Autora transforma 25 anos entre Brasil e Portugal em crônicas sobre identidade, preconceito, feminismo, amadurecimento e as experiências que ajudam a construir uma trajetória
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Por: Mary Ellen Farias dos Santos, editora do Resenhando.com
Em julho de 2026
O aclamado espetáculo musical da Broadway, "Diana - A Princesa do Povo", em cartaz nos palcos brasileiros pela primeira vez, encerra a temporada oficial em São Paulo neste fim de semana, com as últimas sessões em cartaz no Teatro Liberdade. Para que você não perca a montagem impecável sobre a intensa e emocionante trajetória da britânica Lady Di, nós do Resenhando.com elencamos 11 motivos para assistir a produção da Estamos Aqui Produções com direção de Tadeu Aguiar. Programe-se e divirta-se!
1. Retorno triunfal de Sara Sarres: A aclamada soprano, um dos maiores nomes do teatro musical brasileiro (com carreira internacional em produções como "O Fantasma da Ópera", "Os Miseráveis", "Annie, o Musical"), retorna ao Brasil após um hiato de 5 anos para viver o papel-título.
2. Elenco de peso: Ao lado de Sara, a montagem tem grandes estrelas dos palcos brasileiros no elenco, incluindo Claudio Lins no papel do Príncipe Charles, Simone Centurione interpretando a Rainha Elizabeth II e Giselle de Prattes como Camilla Parker Bowles.
3. Versão brasileira "não-réplica": Com liberdade criativa, a direção de Tadeu Aguiar adaptou a obra original da Broadway para a nossa realidade emocional, dando maior profundidade e camadas à narrativa, tornando-a mais próxima e empática para o público nacional.
4. Figurinos deslumbrantes: O espetáculo é um verdadeiro desfile de moda. São mais de 250 figurinos construídos com cerca de 1,5 km de tecidos, recriando fielmente os looks icônicos da Lady Di — incluindo o famoso e ousado "vestido da vingança" e até mesmo o vestido de noiva.
5. Cenografia grandiosa e iluminação de encher os olhos: A montagem conta com dezenas de cenários móveis luxuosos, além de mais de 2.000 pontos de fibra ótica criando diante do público um céu estrelado e lustres monumentais que descem em cena, criando uma atmosfera mágica e imersiva.
6. Coreografias e números musicais: Com direção musical de Thalyson Rodrigues e coreografias de Sueli Guerra, a peça equilibra momentos de forte tensão dramática com coreografias energéticas e memoráveis.
7. Foco no legado humanitário: Longe de ser apenas um drama sobre a realeza, a peça homenageia a força de Diana em causas sociais, como a luta pioneira ao lado de pacientes com o vírus HIV.
8. Trilha sonora tocante: As canções originais foram traduzidas e adaptadas com maestria para a língua portuguesa, emocionado o público com a força das letras e melodias.
9. A mulher por trás da coroa: O texto permite enxergar a complexidade, transformando sofrimento em voz e empatia, assim como as dores e as inseguranças da jovem que tentou viver uma história de amor e acabou no centro dos holofotes mundiais,
10. Acessibilidade garantida: Pensada para ser "de todos e para todos", a produção oferece recursos como roteiros em Braille, programa em áudio, abafadores de ruído e sessões com tradução simultânea em Libras.
11. Temporada curta na reta final: A temporada em São Paulo é curtíssima e se despede definitivamente dos palcos brasileiros em 5 de julho de 2026.
Serviço
* Mary Ellen é editora do site cultural www.resenhando.com, jornalista, professora e roteirista, além de criadora do photonovelas.blogspot.com. Twitter:@maryellenfsm
Em fevereiro, o Theatro Municipal de São Paulo segue com sua programação dedicada a encontros inéditos entre diferentes linguagens musicais. Nos dias 2 e 3, de fevereiro às 20h00, a Sala de Espetáculos recebe "Nação Zumbi Sinfônico - Afrociberdelia 30 Anos", concerto especial que celebra três décadas de “Afrociberdelia” (1996), segundo disco da Nação Zumbi da formação com Chico Science e produzido pelo paulistano Eduardo Bidlovski (BID), um álbum histórico e marco do movimento manguebeat. Os ingressos variam de R$30 a R$140 (inteira), classificação livre para todos os públicos, duração de 75 minutos.
