quarta-feira, 10 de abril de 2019

.: Peça no MASP: "Apocalipse de um diretor" do Grupo Eco Teatral

Espetáculo aborda as relações de tirania ao revelar os bastidores de uma estreia de Hamlet


Primeiro texto de Angela Ribeiro depois de ganhar o Prêmio Shell de 2018 na categoria de Dramaturgia, a peça foi escrita em colaboração com o diretor Thiago Franco Balieiro. Com dez atores no elenco e um trio de jazz ao vivo, “Apocalipse de um diretor” estreia dia 6 de abril, sábado, no auditório do MASP.

O ator Romario Lopes - Foto: Allis Bezerra


Com o intuito de discutir relações hierárquicas e os abusos de poder, o diretor Thiago Franco Balieiro e a ganhadora do Prêmio Shell de Dramaturgia 2018 Angela Ribeiro, desenvolveram junto ao grupo Eco Teatral a peça "Apocalipse de um diretor". Os conflitos e angústias de um grupo de atores, uma assistente e um diretor no dia da estreia do seu mais recente espetáculo, Hamlet. A montagem fará sua primeira temporada no auditório do MASP, de 6 de abril a 26 de maio, com apresentações sábados, às 21h e domingos, às 19h30.

A peça inédita é a quarta produção independente do grupo Eco Teatral e traz no elenco Alexandre Menezes como Ator 3 e Laertes, Fernanda Assef como Atriz 3 e Ofélia, Gabriela Roibeiri como a assistente de direção, Gisa Araujo como a Primeira Atriz e Gertrudes, Gustavo Mereghi como Ator 1 e Hamlet, Lisandro Leite como Ator 2 e Rei Claudio, Marco Canonici como Ator e Polônio, Roberto Borenstein Ator 3, Romario Lopes como diretor e Zenaide Denardi como atriz stand-in. Um trio de jazz formado pelos músicos Alberto Eloy no trompete, Ana Guariglia no piano e Chico Ribas na bateria acompanha em tempo real os níveis de tenção de cada cena, interagindo a todo instante com o jogo cênico criado pelos atores.

Uma projeção aparece no palco:

ATO I
CENA 1

Quem está aí?
Sou eu quem pergunta!
Alto e diz quem vem.

Após a projeção um foco de luz acende no palco, um baterista anuncia: "São Paulo, manhã da estreia. Lá fora, frio e chuva". A partir daí, as luzes se acendem e o jazz conduz a entrada dos atores no palco. Percebemos um clima de ansiedade em cada entrada, o Diretor interrompe a música e informa aos atores de uma maneira autoritária que alguma coisa ocorrida no dia anterior já foi resolvida e pede para todos se prepararem. Ao longo do ensaio as relações entre os atores e a direção vão se corroendo, instaurando uma atmosfera caótica. Os atores insatisfeitos com a situação nos revelam isso através dos "à parte" – um microfone no proscênio que serve como uma espécie de confessionário.

"A linha divisória entre ficção e realidade, e reforçadas pelo cenário, vão se diluindo e se misturando. Temos certa dificuldade para definir se as falas pronunciadas pelo elenco são deles ou dos personagens da peça Hamlet", explica Thiago Franco Balieiro.

A partir de dados biográficos e de histórias comuns vivenciadas por outros diretores, e pelos atores da peça, o espetáculo cria três camadas de realidade, a primeira sendo ocupada pelo diretor real, a segunda camada ocupada pelo diretor ficcional e os atores em uma sala de ensaio, e a terceira camada é a montagem de Hamlet, a peça que esses mesmos atores estão apresentando.

A encenação se apoia em várias expressões artísticas, tais como o teatro, dança, projeções de vídeo, música ao vivo, OFFs e performance.

SINOPSE: Um diretor real, um diretor ficcional e os atores. As crises, as memórias, as reflexões e obsessões de um/alguns artista(s) em colapso. AVISO! Dados biográficos estarão a serviço de uma ficção. Estamos estou mentindo, não é isso! Você: O que isso me importa? Eu: Nada. Tudo! Uma montagem de Hamlet que não deu certo / que pode dar certo / ao som de jazz, esse é o “Apocalipse de um Diretor”.

ECO TEATRAL: O grupo Eco Teatral foi fundado em 2012 dentro da Escola de Arte Dramática da USP pelo diretor Thiago Franco Balieiro, desde então, realizou três espetáculos em sua trajetória, as peças SALA DE ESPERA (2012), EDGAR (2014) e HOMO PATITUR (2017). A partir de 2015, o grupo se estabelece no bairro da Luz em São Paulo e começa a desenvolver seu trabalho de pesquisa focado no desenvolvimento técnico do intérprete, ministrando cursos de treinamento corporal, pesquisas vocais, Suzuki, danças Afro e os Diálogos Teatrais (projeções de peças teatrais contemporâneas seguida de debates). Depois de sua chegada no bairro da Luz o grupo estabelece parcerias com outros grupos da região e se integra ao Movimento de Teatros Independentes de São Paulo (MOTIN).

Ficha técnica
Apocalipse de um diretor
Dramaturgia: Angela Ribeiro e Thiago Franco Balieiro
Direção: Thiago Franco Balieiro
Assistente de Direção: Fernanda Borella
Elenco: Alexandre Menezes, Fernanda Assef, Gabriela Roibeiri, Gisa Araujo, Gustavo Mereghi, Lisandro Leite, Marco Canonici, Roberto Borenstein, Romario Lopes e Zenaide Denardi
Elenco (vídeo produtor): Fernanda Borella e João Mazini
Músicos: Alberto Eloy, Ana Guariglia e Chico Ribas
Iluminação: Felipe Tchaça
Assistente de Iluminação: Paula da Selva
Operação de Som: Fernanda Borella
Direção Audiovisual: Santiago Paestor, Vitor D'Angelo
Figurinos: Thiago Franco Balieiro
Costureira: Vera Luz Santos Araújo
Cenário: Thiago Franco Balieiro
Designer Gráfica: Angela Ribeiro
Produção: Eco Teatral
Assessoria de Impressa: Canal Aberto (Márcia Marques | Daniele Valério)

SERVIÇO
Estreia dia 6 de abril de 2019
Temporada até 26 de maio
Sábado, às 21h, e domingo, às 19h30.
MASP – Auditório. Av. Paulista, 1578 - Bela Vista, São Paulo - SP, 01310-200. Telefone: (11) 3149-5959. (CHECAR FUNCIONAMENTO BILHETERIA E SITE PARA COMPRA ANTECIPADA)
Ingresso: R$ 50.
Duração: 120 min. Não recomendado para menores de 18 anos.
Capacidade: 374 lugares
Acesso a cadeirantes. Não tem estacionamento.

.: Conto: Sombra — uma parábola, de Edgar Allan Poe

Tradução: José Paulo Paes


Sim! Embora eu caminhe pelo vale da Sombra.
Salmo de Davi


Vocês, que me leem, estão ainda entre os vivos, mas eu, que escrevo, desde há muito ingressei no reino das sombras. Pois, em verdade, coisas estranhas acontecerão, e coisas secretas serão reveladas, e muitos séculos decorrerão antes de os homens terem conhecimento destas memórias. E, quando o tiverem, mostrarão uns descrença, outros dúvida; poucos hão de achar sobre que refletir nas palavras aqui traçadas com pena de ferro.

