Outubro traz alerta para os cuidados com câncer de mama
Crédito: Daniel Sousa
No mundo, o tipo mais comum de câncer entre as mulheres é o de mama. Alguns tipos de câncer evoluem de forma rápida, outros não, mas a maioria tem bom prognóstico. Quanto mais cedo for detectada a doença, melhor, aumentando assim as chances de tratamento e cura. O CCBB SP não poderia ficar de fora dessa campanha de conscientização que objetiva, justamente, alertar a sociedade sobre a importância da prevenção e do diagnóstico precoce do câncer de mama. E para marcar essa data, durante todo o mês, o prédio histórico do CCBB SP permanecerá iluminado na cor rosa. CCBB SÃO PAULO Centro Cultural Banco do Brasil São Paulo Rua Álvares Penteado, 112 – Centro. São Paulo-SP Acesso ao calçadão pela estação São Bento do Metrô (11) 3113-3651/3652 | Quarta a segunda, das 9h às 21 horas
No segundo episódio do Dancing Brasil, que vai ao ar nesta quarta-feira, dia 3 de outubro, as emoções estarão à flor da pele. Além da pressão da primeira eliminação da quarta temporada do reality show de dança, os 14 participantes, nas coreografias propostas pelos bailarinos com quem fazem dupla, vão relembrar momentos que mudaram suas respectivas trajetórias profissionais e pessoais. Além disso, precisarão demonstrar que entenderam as dicas dos jurados Fernanda Chamma, Jaime Arôxa e Paulo Goulart Filho. A banda da atração, apresentada por Xuxa Meneghel, será a responsável pela trilha sonora.
No programa de estreia, nenhum participante foi eliminado. As notas obtidas na semana passada serão somadas às do episódio desta quarta-feira – as três duplas com as menores notas vão para a zona de risco e poderão ser eliminadas. Lembrando que é o público de casa quem escolhe quem fica na competição por meio de votação no R7.com.
Dancing Brasil, formato da BBC Studios com produção da Endemol Shine Brasil, tem direção de Marcelo Amiky e direção do núcleo de realities de Rodrigo Carelli, e é exibido, ao vivo, às quartas-feiras, logo após A Fazenda 10 + Conectada, a partir das 23h.
PERFIS DOS 14 PARTICIPANTES DA 4ª TEMPORADA DO DANCING BRASIL
Allan Souza Lima Ator e diretor, 32 anos, nasceu em Recife e mora no Rio de Janeiro Formado pela CAL (Curso de Artes de Laranjeiras) do Rio de Janeiro, é diretor e sócio de uma produtora audiovisual. No teatro, atuou ao lado de nomes como Regina Duarte, e no cinema esteve no elenco de produções premiadas como “Aquarius”. Em 2018, poderá ser visto nos longas “Jogos Clandestinos” e “O Avental Rosa”. Na televisão, participou da primeira fase “Jesus”, da Record TV.
“Apesar de nunca ter feito dança, eu tenho um bom gingado, malemolência. O que me preocupa é o pouco tempo de preparação entre um ritmo e outro.”
Amaral Ex-jogador de futebol, 45 anos, nasceu e mora em Capivari Mais conhecido como Amaral, Alexandre da Silva Mariano começou sua vida profissional no futebol no clube Palmeiras, onde se tornou um dos ídolos da torcida. Atuou ainda no Parma, da Itália, no Benfica, de Portugal, e nos brasileiros Corinthians, Atlético Mineiro e Corinthians. Pela seleção brasileira, ganhou a medalha de bronze nas Olimpíadas de Atlanta, no ano de 1996.
“Não sou dançarino, mas confesso que até tenho gingado. Não costumo sair para dançar, só para jogar futebol. Então, vai ser um desafio e acho que vou aprender bastante.”
Bernardo Velasco Ator, 32 anos, nasceu em Niterói (RJ) e mora na cidade do Rio de Janeiro Formado em Educação Física, Bernardo Velasco também trabalha como modelo, destacando-se em campanhas publicitárias nacionais e internacionais, e como ator. Na televisão, os seus principais trabalhos foram na Record TV, onde participou das novelas “Pecado Mortal”, “Os Dez Mandamentos” e “Belaventura”, trama que protagonizou.
“Eu estudei educação física e cheguei a ter um semestre de dança na faculdade. É a minha ligação com esta arte, que é de suma importância para qualquer ator.” Beto Marden Apresentador e ator, 40 anos, nasceu e mora em São Paulo Beto Marden atua em teatro, TV, música e publicidade e eventos. Nos palcos, trabalhou em espetáculos como “A Bela e a Fera”, “Cambaio” e “O Mágico de Oz”. Na televisão, apresentou programas como “Zapping Zone”, “Ídolos” e “Astros”, e fez parte do elenco de várias novelas, incluindo “Cúmplice de um Resgate” e “Amigas e Rivais”.
“Eu comparo esta experiência com o teatro musical. Estou muito feliz em participar do programa porque eu amo a arte de dançar, tenho amigos e amigas bailarinos. Tenho muito respeito e admiração por eles.”
Camila Rodrigues Atriz, 34 anos, nasceu em São Paulo e mora no Rio de Janeiro Camila Rodrigues se formou pela CAL (Casa das Artes das Laranjeiras) do Rio de Janeiro e, antes de ter suas experiências na televisão, participou de peças teatrais como “Eu Te Amo” e “Desejo Roedor dos Ratos”. Na TV, atuou nas novelas “América”, “Rei Davi”, “José do Egito” e no sucesso “Os Dez Mandamentos”, entre outras.
“Estou feliz em saber que, a cada semana, vou aprender a dançar um ritmo novo. E acho lindo ter a oportunidade de me expressar por meio desta arte.”
