Mostra inédita do aclamado cineasta Todd Haynes traz mais de 20 títulos no Centro Cultural Banco do Brasil São Paulo. Diretor é reconhecido por seu trabalho no cinema independente e pioneiro do movimento New Queer Cinema
Serviço
Mostra Todd Haynes
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Com a proposta de fomentar novos imaginários, provocando outras percepções sobre o nosso passado, Marcos Damigo tem se dedicado a pesquisar e encenar peças sobre a história do Brasil. Seu novo espetáculo, "Entre a Cruz e os Canibais", lança luz sobre a construção do mito bandeirante e, consequentemente, de São Paulo. O trabalho faz sua temporada de estreia no Teatro Arthur Azevedo, em São Paulo, entre os dias 22 de janeiro e 15 de fevereiro, de quinta a sábado, às 20h00, e, aos domingos, às 19h00.
Em tom de comédia farsesca, a peça, que estreia na semana do aniversário de São Paulo, revisita essa narrativa histórica e sonda o desencontro entre o projeto colonial e a realidade da Vila de São Paulo de Piratininga. Damigo lembra que, por muito tempo, os bandeirantes não foram considerados heróis. Mas, atendendo a interesses de uma nova elite econômica que surgiu com o ciclo do café no século XIX, essa noção se modificou, culminando na criação de uma identidade para São Paulo atrelada à ideia de trabalho e desenvolvimento.
"Entre a Cruz e os Canibais" é ambientada em 1599 e conta com quatro personagens em cena: o Juiz, o Governador-geral, o Vereador e o Procurador. A trama se inicia com a chegada do Governador-geral do Brasil Dom Francisco de Souza à pequena Vila de São Paulo de Piratininga, única aglomeração de europeus fora da costa, isolada pela íngreme Serra do Mar.
Os moradores estão revoltados com os mandos e desmandos do Juiz. Mas ele está apavorado com a iminência de um ataque indígena, pois o Vereador sequestrou tupis aliados. Já o Procurador, um degredado que foi salvo pelos tupis e tem portanto uma relação de proximidade com eles, espera que a vinda do Governador-geral faça valer a lei que proíbe a escravização de indígenas.
No entanto, Dom Francisco de Souza, ou “das Manhas” como indicava seu apelido, quer resolver os conflitos de maneira a atender melhor seus interesses. Descortina-se, assim, o maior paradigma do projeto nacional: justamente quando São Paulo tem seu primeiro impulso de progresso econômico, com o avanço dos bandeirantes pelo interior, é que seus moradores começam a explorar a mão de obra indígena em larga escala.
Encenação
“Encontramos no humor a melhor estratégia para questionar essa ideia de que os bandeirantes foram heróis. Por isso, criamos o que eu chamo de comédia de escárnio, que dialoga com uma tradição de comédias populares desde a Antiguidade, passando por grandes autores brasileiros também, como Arthur Azevedo e Martins Pena. Assim, conseguimos colocar em destaque o grotesco escondido sob o verniz de modernidade que mascara até hoje interesses abjetos”, comenta Damigo.
A primeira inspiração de Marcos, diretor e autor da montagem, foi há mais de 30 anos, quando leu o livro "São Paulo nos Primeiros Anos 1554-1601- São Paulo No Século XVI", de Afonso D'Escragnolle Taunay. A obra clássica descreve as dificuldades enfrentadas pelos fundadores daquela que se tornaria a maior cidade das américas. “Ao ler os relatos, logo pensei que aquelas histórias renderiam uma boa comédia. A tentativa de fundar uma civilização europeia em um lugar tão distante – e distinto – revela muitas das contradições do projeto colonial que estão presentes até hoje. Explorar isso pelo viés do humor é uma maneira de revelar os absurdos que foram sendo normalizados simplesmente porque nos acostumamos a eles”, afirma o diretor.
Para escrever "Entre a Cruz e os Canibais", Damigo contou com as consultorias do premiado dramaturgo e roteirista Luís Alberto de Abreu e do historiador Paulo Rezzutti, graças aos recursos de um edital Proac do Governo do Estado de São Paulo em 2020. Para a montagem, o artista também contou com o apoio do historiador Rodrigo Bonciani. Damigo lembra que a transformação do bandeirante em herói nacional é relativamente recente. “Com a Proclamação da República, em 1889, e o poder econômico conquistado por São Paulo por conta do café, eles passaram a ser cultuados na forma de estátuas, nomes de ruas, estradas e até o palácio do governo”, acrescenta. “E cada vez mais estamos olhando criticamente para essa ideia de desenvolvimento a qualquer custo”.
Nesse sentido, o espetáculo não pretende fazer uma reconstituição histórica, os personagens são tratados como tipos, e a trilha sonora, originalmente composta por Adriano Salhab, estabelece mais explicitamente essa relação entre passado e presente. Tudo isso exige atores experientes: José Rubens Chachá (o Juiz), integrante do antológico grupo Ornitorrinco; Fábio Espósito (o Vereador), ator e palhaço com experiência internacional, incluindo trabalhos no Cirque du Soleil; Daniel Costa (o Procurador), indicado ao Prêmio Shell de Melhor Ator por Urinal, o Musical; e Thiago Claro França (o Governador-geral), artista presente em diversas criações da Cia. do Tijolo. “Eu disse aos atores, no primeiro dia de ensaio, que eles precisavam destruir o meu texto, no sentido de transformar a pesquisa histórica em jogo de cena e comédia. E nisso eles foram excepcionais”, ri Damigo.
