terça-feira, 14 de julho de 2020

.: "Top Chef": 2ª temporada do reality show com comando de Felipe Bronze



Segunda temporada do reality show "Top Chef", sob comando de Felipe Bronze, estreia no dia 15 de julho; Na competição, 14 participantes disputam o prêmio de R$ 300 mil e o título de "Top Chef Brasil". Além dos desafios na cozinha, a pressão do confinamento e o poder especial no jogo prometem provocar ainda mais tensão e conflitos no programa. Apresentador Felipe Bronze e os jurados Ailin Aleixo e Emmanuel Bassoleil. Foto: Antonio Chahestian

Separe os ingredientes, siga as instruções da receita, não erre no tempero e se prepare para a segunda temporada do "Top Chef", na Record TV. Com estreia marcada para o dia 15 de julho, a partir das 22h30, o reality show gastronômico vai reunir 14 cozinheiros de olho no prêmio de R$ 300 mil e no título de o mais novo "Top Chef Brasil".

Para isso, eles precisarão agradar o paladar do apresentador Felipe Bronze e dos jurados, a crítica de gastronomia Ailin Aleixo e o também chef Emmanuel Bassoleil. Os três prometem estar ainda mais criteriosos nas decisões que tomarão em cada um dos desafios propostos aos participantes. “Tem que ser realmente o melhor para se tornar um top chef”, adianta Bronze.

Serão, ao todo, 12 episódios, sempre exibidos às quartas-feiras, que, além de mostrarem toda a habilidade e o jogo de cintura dos competidores na cozinha, vão exibir a convivência deles na mansão "Top Chef". Aliás, o dia a dia desses cozinheiros nesta casa vai ser ainda mais explorado na segunda temporada. Será que eles levarão a disputa para os momentos de descanso ou conseguirão deixar a pressão presente na competição no fogão? Muitas reviravoltas são aguardadas, claro.

Em cada episódio, são disputadas duas provas. No "Teste de Fogo", os cozinheiros se enfrentam, em grupo ou individualmente, para garantir uma vantagem, que pode ser até mesmo uma imunidade. O "Desafio de Eliminação" é a última oportunidade para garantir a continuidade ou não de um participante no jogo. Uma diferença em relação à primeira temporada é que o vencedor da prova do Desafio de Eliminação ganha a "Faca de Ouro", um poder extra especial já a partir do próximo episódio, fato que pode ser crucial no jogo. Quem for eliminado arruma as facas e volta para casa.

As gravações da segunda temporada do "Top Chef" tiveram início em março deste ano, mas precisaram ser interrompidas devido à pandemia do coronavírus e à necessidade do isolamento social. O reality show voltará a ser gravado a partir do dia 25 de julho. Os participantes, que são os mesmos selecionados daquele período, passarão por todos os protocolos de segurança para voltarem à disputa, não só no cenário da cozinha como no confinamento do programa. 


Perfis dos 14 participantes


Beatriz Buéssio

32 anos. Nasceu na capital de São Paulo e mora em Santos, no litoral de São Paulo. “Sou estudante de medicina e participar do ‘Top Chef’ é uma prova de que posso misturar as profissões de chef e médica”.
 

Bruno Alves

37 anos. Nasceu no Rio de Janeiro e mora em São Paulo. “Meu objetivo é trocar muitas informações com os jurados e mostrar o profissional que eu sou”.

César Scolari

39 anos. Nasceu em Alvorada do Sul, no Paraná, e mora em São Paulo. “Participar do ‘Top Chef’ é um sonho e uma oportunidade única de mostrar o meu trabalho para a minha equipe”.

Kaká Silva

54 anos. Nasceu e mora em Brasília, no Distrito Federal. “Estar no ‘Top Chef’ é estar entre os melhores chefs do país. Por acompanhar o programa, estar aqui é, até o momento, o ápice da minha carreira”.

Lara Carolina

25 anos. Nasceu em Macaé, no Rio de Janeiro, e mora em São Paulo. “É uma oportunidade única para mostrar o que eu sei e também aprender com os outros participantes”.

Lucas Ryu

23 anos. Nasceu em Rinópolis, São Paulo, e mora na capital de São Paulo. “O ‘Top Chef’ é uma oportunidade para sair da zona do conforto e aprender uma série de coisas novas”.

Luciana Berry

39 anos. Nasceu em Salvador, Bahia, e mora em Londres, Inglaterra. “Representa uma mudança importante na minha carreira. Além disso, quero mostrar um lado menos arrogante da profissão de chef”.

Maiara Marinho

30 anos. Nasceu em Ribeirão Pires, São Paulo, e mora na capital de São Paulo.
“Quero mostrar o amor que tenho pela comida e agregar a minha experiência nos desafios que serão propostos”.

Marê Araújo

31 anos. Nasceu em Ituiutaba, em Minas Gerais, e mora em Brasília, Distrito Federal. “É uma honra participar deste programa. Espero corresponder sobretudo às minhas expectativas”.

Matheus Emerick

26 anos. Nasceu em Brasília, Distrito Federal, e mora em Florianópolis, Santa Catarina. “A visibilidade promovida pelo ‘Top Chef’ é incrível. Fora isso, quero trocar experiências com os outros participantes da atração”.

Michele Petenzi

33 anos. Nasceu em Ponte San Pietro, na Itália, e mora no Rio de Janeiro. “Definitivamente, é um novo começo para mim e tenho certeza de que irá abrir várias portas na minha carreira”.

Natália Rios

32 anos. Nasceu e mora em São Paulo. “Quero desafiar os meus limites ao participar do reality show”.


Rafael Terrassi

30 anos. Nasceu em Bauru, São Paulo, e mora em Curitiba, no Paraná. “Busco evoluir na minha carreira com a participação no ‘Top Chef’. Também quero aprender bastante com todas as dicas que serão dadas ao longo da competição.”

Taty Albano

37 anos. Nasceu e mora em Salvador, na Bahia. “É um desafio totalmente novo em minha trajetória profissional. Entrei para ganhar”.


.: "Top Chef": entrevista com Rodrigo Carelli, diretor do talent show



Rodrigo Carelli é diretor de núcleo de realities shows da Record TV. Foto: twitter.com/rocarelli

Confira a entrevista com o diretor de núcleo de realities da Record TV, Rodrigo Carelli, sobre a estreia da segunda temporada do programa "Top Chef", que acontece nesta quarta-feira, dia 15, às 22h30. O reality show gastronômico vai reunir 14 cozinheiros de olho no prêmio de R$ 300 mil e no título de o mais novo "Top Chef Brasil".


O que muda nesta edição, há alguma novidade que fará diferença na competição? 

Rodrigo Carelli - Desta vez, haverá mais provas que desafiam múltiplas habilidades dos competidores. E mostraremos mais a convivência entre eles na casa em que estarão confinados.


O "Top Chef" será o primeiro reality show que voltará a ser gravado na Record TV no meio de uma pandemia. Como foi planejada essa volta? Quais os protocolos de segurança que serão adotados para as gravações ocorrem sem risco de contaminação? O elenco e participantes farão testes de COVID 19?
Rodrigo Carelli - No ar, vamos assumir que houve uma interrupção nas gravações devido à questão da pandemia de Covid. No quinto episódio, trataremos deste assunto e mostraremos os participantes durante o pré-confinamento e depois voltando para a competição. Todos os procedimentos sanitários serão tomados de forma que a mecânica do jogo e a dinâmica do programa não mudem radicalmente. Haverá mudanças internas de procedimentos de produção para viabilizarmos as gravações e mantermos as características de entretenimento e competição do "Top Chef".


