Sertanejos se apresentam com seus shows de carreira na quinta, dia 5 de maio
O Villa Country, a maior e mais tradicional casa sertaneja da América Latina, apresenta no dia 5 de maio, quinta-feira, mais dois grandes shows do projeto “Dose Dupla”. Matheus e Kauan e Gustavo Mioto prometem cantar seus maiores sucessos em uma noite imperdível.
Os ingressos já estão à venda no site da Ticket 360 e podem também ser adquiridos presencialmente nas bilheterias do Villa Country.
Sobre o Villa Country: A casa mais sertaneja do Brasil comemorou sua maioridade em julho de 2020. Com um projeto visionário, o Villa Country abriu suas portas em 2002, tendo como primeira dupla a fazer um show, ninguém menos que Rionegro e Solimões. Pioneira, tornou-se referência e, seguramente, contribuiu para que a música sertaneja se tornasse a potência que é nos dias atuais. Poucas casas noturnas alcançam vida tão longa e tão cheia de boas histórias, com shows inesquecíveis dos maiores artistas do segmento no país. Com público fiel, a casa recebe semanalmente cerca de doze mil pessoas - em dias de apresentações de artistas conhecidos do grande público, esse número pode dobrar.
O Villa Country é a maior e mais tradicional casa temática do Brasil, opção para quem quer curtir boa música sertaneja, que navega no country, sertanejo de raiz, moda de viola e até o famoso sertanejo universitário. Sua fachada reproduz um cenário de filme do Velho Oeste. Em seu espaço, há ambientes como a Praça Sertaneja, Saloon, Praça Caipira e Praça do Cavalo, que dão charme ao local, com destaque para o Restaurante John Wayne, que além de trazer o sabor da comida texana, garante conforto para seus clientes que preferem um clima intimista.
São 12 mil m² divididos em casa de shows, restaurantes, pista de dança, mesas de bilhar, cachaçaria, loja de roupas, café, sete bares, camarotes, espaço para convenções e a rádio Villa Country FM, comprometida em tocar música de qualidade.
Muitos nomes tiveram a casa como seu palco principal em seus primeiros shows de carreira. Cristiano Araújo, Zé Neto e Cristiano, Luan Santana, Jorge e Mateus foram só alguns que passaram pelos palcos da casa quando estavam no início de carreira. “O Villa Country é o tipo de casa que leva a cultura sertaneja adiante. Ela abre as portas para os artistas iniciantes e os coloca na vitrine para o público. Vida longa a essa casa tão importante”, completa Rionegro.
Quando Arthur Aguiar chegou à casa mais vigiada do país, três dias após a estreia do "Big Brother Brasil 22", encontrou laços já formados e o primeiro percalço de sua trajetória: encontrar uma maneira de criar vínculos com os demais participantes, que já se conheciam. Aos poucos, conseguiu quebrar a barreira e fazer as primeiras amizades com Jade Picon e Tiago Abravanel.
Mas, diante da incompatibilidade com o jogo de Jade, que logo mudou de lado no programa, e da saída precoce de Tiago da temporada, Arthur se viu novamente sozinho. E elegeu fora da casa seu maior aliado: o público. Daí em diante, fez amizades também com o grupo do quarto grunge, conquistou a almejada liderança e, por três vezes, ganhou provas do anjo. Contando também com a força popular, foi escolhido para vencer um paredão falso, observar e controlar algumas ações do reality por alguns dias.
Para Arthur, esses foram marcos que fortaleceram sua caminhada rumo ao primeiro lugar do "BBB 22": “É difícil de acreditar porque era algo muito improvável. Em nenhum momento imaginei que isso poderia ser possível. Ainda vai demorar ainda alguns dias para conseguir entender que isso é de verdade e conseguir descrever todos os sentimentos que estão aqui dentro de mim. Mas eu estou feliz, grato por tudo e com muita vontade de viver”, celebra.
Na entrevista a seguir, o campeão – com 68,96% dos votos – fala sobre os principais adversários de seu jogo, descreve a sensação de sair vencedor do BBB, elege os participantes mais fortes da temporada e destaca as amizades que pretende levar para fora do programa.
Como foi lidar com o que os outros participantes ou o público poderiam julgar ao seu respeito no "BBB"? Arthur Aguiar - Eu saí muito desgastado emocionalmente. Vou precisar cuidar bastante dele agora para poder ficar forte de novo. O jogo da discórdia, que por mais que eu entendesse que para o meu jogo aquilo era positivo, porque eu sabia que vários pontos que eram levantados não eram reais ou estavam distorcidos, era muito cansativo.
Os momentos em que você comia pães e itens da festa, e depois listava tudo, viraram memes nas redes sociais. Você imaginava que isso poderia chamar a atenção do público? Arthur Aguiar - Eu sabia que, com certeza, a Maíra estava comentando sobre isso. Disso eu não tinha dúvidas, mas nunca imaginei que pudesse ganhar essa proporção. Achei que as pessoas iam comentar, iam brincar, mas não que ia virar isso que virou.
Alguns participantes falaram que as relações eram parte muito importante da disputa. Como você avalia o seu estilo de jogo? As relações também faziam parte dele ou o foco era outro? Arthur Aguiar - Entrei muito aberto às relações. Mas chegou em um momento que eu entendi que as relações não iam acontecer, que independente do que eu fizesse, existiria um bloqueio. Se eu me abrisse, eu era interesseiro, se me fechava, era indisponível. Qualquer movimentação minha era um problema, de um lado ou de outro. Então, entendi que era melhor focar no meu jogo e coloquei isso na balança. Eu preferia ser chamado de indisponível, de difícil acesso, do que ser chamado de interesseiro. Basicamente foi isso.
