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quinta-feira, 15 de janeiro de 2026

.: Cineflix Cinemas traz quatro estreias: “Hamnet”, "Marty Supreme" e mais!

Hoje, 15 de janeiro, a unidade Cineflix Cinemas de Santos, localizada no Shopping Miramar, apresenta quatro estreias nas telonas: os dramas "Marty Supreme" e  "Hamnet: A vida antes de Hamlet", o infantil nacional que saiu dos palcos de teatro para a telona, "O diário de Pilar na Amazônia" e a animação religiosa "Davi: Nasce um rei".

Seguem em cartaz o suspense psicológico "A Empregada", as animações "Tom & Jerry: Uma Aventura no Museu" e "Bob Esponja: Em Busca da Calça Quadrada", o drama "Valor Sentimental",  a produção brasileira premiada, "O Agente Secreto". Compre antecipadamente os ingressos aquihttps://vendaonline.cineflix.com.br/cinema/SAN.

Estão disponíveis para venda os baldes colecionáveis, de "Bob Esponja: Em Busca da Calça Quadrada",  "Tom & Jerry: Uma Aventura no Museu" e "Avatar: Fogo e Cinzas"A unidade de Cinemas Cineflix Santos, fica no Miramar Shopping, à rua Euclides da Cunha, 21, no Gonzaga.


"Hamnet: A vida antes de Hamlet". (“Hamnet”). Gênero: drama histórico. Classificação indicativa: 14 anos. Ano de produção: 2025. Idioma: inglês. Direção: Chloé Zhao. Roteiro: Maggie O’Farrell e Chloé Zhao. Elenco: Jessie Buckley, Paul Mescal. Distribuição no Brasil: Universal Pictures. Duração: 2h05. Cenas pós-créditos: não. Sinopse: William Shakespeare e a sua esposa, Agnes, celebram o nascimento do seu filho, Hamnet. No entanto, quando a tragédia os atinge, inspira Shakespeare a escrever a sua obra-prima, Hamlet.

"Marty Supreme". (Marty Supreme). Gênero: Biografia, Comédia Dramática, Esporte. Direção: Josh Safdie Roteiro: Josh Safdie, Ronald Bronstein Elenco Principal: Timothée Chalamet, Gwyneth Paltrow, Odessa A'Zion, Tyler, the Creator, Fran Drescher, Abel Ferrara. Duração: 2h 29min. Sinopse: Baseado na vida de Marty Reisman, um jogador de tênis de mesa que se tornou campeão aos 67 anos. 

"O diário de Pilar na Amazônia". (nacional). Gênero: aventura, drama, família. Classificação indicativa: livre.  Direção: Duda Vaisman e Rodrigo Van Der Put. Roteiro: João Costa Van Hombeeck e Flávia Lins e Silva. Elenco: Lina Flor, Miguel Soares, Sophia Ataíde, Marcelo Adnet, Emílio Dantas, Babu Santana, Nanda Costa, Roberto Bomtempo. Duração: 90 minutos. Cenas pós-créditos: não. Sinopse: A jovem exploradora Pilar viaja até a Amazônia através de sua rede mágica. Após conhecer Maiara, ribeirinha que teve sua comunidade destruída, Pilar e os amigos buscam reencontrar a família da amiga e impedir o desmatamento da floresta.


"Davi: Nasce um rei". (David). Gênero: animação, família, biográfico, histórico. Classificação indicativa:10 anos. Direção: Phil Cunningham e Brent Dawes. Roteiro: Brent Dawes, Kyle Portbury e Sam Wilson. Elenco (vozes originais): Brandon Engman, Phil Wickham, Asim Chaudhry, Mick Wingert, Lauren Daigle. Dublagem brasileira: João Vitor Mafra, Maitê Cunha, Rodrigo Miallaret, Lara Suleiman, Alessandra Araújo, Victória Kíu, Luiza Caspary, Luci Saluzzi, Fernando Mendonça, Davi Barbosa. Duração: 109 minutos. Cenas pós-créditos: não. Sinopse: História bíblica de Davi, desde sua juventude como pastor de ovelhas até se tornar o maior rei de Israel.