Dadá Coelho Comediante, nasceu em Floriano (PI) e mora no Rio de Janeiro Performer, atriz, roteirista e humorista, Dadá Coelho é um dos principais nomes femininos do stand-up comedy. Seu humor afiado também já pôde ser ouvido na rádio. Além disso, atuou na televisão como repórter do “Fantástico” e como atriz da novela “Flor do Caribe”. Assinou também os roteiros de filmes como “Correndo Atrás” e “Tudo por um Pop Star”. Atualmente, segue em turnê pelo país com a comédia “Corta!”.
“Eu não danço nada, mas sei que vou me dedicar bastante. Serei disciplinada para aprender tudo o que for oferecido. Mas sei que, no forró, eu me garanto.”
Franciele Grossi Influenciadora digital, 28 anos, nasceu em Santa Rosa (RS) e mora no Rio de Janeiro Franciele participou do “Big Brother Brasil 14” e também do reality “Power Couple Brasil” ao lado do marido Diego Grossi. Trabalha como modelo desde os 13 anos de idade, é produtora de eventos, influenciadora digital e empresária de moda praia e fitness.
“Cheguei a fazer jazz quando era adolescente, mas tinha vergonha de dançar, pois era grandona. Mas estou bastante animada, pois gosto de todos os ritmos.”
Juliana Rios Jornalista, 33 anos, nasceu em São Paulo e mora em Barueri (SP) Juliana Rios é jornalista e é responsável pelo canal do YouTube “Exporte pelo Mundo”, dedicado ao turismo esportivo. Jogar tênis, andar de kart, surfar e correr são algumas de suas atividades favoritas. Foi apresentadora do “Esporte Fantástico”, da Record TV, e trabalhou na cobertura da Copa do Mundo da África do Sul e dos Jogos Olímpicos de Londres.
“Não tenho muita noção dos passos de todos os ritmos, mas estou preparada para este desafio. Tenho consciência de que, a cada semana, será necessária uma disciplina diferente.”
Lu Andrade Cantora, compositora e apresentadora, 39 anos, nasceu em Varginha (MG) e mora em São Paulo Lu Andrade é uma das integrantes do Rouge, grupo criado em 2002 em um reality show musical. Foi repórter do programa “Show Total”, da TVA, e protagonizou o musical “Into the Woods”. Atualmente, segue em turnê comemorativa dos 15 anos da banda Rouge.
“O ‘Dancing Brasil’ é uma oportunidade para aprender a dançar. Acredito que esta experiência vai acrescentar bastante ao meu trabalho como cantora no Rouge.”
Marcello Faustini Cantor, ator e músico, 47 anos, nasceu em Belo Horizonte e mora no Rio de Janeiro Marcello Faustini iniciou a carreira artística como paquito em 1989 nos programas apresentados por Xuxa Meneghel. Um ano depois, lançou um disco com o grupo, que fez shows por todo o Brasil e pela América Latina. Também participou dos filmes “Lua de Cristal” e Sonho de Verão” e de espetáculos teatrais como “Cleópatra”. Atualmente, está finalizando o seu EP, que será lançado em breve.
“Dançar é ótimo para qualquer artista. Na época em que era paquito, as coreografias não exigiam o quanto as performances no ‘Dancing’ exigem. Estou louco para dançar tango.”
Nizo Neto Ator e comediante, 54 anos, nasceu e mora no Rio de Janeiro Além de ator, comediante, ilusionista, escritor e diretor, Nizo Neto também é dublador de filmes. Sua voz pode ser ouvida em produções como “Curtindo a Vida Adoidado” e “Caverna do Dragão”. Na televisão, trabalhou em programas de seu pai, o humorista Chico Anysio, como “Escolinha do Professor Raimundo”. Também participou das novelas “A Próxima Vítima” e “Eterna Magia”, entre outras, e junto com a esposa, Tatiana Presser, fez parte do elenco do reality show “Power Couple”.
“Eu gosto bastante de dançar, mas confesso que tenho dificuldade em lembrar as coreografias. Assim, a minha ideia é ensaiar, ensaiar, repetir e ensaiar até a exaustão.”
Oscar Filho Humorista, 39 anos, nasceu em Atibaia e mora em São Paulo Oscar Filho tornou-se conhecido no Brasil todo ao integrar a equipe do programa “CQC”. Desde então, participou de vários humorísticos como “Aí Eu Vi Vantagem”,“Tá no Ar” e “Xilindró”. No cinema, participou de filmes como “Carrossel”, e no teatro segue em turnê com o solo “Putz Grill...”. Também é escritor e redator.
“Cheguei a fazer dançar de salão quando eu tinha 17 anos, mas foi algo bem rápido. Definitivamente, dança é um terreno que eu não conheço. Estou aqui para aprender.”
Pérola Faria Atriz e jornalista, 27 anos, nasceu e mora no Rio de Janeiro Pérola Faria estreou na TV na novela “Páginas da Vida”, em 2006. Três anos depois, foi contratada pela Record TV, onde atuou em novelas como “Bela, A Feia”, “Rebelde” e “Dona Xepa”. Além da carreira como atriz, outra paixão da artista é a moda.
“Fiz balé quando era criança, mas não gostava muito. Acho lindo dançar em dupla, mas sei da dificuldade que é isso. Por outro lado, sou movida à música.”
Valeria Valenssa Empresária, modelo e dançarina, 46 anos, nasceu e mora no Rio de Janeiro A carioca é um dos símbolos do carnaval brasileiro, sendo uma das principais passistas da festa. É autora da autobiografia “Uma Vida de Sonhos”.
