quarta-feira, 29 de maio de 2019

.: Exposição "Alegorias" reúne obras feitas em nanquim, com bico de pena

Cerca de 20 quadros de temática surrealista, feitos a partir de desenhos com uso de bico de pena, ficarão expostos na Câmara Municipal até 28 de junho


A Câmara Municipal de Guarujá recebe até o próximo dia 28 de junho a exposição 'Alegorias", que reúne cerca de 20 obras de temática surrealista, todas feitas em nanquim, do publicitário e artista plástico Julio Cesar Ferreira. Os quadros estão expostos no Espaço Cultural e foram produzidos a partir de desenhos com uso de bico de pena.  

O artista explica que a técnica de nanquim sobre papel é milenar e cada vez menos usada como forma de expressão, diante do crescimento das ferramentas digitais: “É um trabalho que exige tempo e paciência monástica, quase um ato de resistência ao imediatismo do nosso tempo”.

Para Julio Cesar, a temática surrealista, deliberadamente incoerente, propõe ao observador uma reflexão sobre costumes, religião, política e filosofia, independente da interpretação do autor: “a proposta é que cada um crie sua própria narrativa de acordo com seus valores”.

A exposição estará aberta ao público até o dia 28 de junho no espaço cultural da Câmara Municipal de Guarujá, na Avenida Leomil, 291, Centro

SAIBA MAIS: A tinta nanquim é um material que há muito tempo é usado para a escrita, o desenho e a pintura. Documentos antigos, de cerca de 2 mil a. C., comprovam que os chineses já conheciam e utilizavam nanquim em seus manuscritos.

Já a utilização como matéria-prima para obras de arte, segundo historiadores, teve  início durante a dinastia Tang, na China, próximo ao século IX, tornando-se padrão artístico chinês até o século XVII.

Depois, o nanquim difundiu-se para Europa, durante o século XVIII, e na segunda metade do século XX, para a América do Sul.

.: Cenários de "Senhor dos Anéis" e "O Hobbit" em documentário

Documentário mostra a cultura e belezas naturais de um dos locais com a maior oferta de atividades radicais no mundo

 
 
O canal de televisão por assinatura Travel Box Brazil estreia no dia 5 de junho o documentário “Destino Incomum – Nova Zelândia”, que explora os destinos do país da Oceania. Os protagonistas Henrique Mendel e Ricardo Maluf, também apresentadores de um programa homônimo, já exibiram nas telinhas suas viagens anteriores para a Islândia e África Selvagem, em que visitaram os principais eixos turísticos e apresentaram a cultura, história e comportamento dos lugares.

Agora, em formato longa-metragem, os telespectadores terão a oportunidade de conhecer, por um ângulo brasileiro, os encantos da Nova Zelândia, um dos melhores destinos do mundo para os amantes de turismo de aventura e atividades radicais. Os telespectadores poderão contemplar paisagens estonteantes praticando algumas das atividades mais requisitadas da região, como paraquedismo, bungy jumping, jetboating, rafting, exploração de cavernas, canionismo, entre muitas outras opções. Na viagem, os apresentadores farão trilhas em montanhas, um cruzeiro por fiordes e passeio de barco a jato.

As paisagens da Nova Zelândia também são muito conhecidas entre os fãs das trilogias “O Hobbit” e “Senhor dos Anéis”, pois as gravações dos filmes foram rodadas em mais de 150 locais do país. Em “Destino Incomum – Nova Zelândia”, Mendel e Maluf visitam alguns dos cenários da “Terra-Média” (nome dado ao mundo ficcional de ambas as sagas), mostrando com detalhes um dos sets usados para as filmagens.

Ademais, os apresentadores procuraram conhecer mais sobre a história local e visitaram uma tribo Maori, formada por nativos do país. Os Maoris chegaram na Nova Zelândia há mais de 1000 anos e compõem 14% da população. Após essa visita, a jornada é encerrada nas praias da costa norte do país.

“Destino Incomum – Nova Zelândia” será exibido na quarta-feira, 5 de junho, às 23 horas. O canal Travel Box Brazil apresentará reprises às quartas-feiras, no mesmo horário. Assinantes da NET e Vivo TV podem assistir ao canal pelas posições 557 e 79, respectivamente. 

SERVIÇO
Exibição do documentário ‘Destino Incomum – Nova Zelândia’
Quando: 5 de junho, às 22h45
Canal: Travel Box Brazil
Reprises: quartas-feiras, às 22h45
Duração: 01h15
Classificação indicativa: Livre

.: Peça "A Filha da Mãe", de Lívia Piccolo, estreia no Viga Espaço Cênico

Foto: Diogo Nazaré

Realizado inteiramente por mulheres, o espetáculo "A Filha da Mãe", texto inédito de Livia Piccolo, estreia no Viga Espaço Cênico em curta temporada de 1º a 30 de junho. Com atuação de Joana Dória, a peça fala sobre a condição materna nos dias de hoje, desvinculando-a do idealismo e do romantismo que cerca o assunto. Para isso, atravessa temas como o patriarcado, o aborto, o feminismo e a morte.

O projeto nasceu do encontro entre essas duas artistas e mães e marca a primeira direção teatral de Livia Piccolo. Ela começou a escrever as primeiras palavras do texto em 2016, pouco depois do parto de seu filho. “Não se trata de um relato autobiográfico ou filiado ao teatro documentário, mas sim de um texto ficcional que metaboliza referências estéticas e experiências reais do processo de tornar-se mãe”, explica.

