quarta-feira, 2 de setembro de 2015

.: Projeto Áfricas no Brasil: resultados de oficinas no Arte no Dique

Nesta quinta-feira, 3 de setembro, a partir das 15h30, o Instituto Arte no Dique recebe o encerramento do projeto Áfricas no Brasil. A programação contará com música, dança, exposição e confraternização, apresentando os resultados das oficinas e atividades que ocorreram nas últimas semanas no espaço.

Às 15h30, ocorre apresentação musical do mestre guineano Bangaly Konate, nascido em uma família de músicos e artistas, filho de um dos mais importantes mestres de cultura da Guiné, Famoudou Konate. Ele é parceiro musical e professor de André Ricardo, professor de história e música no projeto.

Os alunos de música receberam ainda aulas de história da África, principalmente relacionado às expressões culturais através do continente.

Depois, 15h50, será a vez da dança tomar conta do espaço com Flávia Mazal.  As aulas de dança no Áfricas no Brasil foram baseadas na corporeidade das danças de matrizes africanas, abordando os balés do oeste da África e das manifestações culturais afro-brasileiras, acompanhadas por música ao vivo, ao som dos dununs, djembês e atabaques.

Em seguida, ocorre a apresentação da exposição que foi resultado da oficina de estamparia "block printing", que foi ministrada por Lígia Meneghel Chagas.

Durante as aulas as alunas criaram tecidos a partir de técnica de estamparia Block Printing, que consiste em criar carimbos de madeira através da técnica de xilogravura. Este carimbo é usado para estampar artesanalmente o tecido. Maiores informações sobre o Áfricas no Brasil: http://africasnobrasil.com/. O Instituto Arte no Dique fica na Rua Brigadeiro Faria Lima, 1349, Rádio Clube. 

.: Hoje completam-se 70 anos do fim da Segunda Guerra Mundial

Como se explica a sobrevida do Estado nazista quando estava evidente que não havia chance de vitória? Por que o Exército alemão concordou em lutar se o abismo era certo? Por que a sociedade alemã permaneceu fiel ao regime a ponto de tolerar o extermínio dos poucos que se insurgiam contra a luta inútil?

Em "O Fim do Terceiro Reich", Ian Kershaw - autor da monumental biografia de Hitler - se lança à resolução dessas perguntas armado de conhecimento inigualável da Alemanha nazista. 

Fugindo de explicações fáceis, procura demonstrar que a autoridade carismática do Führer, a ambição de sua “corte” e a perseverança das Forças Armadas são os ingredientes principais dessa autoaniquilação sem par na história ocidental.


"Era o começo do fim para o Terceiro Reich. Nos últimos dias de julho de 1944, os desembarques do Dia D dos Aliados ocidentais, que haviam ocorrido na Normandia em 6 de junho de 1944, estavam consolidados. Tropas e armamentos eram despachados para o continente em quantidades cada vez maiores. O ataque direto por terra ao próprio Reich já estava sendo cogitado. No front oriental, o Exército Vermelho, em sua maciça ofensiva “Operação Bagration”, desfechada apenas uma quinzena depois do Dia D, havia esmagado as defesas do Grupo de Exércitos Centro da Wehrmacht (uma imensa formação de 48 divisões, em quatro exércitos, essencialmente posicionada numa extensão de setecentos quilômetros do enorme front), causando grandes perdas e avançando mais de trezentos quilômetros. Ao sul, Roma tinha caído em poder dos Aliados, e as tropas alemãs, acuadas, lutavam na retaguarda perto de Florença. Enquanto isso, um número cada vez maior de cidades e aldeias alemãs sofria implacáveis ataques aéreos"

Com base em vasta pesquisa e fontes inéditas, Ian Kershaw narra os últimos meses da Alemanha nazista, do malsucedido atentado a Hitler em julho de 1944 à queda em maio de 1945.


Outros livros sobre a Segunda Guerra:

"Seis Meses Em 1945 - Roosevelt, Stálin, Churchill e Truman - Da Segunda Guerra à Guerra Fria", de 
Michael Dobbs. Com doses de mistério e intriga, Michael Dobbs narra um dos períodos mais dramáticos e definidores do século XX: os meses que marcam o fim da Segunda Guerra e o começo da Guerra Fria. Poucos pontos de inflexão na história apresentam tantos aspectos dramáticos como os meses entre fevereiro e agosto de 1945, o período entre a Conferência de Yalta e o bombardeio de Hiroshima.

