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domingo, 14 de junho de 2026

.: Personagens infantins se encontram em espetáculo com história inédita


"Elyntra - O Resgate de Rapunzel" é um infanto-juvenil repleto de música, humor, fantasia e emoção que vai entrar no universo do público infantil e jovem. Em 2025, Luccas Papp fez uma adaptação com a peça de Peter Pan - Crescer é Preciso que levou mais de 15 mil pessoas ao teatro. O novo projeto também dialoga com essa atmosfera lúdica dos contos de fadas

Uma trama que envolve Branca de Neve, Alice, Dorothy, Pinóquio, o Chapeleiro Maluco e outros personagens em uma jornada sobre amizade, coragem e imaginação. Esses são os pilares de "Elyntra - O Resgate de Rapunzel" em cartaz no Teatro das Artes, com sessões aos sábados e domingos, às 14h30. Com texto, direção e músicas com letras originais de Luccas Papp, a montagem apresenta uma história inédita que reúne personagens clássicos dos contos de fadas em um mundo totalmente novo. A temporada vai até 26 de julho. 
 
O elenco é formado por Analu Sampaio (Sofia), Lorena Queiroz (Rapunzel), Giovana Stinglin (Branca de Neve), Théo Medon (Príncipe), Renata Schneider (Alice), João Pedro Delfino (Pinóquio), Laura Binder (Dorothy), Dayzon Nascimento (Lord Ardus), Larissa Milian (Bruxa), Naara Camilo (Tecelã), Matheus Papp (Neco – Cover de Príncipe), Hitallo Alca (Nico) e Iuri Manzini (Chapeleiro).

A história traz o reino de Elyntra que está em perigo. O personagem Lord Ardus planeja eliminar o mundo da imaginação, o que provocaria o desaparecimento gradual das histórias. A única possibilidade de impedir isso pode estar em Rapunzel, que guarda em seus cabelos um elemento importante para a situação.

Para tentar salvá-la e evitar o desaparecimento de Elyntra, Branca de Neve reúne um grupo de aliados formado por Alice, Dorothy, Pinóquio e o Chapeleiro Maluco. O grupo inicia uma jornada com o objetivo de impedir o plano de Ardus e proteger o mundo das histórias. A missão depende ainda de encontrar uma pessoa do mundo real que acredite nas fábulas. Essa pessoa é Sofia, uma menina que mantém o hábito de imaginar.

Em 2025, Luccas Papp fez uma adaptação com "Peter Pan - Crescer É Preciso", que levou mais de 15 mil pessoas ao teatro. O próximo projeto dialoga com o mesmo universo lúdico. “A ideia era que o próximo espetáculo infantil fosse uma criação inédita, com um reino e uma história original, mas utilizando personagens já conhecidos para criar identificação com o público. Embora o título seja ‘O Resgate de Rapunzel’, a personagem não é o centro da narrativa. O principal elemento da história é o reino de Elyntra, lugar onde as histórias ficam quando não estão sendo contadas. A peça faz parte de uma proposta inédita, mas dialoga com os clássicos. A obra trata de amizade, de acreditar e da importância das histórias na infância”.

Os personagens clássicos aparecem com novas características e histórias nesta montagem. “Dorothy  é uma adolescente sem paciência, emburrada, a Branca de Neve é recém-divorciada, aquela história de que 'Felizes para Sempre' foi destruído; o Pinóquio é um mentiroso em tratamento, então ele só fala a verdade, às vezes, coloca todos em saia justa; a Alice é completamente lunática”, enfatiza Papp.

Na questão visual em cena, a proposta foi mudar a lógica dos figurinos, criando peças inéditas que fazem referência aos originais, com tons mais leves e naturais. O cenário tem uma característica mais robusta para acompanhar toda a jornada. A trilha sonora conta com seis músicas originais que remetem ao clima dos contos de fadas e são cantadas ao vivo pelos atores. A faixa  principal é Elyntra, que apresenta todo este reino e é responsável pela abertura 


Ficha técnica
Espetáculo "Elyntra - O Resgate de Rapunzel" 
Texto, direção geral e letras originais: Luccas Papp
Elenco: Analu Sampaio (Sofia), Lorena Queiroz (Rapunzel), Giovana Stinglin (Branca de Neve), Théo Medon (Príncipe), Renata Schneider (Alice), João Pedro Delfino (Pinóquio), Laura Binder (Dorothy), Dayzon Nascimento (Lord Ardus), Larissa Milian (Bruxa), Naara Camilo (Tecelã), Matheus Papp (Neco – Cover de Príncipe), Hitallo Alca (Nico), Iuri Manzini (Chapeleiro),
Covers: Alexandra Mayrhofer (Cover Rapunzel / Alice), Giulia Lavínia (Cover Sofia / Tecelã), Priscila Jardim (Cover Branca / Dorothy), Marcus Maia (Cover Masculino), Felipe Brito (Cover Chapeleiro).
Assistência de direção: Letícia Monezi
Iluminação: Gustavo Gonçalo
Figurinos: Thaís Boneville
Trilha sonora: Pedro Lemos
Cenografia e cenotecnia: Evas Carretero
Visagismo: Laura Tonetti
Preparação vocal: Eduardo Frena
Coreografias: Laura Binder e Renata Schneider
Assessoria de imprensa: Adriana Balsanelli e Renato Fernandes
Fotos: Fernando Tavares
Design gráfico: Raphael Ruas
Produção de conteúdo digital: Hitallo Alca, Laura Binder e Renata Schneider
Gestão e design de redes sociais: Agência Philar - Liz Oliveira 
Gestão de produção: Guilherme Bernardino
Produção de elenco e executiva: Richard Lake. Produção Executiva: Isadora Schubert
Equipe de produção: Guilherme Shuet, Luccas Franzi, Gustavo Carraresi e Nicole Casavecchia
Hostess Artística: Bianca Ricco
Operação de luz: Jackson Oliveira
Direção de palco: Martins Silva
Técnico de áudio: Juscimar Pina
Produção e gravação de trilha sonora: Victor Hugo Gal e Gustavo Iandoli
Realização: Ministério da Cultura e LPB Produções
*O elenco pode sofrer alterações sem aviso prévio


