sexta-feira, 15 de novembro de 2019

.: #ResenhaRápida: Claudio Marinho em 55 perguntas surpreendentes


Por Helder Moraes Miranda e Mary Ellen Farias dos Santos, editores do Resenhando.

Em cartaz com a peça teatral infantil "Os Três Porquinhos" (crítica neste link), Claudio Marinho é formado em Teatro e em Comunicação Social - Jornalismo pela Universidade Federal do Pará. Fundou e dirigiu a companhia de teatro Fé Cênica, realizando as peças "Fogo Cruel em Lua de Mel", "As Ruminantes", "Perfídia Quase Perfeita", "A Fábula das Águas" e "Lendas, Para Que Te Quero!". Além de várias outras peças de teatro. Para o cinema fez os curtas-metragens de Simone Bastos “Epílogo” (2013), “Outonos na Alma” (2013), “X” (2007) e "Severa Romana" (2007).

Nome completo: Luis Claudio Souza Nascimento (o Marinho no nome artístico vem da avó materna).
Apelido: não tenho.
Data de nascimento: 8 de agosto de 1973.
Qualidade: observador.
Defeito: observador demais.
Signo: leão.
Ascendente: não sei.
Uma mania: andar descalço.
Religião: acredito que a prática do bem deveria ser o objetivo de todas as religiões.
Time: não tenho.
Amor: todos nós precisamos e temos potencial para amar.
Sexo:  energia, prazer, criação.
Família é: acolhimento, conflito, aprendizado.
Ídolo: não tenho.
Inspiração: Nelson Mandela.
Arte é: a pergunta sem resposta.
Brasil: precisa pertencer ao seu povo.
Fé: força.
Deus é: a inteligência.
Política é: assunto que precisa ser tratado sem paixões.
Hobby: colocar os pés na areia da praia.
Lugar: meu lar.
Prato predileto: maniçoba.
Sobremesa: cheesecake de morango.
Fruta: melancia.
Cor favorita: azul.
Medo de: altura.
Uma peça de teatro: "Deus da Carnificina", de Yasmina Reza, na versão brasileira com Deborah Evelyn, Julia Lemmertz, Orã Figueiredo e Paulo Betti.
Um show: "Falso Brilhante", da Elis. Cheguei ao mundo atrasado para ver, tinha só dois anos de idade.
Um ator: Paulo Autran. Assisti as duas últimas peças em que atuou: “Adivinhe Quem Vem Para Rezar” e “O Avarento”. Quanto vigor!
Uma atriz: Cleyde Yáconis. Vi sua penúltima peça, “O Caminho Para Meca” e saí do teatro apaixonado.
Um cantor: Zé Ramalho.
Uma cantora: Aretha Franklin.
Um escritor: Philip Roth.
Uma escritora: Maria Valeria Rezende.
Um filme: "Linha de Passe", de Walter Salles e Daniela Thomas.
Um livro: “Chove nos Campos de Cachoeira”, de Dalcídio Jurandir.
Uma música: "O Que Será (À Flor da Pele)", de Chico Buarque.
Um disco: "Sobre Todas as Coisas", da Zizi Possi.
Um personagem: Tartufo, de Molière.
Uma novela: "Tieta" (de Aguinaldo Silva, baseada no livro homônimo de Jorge Amado)
Uma série: "A Sete Palmos".
Um programa de TV: os de entrevistas.
Um podcast: não tenho hábito de ouvir podcasts.
Uma saudade: minha cidade, Belém do Pará.
Algo que me irrita: quando não respondem e-mail de trabalho (risos).
Algo que me deixa feliz é: cachoeira.
Digo sim: à diversidade.
Digo não: ao fundamentalismo.
Sonho: fazer teatro sem parar.
Futuro: tento me concentrar no presente.
Morte é: recomeço.
Vida é: imortal.
Uma palavra: progresso.
Ser ator é: espelho para a sociedade.

Cláudio Marinho e Pitty Webo - "Todo Seu" (9 de fevereiro de 2017)

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