“A dança faz parte da minha vida. Ainda assim, acredito que será um desafio dançar valsa e tango pela questão da postura. Será preciso muita disciplina. ”
Bianca Di Benedetto, especialista em aprendizagem de idiomas, aponta como aprender outra língua pode ser benéfico para a saúde O nosso cérebro tem a capacidade de armazenar para sempre na memória as informações que usamos com frequência. É por isso que quanto mais ouvimos, falamos e escrevemos em uma língua que estamos aprendendo, mais conexões se formam entre os neurônios e esse armazenamento se torna mais fácil. Trata-se de um processo que altera fisicamente o cérebro, aumentando sua massa cinzenta, adiando seu envelhecimento, prevenindo o Alzheimer e ainda torna o indivíduo mais hábil em multitarefas”, explica Bia Di Benedetto, especialista em aprendizagem de idiomas.
Pesquisadores de Universidade de Northwestern, nos Estados Unidos, concluíram que saber mais de uma língua funciona como uma “ginástica” para o cérebro. O resultado da pesquisa se baseou especialmente na forma como os voluntários bilíngues processavam sons de forma mais eficiente – ou seja, identificavam melhor sons mais relevantes – em ambientes barulhentos. Desta forma, o cérebro se torna mais hábil em se concentrar no que realmente importa e deixa de “desperdiçar energia” com informações desnecessárias. “A capacidade de falar uma língua existe em todo ser humano (que não tenha alguma patologia da linguagem, obviamente). A língua materna, por exemplo, é aprendida de maneira natural, sem esforços, no núcleo familiar – daí o nome “materna”, dado que a mãe é o principal input – e nas relações sociais. Já a língua estrangeira é aprendida de maneira artificial e, por isso, demanda esforços”, comenta Bia. Ainda sobre língua estrangeira, algumas pessoas tem mais facilidade pra aprender línguas que outras. São múltiplos fatores. Levando em conta a idade, e conforme mencionado anteriormente, quanto mais jovens, menos descartados estão os sons das línguas que nos são estranhas. Isso explica porque os jovens tem mais facilidade em aprender línguas do que as pessoas mais velhas. Outro fator que ajuda a determinar essa facilidade é a quantidade de estímulo que recebemos. “O cérebro que está em contato com a língua estrangeira apenas 2 horas por semana assimila os sons e significados de maneira muito mais lenta do que aquele que o faz por 10 horas por dia. Por isso é importante praticar pelo menos 10 minutos por dia, finaliza Bia.
Sobre Bianca Di Benedetto: Bianca Di Benedetto é facilitadora no aprendizado do inglês como segundo idioma, com 20 anos de experiência no ramo. Possui o certificado CELTA emitido por Cambridge, além de diversos certificados de língua inglesa. Possui experiência internacional tanto nas Américas como na Europa. É idealizadora do projeto English Teacher Bia, especializada em consultoria linguística, aulas de idiomas online, traduções e coaching. Mais informações no facebook.com/teachercoachbia e Instragram: @englishteacherbia
"Natasha, Pierre e o Grande Cometa de 1812" é uma experiência sensorial que fala com o espectador de diversas maneiras. É um espetáculo que é plantado durante a apresentação e floresce depois, de diversas maneiras, para o espectador mais atento e sensível.
Em cartaz no espaço 033 Rooftop, do Teatro Santander, em São Paulo, é diferente de tudo o que já foi apresentado e visto no Brasil e, nos tempos sombrios que ameaçam se aproximar, é um respiro de arte, cultura e entretenimento de primeira linha, tão necessários nos dias de hoje. O musical alterna vozes, cores, músicas e talento em um espetáculo inesquecível em que todos são movidos pelo amor. É sobre personagens que, enquanto o cometa vai, não esperam a vida passar e, no fundo, só querem amar e ser amados.
Baseada nas 70 páginas do volume 2, parte 5, do romance clássico "Guerra e Paz", de Leon Tolstoi, "Natasha, Pierre e o Cometa de 1812" é a mistura de literatura, canções e genialidade. O musical questiona o que as pessoas fariam frente à possibilidade de o mundo acabar com a chegada de um cometa, que ficou visível por nove meses, começando em 1811. Entre essas pessoas à mercê do fim do mundo, está a romântica Natasha, em um momento de consagração na carreira de Bruna Guerin nos musicais. Segura na pele da protagonista, ela atrai todos os olhares, mesmo quando o foco não é a sua brilhante Natasha, sempre vestida de roupas claras para delinear a leveza de uma personagem tão emocional que, no fim das contas, só quer - desesperadamente e com a mesma intensidade das músicas que (en)canta - ser amada.
Essa passionalidade também fica evidente no embate entre a ótima Hélène de Carol Bezerra, cujo talento indiscutível - que pode ser visto nas temporadas anteriores de "Beatles Num Céu de Diamantes", críticas neste link e aqui - vem sendo cada vez mais recompensado com grandes papéis.
Hélène é uma mistura de mulher vulgar, baixa, infiel, maledicente e deliciosa, características que fazem com que o talento de sua intérprete estoure no ápice da trama, quando interpreta a canção cujo delicioso refrão "Ficou vermelha, lindinha..." continua na cabeça durante muito tempo após o espetáculo. Hélene tenta convencer a doce Natasha a ter experiências nada abonadoras para as donzelas de 1812, mas que para a atualidade são mais pueris do que os dilemas de qualquer adolescentes contemporâneos.
O Pierre, no dia interpretado por Thiago Perticarrari ator substituto de André Frateschi, é um personagem à mercê da própria sorte que precisa de motivações externas para tomar atitudes na própria vida, mas não hesita em ser o personagem agente das outras histórias ao redor dele, inclusive a de Natasha - e é assim que se conhecem. A voz, o carisma, o talento e a alma com que Perticarrari defende cada canção, como se de cada nota dependesse a vida dele, fazem com que o Pierre brasileiro seja um personagem apaixonante, mesmo com toda a passividade que ele apresenta no início do espetáculo. O cometa vai transformá-lo e, de alguma forma, vai transformar o público que o assistiu.