Você votou em conjunto com o grupo dos meninos, em algumas ocasiões, e sempre esteve bastante próximo deles ao longo da temporada. Acha que, de alguma maneira, eles foram seus aliados? Arthur Aguiar - Eu acho que, eles foram muito mais meus amigos do que meus aliados, porque eu joguei muitas vezes sozinho. Por várias vezes eu tentava passar uma ideia para eles e eles não compravam, ficavam bravos. Então, eu não conseguia muito jogar com eles, foram poucas jogadas que a gente conseguiu fazer juntos.
Quais foram seus momentos mais especiais e suas maiores conquistas na casa? Arthur Aguiar - Foram três momentos. A minha primeira imunidade, na primeira semana, que garantiu ali a minha permanência. O segundo momento com certeza é o paredão com a Jade. E o terceiro, o paredão falso.
Já tem planos para sua carreira pós-"BBB"? Pretende se dedicar à atuação e à música ou experimentar novas propostas? Arthur Aguiar - Eu quero focar na música, 100%. Já estou com DVD, show, vou gravar uma música com o Sorriso Maroto, tanta coisa que nem deu tempo de saber ainda. Mas quero muito tomar essa decisão dos meus próximos passos ao lado da minha esposa.
Que recado gostaria de deixar para todos que te apoiaram fora da casa? Arthur Aguiar - Quero agradecer muito a todo mundo, toda a padaria. Eu estou muito feliz, muito grato. Ainda não consigo entender o que aconteceu, minha ficha não caiu, vai demorar um tempo. Quero agradecer a todo mundo que votou, que me apoiou, que discutiu na rede social, que me defendeu, que acreditou em mim. E agora quero retribuir, através da minha música e das minhas atitudes.
O "BBB 22" tem direção artística de Rodrigo Dourado, direção de gênero de Boninho e apresentação de Tadeu Schmidt.
Escrito quando Caio Fernando Abreu tinha apenas 19 anos e publicado pouco tempo depois, em 1971, o livro "Limite Branco", agora relançado pela Companhia das Letras, inaugura a trajetória de uma das vozes mais apaixonantes da nossa literatura. Ao longo da trama, acompanhamos as descobertas, os anseios e os temores de Maurício num período intenso e angustiante, quando a infância fica para trás e o caminho que leva à vida adulta não passa de uma incógnita.
Sobre o autor Caio Fernando Abreu nasceu em Santiago do Boqueirão, no Rio Grande do Sul, em 1948. Sua obra ganhou forma em contos, peças, poemas, romances e em uma vasta produção epistolar. Do autor, a Companhia das Letras publicou "Contos Completos" (2018) e "Morangos Mofados" (2019). Morreu em Porto Alegre, em 1996.
Mais de 200 mil pessoas aproveitaram o carnaval para assistir a "Detetives do Prédio Azul 3 - Uma Aventura no Fim do Mundo" no primeiro fim de semana nos cinemas. O ótimo resultado do filme, que está em cartaz na rede Cineflix Cinemas, consolida a franquia infantil como uma das mais bem-sucedidas do gênero neste século no cinema brasileiro.
Na trama, os detetives do prédio azul tentam salvar o porteiro Severino na gelada Patagônia. Esta é a última aparição da segunda geração de detetives - formada por Bento, Sol e Pippo - nas telas. Eles são acompanhados pela feiticeira Berê e encontram no caminho os personagens de Lázaro Ramos, Klara Castanho, Alexandra Richter, Rafael Cardoso e Alinne Moraes. Demais!
Em parceria com a rede Cineflix Cinemas, o Resenhando.com assiste aos filmes em Santos, no primeiro andar do Miramar Shopping. O Cineclube do Cineflix traz uma série de vantagens, entre elas ir ao cinema com acompanhante quantas vezes quiser - um sonho para qualquer cinéfilo. Além disso, o Cinema traz uma série de projetos, que você pode conferir neste link.
Espetáculo criado a partir dos depoimentos de um grupo de senhores gays, "Homens Pink" estreia dia 29 de abril, sexta-feira, às 21h30, no Sesc Belenzinho. Com direção e dramaturgia de Renato Turnes, narrativas sobre infância, fervo, epidemia e resistência conectam-se a acervos pessoais e compõem um documento performativo que celebra a experiência dos pioneiros e o orgulho das ancestralidades dissidentes. A montagem é da Cia La Vaca, de Florianópolis. Foto: Cristiano Prim
Partindo de depoimentos de homens gays idosos e com uma obra que celebra o orgulho da ancestralidade LGBTQIA+ Renato Turnes dirige, escreve e protagoniza "Homens Pink". O solo, da Cia La Vaca, de Santa Catarina, estreia nesta sexta-feira, 29 de abril, às 21h30, no Sesc Belenzinho. A temporada vai até 15 de maio com sessões sextas e sábados, às 21h30, e domingo, às 18h30.
O espetáculo é uma performance documental solo que toma como base para sua dramaturgia original os relatos dos senhores entrevistados, no sentido de atualizar memórias de resistência. Recordações pessoais do ator se fundem a lembranças emprestadas: a infância, o sexo, o fervo, a epidemia da aids e a luta dos pioneiros.