Foi um ano de terror, e de sentimentos mais intensos que o terror. Sentimentos para os quais até hoje não se achou nome apropriado. Muitos prodígios e sinais haviam ocorrido; em toda parte, sobre mar e terra, a pestilência estendera suas asas negras. Para aqueles versados nos astros, não passara despercebido o aspecto mórbido dos céus. Para mim, Oinos, o grego, assim como para outros, era óbvio que ocorrera a alteração do ano 794 quando, à entrada de Áries, o planeta Júpiter põe-se em conjunção com o rubro anel do terrível Saturno. O espírito peculiar dos céus, se não me engano demais, evidenciava-se não só na órbita física da Terra, como também nas almas, nas imaginações, nas meditações da humanidade.

Ao redor de algumas garrafas de rubro vinho de Quios, entre as quatro paredes de um nobre vestíbulo numa cidade sombria chamada Ptolemais, estávamos sentados, um grupo de sete, à noite. Para nossa câmara não havia outra entrada além de alta porta de bronze, trabalhada pelo artífice Corinos. 

Fruto de hábil artesanato, fora aferrolhada por dentro. Cortinas negras ocultavam-nos a vista da lua, das estrelas lúridas, das ruas despovoadas, embora não excluíssem o pressentimento e a lembrança do flagelo. Havia coisas à nossa volta das quais não posso dar fiel testemunho — coisas materiais e espirituais — a atmosfera pesada — a sensação de sufocamento — ansiedade — e, sobretudo, aquela terrível condição de existência experimentada pelas pessoas nervosas, quando os sentidos estão vividamente aguçados e o poder de reflexão jaz adormecido. Um peso morto acabrunhava-nos. Oprimia nossos ombros, o mobiliário da sala, as taças de que bebíamos. Todas as coisas estavam opressas e prostradas; todas as coisas, exceto as sete lâmpadas de ferro a iluminar nossa orgia. Elevando-se em filetes de luz, queimavam pálidas e imóveis. No espelho que seu brilho formava sobre a mesa redonda de ébano, cada um de nós revia a palidez do próprio rosto, e um brilho inquieto nos olhos baixos dos demais. Mesmo assim, ríamos e nos alegrávamos de modo histérico; cantávamos as doidas canções de Anacreonte; bebíamos generosamente, embora o vinho nos recordasse o sangue. Pois, além de nós, havia outra pessoa na sala — o jovem Zoilo. Morto, deitado de comprido, ali jazia amortalhado — o gênio e o demônio da cena. Mas, ai, não participava de nossa alegria, salvo pela face, retorcida pela doença, e pelos olhos, nos quais a morte extinguira apenas a meio o fogo da pestilência, e que pareciam, face e olhos, ter por nossa diversão o mesmo interesse que têm os mortos pelas diversões dos prestes a morrer. Embora eu, Oinos, percebesse estarem os olhos do cadáver fixos em mim, ainda assim tentava ignorar-lhes a amargura e, contemplando firmemente as profundezas do espelho de ébano, cantava em voz alta e sonora as canções do filho de Teios. Aos poucos, porém, acabaram-se minhas canções, e os ecos, perdendo-se por entre os negros reposteiros da sala, enfraqueceram, tornaram-se indistintos, calaram-se de todo. Mas, ai, dos mesmos reposteiros por onde se perderam os ecos das canções, emergiu uma sombra escura e indefinível — a mesma sombra que a lua, quando baixa nos céus, desenharia de um homem sobre o chão. Aquela, porém, não era sombra de homem, nem de Deus, nem de coisa alguma conhecida. Tremulando um instante nos reposteiros do quarto, estendeu-se em seguida sobre a superfície da porta de bronze. Mas a sombra era vaga, e sem forma, e indefinida, não era sombra de homem nem de Deus — nem do Deus da Grécia, nem do Deus da Caldeia, nem de qualquer Deus egípcio. E a sombra jazia sobre o brônzeo portal, sob a cornija arqueada, e não se movia, nem dizia palavra: permanecia imóvel e muda. E a porta sobre a qual jazia a sombra, se bem me lembro, estava encostada aos pés do jovem Zoilo amortalhado. E nós, os sete ali reunidos, tendo visto a sombra sair de entre os reposteiros, não ousávamos encará-la; desviávamos os olhos, mirávamos fixamente as profundezas do espelho de ébano. Por fim, eu, Oinos, articulando algumas palavras surdas, indaguei da sombra qual era seu nome e morada. E a sombra respondeu:

— Eu sou a sombra. Minha morada fica perto das catacumbas de Ptolemais, junto daquelas sombrias planícies de Helusion que bordejam o canal sujo de Caronte.

E então nós, os sete, erguemo-nos de nossas cadeiras, horrorizados, trêmulos, enregelados, espavoridos. Porque o tom de voz da sombra não era o tom de voz de nenhum ser individual, mas de uma multidão de seres, e, variando de cadência, de sílaba para sílaba, ecoou confusamente aos nossos ouvidos, com os acentos familiares e inesquecíveis das vozes de milhares de amigos mortos.

“Shadow — A parable”, 1835


Conto presente no livro: Histórias Extraordinárias, de Edgar Alan Poe, publicado pela Companhia das Letras

terça-feira, 9 de abril de 2019

.: "Tarsila popular" e "Lina Bo Bardi: Habitat" em mostra, no MASP

Autorretrato, Tarsila do Amaral

"Tarsila popular" propõe ainda um novo olhar em direção aos temas, personagens e narrativas presentes no trabalho da artista, especialmente no que diz respeito a questões políticas, sociais, e raciais; catálogo com textos inéditos será lançado na abertura Tarsila do Amaral (1886-1973), artista que foi figura central do modernismo brasileiro em sua primeira fase, a partir dos anos 1920, ganha sua primeira grande mostra no Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand (MASP) a partir de 5 de abril. Tarsila popular, com curadoria de Adriano Pedrosa e Fernando Oliva, reúne cerca de 120 obras da artista, entre pinturas e desenhos. 

A abertura de Tarsila popular será simultânea à da exposição Lina Bo Bardi: Habitat, sobre a arquiteta ítalo-brasileira que projetou, entre outros, o edifício que abriga o MASP. As mostras integram o ciclo “Histórias das mulheres, histórias feministas”, eixo temático que guiará a programação da instituição ao longo de 2019.

O “popular” do título refere-se tanto ao recorte da obra de Tarsila, pelos curadores, como ao programa de revisão da produção de nomes centrais do modernismo brasileiro, empreendido pela atual direção artística do MASP. Em 2016, por exemplo, o museu realizou Portinari popular, uma seleção de trabalhos de Candido Portinari (1903-1962) relacionados com a cultura popular brasileira. Assim como Portinari, a obra de Tarsila está na base da construção
de uma identidade nacional nas artes, ao lado de nomes como Lasar Segall (1891-1957) e Anita Malfatti (1889-1964).

Sem abdicar por completo da matriz modernista europeia e formal da qual fez parte, Tarsila voltou-se para personagens, temas e narrativas ligados ao popular no Brasil. Esse aspecto se manifestou em diversos trabalhos, como é possível observar em suas cenas de Carnaval, favelas e feiras ao ar livre, além da relação de sua obra com a religiosidade e, ainda, com as
lendas populares e indígenas -- caso das obras "A cuca" (1924), "Abaporu" (1928) e "Batizado de Macunaíma" (1956).


Lina Bo Bardi - Estudo Preliminar - Esculturas Praticáveis do Belvedere Museu de Arte Trianon, 1968


“A exposição e o catálogo que a acompanha pretendem promover reflexões mais abrangentes sobre Tarsila, articulando sua vida e obra no contexto de uma visão política, social e racial da cultura brasileira e do modernismo -- um movimento que, no Brasil, raramente é abordado sob esses prismas”, diz Fernando Oliva, curador da exposição.

