quinta-feira, 31 de janeiro de 2019

.: "Amor em Tempos de Ódio" estreia nas plataformas digitais

Uma História de Amadurecimento no Mais Brutal dos Tempos. Disponível nas plataformas digitais a partir de 30/01


Uma história de amor proibida, inspirada em fatos reais, que se passa na Alemanha, durante a Segunda Guerra Mundial, "Amor em Tempos de Ódio" (Where Hands Touch, Sony Pictures, 2018) estará disponível nas plataformas digitais dia 30 de janeiro de 2019 pela Sony Pictures Home Entertainment. Escrito e dirigido por Amma Asante (Belle; Um Reino Unido), "Amor em Tempos de Ódio" é um rito de passagem de uma adolescente birracial lutando pela sobrevivência na Alemanha nazista, estrelado por Amandla Stenberg (Jogos Vorazes, Tudo e Todas as Coisas), George MacKay (Capitão Fantástico, Orgulho e Esperança), Abbie Cornish (Três Anúncios para um Crime, Brilho de uma Paixão) e Christopher Eccleston (Thor: O Mundo Sombrio, seriado “Doctor Who”).

Sinopse: Alemanha, 1944. Lenya (Amandla Stenberg) cresceu durante o caos da guerra. Sua mãe (Abbie Cornish) fez o possível para protegê-la, mas o credo racista do Nacional Socialismo a tornou uma excluída pela cor de sua pele. Mas a paixão da juventude floresce nos mais improváveis lugares: Lenya se apaixona por Lutz (George MacKay), um jovem nazista. Lutz se conforma com o antissemitismo, mas permanece atraído por Lenya, apesar da repulsa nazista pela ideia da raça alemã de cor negra. Quando essa repulsa se torna uma ameaça direta à sobrevivência dela, Lenya e Lutz precisam enfrentar as inevitáveis consequências de seu impossível e perigoso romance.

"Amor em Tempos de Ódio" foi produzido por Charlie Hanson (A Way of Life), tem duração de aproximadamente 122 minutos.

Sobre a SONY PICTURES HOME ENTERTAINMENT: A Sony Pictures Home Entertainment (SPHE) é uma empresa da Sony Pictures Entertainment (SPE). A Sony Pictures Entertainment (SPE) é uma subsidiária da Sony Entertainment Inc., uma subsidiária da Sony Corporation sediada em Tóquio. As operações globais da SPE englobam a produção, aquisição e distribuição de filmes e de televisão; as redes de televisão; a criação e distribuição de conteúdo digital; a operação dos estúdios e desenvolvimento de novos produtos, serviços e tecnologias de entretenimento.

.: The Noite: elenco de "As Aventuras de Poliana" conversa com Danilo Gentilli

Parte do elenco de Poliana com o apresentador (Crédito: Lourival Ribeiro/SBT)


Na sexta, 25 de janeiro, Danilo recebe uma parte do elenco da nova novela do SBT, “As Aventuras de Poliana”. O apresentador conversa com os atores Sophia, Igor, Enzo, Duda, Theo, Vinícius, Kauan e Pietra sobre seus personagens e as crianças contam detalhes de cada um deles para o apresentador. “é um peso maior, queria fazer muito esse papel, gosto do meu trabalho. É uma diversão para mim. É uma nova fase da minha carreira”, diz Sophia sobre interpretar a protagonista. 

“João é um Cearense arretado que sai de Quixadá, conhece Poliana e juntos vão viver várias aventuras", adianta Igor. Eles falam ainda sobre uma das mensagens principais da trama, o “Jogo do Contente”, que é ver o lado bom de toda situação.

O The Noite com Danilo Gentili vai ao ar de segunda a sexta-feira no SBT. Site oficial: sbt.com.br/thenoite

.: Artigo sobre Brumadinho: quantas cidades serão devastadas?


Por Alexandre Pierro


Menos de quatro anos depois do desastre da Samarco, em Mariana, tido até então como a maior tragédia ambiental da história do Brasil, Brumadinho, também em Minas Gerais, sofre com o rompimento de outra barragem de dejetos minerais da Vale, causando um dano ainda maior que o incidente anterior. Em 2018, a Hydro Alunorte, mineradora localizada no município de Barcarena, no Pará, também ocupou boa parte dos noticiários quando sofreu um transbordamento de seu depósito de água contaminada, provavelmente ocasionado pelas fortes chuvas de verão. Dessa forma, são três acidentes gravíssimos ocorridos em um intervalo de três anos.