Uma das bandas mais celebradas da música brasileira, a Nação Zumbi surgiu no início dos anos 1990, no Recife, então sob o nome Chico Science & Nação Zumbi, e inaugurou a cena Mangue com uma sonoridade que mescla funk, rock, maracatu, embolada, e psicodelia, sendo reconhecida como uma das contribuições mais importantes para a modernização da música brasileira, ao lado da Bossa Nova e do Tropicalismo.
O projeto promove um encontro inédito entre a banda e a Orquestra Experimental de Repertório, sob regência de Wagner Polistchuk, com orquestrações assinadas pelo pernambucano Mateus Alves, em uma criação concebida especialmente para o palco do Municipal. No palco, Jorge Du Peixe (vocal) lidera a Nação Zumbi ao lado de Dengue (baixo), Toca Ogan (percussão), Marcos Matias e Da Lua (tambores), Tom Rocha (bateria) e Neilton Carvalho (guitarra).
No repertório, a banda toca o disco na íntegra e apresenta versões orquestrais de faixas como Mateus Enter, Etnia, Manguetown, Maracatu Atômico e outras. No Carnaval 2026, a Nação Zumbi será homenageada pela Acadêmicos da Grande Rio no desfile da escola na Marquês da Sapucaí, no Rio de Janeiro, com o enredo "A Nação do Mangue", dedicado ao movimento Manguebeat. O Manguebeat foi um movimento de contracultura surgido em Recife no início dos anos 1990, liderado por Chico Science & Nação Zumbi e Mundo Livre S/A. Misturou ritmos regionais (maracatu, coco) com rock, hip-hop e música eletrônica, com o objetivo de valorizar a cultura local e criticar a desigualdade social.
Serviço
Nação Zumbi Sinfônico - "Afrociberdelia 30 Anos"
Sala de Espetáculos do Theatro Municipal
Dias 2 e 3 de fevereiro, às 20h00
Nação Zumbi: Jorge Du Peixe, vocal; Dengue, baixo; Toca Ogan, percussão; Marcos Matias e Da Lua, tambores; Tom Rocha, bateria; Neilton Carvalho, guitarra; Mateus Alves, orquestração.
Orquestra Experimental de Repertório: Wagner Polistchuk, regência
Ingressos de R$ 30,00 a R$ 140,00 (inteira)
Duração de 75 minutos
Classificação: livre para todos os públicos — sem conteúdos potencialmente prejudiciais para qualquer faixa etária
Ele se autodenomina um músico ranzinza. Mas está muito longe de ser algo parecido. Angolano radicado no Brasil há anos, Nuno Mindelis desenvolve uma carreira sólida como músico ligado principalmente ao blues, muito embora sua formação musical eclética inclua os medalhões da Gravadora Stax Records e os ícones do hard rock dos anos 60 e 70. E claro, alguns elementos de nossa música popular brasileira. Mindelis conseguiu a proeza de gravar discos com a icônica banda de apoio de um de seus ídolos (Steve Ray Vaughan), a Double Trouble. E chegou a ter seu talento reconhecido com destaque em publicações no Exterior. Em entrevista para o portal Resenhando.com, ele conta um pouco sobre sua trajetória na música e seus planos para o futuro. “O blues precisa ser reinventado, assim como toda forma de arte”.
Resenhando.com - Você é reconhecido como um dos nomes mais marcantes do Blues. Mas sua formação é mais eclética, abrangendo inclusive a soul music da gravadora Stax Records, Fale sobre suas principais influências musicais.
