segunda-feira, 28 de setembro de 2015

.: Meus Prêmios Nick ganha semana de votação extra via APP

Tatá Werneck, Sabrina Sato, Gabriel Medina e Ivete Sangalo estão entre os finalistas na disputa pelo concorrido zeppy laranja


O novo aplicativo da Nickelodeon para smartphones iOS e Android dá um bônus na votação de “Meus Prêmios Nick”, uma das maiores premiações da pay-TV infantil do Brasil! As votações regulares se encerraram no dia 27 de setembro, mas, pelo aplicativo, você ganha uma semana a mais e poderá votar nos seus favoritos de 28 de setembro até 4 de outubro. Isso tudo sem contar o conteúdo exclusivo, os jogos e a interface divertidíssima do app!

Até agora foram registrados 129 milhões votos, mais que o dobro do ano passado. Demais, né?

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.: Tite no Cartão Verde e a campanha no Campeonato Brasileiro

O técnico mais vitorioso da história do clube paulista, líder isolado na competição nacional, comenta as possibilidades de mais um título do Alvinegro


Nesta terça-feira, dia 29 de setembro, o Cartão Verde tem como convidado o técnico Tite. Líder isolado do Campeonato Brasileiro, o treinador do Corinthians fala sobre a real chance de conquistar mais um troféu para a sua já extensa lista de conquistas no clube paulista. Com apresentação de Vladir Lemos, o programa vai ao ar ao vivo, às 22h, na TV Cultura.

A dez rodadas do fim do Campeonato Brasileiro, o Corinthians ocupa hoje a liderança isolada da competição nacional, com 57 pontos, cinco a mais do que o segundo colocado, Atlético-MG. Na edição do Cartão Verde desta semana, Tite fala sobre os principais confrontos que irá enfrentar e as maiores dificuldades que vê para manter seu time na ponta da tabela até o fim do Brasileirão.

Caso consiga, o técnico irá conquistar seu segundo campeonato nacional e o sexto título no Corinthians. Ele já é o mais vitorioso técnico da história alvinegra. Sob o seu comando, o time foi campeão do Campeonato Brasileiro, em 2011, e do Campeonato Paulista e da Recopa, em 2013. Além disso, em 2012, Tite foi um dos grandes responsáveis pela conquista do maior sonho corintiano: ser campeão da Libertadores da América, e, logo na sequência, vencer o Mundial de Clubes pela segunda vez.

Para além dos troféus que rendeu ao time do Parque São Jorge, Tite entrou para a lista dos maiores ídolos do Corinthians por sua postura e caráter tanto ao conduzir o time quanto fora de campo, conquistando a admiração até mesmo de torcedores adversários.

O Cartão Verde, que conta com os comentários fixos de Celso Unzelte, Roberto Rivellino e Vitor Birner, é transmitido todas as terças-feiras, das 22h às 23h, na TV Cultura, e está no ar desde 1993.

.: Música e diversão dão o tom do parabéns aos 30 anos do Rock in Rio


O público esperava ansioso a entrada da diva do pop Katy Perry quando às 00h35 ela subiu ao Palco Mundo para fechar o sucesso que foi a celebração dos 30 anos do Maior Festival de Musica e Entretenimento do Mundo, o Rock in Rio. O show resumiu o que foram os sete dias de festival: muita música, megaprodução e uma verdadeira festa em que o público foi a principal atração. A cantora abriu seu espetáculo com o sucesso Roar e seu figurino literalmente iluminado já foi uma pista de que a apresentação contaria com efeitos de luz, e som. Repetindo o carisma do Rock in Rio 2011, a cantora puxou para o palco a fã Raiane de Souza, de 18 anos. Katy abraçou a menina e fez graça com seu nome. Elas ainda tiraram uma selfie e a carioca ensinou algumas palavras em português para a artista norte-americana.



Antes de Katy Perry, o trio de pop rock e new wave norueguês A-Ha não se deixou intimidar com a chuva e subiu ao palco do Rock in Rio, pela segunda vez, como a penúltima atração da noite que encerra o festival. Grande sucesso nos anos 80, Magne Furuholmen, Morten Harket e Paul Waaktaar-Savoy mostraram ótima forma no palco após pausa de cinco anos. Com setlist redondo, o trio não decepcionou e botou familias inteiras para dançar ao som de You Are The One. Hunting High and Low o megahit Take On Me, com o qual fecharam o show.



Última atração confirmada para esta edição especial de 30 anos do Rock in Rio, o duo de música eletrônica AlunaGeorge divertiu a plateia na última noite do evento. Apesar da atração levar o nome da dupla britânica, foi somente Aluna quem subiu ao palco. Seu parceiro George é o responsável pela produção e instrumentação dos shows e raramente participa das apresentações. Com sua voz doce e uma pegada pop futurista, a moça natural do País de Gales, no Reino Unido, interpretou sucessos do grupo como White Noise e You Know You Like It. 

O show da banda Cidade Negra, a primeira a se apresentar no Palco Mundo neste domingo, foi uma retrospectiva da carreira do grupo em 13 músicas. O reggae começou com a faixa A Estrada e as músicas Girassol, Sábado à Noite e Firmamento não ficaram de fora. 


Professores surdos sentem vibrações sonoras pela primeira vez em um show, na edição de 30 anos do Rock in Rio
A edição de 30 anos do Rock in Rio foi palco de mais um momento especial no último dia de festival. Sete professores deficientes visuais do Instituto Nacional de Educação de Surdos (Ines) tiveram a oportunidade de sentir vibrações sonoras pela primeira vez durante o show da banda Cidade Negra, primeira atração a se apresentar no Palco Mundo. 

