"Pátria", nova minissérie da HBO Europe, baseada no romance homônimo de Fernando Aramburu, estreia em maio no canal HBO e na HBO GO. Criada por Aitor Gabilondo, a produção foi realizada com a participação da HBO Latin America. Composta por oito episódios, "Pátria" se desenvolve ao longo de três décadas em Euskadi (País Basco). Por meio de seus protagonistas – duas famílias divididas pelas consequências do terrorismo – a série mostra como as pessoas comuns vivem no contexto de um conflito que, apesar de ser local, tem diversos elementos semelhantes aos de outros confrontos em muitos lugares do mundo. A vida de Bittori (Elena Irureta) e sua família muda completamente no dia em que o ETA mata seu marido, Txato (José Ramón Soroiz), na porta de casa. As relações com a família da sua amiga Miren (Ane Gabarain), cujo filho milita no grupo terrorista, são cortadas. Ao mesmo tempo, todos terão que lidar com o luto e as contradições morais, enquanto a vida segue seu próprio curso, colocando no caminho novos elementos que afetarão o futuro. "Pátria" é uma produção original da HBO Europe com a participação da HBO Latin America, e foi produzida pela Alea Media. A minissérie tem direção de Félix Viscarret e Óscar Pedraza e produção executiva de Miguel Salvat e Steve Matthews da HBO Europe.
Escritora infanto-juvenil marca presença na edição comemorativa de 15 anos do Festival Literário Internacional de Poços de Caldas
Pela primeira vez em Poços de Caldas e como a homenageada principal, a escritora imortal Ana Maria Machado, que ocupa a cadeira 1 da Academia Brasileira de Letras, recebe homenagem em Poços de Caldas dia 25 de abril como Patronesse do Flipoços 2020. O Flipoços abre o calendário nacional dos festivais e festas literárias do Brasil e vai homenagear as mulheres na edição de 15 anos com o tema "Mulher e Literatura: da Poesia ao Poder". Mais uma vez, o Festival sai na vanguarda dos acontecimentos e quer oferecer para o público em 2020 um motivo a mais para reflexões, associadas às boas oportunidades de conhecimento e aprendizagem. Nessa edição comemorativa, a Curadoria que ao longo dos anos tem buscado diversificar os temas, trazendo para o ambiente do festival os assuntos mais abrangentes e pouco difundidos, trará no próximo ano, um tema que todos nós, indistintamente, nos deparamos diariamente em todos os momentos do nosso cotidiano: as questões referentes ao universo feminino. E para representar todas as mulheres e que tivesse esse apelo de força, determinação, vanguardismo e relevância nas escritas, a curadoria optou pela escritora Ana Maria Machado que rapidamente aceitou o convite. Conheça mais sobre Ana Maria Machado Ana Maria Machado nasceu no Rio de Janeiro em 1941. Começou como pintora, tendo estudado no Museu de Arte Moderna do Rio e no de Nova Iorque. Participou de diversas exposições individuais e coletivas, no Brasil e no exterior. Após se formar em Letras Neolatinas, estudou com Roland Barthes, sob cuja orientação fez sua tese de pós-graduação na Ecole Pratique des Hautes Etudes, em Paris - onde também lecionou na Sorbonne em 1970-1971. Deu aulas na Faculdade de Letras e na Escola de Comunicação da Universidade Federal do Rio de Janeiro, e na PUC-Rio. Foi professora visitante na Universidade de Berkeley, nos Estados Unidos, e ocupou a cátedra Machado de Assis em Oxford. Em 2005, foi uma das 50 mulheres latinoamericanas indicadas ao Premio Nobel da Paz pela organização 1000 Peace Women Across the Globe. É membro do PEN Club, da Academia de Ciências de Lisboa e do Seminário de Literatura da Universidade de Cambridge, na Inglaterra. Recebeu a Ordem do Merito Cultural, no grau de Grão-Mestre, a Medalha Tiradentes e a Grande Ordem Cultural da Colômbia. Escritora ganhadora do Machado de Assis da Academia Brasileira de Letras, o mais importante prêmio nacional para conjunto de obra, de três Jabutis e do Hans Christian Andersen, considerado a principal consagração mundial da literatura infantil, completa 50 anos de carreira este ano. Ana Maria Machado recebe o Prêmio de Patronesse no dia 25 de abril, ás 19h30 no Teatro da Urca. Dia 26, domingo, às 15h30 com o público em geral e no dia 27, segunda, a autora terá um encontro especial com as crianças a partir das 9h. O Flipoços 2020 vai acontecer de 25 de abril a 03 de maio, no Espaço Cultural da Urca em Poços de Caldas. A distribuição gratuita dos ingressos para as atividades terá inicio em 23 de março. Realização e mais informações GSC Eventos Especiais Ltda. pelo (35) 3697 1551. Mais informações em www.flipocos.com e pelas redes sociais.