Nuno Mindelis - Antes, quero agradecer pela oportunidade da entrevista. Ouvi absolutamente tudo que se fez em música desde pelo menos os cinco anos, é quando me lembro de mim, até aos 17, em 1975, quando fui exilado de guerra, partindo para o Canadá e depois para o Brasil. Na época, perdi tudo e precisei de mais de década para me recompor, recomeçar. Nesse período, ouvi sempre muita coisa, mas já com outros ouvidos. Não gostava de nada do final dos anos 70: disco, punk etc, e nem dos anos 80. Mas, com o tempo, passei a gostar de algumas coisas. Quando era muito pequeno, ouvia muita música erudita, meus pais ouviam muito, todas as sinfonias de Beethoven, Wagner, Tannhäuser, considero o coro dos peregrinos espetacular, e outros. Lá pelos seis anos ouvi The Shadows e Beatles e ali a coisa mudou de figura. Aquelas guitarras eletrizantes me reviraram as moléculas corpo e do cérebro. Logo depois, aos nove anos, tive a sorte de um cara mais velho me mostrar Otis Redding e era tão criança que me lembro de ter que decifrar aquela massa sonora mais densa. Mas havia algo importante na época: respeito pelos mais velhos. Se alguém mais velho me aconselhava algo, era porque era para ser decifrado mesmo, nunca desistiria. Conheci tudo de Otis, da gravadora Stax, Booker T & The Mgs é a minha banda de cabeceira. Não gosto do clichê mas encaixa perfeitamente: as primeiras audições da música de Otis Redding eram como o primeiro sexo, pode doer mas você quer mais. Otis, Stax, Booker T & The MGs e todo o cast viraram meu templo. Costumo dizer que a minha vida mudou várias vezes, essa foi a terceira. A primeira, a descoberta da música, a música clássica e canção francesa: Gilbert Bécaud, George Brassens etc, que meu pai ouvia bem. A segunda: Beatles e Shadows e depois veio a, na época, chamada música progressiva: Steppenwolf, Grand Funk Railroad, Led Zeppelin, Deep Purple, The Doors, Pink Floyd etc., todos aqueles derivados do Blues, do Soul, do Country, Folk, Celta, depois o Woodstock que foi algo transcendental. Aos 11, ouvi Big Bill Broonzy e isso levou a ouvir todo o Blues produzido antes e depois no planeta, seja acústico, elétrico etc. O acesso a discos era tão fluido em Luanda como em Londres, vinha direto da fonte e rápido. Eu tinha cerca de 2000 LPs aos 17 anos, edições originais, fora as centenas de singles. Perdi tudo quando me exilei.
Resenhando.com - Em seu canal no YouTube há vários vídeos onde você comenta sobre determinados músicos ou outros assuntos ligados a música. Como foi que surgiu essa ideia?
Nuno Mindelis - Comecei a fazer videos do tipo zoando, ironia sutis, série tipo crimes e castigos. Se você for flagrado tocando Blues como amplificador transistorizado. Pena: dois anos de reclusão + escutar Kenny G e Galvão Bueno por duas horas seguidas com fones irremovíveis. Esse tipo de coisa. Na verdade nos anos 80 eu tinha inventado essa série, quase sem querer, numa revista de música, Cover Guitarra, a convite do editor que era o Regis Tadeu. A turma lembrava disso até hoje, acredita? Viviam me relembrando disso. Então resgatei, meio sem querer, de novo. A galera pirou com esses videos, são tipo shorts, ainda estão no canal, depois passei para videos mais longos ficaram um pouco mais sérios e tal, e um dia perfilei um guitarrista e percebi que a galera engajou um monte, então continuei perfilando guitarristas. Quando acabarem todos os guitarristas da Terra farei parte 2 ou passarei a outra coisa qualquer. Ou já terei morrido (risos).
Resenhando.com - Na sua opinião, o blues pode ser reinventado ou deve permanecer na forma tradicional?
Nuno Mindelis - Deve ser reinventado, como toda a forma de arte, mas não porque seja uma obrigação técnica ou moral ou algo assim. É o próprio artista que normalmente é, ou deveria ser, irrequieto, que sente que precisa desconstruir. Como Miles Davis, o tradicional foi a grande escola dele mas depois ele foi lá e derreteu tudo. Hendrix idem. Picasso, Van Gogh etc. O que me parece é que há 60 anos ninguém, exceto talvez Jeff Beck e um ou outro mais, teve esse ímpeto. Jovens americanos, e não só, nascem por estes dias e continuam fazendo o que se fazia há 60 anos. É certo que é fundamental que se conheçam muito bem as regras e isso requer ouvir muito e aprender bem todo o tradicional mas é muito importante que se as quebrem depois de bem sabidas. Como dizia Zappa, "Without deviation from the norm progress is not possible" ("Sem desvios da norma, o progresso não é possível"). Vejo um monte de artistas de Blues que conhecem as regras como ninguém e não saem daquilo.