Os Estados Unidos e a União Soviética se tornaram as duas nações mais poderosas do mundo; a Alemanha nazista e o Japão imperial foram derrotados; o Império britânico estava à beira de um colapso econômico. Um presidente morreu; um ditador doentio que quase conquistou o mundo suicidou-se; um primeiro-ministro que havia inspirado seu povo durante os dias mais sombrios de sua história foi derrotado em eleições livres. Golpes de Estado e revoluções tornaram-se corriqueiros; milhões de pessoas foram enterradas em valas comuns; antigas cidades reduziram-se a pilhas de escombros. Um tsar vermelho redesenhou o mapa da Europa, erguendo uma “cortina de ferro” metafórica entre Oriente e Ocidente.

Reunidos na capital do derrotado Terceiro Reich, os vencedores disputavam os despojos da vitória. De maneira inexorável, o fim da Segunda Guerra Mundial conduziu ao início da Guerra Fria. Os meses que separam Yalta de Hiroshima são um ponto de articulação entre duas guerras muito diferentes - e também dois mundos muito diversos. Eles unem a era da artilharia à da bomba atômica, os estertores do império às dores do parto das superpotências.

Celebram também o encontro inevitavelmente fatal, no coração da Europa, entre os exércitos de duas grandes nações oficialmente aliadas porém guiadas por ideologias opostas. Mais de um século antes, Alexis de Tocqueville havia previsto que americanos e russos deixariam as outras nações para trás. “Seus pontos de partida são diferentes, assim como seus percursos não são os mesmos; contudo, cada um deles parece destinado pela vontade dos céus a conduzir o destino de metade do globo.” Essa é a história das pessoas - presidentes e comissários, generais e soldados rasos, vencedores e derrotados - que deram origem à corrida de gigantes que redefiniria os rumos do mundo.

“Dobbs é um excelente narrador e pesquisador, com olho para o detalhe. […] Tensão e suspense são o centro de força deste livro.”
(The Washington Times)


“'Seis Meses Em 1945' dá vida aos quatro homens mais poderosos de seu tempo de maneira perspicaz, crítica e convincente.” 
(Foreign Affairs)


"Em 22 Dias: As Decisões que Mudaram o Rumo da Segunda Guerra Mundial", David Downing dedica um capítulo a cada dia desse período decisivo — narra os preparativos, as manobras diplomáticas e as batalhas. O cenário varia de aldeias cheias de neve na Rússia até o norte do Pacífico, do deserto africano às principais capitais europeias, de Tóquio a Washington.

A frota japonesa levou 22 dias para navegar do Japão a Pearl Harbor; os mesmos 22 dias que testemunharam o ataque alemão a Moscou e as batalhas no norte da África. Os alemães não conseguiram capturar a capital soviética e os japoneses conseguiram provocar a entrada dos americanos na guerra. Esses 22 dias selaram o destino da Segunda Guerra Mundial.

Mesclando relatos de soldados comuns, marinheiros e aviadores com figuras políticas e militares importantes, 22 dias constrói uma narrativa fascinante das decisões que definiram o rumo de uma guerra. O fim gradual do avanço alemão na Rússia congelada pelo inverno, a escassez de recursos dos soldados de Hitler no norte da África, a expedição da frota japonesa e a institucionalização do Holocausto são narrados como uma contagem regressiva de tirar o fôlego.

"O destino de Hitler estava selado. O destino de Mussolini estava selado. Quanto aos japoneses, seriam transformados em pó. Todo o resto foi meramente a aplicação apropriada de força avassaladora.”
(Winston Churchill)

.: Revelações de "Scream" fecham a 1ª temporada com chave de ouro

Por: Mary Ellen Farias dos Santos
Em setembro de 2015


Um simples agradecimento em memória a Wes Craven (criador dos filmes "Pânico/Scream" que inspiraram a série da MTV, falecido em 30 de agosto de 2015), antes do rápido recapitula, o famoso "anteriormente". O décimo episódio da série "Scream", intitulado "Revelations" continua da cena marcante -e sangrenta- do xerife Clark Hudson (Jason Wiles). Sim! No meio da festa, a mais recente vítima do assassino serial sofre diante dos olhos dos convidados num telão. 

Levando a adrenalina ao nível máximo, uma chamada não identificada para Emma (Willa Fitzgerald) avisa que haverá um "grand finale". Na sequência, suspense e morte ainda dão espaço para uma discussão entre mãe e filha que fecha na ideia de não deixar o assassino serial vencer.