"A Empregada". (The Housemaid). Gênero: Suspense Psicológico, Thriller. Direção: Paul Feig. Roteiro: Rebecca Sonnenshine, Freida McFadden. Ano de Lançamento: 2025. Data de Estreia (Brasil): 18 de Dezembro de 2025. País: EUA. Idioma: Inglês. Duração: 2h11m. Elenco Principal: Sydney Sweeney (Millie), Amanda Seyfried (Nina), Brandon Sklenar (Andrew), Michele Morrone. Baseado em: Livro de Freida McFadden. Sinopse: A história segue Millie Calloway, que, após sair da prisão, consegue um emprego como empregada na casa dos ricos Nina e Andrew Winchester, mas logo percebe a natureza perturbadora de Nina e as dinâmicas disfuncionais da família, levando a situações de manipulação e suspense, enquanto Millie tem seus próprios segredos. 

"Bob Esponja: Em Busca da Calça Quadrada". (The SpongeBob Movie: Search For SquarePants). Direção: Derek Drymon Roteiro: Pam Brady, Matt Lieberman, Marc Ceccarelli Elenco (Vozes originais): Tom Kenny, Clancy Brown, Rodger Bumpass Gênero: Animação, Aventura. Duração: 1h 28. Distribuidor: Paramount País de Origem: Estados Unidos  Sinopse: A história acompanha um Bob Esponja que descobre ter crescido e agora tem 36 mariscos de altura, querendo provar que não é mais um bebê, embarcando em uma aventura com o Holandês Voador para conseguir um certificado de aventureiro, o que o leva a uma jornada inesperada em Santa Monica.

"O Agente Secreto". Gênero: thriller, drama. Diretor: Kleber Mendonça Filho. Elenco: Wagner Moura, ao lado de Maria Fernanda Cândido, Gabriel Leone. Sinopse: Em 1977, Marcelo trabalha como professor especializado em tecnologia. Ele decide fugir de seu passado violento e misterioso se mudando de São Paulo para Recife com a intenção de recomeçar sua vida. Marcelo chega na capital pernambucana em plena semana do Carnaval e percebe que atraiu para si todo o caos do qual ele sempre quis fugir. Para piorar a situação, ele começa a ser espionado pelos vizinhos. Inesperadamente, a cidade que ele acreditou que o acolheria ficou longe de ser o seu refúgio.

"Valor Sentimental". (Sentimental Value). Direção: Joachim Trier. Roteiro: Eskil Vogt e Joachim Trier. Gênero: Drama, Comédia Duração: Aproximadamente 132 minutos País de Origem: Noruega (coprodução internacional). Distribuição no Brasil: Retrato Filmes e MUBI. Elenco Principal: Renate Reinsve (Nora) Inga Ibsdotter Lilleaas (Agnes) Stellan Skarsgård (Gustav) Elle Fanning (Rachel Kemp) Anders Danielsen Lie. Sinopse: As complexas dinâmicas de uma família após a morte da matriarca. Gustav, um cineasta outrora renomado, tenta se reconciliar com as filhas, Nora (uma atriz de teatro) e Agnes, ao oferecer a Nora o papel principal em seu novo filme autobiográfico. Diante da recusa da filha, ele escala uma jovem estrela de Hollywood (Elle Fanning), o que desencadeia novos conflitos e revisita traumas do passado. 


O Resenhando.com é parceiro da rede Cineflix Cinemas desde 2021. Para acompanhar as novidades da Cineflix mais perto de você, acesse a programação completa da sua cidade no app ou site a partir deste link. No litoral de São Paulo, as estreias dos filmes acontecem no Cineflix Santos, que fica no Miramar Shopping, à rua Euclides da Cunha, 21, no GonzagaConsulta de programação e compra de ingressos neste link: https://vendaonline.cineflix.com.br/cinema/SAN.