A parceria entre o Rock in Rio e o Ines possibilitou que o grupo de mestres testassem um equipamento chamado Subpac. O aparelho funciona através de uma mochila, emitindo vibrações e possibilitando uma experiência completamente nova para os deficientes auditivos. 

Diretora do instituto, Amanda Ribeiro disse que o convite foi aceito na hora e deixou todos muitos ansiosos para chegada desse dia. "Projetos que têm como objetivo melhorar a acessibilidade dos surdos, nós embarcamos na ideia. Imagina proporcionar essa emoção para mais pessoas em casas de espetáculos, em teatros? Começar testando esse aparelho aqui no Rock in Rio é maravilhoso", conta Amanda. 

O grupo assistiu o show inteiro de um lugar privilegiado, da cabine de som e luz do palco, e ainda conversou com a banda liderada por Tony Garrido. Com risadas e muitas fotos, o encontro foi pura emoção. 


Sunset fecha último dia de Rock in Rio 2015 com homenagem aos 450 anos da cidade maravilhosa e show de Al Jarreau
A Cidade do Rio de Janeiro, onde todo o sonho do Rock in Rio começou, foi a grande homenageada do último show do Palco Sunset, testemunha de encontros inusitados e memoráveis nesta edição de 30 anos do festival. A última atração foi um grande encontro de amigos que ajudam e ajudaram a construir a história da música brasileira. Alcione, Buchecha, Davi Moraes, Fernanda Abreu, Gabriel O Pensador, Léo Jaime, Maria Rita, Roberta Sá e Wilson Simoninha, cada um com suas influências, celebraram um encontro com 14 músicas. A clássica Samba do Avião foi cantada pelos nove artistas fechando a apresentação. 

Voltando ao Rock in Rio para comemorar junto com o público os 30 anos do festival, o músico Al Jarreau se apresentou no Palco Sunset e repetiu o sucesso de 1985. Simpático, o norte-americano se divertiu e fez várias piadas que arrancaram risadas da plateia. Ele ainda declarou ser apaixonado pelo Rio e homenageou a cidade com a música Ela é Carioca. Muito esperado pela galera que veio à Cidade do Rock, o artista abriu com Black and Blues e depois recebeu no palco o cantor brasileiro Marcos Valle. 

Às 16h30, a segunda atração subiu ao palco no último dia de Rock in Rio 2015: a cantora soul Aurea e o rapper Boss AC, que se apresentaram também juntos no último Rock in Rio Lisboa. Diretos de Portugal, a dupla fez um show animado, com músicas em inglês e outras em português com o sotaque carregado.

O Palco Sunset neste domingo começou com o encontro da banda Suricato e do cantor Raul Midón, que muito têm em comum em seus estilos musicais. A parceira explorou ritmos como o jazz, blues, rock, folk e até misturas latinas. Os irmãos tocaram o hit Trem e Midón, as canções Sunshine e Don't hesitate. 




Em sete dias de Rock in Rio 2015, marcas presentes na Cidade do Rock agradam o público e dão show de atendimento 
O Prêmio RIR Show de Atendimento - uma parceria com a empresa Ponto de Referência - durante todos os dias do festival avaliou a satisfação do cliente no que diz respeito ao atendimento. A premiação aconteceu neste domingo, último dia do Rock in Rio 2015. A empresa de sorvete Los Paleteros ficou em primeiro lugar, e a especializada em limpeza Sunset em segundo. "Todas as empresas fazem parte do encantamento do time RIR. Todos nós, os empresários aqui da Cidade do Rock, fazemos um show a parte. Somos uma extensão do palco e das atrações. Proporcionar uma grande experiência aos clientes é a nossa maior meta", afirmou Roberto Medina, presidente do Rock in Rio, presente na cerimônia. 

Os sorvetes gostosos e o atendimento eficiente fizeram a empresa jovem, de apenas três anos em funcionamento, ser a melhor avaliada pelo público que circulou na Cidade do Rock. Bruno Montejorge, diretor de Marketing da Los Paleteros, agradeceu pelo prêmio. "Ficamos profundamente felizes com o prêmio Show de Atendimento RIR". Já Thaisa Medina, diretora de eventos da Sunset, comentou sobre como é importante ter essa resposta dos clientes. "A Sunset tem um diferencial, uma especialidade, que é fazer grandes eventos. Ser reconhecido pelo público nos dá uma grande honra", comemorou. 


Abertura do show com "Roar"

Brincadeira com fã

Apresentação de "Unconditionally"

.: Considerações sobre o arrepiante show do A-ha no Rock in Rio

Por: Mary Ellen Farias dos Santos
Em setembro de 2015



Show vibrante de A-ha na última noite do Rock in Rio 2015, 27 de setembro, comprova que o tempo passa, mas a qualidade musical dos noruegueses permaneceu intocável. Com melodia de qualidade sobrando, o grupo que estourou nos anos 80, voltou ao Brasil na comemoração dos 30 anos do festival de música para deixar claro que o trio envelheceu, mas a voz e a harmonia dos instrumentos, não.