Três tragédias sociais e ambientais, sendo duas de responsabilidade da mesma empresa, a Vale. Todos esses casos mostram que há um deliberado descaso à gestão em nosso país. Infelizmente, o modelo administrativo das empresas brasileiras está muito mais focado em remediar os problemas do que em preveni-los. O mesmo pode ser notado com os recentes problemas com pontes na cidade de São Paulo. Enquanto não há um problema instaurado, ninguém pensa na manutenção preventiva.

Todos os prejuízos humanos, ambientais e financeiros poderiam ter sido evitados com uma medida muito simples: a implementação de um Sistema de Gestão, baseado nas metodologias das normas ISO. Esse sistema é uma ferramenta eficaz para garantir que a empresa atenda aos requisitos necessários para evitar novos desastres, fraudes de documentação, além de dar a devida resposta em caso de acidentes, de maneira a minimizar danos.

Em Mariana, foram 230 municípios de Minas Gerais e do Espírito Santo afetados, não só pela inutilização da área pelos próximos 100 anos, graças aos agentes contaminantes, como também pelo suprimento de água, morte de fauna e flora da região, afetando inclusive sua economia. Até hoje, a Samarco pagou apenas 1% dos R$ 4 bi de multa aplicados a ela. Dá para imaginar que em Brumadinho a situação não deve ser muito diferente. A impunidade compensou os riscos, fazendo com que a negligência levasse a uma tragédia ainda maior.

No exterior, o modelo de gestão “vista grossa”, definitivamente, não compensa. Em 2010, a plataforma petroleira Deep Water Horizon da Trans Ocean explodiu, gerando vazamento de óleo por três meses no Golfo do México, despejando 600 milhões de litros de poluentes no mar. A empresa pagou US$ 22 bi de multa e teve de gastar mais US$ 32 bi com a limpeza. Ela perdeu 35% de seu valor de mercado nos meses que se seguiram. Esse tipo de acontecimento costuma fazer com que a empresa repense toda a sua gestão, tirando lições importantes das tragédias.

A gestão de risco lá fora não é vista como uma obrigação a mais. Ela faz parte do negócio. É uma das bases para o seu devido funcionamento. A gestão adequada, inclusive, permite que práticas anticorrupção sejam aplicadas. O Brasil ainda é o país em desenvolvimento com o menor número de empresas certificadas em diversas normas, inclusive considerando suas renovações periódicas. Nos últimos cinco anos, perdemos quase 80% das certificações internacionais ligadas a algum tipo de gestão (ambiental, saúde ocupacional, riscos, qualidade, continuidade de negócios, entre outras).

Segundo dados do INMETRO, saímos de 30 mil empresas certificados em 2015, para pouco mais de 6 mil no fim de 2018. Isso demonstra como a cultura brasileira não enxerga valor na prática de gestão, vendo isso como um ônus, um custo, e não como uma ferramenta para melhorar a maturidade e qualidade dos produtos e serviços prestados. Enquanto não desenvolvermos uma maturidade de gestão voltada ao planejamento e à gestão de risco, infelizmente, continuaremos sendo vítimas dessas tragédias.

Alexandre Pierro é engenheiro mecânico, bacharel em física aplicada pela USP e fundador da PALAS, consultoria em gestão da qualidade e inovação.

quarta-feira, 30 de janeiro de 2019

.: Anavitória lança seu próprio festival - NAVE - em SP, no dia 31 de março


A relevância de Ana Caetano e Vitória Falcão para a música brasileira nesse final de década extrapola os limites da obra fonográfica da dupla Anavitória. Além do talento das meninas no ofício de fazer e apresentar canções, reconhecido por um público cada vez maior, o caso de sucesso das duas se tornou algo importante também para quem faz música.

Isso começou a se desenhar assim que elas lançaram o primeiro álbum (em 2016) e logo furaram o bloqueio do sertanejo e do funk conseguindo penetrar o grande mercado lotando shows gigantes e entrando para as listas de mais tocadas do país nas rádios e nas plataformas digitais.