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.: Vencedor do Globo de Ouro, "Hamnet: A Vida Antes de Hamlet" estreia


Em um vídeo de bastidores inédito divulgado pela Universal Pictures, a diretora Chloé Zhao comenta o processo de escolha de Paul Mescal e Jessie Buckley para interpretar o casal protagonista de "Hamnet: A Vida Antes de Hamlet", destacando a importância da química entre os atores para dar vida à intensidade emocional da narrativa. Vencedor do Globo de Ouro nas categorias de Melhor Filme de Drama e Melhor Atriz de Drama - prêmio concedido a Jessie Buckley - o longa-metragem estreia nesta quinta-feira, dia 15 de janeiro, na Rede Cineflix e em cinemas de todo o Brasil. 

No material divulgado, Mescal e Buckley falam sobre a construção da relação em cena, enquanto Zhao revela os bastidores do teste de elenco que selou a escolha da dupla. “Nossa diretora de elenco quis testar a química entre Jessie e Paul. Em segredo, eu torcia para que ele conseguisse criar um espaço seguro para que ela se entregasse completamente. A polaridade entre os dois explodiu diante de mim. Foi muito intenso - e eu soube ali que era a escolha certa”, afirma Zhao no vídeo. 

Inspirado no livro homônimo e premiado de Maggie O’Farrell, o filme foi o grande vencedor do Festival Internacional de Cinema de Toronto, ao conquistar o prêmio do público, e se consolidou como um dos títulos mais comentados da temporada após exibições internacionais. A produção também teve papel de destaque no circuito nacional ao encerrar o Festival do Rio de 2025. Produzido por Steven Spielberg e Sam Mendes, o longa tem roteiro assinado por Maggie O’Farrell em parceria com Chloé Zhao, que também assume a direção. 

No elenco, Paul Mescal, visto recentemente em “Gladiador II”, e Jessie Buckley, elogiada por sua atuação em “Entre Mulheres”, entregam performances amplamente aclamadas pela crítica internacional. A trama acompanha Agnes (Jessie Buckley), esposa de William Shakespeare (Paul Mescal), enquanto enfrenta o luto devastador pela perda do filho Hamnet. Com delicadeza e profundidade emocional, o filme reflete sobre a dor, a memória e a capacidade humana de ressignificar a perda, ao mesmo tempo em que lança luz sobre o contexto íntimo que teria influenciado a criação de “Hamlet”, a obra mais célebre do dramaturgo inglês.

Ficha técnica
“Hamnet: A Vida Antes de Hamlet” | “Hamnet”
Gênero: drama histórico. Classificação indicativa: 14 anos. Ano de produção: 2025. Idioma: inglês. Direção: Chloé Zhao. Roteiro: Maggie O’Farrell e Chloé Zhao. Elenco: Jessie Buckley, Paul Mescal. Distribuição no Brasil: Universal Pictures. Duração: 2h05. Cenas pós-créditos: não.

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As principais estreias da semana podem ser assistidos na rede Cineflix CinemasPara acompanhar as novidades da Cineflix mais perto de você, acesse a programação completa da sua cidade no app ou site a partir deste link. No litoral de São Paulo, as estreias dos filmes acontecem no Cineflix Santos, que fica no Miramar Shopping, à rua Euclides da Cunha, 21, no Gonzaga. Consulta de programação e compra de ingressos neste link: https://vendaonline.cineflix.com.br/cinema/SANO Resenhando.com é parceiro da rede Cineflix Cinemas desde 2021.

Cineflix Miramar | Santos
De 15 a 21 de janeiro | Sessões legendadas | 18h20 e 20h55 
No Miramar Shopping | Rua Euclides da Cunha, 21 - Gonzaga - Santos / São Paulo. Ingressos neste link.

.: “O Diário de Pilar na Amazônia” leva a infância brasileira ao coração da floresta


A estreia de “O Diário de Pilar na Amazônia” marca um movimento raro e bem-vindo no cinema infantil brasileiro: o de tratar a infância como espaço de imaginação, mas também de escuta e responsabilidade. Adaptado da obra consagrada de Flávia Lins e Silva, o filme chega à Rede Cineflix e aos cinemas em 15 de janeiro apostando numa aventura que combina fantasia, educação ambiental e identidade cultural sem subestimar a inteligência do público jovem — nem a dos adultos que acompanham a sessão.

