terça-feira, 23 de junho de 2020

.: Flea: audiobook da biografia do baixista do Red Hot Chili Peppers

Obra de memórias de Flea, Acid for the Children, acaba de chegar na plataforma


O músico americano Michael Peter Balzary, mais conhecido como Flea, é baixista, membro-fundador da banda Red Hot Chilli Pepers e autor do seu livro de memórias. Lançado mundialmente em 2019 - Acid for the Children - acaba de ganhar sua versão em audiobook no Brasil pela Storytel, uma das maiores plataformas de audiobook e e-books do mundo.

O baixista inicia a obra contando sua eterna busca pelo divino e espiritual e destaca que para ele, ser famoso não significa nada. Em uma narrativa auto-questionadora e sensível, Flea decorre sobre sua origem, dos altos e baixos de sua carreira, sua influência pelo Jazz de Los Angeles dos anos 70 e 80, como se tornou uma estrela do rock famoso mundialmente e como na música encontrou um lugar para canalizar a frustração, a solidão e o amor. É uma história de formação sensível e nostálgica, além de uma carta de amor escancarada ao poder da música e da criatividade de um dos artistas mais renomados do nosso tempo.

O audiobook tem duração de 9 horas e 49 minutos, em língua portuguesa e pode ser ouvida online ou offline na plataforma. Outras biografias musicais que podem ser destacadas na Storytel: Chico Buarque Para Todos, Contrapontos - Biografia de Augusto Licks, Scar Tissue - Memórias do Vocalista do Red Hot Chilli Pepper, Com Amor, Janis, entre outros.

A Storytel está com um mês de acesso grátis na plataforma e o aplicativo pode ser baixado para Android e Apple.

Mais informações: storytel.com/br/pt e @storytelbrasil
Baixe o app: story.tel/baixarapp

Sobre a Storytel: A Storytel é uma das líderes globais em serviço de streaming de audiobooks e e-books e oferece serviço ilimitado de leitura e escuta em mais de 400.000 títulos globais. Sua visão é tornar o mundo um lugar mais empático, com grandes histórias para serem compartilhadas e apreciadas por todos, a qualquer hora e em qualquer lugar. A Storytel é uma plataforma digital além de um grupo editorial. A área de streaming oferece assinaturas para audiobooks e e-books pelas marcas Storytel e Mofibo. A área de publicações é composta pelas editoras Norstedts, Massolit, StorySide, Printz Publishing, People’s Press, Rabén & Sjögren, B.Wahlströms, Gummerus Kustannus and Norstedts Kartor. A Storytel opera em 20 mercados ao redor do mundo e está sediada em Estocolmo, na Suécia.


.: Henry Gaspar lança single autoral "Meu Primeiro Amor" e clipe inédito


O cantor, músico e ator Henry Gaspar lançou recentemente o seu primeiro single autoral "Meu Primeiro Amor", em parceira com o produtor Oscar Gonzalez, disponível nas principais plataformas de streaming.

A música, primeiro trabalho autoral de Henry, traz a perspectiva de um adolescente que descobre pela primeira vez o que é o amor, narrada com toda essa leveza e doçura. Junto de um clipe que leva uma linguagem bem contemporânea e colorida, com cenas gravadas no Beco do Batman, em São Paulo.

O clipe teve seus ensaios em parceria com o Estúdio de Dança Anacã, e foi gravado em dezembro de 2019, antes das medidas de isolamento por conta do COVID-19 serem tomadas. Com coreografia da professora de dança Marina Bacich, direção de Jorge Gomes e Robson Lima, e apoio de Luyz Baldijão, o clipe conta com participação especial de Ana Luiza Sales, Laura Bavelloni, João Rebola e Vinicius Sanches, amigos pessoais de Henry.


“A música sempre esteve presente em minha vida, e quando pisei pela primeira vez em um palco para fazer “Carrossel, o Musical”, minha certeza e alegria se completaram, e compor essa música foi um desafio para minha timidez”, confessa Henry.

Cantor, músico, ator e dublador, Henry Gaspar estreou profissionalmente como Mário Ayala em “Carrossel, o Musical”, com a direção de Zé Henrique de Paula e Fernanda Maia. No mesmo ano atuou como o Zequinha na montagem para os palcos de “Castelo Ra-Tim-Bum - O Musical”. Interpretou John Darling em “Peter Pan de J.M. Barrie, O Musical”, sob a direção de José Possi Neto. Em 2019 teve grande destaque na montagem brasileira do musical da Broadway “Escola do Rock”, interpretando o tecladista Lawrence.

“Meu Primeiro Amor” já está disponível em todas as plataformas digitais.