Por consequência imediata disso, acabaram por inspirar e influenciar decisivamente no som e na carreira de uma novíssima geração que surgiria em seguida - artistas que, como elas, trabalham atravessando de um lado para o outro as fronteiras entre MPB e música pop. Anavitória (ou “as Anavitória”, como os portugueses carinhosamente se referem a elas) mostrou que era possível chegar longe fazendo um som fora dos padrões estéticos então vigentes no mainstream

Por isso é que faz tanto sentido que, junto de seu empresário e “descobridor” Felipe Simas, Anavitória tenha criado seu próprio festival. A primeira edição do NAVE acontece no dia 31 de março de 2019, no Espaço das Américas, em São Paulo. E, como uma nave-mãe, elas abraçam outros jovens artistas que começam a trilhar caminhos parecidos com o delas. Cuidando para manter sempre a unidade estética, o lineup traz nomes em diferentes fases de carreira.



Os artistas do line-up

Melim
Já estourada, a banda Melim foi formada em Niterói pelos irmãos Diogo, Rodrigo e Gabriela Melim e ficou conhecida a partir do programa “Superstar”, da Rede Globo. Com álbum de estreia lançado em 2018 pela Universal Music, já frequenta as listas de mais tocadas do país, sobretudo com os hits “Meu Abrigo” e “Ouvi Dizer”.

Vitor Kley
Outro tripulante da NAVE que já conta com números astronômicos para seu curto tempo de carreira é o cantor gaúcho Vitor Kley. Com seu single “O Sol”, produzido por Rick Bonadio, chegou ao topo das paradas de música pop brasileira.

Lagum
A banda mineira Lagum é a nova aposta da gravadora Sony. Ficaram mais conhecidos quando o jogador Neymar publicou em seu instagram um storie ouvindo a canção “Deixa”. Foi o chute que faltava para a Lagum entrar no ranking das 50 músicas mais tocadas no Spotify.

Anavitória
O NAVE também tem um show de Anavitória. É claro!

OutroEu
Formado por Mike Tulio e Guto Oliveira, o OutroEu também surgiu entre os concorrentes do “Superstar”, conquistando o terceiro lugar na terceira temporada do reality show, em 2016. O primeiro trabalho foi lançado no mesmo ano pelo Slap, selo pop da gravadora Som Livre. Em 2018, o duo participou de “Outrória”, faixa do álbum “O Tempo é Agora”, o mais recente das anfitriãs Anavitória.

Hotelo
Separadas, Ana e Vitória participam do primeiro trabalho dos paulistanos do Hotelo, “Mapa Astral”, lançado em agosto e que vai ser mostrado na programação do NAVE. Como o nome indica, o álbum traz 12 faixas, um paracada signo do zodíaco.

As participações especiais
Além dessa escalação principal, o lineup do festival traz ainda um caprichado time de participações especiais, uma para cada show. A lista tem Mariana Nolasco, Manu Gavassi, Nina Fernandes, Rubel, Gabriel Elias e Ana Gabriela.

Serviço
Local: Espaço das Américas
Endereço: Rua Tagipuru, 795 (Barra Funda)
Data: 31 de março de 2019
Horário: 16h (abertura dos portões) e 17h30 (início dos shows)
Ingressos: A partir de R$50 (meia-entrada - primeiro lote)

.: Manu Gavassi inova e lança primeiro EP fotográfico do Brasil


Aos 25 anos, Manu Gavassi transita por diversas áreas como cantora, atriz, escritora, diretora e recentemente como roteirista na websérie - “Garota Errada” - um projeto desenvolvido pela própria, em cinco episódios disponibilizados no Youtube. 

Agora sua novidade é musical! Manu lançou o novo EP “Cute But Psycho”, que volta a um momento de auto-reflexão e redescoberta, enquanto se desprende da pressa em emplacar algum novo hit. Com três faixas, o EP que contou com produção musical do  Headmedia, passeia por versos que falam de sua personalidade aos questionamentos sobre seus sentimentos.  

Neste projeto todo o registro foi orgulhosamente composto, roteirizado e dirigido pela cantora, que  não só inovou nas canções, mas também na forma de divulgação do EP. Ao invés de focar em videoclipes rotineiros para cada música, Manu investiu em um formato diferente, contando as histórias de cada faixa em ensaios fotográficos seguidos de legendas.  Para conferir o resultado acesse o IG (@manugavassi).