A trama acompanha as aflições, questionamentos e dificuldades de uma mãe em três momentos de sua vida: o parto e os primeiros dias de maternidade com a sua filha, a morte de sua mãe e o aniversário de 30 anos da filha já adulta. Cada uma dessas etapas é narrada com características performativas diferentes. Por exemplo, na primeira parte, a linguagem tem caráter lírico e oral, representado pelo Spoken Word e textos em fluxo. O segundo momento é mais dramático e o terceiro em forma de cartas que a mãe escreve para a filha.

A autora Livia Piccolo conta sobre como surgiram esses três momentos no texto: “O primeiro momento escrevi em um lugar muito quente, elaborando a experiência do meu parto, que foi intenso, natural e desejado. Esse registro começou quase como um desabafo, mas depois foi se distanciando da minha experiência pessoal. Enquanto escrevia sobre isso, tive a ideia de falar sobre o fim da vida. E por que não falar do término da vida da mãe dessa personagem? A partir do momento que ela se torna mãe, passa a repensar a história com a própria mãe. Acho que essa é uma experiência comum na maternidade. Você começa a valorizar mais sua mãe ou a pensar naquilo que gostaria de fazer diferente. E o terceiro momento, que é dessa personagem mais velha, veio das referências literárias que eu metabolizei no texto. As principais foram os livros da Elena Ferrante, que retrata mulheres de diferentes idades, e de outra escritora italiana, a Natalia Ginzburg, sobretudo o romance ‘Caro Michele’, sobre uma mãe mais velha que escreve cartas para seu filho. O livro Monodrama, do poeta Carlito Azevedo, onde ele fala da morte de sua mãe, também foi bem importante."

A peça transita entre a materialização do ambiente doméstico e os vestígios dos pensamentos e memórias da personagem, convidando o público a uma experiência de desconstrução e desnudamento de ideias pré-concebidas sobre o que é ser mãe. A ideia é revelar aspectos concretos e pouco discutidos na vida das mulheres, como a solidão, o aborto como uma escolha real, a depressão pós-parto, as mudanças físicas e sociais, a reorganização dos sonhos a partir da notícia da gestação, o mito do amor materno, as dificuldades e os abusos de uma sociedade que não as acolhe.

Para a atriz Joana Dória, a maternidade contemporânea é mais acompanhada pelo sentimento de solidão em relação ao passado. “Tenho a sensação de que antigamente os núcleos familiares eram maiores e o cuidado com crianças, bebês e idosos era mais compartilhado. Por outro lado, o discurso social e cultural dizia que o cuidado com os filhos era responsabilidade exclusiva da mulher. Hoje, as mulheres almejam muitas coisas e questionam muito mais a maternidade como a principal realização feminina. Acho curioso que tenhamos uma aparência de maior liberdade – queremos ser profissionais bem-sucedidas, queremos nos realizar em outras áreas e a sociedade já defende a ideia de que o pai precisa ser de fato presente e responsável –, mas, ao mesmo tempo, estamos atribuladas de muitos desejos e demandas. É difícil equilibrar tudo isso. Sinto que a maternidade contemporânea é atravessada pelas muitas frentes das quais as mulheres estão tentando dar conta e por um tanto de solidão. Acho que esse sentimento sempre existiu, mas talvez esteja mais exposto agora que falamos sobre isso em muitos grupos de mães, redes sociais e textos de internet”, esclarece.

A encenação adota como duas principais referências a experiência da diretora Livia Piccolo com a maternidade e o ensaio “Mother Series”, da premiada fotógrafa holandesa Rineke Dijkstra. “A primeira referência é a minha experiência como mãe e o que aconteceu no meu ambiente doméstico. A minha casa passou a ficar muito desorganizada. Aconteceu todo um rearranjo dos objetos e dos espaços com a chegada do meu filho. E eu quis passar para a peça um pouco dessa desordem que o puerpério traz. No cenário, os objetos são todos suspensos, como se a casa estivesse de pernas para o ar. E a segunda referência são as imagens de Rineke Dijkstra, que retratou mães que acabaram de parir vestindo apenas roupa de baixo e segurando os filhos no colo. Essas fotos transmitem força e ao mesmo tempo fragilidade. Eu queria que a encenação trouxesse esse elemento cru”, comenta.

Siga a peça no Instagram: @filha_mae_

Sobre Livia Piccolo – Dramaturgia e direção: Formada em Artes Cênicas na ECA/USP (2009), desenvolveu pesquisa de mestrado na mesma instituição cruzando performance vocal, teatro e música contemporânea. Atualmente transita pela escrita, direção e docência. Como atriz e performer participou de diferentes trabalhos, destacando-se as peças E Agora, Nora?! da Cia. Temporária de Investigação Cênica, Ana Não Está, com direção de Gilberto Gawronski e as performances sonoras Vozes em Trânsito e Sobre Lábios e Línguas, com o coletivo L.I.V.E. (Laboratório de Investigação Vocal e Experimentação). Também trabalha como roteirista nos vídeos da editora Antofágica e tem textos publicados em diferentes revistas virtuais.