Acompanhe Henry Gaspar pelo Instagram @henrygasparoficial



.: #Provoca: Leo Jaime e a gordofobia no meio artístico


Na entrevista, Leo Jaime comenta sobre o poder da risada no 
fortalecimento das relações. Foto: Nathalie Bohm

No "#Provoca em Casa" desta terça-feira, dia 23, Marcelo Tas entrevista, de forma remota, o ator e cantor Leo Jaime. Conhecido por ser um artista multifacetado e inquieto, no programa, ele apresenta sua versão obrigatoriamente isolada e, de certa forma, contida. Com muito bom humor, Leo fala sobre gordofobia no meio artístico, autoconhecimento e amor. Vai ao ar às 22h15, na TV Cultura e no canal oficial do #Provoca no YouTube.

Na edição, Leo também comenta sobre o poder da risada no fortalecimento das relações – sejam elas amorosas ou não – neste momento de isolamento social: “Eu acho que a risada é o que aperta os laços afetivos. Você ri com seu filho, você ri com a sua mulher, você ri com os seus amigos. Isso faz com que você se sinta pertinente, querido. Eu acho que a solução pra manter a qualidade do vínculo, mais do que o desejo, é fazer rir”.

segunda-feira, 22 de junho de 2020

.: #ResenhaRápida: Vieira Vivo e o desafiador ofício de ser poeta


Por Helder Moraes Miranda e Mary Ellen Farias dos Santos, editores do Resenhando.

Com doze livros publicados, Vieira Vivo exerce o doce e desafiador ofício de ser poeta. Tarefa que ele desenvolve com maestria em meio a tantas outras do dia a dia. Mas ele, como todo grande ser humano, vai além de ser poeta, ele é um acumulador de amigos e apreciadores de boas conversas. 

Também desenvolve o lindo e necessário trabalho de descobrir e divulgar novos escritores, como editor da revista poética "Cabeça Ativa" e coeditor e encadernador da editora de livros artesanais Costelas Felinas, e membro do Clube de Poetas do Litoral. Nascido em Santos, Vieira Vivo se considera um poeta da geração mimeógrafo e participou do histórico e lendário Grupo Picaré. Conquistou com o livro "Centelha Insana" o prêmio de melhor livro de poesia de 2014 pela IWA – International Writers Association. 

É, também, integrante do grupo musical Pau a Pique. Nesta entrevista exclusiva, ele revela pontos que vão além da poesia. Escrever é se expor. Responder questões com tanta entrega e verdade também é. Desfrute desta boa conversa com esse que é um dos grandes escritores contemporâneos do Brasil.

Nome completo: Antonio Carlos Vieira Vivo.
Apelido: Vivo.
Data de nascimento: 13 de junho de 1954.
Qualidade: bom gosto.
Defeito: muito distraído.
Signo: gêmeos.
Uma mania: música.
Religião: agnóstico.
Time: peixe.
Amor: entrega, concordância.
Sexo: êxtase primordial.
Mulher bonita: Monalisa.
Homem bonito: Ernani Fraga.
Família é: convivência.
Ídolo: Jack Kerouac.
Inspiração: consciência alterada.
Arte é: liberdade.
Brasil: barco à deriva.
Fé: crença na espera.
Deus é: energia infinita.
Política é: hipocrisia infinita.
Hobby: literatura.
Lugar: beira-mar.
O que não pode faltar na geladeira: rango.
Prato predileto: proteínas.
Sobremesa: chocolate.
Fruta: abacaxi.
Cor favorita: azul.
Medo de: mim (mimfobia)
Uma peça de teatro: "Bodas de Midas", de Roberto Massoni, com o Grupo Orgone.
Um show: Bailão do Santo de Casa.
Um ator: Fabiano Santos.
Uma atriz: Juliana Vicma.
Um cantor: Tom Waits.
Uma cantora: Sol Martinez.
Um escritor: Luis Carlos Maciel.
Uma escritora: Cláudia Brino - #ResenhaRápida com ela neste link.
Um filme: "Sonhos", de Akira Kurosawa.
Um livro: "Eu e Outras Poesias", de Augusto dos Anjos (compre aqui).
Uma música: "Homem Velho", de Caetano Veloso)
Um disco: "Canções de Amor Caiçara" (Canduta/Herzog)
Um personagem: Rê Bordosa, de Angeli.
Uma novela: "O Rebu" (1974), de Bráulio Pedroso.
Uma série: "The Black Mirror"
Um programa de TV: "CQC"
Indique um site: Resenhando
Indique um blog: Editora Costelas Felinas
Indique um canal no YouTube: Costelas Felinas
Uma saudade: Grupo Pau a Pique.
Algo que me irrita: prepotência.
Algo que me deixa feliz é: ambiente pacífico.
Não abro mão de: liberdade.
Do que abro mão: luxo.
Digo sim a: convivência harmoniosa.
Digo não a: preconceitos.
Sonho: bem estar coletivo.
Futuro: incógnita.
Morte é: interrupção brusca.
Vida é: continuidade.
Uma palavra: amor.
Ser escritor é: vício incurável.
Ser homem hoje é: complementar o casal.