E nessa avalanche de sensações, em que muitas vezes o espectador mais atento vai se sentir dentro do "Moulin Rouge", embora a história se passe na Rússia, há espaço para outros dois personagens masculinos fazerem a diferença. Gabriel Leone, com o seu anti-herói Anatole, meio capitão Jack Sparrow, meio womanizer do clipe de Britney Spears, mostra uma versatilidade que dificilmente veríamos na televisão - e como ele é afinado! Patrick Amstalden que interpreta o romântico Andrey, nobre militar que vai para as Guerras Napoleônicas, e o velho ranzinza o Bolkonsky, pai dele, alterna entre a personificação do Príncipe Encantado (atenção, "Cinderella, o Musical"), e de um homem caquético que destrata os outros sem qualquer cerimônia.
Entre as mulheres, a graça de Fabi Tolentino, após protagonizar "Dois Filhos de Francisco" com uma personagem densa, mostra a versatilidade da atriz e cantora como uma gata, da trupe dos bagunceiros, em mais uma participação memorável. A entrada marcante dessa personagem sacode ainda mais o ritmo insano da peça, marcada por vários ritmos, do pop à ópera e até funk carioca.
Outro destaque é Vitor Moresco, que também dá um show com aquelas roupas coloridas e malabarismos surpreendentes que explodem ainda mais a trama. André Torquato, o Dolokhov, é pura energia dentro dessa adorável maluquice. Tudo isso em um palco planejado para abrigar este espetáculo, que leva o espectador à imersão em um grande espaço da boemia da Rússia no século XVIII.
Dirigida por Zé Henrique de Paula, o espetáculo, escrito por Dave Malloy, tem versão nacional de Fernanda Maia, que também faz a direção musical. A montagem dos Estados Unidos foi indicada a 12 categorias no Tony Awards. O espetáculo mais libertador, em tempos de guerra, para pessoas que procuram paz e refúgio na arte transformadora e transgressora. Para assistir mais de uma vez e, se for possível, sempre.
Um guia para se preparar para "Natasha, Pierre e o Grande Cometa...", por Alex Sandro Gama
Eu não li o livro "Guerra e Paz", mas para me preparar para o espetáculo eu assisti o filme "Guerra e Paz", de 1956, com a Audrey Hepburn e depois vi a série da BBC de 2016, com Lily James. Pesquisei também sobre "O Grande Cometa", que ficou visível por nove meses, começando em 1811. Cheguei a verificar a distância entre Moscou e São Petersburgo, onde se passa a trama do livro, e também a distância entre Moscou e Paris para ter ideia da jornada do exército de Napoleão. Dei uma olhada por alto também em outra versões em séries como uma francesa e outra russa. Eu estava na véspera do espetáculo super envolvido com as personagens então, o recebi já com certa intimidade. Claro que fiquei encantado! Já tinha espiado várias coisas como a versão americana com Josh Groban, um dos meus cantores favoritos. Pretendo voltar o mês que vem e novamente jantar também, pois vale super a pena. As russas que passeiam pelo salão antes da peça fazendo brindes me sugeriu uma bebida com vodka russa, mel e frutas, maravilhosa.
Distância percorrida pelo exercito de Napoleão
Série da BBC
Para estudar:
Literatura Fundamental - "Guerra e Paz"
Sobre "O Grande Cometa": O grande cometa de 1811 foi um cometa visível à vista desarmada durante cerca de 260 dias. Em outubro de 1811, durante a sua fase de maior brilho, apresentava uma magnitude aparente de 0 (zero), com uma coma facilmente distinguível. Em dezembro, os segmentos da sua cauda dupla estendiam-se ao longo de 60 graus no céu, tornando-se assim, o 54º na História documentada e um dos oito que se tornaram visíveis no século XIX. De certa maneira, este foi um cometa similar ao Hale-Bopp. Apesar de não ter passado de forma particularmente próxima nem da Terra, nem do Sol, foi considerado espetacular, fato que se deu a um núcleo extremamente grande e ativo. Foi descoberto a 25 de março de 1811 por Honoré Flaugergues a cerca de 2.7 AU do Sol, tendo Jean-Louis Pons e Franz Xaver, Baron Von Zach confirmado a sua existência em abril do mesmo ano. As observações continuaram até junho, quando se ocultou na claridade do sol. Foi novamente visto em agosto como um objeto de 5ª magnitude. O cometa continuou a aumentar de brilho à medida em que se aproximava do periélio (em setembro) e da distância mínima à Terra (1.1 AU). Estimou-se que o seu núcleo teria entre 30 a 40 quilômetros de diâmetro e um período orbital de aproximadamente 3.757 anos (mais tarde ajustado para 3.065 anos). O cometa esteve visível à vista desarmada durante um total de nove meses, um recorde que foi mantido até à aparição do cometa Hale-Bopp em 1996 (mais de 18 meses). Leon Tolstói, em determinada altura da narração da sua obra-prima "Guerra e Paz", descreve o personagem Pierre observando este cometa. Serviço: “Natasha, Pierre e o Grande Cometa de 1812” Temporada: Até 25 de novembro de 2018 Local: 033 Rooftop Endereço: Complexo do Shopping JK - Av. Juscelino Kubitschek, 2041 - Itaim Bibi - SP Horário: Sextas - 21h30 / Sábados - 16h e 21h30 / Domingos - 19h30 Classificação Etária: 12 anos. Duração: 2h30 (com 20 minutos de intervalo) Capacidade: 404 pessoas Acesso para deficientes Estacionamento: Valet R$ 35 – aceita todos os cartões de débito/crédito
*Helder Moraes Miranda escreve desde os seis anos e publicou um livro de poemas, "Fuga", aos 17. É bacharel em jornalismo e licenciado em Letras pela UniSantos - Universidade Católica de Santos, pós-graduado em Mídia, Informação e Cultura, pela USP - Universidade de São Paulo, e graduando em Pedagogia, pela Univesp - Universidade Virtual do Estado de São Paulo. Participou de várias antologias nacionais e internacionais, escreve contos, poemas e romances ainda não publicados. É editor do portal de cultura e entretenimento Resenhando.