“Cute But Psycho” já está disponível nos principais apps de música. Com seus quase dez anos de carreira, Manu Gavassi ainda carrega o olhar de uma artista que não quer apenas fazer para ser vista, mas sim, se ver no que faz. E um olhar mais atento aos seus trabalhos desfaz qualquer impressão de que isso seja apenas conversa. 

.: Selo Sesc lança álbum digital de Rashid gravado ao vivo no Sesc Vila Mariana


O Selo Sesc lança em fevereiro o álbum digital "Sessões Selo Sesc #4: Rashid". Gravado em junho de 2018 o disco traz o repertório de "Crise", lançado no mesmo ano e no qual o artista retrata suas crises pessoais e políticas, contestando e manifestando em forma de rimas e batidas com origem na periferia, mas que falam para o mundo todo.

 A crise com a qual Rashid nomeou seu penúltimo trabalho é uma via de mão dupla. Trata-se da crise sobre estar no trono e ainda assim preocupado. Com narrativas contestadoras de uma maneira visceral, o disco traz dois alicerces: o som e o business, este último, refletido na maneira como lançou o projeto seguindo as novas tendências do consumo de música, com quase um single por mês, seguido de clipe na internet, o que fez com que o cantor paulistano conseguisse um destaque grande nas redes sociais e o colocou entre os artista mais tocados do Spotify no Brasil.

"Estar no trono e mesmo assim preocupado, contradiz as expectativas das pessoas. Por melhor que você esteja, não significa que não tenha problemas ou, por mais problemas que tenha, não significa que você esteja em queda. 'Crise' simboliza os dois lados de uma mesma moeda. Não é o bem contra o mal, é mais para 'tá tudo bem, não tá tudo tão bem assim'", diz o cantor e compositor, nascido com o nome de Michel Dias Costa e rebatizado como Rashid em 2007.

Em "Sessões Selo Sesc #4: Rashid", além do repertório de "Crise", o álbum reúne também faixas de trabalhos anteriores, como "A Coragem da Luz" (2016), "Que Assim Seja" (2013), "Virando a Mesa" (2013) e "Dádiva & Dívida" (2011), com as faixas "Ruaterapia", "Homem do Mundo", "Coisas da Vida", "Abre Caminhos", "Que Assim Seja", "Poucos e Bons" e "Virando a Mesa".

Rashid é rapper, nascido no Lauzane Paulista, criado em Ijaci, cidadezinha de Minas Gerais. Batalhou nas rinhas de MCs, ao lado de Emicida, e participou do disco solo do rapper Kamau. Seu primeiro lançamento veio só em 2010, quando liberou o EP "Hora de Acordar". Hoje, tem três EPs, e dois discos lançados. O rapper é também business man, e comanda a linha de roupas Foco na Missão.

Além das rimas
O rapper, que cultiva desde a infância o gosto pela leitura e pelo universo literário, também tem na conta de suas habilidades o livro Ideias que rimam mais que palavras - Vol.1, seu primeiro. Como referência das rimas e de lírica, escreveu crônicas de suas músicas enquanto relembrou momentos marcantes da carreira. Rashid narra partes de sua trajetória musical, indo dos dias mais precários até os mais expressivos, ao dar detalhes das composições e daquilo que o inspirou a fazer os versos que o tornaram consagrado. O livro cobre o período de 2008 a 2014, enquanto construía uma base sólida de trabalho e abria caminho para os sonhos que escrevia em forma de poesia nos cadernos, seus diários de bordo que ainda têm muito a dizer.

#4 Rashid – Sesc Vila Mariana [repertório do CD]
1. Sem sorte
2. Estereótipo
3. Ruaterapia
4. Musashi
5. Homem do Mundo
6. Química
7. Música de Guerra
8. Coisas da Vida
9. Abre Caminhos
10. Que assim seja   
11. Primeira Diss     
12. Poucos e bons
13. Bilhete 2.0
14. Pés na areia
15. Virando a Mesa
16. Se tudo der errado amanhã

Sessões Selo Sesc
Atento a vasta programação musical circulante nas unidades do Sesc, o Sessões Selo Sesc surge com o intuito de disponibilizar registros sonoros de shows com boa qualidade e em formato digital através das plataformas de streaming (Deezer, Spotify, Apple Music, entre outras). Em formato bootleg, mas com excelente captação, mixagem e masterização, os álbuns reaproximam o público da experiência in loco e podem ser acessados a qualquer momento pela internet. No ar desde 2017, no projeto já foram lançados os álbuns de Orquestra Mundana Refugi (Sesc Consolação), Siba e a Fuloresta (Sesc Pompeia) e Metá Metá (Sesc Bom Retiro).