Em meio a tanto nervoso uma cena fofa de amor acalma, ainda mais que acontece entre personagens inimagináveis: Brooke (Carlson Young) e Jake (Tom Maden). Para provocá-lo, ela agarra o primeiro que passa na frente. Entretanto, o amor ganha uma nova chance e até se faz presente. Só love!!

Distante dali, Noah (John Karna) consegue rastrear a origem das chamadas e a trama fica muito mais interessante, pois retoma o suspense. Até porque, Emma afirma querer mudar o fim da história. Resultado: Noah e Emma seguem pela estrada rumo à casa do crime. Assim, Audrey (Bex Taylor-Klaus), Brooke e Jake, ganham a companhia de Emma e Noah. Para colocar muito mais fogo, o professor Seth chega e a confusão é instaurada. Peninha da Brooke!!



Sustos e mais sustos. Nesta "reunião" macabra, a brincadeira de gato e rato pega fogo e empolga quem acompanhou toda a saga e ouviu empolgado os repetitivos "Hello, Emma". Enquanto personagens que pareciam ter culpa "no cartório" são descartados, a casa que era um cenário de festa, fica vazia. Embora a música toque em alto e bom som, os passos são muito bem ouvidos.

Do lado de cá, enquanto descobrimos o lado hilário/desesperador de Noah, Emma caminha sozinha pela casa de Brooke e, claro, ao toque do telefone, ela... atende. Uma completa lady! Após o "bate-papo" com o assassino, a loirinha segue rumo à hora da verdade, que é apimentada com algumas facadas, chutes e gritos -tudo só para colocar a vida da mocinha em risco.

Desta forma, uma salvadora surge para Emma e até a própria Daisy, que quase seguiu para a Terra dos pés juntos. A verdade é que no episódio final temos casais apaixonados juntinhos. Só love?! Nem tanto... Para amarrar -e muito bem- a trama, a duplinha que tanto agradou comenta o acontecido, enquanto a câmera vai se distanciando. Antes do adeus definitivo, o narrador conclui todas as evidências -embora as desconheça- e uma revelação faz o queixo cair. Que venha a segunda temporada... só em 2016! 


Seriado: Scream
Episódio: 1x10 - Revelations
Elenco: Willa Fitzgerald, Bex Taylor-Klaus, John Karna, Amadeus Serafini, Connor Weil, Carlson Young, Jason Wiles, Tracy Middendorf, Bella Thorne
País: EUA
Gênero: Horror, Suspense, Mistério
Duração: 42 minutos
Exibido em: 1/09/2015



* Mary Ellen é editora do site cultural www.resenhando.com, jornalista, professora e roteirista, além de criadora do www.photonovelas.com.br. Twitter: @maryellenfsm 



.: Fliquinha: Programação literária infantil com música, dança e livros

Programação literária infantil promete encantar os pequenos no lançamento da Flica, em Salvador. No dia 19 de setembro, a Fliquinha traz para as salas da Caixa Cultural literatura e ludicidade em múltiplas manifestações


A capital baiana recebe nos dias 18 e 19 de setembro o lançamento oficial da Flica 2015. No evento, a Fliquinha, que acontece no dia 19, oferece uma programação literária especial para as crianças. Música, dança e livros provam que brincadeira é coisa séria e tem tudo a ver com o fantástico mundo da literatura.

Os pequenos já começam a se divertir na primeira atração do dia. Às 9h30, Nair Spinelli, carinhosamente conhecida como Nairzinha, leva entretenimento para as crianças através do projeto Cirandando Brasil. A garotada brinca de roda, preservando as manifestações folclóricas e relembrando as velhas e tradicionais cantigas da música popular brasileira. Isso fortalece as raízes e identidade cultural dos participantes.

Às 10h30, o poeta Maviael Melo traz interatividade na criação de literatura de cordel. Meninos e meninas participam da brincadeira aprendendo sobre linguagem e construção dessa manifestação literária tão brasileira.

A professora e folclorista Sálua Chequer mistura literatura, cultura popular e brincadeira no projeto Essa Toalha Tem História, que acontece às 11h30. A garotada participará de uma sessão de contação de histórias interativa e lúdica de estímulo à leitura, que utiliza a narração de obras literárias, e da tradição oral, tendo como apoio objetos de cena e, principalmente, o livro.