O figurino desenvolvido por Marichilene Artisevskis incorpora elementos visuais do modernismo e da tropicália, movimentos que propuseram uma releitura da nossa história na busca por uma identidade nacional. O cenário é composto de lonas pintadas à mão pelos artistas e grafiteiros Jonato e Ever. Além deles, o cineasta guarani Richard Wera Mirim, morador da Terra Indígena Jaraguá, é responsável pela criação de um vídeo para o espetáculo. O espetáculo tem patrocínio da Google Cloud através da lei municipal de incentivo, PROMAC.
Ficha técnica
Espetáculo "Entre a Cruz e os Canibais"
Dramaturgia, Direção artística, Desenho do cenário e Idealização: Marcos Damigo
Direção de produção: Vi Silva
Direção musical: Adriano Salhab
Atores: José Rubens Chachá, Fabio Esposito, Daniel Costa e Thiago Claro França
Música ao vivo: Adriano Salhab e Thiago Claro França
Assistente de direção e Contrarregra: Warner Borges
Figurinista e visagista: Marichilene Artisevskis
Iluminador: Ney Bonfante
Assistente de iluminação: Matheus Bonfante
Mobiliário cênico e Pintura do cenário: Jonato e Ever
Cenotecnia: Wanderley Wagner e Fernando Zimolo
Vídeos: Richard Wera Mirim e Santo Bezerra
Identidade visual: Santo Bezerra
Gestão de redes sociais: Flávia Moreira e Micaeli Alves (AuttivaLab)
Fotógrafa: Heloisa Bortz
Historiadores (consultoria histórica e palestrante): Paulo Rezzutti e Rodrigo Bonciani
Consultoria dramatúrgica: Luís Alberto de Abreu
Produção executiva: Carolina Henriques (Rodri Produções)
Assistente de produção: Sofia Augusto
Administração financeira: Gustavo Sanna
Assessoria de imprensa: Canal Aberto - Márcia Marques, Daniele Valério e Flávia Fontes de Oliveira
Serviço
"Entre a Cruz e os Canibais"
Duração: 85 minutos Classificação indicativa: 12 anos Gênero: comédia musical
Data: 22 de janeiro a 15 de fevereiro de 2026
Temporada: Quinta a sábado, às 20h, e, aos domingos, às 19h
Acessibilidade: 23 de janeiro - Libras e audiodescrição
Local: Teatro Arthur Azevedo - Av. Paes de Barros, 955 - Alto da Mooca, São Paulo, SP
Estacionamento: gratuito (vagas limitadas)
Telefone: (11) 2604-5558
Ingresso: R$ 20,00 (inteira)/R$ 10,00 (meia entrada) | Bilheteria presencial aberta uma hora antes de cada sessão | Ingressos on-line: www.sympla.com
Dias 22, 23, 24 e 25 de janeiro, em comemoração ao aniversário da cidade de São Paulo, o espetáculo será gratuito.
Após uma temporada de sucesso no no Rio de Janeiro, "Como Todos os Atos Humanos", da Cia. do Sopro, retorna para uma nova temporada na capital paulista. O espetáculo fica em cartaz no Auditório do Sesc Pinheiros, de 22 de janeiro a 21 de fevereiro de 2026, com apresentações de quinta a sábado, às 20h30 no dia 06 de fevereiro, além da sessão das 20h30, haverá uma sessão às 16h00.
Com dramaturgia e atuação de Fani Feldman (Cleo na primeira temporada de Impuros) e direção de Rui Ricardo Diaz (entre outros trabalhos está no elenco do novo filme Anaconda - produzido pela Columbia Pictures e é um dos protagonistas da série Impuros), o trabalho tem como ponto de partida obras de Marina Colasanti, Giorgio Manganelli e Nelson Coelho, e se configura num universo único, atravessado pelo realismo fantástico. A montagem dialoga ainda com referências visuais de artistas como Francis Bacon e Edvard Munch, explorando a deformação e a potência expressiva da figura humana.
A temporada acontece em janeiro, mês em que se completa um ano da morte de Marina Colasanti, uma das mais importantes escritoras da literatura brasileira contemporânea. Reconhecida por sua escrita poética e crítica, profundamente ligada às questões de gênero, a autora é referência central na construção dramatúrgica do espetáculo.
Na encenação, um gesto extremo - um parricídio metafórico, simbolizado por “furar o olho do pai” - surge como ato de ruptura e insubmissão. A narrativa estabelece um diálogo invertido com o mito de Electra e expõe, por meio de imagens arquetípicas, mecanismos de vigilância, dominação e silenciamento impostos ao corpo e ao destino das mulheres. O espetáculo integra o trabalho continuado da Cia. do Sopro, que fundamenta seus processos no Laboratório Dramático do Ator, a partir da pesquisa desenvolvida há mais de três décadas por Antonio Januzelli, referência na investigação do intérprete criador e preparador do trabalho.