Nascida em uma fazenda no interior paulista, em 1886, Tarsila fez parte da aristocracia brasileira. Estudou as técnicas acadêmicas tradicionais na Europa, onde conviveu com pintores como André Lhote (1885-1962) e Fernand Léger (1881-1955). Desse período, chamam atenção retratos que já apontavam para uma ideia de modernidade -- na pincelada, na representação não-realista e na tentativa de captar o emocional dos modelos --, como em “Autorretrato com vestido laranja” (1921).

Apesar disso, foi ao voltar ao Brasil, em 1922, que Tarsila aderiu às ideias vanguardistas europeias, incorporando-as à sua maneira de representar o Brasil. Foi apresentada por Anita Malfatti ao escritor Mário de Andrade (1893-1945), ao futuro marido Oswald de Andrade (1890-1954) e ao poeta e pintor Menotti del Picchia (1892-1988), formando com eles o Grupo dos Cinco.

Guiados pela ideia de encontrar e definir uma arte "verdadeiramente nacional", os cinco fizeram uma viagem de redescoberta do país pelas cidades coloniais mineiras, acompanhados pelo poeta franco-suíço Blaise Cendrars (1887-1961). Dessa expedição, resultaram desenhos de observação de Tarsila que estarão na mostra.

É nesse momento que se inicia o período conhecido como “Pau-Brasil”, uma das três principais fases da carreira de Tarsila, ao lado dos períodos “Antropofágico” e “Social”, todos presentes na mostra. A fase “Pau-Brasil” é marcada por telas de cores e temas acentuadamente tropicais, como a exuberância da fauna e da flora locais, pintadas ao lado de máquinas e trilhos, símbolos, por sua vez, da modernidade urbana do país. Desse momento, são singulares obras como “Estrada de Ferro Central do Brasil” (1924), “Vendedor de frutas” (1925) e “Um pescador” (1925), pintura que faz parte do acervo do museu Hermitage, na Rússia, e será exposta pela primeira vez no Brasil.

Foi ainda nos anos 1920 que Tarsila deu início à fase “Antropofágica”, em que conseguiu criar algo de único e particular. Em 1926, Tarsila casou-se com Oswald e apresentou sua primeira individual, em Paris. Dois anos depois, pintou “Abaporu”, cujo nome de origem indígena significa “homem que come carne humana -- tipo de ritual praticado por algumas tribos brasileiras, especialmente os tupinambás. A obra inspirou o Manifesto Antropófago, de
Oswald, que propunha a apropriação e deglutição, pela cultura nacional, do legado cultural europeu, para devolvê-lo ao mundo sob a forma de uma produção cultural própria, brasileira.

Trabalhos como “Urutu” (1928) e “Antropofagia” (1929) estarão na mostra.
A chamada fase “Social”, que se segue a “Pau-Brasil”, e “Antropofágica”, deixa clara a aproximação de Tarsila com as questões políticas e sociais. No início da década de 1930, a artista, empobrecida pela perda da fortuna da família na crise de 1929, teve de se desfazer de obras de sua coleção particular. Assim, reuniu recursos para viajar à União Soviética, acompanhada pelo então marido, o psiquiatra Osório César. Juntos, foram para Moscou, Leningrado e Berlim, entre outras cidades. De volta ao Brasil, foi presa, considerada suspeita de “atividades subversivas” por ter visitado países comunistas. Esses eventos marcaram sua fase de temática social, representada por obras como “Segunda classe” (1933) e “Operários” (1933).

Histórias das mulheres, histórias feministas
Tarsila popular integra um ano de exposições, simpósios, palestras, workshops, filmes e publicações em torno do tema “Histórias das mulheres, histórias feministas”. O ciclo temático de 2019 agrega diversas mostras monográficas, com nomes da arte contemporânea internacional, caso de Gego e Leonor Antunes, ao lado de artistas brasileiras dos séculos 20 e 21, como Lina Bo Bardi, Djanira da Motta e Silva e Anna Bella Geiger, além de duas mostras coletivas, Histórias das mulheres, artistas antes de 1900 e Histórias das mulheres, artistas depois de 2000.

Catálogo
Organizado por Adriano Pedrosa e Fernando Oliva, a publicação será lançada na abertura da exposição, com edições em português e inglês, e inclui ensaios de Adriano Pedrosa, Amanda Carneiro, Fernando Oliva, Irene Small, Mari Rodríguez Binnie, Maria Bernardete Ramos Flores, Maria Castro, Michele Greet, Michele Petry, Paulo Herkenhoff, Renata Bittencourt, Sergio Miceli.

O catálogo pode ser adquirido no MASP Loja, ponto de vendas do museu com entrada gratuita, independente das exposições. Valores: R$ 139 (brochura) e R$ 169 (capa dura).

TARSILA POPULAR
Abertura: 4 de abril, às 20h
De 5 de abril a 28 de julho de 2019
Local: 1º andar
Endereço: avenida Paulista, 1578, São Paulo, SP
Telefone: (11) 3149-5959
Horários: quarta a domingo: das 10h às 18h (bilheteria aberta até as 17h30); terça-feira: das
10h às 20h (bilheteria até 19h30)
Ingressos: R$ 40 (entrada); R$ 20 (meia-entrada)
O MASP tem entrada gratuita às terças-feiras, durante o dia todo.
AMIGO MASP tem acesso ilimitado e sem filas todos os dias em que o museu está aberto.
O ingresso dá direito a visitar todas as exposições em cartaz no dia da visita.
Estudantes, professores e maiores de 60 anos pagam R$ 20 (meia-entrada).
Menores de 11 anos de idade não pagam ingresso.
O MASP aceita todos os cartões de crédito.
Estacionamento: é preciso carimbar o ticket do estacionamento na bilheteria ou recepção do
museu.
CAR PARK (Alameda Casa Branca, 41)
R$ 18 até 12h
seg - sex: 7h-23h
sáb, dom e feriado: 8h-20h
PROGRESS PARK (Avenida Paulista, 1636)
seg - sex, 7h-23h: R$ 20
sáb, dom e feriado, 7h-18h: R$ 20
Acessível a deficientes físicos, ar condicionado, classificação livre

.: Perfume de Mulher: 11 motivos para assistir no Teatro Renaissance

Por: Mary Ellen Farias dos Santos
Em abril de 2019



O clássico romance de cinema, "Perfume de Mulher", veio do Rio de Janeiro para São Paulo, em primeira versão mundial para os palcos. Em cartaz no Teatro Renaissance, o espetáculo dramático, é uma 
montagem completamente imperdível. Desde a iluminação à sonoplastia, tudo orna e se completa em cena, além de ter um elenco formado por Gabriela Duarte, Silvio Guindane, Eduardo Melo e Saulo Rodrigues. Por esse motivo, nós do Resenhando.com elencamos 10 motivos que farão você também querer se envolver nessa história que exala amor em todas as formas!


1. Nos palcos pela primeira vez, "Perfume de Mulher",
baseado no roteiro do filme italiano Profumo di donna, de 1974, que foi uma adaptação cinematográfica norte-americana, de 1992, com direção de Martin Brest, está impecável em língua portuguesa.

2. A atuação de Silvio Guindane, na pele do cego Fausto, é tão especial e marcante quanto a de Vittorio Gassman e de Al Pacino -a qual rendeu o Oscar na categoria Melhor Ator.


3. A reprodução da famosa cena de tango entre Fausto (Silvio Guindane) e Sara (Gabriela Duarte) é de arrepiar e fazer os olhos lacrimejarem de emoção.