“Clube da Anittinha” é uma produção da própria cantora e será exibida a partir do dia 3 de outubro
No mês das crianças, não vai faltar diversão com a chegada do “Clube da Anittinha”, a mais nova animação infantil da cantora Anitta, aos canais Gloob e Gloobinho, a partir desta quarta-feira, dia 3 de outubro. A série de desenhos animados abordará temas como meio-ambiente, amizade, a importância do brincar e o respeito às diferenças, de forma bem-humorada e com muita música. Cada episódio ganhará uma composição inédita, interpretada pela própria cantora, que também dubla a voz da personagem principal. Uma outra novidade é que todas as canções estarão disponíveis no Spotify, após a exibição dos episódios. Na trama, Anittinha estará sempre acompanhada do seu trailer chamado Poderosa – que se transforma em trio elétrico cada vez que é acionado com o comando “Prepara, Poderosa!” – e de uma turma muito especial: seus cinco cachorros, seus amigos: Marshmelle, Gatrick, Juju Coral e Estreller e sua família: a mãe, Rositcha, o pai, Mauro Mar, e o irmão, Renuvem. “‘Clube da Anittinha’ chega com muita expectativa aos nossos canais. A animação reforça valores afins com Gloob e Gloobinho e fundamentais para o desenvolvimento saudável das crianças, como o afeto, a consciência coletiva e o respeito às diferenças. A música também é um elemento muito forte. A animação apresenta ritmos diversos e letras temáticas de cada um dos episódios. Estamos confiantes de que será mais um sucesso entre a criançada”, comenta Paula Taborda dos Guaranys, diretora de conteúdo e programação da Unidade Infantil da Globosat. Os dois primeiros episódios serão exibidos, em sequência, no dia da estreia, no Gloob, às 17h30 e, no Gloobinho, às 18h30. Os outros nove vão ao ar, diariamente, até o dia 11, nestes mesmos horários. E, para quem perder algum capítulo ou quiser assistir novamente, na sexta-feira (12) haverá uma supermaratona, que exibirá todos os episódios seguidos, a partir das 20h30, no Gloob e 12h30, no Gloobinho. A animação também estará disponível no Gloob Play e no Gloobinho Play, a qualquer hora e em qualquer lugar e, também, no Youtube, no canal Clube da Anittinha. A ideia da série surgiu da própria Anitta, que também assina a produção. A animação é produzida pela Birdo Studio, assim como os roteiros, que tiveram a colaboração de profissionais como Janaína Tokitaka e Victor Sarro. O Gloob e o Gloobinho já confirmaram uma nova temporada para 2019 e a entrada do Clube da Anittinha para o portólifo de produtos licenciados da Unidade Infantil da Globosat. “Esse é um projeto muito especial para mim e que estou ansiosa para compartilhar com esse meu público infantil. Foi tudo pensado com muito carinho para eles. Temos histórias divertidas, com conteúdo, e, claro, muita música. Tenho certeza de que as crianças vão se divertir muito com a minha turma da Anittinha”, diz Anitta.
SERVIÇO Clube da Anittinha Estreia: 03 de outubro, às 17h30 (Gloob) e às 18h30 (Gloobinho). Maratona: 12 de outubro, a partir das 12h30 (Gloobinho) e das 20h30 (Gloob). Disponível também no Gloob Play e Gloobinho Play.
Sobre o Gloob: Um mundo de diversão para crianças, a qualquer hora e em qualquer lugar. Esse é o Gloob, mais do que um canal de TV por assinatura, uma marca multiplataforma de entretenimento que oferece programação para TV, VOD, site, redes sociais, games, aplicativos, eventos e produtos licenciados. Com DNA 100% brasileiro, investe e acredita em boas histórias, em produções nacionais e internacionais de alta qualidade nas quais a criança se reconheça como protagonista. O Gloob é parte do portfólio de canais Globosat, maior programadora da América Latina.
Sobre o Gloobinho: Um ambiente seguro, afetuoso e divertido que estimula a imaginação, a criatividade e o desenvolvimento da criança em idade pré-escolar. Esse é o Gloobinho, o novo canal do portfólio Globosat que chega para compor a unidade infantil juntamente com o Gloob, oferecendo conteúdos nacionais e internacionais de qualidade e produzidos especialmente para esta fase. O Gloobinho respeita o tempo da infância e acompanha a criança onde ela estiver.
A banda Autoramas divulga hoje o lyric video de “Homem-Clichê”, música que faz parte do álbum “Libido”, lançado em julho deste ano pela Hearts Bleed Blue (HBB) em CD, LP e K7. “Olha lá vem o Homem-Clichê / Estereotipado ele quer ser / Frase feita ele vai dizer / Todo mundo gosta dele, não de você”, diz a letra da faixa que, segundo o vocalista e guitarrista Gabriel Thomaz, pode servir para o momento político atual. “É só entrar em qualquer rede social pra testemunhar esse comportamento. Mais do que nunca o mundo está recheado de Homens-Clichê. Repetidores de bordões, de padrões, a pessoa se sente bem em ser um fruto de produção em série, não tem visão critica e não pensam por si próprios”, explica. Assinado por Gustavo Cordena, este é o primeiro lyric video da banda. “Já não era sem tempo, a galera que curte o Autoramas pedia muito”, releva Gabriel. Com excelente repercussão, “Libido”, o oitavo álbum do grupo, tem metade das músicas cantadas em inglês e foi mixado pelo produtor americano Jim Diamond, que já trabalhou com The Sonics e White Stripes. “Foi nosso melhor lançamento na carreira. Estamos muito satisfeitos com o resultado”, revela o vocalista e guitarrista. Ouça o álbum completo nas principais plataformas digitais: Autoramas.lnk.to/Libido Garanta a sua cópia de “Libido”: autoramas.hbbstore.com
Espetáculo estará em cartaz nos dias 5 e 6 de outubro
O espetáculo Adolescer estará em cartaz nos dias 5 e 6 de outubro, sexta-feira e sábado, às 21h no Theatro São Pedro, em Porto Alegre. Após a apresentação de sexta-feira, terá sessão comentada com o psicanalista Julio Walz, membro fundador do Instituto Bion.