O "Top Chef" estreia no dia seguinte ao "Masterchef". Dois realities de gastronomia no ar simultaneamente. Há ainda público para esse gênero de programa? Como você avalia a concorrência?
Rodrigo Carelli - Os reality shows vieram para ficar, já que são um gênero originalmente criado para a televisão, ao contrário do jornalismo e da ficção que vieram de outros meios. A competição culinária acrescenta algo de muito familiar ao espectador, principalmente em época de pandemia. O formato do "Top Chef" tem especificidades em relação à concorrência. Valoriza as histórias de cada um, tem um elenco com um histórico profissional mais sólido e mostra a convivência entre eles fora da cozinha também. Além disso, o comentário do programa está na mão dos próprios jurados, capitaneados pelo Felipe Bronze.


A interação com o público, por meio da redes sociais, funcionam muito nesse gênero de programa. O que está previsto?
Rodrigo Carelli - Haverá muito material digital paralelo, explorando os bastidores do programa, além da participação da audiência por meio de tweets que aparecerão na tela.


O programa costuma receber convidados para avaliar os pratos e já recebeu alguns na primeira fase de gravações. Estão previstos convidados nesta retomada? As externas do programa serão mantidas?
Rodrigo Carelli - Haverá convidados, sim, e externas também. Obviamente, nos episódios gravados pós-pandemia, elas serão mais controladas e restritas.


O Felipe Bronze, a Ailin Aleixo e o Emmanuel 
Bassoleil possuem um bom entrosamento, mas cada um tem a sua personalidade na hora de avaliar os pratos. Como será o papel deles nesta temporada? Serão mais exigentes?
Rodrigo Carelli - A exigência faz parte do formato, mas trabalhamos muito nesta temporada com uma maior interação entre eles. O humor estará sempre presente.


Qual o critério de seleção dos participantes? Há alguma exigência específica?
Rodrigo Carelli - Procuramos jovens profissionais que já tenham um bom currículo e seus dotes testados em grandes restaurantes, mas que ainda estejam numa fase da carreira em que ainda se interessam em ter suas habilidades desafiadas.


.: Sucesso na Casa das Rosas, peça inspirada em Bergman estreia no Zoom


O espetáculo "As Palavras da Nossa Casa", do Núcleo Teatro de Imersão, ganhou uma versão online bem diferente pela plataforma Zoom. A peça esteve em cartaz na Casa das Rosas e lotou todas as sessões, até que a temporada foi interrompida por conta da pandemia do novo coronavírus. Durante a quarentena, uma famosa cantora lírica reencontra sua filha e seu genro através de um aplicativo de videoconferência. 

No encontro, revelam-se as mágoas, o amor e as perdas que unem e separam a família. Espetáculo virtual imersivo inspirado em obras de Ingmar Bergman e ambientado nos tempos atuais.  Com direção de Adriana Câmara, o espetáculo do Núcleo Teatro de Imersão fez temporada na Casa das Rosas com todas as sessões lotadas. Temporada virtual estreia no dia 18 de julho

Sucesso de público na Casa das Rosas, o espetáculo imersivo “As Palavras da Nossa Casa”, do Núcleo Teatro de Imersão, teve sua temporada interrompida por conta da pandemia de Covid-19. Por isso, o grupo decidiu reambientar o texto e explorar os recursos oferecidos pela internet para criar uma versão online e bem diferente da peça. A temporada digital acontece pela plataforma Zoom entre os dias 18 de julho e 30 de agosto, com sessões aos sábados, às 21h, e aos domingos, às 20h. Os ingressos custam R$ 20.   

A dramaturgia da peça foi escrita por Adriana Câmara, que também assina a direção, e Glau Gurgel a partir de vários filmes do cineasta sueco Ingmar Bergman (1918-2007). “A principal referência é ‘Sonata de Outono’ (1978), mas também fazemos referências a ‘Através de um Espelho’ (1961), ‘Gritos e Sussurros’ (1972), ‘Morangos Silvestres’ (1957) e ‘Face a Face’ (1976), revela a diretora. Com a proposta de criar uma experiência que fosse a mais imersiva possível para quem assiste pela plataforma de conferências Zoom, foram feitas algumas mudanças na trama: a história, que anteriormente era ambientada nos anos de 1960, passou a ser situada nos dias de hoje; o figurino também ganhou ares contemporâneos; e a pandemia do novo coronavírus se tornou parte da narrativa.




Elenco em cena de “As Palavras da Nossa Casa”. Crédito: Captação Zoom

Na trama, o espectador acompanha uma reunião virtual no próprio Zoom entre a famosa cantora lírica Charlote (interpretada pela atriz Gizelle Menon), sua filha única Eva (Adriana Câmara) e seu genro Victor (Glau Gurgel). As duas não se veem há muito tempo e guardam muitas mágoas do passado, como o fato de Eva ter precisado lidar com a perda de seu único filho sem o apoio de Charlote, que tentava administrar as demandas de sua carreira internacional. 

Charlote vive na agitada metrópole São Paulo (SP), enquanto Eva optou por uma vida mais tranquila e foi morar com o marido pastor presbítero Victor em Garanhuns (PE). Como Victor teve contato com alguém que contraiu Covid-19 na sua paróquia, ele e Eva dividem telas diferentes – enquanto ela circula pelo apartamento, ele acessa a conferência do escritório, onde passa a quarentena.

Para resgatar os sentimentos nobres que ainda existem entre elas, mãe e filha precisam encarar todas as suas feridas, e, nesse processo, acabam proferindo palavras muito duras, de que, possivelmente, se arrependerão. A montagem sensível busca a identificação imediata com o espectador, ao tratar de temas como o amor, as cobranças e expectativas na criação dos filhos, as diferenças de geração, a falta de comunicação em relacionamentos, a esperança e os recomeços após dores profundas e os temores trazidos pela pandemia, em uma abordagem que parte de situações e conflitos parecidos com os que todos já vivenciaram ou testemunharam.

O caráter imersivo da montagem ganha outros contornos via Zoom. Enquanto, na Casa das Rosas, os espectadores entravam no casarão de Eva e Victor e percorriam seus diversos cômodos, agora, na versão virtual do espetáculo, o público entra na videoconferência da família, acompanhando bem de perto esse encontro virtual e tendo a oportunidade de conhecer diversos ambientes das casas de Eva, Victor e Charlote. 

“As Palavras da Nossa Casa” é o segundo espetáculo do Núcleo Teatro de Imersão. Depois da sessão, o grupo continua no Zoom para uma conversa com os espectadores. A primeira peça do grupo, “Tio Ivan”, ganhou o Aplauso Brasil 2018 na categoria Melhor Espetáculo de Grupo por voto popular. 

Sobre o Núcleo Teatro de Imersão
Criado em 2014, o Núcleo Teatro de Imersão está voltado para o estudo, o ensino, a pesquisa e a montagem de espetáculos que proponham novas relações entre ator e espectador, ao inserir o público no espaço de representação, em meio à cena representada. O primeiro trabalho do grupo é “Tio Ivan” (2017-2019), uma adaptação imersiva para o texto “O Tio Vania”, do escritor russo Anton Tchekhov (1860-1904). A peça já foi apresentada na Casa das Rosas e na Oficina Cultural Oswald de Andrade. “As Palavras da Nossa Casa”, livremente inspirada na obra de Ingmar Bergman, é o segundo espetáculo do grupo, que teve todos os ingressos esgotados na Casa das Rosas entre janeiro e março de 2020.