Estilo poético: "Milhonetos" de Vieira Vivo

.: "Menino de Engenho", de José Lins do Rego, ganha nova edição


Primeiro romance de José Lins do Rego, publicado originalmente em 1932, "Menino de Engenho" traz uma narrativa cativante composta pelas aventuras e desventuras da meninice de Carlos, garoto nascido num engenho de açúcar.

À época da publicação, José Lins do Rego já contribuía para jornais do Recife, de Alagoas e do Rio de Janeiro, e seu talento com as palavras já era assunto nas principais rodas intelectuais do país. Contudo, o lançamento do romance impactaria enormemente o cenário literário nacional, sedimentando seu nome no panteão dos grandes ficcionistas brasileiros do século XX.

Com sua linguagem exuberante e que revela a imensa intimidade do escritor com as particularidades da vida rural, o romance apresenta um enredo que, se por um lado se desenrola num contexto marcado por fortes tons regionais, acaba por envolver todos os leitores ao dispor as descobertas da infância no centro da narrativa. O romance comprova, sem sombra de dúvidas, o talento monumental de um escritor, cuja obra nortearia os rumos do moderno regionalismo brasileiro.

O projeto gráfico de capa e a ilustração são assinados por Mauricio Negro. O texto de apresentação, especialmente encomendado para a esta edição, é de autoria de João Cezar de Castro Rocha, professor titular de Literatura Comparada da UERJ.


Sobre o autor:
José Lins do Rego nasceu em 3 de junho de 1901, em Pilar, Paraíba e faleceu em 12 de setembro de 1957, na cidade do Rio de Janeiro. Publicou em 1932 o primeiro livro, "Menino de Engenho", romance que foi seu passaporte de entrada para a história do moderno romance brasileiro. 

Além de romancista, o escritor paraibano foi também contista, cronista, tradutor e jornalista, tendo contribuído ao longo de sua vida para vários periódicos brasileiros. Teve livros traduzidos para o inglês, francês, espanhol, alemão, italiano, dentre outras línguas.  Em 1956, ano anterior ao de seu falecimento, tornou-se membro da Academia Brasileira de Letras.

"Menino de Engenho" em cordel

.: Prêmio Sesc de Literatura anuncia os vencedores da edição 2020


Caê Guimarães foi o escolhido na categoria Romance com "Encontro Você no Oitavo Round". Foto: Fabrício Zucoloco

Há 17 anos, o Prêmio Sesc de Literatura revela anualmente dois escritores, sempre nas categorias Romance e Conto. Nesse período, se tornou uma das mais importantes premiações do país, ao oferecer oportunidades a novos escritores e impulsionar a renovação no panorama literário brasileiro, sendo hoje considerado referência por críticos literários, escritores brasileiros e visto como porta de entrada para o mercado editorial no Brasil.

Neste ano foram inscritos 1358 livros, sendo 692 romances e 666 contos. O cronograma, por ser executado por trabalho remoto, não foi afetado pela pandemia, de modo que o resultado pôde ser divulgado no prazo previsto. Na edição de 2020, os selecionados foram o capixaba Caê Guimarães, na categoria Romance, por "Encontro Você no Oitavo Round", e Tônio Caetano, na categoria Conto, por "Terra nos Cabelos", reafirmando o aspecto de diversidade do projeto.

Caê Guimarães nasceu em 1970 no Rio de Janeiro. Foi criado no Espírito Santo, onde vive atualmente. É poeta, escritor, jornalista, redator e roteirista. Com  "Encontro Você no Oitavo Round", apresenta uma narrativa que trata de redenção: um pugilista se debate entre um incômodo zumbido e a memória de outra ocupação antes de se dedicar ao boxe. Dias antes da sua última luta, ele conhece uma jornalista disposta a desvendar o que o fez tomar o caminho dos ringues. "Eu recebi com muita alegria a notícia que o meu primeiro romance foi o vencedor do Prêmio Sesc de Literatura. É uma oportunidade muito potente de levar meu trabalho pra outras praças, conhecer autores, públicos e outras formas de fazer literatura e estar no mundo", afirma Caê .