Enéas Guerra, ilustrador e escritor, conversa, às 15 horas, com a mediadora, a jornalista Mira Silva, sobre desenho, histórias e criação literária, atividade que sempre atrai a atenção da garotada. O universo indígena entra em pauta com Ciça Fittipaldi, ilustradora e autora de livros infantis, às 15h40. Nos anos 70, Ciça fez uma longa viagem de pesquisa vivendo entre os índios Nambiquara, no vale do rio Guaporé. Desde então, ao longo dos seguintes 40 anos, viagens e trabalho no interior de Goiás, Tocantins e Amazônia e o contato constante com diferentes culturas indígenas, deram o norte de sua produção, que envolve também temáticas e literaturas africanas, afro-brasileiras e temas da cultura popular brasileira.

As letras ganham o céu, às 16h30, através da Oficina de Pipa de Adailton Nunes. A arte milenar é ensinada de forma lúdica, poética e contemporânea. As crianças colocam a mão na massa e aprendem a fazer pipas em muitos modelos, cores e formatos.

O grupo Corrupio fecha o dia de cultura e diversão, às 17 horas, com muita música no espetáculo Que Trem é Esse, Menino? A história narra as aventuras de um garoto que encontra um trem muito especial e, juntos, saem para passear por paisagens diferentes, guiados pelos trilhos ritmados das canções, brincadeiras, cantigas de roda, trava-línguas, adivinhas, provérbios e todo encantamento atemporal da infância.


Literatura e encantamento, leitura e divertimento, paixão miúda pelo mundo das letras definem a programação da Fliquinha Caixa Cultural, que antecede a FLICA, em Cachoeira, na Bahia, entre os dias 14 e 18 de outubro.

Evento: Lançamento Flica Caixa Cultural.
Data: 18 e 19 de setembro de 2015.
Local: Espaço Caixa Cultural. Avenida Carlos Gomes, Centro, Salvador.
Festa Literária Internacional de Cachoeira – Flica
Acesse:
www.flica.com.br
www.facebook.com/FlicaOficial
https://twitter.com/flicaoficial
https://www.youtube.com/user/FlicaTV

.: “Cânticos da Madrugada” estará à venda no estande da PerSe

A PerSe, plataforma digital de autopublicação de livros para autores independentes, lançará “Cânticos da Madrugada”, obra do autor paulistano Fernando Romano Menezes, durante a XVII Bienal Internacional do Livro Rio. A apresentação aos leitores será realizada no dia 07 de setembro, das 17h às 19h, neste que é um dos maiores eventos literários do País.

O livro estará disponível para comercialização durante os dias da Bienal, mas quem não puder comparecer e tiver interesse em adquirir a obra, poderá adquiri-la pelo portal PerSe, que disponibiliza a versão impressa com envio postal, ou a edição eletrônica em eBook.

“Cânticos da Madrugada” reúne poesias com emoção e estilo próprio. Os poemas têm amor e medo, dor e paixão, esperança e decepção, sentimentos dos quais fazem parte do dia a dia de qualquer apaixonado pela vida. Menezes tem a expectativa de agradar a todos os amantes do gênero.

Sobre o Autor: Fernando Romano Menezes nasceu em 1980, na cidade de São Paulo. O autor é graduado em Publicidade e Propaganda pela Universidade Anhembi Morumbi. Atualmente, trabalha como editor de texto na capital paulistana, e como um bom amante da literatura sempre gostou de ler e escrever. Sua primeira obra foi lançada em 2007 com o nome “Terrores Noturnos”. Menezes se inspira no silêncio da madrugada para escrever suas obras.

SERVIÇO
XVII Bienal Internacional do Livro Rio
Período: 03 a 13 de setembro de 2015
Horário de funcionamento:
03 de setembro das 13h00 às 22h00
07 de setembro (feriado) das 10h00 às 22h00
Durante a semana das 09h00 às 22h00
Finais de semana das 10h00 às 22h00
Estande da Perse: Pavilhão Verde na Rua L Estande 12 (próximo ao Bamboleio), principal via de acesso para os visitantes
Lançamento de “Cânticos da Madrugada”: 07/09 das 17h00 às 19h00
End.: Avenida Salvador Allende 6555 – Bairro: Barra da Tijuca – Rio de Janeiro/RJ

SOBRE A PERSE: A PerSe é uma plataforma web de publicação e comercialização de livros impressos e e-books para autores independentes: o autor é quem faz sozinho a publicação do seu livro. O objetivo principal do site é auxiliar autores independentes a publicar seus livros da forma mais simples e prática possível, direto pela Internet. Os autores fazem isso sem qualquer intermediação e gratuitamente.