4. O entrosamento do elenco no palco transborda com 
Gabriela Duarte, na pele da intensa Sara que não tem notícias de seu amado, Silvio Guindane como o amargurado ex-militar, Eduardo Melo cativa como o insistente Ciccio e Saulo Rodrigues completa o elenco no papel do Padre Fausto e da drag queen Marilyn Mazzoni.

5. "Perfume de Mulher" é uma história pautada na deficiência visual de Fausto, personagem que trata a importância dos outros sentidos.


6. É uma bela história de amor entre homem e mulher, assim como de amizade e da importância da família.


7. No teatro, a peça é ambientada na Itália.


8. A história de aprendizado de Fausto e Ciccio torna notório que nunca se é jovem ou velho demais para aprender com o outro.


9. Embora apresente uma história dramática, "Perfume de Mulher" mescla paixão, sedução e emoção, assim como cenas de alívio cômico. Seja nas aparições da drag queen Marilyn Mazzoni ou até nas reflexões provocantes de Fausto.


10. A primeira temporada paulistana está em cartaz, no Teatro Renaissance, pertinho da estação de metrô Consolação, na Avenida Paulista, até 21 de abril. 
Na sequência, “Perfume de Mulher” segue em turnê pelo país: Campinas, São José do Rio Preto, Porto Alegre, Vitória e Fortaleza. Em setembro, estreia em Portugal.

11. O espetáculo "Perfume de Mulher" é produzido pela Turbilhão de Ideias, dirigido por Walter Lima Jr e idealizado por Silvio Guindane. 

Programe-se para assistir a adaptação de "Perfume de Mulher", baseada na obra de Ruggero Maccari e Dino Risi, pois é imperdível!






Sinopse: Fausto entregou-se à solidão depois de ter ficado cego num acidente, enquanto estava no exército. Ele vive isolado, num quarto escuro na casa da tia. Com viagem marcada para passar um final de semana em outra cidade, ela resolve colocar um anúncio no jornal para contratar alguém que tome conta do sobrinho durante sua ausência. O jovem Ciccio é o único candidato que aparece para a vaga. Depois de um estranhamento inicial, o militar tenta expulsar o menino. Ciccio, porém, decide ficar.

A partir de então, ele descobre os planos de Fausto para os próximos dias: viajar para Gênova, Roma e Nápoles. Seu desejo é o de vivenciar momentos inesquecíveis, uma grande celebração antes de por fim à sua vida. No roteiro, viagem de trem, hospedagem em um hotel luxuoso, passeio de Ferrari, uma noite com uma prostituta, sempre degustando as melhores bebidas. Dias e noites de intenso prazer antes do seu “grand finale”. Fausto, no entanto, não esperava reencontrar Sara (seu grande amor), e nem contava com a sabedoria de Ciccio, fatos que promovem uma grande reviravolta em seus planos.


Ficha Técnica
Baseado na obra de Ruggero Maccari e Dino Risi
Dramaturgia: Pedro Brício Silvio Guindane e Walter Lima Jr.
Direção artística: Walter Lima Jr.
Elenco: Silvio Guindane, Gabriela Duarte, Eduardo Melo e Saulo Rodrigues
Direção de Produção: Gustavo Nunes
Projeção videográfica: Dado Marietti
Iluminação: Daniel Galván
Direção de Arte e cenografia: José Dias
Cenotécnico: Anderson Dias
Figurino: Cássio Brasil
Fotos: Jairo Goldflus / Dalton Valério
Designer: Márcio Oliveira
Designer / manutenção: Julliana Costa
Prestação de contas: Helber Santa Rita
Assistente de direção: Isabel Guerón
Produção Executiva: Luiz Claudio Gomes
Idealização: Silvio Guindane
Produtores Associados: Gustavo Nunes e Silvio Guindane
Produção: Vira Lata Produções e Turbilhão de Ideias Entretenimento
Patrocínio: Volkswagen Financial Services

Serviço

Teatro Renaissance
Temporada: 29 de março a 21 de abril
Sexta, às 21h30
Sábado, às 19h e às 21h30
Domingo, às 18h
Duração: 90 minutos
Ingressos: R$ 100,00 (inteira)/ R$ 50,00 (meia)
Classificação etária: 14 anos
Telefone da bilheteria: (11) 3069.2286
Horário de funcionamento da bilheteria: quinta, das 14h às 20h; e sextas, sábados e domingos, das 14h ao início do espetáculo
Endereço: Alameda Santos, 2233 - Jardim Paulista, São Paulo
Capacidade do teatro: 440 lugares


*Mary Ellen Farias dos Santos é criadora e editora do portal cultural Resenhando.com. É formada em Comunicação Social - Jornalismo, pós-graduada em Literatura e licenciada em Letras pela UniSantos - Universidade Católica de Santos. Twitter: @maryellenfsm



Encerramento de "Perfume de Mulher"


.: E.T. ganha sessão com trilha sonora ao vivo no Cinematographo do MIS

Músico Guilherme Chiappetta improvisa ao vivo sonorização para este clássico dos anos 80. Exibição acontece no dia 14 de abril e os ingressos já podem ser adquiridos site da Ingresso Rápido e recepção do MIS



Fãs de filmes de ficção científica não podem perder a próxima edição do Cinematographo do MIS, instituição da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Governo do Estado de São Paulo. No dia 14 de abril, o programa mensal do museu apresenta o clássico do cinema "E.T. - O Extraterrestre" (Universal Pictures) com sonorização ao vivo do músico Guilherme Chiappetta. Em 2019 o MIS e a Sony Pictures Home Entertainment se uniram para exibir grandes clássicos no Cinematographo, programação do museu que tem como objetivo resgatar a atmosfera das primeiras sessões de cinema.

E.T. - O Extraterrestre (E.T. the Extra-Terrestrial, Dir. Steven Spielberg, EUA, 1982, 115 minutos, Livre). O filme é considerado um dos maiores sucessos de bilheteria de toda a história do cinema, sendo o segundo filme a ultrapassar a marca 700 milhões de dólares depois de Star Wars. Sinopse: Um garoto faz amizade com um ser de outro planeta, que ficou sozinho na Terra, protegendo-o de todas as formas para evitar que ele seja capturado e transformado em cobaia. Gradativamente, surge entre os dois uma forte amizade.

Guilherme Chiappetta: Baixista e produtor musical somando mais de vinte anos no mercado da música independente, o músico e produtor Guilherme Chiappeta é o nome por trás do grupo experimental África Lá Em Casa. Além dos quatro discos com o sexteto, é responsável pela produção de artistas diversos como Nuno Mindelis, Rancore e O Samba de Roda DaLua e Mestre Maurão. Realizou projetos no cinema, artes plásticas e dança. Foi responsável pela gravação e mixagem do documentário O Haver, uma homenagem do artista Elifas Andreato ao amigo Vinicius de Moraes. A obra reuniu depoimentos de 14 compositores da MPB, entre eles Chico Buarque, Martinho da Vila e Paulinho da Viola, para o centenário do compositor.

Serviço
Cinematographo Especial - E.T. - O Extraterrestre
Data 14.04, domingo
Horário 15h e sessão extra às 18h00
LOCAL Auditório MIS (172 lugares)
INGRESSO R$ 12 (inteira), R$6 (meia).  À venda na Recepção MIS (terças a sextas, das 12h às 21h30h; sábados, domingos e feriados, das 11h às 20h30) e no site www.ingressorapido.com.br
CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA livre

Museu da Imagem e do Som – MIS
Avenida Europa, 158, Jardim Europa, São Paulo | (11) 2117 4777 | www.mis-sp.org.br
Estacionamento [Conveniado]: R$ 18 
Acesso e elevador para cadeirantes. Ar condicionado.