O projeto foi selecionado pelo Rumos Itaú Cultural de 2017/2018 e iniciou sua trajetória com um documentário homônimo que estreou on-line entre os anos de 2020 e 2021 em festivais nacionais e até em Bangkok, na Tailândia. Com a temporada no Sesc Belenzinho, o filme ficará disponível no canal de Youtube da Cia de 27 de abril até 17 de maio com audiodescrição e libras, além de legendagem em inglês e espanhol.
Nos palcos, "Homens Pink" também ganhou uma performance virtual devido aos protocolos sanitários para a contenção da pandemia do Covid-19. Com a retomada das atividades e o retorno dos eventos culturais, o espetáculo encontra o público para uma temporada presencial.
“Na época de minha adolescência, tinha uma geração mais velha que já era conectada com o universo LGBTQIA+. Eles sabiam as melhores músicas, tinham mais conhecimento da moda, eram um modelo para nós mais jovens. Com o passar dos anos, comecei a questionar por onde andavam essas pessoas e iniciaram-se os questionamentos sobre o processo de envelhecimento e invisibilidade. A questão de não se sentir mais confortável em certos ambientes. Assim como toda a sociedade, esta comunidade também é atingida por não estar mais nos padrões de beleza e consumo. Foram encontrados momentos de convergência como a explosão da epidemia da AIDS. São narrativas que se distanciam e se tocam ao mesmo tempo”, ressalta o ator.
Durante a pesquisa, Renato Turnes encontrou, em São Paulo e em Florianópolis, nove homens gays dispostos a compartilhar com ele suas memórias: Carlos Eduardo Valente, Celso Curi, José Ronaldo, Julio Rosa, Eduardo Fraga, Luis Baron, Tony Alano, Paulinho Gouvêa e Wladimir Soares. Fotos, projeções e objetos dos próprios entrevistados compõem os elementos de cenário e figurino que remetem a luz e escuridão, características que reforçam o tom agridoce do espetáculo em meio aos fragmentos narrativos.
A Cia La Vaca também estreou o documentário "O Amigo do Meu Tio" em 2022 que conversa com a peça "Homens Pink". Por meio de imagens antigas de fitas VHS, é mostrada a história da infância de uma criança LGBTQIA+. O filme foi vencedor do 29º Festival Mix Brasil na categoria Prêmio Canal Brasil de Curtas.
“Nossas histórias eram contadas por um grupo hegemônico, passando pelos mesmos temas e abordagens. Todavia, nos últimos anos, houve uma mudança de perspectiva. Finalmente a história tem sido contada por nós mesmos. A comunidade LGBTQIA+ tem mostrado suas vidas, gerando novas facetas envolvendo idade, raça. 'Homens Pink' é uma reverência para aqueles que vieram antes, os pioneiros na luta por uma série de direitos”, enfatiza Turnes.
Sinopse do espetáculo "Homens Pink" é um espetáculo criado a partir dos depoimentos de um grupo de senhores gays. No corpo-arquivo em cena, narrativas sobre infância, fervo, epidemia e resistência conectam-se a acervos pessoais e compõem um documento performativo que celebra a experiência dos pioneiros e o orgulho das ancestralidades dissidentes.
Ficha técnica: Espetáculo: "Homens Pink". Direção artística, texto e performance: Renato Turnes. Assistência de criação: Karin Serafin. Iluminação e projeções: Hedra Rockenbach. Edição de vídeos: Marco Martins. Imagens VHS: Carlos Eduardo Valente e Dominique Fretin. Figurinos e máscara: Karin Serafin. Trilha sonora original: Hedra Rockenbach. Arte gráfica: Daniel Olivetto. Fotos: Cristiano Prim. Assessoria de imprensa: Adriana Balsanelli e Renato Fernandes. Produção: Milena Moraes. Realização: La Vaca Companhia de Artes Cênicas. Artistas provocadores: Anderson do Carmo, Vicente Concilio, Fabio Hostert e Max Reinert. A partir das memórias de: Carlos Eduardo Valente, Celso Curi, José Ronaldo, Julio Rosa, Eduardo Fraga, Luis Baron, Tony Alano, Paulinho Gouvêa, Wladimir Soares. Acervos pessoais gentilmente cedidos pelos entrevistados. Apoio: Rumos Itaú Cultural e Sesc.
Serviço "Homens Pink" Sesc Belenzinho - Sala de Espetáculos I Temporada: de 29 de abril a 15 de maio. Sextas e sábados, às 21h30, e domingo, às 18h30 Ingressos: R$ 30 (Inteira) e R$ 15 (Credencial Plena / Meia) Compras: https://www.sescsp.org.br/programacao/homens-pink/ Duração: 50 minutos. Classificação: 14 Anos. Capacidade: 100 lugares
Sesc Belenzinho Rua Padre Adelino, 1000 - Belenzinho - São Paulo Telefone: (11) 2076-9700 sescsp.org.br/belenzinho
Estacionamento De terça a sábado, das 9h às 21h. Domingos e feriados, das 9h às 18h. Valores: credenciados plenos do Sesc - R$ 5,50 a primeira hora e R$ 2 por hora adicional. Não credenciados no Sesc: R$ 12 a primeira hora e R$ 3 por hora adicional. Para espetáculos pagos, após as 17h: R$ 7,50 (Credencial Plena do Sesc - trabalhador no comércio de bens, serviços e turismo). R$ 15 (não credenciados).