.: Inclusão em alta, por Luiz Gonzaga Bertelli

Luiz Gonzaga Bertelli*


No balanço do primeiro semestre, o número de novos contratos de estágio e aprendizagem, intermediados pelo CIEE, cresceu 4,5% em relação ao mesmo período do ano passado. A manutenção de índices positivos na oferta de vagas para capacitação dos jovens registrada mesmo em épocas de crise decorre de várias causas. Em tempos de aquecimento econômico, o crescimento faz-se necessário pelo imperativo de capacitar jovens para ocupar postos de trabalho, no intuito de vencer o gargalo de mão de obra qualificada. Já em tempos de dificuldades, as empresas têm noção de que crises são passageiras e que é inevitável ter quadros formados e adaptados para a inevitável retomada do desenvolvimento, que virá cedo ou tarde.

As organizações que abrem portas aos jovens para treinamento prático de estágio ou de aprendizagem também recebem incentivos da legislação. Mais do que uma iniciativa formadora de talentos, oferecer oportunidades para jovens inexperientes é ajudar na inserção desse imenso público no mercado de trabalho, dando-lhe orientação, chance de crescimento profissional e um futuro melhor. Nas nossas cidades, crescem as áreas de vulnerabilidade social, nas quais os jovens frequentemente convivem com males da urbanização caótica – educação sem qualidade, problemas de infraestrutura, más companhias, desocupação – o que pode levá-los a pequenos delitos e ao consumo de drogas. Contar com uma oportunidade de estágio ou aprendizagem pode ser um fator, portanto, de diminuição da violência.

Ao sentir-se útil, aprendendo uma profissão, gerando renda para si e para sua família, o jovem ganha maior responsabilidade. Enxerga que para combater as injustiças sociais é necessário mais estudo, treinamento e dedicação e que, só assim, terá pela frente um futuro mais condizente com suas aspirações. Por isso, o CIEE não cansa, há 51 anos, de buscar a inserção do jovem no mercado de trabalho por meio do estágio e da aprendizagem. Assim, quando a crise passar, teremos uma geração de profissionais capacitados para tocar a nação rumo ao desenvolvimento.

*Luiz Gonzaga Bertelli é presidente do Conselho de Administração do CIEE, presidente do Conselho Diretor do CIEE Nacional e presidente da Academia Paulista de História.

.: Chico César apresenta Estado de Poesia no Cultura Livre

Comandada por Roberta Martinelli, a atração da TV Cultura vai ao ar nesta quarta-feira


Nesta quarta-feira, dia 2 de setembro, o Cultura Livre recebe o cantor paraibano Chico Cesar, que, após um intervalo de sete anos desde o trabalho Aos vivos agora, fala sobre o recém-lançado Estado de Poesia. Com apresentação de Roberta Martinelli, o programa da TV Cultura vai ao ar às 23h30.

Lançado este ano, este é o décimo segundo disco de Chico César e une a riqueza dos ritmos brasileiros à sonoridade universal, misturando samba, forró, frevo, toado e reggae.

No Cultura Livre, Chico fala das inspirações que o fizeram compor as faixas inéditas que integram o álbum, as conversas com Maria Bethânia e os causos do dia a dia que viraram música.

O cantor também comenta os novos jeitos de se produzir e divulgar música, além de contar sobre sua parceria com o Laboratório Fantasma. Na trilha sonora do programa, as canções No Sumaré, Caninana, Da Taça e Palavra Mágica, todas de sua autoria.

terça-feira, 1 de setembro de 2015

.: "A Poesia Inquieta e Provocadora de Walter Silveira" nesta quinta

Mais conhecido como videomaker e artista multimídia, Walter Silveira – que também assina Walt B. Blackberry – é, sobretudo, importante poeta. Um dos pioneiros do grafite e da videoarte no Brasil, é um desbravador das linguagens híbridas. 

A palestra, com Julio Mendonça, vai mostrar um pouco da sua obra multifacetada, com ênfase na produção poética, que explora as relações entre palavra e imagem na caligrafia. Nesta quinta-feira, 3 de setembro, às 19h30, na Casa das Rosas.

Palestra "A Poesia Inquieta e Provocadora de Walter Silveira"
Data: quinta-feira, 3 de setembro
Horário: 19h30
Local: Casa das Rosas
Endereço: Av. Paulista, 37 - Bela Vista - São Paulo/SP
Telefone: (11) 3285.6986 e (11) 3288.9447 
E-mail: contato@casadasrosas.org.br

.: Aplicativo gratuito ajuda professor a conciliar tecnologia e ensino

Pensar num mundo sem tecnologia atualmente é quase uma loucura, então, por que não incluí-la mais ativamente nas salas de aula? É esse o objetivo de um grupo de alunos do mestrado em Educação da Universidade Estadual Paulista (Unesp), em Presidente Prudente. O grupo desenvolveu o “Metaplicativo” que ensina os professores a aproveitar a tecnologia dos dispositivos móveis em favor do aprendizado dos seus alunos.