.: Fígaro lá: “O Barbeiro de Sevilha” ganha versão inédita

Diretamente das Partituras de Rossini, o famoso Barbeiro de Sevilha vai ajudar o Conde Almaviva a conquistar o seu amor Rosina, das garras do malvado Dom Bartolo

Foto: Divulgação


Vindo diretamente das Partituras de Rossini, o famoso “Barbeiro de Sevilha” ganhou uma versão inédita para a Série Tucca Aprendiz de Maestro pelas mãos de Paulo Rogério Lopes. A estreia acontece no dia 13 de abril, às 11h, na Sala São Paulo.

“Seguindo os passos - e árias mais famosas - da ópera de Rossini, FÍGARO LÁ nos leva direto para uma Sevilha bem animada, repleta de confusões armadas pelo Barbeiro mais querido de todos os tempos”, fala Paulo Rogério Lopes sobre o espetáculo escrito e dirigido por ele.

No elenco estão o Maestro João Maurício Galindo, os Cantores Líricos,  Johnny França, Karen Stephanie, Jean William e Gustavo Lassen, bem como a participação especial da premiada atriz Luciana Ramanzini.

Em Sevilha, quando alguém precisa resolver algum problema ou conquistar o coração da amada, recorrem ao famoso Fígaro, o “faz tudo” da Cidade. E é justamente o que acontece quando o Conde Almaviva se apaixona pela Rosina, que o malvado Dom Bartolo mantém trancada no seu quarto. Só que desta vez, somente o Barbeiro não bastará para juntar os pombinhos enamorados; então, além do Fígaro, todos contarão com a ajuda do Maestro João Maurício Galindo, da Turma do Aprendiz de Maestro e da espevitada Bertha, que, apesar de trabalhar para o velho Dom Bartolo, tudo o que quer é que os jovens possam viver felizes para sempre.

No repertório, estarão trechos da Ópera "O Barbeiro de Sevilha". São eles:
Abertura

Ecco Ridente in Cielo
Largo ao Factotum
Si Il Mio Nome Saper voi Bramate
La Calunnia
Una Voce Poco Fa
Io Sono Docile
A Un Dottor Della Mia Sorte - a
A Un Dottor Della Mia Sorte - b
All Idea di Quel Metallo
Que Invenzione
Mi par d'esser con la Testa - a
Mi par d'esser con la Testa - b
Pace e Gioia
Qual Colpo 
La Testa vi Gira
Amor e Fede Eterna

Sobre o projeto: Para o Dr. Sidnei Epelman, presidente da TUCCA e idealizador do projeto, pioneiro no mundo, a Série Aprendiz de Maestro encanta porque aproxima as crianças da música clássica. “Toda a renda obtida com a venda dos ingressos é destinada ao tratamento de excelência de crianças e adolescentes com câncer assistidos pela TUCCA em parceria com o Hospital Santa Marcelina, o que o torna ainda mais especial”, conclui.

Série TUCCA ‘Aprendiz de Maestro’ apresenta FIGARO LÁ 
Texto e direção - Paulo Rogério Lopes 
Direção musical e regência - maestro João Maurício Galindo
Elenco: maestro João Maurício Galindo, Luciana Ramanzini, Sinfonieta TUCCA Fortíssima e os solistas
Karen Stephanie - Soprano
Jean William - Tenor
Johnny França - Barítono
Gustavo Lassen - Baixo

Data: 13 de abril
Horário: 11h
Recomendação: Livre
Local: Sala São Paulo
Endereço: Praça Julio Prestes, 16 – 2º andar – Campos Elíseos
Telefone: (11) 2344-1051

Valor dos ingressos: A partir de R$ 30,00 (promocionais) até R$ 95 | Toda a arrecadação de bilheteria é destinada ao tratamento de crianças e adolescentes com câncer no ambulatório da TUCCA em parceria com o Hospital Santa Marcelina, em Itaquera - São Paulo.
BILHETERIA TUCCA
Você pode comprar ingressos avulsos ou se tornar um assinante, por telefone (11) 2344.1051 ou Ingressos@tucca.org.br.
(Horário de funcionamento: segunda a sexta, das 10h às 12h e das 13h às 18h)
Formas de pagamento: Dinheiro, Cheque ou Cartão de Crédito (Visa, MasterCard ou Diners).
BILHETERIA SALA SÃO PAULO
Abertura a partir de 2h30 antes do horário dos espetáculos, permanecendo aberta até 30 minutos após o início do programa.
Ingressos on line: tucca.byinti.com/#/ticket
Por Telefone: 3777-9721 – de segunda a sexta das 12h às 18h

Ficha Técnica
Texto e direção - Paulo Rogério Lopes 
Direção musical e regência - maestro João Maurício Galindo
Elenco
maestro João Maurício Galindo, Luciana Ramanzini, Sinfonieta TUCCA Fortíssima e os solistas
Karen Stephanie - Soprano
Jean William - Tenor
Johnny França - Barítono
Gustavo Lassen - Baixo

Orquestra Sinfonieta TUCCA Fortíssima 
Direção Geral e de Produção - Ângela Dória 
Coreografia- Gisele Bellot
Assistente de direção /figurinista - Suzana Rebelo 
Arranjos/Assistente Musical – Maestro Natan Bádue
Produção Executiva/Arregimentação - Bruna Veratti 
Coordenador de palco – Osmar Rozetti
Iluminador – Newton Saiki
Operador de Som – Randal Juliano
Sonorização  -Maxi Áudio

.: Biquini Cavadão traz a Curitiba pocket show com sucessos

O “ilustre guerreiro” homenageado no trabalho é o guitarrista e vocalista da banda Os Paralamas do Sucesso, Herbert Vianna

Foto: Divulgação

A próxima edição do Conexão Shopping Curitiba, projeto musical desenvolvido em parceria com a Rádio Transamérica Light, está se aproximando. No dia 24 de abril a banda Biquini Cavadão é quem comanda o pocket show.
A apresentação destaca o novo álbum da banda Ilustre Guerreiro, que é um tributo ao cantor e compositor Herbert Vianna, guitarrista e vocalista da banda Os Paralamas do Sucesso. Canções do homenageado animarão o público, como "Aonde Quer que Eu Vá", "Cuide Bem do Seu Amor" e “O Amor Não Sabe Esperar".

O pocket show tem início às 19h no Largo Curitiba (piso L2) do Shopping Curitiba. Para os fãs que quiserem tirar foto com os artistas haverá distribuição de senhas (limitadas). As senhas devem ser retiradas no dia da apresentação, a partir das 10h, na recepção do Shopping (piso L3). 
Mais informações pelo telefone (41) 3331-1717 (Rádio Transamérica Light).

Sobre o Conexão Shopping Curitiba: Com o objetivo de promover encontros e aproximar artistas de seus fãs na capital paranaense, o Conexão Shopping Curitiba é um projeto musical gratuito e aberto ao público, resultado de uma parceria entre a Rádio Transamérica Light e o Shopping Curitiba.

As apresentações, os bate-papos e os pockets shows acontecem periodicamente e são transmitidos ao vivo na frequência FM 95.1 (Transamérica Light) e pelas redes sociais da rádio, para todo o País. Já passaram pelo palco do Conexão artistas como Juca Novaes, Jane Duboc, Sergio Sá, Paulinho Moska, Paulo Ricardo, Kiko Zambianchi, Luiza Possi, Fernanda Abreu, a banda Nenhum de Nós, a inglesa Jesuton, entre outros.