Resenhando.com - Você gravou dois discos com os músicos da mítica banda Double Trouble, que acompanhou Steve Ray Vaughan. Fale sobre essa experiência.
Nuno Mindelis - Ajustei com um produtor de Austin, no Texas (Eddie) para fazer um disco para a gravadora Antone’s. Ele tinha ouvido um disco meu e gostado muito. Antone’s é um selo e casa noturna altamente cult, gente como Buddy Guy, Muddy Waters e outros frequentaram e gravaram por ali. Ele me pediu uma fita demo para ter ideia do que eu pensava para o disco novo. Para saber que músicos chamar, se mais blues negro ou mais rock branco, essas coisas. Entrei no estúdio e gravei baixo, guitarra bateria e piano e mandei para ele o rascunho. Ele tocava aquilo na gravadora durante o dia, no sistema de som geral ,todo o mundo ouvia. Tommy Shannon entrou ali por alguma razão (pegar um cachê ou algo assim) e perguntou o que era. Ele explicou: “é um brasileiro que eu vou produzir, o Nuno etc." e ali o Eddie, falando sério fingindo ser brincando, sabe como é, para não parecer ousadia, perguntou: “quer participar?”. E o Tommy disse: “sim, gostaria”. Ele me ligou exultante, "Hey Beast", tinha saído artigo de capa da Revista Austin Blues “The Southamerican Beast Whos Coming To Your Town, "você não vai acreditar, Tommy vai gravar uma música no seu disco. E obviamente Chris também". Depois gravaram o disco todo. "Texas Bound" gravamos em 95, saiu em 96. Depois, gravei outro em 1999, "Blues On The Outside", saiu acho que já em 2000.
Resenhando.com - Como você avalia o blues na atualidade?
Nuno Mindelis - Na real, nem avalio mais. Quase não ouço. É tudo muito igual. E grandes revolucionários como Little Walter, John Lee Hooker, Skip James etc. são cada vez mais raros. Não é saudosismo, havia de fato algo que transcendia ali. Hoje parece meio fabricado em série, especialmente do lado branco. Atenção: não me refiro à habilidade, o pessoal detona pra caramba, são artistas altamente proficientes e habilidosos, músicos de quilate. Mas não saem daquilo, me refiro ao conceito, às suas obras. Qual será o legado? Haverá?
Resenhando.com - Você pretende lançar um novo disco?
Nuno Mindelis - Há duas direções aqui. Do ponto de vista prático, preciso lançar algo mais rapidamente porque os números das plataformas caíram um pouco. Spotify e afins são como redes sociais, se parar de mexer caem os números, acredite. E eu parei de lançar coisa por um tempo. Entre 2022 e 2025 anunciei uma série “um single por mês” (acabou sendo um a cada dois ou três meses na real. Em 2025, só gravei mas não lancei. Então vou ver se lanço uma coletânea com isso tudo mais os inéditos de 2025. Serão cerca de 12 ou 13 faixas até onde vasculhei. Penso em criar algo físico, cassete ou pendrive. Esse negócio de não ser dono do produto não funciona. Nas plataformas, você não é dono de nada, o pessoal que curte quer algo para chamar de seu. LP não penso, porque é caríssimo no Brasil, absurdo, extorsivo. A segunda direção é um trabalho novo que desconstrua o que fiz até agora. Enquanto soar previsível, para mim mesmo, pelo menos, não farei nada. Estou atrás dessa inspiração e desse laboratório mas os videos do Youtube me tomam muito tempo e energia. Mas está na pauta, só preciso conseguir tempo e alguma inspiração. Também gostaria de trabalhar com alguém de nova geração com afinidade com produções eletrônicas mas parece que essa turma foge. No meu tempo, era ao contrário, idolatrávamos os pioneiros e faríamos de tudo para poder colaborar com eles. Vide U2 com BB King, Santana e o álbum "Supernatural", etc.
Resenhando.com - Como está o plano para shows ao vivo?
Nuno Mindelis - Vou fazer um em Florianópolis e soube que está “sold out” (com ingressos esgotados). Em 2026, não sei bem o que será, uma turnê média em Minas é certeza. Apresentações no Blue Note e no Bourbon Street em São Paulo podem acontecer.