Tônio Caetano foi o escolhido na categoria Conto por "Terra nos Cabelos". Foto: Rafael de Oliveira

Tônio Caetano nasceu em Porto Alegre, em 1982. Trabalha como servidor público municipal e é especialista em Literatura Brasileira pela PUC-RS. Já participou de várias antologias literárias. No volume de contos "Terra nos Cabelos", são trilhados diferentes percursos da mulher na nossa sociedade, envolvendo questões que abordam o mundo do trabalho, o primeiro beijo, ritos de iniciação e as violências externas e internas submetidas ao sexo feminino. "A literatura faz parte da minha vida desde a infância. Ganhar o Prêmio Sesc me faz a pessoa mais feliz e também me dá um baita frio na barriga. Eu ainda estou assimilando tudo o que representa este momento. A minha única certeza é que vai me tornar um escritor melhor", comenta Tônio .

"É interessante sempre termos um resultado que mostra a diversidade do país, que revela como nós temos boa literatura, sendo produzida em qualquer lugar. É muito emocionante dar a notícia para os autores, porque começa uma nova etapa nas suas vidas. São duas grandes obras, que temos prazer em anunciar como vencedoras do Prêmio Sesc de Literatura de 2020!", comemora Henrique Rodrigues, analista de Literatura do Departamento Nacional do Sesc.

Os vencedores têm suas obras publicadas e distribuídas pela editora Record, parceira do Sesc no projeto. A curadoria e seleção dos livros segue um padrão criterioso e democrático. Os livros são inscritos gratuitamente pela internet e protegidos por anonimato. Em seguida, as obras são avaliadas por escritores profissionais renomados, cujos nomes mudam a cada edição, e escolhem os vencedores pelo critério da qualidade literária, legitimando o processo. 

Esse ano as comissões foram comandadas por Renata Pimentel e Samarone Lima, na categoria Romance, e por Ana Paula Maia e Marcelo Moutinho, na categoria Conto. Desde 2003, diversos autores foram descobertos e se consolidaram na literatura nacional, graças ao incentivo da Instituição, entre eles Juliana Leite, Rafael Gallo, Luisa Geisler, André de Leones, Franklin Carvalho, Sheyla Smanioto e Lucia Bettencourt .

.: "Mais Esperto que o Diabo": livro mais vendido do Brasil, esconde um segredo

"Mais Esperto que o Diabo", publicado pela Citadel Editora, está há mais de 60 semanas nas listas da Veja e da PublishNews

Escrito em 1938, "Mais Esperto que o Diabo" mostra que o segredo para ser um sucesso atemporal está por trás da genialidade de Napoleon Hill, que transcendeu gerações e manteve-se nas listas de livros mais vendidos até hoje. 

Lançado pela Citadel, a editora oficial autorizada pela Fundação Napoleon Hill e responsável pelas obras do escritor no Brasil, "Mais Esperto que o Diabo" está há mais de 60 semanas nas listas de mais vendidos do país e encontra-se no pódio da Veja, liderando o primeiro lugar da categoria de Autoajuda e esoterismo.

No mundo, o autor já ultrapassou a marca de 100 milhões de exemplares vendidos e se tornou um dos escritores mais lidos de todos os tempos. Atualmente, o livro também está na lista de mais vendidos da PublishNews. 

.: Resumo do 549º ao 553º capítulo de "As Aventuras de Poliana", do SBT

As Aventuras de Poliana
Resumo dos Capítulos 549 a 553 (22 a 26.06)

Capítulo 549, segunda-feira, 22 de junho
Após o acidente, os amigos de Poliana vão visitar a menina e perguntam o que aconteceu. Foto: Lourival Ribeiro/SBT

Lindomar diz a Falcão que irá compor um samba em homenagem ao pai do bandido, e ele permite que reative a escola. Pendleton conversa com Ester sobre o ocorrido com Poliana. Vini incentiva Guilherme a perdoar seu pai. Após o acidente, os amigos de Poliana vão visitar a menina e perguntam o que aconteceu. Antônio comenta com Nancy que Violeta anda muito nervosa ultimamente. Luisa pergunta para Poliana o que houve no acidente, mas a menina hesita em contar a verdade. Pendleton pede perdão a Poliana e conta o motivo da criação de Ester. Waldisney pergunta a Nancy se ela o denunciou.


Capítulo 550, terça-feira, 23 de junho

Filipa fica feliz com o acidente de Poliana, pois assim irá conseguir o papel principal no musical de fim de ano. Foto: Bruno Correa/SBT

Nancy, Antônio e Branca vão visitar Poliana no hospital. Filipa fica feliz com o acidente de Poliana, pois assim irá conseguir o papel principal no musical de fim de ano. Gabi faz uma proposta a Jeff. Helô pede que os alunos apoiem enviando mensagens de carinho para Poliana em sua recuperação. Mário suspeita que Ester possa ter algo quanto ao acidente de Poliana. Glória entrega a Luisa algumas jóias de sua mãe. Disfarçado, Roger passeia pela comunidade e vê Verônica trabalhando. Os amigos de Poliana preparam uma surpresa para agradar a menina e cantam uma canção para alegra-la no hospital. O delegado de polícia pergunta a Débora se ela sabe do paradeiro de Roger. Pendleton avisa que irá se afastar da O11O para cuidar de Poliana durante um tempo.


