terça-feira, 8 de maio de 2018

.: Dia das Mães: "Nunca quis um marido, sempre quis um companheiro"

Entenda as barreiras que as mães do século XXI enfrentam na busca por uma felicidade completa


Foram 10 anos de casamento, duas filhas e um conturbado processo de divórcio. Os conflitos internos com quem lutou por anos, o peso da responsabilidade de querer se separar e a sensação de ter destruído uma família. A sensação de cobrança que a sociedade imputa sobre as mães. Sensações que a escritora, mãe e mulher, Bruna Stamato relata ter sofrido antes de decidir olhar para si e buscar sua felicidade.

Autora do livro “Nunca quis um marido, sempre quis um companheiro”, Bruna tenta por meio de suas experiências de vida e, em se aproximando o Dia das Mães, abrir os olhos das mulheres e mães para que valorizem a pessoa que são e que não se coloquem em papel de coadjuvante em suas próprias vidas.

Para a maioria o Dia das Mães é homenagem à figura materna com um bonito post nas redes sociais, filhos fazendo mimos nas escolinhas, maridos gastando com presentes e jantares, e tantos outros. Mas algo que deveria ser muito mais valorizado é posto de lado: valorizar a figura da mulher por trás de uma mãe.

Ser mãe, esposa, dona de casa, multitarefa, enfim. A mulher é “muitas no corpo de uma só”. E, nesse meio tempo, acaba se esquecendo de olhar para si e esquece que ainda existe o “Eu” em sua vida. Suas vontades, anseios e aspirações são postos em segundo (ou terceiro) plano na mesma medida em que as cobranças se multiplicam de forma exponencial.

A mulher que é mãe, independente de seu status de relacionamento, é alguém que já tem sobre si uma carga extra de responsabilidade e ternura. De cobrança e carinho. De orgulho e paixão.

Para a mãe solteira, que se ama e se valoriza, o recado que Bruna passa em seu livro é enfático ao afirmar: 



O mundo esquece que, por trás de uma mãe, também existe uma mulher. Então, se ela não se dar o devido valor, não há marido no mundo que assim fará por ela. Pais infelizes não podem criar filhos felizes.” – Bruna Stamato


Leitura rápida, enriquecedora e acima de tudo reflexiva. Que papel exercemos hoje? Somos reféns de nossos filhos ou maridos? Dependemos do parceiro para sermos bem vistas como mães exemplares? Como em uma conversa entre amigas, essas e outras perguntas são respondidas durante o texto.

Sobre a autora: Bruna Stamato é mãe de duas meninas, mora em São Paulo e atualmente é colunista dos sites O segredo, Superela, Mãe Vaidosa, Materniarte, Resiliência humana e Revista bem mais mulher.

Livro: Nunca quis um marido, sempre quis um companheiro.
Autora: Bruna Stamato
Páginas: 120
Editora: Giostri

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