Primeiro live-action da personagem criada há mais de 25 anos, Pilar ganha vida na interpretação de Lina Flor, que sustenta com naturalidade a curiosidade e a coragem da menina que atravessa a Amazônia a partir de uma rede mágica herdada do avô. Ao lado de Breno (Miguel Soares) e do inseparável gato Simba, ela encontra Maiara (Sophia Ataíde), ribeirinha cuja comunidade foi destruída, e Bira (Thúlio Naab), menino da região. A jornada que se inicia como brincadeira se transforma em missão: reencontrar a família de Maiara e enfrentar forças que ameaçam a floresta.

Dirigido por Duda Vaisman e Rodrigo Van Der Put, com roteiro assinado por João Costa Van Hombeeck em parceria com a própria Flávia Lins e Silva, o longa equilibra ritmo narrativo e delicadeza temática. A Amazônia não aparece como pano de fundo exótico, mas como personagem viva, filmada em locações reais no Pará e no Amazonas, como Alter do Chão, Ilha do Combú e o Alto Rio Negro. A opção por cenários naturais reforça o discurso ambiental do filme e confere autenticidade à experiência visual.

O elenco adulto amplia o alcance do projeto. Marcelo Adnet, Emílio Dantas, Rafael Saraiva e Babu Santana formam um quarteto de vilões caricatos, que flertam com o humor sem esvaziar o conflito central. Nanda Costa vive a mãe jornalista de Pilar, papel que dialoga diretamente com a proposta do filme ao associar informação, ética e responsabilidade social. Roberto Bomtempo, como o avô Pedro, oferece o lastro afetivo que sustenta a fantasia.

Outro acerto está na incorporação do folclore brasileiro à narrativa. Curupira, boto-cor-de-rosa e Iara surgem como forças simbólicas de proteção e memória, conectando crianças urbanas a um imaginário frequentemente relegado aos livros didáticos. Nesse sentido, o filme se alinha a uma tradição de obras que entendem o audiovisual infantil como ferramenta de formação cultural. Produzido pela Conspiração, com coprodução e distribuição da The Walt Disney Company no Brasil, “O Diário de Pilar na Amazônia” chega às telas num momento estratégico: as férias escolares.

Ficha técnica
“O Diário de Pilar na Amazônia” (título original)

Gênero: aventura, drama, família. Classificação indicativa: livre. Ano de produção: 2025. Idioma: português. Direção: Duda Vaisman e Rodrigo Van Der Put. Roteiro: João Costa Van Hombeeck e Flávia Lins e Silva. Elenco: Lina Flor, Miguel Soares, Sophia Ataíde, Marcelo Adnet, Emílio Dantas, Babu Santana, Nanda Costa, Roberto Bomtempo. Distribuição no Brasil: The Walt Disney Company Brasil. Duração: 90 minutos. Cenas pós-créditos: não.

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Cineflix Miramar | Santos | Sala 2
De 15 a 21 de janeiro | Sessões dubladas | 16h20 
No Miramar Shopping | Rua Euclides da Cunha, 21 - Gonzaga - Santos / São Paulo. Ingressos neste link.

.: “Davi: Nasce Um Rei” transforma fé em espetáculo animado


Nesta quinta-feira, dia 15 de janeiro, chega à Rede Cineflix e cinemas de todo o Brasil a animação musical “Davi: Nasce Um Rei”, que aposta na força de uma narrativa clássica para dialogar com o público contemporâneo. Inspirado na trajetória bíblica de Davi, o filme revisita a passagem do jovem pastor que, antes de ocupar o trono de Israel, enfrenta o gigante Golias e uma sucessão de provações que testam fé, coragem e caráter. 

No Brasil, a animação chega com dublagem nacional produzida pelo LEVR Estúdio, sob direção de Rodrigo Andreatto e direção musical de Felipe Firmo. O elenco brasileiro traz João Vitor Mafra na voz de Davi, Maitê Cunha como Nitzevet, Rodrigo Miallaret interpretando o profeta Samuel e Lara Suleiman como Rebecca. A versão nacional ainda conta com vozes adicionais de Alessandra Araújo, Victória Kíu, Luiza Caspary, Luci Saluzzi, Fernando Mendonça e Davi Barbosa, garantindo cuidado técnico e musical à adaptação para o português.