"I´ve been losing you" abriu a lista das músicas apresentadas, seguida por "Cry Wolf". Em tempo, a turma fazendo o "uuu" ao cantar o refrão foi sensacional. Na sequência, A-ha interpretou "Move to Memphis" e "Scoundrel Days". E sim! O retorno do público enquanto as músicas simplesmente cresciam no palco foi tocante. No entanto, a primeira grande gritaria chegou com "Crying in the rain". Público cantando junto com propriedade, indescritível!

A lista de músicas continuou com "
Sycamore Leaves", "You are the one", "Forest Fire", "Hunting high and low", "Foot of the Mountain", "The Sun Always Shines on the TV", "Under the Makeup" e "Living Dayligths". Mais uma vez foi notável ver a empolgação do público mesmo nas baladas que mexem com o coração assim como nas mais dançantes. Emoção e empolgação. Sim! O público cantou junto durante todo o show. Sem contar a gritaria enlouquecida! 

Assim, o encerramento com direito a chave de ouro, aconteceu com a interpretação de A-ha para "Take on me". Definitivamente, o inconfundível som do teclado muito bem comandado por Magne Furuholmen, a voz incrível de Morten Harket e a guitarra arrepiante de Pål Waaktaar-Savoy deixaram o recado de que o grupo dos anos 80 é muito 2015!

Não há dúvida que o show do A-ha foi um presentão para a última noite de Rock in Rio 2015, pois aos que têm pelo menos 30 anos, foi o momento de uma mágica viagem no tempo. Confesso que amei relembrar das tantas vezes que dancei no tapete da sala do apartamento -aonde moro hoje com meu marido- totalmente feliz.

Enfim, só posso concordar com o tweet de CrisFortes (@CrisFortes): "Esses caras são tão elegantes que eu aposto que não fazem nem coco, fazem churros de Nutella. #ahanomultishow #AhaNoRockinRio"


* Mary Ellen é editora do site cultural www.resenhando.com, jornalista, professora e roteirista, além de criadora do www.photonovelas.com.br. Twitter: @maryellenfsm 




domingo, 27 de setembro de 2015

.: Rock in Rio: Festival celebra mais um casamento na capela

O Rock in Rio celebrou pela primeira vez um casamento gay neste sábado, sexto dia da edição comemorativa de 30 anos. Sétimo casal a oficializar a união no Rock in Rio, duas mulheres, de 23 e 24 anos, disseram "sim" na capela montada na Rock Street e entraram para a história do festival. O casamento aconteceu às 18h e chamou a atenção de centenas de pessoas que, mesmo sem conhecer as noivas, aplaudiram e torceram pela felicidade das meninas. 

Antes da cerimônia acontecer, a ansiedade só aumentava. Namorando há três anos, entre idas e vindas, elas contaram que não escolheram o dia 26 de setembro por acaso. Fãs de Rihanna, elas não gostam só das músicas da cantora pop, mas da sua atitude. "Ela não tem filtro, faz o que quer, quando quer. Isso tem muito a ver com a nossa causa", disse uma delas, extrovertida e à vontade para contar sobre o relacionamento. O pedido oficial aconteceu também no Rock in Rio e a oficialização foi motivo de orgulho. A família das duas, segundo ela, já existe e tende a crescer. "Nós já somos uma família. Eu, ela e nosso cachorrinho. Queremos filhos, claro," disse sorrindo. 

A celebração teve direito a cerimonialista, bolo, brinde, banda e cantores, que fizeram covers das clássicas "Love of My Life", do Queen e "All You Need is Love", dos Beatles. As duas - uma com um vestido longo e véu e a outra com um visual curto e de botas pretas - entraram juntas de branco ao som da música "Duas Metades", da dupla Jorge e Matheus. Os votos já tinham sido escritos desde que ela teve a certeza de que tinha encontrado o amor da sua vida. "Dizem que o 'Rock in Rio' une as pessoas," foi assim que começou suas juras de amor. A pedido de amigos, primos e todo o público que acompanhava de pertinho o momento histórico, as meninas se beijaram e arrancaram gritos do público. 

Mais seis casais já oficializaram a união nos últimos dias de festival. Amanhã, mais um casamento está marcado no mesmo horário na capela do Rock in Rio. Os oito casais escolhidos para realizar o sonho na Cidade do Rock foram os mais votados pela galera em um concurso on-line, que rolou pela internet no site oficial do Rock in Rio. 

.: Rock in Rio 2015: Festa para todas as idades na Cidade do Rock

Atração mais esperada do dia, Rihanna empolgou a plateia madrugada afora


Quando os portões da Cidade do Rock foram abertos, às duas da tarde, já era possível ter uma palhinha do que este penúltimo dia de Rock in Rio prometia. O público, de todas as idades, reunia famílias inteiras, que lotaram os gramados e as lojas. E, enquanto uma parte corria para a rente do Palco Mundo para garantir seu "lugar ao sol" para assistir Rihanna, outros disputavam os acessos aos brinquedos, uma verdadeira febre entre os visitantes. 

Atração mais aguardada do dia, a cantora caribenha, Rihanna reuniu milhares de fãs, que aos gritos receberam a diva do pop no Palco Mundo. Com visual amarelo bem despojado, ela hipnotizou a plateia, que não ficou parada por um minuto sequer. O espetáculo foi aberto ao som de Rock Star e muito efeito de fumaça e iluminação. Fechando com chave de ouro, o hit Bitch Better Have My Money, mais recente sucesso da artista. 

Sam Smith foi o terceiro a prender a atenção dos espectadores. De terno claro e brilhoso, o inglês tocou seus sucessos Lay Me Down, Like I Can e o super hit Stay With Me esquentou o público jovem. Animado e encantado com a energia brasileira, Sam interagiu com a galera e ainda completou o show com covers de Elvis Presley, Amy Winehouse e Marvin Gaye. 