No final dos anos 1940, Darcy Ribeiro levou adiante uma minuciosa pesquisa de campo sobre a etnia dos Kadiwéu. O resultado está no livro "Kadiwéu: Ensaios Etnológicos Sobre o Saber, o Azar e a Beleza", publicado pela Global Editora, composto por textos que mostram a maturidade de um intelectual diferenciado e trazem descrições densas das relações familiares desse grupo indígena, das estratégias que empregam para a proteção de suas terras, dos mitos que integram seu universo de crenças, dos seus cantos xamanísticos, das pinturas feitas em seus corpos e também nas cerâmicas. O trabalho de campo foi realizado entre os anos de 1947 e 1948, no estado do Mato Grosso, logo após Darcy Ribeiro ingressar no extinto Serviço de Proteção aos Índios (SPI). Em "Confissões", seu livro de memórias, Darcy Ribeiro afirma ter desenvolvido junto aos Kadiwéu muito de sua argúcia de fino estudioso dos indígenas. Em suas palavras, pôde aprender com eles que “só uma identificação emocional profunda pode romper as barreiras da comunicação, permitindo a um estranho penetrar a intimidade que atingia praticamente o máximo a que pode aspirar um antropólogo no seu esforço por ver o mundo com os olhos do povo que estuda”.
O filme, que deve estrear neste verão em todo o Brasil, conta com a participação de atores premiados como André Melo, que já participou de produções internacionais premiadas em Cannes Com previsão de estreia para o primeiro trimestre de 2020, "Pluft, o Fantasminha" será o primeiro filme 3D infantil brasileiro e promete trazer o melhor desta tecnologia para contar a história repleta de mistério e também humor, tratando-se de uma adaptação para o cinema da clássica peça de teatro escrita por Maria Clara Machado em 1955, que já havia sido transformada em filme em 1965 e minissérie em 1975. O enredo gira ao redor da amizade entre o fantasminha Pluft e a pequena Maribel (Lola Belli), que se encontram numa casa abandonada. A menina foi sequestrada pelo pirata Perna de Pau (Juliano Cazarré) - que quer usá-la para achar o tesouro deixado pelo seu avô, o falecido Capitão Bonança Arco-íris - e espera pela ajuda dos atrapalhados marinheiros Sebastião (Arthur Aguiar), João (Lucas Salles) e Juliano (Hugo Germano), amigos do velho capitão. O experiente ator André Melo, que já esteve em produções como "Tropa de Elite", o longa italiano "El Tradittore", que foi premiado em Cannes e o filme "Pacificado", produção norte-americana que estreia brevemente nos cinemas brasileiros, faz parte do elenco do primeiro longa infantil filmado em 3D no Brasil. "Geralmente o público infantil não é atendido pelas grandes produções brasileiras, então este filme entrará para a história também por olhar para este público que até então só tinha o cinema internacional como os estúdios Disney para recorrer. É uma honra fazer parte de um projeto como esse que entrará para a história do cinema nacional, além de ser baseado na obra de uma das maiores escritoras do nosso país para o público infantil", contou o ator. André se tornou um rosto conhecido do grande público ao longo dos anos por suas participações em diversas novelas da Rede Globo, como "Malhação", "Deus Salve o Rei", "A Regra do Jogo", "Eta Mundo Bom", "Rock Story", "Sol Nascente" e "Liberdade, Liberdade". O ator já contracenou com os maiores nomes da dramaturgia nacional como Tony Ramos, Vladmir Britcha, Mateus Solano, José Loreto, Alexandre Nero, Gabriel Braga Nunes, Lázaro Ramos e Giovana Antonelli. A cineasta responsavel pelo longa é Rosane Svartman ("Desenrola" e "Tainá - A Origem") que revela que o filme será diferente de todos os outros do gênero que falam de fantasmas: “Pluft tem pai e mãe fantasma, nunca foi um menino, portanto tentamos fugir de uma estética mórbida e também de efeitos impossíveis para a realidade de um orçamento de um filme brasileiro. Este efeito, mais artesanal, dá bastante trabalho mas vai ficar incrível”, conclui.
Com 700 mil exemplares vendidos no Brasil, Jenny Han é um fenômeno mundo afora. O primeiro livro de sua série "Para Todos os Garotos que já Amei" deu origem ao filme homônimo lançado pela Netflix em agosto de 2018 e rapidamente alcançou os marcos de produção original e de comédia romântica mais vistos da plataforma de streaming. Para a alegria dos fãs, a sequência "P.S.: Ainda Amo Você", com Lana Condor, Noah Centineo e Jordan Fisher, já tem data de estreia: 12 de fevereiro. Para celebrar a chegada do filme a Intrínseca preparou uma sobrecapa inspirada no pôster da produção.