Sobre Joana Dória - atriz: Atriz, encenadora, performer e professora de teatro. É mestre em Artes Cênicas pela ECA-USP, com orientação de Antônio Araújo (2018). Além do Brasil, realizou trabalhos na Alemanha e na Itália. Formada no Teatro – Escola Célia Helena (2004), no bacharelado em direção teatral ECA/USP (2008), e na Pós Graduação Lato Sensu em Direção Teatral da Escola Superior de Artes Célia Helena (2013). Entre os principais trabalhos como atriz estão as peças Ato a quatro, direção de Bruno Perillo, Espelho, direção de Antônio Januzelli e Alice Através do Espelho, direção de Rubens Velloso.

Ficha técnica:
Encenação: Livia Piccolo. Dramaturgia: Livia Piccolo com colaboração de Joana Dória. Atuação: Joana Dória. Assistência de direção: Luiza Simões. Cenário e Figurinos: Livia Piccolo, Joana Dória e Luiza Simões. Preparação Corporal: Ana Noronha. Iluminação: Sofia Boito. Sonoplastia: Livia Piccolo. Produção: Livia Piccolo e Contorno Produções. Assistência de produção: Madu Arakaki. Arte gráfica: Giovanna Cianelli. Assessoria de imprensa: Adriana Balsanelli.

Serviço:
A FILHA DA MÃE – Estreia dia 1º de junho no Viga Espaço Cênico – Sala Piscina.
Duração: 60 minutos. Classificação: 12 anos. Ingressos: R$30 (inteira); R$15 (meia-entrada); R$6 (credencial plena). Temporada: de 1º a 30 de junho. Sábados às 21h e domingos, às 19h.
Viga Espaço Cênico – Rua Capote Valente, 1323.
Capacidade teatro: 35 lugares. Informações: (11) 3801 1843.

.: Por que é tão difícil falar sobre o que sentimos?

Frésia Sa. Foto: Divulgação

Fomos ensinados a pensar e não a sentir. "Engole o choro", "não demonstre sentimentos", "seja uma pessoa racional", certo? Para a fisioterapeuta com foco em Saúde Integrativa Frésia Sa, as consequências disso são inúmeras doenças com fundo emocional, e uma dificuldade enorme de lidar com o que sentimos.

Ao longo dos últimos séculos, tivemos um desenvolvimento incrível no campo da ciência e da racionalidade. Chegamos à Lua, descobrimos o poder atômico, desenvolvemos vacinas e tecnologia de ponta. Em termos racionais, podemos ser considerados um sucesso. Em contrapartida, nos afastamos cada vez mais do sentir. Nos tornamos mais frios, mais calculistas, mais apáticos. Segundo Frésia Sa, fisioterapeuta com foco em Saúde Integrativa, essa frieza toda é só ‘por fora’. “Os sentimentos continuam lá, se multiplicando, se conectando aos acontecimentos, mas esquecidos e em desarmonia”, lembra ela.

Segundo Frésia, fomos educados a engolir o choro, a não demonstrar o que sentimos para não parecermos fracos. E acabamos, na verdade, nos enfraquecemos com isso: “desenvolvemos síndromes, dores, doenças, nos desconectamos da nossa essência, criamos relações mal resolvidas com nossas famílias, que acabaram se alastrando por gerações. Desaprendemos a expressar amor e descontentamento com naturalidade. E aprendemos a nos melindrar quando somos contrariados”, reflete a fisioterapeuta.

Para ela, a consequência disso tudo foi que desaprendemos a falar sobre o que sentimos: “conheço pessoas que fogem de terapia, por exemplo, por terem receio de ter que expressar o que sentem, falar sobre raiva, mágoa, ressentimentos. Ou mesmo admiração. Na dúvida sobre como seremos recebidos, melhor nem mencionar sentimentos, certo”?

Frésia explica: “quando nos abrimos para entender novamente nosso quociente emocional e nos permitimos abrir o coração e expressar nossos sentimentos, uma mágica acontece na vida. Primeiro, é muito difícil, não vou mentir. É preciso quebrar padrões enraizados, e nos distanciar dos modelos perfeitos construídos através dos tempos. Por isso, algumas técnicas, que buscam fragmentos guardados no inconsciente, crenças que nem sabemos que temos e memórias traumáticas, podem ser um bom começo”.

A especialista sugere um trabalho para descristalizar o modelo perfeito de comportamento, que nos afasta do sentir, e que pode ser um ótimo primeiro passo para começarmos a expressar o que está na esfera do sentir: “desenvolver a inteligência do coração, sem perder a racionalidade, quando o momento pedir. Na verdade, para conseguir falar sobre o que sentimos, é preciso começar a trilhar o caminho do meio entre a razão e a emoção”, finaliza.

Fonte: Biointegral Saúde


terça-feira, 28 de maio de 2019

.: Amanhã: "Dani e Elas" é lançado com sessão de autógrafos

No próximo dia 29, às 19h, a apresentadora lança o livro "Dani e Elas – Gravidez e Maternidade Para A Mulher Moderna"


A Saraiva, rede varejista de educação, cultura e entretenimento, e a editora Universo dos Livros, realizam, na próxima quarta-feira, dia 29 de maio, evento com a apresentadora e jornalista Daniela Albuquerque para o lançamento de seu livro Dani e Elas – Gravidez e Maternidade Para A Mulher Moderna, Universo dos Livros. O evento acontece às 19h, na Saraiva do Shopping Pátio Paulista.