Transporte Público Metro Belém (550m) | Estação Tatuapé (1400m)
Duda Mamberti substitui o pai em cena ao lado de Leonardo Miggiorin, Rita Batata, Ando Camargo, além do autor Luccas Papp. A direção é de Ricardo Grasson. O espetáculo que estreou em 2019 celebrando os 80 anos de Sérgio Mamberti, morto em setembro de 2021, trouxe à tona a função do Sonderkommando, unidades de trabalho formadas por prisioneiros selecionados para trabalhar nas câmaras de gás e nos crematórios dos campos de concentração nazistas durante a Segunda Guerra Mundial. Último espetáculo de Sérgio Mamberti nos palcos trata sobre o conflito vivido por judeus que eram obrigados a auxiliar na aniquilação de seu próprio povo e, ao mesmo tempo, ter que conviver com o medo da morte. Foto: Leekyung Kim.
Nos dias 30 de abril e 1º de maio, o espetáculo "O Ovo de Ouro", com texto de Luccas Papp e direção de Ricardo Grasson, será apresentado na Hebraica - Teatro Arthur Rubinstein, em Pinheiros, com sessões no sábado, às 21h e no domingo, às 20h.
A peça traz no elenco Duda Mamberti, Leonardo Miggiorin, Rita Batata, Ando Camargo, além do próprio autor. O espetáculo que estreou em 2019 celebrando os 80 anos de Sérgio Mamberti, morto em setembro de 2021, trouxe à tona a função do Sonderkommando ou comandos especiais, unidades de trabalho formadas por prisioneiros selecionados para trabalhar nas câmaras de gás e nos crematórios dos campos de concentração nazistas durante a Segunda Guerra Mundial.
Obrigados a tomar as atitudes mais atrozes para acelerar a máquina da morte nazista, esses prisioneiros conduziam outros judeus à câmara de gás, queimavam os corpos e ocultavam as provas do Holocausto. Quem se recusava a desempenhar esse papel era morto, quem não conseguia mais desempenhar a função, era exterminado com os demais.
Contada em diferentes momentos, a trama revela a vida de Dasco Nagy, interpretado agora por Duda Mamberti, que foi Sonderkommando e sobreviveu ao campo de concentração de Auschwitz-Birkenau. Em cena, dois planos são apresentados – a realidade e a alucinação – para retratar a relação do protagonista Dasco Nagy quando jovem (Luccas Papp) com seu melhor amigo Sándor (Leonardo Miggiorin), com a prisioneira Judit (Rita Batata) e com o comandante alemão Weber (Ando Camargo). No presente, Dasco é entrevistado, já em idade avançada, por uma jornalista, narrando os acontecimentos mais horrorosos que viveu no campo de concentração e descrevendo a partir do seu ponto de vista os horrores e tristezas da Segunda Guerra Mundial.
“O texto surgiu da minha necessidade de não deixar morrer esse pedaço tão importante da História que é a Segunda Guerra Mundial, o nazismo e o Holocausto. A ideia de escrever a peça começou em 2014, quando eu fui apresentado ao universo do Sonderkommando por meio de um pequeno artigo em uma revista. Essa figura do judeu que tem que auxiliar com o extermínio do próprio povo mexeu muito comigo e minha noção de humanidade, e me incentivou a tentar entender por que eles faziam isso, por que eles não se recusavam”, explica Luccas Papp.
Para Duda Mamberti, o espetáculo é especial, pois foi o último trabalho do seu pai em cena nos palcos. “Estudamos juntos a peça, pois durante o processo de montagem eu batia texto com ele. Já fiz alguns personagens que ele viveu no teatro ou no cinema, mas esse trabalho é mais uma homenagem que eu presto a ele. Eu estou muito feliz por isso. O espetáculo também é especial por ser o primeiro que faço depois da pandemia. É um momento de felicidade, voltar a sentir o teatro, viver aquele frio na barriga, são sensações de prazer indescritíveis. Além da importância do texto do Luccas, que serve para alertar as pessoas que o que vale é o amor e não o ódio e que a gente tem que seguir o caminho do amor.”
A dualidade interna entre ser obrigado a auxiliar na aniquilação de seu próprio povo e o medo da morte transforma o Sonderkommando em um complexo personagem a ser debatido. Nesse contexto são muitas as questões discutidas, desde o significado real de humanidade, o medo da morte, os limites da mente e da alma humana e a perda da própria identidade.
A peça, que cumpriu temporada no Sesc Santo Amaro e no Teatro Porto Seguro, venceu o Prêmio Bibi Ferreira na categoria Melhor Ator para Sérgio Mamberti e foi indicado Melhor Texto para Luccas Papp e Ator Coadjuvante para Leonardo Miggiorin.
Para que não se repita “Em tempos de pouco diálogo, imposição de ideias e ideologias, censura e extremismos é fundamental debatermos esses temas tão duros e atrozes para que os erros que provocaram tanto sofrimento no passado não se repitam. É necessário e quase que um dever recordarmos as atrocidades do holocausto nazista, para que a história vivida no final dos anos trinta e início dos quarenta, não volte a nos assombrar. Para que as novas gerações, não testemunhas deste período da história, saibam o que aconteceu e onde a intolerância pode nos conduzir. Auschwitz e outras tristes lembranças do holocausto, podem até escapar da memória, mas jamais deixarão os corações de quem viveu a tragédia, especialmente de quem se atribui a responsabilidade de manter viva, por gerações, as imagens da perversidade humana. Uma das formas de evitar a repetição de tais tragédias coletivas é recordá-las, para que não ressurjam no horizonte sinais do restabelecimento de ódios raciais, extremismos comportamentais e ideologias sectárias, formando o caldo cultural do qual o nazismo se alimentou e cresceu”, Ricardo Grasson.