Serviço
Espetáculo "Elyntra - O Resgate de Rapunzel" 
Teatro das Artes (Localizado no 3º piso do Shopping Eldorado, loja 409)
Av. Rebouças, 3970, Pinheiros, São Paulo/SP
Temporada: de 2 de maio até 26 de julho. Sábados e domingos, 14h30
Classificação: livre. Duração: 90 minutos. 
Ingressos:  [Plateia] - R$ 120,00 (inteira) | R$ 60,00 (meia-entrada);  [Balcão] - R$ 100,00 (inteira) | R$ 50,00 (meia-entrada); [Balcão Fundo] - R$ 50,00 (inteira) | R$ 25,00 (meia) (ingressos promocionais)

domingo, 24 de maio de 2026

.: Musical em homenagem à Dalva de Oliveira em cartaz com Soraya Ravenle


Escrito e estrelado por Renato Borghi, musical em homenagem à Dalva de Oliveira estrá em cartaz com Soraya Ravenle no papel da diva. Em temporada no Teatro do Sesi, localizado na Av. Paulista, o espetáculo traça a linda relação de Borghi com a estrela da era de ouro do rádio antes e depois de conhecê-la. A entrada é franca e os ingressos limitados. Foto: João Caldas

“Tudo começou com um Renato ainda menino. Aos seis anos de idade, ganhei de minha mãe um disco da trilha sonora de ‘A Branca de Neve’, onde a voz da princesa era interpretada por Dalva de Oliveira. Ali, na vitrola da infância, nasceria uma paixão avassaladora e que atravessaria décadas, palcos e revoluções – culminando no encontro real e improvável entre fã e diva poucos anos antes dela nos deixar”, diz Renato Borghi.

É impulsionado por este amor incondicional, que Borghi revisita o tema para homenagear uma das maiores cantoras brasileiras de todos os tempos. "Minha Estrela Dalva" é, na verdade, o acerto de contas do artista com essa história. Às vésperas de seu aniversário de 89 anos, ele sobe ao palco para reviver o delírio de ter sido amigo, confidente e "filho artístico" de Dalva de Oliveira. Em 2026, essa memória ganha novo corpo e voz no palco através de um encontro de gigantes. Soraya Ravenle, que iniciou sua brilhante carreira no teatro musical integrando o coro de "A Estrela Dalva" (1987), grande sucesso de Borghi com Marília Pêra, retorna agora para ocupar o centro do palco e encarnar a própria Estrela. 

Com potência vocal e sensibilidade rara, ela não interpreta apenas a "Rainha do Rádio", mas a força da natureza que cantou a dor rasgada antes disso virar moda, a mulher que desafiou os moralismos de sua época com o peito aberto e a garganta em chamas. Soraya traz à cena o mito humano, o "Rouxinol do Brasil" que ensinou a um país inteiro que o sofrimento, quando cantado, vira beleza.

“Dalva é a quarta mulher que transforma a minha vida. Não volto a ela apenas como intérprete, volto como alguém atravessada por sua coragem. Em cena, eu não a interpreto, eu a convoco, canto a mulher que desafiou seu tempo com o peito aberto e transformou dor em beleza. E estar ao lado de Renato Borghi é viver um encontro de amor e memória, ele escreve para sua musa e eu tenho a honra de dar corpo e voz a essa história diante do público”, comenta Ravenle.

Em um jogo cênico vertiginoso, Renato Borghi divide a cena com sua própria juventude. Elcio Nogueira Seixas, que além de dirigir o espetáculo, interpreta o Renato de 1969 - um jovem ator da contracultura que, entre a rebeldia do Teatro Oficina e o glamour do rádio, descobre em Dalva a alma do Brasil.

“Desde o início dos anos 90, divido e multiplico a cena do mundo com Renato. Fui seu aluno e tornei-me seu parceiro na arte. Dalva entrou em mim como entrou nele — pela voz, pelo espanto, pelo chamamento. Só que o meu bolachão de 78 rotações foi o próprio Borghi. Hoje dirijo Minha Estrela Dalva ao lado de meu amado amigo e mestre Elias Andreato - que foi quem me aproximou do Renato. E no palco, sou ele jovem - o menino de sete anos que ouviu aquela voz pela primeira vez e nunca mais foi o mesmo. Neste espetáculo, sigo a receita antropófaga de Oswald de Andrade e faço a devoração de Renato e Dalva”, diz Elcio Nogueira Seixas.

Completando esse triângulo de paixões, Ivan Vellame empresta sua voz de rara beleza para dar vida aos amores de Dalva, com destaque para o compositor Herivelto Martins, trazendo ao palco os sambas imortais e os conflitos públicos e midiáticos que marcaram a era de ouro do rádio. “A Dalva que Renato nos traz é uma convocação para adentrarmos a vida de uma mulher que viveu de alma nua, vocacionada para o Amor e para a Arte. Eu entro representando uns cabras que estranhavam o Amor. Construindo com a direção chegamos à uma encenação não documental, onírica e mítica, mas que não perde o valor de reflexão de que esses homens, os estranhos ao Amor mas que amavam muito - Bruno, Herivelto e Kiko - viam o feminino como sinônimo de desqualificação do masculino. Eu espero que, principalmente os homens, saiam do teatro mais amorosos, menos machões. Se eu for vaiado em cena, por perceberem que homens assim já não tão com nada há muito tempo, vai ser lindo. Eu espero que: - Homens, honremos a feminilidade que nos é intrínseca”, enfatiza Vellame. 