Segunda apresentação do Rock in Rio 2015 no Palco Mundo, a banda australiana Sheppard surpreendeu logo no início do show. O vocalista e tecladista George iniciou sua apresentação do alto da Tirolesa onde fez uma contagem regressiva junto com o público e saltou, cruzando a Cidade do Rock por cima do público. Formada por irmãos, o grupo apresentou um pop animado e um visual colorido. 

Lulu Santos, com seus incontáveis sucessos, abriu o Palco Mundo neste sábado. Com repertório recheado de conhecidas músicas do público, que lotava os gramados da Cidade do Rock, Lulu fez a galera levantar os braços e cantar com ele logo no início com Toda Forma de Amor. O show teve participações superespeciais. Pretinho da Serrinha cantou e tocou Sábado à Noite e Mr. Catra cantou ao lado de Lulu Condição, aos gritos de "Uh Papai Chegou", hit famoso do funkeiro. 

Palco Sunset tem rock, bossa, jazz e muita dança em sábado de festa
Carlinhos Brown e Sérgio Mendes fizeram juntos a última apresentação da noite no Palco Sunset. A mistura entre a bossa nova de Mendes e os batuques de Brown contou com o apoio de uma banda de mais de 15 músicos. As canções Águas de Março, Magalenha e Água de Beber foram alguns presentes do setlist. 

Toda a diversidade musical da cantora Angélique Kidjo, que pela segunda vez em palco do Rock in Rio, invadiu o Sunset neste sábado. Terceira atração da tarde, a cantora africana se apresentou na companhia do baixista também africano Richard Bona. A dupla fez todo mundo dançar com a batida africana, que muito lembra influências brasileiras. Ao todo, 20 pessoas subiram ao palco e formaram uma verdadeira festa. 

Dois ícones da música brasileira se apresentaram no Sunset, às 16h30. O tremendão Erasmo Carlos e a banda paulista Ultraje a Rigor. O encontro entre o som da jovem guarda e o rock dos anos 80 entrou para lista de shows inusitados, um clássico do Palco Sunset. Terror dos Namorados e Minha Fama de Mau foram algumas que fizeram o público cantar junto. Já Inútil fez a plateia extravasar e pular. 

A tarde desse sábado começou com The Brothers. Supla e João Suplicy abriram o Palco Sunset e mostraram ao público o que chamam de punknova, uma mistura entre o punk e a bossa nova. Com músicas de protesto, em português e outras em inglês, os irmãos agradaram a plateia, que contou até com a presença do ex-senador e pai dos roqueiros, Eduardo Suplicy. 

Números do Rock in Rio neste sábado até meia noite

Brinquedos: No penúltimo dia de Rock in Rio, 783 pessoas desceram na Tirolesa, 6.079 curtiram a montanha russa, 3.186 a roda gigante e 3.204 a novidade XTreme. No total, 13.252. 

Achados e Perdidos: A Cidade do Rock conta com um posto de Achados e Perdidos ao lado da entrada do parque. Neste sábado, o número de itens encontrados foi de 81 objetos. As pessoas que perderam seus pertences precisam procurar o posto e, caso eles sejam encontrados, a organização entrará em contato. No link www.achadoseperdidos.rockinrio.com também é possível descobrir se os documentos foram deixados nos Achados e Perdidos. 

Atendimentos médicos: Neste sábado, 655 pessoas foram atendidas nos postos médicos da Cidade do Rock. A maioria dos atendimentos foi por casos de torções, desidratações e dores de cabeça. 

.: Rock in Rio: Rock Street e Street Dance agitam e roubam a cena

No sábado, Rock Street e Street Dance roubam a cena e agitam o público com muita dança e Rock n´Roll


Parada obrigatória para o público que vem curtir o Rock in Rio 2015, a Rock Street esse ano homenageia o Brasil e traz atrações para todos os gostos, além de seus bares, restaurantes e mesinhas de madeira que ajudam a criar o clima descontraído. A rua de 150 metros recebe milhares de pessoas que vem e vão a procura de diversão e encontram muita música e várias surpresas. No quinto dia de festival, o palco da Rock Street recebeu três atrações. A primeira foi o cantor Wilson Sideral, que convidou a cantora Luana Camarah, e juntos de mais cinco músicos, tocaram canções conhecidas da plateia, que acompanhou empolgada o show. 

Ainda nesta rua que ferve de tanta criatividade, Cassia Eller, Frejat, Cazuza e Legião Urbana foram alguns dos artistas homenageados. O casal Valeska Arnou, 24 anos, e Rosália Estela, 27, estão curtindo o Rock in Rio 2015 pela segunda vez. Para elas, a Rock Street é sempre o primeiro lugar onde elas se divertem quando chegam na Cidade do Rock. "É ótimo. Aqui é o canto da diversidade musical. Eu curto pop rock, jazz e samba," contou Rosália super animada. Já Valeska foi à Rock Street prestigiar Sideral, de quem é fã há muito tempo. "Eu adoro vir para cá. Aqui a gente se distrai, relaxa, são muitas atrações bacanas," disse ainda sem fôlego, depois de pular com o cover da música Come Together, dos Beatles. 