Selo Sesc
O Selo Sesc tem o objetivo de registrar o que de melhor é produzido na área cultural. Constrói um acervo artístico pontuado por obras de variados estilos, da música ao teatro e cinema. Em 2018 lançou dezenas de discos, entre eles “Debut” de Paulo Martelli, “A Paixão Segundo Catulo”, dirigido por Mário Sève, “Mar Virtual” de Eugénia Melo e Castro, “Viola Paulista”, dirigido por Ivan Vilela, “Tradição Improvisada”, de Nelson da Rabeca e Thomas Rohrer, “Cantos de Trabalho II”, da Cia. Cabelo de Maria e “Intuitivo”, de Itiberê Zwarg & Grupo, além do Box de DVDs Movimento Violão e os lançamentos exclusivos para o digital: “Basa Black Bossa” de Alexandre Basa e a série “Sessões Selo Sesc”, com gravações de shows ocorridos nas unidades do Sesc: #1: Orquestra Mundana Refugi, #2: Siba e a Fuloresta e #3: Metá Metá.

Em 2017, o Selo Sesc colocou na praça os CDs “Aluê” (Airto Moreira), “A poesia de Aldir Blanc” (Maria João), “Avenida Atlântica” (Guinga e Quarteto Carlos Gomes), “AM60 AM40 (Antonio Meneses e André Mehmari), “No Mundo dos Sons” (Hermeto Pascoal & Grupo), “Carlos Gomes, Alexandre Levy e Glauco Velásquez”(Quarteto Carlos Gomes), “Fruta Gogoia: Uma Homenagem a Gal Costa” (Renato Braz e Jussara Silveira), “Guarnieri Nepomuceno” (Orquestra Filarmônica de Minas Gerais e Cristina Ortiz), “Box Villa-Lobos” (Quartetos Bessler-Reis e Amazônia), “Com Alma” (Banda Mantiqueira), “Festival Música Nova” (Ensemble Música Nova), “Saudade Maravilhosa” (Mario Adnet),  e o DVD “Alcance dos Sentidos” (Ivaldo Bertazzo).

.: Tudo sobre "The Four Brasil", o novo reality de Xuxa Meneghel

Com duelos vocais, desafiantes tentam desbancar os quatro finalistas da atração. “Conhecia o formato e curti muito 
o fato de ser uma batalha. Gosto disso, brigar por um lugar ao sol”, afirma Xuxa. “Será mais um desafio pra mim!”, 
revela a apresentadora. Crédito da foto: Blad Meneghel

Tem novidade na tela da Record TV. No dia 6 de fevereiro, estreia o reality show "The Four Brasil", sob comando de Xuxa Meneghel, com exibição às quartas-feiras, a partir das 22h30. O formato é da israelense Armoza, com produção da Endemol Shine Brasil e direção do núcleo de realities de Rodrigo Carelli.

Trata-se de um programa que começa por onde todos os outros acabam. Ele é diferente de todos das atrações do gênero, porque os quatro finalistas são mostrados logo de cara no primeiro episódio. O desafio deles é justamente manter seus lugares na competição e garantir o prêmio de R$ 300 mil. “Conhecia o formato e curti muito o fato de ser uma batalha. Gosto disso, brigar por um lugar ao sol”, afirma a apresentadora. Xuxa ainda revela que adorou saber que comandaria a atração: “Será mais um desafio pra mim!”.

Apenas os melhores, selecionados criteriosamente pelos jurados, conseguem se qualificar entre esses finalistas. A cada semana, novos desafiantes tentam desbancá-los, fazendo com que a adrenalina da disputa nunca pare. Ou seja, a cada episódio, um novo finalista poderá surgir. O júri será composto pela cantora e atriz Aline Wirley, o produtor musical João Marcello Bôscoli e o cantor Leo Chaves.

Em cada programa, os desafiantes devem se apresentar e conseguir aprovação unânime dos jurados. A opinião deles nessa etapa é fundamental. Só com esse resultado, é que cada participante está habilitado para enfrentar um dos quatro finalistas em um duelo de voz. Nele, é a plateia quem escolhe o vencedor. Será que os finalistas vão conseguir manter seu lugar ou um novo talento irá tirá-los da disputa?