A peça de teatro Adolescer é indicada não somente para o público adolescente, mas também para todos os pais e adultos que buscam uma harmonia com os jovens. Visto por mais de 3 milhões e meio de pessoas, Adolescer está em cartaz há mais de 16 anos. Durante os 100 minutos de duração, a plateia visualiza no palco a vida dessa galera, que vive 100% conectada no mundo virtual, a ser mostrada em cenas, coreografias e músicas. Chamados muitas vezes pelo estereótipo preconceituoso de aborrecentes, Adolescer que significa crescer, amadurecer, mostra a beleza, a riqueza e também a fragilidade deste momento tão importante e inesquecível em nossas vidas.
Segundo o médico Daniel Becker “Adolescência é um caminho que vem sendo percorrido desde a infância. E a infância nos dias de hoje vem sendo massacrada e está produzindo adolescentes com problemas, jovens mais angustiados, mais deprimidos, adolescentes com ideação suicida. Pais ausentes trabalhando ou distraídos com internet e celular. A soma do confinamento das famílias em casa com o medo e o perigo nas ruas, mergulhadas nos eletrônicos, ausente da vida ao ar livre, somando a alimentação industrializada, escolas massacrantes resultado: crianças chegando a adolescência sem brincar, sem ter curtido os pais, cercadas de muito consumismo, indo muito ao shopping, esvazia-se. Os problemas próprios da adolescência somados com o excesso de internet resultam nisso. O aumento dos sintomas mentais e as estatísticas mostram isso.”
Além da peça neste ano, Adolescer lançou recentemente um novo canal no YouTube: Adolescer TV. As redes sociais da peça também foram repaginadas ganhando um visual totalmente novo e moderno, permitindo ainda mais interação com o seu público.
Vanja Ca Michel assina o texto, a produção e a direção do espetáculo. O texto reúne alguns pequenos fragmentos de Moacyr Scliar, do psiquiatra José Outeiral e dos psicanalistas Rubem Alves e Cybelle Weinberg. A temporada 2018 conta com o coreógrafo Thiago Fernandes, que desenvolveu para o Adolescer uma linguagem coreográfica muito particular, trazendo uma sensibilidade musical mais refinada as cenas.
Sempre atenta às constantes mudanças no cenário e no cotidiano da garotada, a diretora Vanja Ca Michel se dedica ao longo dos meses a pesquisas para manter a peça sempre fiel a realidade em que os adolescentes estão vivendo. Nenhum assunto é abordado de forma didática ou moral. Todos têm o objetivo de fazer o espectador pensar, para que este tenha uma posição crítica a respeito do que é apresentado.
De acordo com o cineasta Aly Muritiba diretor do filme Ferrugem: “Se o adolescente tinha antes no adulto uma referência, agora está se sentindo perdido. Os adultos de hoje estão mais parecidos com os adolescentes, se vestem como adolescentes, se portam como adolescentes, tiram fotos como adolescentes, postam suas intimidades como os adolescentes.”
O elenco da temporada 2018 é composto pelos atores Anderson Vieira, Ane Troian, Débora Araujo, Diego Freitas, Francine Cercal, Guilherme Fraga, Joana Troian, Julia Troian, Lucas Ortiz, Luís Henrique Leite, Matheus Severo, Nath Severo, Roberta Jorge e Vinicius De Costa.
Foto: Divulgação
Adolescer no Theatro São Pedro 5 e 6 de outubro (sexta-feira e sábado) Theatro São Pedro (Praça Mal. Deodoro, S/N - Centro Histórico) Horário: 21h Duração: 100 min Indicação: Adultos e adolescentes a partir de 10 anos Você diz que seus pais não te entendem, mas você não entende seus pais! Ingressos Plateia, Cadeira Extra e Camarote Central: R$ 60,00 Camarote lateral: R$ 40,00 Galerias: R$ 20,00 DESCONTOS 50% para associados da AATSP (ingressos limitados) 50% para estudantes, jovens de baixa renda e pessoas com deficiência (40% da lotação) 50% para idosos Ponto de venda: Bilheteria do Theatro São Pedro
O capítulo número 100 da novela “As Aventuras de Poliana” vai ao ar nesta terça-feira, 02 de outubro, às 20h50. A trama de Íris Abravanel com direção de Reynaldo Boury está na vice-liderança, com 15 pontos de média, desde sua estreia em 16 de maio/18. Nas redes sociais a novela já tem mais de 130 milhões de views no youtube e 2,7 milhões de seguidores e 1,3 milhão de seguidores no perfil oficial no Instagram.