No início, o namoro de Lara Jean e Peter Kavinsky era pura armação. Foi o jeito que ela arrumou para diminuir o constrangimento de ver as cartas secretas que escreveu para seus amores platônicos pararem misteriosamente nas mãos dos destinatários. Ela só não esperava que cairia na própria farsa. O que começou como uma "mentirinha" se transformou em algo mais. Quando tudo parece estar sob controle, o destino se encarrega de dar uma rasteira no relacionamento: John Ambrose, antigo amor de Lara Jean, reaparece na vida da garota e os sentimentos que ela nutria por ele também se reacendem — e dessa vez são recíprocos. Agora, a personagem que cativou fãs de todas as idades precisa descobrir como lidar com os dilemas do coração. Sobre a autora Jenny Han nasceu na Virgínia, Estados Unidos, e fez mestrado em escrita criativa na New School. Tem mais de dez obras publicadas, entre romances e livros infantis. Mora no Brooklyn, em Nova York. Além da série "Para Todos os Garotos que já Amei", a Intrínseca publicou também outro sucesso da autora, a "Trilogia Verão".
A comédia discute a capacidade e o desejo de mudança das pessoas que procuram a psicoterapia. Em cena, uma psicóloga trabalha as questões de quatro de seus pacientes que acabam por decifrar suas próprias emoções
Em 2012, Flávia Garrafa começava a escrever a sua primeira dramaturgia. Em três dias, o texto do espetáculo "Fale Mais Sobre Isso" ficou pronto, mas foi só depois de 3 anos, em março de 2015, que aconteceu a estreia, com direção de seu irmão, Pedro Garrafa e idealização de seu namorado, Pedro Vasconcelos. De lá para cá, foram o espetáculo já se apresentou em mais de seis cidades (São Paulo, São José dos Campos, Rio de Janeiro, Natal, Poá e Extrema) pelo Brasil. Em janeiro de 2020, o espetáculo faz uma temporada comemorativa. São cinco anos em cartaz e uma novidade: a continuação da peça, "Faça Mais Sobre Isso", já está escrita e tem previsão de estreia para abril de 2020. A nova temporada de "Fale Mais Sobre Isso" acontece no Teatro Renaissance, de 18 de janeiro a 28 de março, todos os sábados, às 18h30. "Fale Mais Sobre Isso" é a realização de um desejo de levar para o palco a junção das duas formações de Flávia Garrafa: psicóloga e atriz. “O texto busca mostrar o lado da terapeuta. As falas das outras personagens acabam por decifrar quem é a psicóloga, seus medos e questões”. Com 25 anos de carreira na TV, no teatro e no cinema, Flávia Garrafa assina como uma das colaboradoras do roteiro da nova série do canal GNT, que será lançada no segundo semestre de 2020, "Casais Inteligentes Enriquecem Juntos", e, em março, ela participa como atriz da série policial "Os Ausentes", no canal TNT. Na trama de "Fale Mais Sobre Isso", a terapeuta Laura está na faixa dos 40 anos e, como a maioria das mulheres, divide seu tempo entre cuidar da família e da carreira. Em seu consultório, ela atende Sr. B, um jovem de cerca de 30 anos que tem a organização e a metodologia como lemas de vida; da Sr. C, que foi trocada por uma mulher mais jovem e, ao invés de sentir tristeza, fica feliz e sente-se culpada por isso; do Sr. D, que acredita ser Deus; e de Alice, uma senhorinha doce de 78 anos que nunca conseguiu falar o que realmente sente. “Os pacientes são inspirados na vida real, mas não em uma experiência minha como psicóloga ou de qualquer outra pessoa. Eu pensei em como seriam essas pessoas no psicólogo. Acho que são tipos muito comuns que se comportariam de maneira muito peculiar em um consultório e dariam muito material para o terapeuta. É muito importante que os casos não se resolvam todos, porque a psicologia não é magia, não é conto de fadas. É a vida real, e, como em qualquer outra profissão da saúde, às vezes os problemas não têm solução”, explica Flávia. Além da vida real, outra inspiração para a peça foi o romance “Mentiras no Divã”, de Irvin D. Yalom. “A partir desse livro eu comecei a ver como um consultório pode ser ficcionalmente interessante. Reli também muitos volumes do Freud, como ‘A Interpretação dos Sonhos’, e conversei com muitos psicólogos. Na verdade, continuo conversando com eles e mudando sempre a peça, porque isso é fundamental”, acrescenta. Sobre