Na direção oposta da Cidade do Rock está o Palco Street Dance, onde o lema é dançar, dançar e dançar. Mais uma vez, o palco se adaptou para encantar o público roqueiro e trouxe um mix de dança de rua com rock n´roll, afinal toda a apresentação foi pensada para roubar a cena e surpreender quem acha que rock não combina com dança. Os mais de 15 dançarinos entraram no palco e com figurinos descolados, maquiagens escuras e cabelos coloridos, mostraram atitude punk ao som de Metallica, Red Hot Chilli Peppers e Guns N’ Roses e arrancaram gritos de entusiasmo do público metaleiro desta sexta-feira. 

Balanço do último final de semana de lixo 
Nos primeiros três dias, 83 toneladas de lixo foram recolhidas pelos gramados do Rock in Rio 2015. 

.: Clássico "Pinnocchio" estreia em outubro no Teatro Folha

Dia 3 de outubro chega ao Teatro Folha o espetáculo “Pinocchio”, um clássico do italiano Carlo Collodi (1826-1890), que conta a história do boneco feito com madeira e que ganha vida de menino.

Como muitos outros garotos, Pinocchio prefere se divertir em vez de ir à escola. Ele não ouve os conselhos de seu pai e criador, o carpinteiro Gepetto, e foge das aulas para se envolver em suas aventuras.

Dirigido e concebido por Pamela Duncan, interpretado pela A Peste, Cia Urbana de Teatro, o espetáculo apresenta a saga do crescimento de Pinocchio, desde a mentira contada, que faz seu nariz crescer, até os valores que o transformam num menino de verdade.

“Pinocchio” é a segunda montagem feita a partir de um conto clássico pelo grupo. A proposta da companhia é representar cenas oníricas e poéticas, cheias de imagens mágicas capazes de transportar o público ao plano dos sonhos, onde tudo é possível.

A encenação tem base no teatro físico-visual com diálogos marcantes, dando ênfase à magia e ao realismo fantástico, que permeiam a história original.

Um videocenário contextualiza a narrativa do espetáculo. Quando o carpinteiro Gepetto e Pinocchio são engolidos por uma enorme baleia, por exemplo, a garganta do bicho aparece projetada no pano de fundo. Dentro dessa baleia, pai e filho conversam e se entendem.

A projeção também é o recurso que faz o nariz de Pinocchio crescer quando ele conta uma mentira. Como se fosse um espelho, o boneco observa a própria mudança projetada. “Mas a ênfase do espetáculo não é a mentira”, ressalta a diretora, que prefere destacar a ingenuidade das pessoas e a transformação do ser.

Atores trabalham gesto e partitura corporal minuciosamente, sem deixar de lado a preocupação com o texto. “Em ‘Pinocchio’ trabalhamos improvisações a partir de trechos do conto original”, explica Pamela.

Trabalho de pesquisa
O estudo aprofundado é a marca do trabalho da diretora Pamela Duncan. Para montar “Pinocchio” o grupo pesquisou a época em que a obra foi escrita –final do século XIX–, incluindo costumes e literatura, e também  fez um estudo sobre o significado da obra no contexto atual.

Também foi revista toda a filmografia de “Pinocchio”, inclusive no cinema mudo. A diretora pesquisou as várias montagens de espetáculos adultos e infantis sobre o tema, e performances de diversas versões e estilos montados, em diferentes países, com inúmeras propostas.

Os figurinos da montagem são feitos com base na “commedia dell'arte”, com tecidos da época. Apesar de Collodi ter nascido e criado Pinocchio no século XIX, a história que ele conta acontece no século XVI. Por isso a diretora investigou a cultura dos séculos anteriores à época de Collodi, inclusive quadros de pintores como Pieter Bruegel (1525-1569) e Hieronymus Bosch (1450-1516), que retratavam a vida dos camponeses e das brincadeiras da época.

Sobre o autor e sua obra
Carlo Collodi é italiano, nascido em 1826, na cidade de Florença. Autor de “Pinocchio”, iniciou sua produção literária para crianças em 1866, traduzindo contos de fadas franceses de autores como Charles Perrault (1628-1703), Mme. Leprince de Beaumont (1711-1780) e Mme. d’Aulnoy (1651-1705), que foram reunidos na publicação “Racconti delle Fate” (Contos de Fadas), de 1875. Collodi também escreveu livros para o ensino fundamental com grande habilidade linguística e estilística, unindo narração e divulgação de conhecimentos científicos e literários. Por essa habilidade é considerado um benemérito da educação pública na Itália. Em 1881 publicou no “Giornale per Il Bambini” (Jornal para Crianças) o primeiro capítulo de “Storiadi um Burattino” (História de um Boneco), que deu origem ao livro “Le Avventure di Pinocchio” (As aventuras de Pinocchio).

Sobre a diretora
Pamela Duncan nasceu em Recife (PE).  É diretora de teatro, professora de teatro, cenógrafa, figurinista e produtora. Formada em Artes Cênicas em Buenos Aires, completou seus estudos no Brasil e no exterior.

É curadora e produtora de eventos importantes na cidade de São Paulo. Entre eles estão o internacional “Art Futura”, realizado no Itaú Cultural; “30 anos do Colégio Pentágono”, no estádio do Ibirapuera; “Vitória da Paz”, no Espírito Santo. Dirige shows e prepara cantores para sua melhor performance. Dirigiu shows e performances teatrais, entre eles os apresentados por Moises Santana, Claudio Goldman, Maria Alcina e Ney Matogrosso.