O "The Four Brasil" também estará disponível no PlayPlus, plataforma de streaming e VoD do Grupo Record, que pode ser acessada pelo www.playplus.com.

Mecânica do programa
Logo no primeiro episódio, os desafiantes se apresentam no palco principal do "The Four Brasil" diante dos jurados. O candidato fica no centro do palco, ao lado da apresentadora. Em volta deles, há três círculos projetados no chão. Cada um representa o voto de um jurado. Após o comando de Xuxa, os círculos se acendem conforme o número de aprovações. Caso todos fiquem ligados, o desafiante já se qualifica para o duelo. Caso contrário, ele deixa a competição.

O programa exibe a apresentação do finalista e também de cada desafiante. Os jurados analisam as performances, e a plateia vota, usando um aplicativo, em seu favorito. Xuxa anuncia o resultado. Se o desafiante for o mais votado, toma o lugar do finalista entre os quatro e já fica liberado de duelar até o fim do episódio. Quando o finalista é o mais votado, mantém seu lugar e fica imune dos duelos até o final do episódio. Ou seja, a cada episódio, tudo pode mudar. Os finalistas não estão garantidos e são constantemente convocados a batalhar por seu lugar na disputa.

Conheça os jurados



João Marcello Bôscoli
Produtor musical
48 anos
Nascido no Rio de Janeiro, reside em São Paulo

Filho de Elis Regina, João Marcello Bôscoli é músico, produtor e empresário. Entre os artistas com os quais já trabalhou, destacam nomes como Cesar Camargo Mariano, Tom Zé, Nação Zumbi, Rita Lee, Pedro Mariano e Jair Rodrigues, entre outros. Na televisão, apresentou o Rock in Rio (Multishow), edições do Grammy (SBT) e foi comentarista e colunista do Metrópolis (TV Cultura), do Carnaval carioca (Globo), do GNT Fashion (GNT) e da Copa do Mundo (MTV), entre outros.

Além disso, trabalhou na produção de eventos musicais como o Festival dos Festivais e Som Brasil (ambos da Globo), o Free Jazz e o Hollywood Rock. No rádio, comandou as atrações Música Brasileira e Ponte Sonora, e em publicações impressas escreve para o Estadão, a Folha de S.Paulo e O Globo, entre outros.

Bôscoli também é o fundador da Trama Virtual, foi o diretor musical da agência DPZ, entre os anos de 1994 e 1995, e um dos responsáveis pelo projeto Viva Elis. Fora tudo isso, forneceu trilhas para os games FIFA Soccer, The Sims e Grand Theft Auto, entre outros, Foi o criador e produtor executivo do projeto Viva Elis 2012/13 com exposição, livro e shows (Maria Rita). Nos games, como produtor executivo, forneceu trilhas para FIFA Soccer, The Sims e Grand Theft Auto, entre outros.


Leo Chaves
Cantor 
42 anos
Nascido em Ponte Nova/MG, reside em Uberlândia/MG

Leo Chaves é compositor, cantor, arranjador e produtor, sendo reconhecido como um dos principais artistas nacionais há mais de uma década, desde quando a dupla Victor & Leo se tornou famosa em todo o Brasil. Além de músico, é empresário do agronegócio e presidente fundador e executivo do Instituto Hortense, que atualmente impacta mais de 35 mil pessoas. Escritor e palestrante há três anos, já soma mais de 50 palestras nos últimos doze meses. O artista também é embaixador do programa Jovem Aprendiz, sendo porta-voz de jovens entre 14 e 24 anos que podem ser contratados por médias e grandes empresas.

O artista tem formação em programação neurolinguística pela Sociedade Brasileira de Neurolinguística e, nos últimos anos, tem se aprofundado nos estudos de inteligência emocional, gestão da emoção, filosofia, educação familiar e escolar, coach e pedagogia. Seu primeiro livro, “No Colo dos Anjos”, em menos de três meses, tornou-se uma das publicações mais vendidas do país.


Aline Wirley
Cantora e Atriz
37 anos

Nascida em São Paulo, mora no Rio de Janeiro
Aos 14 anos, Aline teve seu primeiro contato com a música integrando o coral de sua igreja. Dois anos depois, fez parte de uma banda de MPB e bossa nova que se apresentava em eventos, bares e restaurantes. Em 2002, ganhou o reality musical que deu início à carreira dentro do grupo Rouge, uma das bandas de maior sucesso daquela década e que encerrou as suas atividades em 2005, retornando à ativa 12 anos depois.