Flávia Garrafa Formada em Psicologia pela Universidade de São Paulo, Flavia Garrafa estudou artes cênicas no teatro escola Célia Helena e no The Lee Strasberg Theatre Institute – New York. Atriz, diretora e dramaturga, ela participou de novelas na Rede Globo, séries para diferentes canais brasileiros, quatro longas-metragens no cinema e mais de 25 peças de sucesso na capital paulista. Com mais de 25 anos de experiência no ensino de teatro para jovens, Flávia se tornou uma referência neste ramo de atividade, unindo a psicologia à arte. Entres os principais trabalhos na TV e no cinema se destacam as novelas "Espelho da Vida" (2018/19), “Morde e Assopra” (2011) e “Amor Eterno Amor” (2012); os longas-metragens ”O Candidato Honesto" 1 e 2 (2014/ 2018); "Tudo por Um Popstar" ( 2018) ; e as séries “Surtadas na Yoga” (GNT 2013 e 2014) e “Tô de Graça” (Multishow 2017). No teatro, Garrafa destacou-se por atuar em “TOC TOC”, de Laurent Baffie, com direção de Alexandre Reionecke; “Paulo Francis Está Morto”, de Paulo Coronato, com direção de Denise Weimberg; “Assim com Rose”, contos de Mário de Andrade adaptados por Mario Vianna, com direção Jairo Mattos; “Arsênico e Alfazema”, de Joseph Kesselring, com direção de Alexandre Reinecke; “Caras e Bocas”, com texto e direção de Angela Dip; “ A Gata Borralheira”, de Toni Brandão, com direção de Débora Dubois; “Há um Incêndio sob a Chuva Rala”, de Vera Karam, com direção de Ary França; “Guerra Na Casa Do João”, de Toni Brandão e Débora Dubois; “Grogue”, de Toni Brandão, com direção de Débora Dubois, pelo qual foi indicada como melhor Atriz no Prêmio Coca Cola de Teatro Jovem; e “Cuidado: Garoto Apaixonado”, de Toni Brandão, com direção de Débora Dubois, pelo qual foi indicada ao prêmio Mambembe e ao Prêmio APETESP de melhor atriz coadjuvante, em 1998. Sobre Pedro Garrafa Ator, dramaturgo, diretor e professor de teatro, Pedro Garrafa graduou-se Bacharel em Comunicação das Artes do Corpo pela PUC-SP em 2003. Desde 2004, dedica-se ao ensino do teatro para jovens e à produção de espetáculos profissionais, constantemente voltados também a este público. Complementam, ainda, as suas atividades profissionais alguns trabalhos em cinema digital, com destaque para o roteiro e direção do curta-metragem “OCOS!”, contemplado pelo edital do 14º Cultura Inglesa Festival de 2010. Entre seus últimos trabalhos em direção teatral e dramaturgia, destacam-se: a dramaturgia e direção de “A Melhor Fatia ou o que a Dorothy Quer?” (2005), a direção de “Oito a Zero, os Futebóis do País” (2008), de sua autoria junto a Ricardo Sawaya; “A Garota Número Um” (2009), espetáculo juvenil também de sua autoria, dirigido por Tatiane Daud; a direção do clássico “As Três Irmâs” (2010), de Anton Tchékhov, com a Cia dos Desejos; a direção do espetáculo da Inevitável Cia. “Desvio” (2011), de Juliana Gonçalves; a autoria e direção do juvenil “Enquanto o Mundo Explode” (2010), com o Grupo de Teatro Coceira; a direção do espetáculo “Nem Sonhando” (2012); e “O Alvo” (2014). Serviço - "Fale Mais Sobre Isso" Temporada: de 18 de janeiro a 28 de março | sábados às 18h30 Ingresso: R$ 60 inteira | R$30 meia Duração: 70 minutos Local: Teatro Renaissance - Alameda Santos, 2233 - Jardim Paulista, São Paulo - SP Lotação: 440 lugares Duração: 70 minutos Classificação: 14 anos Ficha Técnica - "Fale Mais Sobre Isso" Ideia original: Pedro Vasconcelos Texto: Flávia Garrafa Direção: Pedro Garrafa Assistente de direção: Kuka Annunciato Elenco: Flávia Garrafa Iluminador: Matheus Heck e Pedro Garrafa Cenário: assinado pelas arquitetas Llaneli e Friedemann e móveis da Especialista Figurino: Carmela Coach de Imagem Trilha sonora: Diego Trindade Direção de produção: Elemento Cultural Fotógrafos: Lila Batista Comunicação visual: Elemento Cultural
Álbum com clássicos da MPB tem as participações especiais de Yamandu Costa, Almir Sater, Roberto Mendes e Renato Teixeira