A direção do espetáculo é dividida com o renomado Elias Andreato. O ator e diretor empresta toda sua sensibilidade e experiência para extrair o melhor de cada ator e dar forma ao texto poético escrito por Borghi. “Em 'Minha Estrela Dalva', Renato Borghi escreve uma declaração de amor à sua musa eterna, Dalva de Oliveira. Ao lado de Elcio Nogueira Seixas, construímos um espetáculo que é memória, música e exposição profunda. Soraya Ravenle não interpreta Dalva, ela a faz pulsar, e ver Renato se confrontar com sua própria história em cena é testemunhar um dos gestos mais íntimos e corajosos do teatro”, destaca Andreato.

“Minha Estrela Dalva” está em cartaz no Teatro do Sesi-SP (Avenida Paulista, 1313), de quinta a domingo, e os ingressos são gratuitos através do site www.sesisp.org.br/eventos. Em cena, o ator e dramaturgo Renato Borghi invade o camarim de sua musa, Dalva de Oliveira, para realizar um sonho que a vida interrompeu: propor a ela um espetáculo revolucionário onde a "Rainha da Voz" cantaria as canções de Bertolt Brecht e Kurt Weill.

Neste "delírio documentado", passado e presente se fundem sob a direção artística de Elias Andreato e Elcio Nogueira Seixas — que também sobe ao palco para dar vida ao Renato jovem. Borghi, interpretando a si mesmo, dialoga com uma Dalva no auge de sua glória e vulnerabilidade, vivida pela premiada atriz Soraya Ravenle. Ao lado deles, o ator Ivan Vellame dá vida aos amores tempestuosos que marcaram a história da cantora, ampliando o olhar sobre sua trajetória pessoal.

A encenação ganha vida através da direção musical de William Guedes, que conduz a sonoridade afetiva do espetáculo, e da atmosfera visual criada pelo cenário de Márcia Moon, a iluminação de Wagner Pinto e os figurinos de Fábio Namatame. Juntos, eles constroem um universo onde o glamour das Rádios dos anos 50 encontra a crueza do teatro épico de Brecht, revelando a mulher por trás do mito e o fã por trás do ídolo.


Dalva de Oliveira e o empoderamento feminino
Em "Minha Estrela Dalva", cada homem que passou pela vida de Dalva de Oliveira exerceu sobre ela uma variação do mesmo poder: o poder de definir quem ela era, quanto valia e quando deveria desaparecer. Herivelto, o marido compositor, dizia "Fui eu que te fiz, sua caipira" — e cobrava a dívida como se o talento dela fosse propriedade dele. Kiko, o segundo marido, queria transformá-la numa diva europeia bem-comportada. Bruno roubou seu dinheiro e fugiu. A televisão acendeu um canhão de luz no seu rosto e disse que não havia como fazer um close naquela mulher envelhecida.


A resposta de Dalva, que atravessa a peça como um refrão, é uma só: "Eu não tenho dono."
Chamaram-na de Messalina, de indigna de ser mãe, de cafona, de acabada. Pelos jornais dos anos 1950, Dalva foi submetida ao mesmo linchamento público que as redes sociais aplicam hoje a qualquer mulher que ousa viver fora do roteiro. A tecnologia mudou. A lógica, não. Mas Dalva transformou cada golpe em canção. Quando o ex-marido a difamou, ela gravou "Errei sim" e devolveu: "Que venha logo a primeira pedra me atirar." Quando quiseram enterrá-la, cantou "Bandeira Branca" no Maracanã e o público se ajoelhou. "Se meu coração está machucado, deixo sangrar — eu canto melhor assim, de peito aberto."

Renato Borghi, que a amou desde os seis anos de idade, escreveu esta peça não para embalsamá-la em nostalgia, mas para devolvê-la ao palco viva, contraditória e indomável — uma mulher que bebe demais, que mostra as pernas, que faz reza forte contra os ex-companheiros, que briga com o diretor e reescreve as próprias cenas. Borghi tem a sabedoria de não idealizá-la, porque o que torna Dalva uma figura poderosa para as mulheres de hoje não é a perfeição — é a inteireza. 

No clímax do espetáculo, Dalva canta "Jenny dos Piratas", de Brecht e Kurt Weill: a história da mulher humilhada que um dia será a única de pé quando tudo ruir. É a convergência exata entre a emoção visceral da maior cantora popular brasileira e o teatro político. Quando lhe perguntam quem deve morrer, Jenny responde: "Todos." É a fantasia de justiça de todas as mulheres que foram esmagadas e se recusaram a ficar no chão. Dalva enfrentou o machismo dos anos 1940 aos 70 sem vocabulário feminista, sem rede de apoio, sem hashtag - com nada além da voz e de uma teimosia feroz de não se deixar apagar. Que sua história ressoe com tanta força em 2026 não é um tributo ao passado. É um diagnóstico do presente.


Ficha técnica
Musical "Minha Estrela Dalva"
Idealização: Renato Borghi e Elcio Nogueira Seixas
Dramaturgia: Renato Borghi
Direção artística: Elias Andreato e Elcio Nogueira Seixas
Elenco: Renato Borghi, Soraya Ravenle, Elcio Nogueira Seixas e Ivan Vellame
Músicos: Nath Calan (bateria e percussão), Giancarlo Barletta (baixo), Gustavo Fiel (piano elétrico), William Guedes (violão), Denise Ferrari (violoncelo), Eliza Monteiro (viola), Mica Marcondes (violino).
Direção de movimento: Roberto Alencar e Irupe Sarmiento
Direção musical e arranjos: William Guedes
Cenografia: Márcia Moon
Assistência de cenografia e direção de palco: Márcio Zunhiga
Assistência de produção e contrarregragem: Anderson Conceição
Cenotécnico: Denis Chimanski
Figurinista: Fábio Namatame
Assistência de figurino: Luisa Galvão
Produção de figurino: Eliana Liu
Modelagem: Juliano Lopes
Costura: Lenilda Moura e Fernando Reinert
Design de perucas: Feliciano San Roman
Camareiras: Aline Delgado e Maria da Graças
Colaborações na preparação vocal de Soraya: Felipe Abreu e Gilberto Chaves
Cabelo de Soraya: Beto Carramanhos
Desenho de luz: Wagner Pinto
Assistência e produção de luz: Carina Tavares
Operação e programação de luz: Jorge Forjaz
Desenho e operação de som: Cecília Lüzs
Desenho de som associado: Roberta Helena
Direção de Produção e Administração Financeira: Lukas Cordeiro
Produção Executiva: Camila Bevilacqua
Assessoria de Imprensa: Agência Taga
Projeto Gráfico: Werner Schulz
Fotografia: João Caldas
Assistência de Fotografia: Andréia Machado
Assessoria Jurídica: Carolina Wanderley
Contabilidade: Fato Assessoria Contábil
Audiodescrição: Gangorra Audiodescrição
Interpretação em Libras: Space Libras
Redes sociais
Instagram: @dalvaomusical