Ficha técnica
Espetáculo "Como Todos os Atos Humanos"
Dramaturgia e atuação: Fani Feldman
Direção: Rui Ricardo Diaz
Assistência de direção: Plínio Meirelles
Preparação: Antonio Januzelli
Iluminação: Osvaldo Gazotti
Cenário e figurino: Daniel Infantini
Idealização: Cia. do Sopro
Produção: Quincas
Direção de produção: Fani Feldman
Produção executiva: Andrea Melo Marques
Fotos: Agueda Amaral e Yukio Yamashita
Serviço
Espetáculo "Como Todos os Atos Humanos", com Cia. do Sopro
Temporada: 22 de janeiro a 21 de fevereiro de 2026
De quinta a sábado, às 20h30 (no dia 6 de feveriro também haverá uma sessão às 16h00)
Sesc Pinheiros - Auditório - Rua Paes Leme, 195, Pinheiros / São Paulo
Ingressos: R$ 50,00 (inteira), R$ 25,00 (meia-entrada) e R$ 15,00 (credencial plena)
Vendas em sescsp.org.br ou na bilheteria de qualquer unidade
Duração: 55 minutos
Classificação: 14 anos
Capacidade: 100 lugares
Acessibilidade: Teatro acessível a cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida
“As Aventuras de Pinóquio” estão no Farol Santander São Paulo, com mais de 300 itens distribuídos entre esculturas, livros, bonecos, filmes, ilustrações, gravuras, autômatos, instalações sonoras e uma coleção de 31 Pinóquios de diferentes épocas e nacionalidades, produzidos em madeira. Dividida em dois andares, a mostra ocupa 400m² e revisita o clássico de Carlo Collodi (1826–1890) por meio de perspectivas históricas, literárias, cinematográficas e visuais. Apresentada pelo Ministério da Cultura, com patrocínio do Santander Brasil e produzida pela AYO Cultural, a atração tem curadoria de Rodrigo Gontijo e será exibida até 22 de março próximo.
A mostra explora a simbologia universal do boneco de madeira criado por Collodi e publicado originalmente em fascículos entre 1881 e 1883. Considerada uma das obras mais influentes da literatura infantojuvenil e da cultura italiana, "As Aventuras de Pinóquio" tornou-se um fenômeno mundial, atravessando gerações, linguagens e interpretações – da literatura ao cinema, da marionete ao robô. A experiência integra o circuito de visitação do Farol Santander São Paulo, que reúne exposições, arquitetura, história, gastronomia e vista panorâmica da cidade.
“Nosso compromisso com a cultura se expressa na escolha de projetos que ampliam o acesso, estimulam a imaginação e fortalecem a relação das pessoas com a arte e com a memória que nos acompanha ao longo da vida. Esta exposição revisita um clássico que permanece atual, capaz de despertar questionamentos e novas interpretações a cada encontro”; comenta Bibiana Berg, Head Sênior de Experiências, Cultura e Impacto Social do Santander Brasil e Presidente do Santander Cultural.
Carlo Collodi escreveu a história de Pinóquio originalmente em fascículos para o jornal “Giornale per i bambini” (1881–1883), batizando o boneco de madeira com um nome que, no dialeto toscano, significa “pinhão”. Em 1883, no mesmo ano em que concluiu a série, publicou a obra em formato de livro. Collodi desenvolveu uma narrativa onde a jornada de Pinóquio pode ser vista como uma metáfora para a formação da identidade nacional italiana na época. O boneco de pau representa a falta de uma essência definida, e sua transformação simboliza o processo de formação do futuro cidadão. A ambientação, com personagens como o pobre Gepeto e a ameaça constante da fome, reflete a dura realidade social atravessada pelos italianos naquele momento.
“Depois do sucesso da exposição 'As Aventuras de Alice' (2022), também no Farol Santander São Paulo, apresentamos agora 'As Aventuras de Pinóquio', que convida o público a interpretar e reinterpretar a obra de Carlo Collodi. Essa mostra propõe aos visitantes história, entretenimento, aprendizagem e encantamento, pois são diversas as formas de se ler a complexidade dessa criação”; explica Rodrigo Gontijo, curador da exposição.
Pinóquio como símbolo histórico e cultural (andar 20)
No andar 20 são apresentados núcleos temáticos inspirados nos capítulos do livro original. Portanto, o visitante encontra um panorama histórico-literário com informações sobre Collodi e edições raras do livro. Em seguida, na “Oficina de Criação”, surgem as ilustrações das primeiras edições do clássico, feitas pelos italianos Enrico Mazzanti e Carlo Chiostri. Na sequência, o público encontra também uma série de marionetes em madeira, criadas pelo artista brasileiro e especialista em Pinóquio, Gil Toledo. Há ainda uma biblioteca que celebra as traduções brasileiras da obra e apresenta uma instalação de Adriana Peliano inspirada nos “irmãos” de Pinóquio, criados por Monteiro Lobato, em passagem do livro “Reinações de Narizinho” (1931).
Ao final do percurso neste piso, o visitante encontra a “Sala dos Autômatos”, com modelos feitos em madeira e repletos de movimentos, criados pelos brasileiros Eduardo Salzane e Maurizio Zelada. O ambiente é acompanhado da instalação sonora Constelação, criada pelo duo O Grivo, que explora ritmos, ruídos e estruturas mecânicas, lembrando uma espécie de cidade futurista precária, segundo a dupla.