A cantora e também atriz participou do álbum e DVD da banda Lagunna e canta com Leandro Lehart a faixa “Meu Amor Vai com Você!”. Lançou dois álbuns solos: com o disco "Saudade do Samba", conseguiu emplacar uma de suas canções na trilha da novela “Os Mutantes - Promessas de Amor", da Record TV. O outro CD se chama “Ritualístico” No teatro musical, a artista esteve nos elencos de “Hairspray”, “Hair”, “Tim Maia: Vale Tudo” e “Simonal". Aline Wirley é casada com o ator Igor Rickli e mãe do pequeno Antônio.

Crédito das fotos: Edu Moraes/Record TV e Antonio Chahestian/Record TV

.: Presidente da Nissin se desculpa com brasileiros: “Não sabemos cozinhar”


Foram 53 anos de insistência no modo de preparo ideal do Lámen, mas nada adiantou. O público brasileiro prepara o macarrão instantâneo mais famoso do mundo do jeito que quer. Inclusive, conseguindo deixar o prato cada vez mais incrementado. Diante disso, a Nissin Foods do Brasil não viu alternativas a não ser reconhecer que não sabe cozinhar o “Nissin Lámen Perfeito” em filme que conta com a presença do próprio diretor-presidente, Takashi, e alguns funcionários da empresa.

Intitulado “Pedido de desculpas”, o filme foi gravado na própria fábrica da NISSIN, em Ibiúna, reúne cerca de duzentos funcionários de diversas áreas, da diretoria à operação. Nacionalmente, Takashi assume publicamente que não sabem cozinhar o “Lámen Perfeito”, pede desculpas aos brasileiros e faz a tradicional reverência oriental, o “ojigi”.

“Criamos uma comunicação inédita para a empresa que já tinha se rendido às invenções culinárias dos brasileiros. Nós pegamos essa realidade e, por meio do storytelling e do communication design, instigamos o público e desenvolvemos um posicionamento oficial e criativo para a marca, que já se consolidou na mente e no coração das pessoas”, explica Filipe Cuvero, VP de Criação da Dentsu Brasil.

“Reconhecer que os consumidores podem e devem continuar preparando o seu Nissin Lámen do jeito que mais o agrada é incrível. Nossa principal característica é a versatilidade. E para reforçar isso, não existiria jeito melhor do que contar com a presença de um alto executivo em uma campanha publicitária, isso é um grande marco para nós”, destaca Gabriela Prudencio, gerente de Marca da NFB.

Esta nova fase da campanha é composta por filme para TV aberta e internet. Com produção da Fantástica Filmes, o novo comercial é uma sequência do filme anterior, no qual humanos saíram vitoriosos do duelo contra robôs, que mostrou quem sabe preparar o “Nissin Lámen Perfeito”. Reveja aqui.


.: Teatro Negro de Praga inicia turnê brasileira do espetáculo “Antologia”

Crédito das fotos: divulgação/Teatro Negro de Praga
O renomado Teatro Negro de Praga está de volta ao Brasil, após 20 anos. A companhia  inicia, esta semana, longa turnê que vai percorrer cinco capitais com o espetáculo “Antologia - O Original Teatro Negro de Praga”, que tem a assinatura do produtor Jiry Srnec.

As apresentações acontecerão em Fortaleza, dia 31 de janeiro - Teatro RioMar Fortaleza, Natal, dia 2 de fevereiro, Teatro Riachuelo Natal, Rio de Janeiro, dia5 de feverereiro no Teatro Bradesco Rio, São Paulo, dia 6 de fevereiro, no Teatro Opus, e Porto Alegre, dia 10 de feveriero, no Teatro do Bourbon Country. Recomendado para crianças, a peça é um retorno à magia, a emoção, imaginação e sonho.

Na capital paulista, o único show está confirmado para o dia 6 de fevereiro, no palco do Teatro Opus. Os ingressos continuam à venda pelo site Uhuu.com. Mais informações no serviço abaixo.