Sinopse
Durante a quarentena, uma famosa cantora lírica reencontra sua filha e seu genro através de um aplicativo de videoconferência. No encontro, revelam-se as mágoas, o amor e as perdas que unem e separam a família. Espetáculo virtual imersivo inspirado em obras de Ingmar Bergman e ambientado nos tempos atuais.

Ficha técnica
Realização: Núcleo Teatro de Imersão.
Direção: Adriana Câmara.
Texto: Adriana Câmara e Glau Gurgel, inspirado na obra de Ingmar Bergman.
Produção executiva: Adriana Câmara.
Cenografia, figurino e produção de arte: Adriana Câmara, Gizelle Menon e Glau Gurgel.
Elenco: Adriana Câmara (Eva), Gizelle Menon (Charlote), Glau Gurgel (Victor).
Programação visual: Hernani Rocha.
Fotografias: Hernani Rocha.
Assessoria de imprensa: Bruno Motta e Verônica Domingues (Agência Fática)
Produção: Menina dos Olhos do Brasil.

Serviço
"As Palavras da Nossa Casa", do Núcleo Teatro de Imersão
Temporada: de 18 de julho a 30 de agosto de 2020.
Aos sábados, às 21h, e aos domingos, às 20h.
Ingressos: R$ 20.
Vendas online: www.sympla.com.br/nucleoteatrodeimersao.
Classificação: 14 anos.
Duração: 90 minutos.
Gênero: drama imersivo.

.: Elias Andreato estreia espetáculo "Pessoa" em plataforma digital domingo


Elias Andreato estreia, dia 19, às 18h, o espetáculo "Pessoa". Concebido pelo artista, o roteiro de Pessoa inventa um personagem, real em seu quarto, através da prosa e da poesia de Fernando Pessoa, do estado criativo do poeta e tem como centro "O Marinheiro" uma obra, minimalista, provocatória e verdadeiramente de vanguarda que nos dá a oportunidade de conhecer de onde vem a inspiração de Fernando Pessoa, que com 24 anos, escreveu  em dois dias de outubro de 1913. 

Dizem que é em "O Marinheiro" que o escritor revela a sua intuição e a sua visão daquilo que viria a ser a sua vida de artista, de tormento e de sofrimento. Acredita-se que o marinheiro descrito na obra seja o próprio Fernando Pessoa, concentrado na realidade e ação, no sonho de viver. É na verdade a primeira criação dos seus três heterônimos criados pelo poeta português, Ricardo Reis, Álvaro de Campos e Alberto Caeiro, sendo estes últimos objeto da maior parte dos estudos sobre a sua vida e obra.

O espetáculo "Pessoa" passeia pelos escritos dos três heterônimos e pelos do próprio poeta que dá título à essa emocionante “experiência” que vocês terão oportunidade de assistir na plataforma virtual Sympla na interpretação de Elias Andreato.

Ficha Técnica - "Pessoa"
Concepção e interpretação: Elias Andreato.
Trilha composta: Jonatan Harold.
Fotos: Samantha Dalsoglio.
Operador de som: Eder Soares.
Administração: Eduardo Cardoso.
Assessoria de Comunicação: Beth Gallo.
De imprensa: Thais Peres.
Agradecimento especial: Andre Acioli.
Produção: Selma Morente e Célia Forte Morente forte Produções Teatrais.

Serviço - "Pessoa"
Duração: 50 minutos.
Classificação indicativa: 12 anos.
Venda de ingressos e acesso à transmissão: https://www.sympla.com.br/pessoa__906739.
Especificação técnica: baixar o aplicativo Zoom, preferencialmente no PC ou notebook. Também é possível assistir por tablet, celular ou emparelhamento com Smart TV.
Horário: domingo às 18h.
Ingressos: gratuitos limitados aos primeiros espectadores. E de R$ 10 a R$ 50.
Parte da arrecadação será destinada ao Fundo Marlene Colé e APTR.

.: Cristian Duarte no solo "Home100" nesta quinta-feira, em live


Cristian Duarte trabalha os princípios do solo Hot100, no qual são invocadas 100 referências de dança muito marcantes na sua formação. Foto: Renato Mangolin 

A programação da série Dança #EmCasaComSesc, que apresenta sempre às terças e quintas, às 21h30, uma atração diferente. Nesta quinta-feira, dia 16, às 21h30, quem se apresenta é o bailarino, coreógrafo e diretor Cristian Duarte no solo "Home100". 

Uma dança para movimentar as referências de uma quarentena que negocia com memórias afetivas, físicas e virtuais. Uma chance para a imaginação transformar um isolamento em multidão, como o próprio artista define. Nesta coreografia, Cristian trabalha os princípios do solo Hot100, criado em 2011, no qual são invocadas 100 referências de dança muito marcantes na sua formação. Um espetáculo que fará da casa o corpo e do corpo a casa. 

Sempre às terças e quintas-feiras, às 21h30, acontece uma apresentação diferente no formato de solos, duplas ou com mais integrantes - desde que estes já estejam dividindo o mesmo espaço neste período de quarentena - podendo ser coreografias na íntegra, trechos de obras ou adaptações, de acordo com o espaço e proposta de cada trabalho. As apresentações têm duração de até 50 minutos. 

Em tom intimista, os artistas também são convidados a fazerem comentários sobre o trabalho após a performance. Dentro desta linguagem, a experiência das diversas edições da Bienal Sesc de Dança, que teve sua 11ª edição realizada em setembro de 2019, possibilita a expansão da atuação digital da instituição. A programação terá como foco abranger o maior número de vertentes e movimentos da dança, em suas expressões, diversidades e poéticas de corpos, dentro das muitas áreas de pesquisa, como a clássica, urbana, contemporânea, performática e experimental.

A iniciativa faz parte das diversas ações digitais que expandem a atuação da instituição no campo virtual, como a plataforma do Sesc Digital e a programação de transmissões de música e teatro da série Sesc Ao Vivo. "As artes, em todas as suas linguagens, têm sido altamente impactadas pelas restrições de convívio social e pela suspensão das contratações dos artistas e de toda a cadeia de criação e produção. O desenvolvimento da Plataforma Sesc Digital expressa nossa preocupação com a expansão da atuação social do Sesc para o ambiente digital", comenta Danilo Santos de Miranda, diretor do Sesc São Paulo. "Acreditamos ser possível, ainda que desafiadora, a experimentação de uma prática cênica, performativa, em novos formatos, gramáticas e suportes. Pretendemos contemplar outras linguagens artísticas em nossas transmissões ao vivo nos próximos dias", conclui.

As apresentações podem ser assistidas em transmissões ao vivo no YouTube do Sesc São Paulo - youtube.com/sescsp - e o Instagram do Sesc Ao Vivo - instagram.com/sescspMorena Nascimento foi bailarina intérprete do Tanztheater Wuppertal Pina Bausch (companhia com a qual continua atuando como convidada) e desenvolve trabalho autoral como artista independente desde 2001, entre muitos outros trabalhos.

Sempre às terças e quintas-feiras, às 21h30, acontece uma apresentação diferente no formato de solos, duplas ou com mais integrantes - desde que estes já estejam dividindo o mesmo espaço neste período de quarentena - podendo ser coreografias na íntegra, trechos de obras ou adaptações, de acordo com o espaço e proposta de cada trabalho. As apresentações têm duração de até 50 minutos. Em tom intimista, os artistas também são convidados a fazerem comentários sobre o trabalho após a performance. 