O cantor, compositor e violonista Chico Teixeira lança "Ciranda de Destinos", sexto álbum da carreira, segundo pela Kuarup Produtora. No projeto atual o artista traz clássicos da música brasileira de diversos sotaques, bem como canções de domínio público resgatadas por grupos folclóricos das regiões sul, sudeste e nordeste, contando desta forma, histórias de um povo unido por diferentes costumes e lutas. O álbum de dez faixas conta com a produção musical do próprio Chico Teixeira e tem participações muito especiais, são elas: Yamandu Costa, Almir Sater, Roberto Mendes e Renato Teixeira, seu pai. Além dos arranjadores João Oliveira (produtor musical e multi-instrumentista do Vale do Paraíba), Mauricio Novaes (multi-instrumentista e criador de conceituados jingles), Márcio Werneck (flautista que acompanha há anos o cantor e compositor Renato Teixeira) e Crispin Del Cistia (guitarrista e pianista do projeto Falso Brilhante, de Elis Regina). "A escolha das participações foi bem natural, são todos meus amigos. Não fui eu que escolhi, as coisas foram clareando, as canções pertenciam a eles". A arte ficou por conta de Elifas Andreato, ilustrador responsável pelas capas de diversos discos de vinil dos anos 70: Paulinho da Viola, Chico Buarque, Adoniran Barbosa, Vinícius de Moraes e outros. Chico Teixeira é compositor nato, tendo praticamente todos os seus discos formados por canções autorais, mas neste procurou trazer uma abrangência maior da música popular brasileira. No repertório, clássicos como a cantiga mineira "Riacho de Areia", em que o violão e coro de Roberto Mendes se unem à variante Xaréu, da Chula Baiana, representando assim as congadas; "Negrinho do Pastoreio", música gaúcha de lenda afro-cristã, que traz marca da luta contra a escravidão. Aqui, além da participação especial no violão, há o primeiro registro oficial do vocal de Yamandu Costa; "O Trenzinho do Caipira" faz uma junção do erudito com o popular; "Nau Sertaneja", uma visão poética das tradições do povo vale paraibano, reconhecendo a região como um dos mais ricos berços lítero-culturais do país e "No Rancho Fundo", que representa tão bem o povo brasileiro. "São músicas que eu já tinha vontade de gravar, fazem parte da minha vida e me emocionam. Tenho ligação com cada uma delas, elas estão dentro de mim", relata Chico Teixeira. O som adotado por ele também é diferente dos demais, traz um formato intimista e acústico. "Sou muito fã de sons acústicos, como Duofel. Então, utilizei no máximo três violões neste projeto. O público vai conhecer uma versão minha muito verdadeira e emocionante. Pesquisei muito para fazer o projeto, muito além das músicas, eu procurei a história delas", finaliza.
Faixas do álbum 1. "Trenzinho do Caipira" (Melodia Heitor Villa-Lobos – Letra Ferreira Gullar) / 2. "Correnteza" (Tom Jobim) / 3. "Riacho de Areia" (Domínio Público) / 4. "Três Nascentes" (João Pacífico) / 5. "Linda Morena" (Riachão) / 6. "No Rancho Fundo" (Lamartine Babo e Ary Barroso) / 7. "Negrinho do Pastoreio" (Domínio Público) / 8. "As Rosas Não Falam" (Cartola) / 9. "Rio Doce" (Zé Geraldo) / 10. "Nau Sertaneja" (Renato Teixeira).
Sobre a Kuarup Especializada em música brasileira de alta qualidade, o seu acervo concentra a maior coleção de Villa-Lobos em catálogo no país, além dos principais e mais importantes trabalhos de choro, música nordestina, caipira e sertaneja, MPB, samba e música instrumental em geral, com artistas como Baden Powell, Renato Teixeira, Ney Matogrosso, Wagner Tiso, Rolando Boldrin, Paulo Moura, Raphael Rabello, Geraldo Azevedo, Vital Farias, Elomar, Pena Branca & Xavantinho e Arthur Moreira Lima, entre outros.
"Os Esquecidos", nova série original da HBO Latin America, será a primeira produção de suspense e fantasia realizada pelo canal no Brasil. Criada por Fábio Mendonça e Antônio Tibau, a série começará a ser filmada em fevereiro de 2020, em locais do estado de São Paulo. Ao longo de dez episódios de uma hora cada, a série contará a história de oito jovens que se perdem durante uma trilha na Serra do Mar. Em perigo e no meio da floresta, o grupo encontra abrigo em um vilarejo que não consta dos mapas, escondido sob uma eterna neblina. "Os Esquecidos" é produzida por Luis F. Peraza, Roberto Rios e Eduardo Zaca, da HBO Latin America Originals, e Andrea Barata Ribeiro e Bel Berlinck, da O2 Filmes. A série é realizada integralmente com investimentos próprios da HBO Latin America.