Com o intuito de ajudar as futuras mamães que desejam entender melhor esse universo, Daniela Albuquerque traz dicas e conselhos sobre gravidez e maternidade. Além disso, o livro reúne informações sobre todos os aspectos da gestação e como foram as duas experiências da apresentadora com o tema: evolução mês a mês, infográficos, o envolvimento do pai, tipos de parto, alimentação, enxoval, quando fazer o ensaio fotográfico e um capítulo especial sobre amamentação.

A obra conta ainda com a consultoria de três especialistas: a dra. Cristina Nishimura, obstetra, desenha um panorama geral sobre alterações que ocorrem no período; a Dra. Claudia Marin, nutricionista, apresenta sugestões de cardápio tanto para o período gestacional como para o de amamentação; e Priscila Goldenberg, idealizadora do primeiro serviço de personal shopper para enxoval de bebê, apresenta uma lista de itens necessários, com direito a descrição e quantidades sugeridas.

Serviço
Data: 29/05, às 19h
Gratuito
Local: Saraiva Shopping Pátio Paulista
Endereço: Rua Maestro Cardim, 1947 - Bela Vista, São Paulo - SP

.: Espetáculo reúne Cisne Negro Cia de Dança e Pia Fraus no Sesc Santos


"Goitá" é a reunião de duas grandes companhias de São Paulo: a Cisne Negro Cia. de Dança, com seus 42 anos de existência, e a Pia Fraus, com seus 35 anos, estabeleceram uma parceria na criação de um espetáculo que une a dança com o teatro de bonecos, numa obra em que a matriz é a cultura popular brasileira.

O teatro popular de bonecos, que em Pernambuco é chamado de mamulengo, é o grande motor dessa nova montagem. Glória do Goitá, uma pequena cidade localizada a 60 km de Recife, é a capital brasileira do mamulengo: a ação do espetáculo se desenvolve em pleno mercado municipal, entre as barracas onde são vendidos objetos de palha, artefatos de cozinha, cabaça, buchas e uma infinidade de produtos produzidos por pequenos agricultores e artesãos locais. 

O espetáculo apresenta um passado não tão distante, no final dos anos 1960, em que os efeitos da
industrialização já eram sentidos, mas a percepção da vida era menos agitada. No meio do mercado, surge o mamulengo, com sua tolda e seus bonecos, para alegrar o ambiente de forma inesperada: o público é convidado a se juntar aos bailarinos na utilização dos elementos do mercado e os transformarem em bonecos. O desafio de integrar as linguagens da dança ao teatro popular de bonecos partiu da Cisne Negro, que, durante uma trajetória de 42 anos, ousou se aventurar na construção de uma linguagem artística própria.

Cisne Negro Cia. de Dança
Com direção artística de Hulda e Dany Bittencourt, a Cisne Negro Cia. de Dança traz em seus trabalhos a originalidade, a tradição e a preocupação de formar novas plateias, buscando públicos capazes de apreciar a inovação e a beleza. A Cisne Negro Cia. de Dança acredita que a cultura é uma ferramenta de transformação social, mantendo em seu repertório algumas obras sócio-educativas. A companhia já foi assistida por um público superior a 2,5 milhões de pessoas, em aproximadamente 17 diferentes países, passando por mais de 400 cidades.

Pia Fraus
Nos seus 35 anos de existência, a Pia Fraus produziu dezenas de espetáculos, apresentando-se nos principais festivais nacionais e internacionais de teatro. Da diversidade de formação de seus componentes (teatro, dança, teatro de bonecos e de máscaras, circo e artes plásticas), surgiu a linha de trabalho da companhia: desenvolver uma linguagem que aprimorasse dramaticamente cada uma dessas áreas e as integrasse, consolidando um repertório e buscando o aprofundamento, a pesquisa e a integração dos recursos do teatro de animação aos de outras linguagens. A nãolinearidade, o pouco uso da palavra, a força nas imagens e a relação entre boneco e ator são os elementos que caracterizam os trabalhos da companhia.

Serviço:
Dias 2 e 4 de junho de 2019
Domingo, às 17h e terça, às 20h
Teatro do Sesc ( R. Cons. Ribas, 136, Aparecida, Santos) • Livre
Ingressos: R$ 20 | R$ 10 | R$ 6 – Credencial Plena

Ficha Técnica
Elenco: André Santana, César Dias Cirqueira, Felipe Silva, Fernando Souza, Giovanna Perez, Isabel Lima, Isabelle Dantas, Júlia Poletto, Larissa Ferreira, Luiza Ginez, Renato Lima, Vinicius Campagnani e Willian Gásparo 
Direção artística: Hulda Bittencourt e Dany Bittencourt  Direção cênica e Dramaturgia: Beto Andreetta 
Idealização e Coreografia: Ana Catarina Vieira 
Assistente de coreografia: Patrícia Alquezar 
Trilha sonora: Quinteto Violado 
Edição musical: Cesar Maluf 
Criação de Bonecos: Dino Soto 
Confecção de bonecos: Juciê Batista, Dino Soto, Roni e Beto Andreetta 
projeto de luz Cristiano Paes 
Responsável técnico: Eduardo Ferreira figurinos/criação André Santana e Atelieles (Elson Leite e Márcio Peres) 
Confecção: Atelieles e Balletto

.: Army vai no show do BTS e conta tudo sobre a apresentação que parou SP


Depoimento e fotos de Alícia Ferracini*, em maio de 2019.