Serviço
Conexão Shopping Curitiba com Biquini Cavadão
Dia: dia 24 de abril, às 19h
Entrada gratuita e aberta ao público
Local: Largo Curitiba - piso L2 do Shopping Curitiba

Shopping Curitiba
Rua Brigadeiro Franco, 2.300.
Curitiba (PR)
(41) 3026-1000 | www.shoppingcuritiba.com.br
@ShoppingCtba | www.facebook.com/ShoppingCuritiba

.: Top Chef faz "Teste de Fogo" e chefs preparam pratos vegetarianos

Foto: Antonio Chahestian

Nesta quarta-feira, dia 10 de abril, vai ao ar o segundo episódio do reality show Top Chef. Após a eliminação da paulistana Mariane Kolchraiber, de 26 anos, outros 15 chefs profissionais continuam na disputa pelo prêmio de R$ 300 mil. No Teste de Fogo, os participantes devem preparar pratos vegetarianos. Para isso, dividem-se em equipes e tentam administrar os ânimos na luta contra o relógio.

Na Casa Top Chef, o momento é de descontração e alguns excessos podem causar polêmica. Na segunda prova da noite, no Desafio de Eliminação, a competição será por duelos em busca da melhor receita de doce com legumes. Qualquer erro nessa etapa do programa pode causar um alvoroço e desestabilizar o emocional de alguns competidores. Um participante acusa outro integrante de ter atrapalhado sua receita, e o clima fica tenso. O nervosismo toma conta dessa etapa final do episódio. Após a estreia e a primeira eliminação, vale tudo para permanecer no jogo.

 O Top Chef vai ao ar às quartas-feiras, às 22h30, com direção geral do núcleo de realities de Rodrigo Carelli e direção geral de Chica Barros. A atração também estará disponível no PlayPlus, plataforma de streaming e VoD do Grupo Record, que pode ser acessada pelo www.playplus.com.

O programa: Com a participação de 16 chefs profissionais, o reality show de gastronomia mostra os desafios culinários que esses competidores devem enfrentar. E não só isso: em um formato inédito para uma atração de culinária na TV aberta brasileira, também exibe a convivência desses participantes em uma luxuosa residência localizada na cidade de São Paulo.

A competição, que dará ao vencedor o prêmio de R$ 300 mil, é comandada pelo chef Felipe Bronze, um dos poucos profissionais brasileiros a ter duas estrelas Michelin, sinônimo de qualidade e prestígio na área da gastronomia. Ele, ao lado do chef francês Emmanuel Bassoleil e da jornalista e crítica de gastronomia Ailin Aleixo, os dois jurados do programa, avaliam cada um dos pratos que os concorrentes devem apresentar em provas de tirar o fôlego.

Além disso, em alguns episódios do reality show, no ar às quartas-feiras, logo após o Jornal da Record, a partir das 22h30, convidados especiais, como o também estrelado chef Alex Atala, entre outros, vão dar suas opiniões sobre o trabalho desenvolvido pelos competidores.

O Top Chef funciona da seguinte maneira: a cada episódio, os profissionais encaram duas provas. No Teste de Fogo, os cozinheiros se enfrentam para garantir uma vantagem ou até mesmo a imunidade no Desafio da Eliminação. Já no Desafio de Eliminação, os cozinheiros dos melhores pratos se salvam e o pior tem de sair do programa.

Criado nos Estados Unidos em 2006, o Top Chef já foi adaptado para mais de 20 países, incluindo França, Itália, Portugal, Espanha, Holanda, Canadá e México, entre outros. Trata-se de um formato original da Bravo Media LLC, distribuído pela NBCUniversal. No Brasil, a Floresta é a licenciante e a produtora do programa baseado no formato de sucesso. “Estamos muito honrados em produzir no Brasil o maior reality de gastronomia do mundo”, afirma Elisabetta Zenatti, produtora-executiva à frente da Floresta.

O apresentador e os jurados: Por seu restaurante Oro, localizado no Rio de Janeiro, Felipe Bronze tem duas estrelas Michelin, sendo um dos poucos profissionais da gastronomia brasileira com tal reconhecimento. Além disso, ocupa a 67ª posição entre os melhores chefs do mundo, segundo a publicação especializada francesa Le Chef. Recentemente, inaugurou o restaurante Pipo na capital paulista.

Emmanuel Bassoleil tem mais de 40 anos de carreira e é o responsável, há mais de 15 anos, pela cozinha do hotel Unique e do restaurante Skye, considerado um dos melhores estabelecimentos de hotéis pela revista “Hotel’s Magazine”.

A jornalista Ailin Aleixo escreve sobre gastronomia há 15 anos e, em 2009, criou um dos principais sites sobre o assunto do país, o Gastrolândia. Além disso, já foi editora de publicações como “Viagem e Turismo”, “Época” e “VIP”.

O ‘Top Chef’ na internet: O programa Top Chef também é exibido em multiplataforma. Na Record TV, além dos tradicionais comentários vindos das redes sociais, da plateia virtual e de ações de desbloqueio de conteúdo por hashtag, o público pode votar em enquetes divertidas como “Quem é o jogador mais bravo?”, “Quem é o cozinheiro mais gatinho?” e “Quem é o jogador mais ‘falsiane’?”. 

No PlayPlus, é possível ver a íntegra do reality show exibido na TV aberta. Além disso, está disponível a continuação do programa pós-eliminação. Ao fim de cada episódio, a repercussão dentro do jogo vira produto exclusivo do PlayPlus: Como os outros participantes receberam a notícia da decisão dos jurados? Como ficou o eliminado? O que os jurados acharam disso? Por último, uma versão estendida de cada preparação de pratos também estará disponível na plataforma de streaming, que exibirá a versão quase na íntegra de toda as provas do reality show. 

Já no R7.com, o internauta pode acessar os testemunhos dos participantes na íntegra, como nenhum reality show mostrou, e os trechos mais legais de cada episódio. Nas redes sociais, muitas lives com os participantes eliminados e um conteúdo exclusivo captado nos bastidores da atração. 

Participantes:
Alex Sotero (Sotero)
39 anos
Nasceu no Rio de Janeiro (RJ) e mora em São Paulo (SP)

“O ‘Top Chef’ é um programa que exige muito de seus participantes e quero aproveitar isso. Acredito que o mais complicado será lidar com a pressão do tempo para cumprir as tarefas.”

Antonio Filho (Tony)
38 anos
Nasceu em Jequié (BA) e mora em São Paulo (SP)

“A atração é uma oportunidade única para mostra o meu trabalho para o grande público. Para chegar à final, o importante será vencer meus medos e a ansiedade.”

Antonio Mendes (Antonio)
31 anos
Nasceu no Rio de Janeiro (RJ) e mora em São Paulo (SP)

“Adoro competição, por isso quis participar da atração. Para chegar à final, acho que o importante é não inventar muito nas tarefas e seguir à risca o que os chefs exigem”

Bia Leitão (Bia)
37 anos
Nasceu e mora em Fortaleza (CE)

“Quis participar do programa para apresentar a cozinha brasileira tradicional. Para ganhar, buscarei ter concentração em cada prova e dar uma segurada na ansiedade.”

Carmem Fialho (Carmem)
32 anos
Nasceu em São Sebastião (SP) e mora em São Paulo (SP)

“Decidi entrar no ‘Top Chef’ para aprender e trocar experiências com os outros concorrentes. O complicado vai ser me adaptar ao estilos dos chefs julgadores.”

Dadis Vilas Boas (Dadis)
29 anos
Nasceu e mora em São Paulo (SP)

“Acredito que o programa vai abrir profissionalmente portas para mim. O complicado é lidar com a expectativa dos jurados e com o tempo das provas.”