"O Mágico di Ó"| 80 minutos | Infantil | Teatro Folha | Até 31 de janeiro | Sextas, às 16h | Grátis para crianças até 12 anos | Sinopse: Um local sem chuva e esperança, de onde um grupo de nordestinos sai rumo à São Paulo em busca de uma vida melhor. Versão em cordel do clássico "O Mágico de Oz", o musical idealizado por Vitor Rocha e Luiza Porto trata de temas como lar, partidas e mudanças de pontos de vista. "O Mágico di Ó" traz um olhar abrasileirado dos personagens do clássico e narra a história de Dorotéia, uma menina que não queria deixar sua casa no Nordeste, mas sem poder de escolha, embarca em um pau-de-arara junto com seus tios e outros retirantes em direção à capital paulista. | Texto: Vitor Rocha | Direção cênica: Ivan Parente e Daniela Stirbulov | Endereço:Shopping Pátio Higienópolis, Av. Higienópolis, 618 / Terraço | Classificação: Livre A Cor Púrpura - O Musical | 180 minutos aproximadamente | Drama musical | Theatro NET São Paulo | Até 16 de fevereiro | Sexta às 20h30 | Sábado às 17h e 21h | Domingo às 19h (janeiro e fevereiro) | Sinopse:É a trajetória e luta de Celie contra as adversidades impostas pela vida a uma mulher negra, na Geórgia, no decorrer da primeira metade do século XX. Na adolescência, tem dois filhos de seu suposto pai, que a oferece a um fazendeiro local para criar seus herdeiros, lavar, passar e trabalhar sem remuneração. Ela é tirada à força do convívio de sua irmã caçula Nettie e passa a morar com o marido Mister. Enquanto Celie resigna-se ao sofrimento, Sofia e Shug entram em cena, mostrando que há possibilidade de mudanças e novas perspectivas, esperança e até prazer. A saga de Celie é permeada por questões sociais de extrema relevância até os dias atuais como a desigualdade, abuso de poder, racismo, machismo, sexismo e a violência contra a mulher | Texto: Marsha Norman | Direção geral: Tadeu Aguiar | Elenco: Letícia Soares, Sérgio Menezes, Lilian Valeska, Flavia Santana, Jorge Maia, Alan Rocha, Ester Freitas, Analu Pimenta, Suzana Santana, Claudia Noemi, Erika Affonso, Caio Giovani, Renato Caetano, Thór Jr., Gabriel Vicente, Leandro Vieira, Nadjane Rocha | Endereço: Rua Olimpíadas, 360 – Shopping Vila Olímpia/5° andar | Classificação: 12 anos "Alma Despejada" | 80 minutos | Comédia dramática | Teatro Folha| Até 29 de março | Sextas, às 21h30, sábados e domingos, às 20h | Sinopse: Teresa, uma senhora com mais de 70 anos, depois de morta, sua última visita à casa onde morava. O imóvel foi vendido e sua alma foi despejada. | Texto: Andréa Bassitt | Direção: Elias Andreato | Elenco: Irene Ravache | Oasis Empreendimentos Artísticos Ltda. | Endereço: Shopping Pátio Higienópolis, Av. Higienópolis, 618 / Terraço | Classificação: 14 anos.
Mãe Fora da Caixa | 80 minutos | Monólogo | Teatro das Artes | Até 26 de abril | Às sextas e aos sábados, às 21h; aos domingos, às 18h. Sessões Bebê Bem-vindo, aos domingos, às 11h (de 15 em 15 dias). | Sinopse:Na trama, uma mulher que já tem uma filha com sete anos aguarda ansiosa em seu banheiro pelo resultado de um novo teste de gravidez. | Texto: Cláudia Gomes | Direção: Joana Lebreiro | Elenco: Miá Mello | Shopping Eldorado - Av. Rebouças, 3970, Loja 409, Pinheiros, São Paulo, SP | Classificação: 12 anos.
Em um mundo perfeito, o ambiente de trabalho seria harmonioso, com chefes humanos, honestos e eficientes, o que tornaria a equipe produtiva e feliz. E a empresa próspera. Só que o mundo não é perfeito. No dia a dia, todos enfrentam problemas causados por chefes desumanos, desonestos, ineficientes, cruéis, hesitantes, omissos etc. Ou seja, chefes de merda. Para conviver com o estresse crônico no trabalho e sobreviver ao clima hostil causado por eles, é preciso conhecer bem a personalidade e o modo de agir dos chefes inábeis ou desajustados e desenvolver uma grande habilidade diplomática. É exatamente isso o que Vicky Oliver, autora norte-americana de vários best-sellers sobre relações entre patrões e empregados, faz aqui neste "Chefes de M€rd@" ("Bad Bosses", em inglês). Você tem em mãos um guia prático e seguro para não ser eterna vítima deles. Destaques do livro: §Páginas para anotações; §Prefácio de Lauro Eduardo de Russi; § Estereótipo de 16 tipos de chefes; § 80 problemas e soluções do dia a dia corporativo; § Dicas para se destacar na empresa; § Mantras corporativos; § Sinais de falência da empresa; § Informações sobre assédio no ambiente de trabalho; § Estatísticas sobre o mercado de trabalho; §Regras de ouro.