No dia 25 de maio, o sábado mais esperado pelas k-popers, deu o que falar, seja pela boa produção visual ou a euforia das Armys- nome do fandom do grupo Sul Coreano BTS- com o primeiro dos dois shows em São Paulo com a turnê "Love Yourself: Speak Yourself".

Algumas armys até acamparam há mais de três meses em frente ao Allianz Parque, onde foi o local do show, com muita tecnologia, coreografias sem erros e a simpatia dos sete integrantes mostrou como eles são esforçados, que até se arriscaram a falar algumas frases do nosso idioma!

A sensação de abrir os olhos e saber que em poucas horas eu iria ver o BTS- conhecidos como "amores da minha vida" (e das armys no geral também) é surreal! Tinha medo de que algo pudesse dar errado e não conseguir ver eles. Fiz loucuras para conseguir assisti-los; tive que sair da escola ao meio-dia de sexta-feira para pegar o ônibus até São Paulo, onde eu ficaria na casa do meu tio para, no dia seguinte, ir ao show com minha tia, que não curtia k-pop e não estava familiarizada com o idioma...

Cheguei no estádio do Palmeiras uma hora e meia antes do show e já estava com expectativa e ansiedade de ver um estádio pela primeira vez, toda a estrutura montada: cerca de 375 toneladas de equipamentos de som e iluminação -e o fascínio de estar imaginando algo que estaria por vir...

Estava até ignorando a sensação térmica do lugar, com relação a emoção e a sensação corporal. Não peguei fila, pois meu portão seria o C1- só para as pessoas que ficaria nos lugares da Soundcheck ou em algum camarote, onde o último citado foi onde fiquei.

Já comecei a me emocionar quando peguei os ingressos no 3° andar. Nunca tinha ido a um show de grande proporção com uma carreira consolidada, muito menos entrar em um camarote onde desfrutei do “luxo” e sentindo como uma "burguesa" por um dia!

Depois de admirar tudo a minha volta, desde a luz neon azul que invadia o local, fui com minha tia à cadeira inferior, onde eu finalmente iria ver com meus olhos com graus de miopia os amores da minha vida e não vídeos de shows em outros países!

Chegando perto de onde eu ficaria, pude ver o local cheio de gente gritando "BTS" e me emocionei, sabendo que em poucos minutos eu estaria fazendo parte daquela multidão. Fiquei extasiada quando vi aquelas milhares de pessoas (umas 45.000) e a produção estava impecável, onde as luzes estavam em sintonia com nossas Lightsticks Armys Bombs- é um objeto como se fosse uma lanterna que nós k-popers usamos em shows onde muda de cor via Bluetooth.



Pude ouvir um coro gritando “pomba”, pois uma pomba estaria “desfilando” no palco e rendeu um momento descontraído e cômico para as armys. Quando começou a tocar a música de abertura “Dionysus”, minhas pernas ficaram “bambas” e era uma gritaria boa de sentir e ouvir. Formamos realmente um exército de k-pop. E cantamos tudo em coreano, ou elo menos tentamos... saber que eu estava vendo meu ídolo- Kim Taehyung rendeu algumas lágrimas no começo do show.

As músicas ficaram lindas, pois parecia que nós armys que demos o show, cantamos todas as músicas em coreano, deixamos o estádio com as cores de nossa bandeira: verde, azul e amarelo:

Foi lindo eles tentando falar português e até Jungkook mostrou que os memes brasileiros estão além das fronteiras do idioma, soltando um “junto e shallow now” E “Sope”, a junção de Suga e J-Hope sambando levou todos em êxtase!!

O show durou cerca de umas 3hrs, na hora que eles se despediram de nós saiu aquela felicidade que há muito tempo não sentia, e acabei chorando até chegar à casa dos meus tios e relembrar cada momento e sensação que tive com esse show!! Podem não gostar de k-pop, mas é um gênero musical, que agora faz parte de uma Indústria Cultural- que está “bombando” nas culturas no geral e que está fazendo os adolescentes pirarem, e não só isso, fazer nós pensarmos, com suas músicas transmitindo amor e o respeito à vida...



Algumas frases que os meninos falaram no show:

“Cerca de 3 Anos, 195 dias, rodamos pelo mundo em 3mil e 300 lugares, a cidade que eu mais queria vir, o pais que eu queria mais ver, Brasil São Paulo" - R.M.

“Nós te roxamos”- J.K traduziu a famosa frase de Taehyung.

“País da Energia”.

“Brasil é a minha esperança” frase de J-Hope, onde o mesmo fez trocadilho com seu nome artístico.

Entre outras frases... teve até frases em português que o Taehyung, colocou no Twitter:

“Escrevo em texto porque a minha pronúncia não é muito boa. Para as nossas ARMYS que estão do outro lado do mundo, não esqueceremos destes momentos de ontem e hoje. Com certeza voltaremos! Eu recebi muita força e fiquei muito mais feliz, graças a vocês.”

“Muito obrigado ARMYS do Brasil e não esquecerei desta calorosa torcida que estava procurando. Amo vocês! -Mr. Lindo”- #V

Alícia Ferracini* tem 16 anos, não só gosta de k-pop, mas outros estilos músicas como: Sad Song, eletrônica, MPB, pop... As letras das músicas sempre a ajudaram a refletir e pensar que de algum modo não está sozinha. Estuda na Etec de Itanhaém, cursando Meio Ambiente.

Ela tem uma página no Facebook sobre BTS (para variar...).