Ficha Técnica Espetáculo: "O Ovo de Ouro". Texto: Luccas Papp. Direção: Ricardo Grasson. Elenco: Duda Mamberti, Leonardo Miggiorin, Rita Batata, Ando Camargo e Luccas Papp. Voz em off: Eric Lenate. Cenografia e visagismo: Kleber Montanheiro e Edgar Cardoso. Desenho de Som e Trilha sonora original: L.P. Daniel. Desenho de luz: Wagner Freire. Videomapping: André Grynwask e Pri Argoud (Um Cafofo). Figurinos e adereços: Rosângela Ribeiro. Assistente de Direção: Heitor Garcia. Operação de Luz: João Delle Piagge. Operação de Som: Karine Spuri. Camareira: Elizabeth Chagas. Posticeria Facial: Feliciano San Roman. Assistência de Palco: Pedro Didiano e Hel Prudencio. Cenotécnico: Alicio Silva. Aderecista: Ronaldo Dimer. Costureiras: Vera Luz e Noeme Costa. Alfaiataria: JC. Assistente de iluminação: Alessandra Marques. Assistente de Figurino: Eduardo Dourado. Supervisão de Conteúdo: Vinicius Britto. Conteúdo Histórico: Lucia Chermont, Marcio Pitliuk Franthiesco Ballerini e Priscila Perazzo. Assessoria Linguística e Fonética de Liturgia Judaica: Beto Barzilay. Idealização: Luccas Papp e Ricardo Grasson. Produção: NOSSO cultural. Direção de produção: Ricardo Grasson. Produção Executiva: Heitor Garcia, Fernando Maia e Axl Troyano. Gestão de Projeto: Lumus Entretenimento. Assessoria de Imprensa: Adriana Balsanelli e Renato Fernandes. Fotos: Leekyung Kim.
Serviço: Espetáculo: "O Ovo de Ouro" Dias 30 de abril e 1º de maio - Sábado às 21h e domingo às 20h. Classificação: 12 anos. Duração: 90 minutos. Hebraica - Teatro Arthur Rubinstein: Rua Hungria, 1000 – Jardim Paulista. Telefone: (11) 3818 8888. Capacidade: 520 lugares. Ingressos: R$ 80 e R$ 40 (meia-entrada).
Com seu jeito particular de observar o desenrolar do game, Scooby seguiu uma trajetória pautada nas fortes amizades que construiu e no seu modo easygoing de levar a vida, que fez questão de manter como princípio também na disputa e no relacionamento com os demais confinados. Foto: Globo/João Cotta
Foram 95 dias de confinamento e a primeira vez que o surfista Pedro Scooby ficou tanto tempo longe do mar e sem contato nenhum com a família. Mas o desafio começou bem antes, ao entrar no "Big Brother Brasil" sem conhecer as reviravoltas do programa.
A seguir, Pedro Scooby fala ainda sobre sua dificuldade de combinar voto, sobre os “apagões” que arrancaram risada dentro e fora da casa e sobre a marcante relação com os amigos PA e DG, além de arriscar qual será o trio finalista do ‘BBB 22’.
Você entrou no BBB sem conhecer bem o programa. Depois de viver 95 dias do reality, o que é o BBB pra você?
Qual ou quais foram suas maiores conquistas no BBB?
Com certeza foi a minha amizade com o DG (Douglas Silva) e o PA (Paulo André Camilo).
O que poderia falar sobre cada uma dessas relações?
O DG é aquele brother que eu sei que vou ligar para a gente se encontrar, dar uma volta, estar sempre em contato, falando da vida, viajar com as famílias junto. E eu tive o prazer de conhecer no BBB. Com o PA parece uma relação de irmão mais novo. Aquela relação de ter o carinho, de ficar discutindo toda hora, de viver as coisas e querer fazer tudo junto... Foi bem especial com os dois, cada um no seu jeito diferente e no seu lugar.
Que outros participantes te marcaram e você pretende trazer como amigos para sua vida fora do reality?
A Lina, com certeza. Gustavo, Jade, que eu já conhecia antes... Também a Jessilane. Adoro ela!
Depois de estar na casa, apesar de se dedicar bastante às atividades e provas, você sempre foi muito tranquilo com relação à possibilidade de não levar o prêmio. Então, qual era seu objetivo no jogo?
Acho que não faltou nada, na verdade. Eu não tinha como ser uma pessoa diferente do que eu fui. Fui aquilo ali e era para ser aquilo. O meu maior prêmio foi quando eu comecei a encontrar as pessoas fora do BBB e, até hoje de manhã, todo mundo falou: “Você é meu campeão!”. Essa foi a minha vitória e é isso que eu vou levar para a vida.
Os “apagões do Scooby” levaram o público a dar muitas risadas durante a temporada. Você imaginava que poderia ter virado meme por isso? O que achou?
Combinar voto foi uma dificuldade sua durante boa parte do jogo. Por que motivo era tão complicado praticar essa estratégia?