Dentro desta linguagem, a experiência das diversas edições da Bienal Sesc de Dança, que teve sua 11ª edição realizada em setembro de 2019, possibilita a expansão da atuação digital da instituição. A programação terá como foco abranger o maior número de vertentes e movimentos da dança, em suas expressões, diversidades e poéticas de corpos, dentro das muitas áreas de pesquisa, como a clássica, urbana, contemporânea, performática e experimental.

A iniciativa faz parte das diversas ações digitais que expandem a atuação da instituição no campo virtual, como a plataforma do Sesc Digital e a programação de transmissões de música e teatro da série Sesc Ao Vivo. "As artes, em todas as suas linguagens, têm sido altamente impactadas pelas restrições de convívio social e pela suspensão das contratações dos artistas e de toda a cadeia de criação e produção. 

O desenvolvimento da Plataforma Sesc Digital expressa nossa preocupação com a expansão da atuação social do Sesc para o ambiente digital", comenta Danilo Santos de Miranda, diretor do Sesc São Paulo. "Acreditamos ser possível, ainda que desafiadora, a experimentação de uma prática cênica, performativa, em novos formatos, gramáticas e suportes. Pretendemos contemplar outras linguagens artísticas em nossas transmissões ao vivo nos próximos dias", conclui.

.: Renato Borghi apresenta "Meu Ser Ator" em live teatral nesta quarta-feira


Renato Borghi apresenta "Meu Ser Ator", para o qual retirou da estante os grandes textos que marcaram 62 anos de carreira. Foto Luisa Bonin

Dentro de apresentações teatrais das lives #EmCasaComSesc, nesta quarta-feira, dia 15, às 21h30, Renato Borghi apresenta "Meu Ser Ator", para o qual retirou da estante os grandes textos que marcaram seus 62 anos de carreira. Como um exercício de memória, ele se transporta para as épocas e ambientes que moldaram alguns dos maiores clássicos do teatro brasileiro. A peça pode ser assistida no YouTube do Sesc São Paulo youtube.com/sescsp -  e no Instagram do Sesc Ao Vivo - @sescaovivo.  

A ideia de Renato Borghi em "Meu Ser Ator" é reviver solilóquios, diálogos e situações cênicas que fizeram de Borghi o ator que ele é. Além de resgatar trechos inesquecíveis das obras de Gorki, Brecht, Oswald de Andrade, Shakespeare, Tchekhov e Beckett, Borghi também faz uma homenagem a seus colegas de palco e aos grandes mestres que guiaram sua trajetória, como Eugênio Kusnet e Madame Morineau. 

A atriz Irene Ravache apresenta na sexta-feira, 17, "Alma Despejada", peça que conta a história de Teresa, que depois de morta faz sua última visita à casa onde morou. O imóvel foi vendido e sua alma, despejada. Teresa era uma professora de classe média, apaixonada por palavras, que teve dois filhos com Roberto, seu marido, homem simples, trabalhador, que se tornou um empresário bem-sucedido e colocou sua família no ranking de uma classe média emergente. 

No texto de Andréa Bassitt, escrito especialmente para Ravache, a personagem transita entre o passado e o presente, do outro lado da vida. Sempre de maneira poética e bem-humorada, Teresa lembra de histórias e pessoas importantes em sua vida, como Neide, sua funcionária por mais de 30 anos, e sua melhor amiga, Dora. Sob a direção de Elias Andreato, o espetáculo estreou em São Paulo em setembro de 2019.

Para conferir a programação de teatro, basta acessar as páginas youtube.com/sescsp ou o novo endereço do Sesc São Paulo no Instagram criado especialmente para a série Sesc Ao Vivo instagram.com/sescaovivo, às segundas, quartas, sextas e domingos, sempre às 21h30.

"Cena Inquieta": nova série documental do SescTV investiga formações, conceitos e trajetórias de grupos e artistas do teatro brasileiro
Além das lives no YouTube, o SescTV lança em 23 de julho uma série de documentários dedicados ao teatro: "Cena Inquieta", com curadoria de Silvana Garcia e direção de Toni Venturi. A série é uma abrangente cartografia sobre a nova geração do teatro de grupo produzido no Brasil. Composta por 26 documentários de 55 minutos cada, o trabalho mapeou os mais importantes coletivos teatrais de São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Salvador e Recife.

São 48 companhias estáveis de teatro e mais 10 artistas solos que vem desenvolvendo trabalhos relevantes de experimentação de linguagem nos eixos do teatro negro, político e de gênero. Cada episódio apresenta dois grupos teatrais, alguns programas exibem também espetáculos solos de artistas que marcaram a cena nacional na última década, e um especialista (pesquisador, crítico ou jornalista) que comenta e contextualiza a cena ou proposta exibida. O primeiro documentário, exibido no dia 23 de julho, às 23h, investiga as formações, conceitos e trajetórias do Grupo Clariô de Teatro e Capulanas Cia. de Arte Negra.

A programação faz parte do projeto "#Do13ao20 - (Re)Existência do Povo Negro", que faz alusão aos marcos do 13 de maio e do 20 de novembro, propõe diálogos sobre a condição social da população negra e objetiva reiterar os valores institucionais, bem como o reconhecimento das lutas, conquistas, manifestações e realidades do povo negro. Para sintonizar o SescTV: Canal 128 da Oi TV ou consulte sua operadora. Assista também online em sesctv.org.br/aovivo. Siga o SescTV no twitter: http://twitter.com/sesctv. E no facebook: https: facebook.com/sesctv.

segunda-feira, 13 de julho de 2020

.: Matheus Nachtergaele: "'Cine Holliúdy' é para o Brasil fazer as pazes consigo"



Série está de volta à Globo com muito humor e poesia. Foto: Globo / Estevam Avellar

No segundo episódio da série, que vai ao ar na próxima terça, dia 15, Francis resiste à chegada da TV e decide produzir seus próprios filmes
O ator Matheus Nachtergaele não esconde a alegria de ver "Cine Holliúdy" no ar novamente. Na série, Matheus interpreta a autoridade máxima de Pitombas, o prefeito Olegário, a quem define como um vilão cômico. "Temos muitos motivos para rever a série com olhos muito críticos para além da diversão pura e simples. Como sou um ator principalmente de cinema, adorei essa coisa da série passar pelos gêneros todos", diz. Na entrevista abaixo, o ator comenta sobre a volta da série à TV. 

Como foi receber a notícia da volta da série?  
Matheus Nachtergaele - Recebi a notícia com alegria! Essa reexibição indica duas coisas: que a série entrou no coração das pessoas e que a série conseguiu fazer o que eu imaginei que ela faria: homenagear o Brasil que a gente gosta e ama. É uma série carinhosa para toda família e de ensinamento para gente gostar da gente mesmo.

Qual a importância do Olegário na sua carreira? Tem alguma característica ou algo que tenha aprendido com o personagem que possa ser destacado? 
Matheus Nachtergaele - Eu me senti extremamente honrado em estar com o elenco cearense, em ser chamado a participar, em dividir a cena com a Heloísa Perissé, que eu admiro muito como artista popular brasileira, como comediante e como mulher. Olegário é um vilão cômico, um típico político da pior espécie brasileira, extremamente ignorante e autoritário, vaidoso e se tiver alguma virtude é saber amar a Maria do Socorro, personagem da Heloísa. Acho que todos os personagens nos ensinam muito. O Olégario traz para mim a possibilidade de construir um personagem que homenageia o Odorico Paraguaçu e Diaz Gomes. Também é um personagem para, de forma brincante, se fazer uma crítica à política brasileira. Eu aprendi muito fazendo o Olégario e estou muito feliz em poder rever o trabalho.