A novidade está disponível gratuitamente para download a partir desta semana em um site de aplicativos, que pode ser acessado neste link

Segundo Adriana Terçariol, professora que, juntamente com os professores Elisa Schlünzen, Klaus Schlünzen e Danielle Santos, ajudou no processo de construção do projeto, alguns estudos mostram a urgência de se rever a postura adotada pelos docentes em sala de aula.

“Precisamos atuar de forma mais coerente e sintonizada com o perfil dos estudantes que estão chegando às escolas, que é o de nativos digitais”, conclui.

A partir do aplicativo, é possível trocar experiências com outros professores, ler textos e escutar áudios sobre o tema e ainda fazer um “App” com os alunos. A ferramenta apresenta os seguintes tópicos: “Acesse os áudios”, “Mobilidade na educação”, “Como usar a mobilidade”, “Relatos de experiência”, “Textos para leitura” e “Faça seu APP”.

Os alunos que fizeram o projeto são Ana Siqueira, Deborah Zaduski, Fernanda Mello, Elaine Mussi, Odair Benedito Francisco e Priscila Guidini.

"Casamento"
Fernanda, que é professora de uma universidade de Presidente Prudente e integra o grupo, diz que eles precisavam executar um projeto de cunho educacional para concluir uma das disciplinas e, durante um momento de reflexão, auxiliados pelo professor Klaus Schlünzen, surgiu a ideia de fazer um aplicativo.

“Nada melhor do que falar sobre dispositivos móveis utilizando como ferramenta um dispositivo móvel, casou muito bem a proposta. O professor pode levá-lo a qualquer lugar e pode utilizá-lo em qualquer nível de ensino, seja no fundamental, no médio ou no superior”, afirma.

Quanto à disseminação da ferramenta, o grupo pretende começar devagar para ver a aceitação dos docentes. “Primeiramente iremos divulgar através das mídias sociais, mas, quem sabe, podemos fazer futuramente uma parceria com uma instituição de ensino, vamos ver como a novidade será recebida pelos docentes”, justifica Fernanda.

Verônica Vani é professora no ensino fundamental e já baixou e utilizou o aplicativo. Segundo ela, essa ferramenta, além de fácil de usar, mostra que a tecnologia é aliada do aprendizado. “O aplicativo ensina a fazer um stop-motion e foi do que eu mais gostei, é muito divertido e qualquer pessoa consegue fazer um”, conta.

Cartilha da Unesco
Deborah Zaduski, outra professora que fez parte do grupo que desenvolveu o projeto, diz que eles se basearam em estudos que a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) fez sobre a utilização de dispositivos móveis nas salas de aula.

“A cartilha da Unesco apresenta 13 bons motivos para a utilização de dispositivos móveis na sala de aula em busca de desmistificar a ideia de que o celular é um vilão do aprendizado, e foi por esse caminho que visamos apoiar nosso projeto”, salienta.

Já a professora de Filosofia Elaine Mussi, que também foi uma das integrantes do grupo que criou o aplicativo, levou a proposta para uma turma do segundo ano do ensino médio da Escola Estadual Professor Ayrton Busch, em Bauru. “No começo, eles ficaram com receio, pois achavam que seria impossível eles mesmos criarem um aplicativo. Mas, depois de tudo explicado, eles viram que é muito fácil e que não precisa ter conhecimento em programação para fazer essa atividade”, comenta a professora.

Pesquisa de conteúdo
A primeira missão que ela deu aos seus alunos foi entender o que seria um aplicativo. Depois, foram atrás do tema que iria compor a ferramenta. “Surgiu a ideia de mostrar a escola para as pessoas da comunidade, pois, por estar num bairro de periferia que apresenta inúmeros problemas sociais, é uma escola vista com maus olhos por quem é de fora”, afirma Elaine.

Os próximos passos da turma foram a pesquisa de conteúdo para abastecer o aplicativo e criá-lo através de uma plataforma gratuita na internet. A professora concluiu que o resultado foi surpreendente. “Foi muito legal perceber que os alunos criaram um sentimento com a escola ao fazer um trabalho sobre ela. Eles estavam muito motivados e conseguiram perceber a importância do trabalho em equipe, que é necessário para a atividade dar certo”, enfatiza.