Serviço
Espetáculo “Minha Estrela Dalva”
Temporada: até dia 12 de julho
Centro Cultural Fiesp | Teatro do Sesi-SP – Avenida Paulista, 1313 (em frente à estação Trianon-Masp)
Sessões: quinta a sábado, às 20h00, e domingo, às 19h00
Classificação etária: 14 anos
Duração: 90 minutos
Acessibilidade sempre aos sábados e domingos, com intérprete de Libras e audiodescrição.
Ingressos gratuitos. Reservas pelo: www.sesisp.org.br/eventos

sexta-feira, 10 de abril de 2026

.: Novas apresentações do solo "Na Sala dos Espelhos" no Sesc Santana


Com direção e adaptação de Michelle Ferreira e Maíra de Grandi, monólogo traz aos palcos adaptação do quadrinho homônimo de Liv Strömquist e questiona a tirania da imagem em um mundo dominado pelas redes sociais. Foto: Paulo Vainer 

Em um verdadeiro tratado sobre a aparência e as ilusões do eu, o solo "Na Sala dos Espelhos" reflete sobre como a tirania da imagem vem minando a relação que travamos com nossos corpos e desejos. O trabalho, idealizado e atuado por Carolina Manica (indicada ao prêmio APCA pelo trabalho), estreou em 2025 e agora ganha novas apresentações no Sesc Santana, nos dias 10, 11 e 12 de abril, na sexta e no sábado, às 20h00, e no domingo, às 18h00. Com direção e adaptação de Michelle Ferreira e Maíra de Grandi, "Na Sala dos Espelhos", adaptação do livro homônimo de Liv Strömquist , conta a história de uma mãe que, ao ver sua filha pré-adolescente entrar em crise com a própria aparência, enfrenta o desafio de criar uma menina feminista em um mundo cada vez mais caótico. Para isso, ela convida Nina, sua filha, e o público, a brincar de pensar sobre o mito da beleza que tanto aprisiona meninas e mulheres. 

O espetáculo irreverente nos faz olhar de outro modo para o espelho e questiona: por que as fotos que vemos rolar pelo feed das redes sociais podem nos levar a sentimentos de ansiedade, raiva, tristeza e frustração? Quando foi que criamos uma relação voyeurística crônica com nós mesmos? Como, afinal, enxergar a si próprio num mundo dominado pela hiperexposição? O espetáculo conta com trilha sonora original composta pela cantora Ava Rocha (que fez sua estreia no Teatro) em colaboração com a compositora Grisa, cenário e figurino de Fábio Namatame e luz de Caetano Vilela.

“Meu primeiro contato com a obra de Liv foi uma experiência reveladora. Fui fisgada pela sua ironia e inteligência. Entre reflexões filosóficas, referências históricas e críticas à cultura da imagem, Liv nos faz questionar o quanto nossa autoestima depende do olhar alheio. E foi assim que decidi levar isso ao palco. Interpretar esta peça tem sido uma jornada. No palco, falo sobre o olhar, a beleza, a cobrança, os padrões e prisões internas — mas fora dele, sou mãe de uma menina que começa a descobrir seu próprio reflexo. E é impossível não pensar em como esse olhar do mundo pesa sobre nós, mulheres, desde cedo. Percebi o quanto herdamos espelhos trincados, distorcidos por expectativas. Hoje tento abrir espaço para um novo reflexo. Talvez essa seja a beleza que queira ensinar à minha filha”, diz a atriz e idealizadora Carolina Manica.

Michelle Ferreira e Maíra De Grandi indagam sobre o que pode o corpo de uma atriz diante de um ensaio filosófico em quadrinhos, a partir do ensaio “Na Sala Dos Espelhos - a autoimagem em transe ou beleza e autenticidade como mercadoria na era dos likes e outras encenações do eu” da sueca Liv Strömquist.  Para elas, a obra é uma tese visual sobre a beleza onde as irmãs Kardashian dividem as páginas com Susan Sontag, Zygmunt Bauman, Naomi Wolf, a Bíblia, a madrasta da Branca de Neve e tudo parece fazer muito sentido. Através do seu traço expressivo e pop, ela convida o leitor a brincar de pensar sobre desigualdade de gênero, relações de poder e estruturas sociais, e usa conceitos do feminismo, da ciência política, da psicologia e da filosofia para basear suas análises. 

É tudo muito colorido, ao mesmo tempo que é terrivelmente ácido. Ler qualquer uma das obras de Liv é uma experiência fascinante. Ao final, nos sentimos mais inteligentes e também mais indignados. Mas como traduzir uma obra como essa para os palcos sem perder a sua essência? Por incrível que possa parecer, foi traindo Liv sem pudor que pudemos nos encontrar com ela. Para isso, criamos uma personagem que fosse capaz de atravessar essas questões não de uma maneira intelectual, mas com seu corpo. 

