terça-feira, 23 de abril de 2019

.: Após hiato de quatro anos, Maria Gadú ressurge no "Mundo Líquido"


Livros garimpados ao longo de anos de pesquisa, viagens de volta ao berço de um povo; reconhecimento de sons, cores e símbolos. Uma artista debruçada sobre sua própria ancestralidade indígena. Maria Gadú, Mayra Corrêa, traz neste novo trabalho a força histórica da raiz do povo brasileiro e sua herança familiar.

"Mundo Líquido" encerra o hiato de quatro anos desde que Maria Gadú lançou o último trabalho autoral. Uma história contada de forma fantástica, resultado da inspiração feminina e matriarcal, que é a semente originária da terra Brasil. O single e seu videoclipe foram lançados digitalmente nesta segunda-feira, 22 de abril.

Protagonizado por Maria Gadú,  "Mundo Líquido" foi produzido pela própria cantora e por Felipe Roseno. A faixa foi gravada no Rio Negro, mais extenso rio de águas negras no mundo, no estado do Amazonas, e integra de forma fluida os sons da natureza e o canto do povo Guajajara. 

Dirigido por Lua Leça e Rebeca Brack, com fotografia de Manoela Rabinovitch e direção artística de Maria Gadú, o filme faz a transição entre GUELÃ (último álbum da artista) e este novo momento de Maria, representando a aterrissagem da gaivota (tradução de Guelã na língua dos povos Karipuna) na Amazônia e seu mergulho no Rio Negro, de onde, ao emergir, se manifesta como um novo ser: uma criatura híbrida: misto de mulher e bicho, que representa a força, a visceralidade e a ancestralidade indígena.

 "Mundo Líquido" é uma viagem de volta ao berço de um povo; reconhecimento de sons, cores e símbolos que são a matriz do chão Brasil e da ascendência direta da artista.

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