.: Décio Pignatari ganha exposição em sua homenagem

Por Renata de Albuquerque

Se estivesse vivo, Décio Pignatari teria feito 88 anos em 2015. Nascido em Jundiaí, interior paulista, Pignatari tornou-se um dos mais importantes intelectuais de sua época. Ao lado dos irmãos Augusto e Haroldo de Campos, lançou as bases da Poesia Concreta, que mudou profundamente a literatura brasileira e ecoou por todo o mundo.

Pignatari, a um só tempo, criou a Teoria da Poesia Concreta e a colocou em prática, com seus poemas, romances, contos, crônicas e até peças de teatro. Foi ensaísta, tradutor, escritor, bacharel em direito, publicitário, ator (atuou em Sábado, de Ugo Giorgetti) e professor. Um multiartista, intelectual que atuava nos mais diversos meios.


Morto em 2012, Pignatari torna-se, agora, tema da exposição “Arquivo Décio Pignatari: Um Lance de Dados”, que acontece no Centro Cultural São Paulo, de hoje até 25 de outubro. 

A exposição busca contextualizar a obra poética e teórica de Décio Pignatari, por meio de debates, palestras e da exibição de livros, datiloscritos, áudios, partituras e correspondências, entre outros. A mostra tem um arranjo constelar e é composta de núcleos por onde orbitam dados das diferentes frentes de Décio Pignatari. A poesia concreta, como não poderia deixar de ser, tem lugar de destaque. Os itens ficam dispostos em estantes, que não apenas mimetizam uma biblioteca, mas também convidam o visitante à interação.

O nome da exposição alude a "Un Coup de Dês", poema de Stéphane Mallarmé, que se tornou base fundamental da formulação poética da "Teoria Concreta". O poeta francês é o assunto de um dos núcleos da exposição. Outro é dedicado a Ezra Pound, cuja obra Pignatari traduziu e cujo experimentalismo foi-lhe inspirador. O terceiro núcleo, por sua vez, tematiza Oswald de Andrade, pilar “marginalizado” do Modernismo Brasileiro, cuja importância Pignatari ajudou a revitalizar.


O quarto núcleo da exposição é dedicado ao próprio Pignatari, com a exposição de peças de seu espólio, que está sendo catalogado e digitalizado. São raridades, como exemplares das revistas "Noigandres", "Invenção" e "Código". Ao todo, 14 estantes reúnem poemas, fotos, publicações e edições especiais, além de uma mesa com livros para leitura e manuseio. Tudo para entrar no universo de Pignatari e perceber que ele é imenso e plural.

Serviço
Arquivo Décio Pignatari: Um Lance de Dados
Data: até 25 de outubro 
Local: Centro Cultural São Paulo
Endereço: rua Vergueiro, 1000 (Sala Tarsila do Amaral)
De terça a sexta: das 10h às 20h
Sábados, domingos e feriados: das 10h às 18h
Outras informações: (11) 3397-4002

.: Novo projeto realiza sessões drive-in de clássicos do cinema em SP

O CineAutorama realizará exibições gratuitas de grandes clássicos do cinema mundial ao estilo dos anos 50

Na próxima sexta-feira, 4 de setembro, o Continental Shopping e a Brazucah Produções lançam, na cidade de São Paulo, o Cine Autorama - um projeto de cinema ao ar livre que retoma o charme dos antigos cinemas drive-in. Uma maneira para relembrar os famosos espaços onde as pessoas assistiam aos filmes de dentro dos seus carros.

Entre os meses de setembro e outubro, as sessões gratuitas do Cine Autorama serão realizadas no estacionamento do Continental Shopping para presentear os cinéfilos com  momentos inesquecíveis. Para entrar ainda mais no clima, o evento conta com o diferencial de transmitir o áudio dos filmes diretamente para o rádio FM dos carros.  Serão exibidos grandes sucessos do cinema como "E.T. – O Extraterrestre", "O Exterminador do Futuro 2", "Star Wars",  "Titanic", "Os Caça-Fantasmas", entre outros.

E se a fome apertar, basta acionar o pisca-alerta do carro para ser atendido pela equipe, que contará com delícias de um cardápio preparado especialmente para o evento. E, claro, a pipoca, que não pode faltar em nenhuma sessão de cinema, também fará parte da diversão. 

Para participar das sessões do cinema, os interessados deverão fazer a inscrição gratuitamente e escolher o filme que quer assistir pelo site www.continentalshopping.com.br/cineautorama. Os ingressos deverão ser retirados no balcão de atendimento do Continental Shopping, localizado no 1° piso.