Capítulo 551, quarta-feira, 24 de junho

Luisa pede uma satisfação a Pendleton sobre o acidente de Poliana. Foto: Beatriz Nadler/SBT

Sophie continua a dar aulas de música na comunidade e Falcão decide participar. Ainda muito triste com o acidente, Poliana volta para casa e seus amigos e família tentam alegra-la. Henrique envia flores para Gleyce, mas Kessya entrega para a mãe em seu nome e joga fora o cartão. Pendleton procura tratamentos tecnológicos avançados para o tratamento de Poliana. Sérgio e Joana passam a discutir no trabalho e chamam a atenção dos demais colegas. Jeff recusa a proposta de Gabi. Pendleton diz as crianças do Clubinho que Ester ficou abalada com o acidente de Poliana e por isso decidiu leva-la para casa de um parente distante. Brenda pede perdão a Jeff. Raquel se despede de Mirela. Gleyce encontra o cartão que Henrique enviou a ela. Kessya vai ao encontro de Henrique e pede que ele se afaste de sua mãe. Escondido, Roger aparece no carro de Débora. Sem saber que a viagem irá durar apenas 6 meses, Guilherme vai atrás de Raquel no aeroporto para se declarar. Luisa pede uma satisfação a Pendleton sobre o acidente de Poliana.


Capítulo 552, quinta-feira, 25 de junho

Poliana tenta sair da cama sozinha e cai. Foto: João Raposo/SBT

Jeff diz a Brenda que perdeu a confiança nela. Luisa insiste para Pendleton contar o que sabe sobre o acidente de Poliana. Henrique tenta conversar com Kessya e Gleyce aparece. Guilherme pede para Raquel desistir da viagem. Roger pede ajuda de Débora e ameaça denuncia-la. Poliana tenta sair da cama sozinha e cai. Pendleton diz a Luisa que Ester empurrou Poliana durante uma briga. Waldisney leva Nancy para a "toca" da RatCave. A polícia invade o bar Toca Toca, e Waldisney faz Nancy de refém. Branca vê a notícia do sequestro pela televisão e fica assutada. João leva Feijão para a casa de Poliana para tentar anima-la. Nancy consegue fugir e Waldisney/Rato é finalmente capturado pela polícia.


Capítulo 553, sexta-feira, 26 de junho



A polícia intima Violeta para um interrogatório. Foto: Lourival Ribeiro/SBT

Os pais de Hugo vão viajar e o menino fica novamente na casa do tio Afonso. A noticia sobre a prisão de Waldisney se espalha, e Jeff diz a mãe que já sabia que Waldisney era o Rato. A polícia intima Violeta para um interrogatório. Glória pergunta se Pendleton roubou as jóias da família da mãe de Luisa para conseguir a guarda de Poliana. Filipa tem dificuldades para aceitar a situação com seu pai. Arlete desconfia que tenha visto Roger andando na comunidade. João tem uma ideia brilhante para animar Poliana, e com a ajuda dos amigos e professores da Ruth Goulart, lança uma campanha para enaltecer o Jogo do Contente.

“As Aventuras de Poliana” é exibida de segunda a sexta às 20h50 no SBT. Site oficial: sbt.com.br/novelas/as-aventuras-de-poliana

domingo, 21 de junho de 2020

.: "Sabor Amargo": lançamento do livro sobre a escravidão que ainda nos cerca


No livro "Sabor Amargo" ("Delicious Foods"), James Hannaham escancara formas de escravidão nem sempre percebidas. O livro será publicado no Brasil em breve pela DarkSide® Books. Foto: Anti-Slavery

O que vem à sua mente quando o assunto é escravidão? Provavelmente imagens dos livros de história do Brasil colonial, os navios negreiros, os leilões de escravos e as senzalas. Até mesmo quando pensamos em escravidão fora do Brasil, muitas vezes lembramos das plantações de algodão no sul dos Estados Unidos. 

Frequentemente pensamos na escravidão como um assunto encerrado, seja pela Lei Áurea no Brasil ou por convenções internacionais capitaneadas pela Organização das Nações Unidas (ONU) na primeira metade do século 20. O problema é que tais documentos e marcos históricos muitas vezes encobrem uma realidade ignorada pela maioria: a escravidão existe até os dias de hoje.