Link: https://www.facebook.com/Psoon/

Tem 2 contas no Instagram sobre k-pop, onde a mesma faz ‘edits’ de fotos.

Link: https://instagram.com/army_k_pobre_?igshid=1x7x81eij76jj

Link: https://instagram.com/galeria_de_wallpapers?igshid=juvcnop9dko3

.: Espetáculo "O Auto da Compadecida" em cartaz no Teatro Nair Belo

A partir de obra clássica de Ariano Suassuna, a peça O Auto da Compadecida, que mistura cultura popular e tradição religiosa, ganha encenação com alunos do 5º Módulo da Turma M5A da Escola de Atores Wolf Maya



Foto: divulgação

O espetáculo - que tem adaptação e direção assinadas por Dan Rosseto - acontece nos dias 3, 4 e 5 de junho (segunda, terça e quarta), no Teatro Nair Bello, às 21h.

Ariano Suassuna (1927-2014) escreveu o Auto da Compadecida em 1955, e sua primeira encenação aconteceu, em 1956, em Recife (PE). O drama se passa no nordeste do Brasil, reunindo elementos da tradição da literatura de cordel e do gênero comédia com traços do barroco católico brasileiro. O enredo se desenvolve em torno de dois personagens principais: João Grilo, um sertanejo mentiroso e esperto, e Chicó, o maior covarde e contador de causos da região. Ambos são muito pobres e sobrevivem de pequenos negócios e golpes, enquanto vagam pelo sertão.

O diretor Dan Rosseto comenta que “a montagem traz personagens imortais e músicas do cancioneiro popular que marcaram época”. O estudo sobre a obra, apresentado pela Escola Wolf Maya, celebra essa comédia tipicamente brasileira com suas reflexões religiosas e morais. “Esperamos que Suassuna nos aprove e nos abençoe por tamanha ousadia, esteja ele onde estiver”, completa o diretor.

FICHA TÉCNICA - Autor: Ariano Suassuna. Direção e adaptação: Dan Rosseto. Assistência de direção: Evellyn Reis, Henrique Garcia, Rafael Fontenele, Sabrina Rodriguez e Victoria Montesso. Preparação vocal: Adriana Pires. Preparação corporal: André Capuano. Figurino e maquiagem: Elenco. Ambientação cênica: Dan Rosseto. Coreografia: Dan Rosseto, Carol Lazarin, Fernanda Novoa e Julia Döhler. Trilha sonora: Dan Rosseto. Criação de luz: Beto Martins. Operação de som: Henrique Garcia e Evellyn Reis. Produção executiva: Maristela Bueno.  Produção: Rodrigo Trevisan e Renato Campagnoli. Design gráfico: Felipe Barros. Coordenação pedagógica: Josemir Kowalick. Coordenação geral: Hudson Glauber.

Elenco (Turma M5A): Ana Carolina Skoretzky, Bia Méll, Carol Lazarin, Catharina Viezzer, Edu Queiroz, Fernanda Novoa, Flavio Macch, Gon Segre, Hiago Trindade, Julia Döhler, Laura Quagliato, Laura Schnornberger, Letícia Nerak, Luana Pessi, Lucas Lorca, Nathi Oliveira, Raffah Beletti, Raissa Costa, Ramon Fischer, Ricardo Paiva, Sabrina Nask, Sarah Angelis, Thiago Piacentini, Victória Baccarelli e Vinicius Fontana.

Serviço 
Espetáculo: O Auto da Compadecida
Apresentações: 3, 4 e 5 de junho
Horários: segunda, terça e quarta, às 21h
Ingressos: R$ 20,00 (vendas na bilheteria do teatro)
Gênero: Comédia. Duração: 80 min. Classificação: 12 anos.
Bilheteria: quarta a sábado (15h às 21h) e domingo (15h às 19h).

Teatro Nair Bello
Rua Frei Caneca, 569 - Shopping Frei Caneca, 3º Piso. Centro - SP/SP.
Tel: (11) 3472-2442.
Ar condicionado. Acessibilidade. Capacidade: 201 lugares.

.: “O chinês e o dragão” une dança contemporânea e kung fu tradicional


O Teatro de Bonecos Dr. Botica, promovido pelo Instituto Grupo Boticário e localizado no Shopping Estação, recebe neste fim de semana (1/6 e 2/6) a peçaO chinês e o dragão. Inspirado em lendas da China e no livro "Góru el magico", da mexicana Natália Armienta, a peça conta a história do pescador Chan.

O espetáculo fala das diferenças dos seres e de suas aceitações. Das passagens de tempo, da contemplação e das sutilezas. O universo criado em O chinês e o dragão mostra um tempo desacelerado, um cotidiano que é ao mesmo tempo simples e extraordinário.

A peça utiliza diversas técnicas de manipulação direta, sombras e varas combinadas com dança contemporânea e Kung Fu tradicional.
As apresentações acontecem em três horários: às 13h, 15h e 17h. Os ingressos custam R$ 20 (inteiro) e R$ 10 (estudantes, idosos e crianças de 3 até 12 anos).

Serviço
O chinês e o dragão
Quando: sábado (1º) e domingo (2)
Horário: 13h, 15h e 17h
Quanto: R$ 20 (entrada inteira) e R$ 10 (estudantes, idosos e crianças de 3 até 12 anos)
Onde: Teatro de Bonecos Dr. Botica – Piso 1

Shopping Estação
Av. Sete de Setembro, 2.775, Rebouças - Curitiba (PR)
(41) 3094-5300
www.shoppingestacao.com.br
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segunda-feira, 27 de maio de 2019

.: The Sims 4 grátis para baixar. Aproveite a chance e divirta-se!