Pinóquio como clássico: múltiplas interpretações (andar 19)
A galeria do andar 19 parte de uma premissa fundamental: Pinóquio é um clássico. Como definiu Ítalo Calvino, “um clássico é um livro que nunca terminou de dizer aquilo que tinha para dizer”. A exposição destaca essa permanência por meio de reflexões do próprio Ítalo Calvino e demais autores como Giorgio Manganelli, Umberto Eco, Giorgio Agamben e Alberto Manguel, que se dedicaram a analisar Pinóquio sobre diferentes óticas, ampliando as leituras possíveis sobre a jornada do personagem.
Em vídeos, a presença da primeira adaptação cinematográfica de Pinóquio, dirigida pelo cineasta italiano Giulio Antamoro em 1911, aparece ao lado das detalhadas ilustrações do também italiano Roberto Innocenti. O visitante observa ainda a diversidade cinematográfica de Pinóquios criados em diferentes países, até a versão recente de Guillermo del Toro (2022), na última montagem para a grande tela.
O espaço apresenta também esculturas em madeira do artista cearense Zé Bezerra – sete peças criadas a partir de troncos que evocam criaturas prestes a ganhar vida, gerando assim uma correlação direta com a história de Pinóquio. No núcleo do País dos Brinquedos, surgem cinco ilustrações do paulistano Alex Cerveny, para uma versão do livro lançada em 2012 pela editora Cosac Naify, além de gravuras do artista norte-americano Jim Dine.
Em referência a um dos momentos cruciais da história, a passagem pelo tubarão-baleia é representada pelas intensas ilustrações do renomado artista italiano Lorenzo Mattotti, que ilustrou em 2019 uma nova versão do livro de Ítalo Collodi. Nesta sala, haverá também uma instalação composta por madeira, objetos e projeção, reunindo um compilado de cenas de filmes de diferentes épocas e nacionalidades que retratam o momento em que Pinóquio é engolido pelo monstro marinho.
A última sala, num clima futurista-retrô, revela um espaço imersivo com projeções de códigos computacionais nas paredes. A instalação tecnológica tem pedaços do boneco se transformando em menino e uma composição com múltiplos monitores de TV que exibem cenas do filme “I.A. - Inteligência Artificial” (2001) de Steven Spielberg e trechos do capítulo final do livro de Collodi, gerando assim um diálogo e uma provocação entre as obras.
Ativação no Café do andar 26
De 19 de dezembro a 22 de fevereiro uma dupla de atores interpretando os personagens Pinóquio e Fada Azul estará sempre aos sábados e domingos no Café do Mirante, andar 26 do Farol Santander, para interagir e tirar fotos com os visitantes. A iniciativa propõe gerar ainda mais registros para a memória dos visitantes que passarem pelo Farol Santander São Paulo durante as férias.
Serviço
Exposição "As Aventuras de Pinóquio"
Até 22 de março de 2026
Local: Farol Santander São Paulo - Galerias do 20 e do 19
Endereço: Rua João Brícola, 24 - Centro / São Paulo
Funcionamento: Terça a domingo, das 9h00 às 20h00
Ingressos: R$ 45,00 (inteira) / R$ 22,50 (meia) - disponíveis pelo site farolsantandersaopaulo.com.br e na bilheteria local.
O teatro do Sesc 24 de Maio recebe o quarteto Vereda, dia 17 de janeiro. O show ocorre com o objetivo de compartilhar a essência e influência de Moacir Santos, maestro e multi-instrumentista de Pernambuco. Unidos desde 2023, o quarteto, inicialmente como trio, teve a ideia de juntar músicas autorais dos integrantes e compartilhar repertórios em comum, seja da música brasileira ou do jazz, com autores como Tom Jobim, Keith Jarrett e McCoy Tyner.
O grupo é composto por: Sizão Machado no contrabaixo, Edson Sant’anna no piano, Sérgio Coelho no trombone e Bruno Migotto na bateria. Uma das principais características da banda é a abertura para a improvisação e espontaneidade no palco. O tributo à Moacir Santos serve para reconhecer a soma de seus inúmeros feitos na cena musical. Ele trabalhou com Nara Leão, Roberto Menescal, Sérgio Mendes e Lynda Laurence, além de lançar discos e produzir trilhas sonoras para o cinema. Sua música foi altamente estimada no Brasil e nos Estados Unidos, onde veio a falecer, em 2006.
Serviço
Show do quarteto "Vereda"
Sábado, dia 17 de janeiro, às 20h00
Sesc 24 de Maio, Rua 24 de Maio, 109, São Paulo - 350 metros da estação República do metrô
Classificação: 12 anos
Ingressos: sescsp.org.br/24demaio ou através do aplicativo Credencial Sesc SP - R$ 50,00 (inteira), R$ 25,00 (meia-entrada) e R$ 15,00 (Credencial Sesc).