“A mãe da Nina”, a protagonista, é uma mulher que está no climatério enquanto sua filha está entrando na adolescência. Ambas precisam se relacionar com o espelho e com a tirania da imagem enquanto seus corpos vivem uma grande transformação. E o que pode um corpo? No teatro, um corpo pode tudo. Complementam as diretoras. 


Ficha técnica
Espetáculo "Na Sala dos Espelhos"
Texto original: Liv Strömquist  
Idealização: Carolina Manica  
Direção e adaptação: Michelle Ferreira e Maíra De Grandi  
Atuação: Carolina Manica  
Trilha sonora: Ava Rocha e Grisa  
Direção de arte (Figurino e Cenário): Fábio Namatame  
Iluminador: Caetano Vilela 
Designer: Julio Dui  
Fotógrafo: Paulo Vainer  
Maquiagem: Thiago Braga  
Operação de som: Grisa  
Operação de luz: Gabriel Sobreiro  
Direção de produção: Carolina Manica  
Assistente de produção: Marcela Horta
Produção: Grilo Azul Filmes  


Serviço
Espetáculo "Na Sala dos Espelhos", com Carolina Manica
Apresentações: 10, 11 e 12 de abril de 2026
Na sexta e no sábado, às 20h00  e no domingo, às 18h00.
Sesc Santana - Av. Luiz Dumont Villares, 579 - Santana, São Paulo
Ingressos: R$ 60,00 (inteira), R$30,00 (meia-entrada) e R$18,00 (credencial plena)
Vendas on-line a partir de 31 de março às 17h00 em centralrelacionamento.sescsp.org.br ou presencialmente às 17h00, nas bilheterias de qualquer unidade do Sesc São Paulo
Classificação: 16 anos
Duração: 60 minutos
Acessibilidade: teatro acessível a cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida

domingo, 29 de março de 2026

.: Novas apresentações do solo "Na Sala dos Espelhos" com Carolina Manica


Com direção e adaptação de Michelle Ferreira e Maíra de Grandi, monólogo traz aos palcos adaptação do quadrinho homônimo de Liv Strömquist e questiona a tirania da imagem em um mundo dominado pelas redes sociais. Foto: Paulo Vainer 


Em um verdadeiro tratado sobre a aparência e as ilusões do eu, o solo "Na Sala dos Espelhos" reflete sobre como a tirania da imagem vem minando a relação que travamos com nossos corpos e desejos. O trabalho, idealizado e atuado por Carolina Manica, indicada ao prêmio APCA pelo trabalho, estreou em 2025 e agora ganha novas apresentações no Sesc Santana, nos dias 10, 11 e 12 de abril, na sexta e no sábado, às 20h00, e no domingo, às 18h00. 

A direção e adaptação é de Michelle Ferreira e Maíra de Grandi e ainda conta com trilha sonora original composta pela cantora Ava Rocha, que fez sua estreia no Teatro, em colaboração com a compositora Grisa, cenário e figurino de Fábio Namatame e luz de Caetano Vilela. As diretoras indagam sobre o que pode o corpo de uma atriz diante de um ensaio filosófico em quadrinhos, a partir do ensaio “Na Sala Dos Espelhos - A Autoimagem em Transe ou Beleza e Autenticidade como Mercadoria na Era dos Likes e Outras Encenações do Eu”, da sueca Liv Strömquist

O espetáculo irreverente nos faz olhar de outro modo para o espelho e questiona: Por que as fotos que vemos rolar pelo feed das redes sociais podem nos levar a sentimentos de ansiedade, raiva, tristeza e frustração? Quando foi que criamos uma relação voyeurística crônica com nós mesmos? Como, afinal, enxergar a si próprio num mundo dominado pela hiperexposição? 

“Meu primeiro contato com a obra de Liv foi uma experiência reveladora. Fui fisgada pela sua ironia e inteligência. Entre reflexões filosóficas, referências históricas e críticas à cultura da imagem, Liv nos faz questionar o quanto nossa autoestima depende do olhar alheio. E foi assim que decidi levar isso ao palco. Interpretar esta peça tem sido uma jornada. No palco, falo sobre o olhar, a beleza, a cobrança, os padrões e prisões internas — mas fora dele, sou mãe de uma menina que começa a descobrir seu próprio reflexo. E é impossível não pensar em como esse olhar do mundo pesa sobre nós, mulheres, desde cedo. Percebi o quanto herdamos espelhos trincados, distorcidos por expectativas. Hoje tento abrir espaço para um novo reflexo. Talvez essa seja a beleza que queira ensinar à minha filha.”, afirma a  atriz e idealizadora Carolina Manica.

Para elas, a obra é uma tese visual sobre a beleza onde as irmãs Kardashian dividem as páginas com Susan Sontag, Zygmunt Bauman, Naomi Wolf, a Bíblia, a madrasta da Branca de Neve e tudo parece fazer muito sentido. Através do seu traço expressivo e pop, ela convida o leitor a brincar de pensar sobre desigualdade de gênero, relações de poder e estruturas sociais, e usa conceitos do feminismo, da ciência política, da psicologia e da filosofia para basear suas análises. 

É tudo muito colorido, ao mesmo tempo que é terrivelmente ácido. Ler qualquer uma das obras de Liv é uma experiência fascinante. Ao final, nos sentimos mais inteligentes e também mais indignados. Mas como traduzir uma obra como essa para os palcos sem perder a sua essência? Por incrível que possa parecer, foi traindo Liv sem pudor que pudemos nos encontrar com ela. Para isso, criamos uma personagem que fosse capaz de atravessar essas questões não de uma maneira intelectual, mas com seu corpo. 

“A mãe da Nina”, a protagonista, é uma mulher que está no climatério enquanto sua filha está entrando na adolescência. Ambas precisam se relacionar com o espelho e com a tirania da imagem enquanto seus corpos vivem uma grande transformação. E o que pode um corpo? No teatro, um corpo pode tudo. Complementam as diretoras. 