Na última terça-feira a tag "The Sims 4" ficou entre os TT´s e surpreendeu a galera que ama jogos e, principalmente, os fãs do clássico simulador de vidas: The Sims. A novidade é de que até o dia 28 de maio, será possível baixar no computador o jogo base da quarta geração dos Sims, aqueles bonequinhos que vivem em família, entre amigos e até inimigos.

Para baixar no computador é preciso ter o aplicativo "Origin" e depois baixar o jogo. Nós do Resenhando.com já estamos curtindo a brincadeira e deixa a dica de "cheats" para fazer seus personagens podres de ricos, no caso o clássico "motherlode".

É válido lembrar o primeiro game, aquele que rendeu a última criação apresentada em belos gráficos, o "The Sims", lançado lá em fevereiro de 2000. Para tanto, nós do Resenhando.com listamos aquele jeitinho esperto de deixar o game mais interessante. Para tanto, é preciso pressionar o Ctrl+Shif+C e digitar os seguintes códigos para ser feliz no game.

Para ter dinheiro no The Sims 1 digita-se "motherlode", os usuários do The Sims 8 em 1, digita-se "rosebud" e depois "!;!;!;!;!;!;!;". Já para o The Sims com expansões digita-se "klapaucius" e "!;!;!;!;!;!;!;"

autonomy [1-100]: Libera o nível de autonomia do Sim, assim ele depende menos das ações do jogador;

bubble_tweak [z offset]: Retira os balões de pensamento que aparecem em cima dos Sims para indicar suas intenções;

draw_routes [on/off]: Mostra o rastro do Sim por onde ele passa;

edit_char: Acessa o modo criar-personagem e fazer Sim com as características que desejar;

edit_grass [-100/100]: Edita a grama em um determinado local e fazer mais alterações que vão além do tamanho da grama;

grow grass [0-150]: Altera o tamanho da grama, mudando o aspecto do jardim;

history: Altera a história da família selecionada;

interests: Exibe dados sobre a personalidade e os interesses do Sim que estiver selecionado no momento;

map_edit [on|off]: Permite editar o mapa para customizar alguns padrões do jogo, construções, mobilia etc;

move_objects: Permite movimentar objetos livremente, inclusive das regras de posicionamento de objetos e mobílias do jogo;

quit: Termina o jogo sem as mudanças feitas.

refresh_textures: Permite alterar as texturas das personagens;

save: Salvar a casa como um todo, status, pessoas e decoração;

sim_speed [-1000/1000]: Altera a velocidade do jogo, as coisas acontecem mais rápido ou mais devagar de acordo com os reflexos do jogador. Você pode retornar à velocidade normal selecionando no menu;

sim_log [begin|end]: Para encerrar o Sim Logging;

tutorial off: Para não gerar objetos no modo tutorial do game;

water tool: Para colocar água ao redor de sua casa, como um fosso;

.: "Carta ao Pai", de Kafka, faz 100 anos e ganha monólogo

'Carta ao Pai', de Kafka, completa cem anos e ganha monólogo com Dionisio Neto na Biblioteca Mário de Andrade. É grátis, estreia 3 de junho


Foto de cena de Dionisio, por Raquel Pinheiro


A Biblioteca Mário de Andrade apresenta o ator e diretor Dionisio Neto em “Carta ao Pai”, monólogo adaptado da obra homônima do escritor theco Franz Kafka (1883-1924), nas segundas-feiras do mês de junho, às 19h. (Dias 3, 10, 17, 24 de junho).

O espetáculo comemora 21 anos da Companhia Satélite com esta versão do clássico kafkiano CARTA AO PAI, escrito durante os dez dias em que o autor de “O processo” ficou internado em um quarto da pensão Studl, sanatório de Kierling, nos arredores de Viena, entre 10 e 20 de novembro de 1919 (em 2019 a carta completa 100 anos, configurando efeméride com comemoração mundial). 

Adaptado de traduções em diversas línguas, dirigido e produzido pelo próprio autor com sua Companhia Satélite, em “Carta a Pai” Dionisio interpreta o pai Hermman Kafka, bem como seu filho Franz, ao estilo do ator americano Spalding Grey - atrás de uma mesa e iluminado por velas, diferenciando-os por meio de diferentes tonalidades de voz.   