Duração do show: 90 minutos
Serviço de van: transporte gratuito até as estações de metrô República e Anhangabaú. Saídas da portaria a cada 30 minutos, de terça a sábado, das 20h00 às 23h00, e aos domingos e feriados, das 18h00 às 21h00
O espetáculo circense “Tranquilli”, da Cia. Teatro C’Art, será apresentado na sexta-feira, 30 de janeiro, às 20h00, no auditório do Sesc Santos. A montagem convida o público a desacelerar e a redescobrir o encantamento do cotidiano a partir de uma abordagem cômica, sensível e profundamente humana. Em cena, o artista brasileiro André Casaca, radicado na Itália, dá vida a um personagem que traduz, por meio do corpo, o desejo universal de liberdade, sonho e imaginação.
Sem recorrer à palavra, Casaca constrói uma narrativa baseada no teatro físico e na comicidade não-verbal, herdeira direta da tradição do teatro de rua italiano, na qual o gesto, o ritmo e o olhar se tornam os principais motores da comunicação com o público. Em “Tranquilli”, o absurdo surge como ferramenta poética. O personagem joga basquete sozinho e vence a partida, atende a um telefone que nunca tocou, voa com sua bicicleta alada e transforma a guerra em um jogo cênico que envolve diretamente a plateia.
São pequenas ações que, costuradas com humor e delicadeza, rompem com a lógica do cotidiano frenético e revelam novas possibilidades de existência, convidando o espectador a rir de si mesmo e do mundo ao redor. A vida do personagem acontece inteiramente no corpo, que se afirma como veículo principal de expressão. É nele que se inscrevem as emoções, os conflitos e as fantasias, criando uma linguagem cênica acessível a públicos de todas as idades e culturas. O espetáculo propõe, assim, uma reflexão leve e profunda sobre temas como a rotina, o amor, a infância e a necessidade de imaginar outros modos de viver.
Criada a partir de 15 anos de pesquisa e atuação da Cia. Teatro C’Art, a obra reflete a maturidade artística do grupo, reconhecido internacionalmente por sua atuação no campo do circo contemporâneo e do teatro físico. Ao longo de sua trajetória, a companhia apresentou seus espetáculos em festivais e teatros de países como Itália, Suíça, Alemanha, Palestina, Israel, Turquia, Etiópia, Cabo Verde e Brasil, consolidando uma linguagem própria que atravessa fronteiras culturais.
O Teatro C’Art é vencedor do Prêmio Circus no Festival Mundial da Criatividade, realizado em Sanremo, na Itália, e atua também como Centro Cultural, mantendo biblioteca, videoteca e sala teatral. Entre suas atividades, desenvolve um consistente trabalho pedagógico com crianças, incluindo aquelas com necessidades especiais, reforçando o compromisso social e formativo da companhia. Voltado para todas as idades, “Tranquilli” tem duração de 50 minutos. Os ingressos custam R$ 40,00 (inteira), R$ 20,00 (meia-entrada) e R$ 12,00 (Credencial Plena).
Ficha técnica
Espetáculo circense “Tranquilli”, da Cia. Teatro C’Art
Criação, direção e interpretação: André Casaca
Assistência de direção: Fabrizio Neri e Teresa Bruno
Cenografia: Silvano Costagli
Produção: Teatro C’Art Comic Education Italia
Duração: 50 minutos
Venda de ingressos
As vendas de ingressos para os shows e espetáculos da semana seguinte (segunda a domingo) começa na semana anterior às atividades, em dois lotes: on-line pelo aplicativo Credencial Sesc SP e portal do Sesc São Paulo: às terças-feiras, a partir das 17h00. Presencialmente, nas bilheterias das unidades: às quartas-feiras, a partir das 17h00.
Bilheteria Sesc Santos - Funcionamento
Terça a sexta, das 9h às 21h30 | Sábados e domingos, 10h às 18h30
Sesc Santos
Rua Conselheiro Ribas, 136 - Aparecida / Santos
Telefone: (13) 3278-9800
Site do Sesc Santos
Instagram e Facebook: @sescsantos
Em cena, o amor aparece sem idealizações: torto, insistente, contraditório. A peça propõe uma espécie de "Romeu e Julieta" contemporâneo, em que os amantes se enganam, tropeçam, “morrem” simbolicamente para o amor - e, ainda assim, seguem vivos. Há, nessa travessia, uma resistência quase teimosa: o desejo de continuar, de recomeçar o que ainda nem chegou a começar. Amar dá trabalho, cansa, confunde, mas persiste até o fim. Entre dores e alegrias, a montagem aposta no riso como ferramenta de sobrevivência e lucidez diante da vida.
“O Amor É Fodido” dialoga com um imaginário afetivo coletivo. Publicado nos anos 1980, o livro de Miguel Esteves Cardoso tornou-se um retrato de época e de um tipo humano reconhecível - alguém que todos fomos ou ainda somos em alguma medida. O espetáculo questiona: por que contar essa história novamente? Por que vesti-la outra vez? A resposta está na própria natureza do amor, que, como a roupa, não pode ser usada apenas uma vez - nem repetida mecanicamente. Há algo de inquietante tanto no excesso quanto na repetição. Amar é insistir, errar de novo, experimentar outra dose, mesmo sabendo dos riscos.
Com humor físico, presença cênica intensa e uma dramaturgia que flerta com a confissão, o espetáculo transforma fragilidade em força e vulnerabilidade em discurso cômico. A montagem reforça o espírito da Mostra Gargalhão, dedicada ao teatro cômico, às máscaras e à potência do encontro entre palco e plateia, celebrando o riso como gesto político, sensível e coletivo.