Ficha Técnica


Texto Original: Liv Strömquist  


Idealização: Carolina Manica  


Direção e Adaptação: Michelle Ferreira e Maíra De Grandi  


Atuação: Carolina Manica  


Trilha Sonora: Ava Rocha e Grisa  


Direção de Arte (Figurino e Cenário): Fábio Namatame  


Iluminador: Caetano Vilela 


Designer: Julio Dui  


Fotógrafo: Paulo Vainer  


Maquiagem: Thiago Braga  


Operação de Som: Grisa  


Operação de luz: Gabriel Sobreiro  


Direção de Produção: Carolina Manica  


Assistente de Produção: Marcela Horta


Produção: Grilo Azul Filmes  


Sinopse 


Na Sala Dos Espelhos, adaptação do livro homônimo de Liv Strömquist, conta a história de uma mãe que, ao ver sua filha pré-adolescente entrar em crise com a própria aparência, enfrenta o desafio de criar uma menina feminista em um mundo cada vez mais caótico. Para isso, ela convida Nina, sua filha, e o público, a brincar de pensar sobre o mito da beleza que tanto aprisiona meninas e mulheres. 




Serviço


Na Sala Dos Espelhos com Carolina Manica


Apresentações: 10, 11 e 12 de abril de 2026


Na sexta e no sábado, às 20 hs  e no domingo, às 18 hs.


Sesc Santana - Av. Luiz Dumont Villares, 579 - Santana, São Paulo


Ingressos: R$ 60,00 (inteira), R$30,00 (meia-entrada) e R$18,00 (credencial plena)


Vendas online a partir de 31/03 às 17h em centralrelacionamento.sescsp.org.br ou presencialmente a partir de 01/04, às 17h, nas bilheterias de qualquer unidade do Sesc São Paulo


Classificação: 16 anos


Duração: 60 minutos


Acessibilidade: Teatro acessível a cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida

quarta-feira, 27 de agosto de 2025

.: Cinco romances disputam a primeira edição do Prêmio Kindle Vozes Negras


Foram anunciados os cinco livros finalistas da primeira edição do Prêmio Kindle Vozes Negras, iniciativa que busca valorizar escritores negros independentes e ampliar a representatividade no mercado editorial brasileiro. As obras selecionadas apresentam diferentes perspectivas sobre identidade, memória, amizade, desigualdade e futuro. São essas:

“Amiga com Piscina”, de Daiana de Souza
O romance acompanha a trajetória de Leila e Marina, amigas desde o ensino médio, que enfrentam juntas vestibular, universidade e as transformações da vida adulta. A obra destaca como diferenças sociais podem afetar vínculos pessoais e questiona até que ponto uma amizade resiste às mudanças. Qual garota negra nunca teve uma amiga branca? A de Leila era rica, morava no melhor bairro da cidade, numa casa enorme e com piscina. A amizade começou na adolescência e foi pela vida afora, as duas trocaram sobre incertezas, sonhos e namorados. Até que precisaram se despedir uma da outra, para sempre. Daiana de Souza é escritora, roteirista e professora de História, é apaixonada pelo mar e pela palavra escrita. Pesquisa e escreve sobre as trajetórias de pessoas negras. De Macaé, interior do Rio de Janeiro, ela se conecta com o mundo pela literatura e pelo audiovisual. Redes sociais: @thenanadesouza. Compre o livro neste link.


“Borda Infinita”, de Tássia Nascimento
Narrado a partir das memórias de Ana Tereza, mulher negra e lésbica, o livro explora as relações familiares e afetivas da protagonista. O texto discute corpo, sexualidade e identidade, abordando contradições e limites que moldam sua subjetividade. O romance delineia o modo como cada experiência compõe a subjetividade da personagem. Os vínculos consanguíneos e as relações afetivo-sexuais são colocados a partir de suas contradições e limites e, de maneira minuciosa, a obra passeia por um acúmulo de vivências que constituem o corpo e a sexualidade da protagonista. Tássia Nascimento é pós-doutoranda em História da Arte pela Unifesp, doutora em Ciência da Literatura, mestre em Estudos Literários e licenciada em Letras. Atua como professora da rede pública e através de seus textos foi vencedora dos Prêmios Mulheres Negras Contam Sua História e Prêmio Palmares de Monografia e Dissertação. Em 2022, em parceria com a Editora Senac, lançou o livro"'Pesquisa, Tecnologia e Sociedade". Já publicou diversos artigos e ensaios sobre o tema da literatura afro-brasileira. Atualmente desenvolve projetos que dialogam com a linguagem audiovisual, incluindo a escrita de roteiros. Compre o livro neste link.


“Febre Inocente”, de J. Oliver Jr.
Ambientado em 2043, o romance de ficção especulativa apresenta o “Projeto Imáculo”, sistema que classifica crianças de 12 anos como “vidro”, “trigo” ou “joio”, definindo seus destinos de forma brutal. A trama questiona liberdade, controle social e sobrevivência. J. Oliver Jr. é graduando de Gestão Pública, profissional de licitações desde os dezesseis anos, além de compositor, roteirista e artista plástico. Escreve desde os oito anos, quando apresentou para sua professora de português, a história de um cachorrinho que salva seu tutor de um assalto. Em seu primeiro título, ele conta a história de um Brasil distópico, no qual crianças de doze anos, são condenadas a tirar a própria vida diante das câmeras de TV, com base em uma lei do ano 2000. Compre o livro neste link.