Figura central no cenário cultural brasileiro dos últimos anos, o músico pernambucano revisita mais de duas décadas de música em novo show Nos dias 8 e 9 de janeiro de 2020, o palco do teatro Sesc 24 de Maio recebe três apresentações do show do artista pernambucano Otto, em novo formato, onde o cantor apresenta faixas do último disco e relembra alguns de seus outros sucessos de carreira como “6 minutos” e “Saudade”. Ao lado de Otto, apresentam-se neste show Junior Boca (guitarra), Bactéria (teclado), Carranca (bateria), Meno del Picchia (baixo), Malê (percussão) e Buguinha (programações eletrônicas). Entre os destaques do repertório estão canções de Samba pra Burro (1998), primeiro álbum após sua saída do Mundo Livre S/A, banda em que tocava percussão. Aclamado pela crítica, foi eleito o melhor disco do ano pela Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA), com sua mistura arrojada entre música eletrônica, rap e ritmos folclóricos brasileiros. Cultuado até hoje, o trabalho motivou, em 2018, uma turnê em comemoração aos 20 anos do lançamento, com músicas simbólicas, como Ciranda de Maluco e Bob. Sobre Otto Natural de Pernambuco, Otto surgiu do movimento Manguebeat, dando início a sua carreira em 1998, com o single "Samba pra burro", que ganhou o prêmio APCA de Melhor Álbum. Recentemente lançou seu mais novo álbum, Ottomatopeia, que conta com 11 faixas, sendo 10 composições próprias, com a mistura de música brasileira e rock africano. Neste show, além de apresentar as faixas do disco nas três apresentações, Otto também relembra alguns de seus outros sucessos, como "6 Minutos", Saudade", entre outras. No show, ele é acompanhado por Junior Boca (guitarra), Bactéria (teclado), Carranca (bateria), Meno del Picchia (baixo), Malê (percussão) e Buguinha (programações eletrônicas). Serviço Dias 8 e 9 de janeiro. Quarta, às 21h às 22h30 Quinta, às 18h às 19h30 e 21h às 22h30. Local: Teatro (1º subsolo) – Sesc 24 de Maio Classificação: não recomendado para menores de 12 anos. Ingressos: R$ 40 (inteira); R$ 20 (meia: estudante, servidor de escola pública, + 60 anos, aposentados e pessoas com deficiência); R$ 12,00 (credencial plena: trabalhador do comércio de bens, serviços e turismo matriculado no Sesc e dependentes).
Sesc 24 de Maio Rua 24 de Maio, 109, Centro, São Paulo, SP 300 metros do metrô República Fone: (11) 3350-6300
Horário de funcionamento da unidade Terça a sábado, das 9h às 21h. Domingos e feriados, das 9h às 18h.
Sesc Pinheiros recebe a estreia em São Paulo do espetáculo "Minhas Queridas", que abre as comemorações do centenário de nascimento de Clarice Lispector. Curta temporada de 9 de janeiro a 8 de fevereiro. Foto: Eduardo Petrini
O Sesc Pinheiros recebe a estreia de Minhas Queridas, com direção de Stella Tobar e interpretação de Marilene Grama e Simone Evaristo. O espetáculo traz um período de 15 anos de correspondências com as irmãs de Clarice Lispector, Tânia e Elisa, apresentando um recorte íntimo dos 24 aos 40 anos de vida da escritora. Em cartas íntimas, escritas durante o tempo em que Clarice viveu em vários países, acompanhando o marido nos eventos diplomáticos, a escritora revela o amor às irmãs; as lembranças e dores em relação aos pais e as consequências da emigração forçada em meio à guerra na Ucrânia; as angústias de escritora em relação à construção das suas obras; a maternidade e as questões sobre ser mulher de diplomata. “Se dizem que sua obra revelava parte de seu mistério, o que dizer das cartas, enviadas a pessoas que amava, familiares e amigos? Nelas, discorrendo sobre todos os assuntos, Clarice deixa-se conhecer sem reservas. E revela a potência e o prazer de lê-la, em qualquer formato”, destaca a diretora Stella Tobar. A encenação busca a fricção entre a voz das cartas e das atrizes que atuam em um cenário em construção constante. “Essas mulheres encontram-se em trânsito, num local de passagem onde a regra é não criar raízes (ou engessar a atuação)”, ressalta a diretora que completa: “o cenário propositalmente em construção pode remeter a uma estação de trem, um saguão ou quarto de hotel e a um não-lugar. Os objetos de cena, malas e caixas que contém outros objetos carregam memórias de uma vida e, por vezes, são metáfora e símbolos para temas recorrentes na obra da escritora, como por exemplo, o 'Ovo e a Barata'. O cenário também cumpre a