Florian Bassine (Florian)
26 anos
Nasceu em Soissons (França) e mora em São Paulo (SP)

“Adoro a competição que o ‘Top Chef’ promove entre os participantes. O complicado para mim será fazer comida brasileira.”

Gabriel Vidolin (Gabriel)
30 anos
Nasceu e mora em São João da Boa Vista (SP)

“Quis participar do programa por ser muito fã do formato. Para ir longe, acho que o importante é manter a calma e a concentração.”

Giovanna Perrone (Giovanna)
23 anos
Nasceu em Santos (SP) e mora em São Paulo (SP)

“Com o reality, quero me aproximar da profissão de chef como cozinheira. Acredito que eu seja a minha pior inimiga por ser bastante ansiosa.”

Maíra Knox (Maíra)
36 anos
Nasceu no Rio de Janeiro (RJ) e mora em Jericoacoara (CE)

“Sou curiosa, adoro desafios e sou apaixonada pelo formato. Ficar confinada será o mais complicado para mim.”

Marcus Santander (Marcus)
42 anos
Nasceu em Guaratinguetá (SP) e mora em Londres (Inglaterra)

“Este reality show é uma ótima oportunidade para divulgar o nosso trabalho. Para vencer, na minha opinião, é preciso ter sangue frio e calma.”


Rebecca Lockwood (Rebecca)
41 anos
Nasceu no Rio de Janeiro (RJ) e mora em Paris (França)

“Acho que o ‘Top Chef’ dá uma ótima visibilidade para os seus participantes. É um programa cujo nível é altíssimo.”

Rogério Cadu (Cadu)
23 anos
Nasceu em Belém (PA) e mora em São Paulo (SP)

“Acredito que o programa vai dar uma ótima visibilidade para o meu trabalho. Para vencer, terei de lidar com o nervosismo e em situações com as quais não estou habituado.”

Sheilla Furman (Sheila)
34 anos
Nasceu e mora em Belo Horizonte (MG)

“Sou muito fã deste formato, que valoriza bastante o trabalho dos chefs de cozinha. Precisarei domar a minha ansiedade.”

Thiago Cerqueira (Thiago)
31 anos
Nasceu em Belo Horizonte (MG) e mora em São Paulo (SP)


“Não participaria de outro reality show de gastronomia se não fosse o ‘Top Chef’. O tempo das tarefas será o meu maior desafio.”

.: Livro de Empreendedorismo na Economia Criativa na Belas Artes de SP

A instituição transformou a discussão da sala de aula em livro e aborda questões como características e habilidades importantes na hora de empreender nas áreas da economia criativa


A Belas Artes de São Paulo, instituição de ensino referência nas áreas da Economia Criativa, lança no próximo dia 11 de abril o livro “A Arte de Empreender na Economia Criativa”. Com uma noite de autógrafos, o evento acontece na unidade 5 da instituição, também na Vila Mariana.

Os autores - todos especialistas nas áreas da educação e economia criativa - apresentam de maneira teórica, prática e objetiva uma obra voltada para quem busca empreender com respaldo acadêmico. Assim como o Núcleo de Empreendedorismo e Inovação (NEI) da Belas Artes, o livro tem o objetivo de promover conhecimento sobre o mercado de trabalho e ajudar na formação de jovens que buscam empreender em suas áreas de atuação, inclusive reiteram a importância sobre desenvolver habilidades estratégicas essenciais no empreendedorismo.

O Empreendedorismo é um dos principais pilares da Belas Artes e a instituição busca despertar a atitude empreendedora de cada profissional em qualquer área que seja.

Serviço:
Lançamento “A Arte de Empreender na Economia Criativa”
Autores: Leila Rabello, Miguel Arab, Patrícia Cardim, Flavia Rodrigues, Jorge Cury Neto, Yuri Cunha, Jessica Lopes, Jô Souza, Luciana Antunes, Renato Teixeira, Rodrigo Amorim, Sidney Leite, Dario Vedana e Nei Grando

Data: 11 de abril
Horário: 18h30
Endereço: Rua Dr. Álvaro Alvim, 154

.: Trazendo novos conceitos: relação sugar conquista homens

Fugindo dos padrões tradicionais, a transparência é a base do relacionamento


Depois do término de um casamento de mais de 20 anos e de alguns namoros passageiros, Marcelo R., 55 anos, alto executivo de uma indústria de tecnologia, conta que cansou dos relacionamentos tradicionais. “Já vivi muito e não quero mais continuar submetido a dramas, chantagens e joguinhos amorosos. Agora, só quero relações transparentes e francas com pessoas que não tenham o receio de demonstrar o que esperam de um relacionamento e de mim. Há um ano estou vivenciando a relação sugar e descobri que tudo pode ser mais divertido e leve quando duas pessoas adultas e com interesses complementares se encontram.” É o depoimento de um dos usuários da plataforma de relacionamentos Meu Patrocínio, que hoje reúne mais de um milhão de pessoas entre Sugar Daddies, Mommies e Babies, femininos e masculinos.

Mas o que há de tão diferente neste tipo de relação? Jennifer Lobo, fundadora e CEO da plataforma, esclarece que “as relações são pautadas por acordos pré-estabelecidos desde o início, as expectativas são claras, transparentes e benéficas para os dois parceiros. Existem acordos que preveem somente uma amizade, outros um namoro, outros uma relação sem compromisso. E está tudo lá, às claras, desde o início, para não haver risco de frustrações futuras.” 

Segundo ela, este é o principal problema dos casamentos tradicionais, onde se concede um peso muito grande para as idealizações românticas, que provavelmente não serão concretizadas, ignorando a importância do alinhamento de expectativas. “Por isso a proposta de relacionamento sugar é diferenciada, os objetivos expostos com naturalidade facilitam a aproximação de pessoas sensatas com os mesmos interesses.

O “até que a morte os separe” tem a pressão de uma sentença de compromisso eterno. Parte-se da premissa de um envolvimento de longo prazo, como se as pessoas não passassem por transformações durante a vida. Quando elas ocorrem, o parceiro vira um desconhecido e a solução é o divórcio. Na relação sugar, os acordos estabelecidos servem como um “teste de compatibilidade”, sem cobranças desnecessárias e sem a exigência da longa duração.

Os 170 mil daddies inscritos no site têm uma diversidade enorme para a escolha de uma parceira. São mais de um milhão de babies à procura de homens maduros e bem-sucedidos que lhes proporcionem a garantia de uma relação segura em termos emocionais e financeiros. É consenso entre os daddies a surpresa com o nível intelectual, de educação e de conteúdo das babies inscritas, algo que vai muito além da beleza física. “Já tinha participado de alguns sites de relacionamento, mas foi no Meu Patrocínio que encontrei garotas de um nível muito superior às outras. Estou saindo com uma garota pós-graduada em psicologia e, além da atração, temos uma troca incrível! É um prazer ter a companhia de uma mulher linda e intelectualmente privilegiada”, conta Roberto M., empresário do setor varejista. “Uma vez que experimentei uma relação sugar, não vou querer mais saber de reclamações e de decepções por expectativas não realizadas”, complementa.

segunda-feira, 8 de abril de 2019

.: SP: Bienal será palco da maior feira de chocolate do Brasil

Festival Internacional do Chocolate e Cacau recebe chefs e marcas do mundo todo na primeira edição em São Paulo


Entre os dias 12 e 14 de abril, São Paulo recebe marcas e produtores nacionais e internacionais e reúne na Bienal toda a cadeia produtiva do cacau. Além da grande exposição e venda de chocolates de Origem, Premium, Gourmet e outras, o festival tem programação completa com experiências sensoriais, uma série de atividades culturais, exposição de arte, cursos e palestras. 