Até mesmo quando pensamos neste conceito mais moderno de escravidão é comum associarmos a situações como o tráfico internacional de pessoas, menores de idade explorados pelos pais e as amontoadas fábricas na Ásia. Mas há muito mais escravos espalhados pelo mundo em situações muito mais próximas da nossa realidade do que imaginamos.

Esta percepção é trabalhada pelo escritor James Hannaham em seu livro "Sabor Amargo" — no Brasil receberá o título Sabor Amargo —, que mostra por meio de suas personagens como a escravidão moderna ainda é presente e próxima. Através da viúva Darlene, o autor apresenta desde a escravidão relacionada ao trabalho até aquela associada ao vício em drogas.

O que se entende por escravidão moderna
Para entender melhor a magnitude da escravidão moderna, é preciso, em primeiro lugar, conhecer a sua definição. Trata-se da exploração profunda de outra pessoa para ganho pessoal ou comercial. São pessoas presas em funções aparentemente normais, como fazendo roupas, servindo comida, escolhendo frutas em plantações, trabalhando em fábricas ou até mesmo com trabalho doméstico.

De longe podem até parecer trabalhos comuns, mas o que configura escravidão moderna é o controle sofrido por estes funcionários, seja através da violência ou de ameaças, pela incapacidade de quitar dívidas ou ainda por terem seus passaportes confiscados pelos empregadores sob pena de serem deportados. Muitas destas pessoas acabam caindo nesta armadilha por estarem tentando escapar da pobreza, da falta de segurança ou em busca de uma vida melhor para suas famílias.

De acordo com a organização internacional Anti-Slavery, estima-se que 40 milhões de pessoas em todo o mundo sejam vítimas da escravidão contemporânea. Destas, 25% são crianças e 71% são do sexo feminino. Algumas manifestações de escravidão moderna envolvem: tráfico humano, trabalho forçado, dívidas (a mais frequente de todas), escravidão passada de pai para filho, escravidão infantil e casamento de menores. Além disso há tipos de escravidão imposta pelo governo, como é o caso dos trabalhadores na Coreia do Norte e dos presidiários na China.

A diferença da escravidão moderna daquela dos livros de história é que os escravos de hoje em dia não são mais tratados como uma propriedade legal, mas são controlados de forma ilegal. Apesar da escravidão estar formalmente abolida, nunca existiram tantos escravos no planeta e o principal problema está justamente nesta suposta invisibilidade.

A escravidão contemporânea é compreendida como um subproduto da pobreza. Apesar de ser mais comum em países de população majoritariamente pobre, ela também existe em nações desenvolvidas. Em todo o mundo dezenas de milhares de pessoas trabalham em condições que se assemelham à escravidão em indústrias como mineração, fazendas, produzindo bens de consumo doméstico ou exportando para os países ricos.

Se na escravidão antiga estes trabalhadores eram um “bem” um tanto caro de se adquirir, o mesmo não pode ser dito de hoje em dia. A escravidão moderna consiste em contratar pessoas por valores irrisórios e, se o “empregador” encontrar mão de obra ainda mais barata, ele não hesitará em substituir a equipe. Por isso, na próxima vez que você comprar um produto que parece muito barato para ser verdade, é possível que o trabalho escravo faça parte do seu processo de produção.

James Hannaham e a sua mensagem anti-escravidão
Hoje o escritor James Hannaham enxerga a escravidão em diversas manifestações ao seu redor: nas calçadas, na cafeteria, na feira do mercado. Ele começou a enxergar a escravidão desta forma enquanto escrevia "Sabor Amargo", seu segundo livro. Mas o autor despertou para o problema quando leu o livro de John Bowe: "Nobodies: Modern American Slave Labor and the Dark Side of the New Global Economy" (tradução literal: "Ninguéns: O Trabalho Escravo Moderno Americano e o Lado Sombrio da Nova Economia Global"), sobre uma mulher escravizada na Flórida em 1992.

Depois do lançamento de "Sabor Amargo", Hannaham decidiu ser ainda mais enfático em sua mensagem anti-escravidão. Em matéria para a iniciativa Free the Slaves, o autor afirma: “Combater a escravidão é importante para mim porque eu gostaria de viver a vida sabendo que eu não estou contribuindo para o abuso ou a tortura de outras pessoas”. Ele ainda assinala que a escravidão é um dos “mais escondidos e, ainda assim, um dos problemas mais predominantes do mundo atualmente”.

O papel de James Hannaham em seu "Sabor Amargo" é justamente o de abrir os olhos das pessoas para o fato de que a escravidão moderna não apenas existe, mas que ela está em todo lugar. Para ele, uma obra de ficção consegue proporcionar um envolvimento emocional que nem sempre os fatos conseguem alcançar.