Porque esse não é o meu estilo de vida. Eu entendi que tinham algumas coisas que tinham que ser feitas no jogo, mas algumas coisas não podiam ultrapassar a minha essência. E eu batia o pé. Claro, no final, já eram os grupos definidos mesmo e tinham votado o tempo inteiro na gente, então eu falei: “Demorou, vamos votar em quem vota na gente”. Mas, por exemplo, se eu tivesse saído e meus ADMs tivessem puxado um “#fora” para algum amigo meu, eu teria ficado profundamente decepcionado com eles, porque isso não faz parte da minha essência e do meu jeito. Eu respeito o jeito de cada um, respeito cada um ser jogador, estrategista, mas isso não faz parte da minha essência.
Você acredita ter prejudicado seu grupo em algum momento com essa não-proteção nas votações?
Não! Meu grupo está na final!
Por falar nisso, seu grupo não perdeu nenhum integrante até a última semana do jogo. Por que acha que isso aconteceu?
E eu estou lá também porque meu coração está junto com eles, torcendo! Acho que não perdemos ninguém porque tínhamos essa ligação da nossa essência. Eu, PA e DG tínhamos uma conexão muito forte que acho que conseguimos transparecer, e também o lado bom de cada um.
Ter amigos ao seu lado até o final foi um incentivo para permanecer firme na competição? No que mais eles te ajudavam?
Com certeza. Eles foram essenciais na minha trajetória. Me ajudavam com tudo: coração, mente...
Você já falou sobre sua torcida pelo Paulo André e pelo Douglas, mas qual seria seu pódio dos sonhos?
PA ou DG em primeiro. Qualquer um dos dois que ganhar vai ser incrível. Não quero colocar um ou outro na frente porque os dois são muito merecedores, foram meus dois amigos mesmo. Quem não chegar em primeiro ocupa o segundo lugar e, em terceiro, o Arthur.
Que aprendizados você leva do BBB?
O BBB me ensinou que a vida é irada, vamos curtir (risos). Eu entrei e saí sendo a mesma pessoa. Aprendi coisas, vivi experiências, mas fico feliz de ter entrado e saído como o mesmo Pedro Henrique Mota Vianna que eu fui a minha vida inteira.
Quais sãos seus próximos planos pós-BBB?
Quero muito voltar a treinar. Tem alguns compromissos que ainda tenho que cumprir antes, mas eu quero mesmo é voltar para a minha vidinha em Portugal, do mesmo jeito que eu deixei, e que é muito maravilhosa, cheia de amor, de alegria e de paz. Quero voltar para ela e poder treinar.
O "BBB 22" tem direção artística de Rodrigo Dourado, direção de gênero de Boninho e apresentação de Tadeu Schmidt. O programa vai ao ar de segunda a sábado, após "Pantanal", e domingos, após o "Fantástico".
Chimney vai ao encontro de Maddie (Jennifer Love Hewitt) e a pequena Jee-Yun. Momento em família, até que ela encontra fotos do parceiro com a filha enquanto crescia, sendo que ela estava ausente e perdeu parte do aprendizado da menina. No entanto, numa conversa com Buck (Oliver Stark), a irmã se acalma e aceita que não foi uma mãe ruim. Athena (Angela Basset) e May Grant (Corinne Massiah) conversam sobre as decisões feitas na juventude para toda uma vida. Por fim, a policial aconselha a filha a fazer o que quer. Lindo!
Hen e a parceira saem de um bar igloo. Ao se aproximarem do carro, percebem que há algo de errado: a janela foi quebrada. Por quê? Lá foi deixada uma bolsa. Depois, acompanhada, Hen assiste a um casamento na televisão. A bombeira é convidada a fazer algo inusitado, assim foi ter a ida ao bar igloo. Estranho?! Totalmente. É que a parceira de Hen, Karen (Tracie Thoms), está se sentindo velha e quer aproveitar "festejando" como se ainda tivesse 20 anos. Quando Hen traz esse assunto para a conversa do grupo do 188 conclui-se que não há como voltar para viver o tempo perdido. Chimney sabe muito bem!
Em "FOMO", que em inglês é "fear os missing out", acontece também um casamento. Conhecemos o noivo nervoso, pois está pertinho do grande momento e é justamente quando a noiva se aproxima dele no altar que o rapaz desmaia. O atendimento acontece enquanto a noiva que tema ser viúva ainda que não tenha se casado. O homem é levado para o hospital.
Num lugar praiano, mãe e três filhas desbravam um lugar de aspecto abandonado até que alguém cai em um buraco que não estava visível. Quem despencou e não responde mais?! A mãe das meninas. Por cabos, Hen e Chimney chegam até a mulher que, por sua vez, só consegue se preocupar com as meninas que estão acima, esperando pelo resgate dela. Seguindo o desejo da mulher, antes de ser removida por Buck e Donato, a mãe pede para falar com as garotas. Conversa de encher os olhos de lágrimas. Tudo em cena contribui para aflorar a emoção.
Eis que Hen finalmente ouve de Karen uma decisão importante: ela aceitou ser velha, desistindo de tentar fazer mil e um programas juvenis. Entretanto, o reflexo de ter deixar uma bolsa no carro que foi arrombado surge com uma notificação no celular de Hen. Estão usando o cartão de crédito da bombeira. E as duas iniciam uma busca muito curiosa que faz surgir um diálogo interessante no bar.