Instalado no Pavilhão da Bienal, no Parque Ibirapuera, o Chocolat Festival terá grandes nomes nacionais e internacionais do universo do chocolate, entre os quais estão a francesa Chloé Doutre Roussel, Maria Fernanda di Giacobbe, da Venezuela, e a brasileira Luisa Abram, que ministram um curso com o tema Bean To Bar, nos dias 10 e 11 de abril, na Universidade Anhembi Morumbi.

Além delas, o festival terá chefs e especialistas presentes em todos os espaços. Na Cozinha Show, oferecido pela Callebaut  e apresentando o Chocolate Ruby, participam da programação  Bertrand Busquet – que dará a aula de abertura, sobre os fundamentos do chocolate ruby e com receita de bombom de coco banhado com ruby – Diego Lozano, Mariana Corbetta, André Bispo, Carole Crema, Tassiana Fernandes, Zilma Helena, e Gigi Louzada. No Espaço Kids, a chocolatier Karla Leal comanda as aulas para crianças a partir de 5 anos, que aprendem a fazer ovos de páscoa, pirulitos e coelhinhos de chocolate.

No Ateliê do Chocolate, oferecido pela marca Harald, com produtos Unique,  nomes como Rafael Barros, Lucas Corazza, Alessandro Lira, Alexandre Bispo e Tati Benazzi farão esculturas de chocolate ao vivo para os visitantes da feira, que também podem participar do Fórum do Cacau (dia 12/4) – com painéis sobre a cacauicultura no Brasil e no mundo, a produção de cacau fino, sustentabilidade da cultura e avanços tecnológicos – e do Chocoday, dia dedicado à discussão de tendências no mundo do chocolate.

Além dos espaços fixos, os expositores terão stands próprios para interagir com os visitantes, como é o caso da Dengo, que oferece uma experiência de realidade virtual, na qual os visitantes poderão fazer um passeio pela fazenda de um dos produtores, mostrando as etapas da produção, além de trazer ao público sua linha especial de Páscoa.

Na belga Callebaut, a grande novidade para o Chocolat Festival será o lançamento do chocolate ruby – considerada a primeira grande inovação do mercado desde o chocolate branco. Desenvolvido ao longo de dez anos, o ruby tem coloração rosada e sabor frutado, e sua amêndoa é obtida através de uma seleção específica e processo de fabricação controlado.

Outras marcas que também estarão presentes na primeira edição do Festival Internacional do Chocolate e Cacau são a Harald, primeira fábrica de chocolates do Brasil, as orgânicas Chokolah e AMMA, Mendoá, ChOr, Sagarana, Espírito Cacau e Cacaway.

Idealizado pelo baiano Marco Lessa, eleito em 2016 e 2018 uma das 100 personalidades mais influentes do agronegócio no Brasil, o Chocolat Festival teve sua primeira edição em 2009, em Ilhéus, e desde então marca o calendário turístico da cidade, considerada a capital do cacau e eternizada pelas obras de Jorge Amado. Após grande sucesso, o evento chegou à Belém do Pará em 2013, e já reuniu mais de 420 mil visitantes nas 15 edições realizadas nos dois maiores Estados produtores do fruto.

Em 2019, exatamente 30 anos após o desastre causado pela praga Vassoura de Bruxa, que comprometeu as plantações em Ilhéus, o festival desembarca na maior cidade do país tendo impulsionado o surgimento de mais de 70 marcas de Origem em Ilhéus e aquecido o mercado de chocolates do Pará, que após cinco edições do evento dobrou a produção de cacau.

Serviço
saopaulo.chocolatfestival.com
Chocolat Festival São Paulo 2019
Dias 12, 13 e 14 de abril
Pavilhão da Bienal – Av. Pedro Álvares Cabral, s/n
Entrada: R$ 20
saopaulo.chocolatfestival.com/ingressos

.: “Drag da Cidade: Rainha do Rival”: concurso segue temporada

Foto: Divulgação


Holofotes, glitter, glamour, Luxo, poder e glória. Assim é o concurso Drag Star, que neste ano vai dar o título de “Drag da Cidade: Rainha do Rival” a uma das drags queens participantes desta 2ª temporada, que está sendo realizada no  Teatro Rival Petrobras. A nova fase classificatória acontece na quarta-feira, dia 10 de abril, às 19h30.

Nessa quarta etapa do concurso as concorrentes continuam as batalhas brindando o público com lindas performances. Os votos da plateia e das juradas ajudará a definir as chaves das finais. No time de cada jurada (Andreia Andrews, Chloe Van Damme, Ravena Creole e Samara Rios) acontecerão duas disputas, cada dupla terá uma música para a apresentação.

As drags poderão batalhar como amigas transformando a performance apresentação para as duas, e vence quem brilhas mais. Oi, duelaram como rivais, como acontece no RuPaul's Drag Race: cada uma cria a sua performance com a mesma música e se apresentam ao mesmo tempo simultaneamente, com o palco dividido, um lado para uma e o outro para a outra e cada uma que dê o seu melhor e que a melhor guerreira ganhe. A escolha por quem vai continuar na disputa será feita pelo público.

Na noite do espetáculo acontecerão oito batalhas, sendo assim, oito concorrentes serão eliminadas. Mas a chance de repescagem existe porque cada jurada tem um ‘save’. Dessa forma, entre 8 e 12 performers seguirão para a próxima etapa.
As regras da batalha são as seguintes: a apresentação poderá ter máximo de quatro minutos de duração, acontecerão por ordem alfabética de time (e dentro do time), ou seja, primeiro TimeAndreia, depois TimeChloe, seguido de TimeRavena e finalizando com TimeSamara.

O Drag Star é um concurso para drags de todos os estilos e tempo de carreira. Inspirado no formato dos reality shows The Voice, XFactor e American Idol, o DragStar. Apresentado pela dona de concurso mais carismática da cidade, Miami Pink comanda o DragStar acompanhada do time de jurados formados por Chloe Van Damme, Karina Karão, Ravena Creole e Samara Rios, que são as madrinhas das candidatas selecionadas.

Ao longo das apresentações da temporada, as drag queens serão amadrinhadas pelas juradas, avaliadas por suas mentoras e também pelo público participante de cada apresentação durante as batalhas. Na semifinal – que será realizada em novembro/2019 – acontece a eliminatória, na qual restarão somente seis concorrentes que passaram para a GRANDE FINAL que acontecerá em dezembro/2019. Quem será a próxima “Drag da Cidade: Rainha do Rival” que, além do título ganhará premiação em dinheiro e produtos?

Serviço
Teatro Rival Petrobras – Rua Álvaro Alvim, 33/37 – Centro/Cinelândia – Rio de Janeiro. Data: 10 de abril (quarta) Horário: 19h30. Abertura da casa: 18h. Ingressos: R$ 30,00 (Inteira), R$ 15,00 (meia-entrada). Venda antecipada pela Eventim – TeatroRival_Ingressos  Bilheteria: Terça a Sexta das 13h às 21h | Sábados e Feriados das 16h às 22h Censura: 18 anos. www.rivalpetrobras.com.br. Informações: (21) 2240-9796. Capacidade: 350 pessoas. Metrô/VLT: Estação Cinelândia.

*Meia entrada: Estudante, Idosos, Professores da Rede Pública, Funcionários da Petrobras, Clientes com Cartão Petrobras e Assinantes O Globo.
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