Não há motivo para continuar escondendo a escravidão moderna. Estar ciente da existência deste problema e de seus desdobramentos é o primeiro passo para assumir a responsabilidade de não contribuir mais com este tipo de indústria. Mais do que isso, é olhar para a sua volta com um pouco mais de atenção e empatia e buscar identificar o que não está certo. Conforme indaga o autor, sempre se pergunte: “De quem estamos esquecendo?”"Sabor Amargo" ("Delicious Foods"), de James Hannaham, será lançado em breve no Brasil pela DarkSide Books®.

.: Como ler para crianças: os benefícios vão além das questões cognitivas


Aguçar a curiosidade, estimular a imaginação, desenvolver a linguagem, promover o crescimento saudável. O hábito de ler para as crianças promove benefícios que vão além das experiências cognitivas. As histórias também minimizam aspectos da solidão, despertam hormônios do prazer e do relaxamento, e estreitam a relação familiar.  Mas como criar um ambiente propício para a leitura e encantar as crianças por meio dos livros? 

A escritora e mediadora de leitura, Cléo Busatto, tem as dicas!  Autora de 25 obras, entre as quais "Como Vender Bem – A Arte de se Comunicar Contando Histórias", Cléo criou um roteiro, com o passo a passo para pais, avós e outros cuidadores se tornarem verdadeiros contadores de histórias e, assim, despertarem nas crianças o gosto e o hábito da leitura. Confira!

1. Crie um ambiente leitor (se é que você ainda não tem um!). Sabe como é uma casa-leitora? Ela tem livros espalhados pelos ambientes, têm revistas, gibis, enfim, suportes que carregam o texto. 

2. Tablet, celulares, leitores de e-book, computadores também são suportes para o texto. Mas lembre-se, o livro é o único deles que não precisa de tomada para funcionar e não descarrega.  Dá até para levá-lo à cabana de lençóis e se divertir. 

3. Para as tarefas escolares, a sugestão é criar uma rotina. Estabeleça um horário para elas, assim a criança vai saber que tem um compromisso com o estudo. Agora, ao se falar de leitura literária, relaxa, vale qualquer horário: ao acordar, no meio da manhã, como sobremesa depois do almoço, no meio da tarde, antes de dormir. O tempo da literatura é elástico e constante. Até aqui preparamos o ambiente com dicas pragmáticas relacionadas ao espaço. Agora vamos à prática. Você vai soltar a sua contadora de histórias e encantar as crianças. Quer ver? 

4. Antes de iniciar, esqueça sua profissão. Pense apenas no personagem que você busca – o contador de histórias e seu bornal de encantos! Visualize-se como este sujeito que detém o poder de lançar imagens no ar e provocar encantamentos sobre o ouvinte. 

5. Leia muito. Se você não for um bom leitor, tampouco irá conseguir contar uma boa história, daquelas com ponto, vírgula, interrogação, exclamação, suspense, encantamento e convencimento.  

6. Escolha literatura de qualidade. Leia em voz alta. Ouça a sua leitura. Perceba o que deve e pode ser alterado, para que ela se torne mais fluida e envolvente. Lembre-se, a linguagem é um arranjo de sons, não de letras. 

7. Leia para você e para o outro. Faça da leitura para a sua criança um ato de amor. Leia, nem que seja algumas páginas por dia.  

8. Leia uma história com alma, daquelas que trazem valores humano. Eles sempre são atuais. Com isto, você colabora para que a criança amadureça emocionalmente. Leia livros que andam de mãos dadas com a fantasia. Ela nutre a criança e a prepara para se tornar um adulto mais íntegro e, consequentemente, feliz. 

9. Descubra a hora certa para contar história. Perceba se há disponibilidade da criança em lhe ouvir. A comunicação só ocorre quando duas ou mais pessoas estão predispostas a ela. E se você for um bom contador de histórias, ela vai pedir mais. 

10. A fala que convence tem suas especificidades, como o domínio do ritmo, a exatidão das intenções e a visualização interna das imagens apresentadas pelo texto.  

11. A última dica, mas não a menos importante, é esta: conte o coração. Isto significa doar o que você tem de melhor. Compartilhe com a criança suas experiências de vida e seus afetos através do texto que você lê ou narra. Doe ao personagem a sua alegria, sua tristeza, sua coragem, seu temor, sua esperança. Humanize os personagens. A leitura tem o poder de educar as crianças para a vida, e ensinar valores para torná-las mais empáticas, amorosas e solidárias. 