Mantém uma forte ligação com a pesquisa teatral na linha do teatro físico visual. Atualmente dirige a companhia A Peste, Cia Urbana de Teatro –com destaque para os espetáculos "A Menina que descobriu a noite", "Sonhei com Charles Chaplin", "Eternos Vagabundos", “As Incríveis historias de Mariazinha e seu amigo Sol”, “O Processo”, de Kafka, “Nossa Historia é Assim”, de Raul Bopp, ”A Princesa Engasgada”, ”Pour Elise” e "Familya Monstro”.

Destacou-se como assessora da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo (CENP), na área de educação artística. Com o projeto “Teatro como instrumento de Educação”, ministrou oficinas e palestras em congressos na América Latina. Atualmente coordena o projeto “Fazendo Arte na Escola”, no departamento de Teatro Educação da Prefeitura de Taboão da Serra, na área de teatro.

Sobre a companhia
A Peste, Cia Urbana de Teatro foi criada pela diretora Pamela Duncan em 2003 com a proposta de pesquisar a linguagem do teatro físico visual. O primeiro espetáculo da companhia foi “A Menina que Descobriu a Noite”, com produção da Prefeitura de Santos, premiado na cidade como melhor espetáculo de 2003. Seguindo o caminho de reflexão sobre o gesto, a palavra e o sentimento, A Peste, Cia Urbana de Teatromontou o espetáculo ”Sonhei com Charles Chaplin” (2004), com patrocínio do Instituto Cultural Alfa, cumprindo temporada no Teatro Alfa, recebendo excelentes criticas e várias indicações para prêmios em 2005.

Em 2009 o grupo pesquisou “Nelson, Visceral”, com base na obra de Nelson Rodrigues e sua relação com o universo feminino. Em 2010 estreou “As Incríveis Histórias de Mariazinha e seu Amigo Sol”, no Sesc Pinheiros, e depois fez apresentação no Sesc Santos. Participou da Mostra Sesi de Teatro (2010), percorrendo 15 cidades do interior paulista. “A Fantástica Trupe em a Princesa Engasgada”, de Molière, estreou no Sesc Pinheiros em 2011 e depois foi apresentada no Teatro Folha. O grupo estreou no Teatro Amil a peça “A Famílya Monstro”, em homenagem aos grandes nomes do terror, fazendo com a peça temporada em São Paulo, no Teatro Vivo, em outubro de 2012.

No ano de 2013 o grupo iniciou o projeto “Pinocchio” e a produção de um livro para comemorar os dez anos da companhia.

Ficha Técnica
Direção e concepção: Pamela Duncan
Assistente de direção e produção: Luiz Fernando Albertoni
Dramaturgia: Rogerio Favoretto e Pamela Duncan
Atores: Luiz Fernando Albertoni, Jonathan Well, Paulo Arapuan, Anna Carolina Longano e Ricardo Aires
Ator-contrarregra: Bruno Casselli
Narração: Lui Strasburger
Sonoplastia: Aline Meyer
Iluminação: Juarez Adriano
Realização: A Peste, Cia Urbana de Teatro – Pamela Duncan
Patrocínio: Bauducco, Marrucci, Grupo LEF, Arcelor Mittal, Sil Cabos Elétricos
Apoio: Porto Seguro

Duração: 50 minutos
Classificação indicativa: a partir de 4 anos

Serviço
"Pinnocchio"
Local: Teatro Folha
Endereço: Shopping Pátio Higienópolis - Av. Higienópolis, 618 / Terraço
Estreia: 3 de outubro
Temporada: 20 de dezembro
Apresentações: sábado e domingo, 16h
Ingresso: R$ 30*
*Valores referentes a ingressos inteiros. Meia-entrada disponível em todas as sessões e setores de acordo com a legislação.

.: Falsas memórias e uma infância comprometida

Por Paulo Akiyama"
Em setembro de 2015

Em um país que bate recorde até em números de divórcios – só em 2013 foram mais de 243 mil, não é de se espantar que, a cada dez processos de separação de casamento civil, três esbarrem na alienação parental. Chamo mais uma vez a atenção para este assunto polêmico porque em outubro comemoramos o mês delas, das crianças e tenho a certeza de que muitas prefeririam ganhar o respeito de mães e pais no lugar de um presente.

Elas representam luz, doçura e inocência e por isso, devemos respeitá-la e amá-las para que possam se tornar adultos seguros e sadios. Mas o que me causa profunda tristeza, como operador do direito, é ver esses pequenos sendo alvo de disputas judiciais.  Porque colocá-los nesta rota de colisão? Afinal, estas brigas trazem em seu bojo a frustração de seus pais pela falência do matrimônio.

Durante 40 anos, Richard Gardner, especialista em psiquiatria infantil, professor e pesquisador da Universidade de Columbia-NY, dedicou-se ao estudo da Síndrome da Alienação Parental (SAP) onde constatou que o problema se instala nas crianças e jovens logo após a separação dos pais. 

Muitos escrevem a respeito e criam uma enorme confusão e conflitos de entendimento entre significado jurídico e psicológico do que é este mal. Como definição, trata-se da prática de atos e atitudes de um genitor de forma a programar o comportamento de uma criança ou adolescente, de modo a torná-los “inimigos” do outro genitor. São implantadas falsas memórias, que sequestram bons momentos que pai e filhos ou mãe e filhos, passariam juntos. O pesadelo rouba lembranças felizes de natais, aniversários e outras datas significativas. E dentro deste cenário caótico, participar de formatura e festinhas na escola, nem pensar.

