncios de empregos: depois do inglês e do espanhol, o francês é a língua mais pedida pelos empregadores.

Mas, se no aspecto formal da empregabilidade, o idioma tem caráter decisivo, no mundo acadêmico esta realidade é ainda mais relevante. Afinal, não é preciso parar para pensar muito para listar alguns dos pensadores mais importantes da humanidade como René Descartes, os iluministas Rousseau, Montesquieu, Voltaire, Diderot, ou mesmo o sempre atual Jean-Paul Sartre e sua amada Simone de Beauvoir, filósofa existencialista e talvez a maior inspiração do feminismo moderno. O francês é, para muitos, o idioma do conhecimento.

E isso pode fazer uma diferença enorme, na formação, seja intelectual ou técnica. Além de filosofia, o francês é a língua nativa de muitos importantes autores nas áreas das engenharias, seja a da construção, a automobilística, do petróleo e gás. É, portanto, de grande relevância saber francês, se você quiser trabalhar em uma multinacional, se quiser ser diplomata ou se voluntariar a projetos como a Cruz Vermelha Internacional e Médicos sem Fronteira.

Em nossa experiência diária, na escola, vemos pessoas de todas as idades querendo aprender francês. Os mais jovens, claro, interessados em melhorar sua performance profissional, seu potencial competitivo, os mais maduros, muitas vezes, projetam mudança de país – e o Canadá tem sido um dos mais procurados. E há também aqueles que querem aprender francês para viajar bastante. Porque poder ver além de nós, é pressuposto básico de crescimento. Pessoal e profissional. 


*Bruno Herzog, coordenador pedagógico da MY Target Idiomas

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