Que cenas te marcaram? Quais você mais gostou de fazer? 
Matheus Nachtergaele - Eu tive muito prazer em todas as cenas. Adoro a Heloísa (Perissé) e a gente conseguiu uma química muito bonita. Foi muito prazeroso trabalhar com ela. Ressalto também as cenas com o Gustavo Falcão, que interpreta o Seu Jujuba, assessor do Olegário. As cenas são todas muito saborosas e é muito difícil de destacar alguma, mas eu amo as cenas de palanque do Olegário. Para me relacionar com Odorico do Dias Gomes, que inventa palavras difíceis justamente para não ser entendido pela população - como é comum nos políticos brasileiros - eu inventei um tipo de português absolutamente errado.  No palanque, ele começa o discurso dizendo: - "Meus povo e minhas pova". É hilário, a gente sempre ria muito depois das cenas de palanque. 

A série homenageia os gêneros do cinema. Mais do que nunca, as famílias estão vendo muitos filmes, séries e programas de entretenimento de maneira geral. Como você avalia a importância da arte nesta fase de quarentena? 
Matheus Nachtergaele - O argumento de "Cine Holliúdy" é lindo! Uma televisão é instalada pela primeira vez em uma cidade interiorana do Brasil e ela começa a ameaçar o sonho de fazer um cinema brasileiro criativo, que é o sonho do Francis. Essa discussão me interessa muito. Temos muitos motivos para rever a série com olhos muito críticos para além da diversão pura e simples. Como sou um ator principalmente de cinema, adorei essa coisa de passar pelos gêneros todos. Fizemos filme de vampiro, de terror, de ficção cientifica; tudo de uma jeito tupiniquim, divertido e com uma produção que imita com muita beleza a falta de recursos do cinema brasileiro. 


.: Entrevista: Sandy e Junior falam sobre série documental no Globoplay


Dupla falou sobre o que o público pode esperar do projeto. Foto: Divulgação

O coração está batendo forte, mas a ansiedade deu lugar a uma série documental cheia de detalhes. O Globoplay lança nesta sexta-feira, dia 10, a série documental original "Sandy e Junior: A História". No último domingo, dia 12, o primeiro episódio foi exibido na TV Globo no "Pré-estreia Globoplay". Cheios de carisma e talento, na década de 90, os irmãos encantaram o Brasil, em apresentações na TV e na rádio. Os anos passaram, eles cresceram e, ao longo de três décadas, construíram uma história aos olhos do público. 

É impossível pensar em "Sandy e Junior" sem lembrar das músicas no topo das paradas, das turnês com ingressos esgotados, dos inúmeros prêmios conquistados e da legião de fãs que só comprovam o sucesso da dupla nestes 30 anos de carreira. Por trás desse percurso, uma bagagem inteira de experiências, descobertas, aprendizados e memórias. Pela primeira vez, o público poderá se surpreender com cada passo dessa trajetória, contada através do ponto de vista da dupla e de registros inéditos. A série é costurada por depoimentos dos irmãos, de familiares e pessoas próximas à vida pessoal e profissional dos artistas, entre elas, Ivete Sangalo e Roberto Carlos. 

“Sabemos que a vida de Sandy e Junior sempre foi muito exposta durante todos esses anos, mas nunca partiu da própria dupla contar o que eles viveram, incluindo vida profissional e pessoal. Então, para quem achava que sabia tudo sobre Sandy e Junior, irá se surpreender. Eles abriram a vida deles como nunca tinham feito antes. Além disso, os fãs estão presentes o tempo todo e são muito homenageados”, explica o diretor Douglas Aguillar, que adianta que um dos episódios conta com um clipe com imagens feitas por fãs. 

A série documental partiu de um vasto acervo caseiro de Sandy e Junior, mais de 250 DVDs foram compartilhados pela mãe da dupla, Noely. com gravações dos cantores em casa e em programas de TV. Em sete episódios, a obra apresenta registros da infância e da adolescência dos irmãos, momentos em família e gravação de discos e clipes. Os trabalhos em dramaturgia e os desdobramentos do sucesso dos irmãos no mercado publicitário também estão presentes, assim como o show no Rock in Rio de 2001 e a carreira internacional. 

A obra também acompanha os principais acontecimentos dos últimos doze anos de vida de Sandy e Junior, após o anúncio de que seguiriam carreira solo. Aliás, será possível ver imagens inéditas da apresentação de despedida da dupla em 2007, que foi gravada na íntegra e nunca foi divulgada. Os dois últimos episódios da série revelam ao público cada passo da preparação para o reencontro dos irmãos no palco em comemoração aos 30 anos de carreira, com a turnê "Nossa História". Desde as primeiras reuniões, em 2018, até os shows, passando pela coletiva de imprensa anunciando os shows comemorativos, reuniões de conteúdo, ensaios técnicos, preparação das apresentações e as aventuras e os imprevistos que surgiram na estrada durante a turnê. Tudo é minuciosamente retratado, convidando o grande público a embarcar nessa viagem como parte integrante da equipe. Nesta entrevista, Sandy e Junior falam sobre o que o público pode esperar da série documental.

Qual é a sensação de ver a vida inteira de vocês, literalmente, passada em uma série documental?
Sandy - Ver a nossa vida contada em um filme é uma sensação muito diferente e, ao mesmo tempo, um privilégio. É uma sorte muito grande ter a chance de entender certas coisas do passado, que algumas vezes podem não ter ficado resolvidas; a chance de rever e reviver as coisas boas. São tantos momentos especiais que, por muitas vezes, a gente acaba até esquecendo. É como sentir de novo a alegria de ter passado por tudo aquilo. É como uma terapia! A gente acaba entendendo muitas coisas e colocando todas no lugar certo, dentro da cabeça e do coração. É maravilhoso! 
Junior - É uma sensação muito maluca, superemocionante. É incrível relembrar esses momentos. Tinha algumas imagens que a gente não via há milhões de anos, então foi sensacional. Estou muito feliz de ter esse documentário, porque, aos 36 anos, ter sua vida toda documentada num trabalho tão bem feito quanto este é uma honra. 

Há alguma coisa na série documental, seja da carreira ou da vida privada de vocês, que nunca tenha sido abordada? 
Sandy - Muito do que está no documentário, de uma forma ou outra, já foi falado ao longo de nossa carreira. Porém, a grande diferença é o tipo de abordagem, porque nossa história sempre chegou até as pessoas por meio de interlocutores. Pela primeira vez, estamos com uma grande e importante oportunidade de contar nossa história inteira, com a nossa versão de como ela realmente foi. As pessoas conhecem os principais fatos da nossa carreira, mas a maneira como foram contados sempre vieram por um viés externo, seja da mídia, do mercado. Agora vem da nossa verdade, esta é a grande diferença. 
Junior - Tem algumas partes que nunca tinham sido mostradas, coisas que nem a gente lembrava que existiam ou tinha visto. 