Para fechar com chave de ouro, ao fundo toca "What about us", na voz da cantora P!nk, assim Chimney e Maddie vivem um lindo momento em família, quando a pequena faz algo que nunca havia feito. E tudo é vivido por eles, sem a necessidade de registrar fotos e mais fotos. Na sequência, o rapaz que teve um mal antes de dizer sim, acaba se casando, com tempo para uma conversa entre Athena e Bobby (Peter Krause) sobre o que ela poderia ter feito na vida. Por fim, as três filhas, acompanhadas do pai, voltam ao local do acidente e relembram a mãe. Num bar, Hen e Karen dançam e fica para o público sobre a importância de viver os momentos com quem amamos.
Seriado: 9-1-1 Temporada: 5 Episódio: 15, "FOMO" Exibição: 25 de abril de 2022 Emissora original: Fox Broadcasting Company Criadores: Ryan Murphy, Brad Falchuk, Tim Minear Produtores executivos: Ryan Murphy, Brad Falchuk, Tim Minear, Alexis Martin Woodall, Bradley Buecker Elenco: Angela Bassett (Athena Grant), Peter Krause (Bobby Nash), Jennifer Love Hewitt (Maddie Buckley), Oliver Stark (Evan "Buck" Buckley), Aisha Hinds (Henrietta "Hen" Wilson), Kenneth Choi (Howie "Chimney" Han), Marcanthonee Reis (Harry Grant), Ryan Guzman (Eddie), Arielle Caroline Kebbe (Lucy Donato), Bryce Durfee (Jonah Greenway), Rockmond Dunbar.
Com roteiro acalorado e temas controversos e o universo boys love, mangá de Hashigo Sakurabi chega em terras brasileiras.
O mangá do primeiro volume de "Dakaichi: o Homem Mais Desejado do Ano", de Hashigo Sakurabi, chega ao Brasil pela editora Panini, líder mundial no setor de publicações. A história gira em torno de Takato Saijou, que ganhou o título de "Homem Mais Cobiçado" do ano por cinco anos seguidos e tem o posto tomado por Junta Azumaya, um ator iniciante com quem irá atuar em um novo filme.
O desespero de uma família que abandona tudo em meio ao caos de um acidente nuclear é narrado na peça da dramaturga francesa Florence Valéro. Fotos: Felipe Cohen
Para relembrar os exatos 36 anos do acidente ocorrido em 26 de abril de 1986, o Teatro Aliança Francesa recebe a peça"Chernobyl" em duas únicas apresentações: 26 e 27 de abril, às 20h. Na época, o mundo acompanhou com perplexidade as notícias de que uma explosão havia destruído o reator nuclear da usina de Chernobyl, próxima à cidade de Pripyat, na Ucrânia.
Após o desastre, a região foi esvaziada e a população nunca mais pôde voltar, deixando suas casas, seus bens e, principalmente, suas histórias para trás. Essa é a tônica do espetáculo que estreou em 2019 em São Paulo, foi sucesso de crítica e público. O espetáculo foi escrito pela dramaturga francesaFlorence Valéro, tem direção de Bruno Perillo e as atrizes Carolina Haddad (que também traduziu o texto), Joana Dória, Manuela Afonso e Nicole Cordery no elenco.
Sobre o espetáculo O texto, capaz de inserir o público no centro dos acontecimentos, foi escrito em 2017 pela dramaturga francesa Florence Valéro, nascida no mesmo ano do acidente nuclear. “Profundamente agitada, saturada com informações sobre a catástrofe e suas precipitações, eu já não tinha gosto nenhum pelo naturalismo gélido e desejava recorrer à fábula para falar das raízes perdidas. Porque as vítimas de Chernobyl são exiladas, gente forçada a deixar suas casas, sem jamais revê-las. Imaginei de partida os porta-vozes do conto, pesquisadores da zona de exclusão, convivendo com os vestígios radioativos. O que eles têm para nos dizer? Eles vão nos contar a história de que personagens?”, provoca a autora que deu vida à história.
Desde o início, o espectador é apresentado à boneca Antonia, protagonista-narradora da trama, cujos olhos de vidro cor esmeralda veem tudo ao redor. Antonia tem consciência do que está acontecendo, porém, assim como os demais personagens inseridos na catástrofe, sente-se impotente e incapaz de agir frente ao horror do que se anuncia. A boneca, do mais fundo de seu ventre, “deseja, sofre e grita”, enquanto acompanha a dor de “sua família” no exílio forçado, no desamparo pelas autoridades, na vida que ficou e nunca mais voltará.
As atrizes revezam-se entre nove personagens que têm suas rotinas brutalmente alteradas pelo desastre nuclear. São pessoas comuns, famílias comuns, que poderiam ser descritas como vítimas de qualquer outro evento histórico de magnitude semelhante. Extraindo beleza poética de um universo mergulhado no horror, Chernobyl reflete sobre as consequências da irrefreável sede humana por poder, lucro e supremacia, capaz de destruir pessoas, famílias, cidades e histórias.
A peça estreou em setembro de 2019 na Sala Beta do Sesc Consolação. Cumpriu temporada gratuita na Oficina Cultural Oswald de Andrade em dezembro de 2019. Foi selecionada para o Festival de Piçarras, em Santa Catarina, que não aconteceu por conta da pandemia. Foi contemplada pelo Proac Lab 41 na categoria Licenciamento.