Isto é intencional? Sempre é a primeira pergunta. Como ser humano, não é admissível acreditar que uma mãe ou um pai tenha como objetivo prejudicar o bom desenvolvimento psicológico de seus filhos, mas, sem dúvidas, tem a intenção de agredir um ao outro.  Mas estas pessoas esquecem que suas atitudes resultam em uma doença psicológica, que muitas vezes se torna irreversível.

Para buscar meios de salvar seus filhos que estão sofrendo a alienação parental, muitos genitores alienados recorrem ao poder judiciário propondo ações revisionais de guarda. Para esses casos, temos a Lei 12.318/2010 – Alienação Parental, mas desde que a norma foi criada, pouco evolui-se.

Ainda hoje, sem medo de errar, a maioria dos alienadores são mães que possuem a guarda unilateral de seus filhos, até porque ainda temos aquele paradigma de nossos julgadores e representantes do Ministério Público de “quem sabe criar filhos é a mãe”.

Completam cinco anos da sanção da lei, cinco anos na vida de cada ser humano é um longo tempo, um jovem em cinco anos completa o seu curso de direito, engenharia, ou outro curso universitário; muda-se a vida de inúmeras pessoas.

Em muitas decisões, notamos a negativa pura e simples de pedidos de antecipação de tutela, ou de medidas cautelares, visto que o judiciário não está aparelhado para detectar de forma imediata, se há ou não indícios da prática da alienação.

Em caso concreto recente, requerido o estudo psicológico com a finalidade de detectar indícios da SAP, foi constatado no laudo do psicólogo forense que havia indicativos de que o problema já estava começando a se instalar. Mesmo com esta declaração, a qual teve que ser chamado à atenção de forma contundente em audiência, não houve decisão por parte do magistrado ou do representante do Ministério Público, apenas declarando, mas não registrando, que ele, juiz, não iria tirar a criança da mãe em hipótese alguma e que o representante do Ministério Público assim também entendia. Nítida reação de desrespeito ao bem-estar da criança e garantindo a manutenção da mesma em ambiente psicologicamente hostil. 

Ora, se o judiciário por meio de seus representantes faz declaração deste porte, o que o jurisdicionado pode esperar?

Ao ver seu filho sofrendo alienação parental, em tenra idade, este genitor revolta-se contra o judiciário e o enxerga como acolhedor daqueles que prejudicam crianças, apenas baseando-se em paradigmas extremamente antiquados. Assim cresce a descrença em nossa justiça.

O Judiciário precisa ser ágil em relação a eventuais indícios da prática da alienação parental.  E para isso, existem remédios jurídicos a serem aplicados como tutela antecipada ou medidas cautelares, as quais são temporárias e não definitivas. Há ainda estudos biopsicossociais e psicológicos a serem determinados pelo próprio judiciário, caso entenda não conceder uma medida acauteladora sem antes ouvir técnicos. Mas, agilidade acima de tudo, é o que se requer.

Portanto, genitores que possui guarda ou residência dos seus filhos, pensem muito bem antes de externar opiniões sobre o outro genitor e reflitam ao criar uma situação de impedimento de convivência dos filhos. Não se esqueçam de que, alienar parentalmente é uma constância de atos e atitudes, muitas vezes bobas e sem sentido, mas que plantam sementes de discórdia na memória das crianças.

Genitores alienados, não permitam que se instale este mal em seus filhos. Em um futuro próximo, caso fiquem inertes, participarão do filme da vida e assistirão em um futuro próximo, o que esta inércia resultou na formação psicológica de seus filhos.

Representantes do poder judiciário: busquem novos paradigmas, sejam permeáveis aos casos onde se tenham mínimos indícios da prática da alienação parental, cuidem dos jurisdicionados e em especial das crianças que estão sofrendo a prática da alienação, atuem de forma a evitarem o desenvolvimento da síndrome da alienação parental, deem celeridade aos processos que tratam sobre este tema.

Sobre o autor
*Paulo Eduardo Akiyama é formado em economia e em direito 1984. É palestrante, autor de artigos, sócio do escritório Akiyama Advogados Associados, atua com ênfase no direito empresarial e direito de família.

.: Peça inspirada na filosofia de OSHO traz questões existenciais

Com texto inspirado na obra mestre indiano OSHO e plateia dividida em quatro estações, peça "OSHO - Cracks Of Soul (Fragmentos da Alma)" leva a pensar nos objetivos de vida e na humanidade confundida por rótulos e dogmas que existe dentro de cada um. 

“A peça é feita para quem se identifica com o tema e quer ver um texto denso, encenado de forma viceral e intensa”, explica Janssen Hugo Lage, que traz de volta aos palcos sua mais recente obra, depois de uma primeira temporada de sucesso. "OSHO - Cracks Of Soul" foi vista por mais de 1200 pessoas em um teatro de 60 lugares em apenas 21 apresentações. E nenhuma dessas pessoas saiu sem ter sido tocada de alguma forma pelo texto de Janssen.

Isabelle Moura, Coordenadora e Facilitadora de Cursos da Companhia do Ser, espaço criado por Gabriel Saananda, que há mais de 30 anos trabalha sob a linha filosófica de OSHO, é uma dessas pessoas. “Assisti à peça no último dia 20 de setembro e saí encantada”, explica, “assim como a própria filosofia de OSHO, o texto não se propõe a dar respostas, mas incitar questionamentos muito pessoais”. Isabelle enfatiza: “fiquei feliz ao ver que não há uma apologia, mas uma proposta de experienciar a natureza humana e repensar o próprio ser”.