função de plataforma para projeções, que com a trilha sonora são mais uma camada de significação da cena e da experiência teatral”. O projeto para essa montagem foi contemplado pelo Proac Montagens Inéditas/2018 da Secretaria do Estado da Cultura e Economia Criativa e realizou dez apresentações pelo interior de São Paulo, no segundo semestre de 2019. "Pano de Fundo" por Stella Tobar Em 1943, aos 23 anos, Clarice estreava com sucesso seu primeiro romance, "Perto do Coração Selvagem". A escritora ucraniana, judia, foi naturalizada brasileira após o casamento com o diplomata Maury Gurgel Valente. Em 1945, a Segunda Guerra acontecia e Maury foi chamado às pressas em missão diplomática em Nápoles. Clarice o acompanhou. Ela ainda não sabia, mas seriam 15 longos anos por diversos países. Uma “via crucis”, e “uma prisão”, como escreveu. Esse período como mulher de diplomata, tentando conciliar a carreira de escritora, foi um fardo muito pesado. Ela, que nasceu incumbida de escrever, como dizia, e cuja entrega vertiginosa a este ofício era o que mais desejava no mundo, viu-se sem ambiente para produzir no exterior. Durante esse tempo finalizou seu segundo romance, "O Lustre" (que já estava praticamente pronto no Brasil), escreveu "A Maçã" no escuro e "A Cidade Sitiada". Quando esteve de passagem no Rio, escreveu os contos que compõem a obra-prima "Laços de Família". Clarice amava o Brasil, amava Recife e amava o Rio. Viver longe, sem amigos, rodeada por pessoas que não lhe diziam nada, em meio ao ambiente diplomático e seus jantares intermináveis lhe causaram um enorme prejuízo do equilíbrio íntimo e de certa forma lhe tiraram a voz como escritora. Como ela escreve em uma das cartas: “Sabe quando um touro castrado se transforma em um boi? Assim fiquei eu. Não pense que a pessoa tem tanta força assim a ponto de levar qualquer espécie de vida e continuar a mesma. Nem sei como lhe explicar minha alma. Mas o que queria dizer é que a gente é muito preciosa, e que é somente até um certo ponto que a gente pode desistir de si própria e se dar aos outros e às circunstâncias”. Assim, a correspondência entre ela e as irmãs Tânia e Elisa representavam um alento e um bálsamo de cura. “Receber carta sua, às vezes, tem o sentido que teria abrir as janelas de um quarto onde eu estivesse fechada há semanas”, escreve em uma carta. Clarice, que desde o nascimento parecia não ter parada e lugar no mundo, que nasceu em trânsito, em meio à fuga dos pais do horror da guerra; que perdeu a mãe aos nove anos e o pai aos 20, só podia contar com as irmãs, mais velhas que ela; cinco e dez anos. Portanto, mais do que o cotidiano da escritora, essas cartas de Clarice em Minhas queridas contam sobre a desestruturação de uma mulher que, durante 15 anos, lutou desesperadamente para não se afastar de si e do que era mais importante: sua escrita. Ficha Técnica - "Minhas Queridas" Direção e dramaturgia: Stella Tobar Elenco: Marilene Grama e Simone Evaristo Trilha original e direção musical: Sérvulo Augusto Cenário: Kleber Montanheiro Figurinos: Carol Badra Iluminação: Adriana Dham Vídeos: Stella Tobar Fotos: Eduardo Petrini Logo do espetáculo: Marcelo Tobar Operação de luz: Adriana Dham, Giuliano Caratori e Júlio Avanci Operação de som e vídeo: Stella Tobar e Júlio Avanci Diretor de produção: João Luís Gomes Assistente de produção: João Manoel I. Gomes
Serviço - "Minhas Queridas" De 9 de janeiro a 8 de fevereiro de 2020. Quinta a sábado, às 20h30. Feriado (25/1), 18h. Local: auditório (3º Andar) Duração: 60 minutos Classificação: 14 anos Preços: R$ 30 (inteira), R$ 15 (meia entrada: estudante, servidor de escola pública, + 60 anos, aposentados e pessoas com deficiência) e R$ 9 (credencial plena do Sesc - trabalhador do comércio de bens, serviços e turismo matriculado no Sesc e dependentes) Vendas de ingressos: no Portal Sesc e nas bilheterias das unidades. Sesc Pinheiros Rua Paes Leme, 195 Bilheteria: terça a sábado das 10h às 21h. Domingos e feriados das 10 às 18h Telefone: (11) 3095-9400 Estacionamento com manobrista: terça a sexta, das 7h às 21h30; Sábado, das 10h às 21h30; domingo e feriado, das 10h às 18h30. Taxas / veículos e motos: para atividades no Teatro Paulo Autran, preço único: R$ 12 (credencial plena do Sesc) e R$ 18 (não credenciados). Transporte Público: Metrô Faria Lima – 500m / Estação Pinheiros – 800m