A 1ª Mostra Gargalhão de Teatro Cômico e Máscaras acontece de 10 a 25 de janeiro de 2026, reunindo 10 espetáculos em uma programação diversa e provocadora. O projeto foi contemplado pela XXª edição do Programa Municipal de Fomento ao Teatro para a Cidade de São Paulo, da Secretaria Municipal de Cultura e Economia Criativa, reafirmando o compromisso com a circulação de obras que investigam a linguagem teatral e o humor como forma de pensamento.
"O Amor É Fodido"
Dentro da programação do Projeto Bússola, o Sesc Santos dá início, em 2026, a uma nova temporada dedicada à valorização de músicos da Baixada Santista, no litoral paulista, com foco em criações autorais e na diversidade de vozes que compõem a cena cultural da região. A proposta do projeto é ampliar espaços de escuta, circulação e reconhecimento para artistas que constroem seus trabalhos a partir de experiências territoriais, identitárias e contemporâneas.
Na quarta-feira, 28 de janeiro, às 20h00, na comedoria do Sesc Santos, o multiartista Wescritor apresenta o show “Original Kaysara”, espetáculo que também marca o lançamento de seu novo trabalho autoral. A apresentação propõe uma travessia poética e musical que revisita, tensiona e reconstrói a ideia do que é ser caiçara, a partir de uma perspectiva indígena, urbana e atual.
Em cena, Wescritor articula poesias à capela, cantos tradicionais do povo Tupinambá e a força do RAP - Ritmo, Ancestralidade y Poesia, criando uma sonoridade híbrida que dialoga com diferentes tempos e linguagens. Os ritmos variados se encontram com a leveza e a musicalidade caiçara, característica da Baixada Santista, resultando em canções que abordam temas como vida, amor, pertencimento, território e resistência cultural. A performance convida o público a refletir sobre memória, ancestralidade e futuro, ao mesmo tempo em que celebra a potência criativa dos povos originários em diálogo com as linguagens urbanas.
Wescritor é um multiartista indígena, jovem liderança, rapper, ator, poeta, diretor artístico e compositor. Indígena do Povo Tupinambá de Olivença, nasceu e foi criado no Parque São Vicente, em São Vicente, no litoral de São Paulo, território que atravessa e inspira diretamente sua produção artística. A apresentação é gratuita, com classificação indicativa a partir de 12 anos.
Ficha técnica
Show "Original Kaysara"
Artista principal: Wescritor
Backing vocal: Haard
Musicista/violão: Matheus D'art
DJ: Delapaz
Produtora executiva: Michelle Lima
Diretor executivo: Walla Tupi
Venda de ingressos
As vendas de ingressos para os shows e espetáculos da semana seguinte (segunda a domingo) começa na semana anterior às atividades, em dois lotes: on-line pelo aplicativo Credencial Sesc SP e portal do Sesc São Paulo: às terças-feiras, a partir das 17h00. Presencialmente, nas bilheterias das unidades: às quartas-feiras, a partir das 17h00.
Bilheteria Sesc Santos - Funcionamento
Terça a sexta, das 9h às 21h30 | Sábados e domingos, 10h às 18h30
Sesc Santos
Rua Conselheiro Ribas, 136 - Aparecida / Santos
Telefone: (13) 3278-9800
Site do Sesc Santos
Instagram e Facebook: @sescsantos
O espetáculo “A Autoestima do Homem Hétero” volta neste final de semana, dias 10 e 11 de janeiro, às 14h30 e às 17h00, no Teatro Arena B3, situado no Centro Histórico de São Paulo. É um espetáculo que promete revolucionar o imaginário coletivo com uma pergunta provocadora: e se fosse possível encapsular a inabalável confiança dos homens héteros e oferecê-la, em forma de pílula, às mulheres? Idealizado, escrito e protagonizado por Amanda Mirásci, com direção de Martha Nowill, o monólogo é uma sátira afiada sobre as relações afetivas, a construção da autoestima e os comportamentos masculinos que a sociedade ainda naturaliza.
No centro da história está Carina, uma farmacêutica que desenvolveu um medicamento revolucionário: a autoestima do homem hétero em cápsulas. Em uma noite decisiva - o lançamento oficial do produto - Carina apresenta ao público os componentes desta fórmula milagrosa, reencenando situações hilárias e dando vida aos homens que serviram de “matéria-prima” para sua criação.
Cada componente do remédio foi inspirado em um “tipo” masculino que Carina encontrou ao longo do caminho: o cara do violão, que nunca perde a chance de se exibir com seu imenso repertório de cinco músicas; o sujeito da caixa de som, que domina a praia como se fosse o DJ residente do mundo; o match do Tinder que, mesmo longe dos padrões de beleza, exige mulheres sem celulite; e tantos outros homens héteros de autoestima inflada que acabaram virando objeto de estudo dessa inusitada pesquisa.
À medida que apresenta os efeitos e os testes da fórmula, Carina também revela suas próprias vulnerabilidades: dilemas familiares, traumas afetivos e a incômoda presença da "síndrome da impostora", que ameaça sabotá-la a cada passo. Para ganhar autoconfiança, ela decide tomar sua própria invenção — que promete revolucionar o mundo. Mas ninguém estava preparado para as consequências… nem ela própria!