CineAutorama no Continental Shopping  
Dias: todas as sextas e sábados dos meses de setembro e outubro
Local: Estacionamento descoberto, próximo ao Boliche
Horário: às 20h
Endereço: avenida Leão Machado, 100 – Jaguaré – São Paulo - SP
Sessão Gratuita

Programação:
4/9 – "E.T. - O Extraterrestre" (1982)
5/9 – "Jurrassic Park: Parque dos Dinossauros" (1993)
11/9 – "Os Caça-Fantasmas" (1984)
12/9 – "Os Goonies" (1985)
18/9 – "Grease - Nos Tempos da Brilhantina" (1978)
19/9 – "Os Embalos de Sábado à Noite" (1977)
25/9 – "O Exterminador do Futuro 2 - O Julgamento Final" (1991)
26/9 – "De Volta para o Futuro" - (1985)
2/10 – "Guerra nas Estrelas" (1978)
3/10 – "Matrix" (1999)
9/10 – "Esqueceram de Mim" (1990)
10/10 – "Toy Story" (1995)
16/10 – "Mad Max 2 - A Caçada Continua" (1982)
17/10 – "Nutz – O Filme" (2015)
23/10 – "Uma Linda Mulher" (1990)
24/10 – "Titanic" (1998)

.: Banda Mattilha lança videoclipe interativo de "Feita Pra Mim"

Considerada um dos grandes destaques da nova geração do rock nacional, a banda paulistana Mattilha lança na última quinta-feira, 27 de agosto, em meio a uma agitada agenda de shows pelo país, o videoclipe da música Feita Pra Mim no canal oficial da banda no Youtube (youtube.com/mattilharock). "Feita Pra Mim" é a terceira faixa do álbum de estreia da banda, intitulado "Ninguém é Santo", em 2014.

O destaque fica por conta da interatividade com os fãs, que, ao final do clipe, podem selecionar quatro novas opções de vídeos extras, uma para cada membro da banda, para desvendar alguns dos mistérios apresentados na história. A interatividade com o público, segundo o guitarrista Victor Guilherme, vai ao encontro da proposta da Mattilha de valorizar cada vez mais o bom e velho Rock’n Roll nacional: “Muitas bandas e artistas brasileiros das últimas décadas nos influenciaram e esperamos fazer o mesmo com outros que estão por surgir. Queremos nos tornar referência para toda essa garotada que curte o verdadeiro Rock”.

A produção ficou a cargo da Pier 66 Films, com direção de Plinio Scambora e Natalia Mecatti, e contou com mais de 30 horas de gravação em diversos pontos de São Paulo que fazem parte da história da banda, como a tradicional Caverna do Mamute e locações na região da Pompeia, berço da banda e de grandes ícones do rock brasileiro, como Mutantes, Tutti Frutti, Made in Brazil, entre outros.

O vocalista Gabriel Martins revela que os integrantes ficaram muito satisfeitos com o resultado final. “Sempre sonhamos em ter nosso próprio clipe, a exemplo de nossos ídolos na música. Somos de uma geração que gastou horas com a MTV e viu toda essa febre migrar para o Youtube. A sensação não poderia ser melhor! Espero que nossos fãs curtam bastante esse novo trabalho. Dedicamos e dividimos com eles mais uma conquista”, conclui.



Sobre a Mattilha

Formada em novembro de 2010, a banda une elementos e referências do Hard Rock e Rock’n Roll à forte personalidade dos seus integrantes, Gabriel Martins (vocal), Victor Guilherme (guitarra), Andrews ‘Andy’ Einech (baixo) e Ian Bueno (bateria).

O primeiro álbum, "Ninguém é Santo", foi lançado em 2014 e conta com as participações especiais de Paulão de Carvalho, do Velhas Virgens, e Paulo Coruja, da Cracker Blues. O single "Noites no Bar", última faixa do disco, tocou pelos quatro cantos do Brasil e fez parte das programações das principais rádios, entre elas, A Rádio Rock e Kiss FM. Recentemente, a banda lançou uma versão acústica da música Sem Hora Marcada com participação do lendário guitarrista Luiz Carlini (Tutti Frutti) e alcançou destaque em playlists do Spotify.

Neste ano, a Mattilha trabalhou na divulgação do álbum realizando shows importantes, como o festival Roça N´Roll (Varginha-MG) e o aniversário da cidade de São Paulo, no antigo Hospital Matarazzo. Atualmente, a banda continua em turnê pelo país e já está em processo de composição para o novo álbum.

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