Vestido em um terno preto, Dionisio limpou ao máximo artifícios para compor o espetáculo. Não há trilha sonora, a iluminação é essencial – apenas uma mesa, uma cadeira, dois castiçais com velas, um copo com água, uma caneta, um ator, os papéis da carta e a potência da literatura kafkiana. Pouquíssimos gestos buscam o essencial e o que há de teatral no clássico texto de Kafka.  Esta é a segunda vez que o ator interpreta o texto. A primeira versão estreou em 2009 no Sesc Santana, porém a atual é totalmente reelaborada.                  
Dionisio Neto (São Luís – MA, 29 de dezembro de 1971) é autor, ator, diretor, roteirista, poeta, figurinista, compositor, cantor, iluminador, empresário, professor, palestrante e produtor. Cursou Letras na FFLCH–USP e o primeiro workshop de dramaturgia do Royal Court Theatre de Londres no Brasil. Trabalha em teatro, cinema (Carandiru, Garotas do Abc, Contra Todos, entre outros), TV (A Favorita, Morde e Assopra, Carandiru – outras histórias – TV Globo) e internet (Crime Time: Hora de Perigo – Canal +, França). Atuou no CPT de Antunes Filho e no Teatro Oficina de José Celso Martinez Corrêa, entre outros. Com sua Trilogia do Rebento no final dos anos 90 foi chamado pela crítica especializada como “o enfant terrible do Teatro Brasileiro”. Apresentou seus espetáculos em festivais nacionais (Festival de Curitiba) e internacionais (The BluePrint Series Festival de Nova Iorque, FITEI – Portugal) e ganhou diversos prêmios. É diretor artístico da Companhia Satélite desde 1995. Publicou os livros “Cinco peças” (Ed. Giostri), Desembestai! – peças reunidas vol. 1 e Opus profundum – peças reunidas vol. 2 (Ed. Benfazeja). Dionisio Neto é ator na nova novela da Rede Globo “A dona do pedaço”, de Walcyr Carrasco.

SINOPSE: Em um sanatório nos arredores de Viena, entre os dias 9 e 19 de novembro de 1919, internado com tuberculose, o oprimido e doente advogado e autor judeu Franz Kafka escreve uma carta para seu pai, o comerciante Hermann Kafka, em que fala de  seu medo da figura paterna e de sua relação com ele, em acerto de contas de muitos anos. Por interferência da mãe do escritor, a carta nunca foi entregue ao destinatário. O espetáculo é dedicado à memória do diretor Antunes Filho, com quem Dionisio se formou e atuou em ‘Vereda da Salvação’

Ficha Técnica:
CARTA AO PAI, de Franz Kafka
Com Dionisio Neto
Produção: COMPANHIA SATÉLITE
Adaptação, direção, figurinos, cenografia, iluminação e direção: Dionisio Neto
Operação de Luz: Roberto Herreira Bueno
Fotos: Raquel Pinheiro
Vídeo: Beto Perocini
Assistência de produção: Noemi Susuki
Produção: Dionisio Neto
Apoio Cultural: Fontes Eventos

SERVIÇO
Auditório Rubens Borba de Moraes da Biblioteca Mário de Andrade.
Rua da Consolação, 94 – República. Tel. (11) 3775-0020
Dias 3, 10, 17, 24 de junho, às 19h
Duração: 50 minutos / Indicação de faixa etária: livre
Acesso para portadores de necessidades especiais
Lotação: 170 lugares
As senhas começam a ser distribuídas uma hora antes.
Um ingresso por pessoa.
PROGRAMAÇÃO GRÁTIS

.: Teatro Porto Seguro recebe Maria Gadú em show intimista

Foto: Fernando Banzi


Maria Gadú apresenta o show Pelle, no dia 11 de junho, terça-feira, às 21h, no Teatro Porto Seguro. Sozinha no palco rememora nos improvisos os tempos de barzinho, com repertório repleto de composições de sucesso como Shimbalaiê, Bela Flor, Dona Cila, e canções que fazem parte da sua vida como A História de Lilly Braun, de Chico Buarque.

“Depois de mais de uma década, faço essa deliciosa tour munida apenas de guitarra e violão. A solidão no palco, as canções em suas formas nuas e cruas, o improviso. Lembrando os meus tempos de barzinho, tocadora de rua, violeira da noite,” conta a cantora.

O show foi apresentado em novembro de 2017 em uma turnê de 12 shows pela Europa, em cidades como Roma, Milão, Florença, Cagliari e Paris.

MARIA GADÚ no show Pelle
Dia 11 de junho - terça-feira, às 21h.
Ingressos: R$ 160,00 plateia /R$120,00 frisas / R$ 100,00 balcão.
Classificação: 12 anos.
Duração: 80 minutos.
Gênero: MPB.

TEATRO PORTO SEGURO
Al. Barão de Piracicaba, 740 – Campos Elíseos – São Paulo.
Telefone (11) 3226.7300.
Bilheteria: De terça a sábado, das 13h às 21h e domingos, das 12h às 19h.
Capacidade: 496 lugares.
Formas de pagamento: Cartão de crédito e débito (Visa, Mastercard, Elo e Diners).
Acessibilidade: 10 lugares para cadeirantes e 5 cadeiras para obesos.
Estacionamento no local: Estapar R$ 20,00 (self parking) - Clientes Porto Seguro têm 50% de desconto.
Serviço de Vans: TRANSPORTE GRATUITO ESTAÇÃO LUZ – TEATRO PORTO SEGURO – ESTAÇÃO LUZ. O Teatro Porto Seguro oferece vans gratuitas da Estação Luz até as dependências do Teatro. COMO PEGAR: Na Estação Luz, na saída Rua José Paulino/Praça da Luz/Pinacoteca, vans personalizadas passam em frente ao local indicado para pegar os espectadores. Para mais informações, contate a equipe do Teatro Porto Seguro.
Bicicletário – grátis.
Gemma Restaurante: Terças a sextas-feiras das 11h às 17h; sábados das 11h às 18h e domingos das 11h às 16h. Happy hour quartas, quintas e sextas-feiras a partir das 18h.
Vendas: tudus.com.br
Facebook: facebook.com/teatroporto
Instagram: @teatroporto

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