Participou do projeto #EmcasacomSesc com apresentação em outubro de 2020 transmitida ao vivo diretamente do Sesc Santana. Em abril de 2021 participou do 1o. Festival Paulista de Jogos Teatrais. Foi vencedor do Proac Circulação 2021 no estado de São Paulo e cumpre atualmente turnê pelas cidades de Pindamonhangaba, Garça, São Bernardo do Campo, Espírito Santo do Pinhal e Santos.
A peça "Chernobyl" foi indicada aos prêmios: APCA na categoria melhor direção, para Bruno Perillo. Prêmio Aplauso Brasil nas seguintes categorias: melhor iluminação, para Grissel Pinguillem; melhor figurino, para Chris Aizner; melhor direção, para Bruno Perillo; melhor espetáculo independente e melhor elenco.
Sinopse do espetáculo No dia 26 de abril de 1986, à 1h23min58seg, uma série de explosões destruiu o reator e o prédio do quarto bloco da Central Elétrica Atômica de Chernobyl, próxima a cidade de Pripyat, na Ucrânia. Em meio ao caos, milhares de pessoas são obrigadas a deixar suas casas, abandonando seus bens e suas histórias. Uma boneca, Antonia, acompanha e compartilha o sofrimento de “sua família”: a menina Hanna, seu irmão Michael, a mãe Elena e o pai Igor, obrigados a enfrentar os efeitos devastadores do maior desastre nuclear da história.
Ficha técnica Espetáculo: "Chernobyl" Dramaturgia: Florence Valéro (com excertos do livro “Vozes de Chernobyl”, de Svetlana Aleksiévitch inseridos por elenco e direção) Tradução: Carolina Haddad Direção: Bruno Perillo Elenco: Carolina Haddad, Joana Dória, Manuela Afonso e Nicole Cordery Trilha sonora: Pedro Semeghin Iluminação e vídeo: Grissel Pinguillem Cenário e figurinos: Chris Aizner Preparação corporal: Marina Caron Visagismo: Cristina Cavalcanti Operação de luz: Michelle Bezerra Operação de som: Alexandre Martins Fotos do espetáculo: Guy Pichard e Felipe Cohen Produção executiva: Marcelo Leão Produção: Anayan Moretto
Serviço Espetáculo: "Chernobyl" Dias 26 e 27 de abril de 2022, às 20h no Teatro Aliança Francesa Endereço: Rua General Jardim, 182 – Vila Buarque Ingressos: R$ 40 (R$ 20, meia-entrada) Duração: 95 minutos Classificação: não recomendado para menores de 14 anos
Humorista revela o momento difícil em que foi ajudado pela atriz. Foto: arquivo pessoal / Instagram
Com mais de 30 anos de carreira, Marcelo Mansfield revelou que recebeu a ajuda de uma colega de trabalho para superar a perda dos pais, que aconteceu na mesma época em que gravava o seriado "Armação Ilimitada", em 1985. “Eu não estava muito bem da cabeça e foi a Andréa Beltrão que me segurou ali. Ela me levava para passear e almoçar. É uma pessoa que eu tenho um baita respeito”, declara ele.
Aos 65 anos, o ator acumula passagens pelo teatro e televisão, confessa nomes com quem teve a oportunidade de contracenar e adquirir experiência. "Sempre gostei de aprender, olha que bonito isso, então eu ficava com quem? Paulo Goulart,Raul Cortez, Suzana Vieira”, afirma.
Em 2011, ele dividiu o palco do "Agora É Tarde" com o também comediante Léo Lins, e expôs alguns momentos inusitados do parceiro. “Uma vez uma menina inventou de colocar unha postiça na gente, mas ela colou com super cola e ficou em carne viva. Foi a primeira vez que vi o Léo chorar”, conta. “A segunda foi quando ele foi chifrado na 'Fazenda'. Ver o Léo sendo chifrado na televisão parecia Natal para mim. Acho que Papai Noel não me daria um presente melhor. Mas eu respeitei ele e não fiz piada”, revela o humorista.
"Ele era um homem muito interessante, muito envolvente”, afirma a artista. Foto: TV Globo / João Miguel Júnior
Em recente entrevista, a atriz Fafy Siqueira revelou o affair vivido com o mestre do humor Chico Anysio.“Fui muito amiga do Chico, antes de trabalharmos juntos. Uma vez ele fez uma temporada em um teatro perto de casa, eu ia para o camarim dele e a gente conversava e conversava…”, relembra.
“Ele estava solteiro nessa época e uma revista me perguntou se namorávamos. Contei isso para ele, que me disse assim: ‘Eu até namoraria você, mas eu quero ter filhos’”, recorda a atriz de 67 anos, que nunca cogitou a possibilidade de ser mãe. “Não chegou a um namorinho. Só quem sabe disso é Heloísa Périssé e Jorginho Fernando. Mas foi uma coisa meio lúdica. Ele era um homem muito interessante, muito envolvente”, afirma a artista.
Além da "Escolinha do Professor Raimundo", a veterana também integrou o elenco de "A Praça É Nossa", ao lado de Carlos Alberto de Nóbrega, e para a atração recorda a saída do humorístico. “Eu queria fazer outras coisas que não fosse só a 'Praça'. Mas o Carlos Alberto é uma pessoa muito ciumenta, ele até me cancelou”, revela. “Dei muitos prêmios para o programa, mas se ele tiver que falar o nome de todo mundo ele fala, menos o meu. Para mim está tudo certo”, expõe a humorista.