“Olhos Rubros de Sal”, de Márcia Moura
A narrativa traz a perspectiva de uma diarista que, ao acompanhar a vida de suas patroas, busca reconstruir a própria história após uma tragédia familiar. O livro aborda temas como perda, culpa e possibilidade de recomeço. Em meio à rotina de trabalho e enquanto acompanha de forma inevitável o desenrolar das histórias das suas patroas, uma diarista busca sentido ao tentar recomeçar sua vida após uma grande tragédia familiar. Márcia Moura nasceu em São Paulo e mora em Recife desde os 12 anos de idade. É médica, mãe de três garotos e professora de Ginecologia na Universidade Federal de Pernambuco e na Universidade de Pernambuco. É pós-graduada em Escrita Criativa pelo NESPE. Publicou, em 2023, sua primeira obra individual, "Como Dançam os Lírios-do-Mar" e foi uma das vencedoras do Prêmio Carolina Maria de Jesus. Em 2024, publicou "Neve Sobre Areia Quente", obra vencedora do prêmio Mar que Arrebenta, da Editora Arrelique. Compre o livro neste link.


“Via Pública”, de Tiago Costa
Ambientado em Salvador durante as comemorações da Independência da Bahia, o romance mistura política e cotidiano urbano. O contraste entre o desfile oficial e a escassez de água em algumas regiões da cidade serve de metáfora para as contradições sociais e históricas da capital baiana. Dois de Julho, Independência da Bahia: o governador desfila enquanto certas partes da capital passam o dia sem água. As pessoas vão às ruas de Salvador para viverem seus destinos nessa cidade que tem cor. Preta como seu povo, azul como seu mar, vermelha como pode se tornar quando o sangue de seus habitantes derrama sobre o asfalto. Transparente como a pergunta que se anuncia: desabastecida de tanto, haverá água suficiente na cidade para lavar essas manchas? Tiago Costa nasceu em Salvador, Bahia, no início dos anos 1990. Formado em medicina, especializou-se em psiquiatria em 2018 e trabalha desde então na rede pública e privada. Compre o livro neste link.

domingo, 22 de junho de 2025

.: Vilãs dos contos de fadas ganham versão cristã e prometem surpreender

Quatro contos cristãos reimaginam anti-heroínas dos contos de fadas clássicos e as coloca como protagonistas de suas próprias jornadas de redenção e fé


E se as famosas vilãs dos clássicos contos de fadas fossem adolescentes repletas de problemas da vida real? É nesse cenário que as autoras do best-seller "Corajosas", Arlene Diniz, Queren Ane, Thaís Oliveira e Maria A. Martin, apresentam a nova ficção cristã "Redimidas: os Contos das Princesas Vilãs Desencantadas". As escritoras se unem para dar voz a quatro personagens que não são verdadeiramente más, porém se perderam em meio ao caos e desejam encontrar na fé uma forma para recomeçar a vida.

Cada história é inspirada nas icônicas Rainha de Copas ("Alice no País das Maravilhas"), Úrsula ("A Pequena Sereia"), Rainha Má ("Branca de Neve") e Bruxa Má do Oeste ("O Mágico de Oz"). Porém, neste lançamento da Mundo Cristão, em vez de espelhos mágicos, poções e maçãs envenenadas, as antagonistas vivem dilemas contemporâneos comuns da juventude, como: bullying, abandono, crises de identidade, vaidade, competitividade, traumas emocionais, orgulho e carência afetiva.

Os contos "A Cartada Final", "O Tesouro Mais Precioso", "Sapatilhas de Vidro" e "Oceano de Graça", são protagonizados por adolescentes que, mesmo diante dos próprios erros, arrogância ou mágoas, são profundamente humanas e buscam por redenção em Cristo. A virada acontece quando as meninas se deparam com a Graça de Deus: um tipo de amor que confronta, perdoa e transforma cada alma. Por meio das aventuras e desventuras dessas jovens, Arlene, Thaís, Queren e Maria transmitem princípios bíblicos e mostram que Deus é o roteirista de cada narrativa, ainda que o dia a dia não seja um verdadeiro conto de fadas.

"Redimidas" é um convite aos jovens leitores para reconhecer e lidar com os erros, além de refletir que mesmo aquelas consideradas “vilãs” têm potencial para viver uma transformação profunda. Afinal, a mensagem é clara: todos aqueles que carregam sombras e medos são alvos da redenção. Este é um lembrete de que não importa qual tenha sido o papel que cada um assumiu na história até hoje. Compre o livro "Redimidas: os Contos das Princesas Vilãs Desencantadas" neste link.


Sobre as autoras
Thaís Oliveira e Maria A. Martin, Arlene Diniz e Queren Ane são escritoras apaixonadas por literatura cristã juvenil. Em 2018, decidiram unir seus dons e experiências para criar histórias que tocassem o coração de adolescentes de forma leve, profunda e cheia de propósito. Assim nasceu "Corajosas", livro best-seller de ficção cristã pela Mundo Cristão que marcou o início dessa parceria literária. Agora, em "Redimidas", elas voltam a se reunir para mostrar que até as vilãs podem encontrar um novo começo. Compre o livro "Redimidas: os Contos das Princesas Vilãs Desencantadas" neste link.

quarta-feira, 21 de maio de 2025

.: Cineflix Cinemas Santos estreia "Lilo & Stitch" e "Ritas". Programe-se!

A unidade Cineflix Cinemas Santos, localizada no Miramar Shopping, bairro Gonzaga, estreia dia 22 o aguardado live action de comédia e ficção científica da Disney "Lilo & Stitch" e o documentário sobre a cantora, poetisa, compositora, instrumentista, escritora e musa Rita Lee, intitulado "Ritas".

Seguem em cartaz o longa de ação protagonizada por Tom Cruise, "Missão Impossível - O Acerto Final", a nova sequência do terror para maiores de 18 anos, "Premonição 6: Laços de Sangue", com Tony Todd, assim como a cinebiografia sobre Ney Matogrosso, "Homem com H"

Estão abertas a pré-venda do musical "j-hope - Hope On The Stage: Live Viewing" e a exibição ao vivo da "UEFA Champions League 2025", no dia 31 de maio. Garanta seus ingressos aqui: https://vendaonline.cineflix.com.br/cinema/SAN

Programe-se, confira detalhes e compre os ingressos aqui: https://vendaonline.cineflix.com.br/cinema/SAN. Você pode assistir as estreias com pipoca quentinha, doce ou salgada, tendo em mãos o balde colecionável de "Lilo & Stitch""Thunderbolts*" e "Um Filme Minecraft".