Que passagem do documentário mais emocionou vocês?
Sandy - Muitas coisas me emocionam! Desde o primeiro momento do episódio um, quando a gente mostra o último show em dupla, o encerramento da nossa carreira juntos. Reviver aquilo ainda é emocionante demais, eu me lembro muito, eu sinto aquilo tudo de novo. Quando eu vejo imagens da nossa infância mais remota, me emociono também. Ver como tudo começou, algumas passagens muito importantes e, às vezes, complicadas. Aquele momento de auge de sucesso em que teve Maracanã, Rock in Rio e carreira internacional, por exemplo, eu me lembro das sensações, o turbilhão de acontecimentos e emoções que estava a nossa vida.
Junior - Difícil dizer qual parte mais emocionou. Acredito que eu tenha chorado em todos os episódios, mas tudo bem, eu sou parte ali do tema abordado, então mexe muito comigo, fala sempre de assuntos que me tocam. 

Qual momento da carreira vocês consideram mais importante e que o documentário mostra?
Sandy - Acho que foram os momentos de maior sucesso e projeção porque levaram a nossa voz, a nossa música, o nosso trabalho para mais gente. Foram aqueles anos de programa de TV na Globo, Rock in Rio, Maracanã, show na praia de João Pessoa pra 1,2 milhão de pessoas, a venda de 3 milhões de discos em um único álbum. Acho que de 1998 a 2003 foram os anos mais importantes da nossa carreira. E também o ano passado, com nossa turnê comemorativa ‘Nossa História’, que acabou gerando uma comoção enorme entre os fãs. A gente acabou entendendo a dimensão do nosso nome, a marca que a gente tinha deixado enquanto dupla. Por mais que tenha sido um capítulo à parte, um último capítulo depois que a história já estava inteira feita, não tem como não considerar como um dos momentos mais importantes da carreira. 
Junior - De fato não sei responder essa pergunta. Acho que todas as decisões que a gente toma e os passos que a gente dá contribuem para a gente chegar no lugar onde chegamos, então tudo foi fundamental para construção da nossa história; tanto o que a gente fez quanto o que escolhemos não fazer. 

Olhando a história de vocês, se pudessem voltar atrás, mudariam alguma coisa?
Sandy - É muito difícil dizer que eu mudaria alguma coisa na minha carreira porque eu consigo olhar certas coisas e pensar que hoje eu decidiria e faria diferente; teria outra opinião, talvez. Mas, ao mesmo tempo, foram todas estas decisões e todos estes acontecimentos que traçaram a minha trajetória e construíram a artista e pessoa que eu sou hoje. Foi uma história de alegria, sucesso, realização pessoal e artística, então, se eu tivesse mudado algo, eu teria mudado esta história, da qual tenho muito orgulho. Eu poderia ter tomado decisões um pouco diferentes em alguns momentos? Sim. Mas, eu quero esta história pra mim.  
Junior - Acho que não, não mudaria nada, porque tudo isso contribuiu para construção da nossa história. Acho que tudo é fundamental para tornar quem a gente é e nos levar para onde chegamos, para os caminhos que a gente tomou. Claro, se eu pudesse conversar comigo mesmo, para me dar conselhos em cada fase, eu me ajudaria e tornaria tudo mais fácil na percepção. Mas é uma viagem tão maluca que não dá nem para pensar nisso. 

Qual foi o maior desafio da carreira de vocês?
Sandy - O maior desafio foi, sem dúvida, crescer diante de tantos olhares, de um público tão grande, de tanta curiosidade e especulações. Crescer já não é fácil por si só; sair da infância pra adolescência, da adolescência pra fase adulta. Então, crescer diante de tanta gente e com tantas expectativas, isso torna o desafio ainda maior, mais difícil de atravessar e lidar. 
Junior - Acho que o maior desafio foi manter a cabeça no lugar, os pés no chão. Não tinha como a gente se perceber normal, porque não era o que acontecia. Não pirar com tudo isso e com o fato de ter uma vida com tantas conquistas. Meu maior exercício sempre foi tentar colocar o pé no chão e entender o que era real ou não. 

.: Um espetáculo em que cada ator se apresenta para apenas um espectador


O Teatro Lâmina estreia "Onde Você Estava, se Você nem Saiu de Casa?", que terá temporada online a partir de sábado, o dia 18, às 18h30. Em cada sessão, cada um dos cinco artistas da companhia irá abrir uma chamada de vídeo pelo aplicativo WhatsApp com um espectador, promovendo uma experiência-conexão de um para um a partir dos recursos do teatro físico. Os ingressos custam R$ 20 e estão à venda pelo Sympla.

Durante a fase final de ensaios de uma peça infanto-juvenil baseada no livro "Onde Nascem as Estrelas - Doze Lendas Brasileiras", de Clarice Lispector, o Teatro Lâmina interrompeu a montagem devido à recomendação de isolamento social a fim de evitar o contágio por covid19. Neste meio tempo, a necessidade de estabelecer contato com o público de algum modo resultou na criação de "Onde Você Estava, se Você nem Saiu de Casa?", que terá temporada online

Em cada sessão, cada um dos cinco artistas da companhia irá abrir uma chamada de vídeo pelo aplicativo WhatsApp com um espectador, promovendo uma experiência-conexão de um para um a partir dos recursos do teatro físico. Viviane Monteiro, que assina direção e dramaturgia, define o experimento como uma conexão direta entre o teatro e o público para tempos de saudade do palco. Na obra, cada ator personifica algum elemento que compõe o espaço físico do teatro e inicia sua interação com o público a partir disso. 

As personagens são: Zé Linóleo (Inácio Marçal), Dona Proscênia (Giovanna Koyama), Rita Camarim (Inaiê Kariny), Ana Ribalta (Julia Azzam) e  Maria Coxia (Giovanna Kuczynski). “Trata-se de um exercício para manter imaginação viva por meio da interação com o espectador. Quando nos conectamos, buscamos ocupar toda extensão da tela do celular. O maior instrumento que temos neste momento é a voz, então apostamos nas modulações, suspiros e sussurros. Também desenhamos todo espaço da tela com gestos e aproximações”, conta a diretora.

A dramaturgia é tecida com informações sobre o teatro que são costuradas com trechos de textos como "Soneto 66", de William Shakespeare; "As Três Irmãs", de Anton Tchekhov, e o poema "Soube que Vocês Nada Querem Aprender", de Bertold Brecht – autores e nomes dos mais expressivos de suas épocas. A base de todo texto é praticamente a mesma para os atores do Teatro Lâmina, com exceção dos momentos em que falam sobre as características do teatro ligadas aos seus nomes e aos dramaturgos citados acima.

Viviane conta que, mesmo estabelecendo um encontro de um para um, o espectador não assistirá a uma peça de teatro. Ele viverá uma experiência de se conectar ao teatro. “É como se fosse uma chamada de vídeo com o teatro e o público poderá se conectar a partir da personificação deste espaço”, complementa.

Na concepção de uma cena que se resume a uma tela de celular com a câmera posicionada na direção vertical, Viviane conta que a criação coletiva do grupo potencializou a linguagem do teatro físico, que já é uma característica do Teatro Lâmina. Conta também sobre as influências diversas, como a improvisação e espontaneidade dos atores da commedia dell'arte, o jogo cênico dos clowns, além de técnicas de respiração e articulação que o grupo desenvolve.  “Acredito piamente que o teatro é a arte do ator. Essa experiência – apesar de não a considerar ‘teatro’ – é tão efêmera quanto uma peça teatral. Confio que meus atores dominarão este pequeno espaço virtual como dominam o palco. Improvisarão como improvisam no palco mesmo com um texto pronto e estarão em prontidão como estão no palco. É uma experiência para atores e público viverem juntos, assim como no espaço físico do teatro”, finaliza a diretora.