Débora reclama para Salvador que os alunos não obedecem ordens. Hugo pergunta para Marcelo porque ele tirou nota baixa no trabalho de produção de um vídeo. Afonso chega e provoca Marcelo. Luísa conta para Claudia e Joana que ganhou um anel de compromisso de Afonso. Afonso vai com Hugo reclamar de Marcelo para a diretora Ruth. Felipa diz para Yasmin que quer conhecer sua casa. Verônica pede desculpas para Gleyce sobre o ocorrido com Felipa. Roger diz para Gleyce que não irá admitir que ela se aproveite de sua família. Sérgio liga para Joana e conta que Waldisney pegou ele com Mário e Luigi na 0110. Jeferson fala para Vinícius que viu Waldisney falando ao celular na padaria e logo depois os capangas chegaram. Waldisney pergunta para Joana sobre a foto dos filhos que ela tinha sobre a mesa de trabalho. Guilherme chega com Raquel na padaria e Vinicius fica com ciúmes. Guilherme conversa com Raquel e diz que não imagina o que Mirela pode fazer agora que descobriu que ele e Raquel estão juntos. Durval chega e diz que não quer que Raquel leve Guilherme em sua casa sem avisá-lo. Marcelo fala sobre Luísa para Yuri, Débora chega e pergunta para Marcelo se ele tem algo a lhe dizer. Kessya joga fora as roupas de Felipa. Gleyce pede perdão a Kessya, por ter dado as roupas de Felipa para ela. Yasmin mostra sua casa para Felipa. Raquel resolve participar da peça de teatro e surpreende Poliana João e principalmente Lorena. Sérgio e Joana chegam em casa e conversam com Mário e Luigi. Durante a conversa Waldisney chega para visitá-los e vê todos juntos. Débora conta para Salvador que Marcelo pediu um tempo a ela. Waldisney descobre que Sérgio e Joana são casados.
“As Aventuras de Poliana” vai ao ar de segunda a sexta-feira, às 20h50, no SBT. Site oficial da trama: sbt.com.br/asaventurasdepoliana
Unindo o conceito do sociólogo polonês Zygmunt Bauman (1925 – 2017) e músicas compostas por Marcelo Jeneci juntamente a seus parceiros musicais ao longo de sua carreira, Canções para Amores Líquidos faz sessões extras na Cia. da Revista: Sexta, dia 5, e sábado, dia 6, às 21hs, domingo, dia 7 de outubro, com duas sessões, às 17h e às 20h. O musical traz histórias de amor e uma reflexão sobre a profundidade dos relacionamentos em nossa sociedade líquida. A direção é de Luiz Rodrigues e o elenco conta com Beatriz Amado, Cadu Witter, Le Allvez, Leticia Chiochetta, Marcela Gibo e Tiago Valente. O texto original é de Alexandre Martins e Sérgio Virgilio, e supervisão de Victor Hugo Valois. Ao lado de Luiz Rodrigues na equipe criativa estão Sandro Sabbas, na direção musical, e Carolina Martins, que assina as coreografias. No palco, seis personagens vivem relações amorosas típicas da vida contemporânea, ainda imersa entre antigos e novos valores. A história traz questionamentos como: Todo mundo está atrás de uma relação sólida? Namoros rápidos podem ser verdadeiros? Estamos mais seguros dentro de um casamento? Todas as relações foram feitas para acabar? A montagem foi construída sobre o pensamento de Zygmunt Bauman. Em sua obra, o sociólogo aponta e analisa a incapacidade das populações de grandes metrópoles de criar laços afetivos e verdadeiros. As canções que costuram o enredo são elemento fundamental para o avanço da história e para o tom poético em cena. As músicas utilizadas são "Tempestade Emocional", "Quarto de Dormir", "Nada a Ver", "Pra Gente se Desprender", "O Melhor da Vida", "Jardim do Éden", "Dia a Dia/Lado a Lado", "Feito pra Acabar", "Só Eu Sou Eu", "Tudo Bem", "Tanto Faz", "Longe", "Julieta" e "Por que Nós", de autoria de Marcelo Jeneci com parceria de Luiz Tatit, Arnaldo Antunes, Paulo Neves, José Miguel Wisnik, Isabel Lenza, Betão Aragão, Tulipa Ruiz, Gustavo Ruiz, Arthur Nestrovski e Laura Lavieri. “Esse trabalho busca dialogar com a sociedade sobre as formas e caminhos que o amor toma atualmente, nos levando a refletir sobre as maneiras como nós mesmos o vivenciamos”, conta o diretor. "Canções para Amores Líquidos" é uma realização da Ópsis Teatro, que em seus nove anos de trajetória vem pesquisando sobre as linguagens da música em cena, investindo na formação de jovens atores e nas possibilidades do teatro musical de pequeno e médio porte. Ficha técnica Realização: Ópsis Teatro. Dramaturgia: Alexandre Martins e Sérgio Virgilio. Roteiro Original: Cadu Witter. Supervisão de texto: Victor Hugo Valois. Músicas: Marcelo Jeneci, Luiz Tatit, Arnaldo Antunes, Paulo Neves, José Miguel Wisnik, Isabel Lenza, Betão Aragão, Tulipa Ruiz, Gustavo Ruiz, Arthur Nestrovski e Laura Lavieri. Direção Geral: Luiz Rodrigues. Elenco: Beatriz Amado, Cadu Witter, Le Allvez, Leticia Chiochetta, Marcela Gibo e Tiago Valente. Assistência de Direção: Vanessa Rodrigues. Preparação Corporal e Coreografias: Carolina Martins. Direção musical, preparação e arranjos vocais: Sandro Sabbas. Regência e Arranjos da banda: Augusto Girotto. Cenografia: João Paulo Oliveira. Figurinos: Leandro Oliveira. Iluminação: Rodrigo Campos. Técnica e Designer de Som: Hayeska Somerlatte. Direção de Arte e Design: Chris, The Red. Produção Geral: Luiz Rodrigues. Produção: Cadu Witter e Luciana Marcon. Assessoria de Imprensa: Renato Fernandes. Serviço Cia. da Revista - Alameda Nothmann, 1135 - Santa Cecília - São Paulo. Ingressos: R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia), R$ 15 (moradores da região). Duração: 100 minutos. Classificação indicativa: 12 anos.