O Resenhando.com é parceiro da rede Cineflix Cinemas desde 2021. Para acompanhar as novidades da Cineflix mais perto de você, acesse a programação completa da sua cidade no app ou site a partir deste link. No litoral de São Paulo, as estreias dos filmes acontecem no Cineflix Santos, que fica no Miramar Shopping, à rua Euclides da Cunha, 21, no Gonzaga. Consulta de programação e compra de ingressos neste link: https://vendaonline.cineflix.com.br/cinema/SAN.


Leia+ 

.: Crítica: “Missão: Impossível” é ação feita com engenhosidade e coragem

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quarta-feira, 14 de maio de 2025

.: Cineflix Cinemas estreia "Premonição 6" e tem pré de "Missão Impossível"

A unidade Cineflix Cinemas Santos, localizada no Miramar Shopping, bairro Gonzaga, estreia dia 15 de maio a nova sequência do terror para maiores de 18 anos, "Premonição 6: Laços de Sangue", com Tony Todd, conhecido por sua interpretação do assassino sobrenatural Candyman.

A partir de sábado é possível conferir a pré-estreia do longa de ação protagonizada por Tom Cruise, "Missão Impossível - O Acerto Final". O filme tem estreia dia 22 de maio. Seguem em cartaz os longas de ação "Karatê Kid: Lendas" e "Thunderbolts*", assim como a cinebiografia sobre Ney Matogrosso, "Homem com H"

Estão abertas a pré-venda do aguardado filme de aventura "Lilo & Stitch", com exibições a partir do dia 22 de maio, assim como o musical "j-hope - Hope On The Stage: Live Viewing" e a exibição ao vivo da "UEFA Champions League 2025", no dia 31 de maio. Garanta seus ingressos aqui: https://vendaonline.cineflix.com.br/cinema/SAN


Programe-se, confira detalhes e compre os ingressos aqui: https://vendaonline.cineflix.com.br/cinema/SAN. Você pode assistir as estreias com pipoca quentinha, doce ou salgada, tendo em mãos o balde colecionável de "Thunderbolts*""Um Filme Minecraft" e "Branca de Neve".



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sexta-feira, 25 de abril de 2025

.: Cineflix Cinemas: "Conclave", vencedor de Oscars 2025, está de volta na telona

O filme "Conclave", vencedor do Oscars 2025 na categoria Melhor Roteiro Adaptado, está de volta às telonas da Cineflix Cinemas. A produção que mistura suspense e drama, de narrativa envolvente sobre os bastidores do Vaticano e as decisões difíceis enfrentadas pelos cardeais durante um conclave, será exibido às 20:20, até terça-feira dia 29 de abril.

O longa que soma 2 horas de duração, entrega uma trama bem construída, com personagens complexos e diálogos intensos, o que prende a atenção do espectador do começo ao fim, enquanto cria expectativas a respeito de qual nome será escolhido para novo Papa. 

"Conclave" explora temas religiosos, política e intrigas com um show de atuação do protagonista Ralph Fiennes, ao lado de Stanley Tucci, Isabella Rossellini e a revelação para um maior público, o ator Carlos Diehz, que interpreta o Cardeal Benítez. 

Programe-se, confira detalhes e compre os ingressos aqui: https://vendaonline.cineflix.com.br/cinema/SAN. Você pode assistir as estreias com pipoca quentinha, doce ou salgada, tendo em mãos o balde colecionável de "Um Filme Minecraft" ou de "Branca de Neve".


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quinta-feira, 24 de abril de 2025

.: Cineflix Cinemas Santos estreia "O Contador 2" e Festival IMOVISION


A unidade Cineflix Cinemas Santos, localizada no Miramar Shopping, bairro Gonzaga, estreia hoje, dia 24 de abril a sequência do sucesso cinematográfico de ação e thriller "O contador 2", com Ben Affleck e Jon Berntha. Volta ainda para as telonas o drama indicado ao Oscar 2025 "Conclave", com o ator Ralph Fienes, que levou a estatueta do Oscar de Melhor Roteiro Adaptado. Outra atração é o Festival de Cinema Europeu IMOVISION com 14 filmes que serão exibidos durante uma semana (lista abaixo).

Seguem em cartaz a animação "Rei dos Reis", a aventura comédia "Um Filme Minecraft" que dia 25 de abril terá também a sessão TEA, às 15 horas, na sala 4. Outros sucessos também podem ser conferidos como o aclamado pelo público, "Pecadores", com Michael B. Jordan no papel dos gêmeos Fuligem e Fumaça, além do suspense de ação protagonizado por Rami Malek, "Operação Vingança".

Está aberta a pré-venda do aguardado filme de anti-heróis "Thunderbolts", com exibições a partir do dia 30 de abril. Garanta seus ingressos aqui: https://vendaonline.cineflix.com.br/cinema/SAN


Lista de Filmes do 1º Festival de Cinema Europeu IMOVISION 

A Arte do Caos;

A Luz;

Brincando Com Fogo;

Dreams;

Em Qualquer Lugar, a Qualquer Hora;

Emmanuelle;

Entre nós, o amor;

Misty, a história de Errol Garner;

Monsieur Aznavour;

O Último Moicano;

Ópera: Canção Para um Eclipse;

Quando a Luz Arrebenta;

Síndrome de Apatia;

Você é o Universo


Programe-se, confira detalhes e compre os ingressos aqui: https://vendaonline.cineflix.com.br/cinema/SAN. Você pode assistir as estreias com pipoca quentinha, doce ou salgada, tendo em mãos o balde colecionável de "Um Filme Minecraft" ou de "Branca de Neve".





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