“A peça surgiu da minha vida real. Das minhas relações, das histórias das minhas amigas, da minha irmã… Situações que parecem pontuais, mas que, ao serem compartilhadas, revelam um padrão. O cara que explica o que você acabou de dizer, o pai que acha que ‘ajudar’ na criação dos filhos é um favor, o homem que se sente o máximo só por existir”, comenta Amanda Mirásci.
“Apesar do título, 'A Autoestima do Homem Hétero' não é um espetáculo só para mulheres. Os homens estão convidados — de verdade — a rir de si mesmos e, quem sabe, repensar atitudes. Porque se a gente quer mesmo mudar alguma coisa, eles precisam estar nessa conversa também”, conclui Amanda.
A diretora Martha Nowill reforça que incluir os homens no debate é essencial: “O que estamos criando é uma peça muito divertida e agregadora. Não é uma peça agressiva que vai constranger os homens. Muito pelo contrário, vamos fazer eles se enxergarem e falarem sobre si mesmos”.
Em cena, Amanda interpreta sozinha uma série de figuras distintas: “Temos muitos personagens na peça, e a Amanda dá vida a todos eles. O que estamos buscando é, a partir das ferramentas da própria atriz, extrair o que há de mais simbólico em cada construção cênica. Como traduzir isso no corpo dela? Quando é a Amanda e quando é o pensamento do outro? Como fazer com que ela assuma tantas identidades de forma clara, compreensível, sem que se torne uma confusão? Estamos trabalhando esse corpo, essa voz, essa escuta e essa compreensão profunda.”
Sobre Amanda Mirásci
Atriz e dramaturga, foi indicada aos prêmios Cesgranrio e APTR por Uma Vida Boa, de Rafael Primot. Atuou também em Mansa, Inútil a Chuva (Armazém Cia. de Teatro), O Branco dos Seus Olhos, entre outros. No cinema, está em Todo Clichê do Amor. Na TV, integrou elencos de A Lei do Amor, Cara e Coragem e Garota do Momento, da TV Globo, e da série Ringue, do Canal Brasil.
Sobre Martha Nowill
Diretora, atriz e roteirista, Martha Nowill atua no teatro, cinema e televisão desde os 18 anos. É formada em Cinema pela FAAP e Teatro pela Escola Célia Helena. Assina roteiros e colaborações para revistas como Piauí, TPM, Bazaar, Vogue, Carta Capital e Folha de S.Paulo. Seu trabalho mais recente nos palcos é Pagú – Até Onde Chega a Sonda, que também idealizou e protagonizou.
Ficha técnica
Espetáculo "A Autoestima do Homem Hétero"
Idealização, texto e atuação: Amanda Mirásci
Direção: Martha Nowill
Colaboração dramatúrgica: Bruna Trindade e Martha Nowill
Assistência de direção: Iuri Saraiva
Direção de movimento: Julianne Trevisol
Direção de arte: Luiza Mitidieri
Visagismo: Isabella Oliveira
Trilha sonora: Aline Meyer
Luz: Júnior Docini
Preparação vocal: Verônica Machado
Direção de Produção: Marlene Salgado
Design gráfico: Harú Estúdio Criativo
Fotos: Julia Lego
Assessoria de imprensa: Pombo Correio
Produção associada: Amanda Mirásci e Marlene Salgado
Realização: Arrakasta Produções Artísticas
Serviço
Espetáculo "A Autoestima do Homem Hétero"
Dias 10 e 11 de janeiro – Sábado e domingo, 14h30 e 17h00
Classificação: 14 anos
Duração: 70 minutos
Ingressos: https://bileto.sympla.com.br/event/114190/d/354261/s/2389064?
Classificação indicativa: 14 anos
Duração: 60 minutos
De 5 de janeiro a 1º de fevereiro, o Teatro Uol, em São Paulo, recebe sete clássicos infantis que atravessam gerações e seguem vivos no repertório afetivo de muita gente. Dentro da programação do 42º Festival de Férias do Teatro Uol, às sextas-feiras, às 16h00, será apresentado o espetáculo "A Bela e a Fera". No espetáculo, Bela, uma jovem inteligente e sonhadora, troca sua liberdade pela de seu pai. Ao se tornar prisioneira no castelo encantado da Fera, ela descobre que por trás da aparência assustadora, existe um coração sensível e generoso.
Com a ajuda dos criados encantados do castelo, que também foram vítimas do feitiço, nasce entre os dois um sentimento puro e verdadeiro, capaz de transformar tudo ao redor. Esta emocionante peça celebra o poder do amor, da gentileza e da mudança interior. Elenco: Aline Cuoco, Déborah Menkos, Heliton Oliveira, Marcella Silveira, Marcelo Cortez, Ricardo Aires, Rodrigo Mazzoni e Lalu (Standin). Texto e direção: Heliton Oliveira. Realização: H4 Produções. De 9 a 30 de janeiro, sextas-feiras, 16h00. Duração: 60 minutos. Classificação: livre – indicação: a partir de três anos.