Sinopse
Zé Linóleo, Dona Proscênia, Rita Camarim, Ana Ribalta, Maria Coxia, são Teatro. Todos estão aqui há mais de cem anos e procuram por alguém para dividir suas histórias já que ninguém os visita mais. Os personagens interagem com os espectadores em um formato um para um, mostrando um pouco de suas realidades dentro de “casa” e os convidando para refletir e se conectar com o que faz a magia acontecer neste lugar.

Elenco
Giovanna Koyama - Atriz e cantora. Estudou “Teatro Físico”, com John Mowat (UK) e Mímica, com Luis Louis. Realizou um Workshop de verão de Jacques Lecoq em Berlim - 2018. Estudou “O Corpo Poético”, com Sebastién Brottet-Michel (FR). Trabalhou como assistente de direção na peça “O Corte”, com direção de Daniel Lopes, e em “A Via Crucis do Corpo” de Clarice Lispector em 2017, com direção de Adriana Pires. Foi Dirigida em Oficina de montagem do grupo Garagem-21 por César Ribeiro em 2018. Em 2019, realizou oficinas no Núcleo Experimental com o diretor Zé Henrique de Paula e Fernanda Maia. Mantém aulas de canto regulares com a cantora lírica Francielle Barros. Atualmente mora em Londres, Reino Unido.

Inaiê Kariny - Atriz paraense, da Ilha de Marajó, estuda e atua em São Paulo onde atualmente reside. Cursa o Técnico de Artes Cênicas na Escola Wolf Maya e é atriz do Teatro Lâmina.

Giovanna Kuczynski - Natural de São Paulo, atuou em quatro espetáculos dirigidos por Marcelo Fonseca, no Teatro do Incêndio, em “Trabalhos de amor perdidos”, dirigido por Eliete Cigarini, e na performance "O Corpo Social", durante o Festival Satyrianas, em 2016. Trabalhou como assistente de direção de Kiko Marques, Elias Andreato e Sérgio Ferrara. Participou das oficinas: “Improvisação entre Dança e Teatro”, ministrada por Miguel Prata na Galeria Olido, “Escuta, Autoficção e Cena”, ministrada por Chris Ubach na Oficina Cultural Oswald Andrade e “O Teatro do Oprimido”, ministrada por Cecília Boal no Centro Cultural São Paulo. Integrou ainda oficinas dedicadas ao estudo da obra de Clarice Lispector, William Shakespeare e Andy Warhol. Atualmente trabalha como atriz no Teatro Lâmina.

Julia Azzam - Atriz paulistana e integrante do Teatro Lâmina, estudou interpretação na Escola de Atores Wolf Maya e canto no Studio Marconi Araújo, com Adriano Disidney, Paula Capovilla, Bianca Tadini e Mary Setrakian. Seu último trabalho no teatro foi a peça Jardim de Inverno, dirigida por Marco Antônio Pâmio, em 2019, cuja temporada de 2020 está pausada no momento. Fluente em inglês, é bilíngue com diploma emitido pelo International Baccalaureate.

Inácio Marçal - Ator natural do Paraná, começou a fazer teatro em um curso livre durante a faculdade, mudando-se para São Paulo logo depois para dar continuidade aos estudos de artes cênicas. Estudou teatro com pessoas como Josemir Kowalick, Marco Antônio Pâmio e Guilherme Santana. Estudou televisão com Samantha Dalsoglio, Renato Simões, Nara Marques e André Garolli. Participou do processo da peça "Inferno, um interlúdio expressionista", com direção de André Garolli. No teatro foi dirigido por Hugo Coelho em "Vereda da salvação" e atualmente está em processo sendo dirigido por Viviane Monteiro no Teatro Lâmina, além de estar em processo da peça "O Mambembe" com direção de Sandra Corveloni.

Viviane Monteiro - Atriz, pernambucana da gema, e diretora/fundadora do Teatro Lâmina em São Paulo. Comunicóloga por formação, especializou-se em “Corpo: Dança, Teatro E Performance” pela ESCH- SP. Estudou teatro físico com John Mowat (UK), “O Corpo Poético”, com Sebastién Brottet-Michel (FR), e “A Poética Do Ator”, com Luíz Mário Vicente (BR). Seu último trabalho no teatro foi em “Eu estava em minha casa e esperava que a chuva chegasse”, dirigido por Antunes Filho, em 2018/19. No audiovisual, atuou em “Colônia” para o Canal Brasil com direção de André Ristum e em “Aruanas” para a Globoplay com direção de Bruno Safadi. Atualmente ensaia para uma peça dirigida por Bete Coelho e Cássio Brasil (em pausa no momento) e se dedica à pesquisa cênica com seu grupo.

Sobre a companhia
Fundado em 2017, o Teatro Lâmina (ou Cia Lâmina, como o grupo chama carinhosamente) é um grupo de pesquisa cênica que leva para o palco um trabalho consistente de voz e corpo dentro da pesquisa do Teatro Físico. Viviane Monteiro, fundadora do grupo, acredita que atores precisam ter uma consciência corporal potente de modo que se apropriem totalmente de seu único instrumento de trabalho – o corpo. 

Sua pesquisa nos últimos dez anos têm sido, para o palco e cinema, uma pesquisa de teatro físico. Assim, a atriz fundadora do grupo desenvolve sua própria “metodologia” com meditação, exercícios de visualização, articulação interna, externa, pinceladas de técnica Klauss Vianna, estudo de anatomia, fisioterapia e fonoaudiologia (estes últimos sempre com algum profissional da área), bastante filosofia, leitura, pesquisa teórica e, claro, muito treino físico e vocal para o palco.

Em 2017, o Teatro Lâmina surgiu de um projeto baseado em contos de Clarice Lispector. O grupo estreou no VIGA Espaço Cênico e lotou todas as sessões por duas temporadas. “A Via Crucis do Corpo”, com direção de Adriana Pires, encheu a casa mesmo em dias de “toró pesado”, como diz Viviane. Em seguida, o Teatro Lâmina entrou como realizador num projeto de Nelson Rodrigues e ganhou o Prêmio Cenym de Melhor Cia de Teatro, em 2018. Os processos de ensaio duram de seis a oito meses e acontecem na Oficina Cultural Oswald de Andrade. Durante os tempos de distanciamento social, os treinos e pesquisas mais específicas se dão por encontros virtuais que acontecem religiosamente três vezes por semana.

Ficha Técnica
Texto original: Viviane Monteiro. Textos usados: "Soneto 66", de Shakespeare; trecho de "As Três Irmãs", de Tchekhov; e o poema "Soube que Vocês Nada Querem Aprender", de Brecht. Direção geral: Viviane Monteiro. Assistência de direção: Angélica Prieto. Elenco: Julia Azzam, Giovanna Kuczynski, Inácio Marçal, Inaiê Kariny e Giovanna Koyama. Figurino, maquiagem, cenário, iluminação, pesquisa cênica, pesquisa de improviso e fotografia: o grupo.

Serviço
"Onde Você Estava, se Você nem Saiu de Casa?" - Teatro Lâmina
Temporada: 18 de julho até 16 de agosto.
Sábados, 1ª sessão às 18h30 e 2ª sessão às 20h.
Domingos, 1ª sessão às 18h30 e 2ª sessão às 20h.
Duração: 30 minutos.
Classificação indicativa: livre.
Ingressos: R$ 20, à venda pelo Sympla, neste link.