O universo de alegrias, dúvidas, angústias, medos, acertos e erros de seis jovens amigos são retratados em "Somos Tão Jovens", espetáculo de Vinícius de Oliveira com direção de Ricardo Grasson que volta para sua segunda temporada com nova produção no dia 6 de outubro, sábado, às 19h, no Teatro Augusta. O elenco conta com os com jovens atores Danillo Branco, Júlio Oliveira, Gabriel Moura, Bruno Damásio, Fernando Burack e Luis Fernando Delalibera acompanhados por uma banda formada por Kelly Martins, Léo Rosso e Victhor Vieira.
A literatura de Marcelino Freire não tem nada de ordinária. O pernambucano nascido em Sertânia – e hoje radicado em São Paulo – contou recentemente que tem dois romances engavetados. Decidiu não publicá-los ainda porque estavam “muito donos de si”. Veio, no lugar, com este “Bagageiro”, que chega às livrarias pela José Olympio em outubro. A forma mais ordinária de definir “Bagageiro” seria como um livro de contos. Mas, como previamente dito, essa forma não cabe. O livro é uma coleção de “ensaios de ficção”, como define o próprio escritor, inquieto, passional e sempre disposto a rir do próprio umbigo. Em Pernambuco, o bagageiro é onde se leva todo tipo de coisa em cima da bicicleta: mercadoria, botijão de gás, criança, etc. Nas páginas, são textos com o pulso vivo e vozes múltiplas que erguem mundos. Uma coletânea de pequenas histórias, entremeadas por comentários – por vezes mordazes – sobre a escrita, o país, o mundo, a vida literária e a não literária também. “Minha pontuação de estimação é a interrogação. Mas não tenho muita certeza disto”, escreve Marcelino em uma dessas tiradas, que incluem ainda observações sobre outros autores e provocações como: “Eu já fiquei de pau duro lendo a Bíblia”. “Neste livro de ‘ensaios de ficção’, eu estou lá me divertindo. Indo sem ir. Sem apontar o dedo. Quando aponto, baixo o dedo e sigo me perguntando, sigo ironizando, não me levando a sério. Chamei meus contos de ‘ensaios’ porque nunca chamo meus contos de contos. Chamo de ladainhas, improvisos, cirandas”, explica o autor em entrevista ao Blog da editora Record. Trecho: “Antigamente, eu só de olhar sabia a medida do quadril, a anca da noiva, agora é só nos instrumentos de medida, 18 a 23 cm abaixo da cintura, olha se não é, me ajuda, que é muito número, prefiro dar de ouvido ainda à experiência, aqui amarro um fio ao redor do tronco, a curva natural de tua cintura, ô, minha filha, a primeira que vai sair de casa, Bernarda, teu futuro marido não pode te ver antes da igreja, minha laranjeira, vai sentir a falta da tua mãezinha aqui, vai, não vai?”. Sobre o autor Marcelino Freire nasceu no ano de 1967, em Sertânia, Pernambuco. Vive em São Paulo desde 1991. É autor de “Angu de Sangue” (Ateliê Editorial, 2000), “Contos negreiros” (Prêmio Jabuti, Editora Record, 2005), “Rasif” (Editora Record, 2008), entre outros. Em 2013, lançou “Nossos Ossos”, vencedor do Prêmio Machado de Assis da Biblioteca Nacional, também pela Record.
Escrito pelo único repórter que cobriu os 166 voos do astronauta e os pousos na Lua, o jornalista americano Jay Barbree, veterano da Nasa e amigo de Neil Armstrong por 50 anos, "Neil Armstrong - A Biografia Essencial do Primeiro Homem a Pisar na Lua" se distingue por iluminar os episódios essenciais na vida do primeiro homem a pisar na Lua, traçando um retrato preciso sobre a personalidade e as metas de um dos heróis mais fascinantes do século XX. Sereno e competente, capaz de agir com rapidez e habilidade mesmo sob extrema pressão, Neil Armstrong nunca se deixou vencer pelo medo, ansiedade ou estresse. Não que fosse um super-homem, ao contrário – era um rapaz aplicado e modesto, sabia que precisava se preparar, e muito, se a missão fosse ambiciosa. Piloto de caça na guerra da Coréia aos 19 anos, piloto de testes na NASA e engenheiro aeronáutico, foi eleito comandante da Missão Apollo 11 e primeiro homem a pisar na lua, em julho de 1969. Mais de 500 milhões de pessoas acompanharam pela TV, em todo mundo, sua caminhada histórica pela superfície lunar – e desde então muito foi escrito sobre ele. Esta biografia consegue fazer uma síntese, em 320 páginas, da vida do astronauta que se tornou referência em todo mundo, e um dos entusiastas da expansão da presença humana no Sistema Solar. Jornalista premiado com um Emmy pela cobertura da caminhada de Neil Armstrong pela superfície lunar, Jay Barbree escreveu vários livros sobre a pesquisa espacial e foi o jornalista que revelou a causa do acidente com a Challenger. Para escrever essa biografia, trabalhou com anotações reunidas ao longo de anos, e com total colaboração da família de Neil Armstrong. Como era a vida na NASA? Como o piloto que se destacava entre os melhores tornou-se comandante da Missão Apollo 11 – e por que foi escolhido como o primeiro homem a pisar na Lua? Este livro responde com exatidão às perguntas fundamentais sobre o astronauta. Depois da caminhada histórica na Lua, Neil passou a dar aulas de Engenharia Espacial na Universidade de Cincinatti, onde costumava perguntar a seus alunos: "Se o sistema Terra-Lua é a nossa casa, por que não devemos ser guardiões dos dois mundos?".