"Anaconda" está em cartaz na Cineflix Cinemas de Santos
Por: Mary Ellen Farias dos Santos, editora do Resenhando.com
Em dezembro de 2025
"Anaconda" volta aos cinemas e está em cartaz na Cineflix Cinemas de Santos, com um reboot que foge da forma original, o terror lançado em 1997. Em 2025, a versão é uma comédia de ação metalinguística que deixa qualquer brasileiro que ama cinema feliz. Não somente por fazer o público rir bastante com os trocadilhos do roteiro, mas por trazer o querido ator Selton Mello -recebendo até certo destaque ainda que acabe sendo vítima do ser rastejante de grandes proporções.
Dirigido por Tom Gormican ("Um Tira da Pesada 4", 2024), a trama apresenta um grupo de amigos que fazia filmes caseiros quando jovens. Agora, passando por uma crise de meia-idade e batendo o fatídico questionamento a respeito do que fizeram na vida, o quarteto composto por Doug (Jack Black, de "Escola do Rock", "King Kong"), Ronald (Paul Rudd, de "Homem-Formiga", "Romeu e Julieta"), Kenny (Steve Zahn, de "Diário de Um Banana") e Claire (Thandiwe Newton, de "Crash: No Limite" e da série "Westworld") embarca na ideia de fazer um remake amador de "Anaconda".
Para tanto, pisam na floresta tropical do Brasil e esbarram no adestrador de animais e especialista em cobras, o brasileiro, Carlos Santiago (Selton Mello). Contudo, durante as gravações um acidente muda todo o rumo da trama, uma vez que o grupo precisa de um novo animal para seguir com as gravações e o destino coloca diante deles uma Anaconda original e de um tamanho extraordinário. De quebra, a portuguesa Daniela Melchior ("Guardiões da Galáxia Vol. 3") interpreta Ana, uma vilã armada e que também coloca o enredo de ponta-cabeça, dando mais agilidade e muita ação.
A produção que entrega puro entretenimento, garante ainda bons sustos e, numa boa farofa despretensiosa, consegue envolver o público de modo brilhante. O alvo acertado de "Anaconda" está em não se levar a sério criando novas possibilidades que prendem a atenção do público até o último minuto do longa. E, de fato, a cena final diz muito, não por, minutos antes, resgatar dois personagens importantes do filme de 97, Ice Cube (interpretando a si mesmo) e um encerramento com Jennifer Lopez, sugerindo uma possível sequência. Há um tiro certo em não cortar um personagem que pode dar muito ainda para a franquia que agora mescla terror e muita graça.
Para quem busca entretenimento puro e simples, aliado a uma trama de ficção científica com um toque de "Jurassic World" ou "King Kong", filme que também tem Jack Black na pele de um ambicioso "cineasta", a nova produção, é repleta de boas piadas e tem o tempero de um brasileiro indo além de seus papéis dramaticamente sérios. "Anaconda" é para ser assistido já. Vale o ingresso do cinema!
O Resenhando.com é parceiro da rede Cineflix Cinemas desde 2021. Para acompanhar as novidades da Cineflix mais perto de você, acesse a programação completa da sua cidade no app ou site a partir deste link. No litoral de São Paulo, as estreias dos filmes acontecem no Cineflix Santos, que fica no Miramar Shopping, à rua Euclides da Cunha, 21, no Gonzaga. Consulta de programação e compra de ingressos neste link: https://vendaonline.cineflix.com.br/cinema/SAN.
"Anaconda". (Anaconda). Direção: Derek Drymon Roteiro: Pam Brady, Matt Lieberman, Marc Ceccarelli. Gênero: Ação, Comédia, Terror, Aventura. Direção e Roteiro: Tom Gormican e Kevin Etten. País: Estados Unidos (EUA). Ano de Lançamento: 2025 (estreia em 25 de Dezembro nos EUA) Distribuição: Sony Pictures. Duração: 1h 39min. Estúdio: Columbia Pictures. Sinopse: Doug (Jack Black) e Griff (Paul Rudd) recriam seu filme favorito da juventude, mas uma anaconda gigante real surge, transformando a comédia em perigo mortal. A produção tenta satirizar a indústria de Hollywood e o filme original de 1997, com um ritmo rápido.
Trailer de "Anaconda"
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