.: Ex-BBB Victor Hugo vai lançar EP com músicas autorais e 1° single sai dia 31



O single vai ser lançado no dia 31 de julho em todas as plataformas de streamings. Foto: Wescley Aquino

Victor Hugo, ex-BBB e roteirista, voltou para São Paulo para investir na sua carreira artística. Após anunciar a finalização do seu projeto - o reality musical - ele dará mais um passo importante na sua nova fase e vai lançar o seu primeiro single no dia 31 de julho. 

O roteirista também disse que a música conversa muito com o momento que estamos vivendo e também revela que ela foi finalizada após sua saída do reality show. “Essa música é muito especial pra mim. Comecei escrever antes do reality show e finalizei recentemente”, fala o ex-BBB, que também contou que o videoclipe será gravado em casa para respeitar as medidas de prevenção ao Covid-19.

“Estou escrevendo o roteiro do clipe com a minha equipe pelo grupo do Whatsapp. Fazendo reuniões por videoconferência e também chegamos à conclusão que a forma mais segura de fazer esse videoclipe neste momento é gravando em casa”, falou. Victor Hugo também revelou que a música não foi pensada em números. "Acredito no poder que a música tem para nos modificar e nos tocar. Com esse single eu espero me comunicar com outros corações. Quando a gente pensa em um projeto é claro que há expectativas, mas confesso que para esse single em especial a minha intenção é mostrar como vejo o mundo. Não estou mirando em altos números, mas seria incrível se isso acontecer (risos), finaliza.

.: Drauzio Varella revela o que falaria na cara de Bolsonaro sobre covid19


Em conversa com Marcelo Tas, o médico fala sobre os efeitos das ações de Bolsonaro e muitos outros assuntos. Vai ao ar na TV Cultura e no YouTube

Nesta terça-feira, dia 14, Marcelo Tas entrevista, remotamente, o médico e escritor Drauzio Varella no "#Provoca Em Casa". No programa, ele fala sobre as consequências das ações e falas do presidente Jair Bolsonaro para a saúde pública e ódio na internet. Drauzio também conta sobre como tem sido sua rotina de exercícios na quarentena: aos 77 anos, ele sobe 15 andares de seu prédio, pelo menos 10 vezes ao dia. A edição inédita vai ao ar às 22h15, na TV Cultura e no canal oficial do programa no YouTube.

Médico cancerologista formado pela Universidade de São Paulo (USP), Drauzio nasceu em São Paulo, em 1943, e foi um dos pioneiros no tratamento da aids no Brasil. Entre os muitos trabalhos que marcaram sua trajetória profissional está a pesquisa sobre a prevalência do vírus HIV na população carcerária da Casa de Detenção do Carandiru, em 1989. Desse ano, até a desativação do presídio, em setembro de 2002, trabalhou como médico voluntário. Atualmente, ele realiza o mesmo trabalho na Penitenciária Feminina de São Paulo.

Quando questionado por Marcelo Tas sobre o que falaria caso estivesse frente a frente com o presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, ele afirma: "Olha, eu diria que ele fez tudo ao contrário do que devia fazer. Nós não temos remédio, cloroquina é uma bobagem, nós não temos vacina. O que a gente sabe é que para diminuir o número de mortos você tem de isolar as pessoas, afastar umas das outras, usar máscara e lavar as mãos. [...] Aí você pega uma pessoa que dirige um país e que vai contra essas medidas. Não existe nada mais irresponsável do que isso, não é?".


domingo, 12 de julho de 2020

.: #ResenhaRápida: Tico Santa Cruz é rock na veia e na alma


Por 
Helder Moraes Miranda e Mary Ellen Farias dos Santos, editores do Resenhando
Tico Santa Cruz no Rock In Rio 2019. Foto: Marcos Hermes.

Nesta segunda-feira, dia 13 de julho, é o Dia Mundial do Rock e, neste domingo, nós temos a honra de trazer Tico Santa Cruz, vocalista da banda Detonautas Roque Clube. Logo, é impossível separá-lo deste gênero musical. À frente da banda, lançou vários álbuns de estúdio e ao vivo e muitos sucessos, como "Outro Lugar" e "Quando o Sol se Por", além de várias trilhas sonoras nas novelas brasileiras.

Explosivo, genuíno e extremamente relevante, Tico dá o seu recado seja na  música, seja na política, quando fala sem rodeios do Brasil de hoje. Mas antes de tudo, ele é puro rock na veia e na alma, um ser pensante que exala inteligência e lucidez no meio musical. A coragem de Tico o fez participar de uma das edições do reality show "A Fazenda", o que o deixou ainda maior e mais conhecido. Nesta entrevista exclusiva, que comemora o rock como uma maneira de ver e viver a vida, ele fala francamente a respeito de vários assuntos.


#ResenhaRápida com Tico Santa Cruz

Nome completo: Luis Guilherme Brunetta Fontenelle de Araujo. 
Apelido: Tico.
Data de nascimento: 30 de setembro de 1978.
Altura: 1.80m.
Qualidade: disciplina.
Defeito: impulsividade.
Signo: libra.
Ascendente: libra.
Uma mania: escrever.
Religião: agnóstico.
Time: Grêmio.
Amor: revolução.
Sexo: vida.
Mulher bonita: minha esposa.
Homem bonito: eu.
Família é: construção diária.
Ídolo: Raul Seixas.
Inspiração: livros.
Arte é: amor.
Brasil: mostra tua cara.
Fé: no pensamento positivo.
Deus é: bondade.
Política é: democracia.
Hobby: exercícios físicos.
Lugar: estrada.
O que não pode faltar na geladeira: comida.
Prato predileto: pizza.
Sobremesa: pudim.
Fruta: morango.
Bebida favorita: tantas.
Cor favorita: preto.
Medo de: ter medo.
Uma peça de teatro: "Alma Imoral", de Nilton Bonder.
Um show: Roger Waters.
Um ator: Wagner Moura.
Uma atriz: Katheryn Winnick.
Um cantor: Renato Russo.
Uma cantora: Adele.
Um escritor: José Saramago.
Uma escritora: Florbela Espanca.
Um filme: "Matrix" - trailer neste link.
Um livro: "O Evangelho Segundo Jesus Cristo", de José Saramago - compre neste link.
Uma música: "Há Tempos" - Legião Urbana - ouça neste link.
Um disco: "Blood Sugar Sex Magic" - Red Hot Chilli Pepers - ouça neste link. Compre neste link.
Um personagem: Walter White, de "Breaking Bad".
Uma novela: "Roque Santeiro", de Dias Gomes e Aguinaldo Silva.
Uma série: "Ozark".
Uma saudade: Japão.
Algo que me irrita: injustiça.
Algo que me deixa feliz é: estar no palco.
Uma lembrança querida: nascimento dos meus filhos.
Um arrependimento: escolha da música de trabalho do terceiro disco do Detonautas.
Se pudesse ressuscitar qualquer pessoa do mundo seria... Jesus, para provar que estão usando o nome dele de forma errada.
Não abro mão de: liberdade.
Um sonho: viver de música pra sempre.
Palavra favorita: conhecimento.
Música em uma palavra: espírito.
Fome de quê? Justiça social.
Nojo de quê? Autoritarismo.
Se tivesse que ser um bicho, eu seria: gato.
O que seria se não fosse músico: bombeiro.
Ser músico é: transgredir.
"A Fazenda" em uma palavra: louco.
Voltaria a participar de reality showsDepende do reality.
Ser homem, hoje, é: desconstruir conceitos machistas.




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