O monólogo “Três Luzes”, protagonizado por Cássia Damasceno, será apresentado nos dias 23 e 24 de janeiro, sexta-feira e sábado, às 20h00, no auditório do Sesc Santos. A montagem propõe uma experiência sensível e intimista, na qual um blecaute funciona como gatilho para uma sucessão de memórias, reflexões e narrativas que transitam entre o presente e o passado.
Preso dentro de um elevador durante a falta de energia, o corpo da atriz se torna território de lembranças e ensaios existenciais. A partir dessa situação-limite, a personagem revisita fragmentos de sua própria história, bem como as trajetórias de seu pai e de sua mãe, compondo uma autoficção que entrelaça vivências pessoais a questões universais. Medos, sonhos, heranças familiares e silêncios atravessam a cena, revelando as marcas afetivas e simbólicas que moldam a identidade dessa mulher.
Dirigido por Aristeu Araújo, que assina a dramaturgia ao lado de Cássia Damasceno, “Três Luzes” constrói sua narrativa a partir do contraste entre luz e escuridão, presença e ausência, memória e esquecimento. Esses elementos se sobrepõem a pequenos ensaios poéticos que buscam dar conta das contradições da experiência humana e da própria história da humanidade. A participação da musicista Júlia Klüber amplia a dimensão sensorial do espetáculo, dialogando diretamente com o estado emocional da personagem. Voltado ao público a partir de 12 anos, o monólogo tem duração de 60 minutos. Os ingressos custam R$ 40,00 (inteira), R$ 20,00 (meia-entrada) e R$ 12,00 (Credencial Plena).
Ficha técnica
Monólogo "Três Luzes"
Atuação: Cássia Damasceno
Dramaturgia: Aristeu Araújo e Cássia Damasceno
Consultoria dramatúrgica: Henrique Fontes
Direção: Aristeu Araújo
Assistente de direção: Jade Azevedo
Composição musical: Luiz Lepchak
Musicista: Júlia Klüber
Iluminação: Nadja Naira
Operação de luz: Dafne Rufino
Figurino: Amábilis de Jesus
Caracterização: Kenia Coqueiro
Cenário: Eduardo Giacomini
Desenho e operação de som: Chico Santarosa
Direção de produção: Cássia Damasceno
Assistência de produção: Jade Azevedo
Cenotecnia: Vilson Kurtz
Realização: 3Luzes
Duração: 60 minutos
Venda de ingressos
As vendas de ingressos para os shows e espetáculos da semana seguinte (segunda a domingo) começa na semana anterior às atividades, em dois lotes: on-line pelo aplicativo Credencial Sesc SP e portal do Sesc São Paulo: às terças-feiras, a partir das 17h00. Presencialmente, nas bilheterias das unidades: às quartas-feiras, a partir das 17h00.
Bilheteria Sesc Santos - Funcionamento
Terça a sexta, das 9h às 21h30 | Sábados e domingos, 10h às 18h30
Sesc Santos
Rua Conselheiro Ribas, 136 - Aparecida / Santos
Telefone: (13) 3278-9800
Site do Sesc Santos
Instagram e Facebook: @sescsantos
Em formato de cortejo, o espetáculo transforma o espaço em picadeiro a céu aberto. Entre ritmos contagiantes, versos bem-humorados e brincadeiras circenses, os artistas conduzem o público por uma experiência lúdica e interativa, em que caminhar, cantar e rir fazem parte da cena. A proposta valoriza a tradição do circo popular e do teatro de rua, apostando na proximidade com o público e na celebração do encontro.
Com linguagem acessível e espírito brincante, o cortejo convida famílias inteiras - mamães, titias, crianças e curiosos de todas as idades - a se deixarem levar pelo clima de alegria. Desenrola o passo, bate palma, acompanha o refrão e chega com um versinho, porque no Cortejo Voador há espaço para a imaginação, para o improviso e até para uma inesperada casa de passarinho surgindo no meio do caminho.
A música ao vivo, a palhaçaria, as acrobacias e os números corporais se entrelaçam para criar uma atmosfera de festa, onde o riso e a poesia caminham juntos. Mais do que um espetáculo, Cortejo Voador é um convite ao brincar coletivo, ao encontro entre artistas e público e à ocupação afetiva dos espaços com arte, leveza e fantasia.
Ficha técnica
Espetáculo "Cortejo Voador"
Direção musical: Mica Matos
Percussão (palhaça): Mariana Paudarco
Sanfona (palhaça): Jéssica Nunes
Voz que puxa o cortejo: Jessica Rosa
Bambolê: Brenda Felix Barbosa
Perna de pau: Vanessa Santiago
Acrobacias: Jennifer Martins
Produção de campo: Adrianny Torre
Venda de ingressos
As vendas de ingressos para os shows e espetáculos da semana seguinte (segunda a domingo) começa na semana anterior às atividades, em dois lotes: on-line pelo aplicativo Credencial Sesc SP e portal do Sesc São Paulo: às terças-feiras, a partir das 17h00. Presencialmente, nas bilheterias das unidades: às quartas-feiras, a partir das 17h00.
Bilheteria Sesc Santos - Funcionamento
Terça a sexta, das 9h às 21h30 | Sábados e domingos, 10h às 18h30
Sesc Santos
Rua Conselheiro Ribas, 136 - Aparecida / Santos
Telefone: (13) 3278-9800
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