Para Janssen, é exatamente essa a proposta: “a peça não foi escrita para entreter apenas, mas para provocar”. Quem segue os pensamentos de OSHO vai se identificar: estima-se que existam mais de 2,5 milhões de seguidores em todo o mundo, mais de 500 mil deles só na cidade de São Paulo. A peça fica em cartaz até o dia 21 de dezembro, no Teatro Espaço Confraria, no bairro Bela Vista.

Sinopse 
"OSHO - Cracks Of Soul (Fragmentos da Alma)" é um mergulho no misterioso universo vazio existencial do homem contemporâneo. Uma aprofunda reflexão sobre crenças, ações, sentimentos, delírios, enganos, erros, acertos, dúvidas, certezas e incertezas, que nos levam aos confins da alma. Um ensaio sobre o abandono, o retorno, a iluminação e a jornada, livremente inspirado na herança literária e espiritual deixada por Rajneesh (Osho) – seus pensamentos descritos em textos, ensaios, discursos e palestras. 

Durante a narrativa, Janssen Hugo Lage nos oferece, em seus ritos de linguagem, o controle do tempo de todas as coisas, de situações que são inerentes aos desejos e anseios, jogados à sorte na existência de soluções efêmeras, abominavelmente dependentes e trágicas, ausência de espiritualidade que, de certa forma, atinge grande parte da população mundial. Então, segundo Rajneesh: “A felicidade só existe quando pode ser compartilhada. Se por alguma razão não conseguimos compartilhar, entre amigos, familiares, chegados ou estranhos, estamos mergulhados em Maya, ilusão”.

Elenco
Jorge Mesquita, Marjorie Gerardi, Lucas Scalco, Arthur Alavarse, Leandro Borges, Michele Mitsue, Maurício Belfante, Gabriel Muglia e Rai Teichmann.

Ficha Técnica
Coordenação Financeira e Administrativa: Marjorie Gerard
Assistente Financeira e Administrativa: Luciana Monteiro
Produção Executiva: Leandro Borges e Michele Mitsue
Assistentes de Cenografia: Jacqueline Sato
Figurinos e Maquiagem: Igor Martiniano
Sociologia Cultural e Análise de conteúdo: Sabrina Lopes e Lucas Scalco
Fotografia: Ricardo Sakai
Dramaturgia, Iluminação, Cenário, Figurinos e Encenação: Janssen Hugo Lage
Direção de Produção: Jorge Mesquita
Produção: Confraria dos Ritos

Serviço:
"OSHO - Cracks Of Soul (Fragmentos da Alma)"
Até 21 de dezembro de 2015
Domingos: às 20h
Segundas: às 21h
Ingressos populares: R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia)
Local: Teatro Espaço Confraria
Endereço: Rua 14 de Julho, 74 – Bela Vista – São Paulo/SP
Telefones: (11) 4116-3665 e 95218-8664
Capacidade: 60 lugares
Classificação: 16 anos (Espetáculo Adulto)
Estacionamento no local a R$5

Sobre a Confraria dos Ritos
A Confraria dos Ritos foi criada em 2008, na cidade de Porto Alegre. Criação do dramaturgo e encenador Janssen Hugo Lage (49), diretor da Mega Produção “OTELO”, de William Shakespeare, com atuação e produção do ator Norton Nascimento (em memória), no Teatro Municipal de São Paulo, realizado em 20 de novembro de 1999, em comemoração ao Dia da Consciência Negra. Em cartaz por 6 meses, foi visto por mais de 100.000 pessoas. Em agosto de 2010, de volta a Sampa, agora no Teatro João Caetano, Janssen emplaca outro sucesso, com mais de 50.000 espectadores, com o fenômeno “Labirinto Kafka”, inspirado nas obras de Franz Kafka. Agora em 2015, aos 30 anos de carreira, inaugura, com recursos próprios, um novo Espaço Cultural na Bela Vista: o Teatro Espaço Confraria, com apenas 60 lugares e infraestrutura completa para espetáculos e eventos.

.: Agora pode??? Dilma pretende liberar jogatina por impostos

Por Helder Miranda
Em setembro de 2015

Todo mundo sabe que a jogatina é proibida no Brasil, mas está em pauta no Congresso a legalização de jogos de azar – cassinos, jogo do bicho e bingos. 

A permissão já é uma possibilidade para o Governo Federal aumentar a arrecadação e reduzir o déficit do orçamento no ano que vem. 

A ideia foi sugerida à presidente da República por senadores. Ela, por sua vez, consultou líderes de partidos da base aliada para sondar se a iniciativa seria vista com bons olhos na Câmara. Um dos argumentos é que, se o jogo está liberado na internet...

sábado, 26 de setembro de 2015

.: Negras podem ganhar qualquer prêmio, desde que sejam escaladas

Por Helder Miranda
Em setembro de 2015

Na premiação do Emmy, domingo passado, um discurso lindíssimo da atriz Viola Davis, figurinha tarimbada em grandes filmes, como “Histórias Cruzadas”. 

Ela, que foi a primeira negra a ganhar uma estatueta na categoria série dramática naquele que é considerado o Oscar da TV mundial, com a série "How to Get Away With Murder", ressaltou a falta de oportunidades por causa da cor e salientou que as negras podem ganhar qualquer prêmio, desde que sejam escaladas, ou seja, desde que exista um papel digno para elas mostrarem todo o talento.
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