O nome desse tipo de obra ficou conhecido e foi popularizado na cidade de Praga, na República Tcheca, por utilizar a luz negra (black light) para criar imagens surreais e mágicas características da técnica. Este tipo de teatro é reconhecimento como um mérito artístico e cultural do país. A técnica popularizada em Praga já participou de 77 festivais internacionais e realizou mais de 250 apresentações internacionais em 68 países.

O Teatro Negro teve sua origem na China, onde as peças eram apresentadas em telas de projeção com fundo de luz de velas. O Teatro Negro moderno iniciou nos anos 50, usando as tecnologias da época, como projeção cinematográfica, iluminação e luz negra. Esse tipo de espetáculo combinava o teatro tradicional com pantomina (um tipo de mímica), dança e arte circense.



Fortaleza - Teatro RioMar Fortaleza - 31 de janeiro
Natal - Teatro Riachuelo Natal - 2 de fevereiro
Rio de Janeiro - Teatro Bradesco Rio - 5 de fevereiro
São Paulo - Teatro Opus - 6 de fevereiro
Porto Alegre - Teatro do Bourbon Country - 10 de fevereiro

Classificação etária: livre


Serviço São Paulo
6 de fevereiro de 2019
Quarta-feira, às 20h
Teatro Opus
4º Piso do Shopping Villa-Lobos
Av. das Nações Unidas, 4777 - Alto de Pinheiros - São Paulo, SP.
https://www.teatroopus.com.br
 

Bilheteria oficial – Sem taxa de serviço
Local: Foyer do Teatro Opus - 4º andar - Shopping Villa-Lobos
Av. das Nações Unidas, 4777 - Alto de Pinheiros - São Paulo, SP.
De terça a domingo, das 12h às 20h

Outros pontos de venda – Com taxa de serviço

Site: www.uhuu.com 
Formas de pagamento: Amex, Aura, Diners, dinheiro, Hipercard, Mastercard, Visa e Visa Electron
 


terça-feira, 29 de janeiro de 2019

.: Pianista Rafael Ruiz ganha bolsa de estudos na Royal College of Music


Rafael Ruiz, 21 anos, nascido em Manhuaçu, município de Minas Gerais é uma das mais fortes revelações do piano brasileiro da nova geração. Começou a estudar piano aos seis anos de idade e cursou o bacharelado em Piano na Universidade Federal do Rio de Janeiro, na classe do professor Luiz Senise. 

Agraciado com o prêmio especial “Hors Concours” no XXV Concurso Nacional de Piano Souza Lima em 2016, pela primeira vez outorgado neste certame, é detentor de 20 prêmios em concursos de piano, entre os quais se destacam o prestigioso Prêmio Antena 2 na XXII Semana Internacional de Piano de Óbidos (Portugal); o 1º lugar no I Concurso Nacional de Piano da UFRJ; o 1º lugar no VI Concurso Nacional de Piano Lorenzo Fernandez.

Participou de importantes festivais de música e de masterclasses ministradas por renomados pianistas, como Paul Badura-Skoda, Boris Berman, Josep Colom e Björn Lehmann – na Europa –, e Nikolai Lugansky, Ricardo Castro e Sofya Gulyak - no Brasil. 


Apresentou-se em recitais transmitidos ao vivo pelas rádios MEC FM e Antena 2 (Portugal), e gravou para o programa Partituras, da TV Brasil. Como solista, atuou em concertos com a Orquestra Sinfônica Brasileira, Orquestra Sinfônica de Minas Gerais, Orquestra Sinfônica da UFRJ e Orquestra Sinfônica Jovem de Goiás. Tem se apresentado com frequência em diversos estados do Brasil, bem como em recitais na Itália, França, Portugal e Áustria.

Em dezembro de 2018 recebeu da Associated Board of the Royal Schools of Music, uma bolsa de estudos, sendo um dos mais prestigiosos prêmios concedidos a alunos ingressantes no Royal College of Music, em Londres.

A elegibilidade para a concessão da bolsa é baseada no mérito da performance na audição e potencial do aluno e é ofertada a apenas dois estudantes estrangeiros por ano. Uma referência ao prestígio da escola pode ser vista no filme “Shine – Brilhante”, de 1996, que relata a biografia de David Helfgott, um pianista excepcional e que aos 19 anos de idade também ganhou uma bolsa de estudos para a Royal College of Music, onde estudou por três anos. Por sua belíssima interpretação, Geoffrey Rush ganhou o Oscar de Melhor Ator em 1997.


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