.: Como fazer paçoca fit sem açúcar: saudável e fácil de fazer


Quer comer um doce saudável e diferente na quarentena? A influenciadora Larissa Michelin dá uma dica de Paçoca Fit sem açúcar.  Os ingredientes são:

250 gramas de amendoim torrado e sem pele
250 gramas de bolacha tipo maisena sem açúcar 
2 colheres (sopa) de adoçante 
1 lata de cocodensado (leite condensado de coco vegano)

Preparo
Bata o amendoim e a bolacha no liquidificador. Em seguida misture com o adoçante o leite condensado formando uma massa. Despeje-a numa fôrma retangular e deixe descansar por 15 minutos na geladeira. Corte em pedaços e aproveite.

Sobre Larissa Michelin
Tem 22 anos e começou a compartilhar um pouco da minha vida saudável no Instagram em abril de 2016. Além de dicas de alimentação, treino e positividade, ela compartilha a própria transformação corporal: ganhou 20kg no processo de ganho de massa. Muitas meninas se identificaram pois também são magrinhas e querem mudar, porém cometem erros que ela também já cometeu. 

Hoje, ela vai muito além do fitness: juntou o útil ao agradável e o que era hobby também virou trabalho. Fala sobre empreendedorismo, o trabalho com a Cocodensado (a empresa de doces fit), e sobre a lei da atração. Tem um canal no YouTube com mais de 50.000 inscritos, mais de meio milhão de seguidores no Instagram e está cada vez mais realizada com o que eu faz. A missão dela é mostrar que cada um é capaz de realizar os seus sonhos e alcançar os seus objetivos.

.: Bilionário em streams, Ali Gatie lança clipe de "Running on My Mind"


Cantor canadense está próximo de bater a marca 
de 3 bilhões de streams globais

Nesta quarta-feira, Ali Gatie, uma das apostas do R&B, lança o clipe do mais recente single “Running On My Mind”. A faixa já ultrapassou a marca de 3 milhões de streams globais desde o lançamento, no final de maio. Seguindo uma crescente, Ali Gatie está prestes a alcançar a marca de 3 bilhões de streams ao redor do mundo. Recentemente, no Brasil, o cantor ultrapassou 35 milhões de streams e mais de 14 milhões de views no YouTube.

“Running On My Mind” foi o primeiro single lançado por Ali desde o hit “What If I Told That I Love You”, que já ultrapassou a marca de 48 milhões de reproduções e mais de 50 milhões de visualizações totais no YouTube. Em maio, Ali presenteou os fãs com uma faixa especial, lançada com exclusividade no YouTube. “If I Fall In Love” já ultrapassou a marca de 4 milhões de visualizações na plataforma.

Aos 22 anos, descendente de iraquianos e nascido em Mississauga, no Canadá, Ali Gatie está ascendendo no universo do pop e do R&B. Desde que lançou o primeiro single de forma independente, em 2018, ele já ultrapassou a marca de 2,8 bilhões de streams com as faixas “Say To You", “It’s You” e “Moonlight”, deixando em evidência, o nome do artista no cenário global da música.

Com mais de 13 milhões de ouvintes mensais no Spotify, 370 milhões de vis nos vídeos disponibilizados no YouTube e mais de 4 milhões de seguidores nas redes sociais, o artista é uma das promessas da música e um dos grandes compositores da atual geração. 

Ali começou a carreira aos 18 anos, iniciando o trabalho no mercado como compositor. Mas foi ao vencer uma competição online do RhymeStars que Ali chamou a atenção de produtores e começou a ganhar destaque na indústria musical. O primeiro single, “Moonlight”, impulsionou o nome do cantor que atingiu 13 milhões de streams globais, um grande feito para um cantor estreante. Mas o sucesso chegou com o lançamento do hit ”It’s You”.

“It’s You” já ultrapassou a marca de 700 milhões de streams ao redor do mundo -  no Brasil, esse número passa de 26 milhões. Atualmente, o país é o 8º que mais consome as músicas de Ali Gatie, rendendo platina tripla para “It’s You” por mais de 160 mil cópias vendidas. A faixa, que figurou na Billboard Hot 100, alcançou o Top 40 na Austrália, Canadá, Irlanda e Suécia; o Top10 na Nova Zelândia e na Alemanha; e segue no Top 200 do Shazam Brasil desde seu lançamento, em junho de 2019. Durante uma live, a cantora Anitta apontou “It’s You” como a faixa que ela mais tem escutado atualmente, e recentemente a atriz Kéfera usou um dos trechos da música em suas redes sociais.

Ainda em 2019, Ali lançou o EP de estreia “You”, que ficou 13 semanas no Hot 100 da Billboard e teve mais de 37 milhões de streams. O projeto recebeu disco de platina, o que impulsionou a carreira do artista e fez os ingressos de seis shows de Ali esgotarem em minutos. Ali divulgou, recentemente, que seu primeiro álbum já está em produção e quase finalizado.

“Running On My Mind” - Ali Gatie

“If I Fall In Love” - Ali Gatie

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