Com estética em animação 3D e forte presença musical, o longa acompanha a formação de Davi desde a infância, destacando não apenas o episódio do confronto com Golias, mas também os conflitos internos e políticos que antecedem sua ascensão. Munido apenas de uma funda, algumas pedras e uma convicção inabalável, o protagonista se vê diante de uma batalha que vai além da força física: trata-se de resistir ao medo coletivo, à perseguição do poder instituído e às ambiguidades da própria liderança.

A direção é assinada por Phil Cunningham e Brent Dawes, que também participa do roteiro ao lado de Kyle Portbury e Sam Wilson. O texto aposta numa abordagem acessível, sem abrir mão do tom épico, equilibrando momentos de tensão, introspecção e celebração. Produzido pela 2521 Entertainment e pela 2521 Sunrise, o filme marca mais uma parceria da Angel Studios - responsável por sucessos recentes como “Som da Liberdade” (2023) e a série “The Chosen: Os Escolhidos” - com projetos de temática espiritual voltados ao grande público.

No elenco de vozes originais, destacam-se Brandon Engman, Phil Wickham, Asim Chaudhry e Mick Wingert, além da cantora Lauren Daigle, vencedora do Grammy, cuja participação reforça a aposta musical da produção. Nos Estados Unidos, o filme estreou sob o título “David”, alcançando números expressivos de pré-venda e consolidando o crescimento do chamado cinema cristão no circuito comercial.

Ficha técnica
“Davi: Nasce Um Rei” | “David” (título original)
Gênero: animação, família, biográfico, histórico. Classificação indicativa: não recomendado para menores de dez anos. Ano de produção: 2025. Idioma: inglês (original) / português (dublado). Direção: Phil Cunningham e Brent Dawes. Roteiro: Brent Dawes, Kyle Portbury e Sam Wilson. Elenco (vozes originais): Brandon Engman, Phil Wickham, Asim Chaudhry, Mick Wingert, Lauren Daigle. Dublagem brasileira: João Vitor Mafra, Maitê Cunha, Rodrigo Miallaret, Lara Suleiman, Alessandra Araújo, Victória Kíu, Luiza Caspary, Luci Saluzzi, Fernando Mendonça, Davi Barbosa. Distribuição no Brasil: Heaven Content. Duração: 109 minutos. Cenas pós-créditos: não.

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As principais estreias da semana podem ser assistidos na rede Cineflix CinemasPara acompanhar as novidades da Cineflix mais perto de você, acesse a programação completa da sua cidade no app ou site a partir deste link. No litoral de São Paulo, as estreias dos filmes acontecem no Cineflix Santos, que fica no Miramar Shopping, à rua Euclides da Cunha, 21, no Gonzaga. Consulta de programação e compra de ingressos neste link: https://vendaonline.cineflix.com.br/cinema/SANO Resenhando.com é parceiro da rede Cineflix Cinemas desde 2021.

Cineflix Miramar | Santos | Sala 2
De 15 a 21 de janeiro | Sessões dubladas | 14h00 
No Miramar Shopping | Rua Euclides da Cunha, 21 - Gonzaga - Santos / São Paulo. Ingressos neste link.

quarta-feira, 14 de janeiro de 2026

.: CCBB SP apresenta mostra inédita do cineasta Todd Haynes, pioneiro


Mostra inédita do aclamado cineasta Todd Haynes traz mais de 20 títulos no Centro Cultural Banco do Brasil São Paulo. Diretor é reconhecido por seu trabalho no cinema independente e pioneiro do movimento New Queer Cinema

 
O Centro Cultural Banco do Brasil São Paulo recebe, de 21 de janeiro a 12 de fevereiro, a mostra inédita do aclamado cineasta Todd Haynes, pioneiro do movimento "New Queer Cinema" e reconhecido por seu trabalho no cinema independente contemporâneo, com entrada gratuita. Com a curadoria de Carol Almeida e Camila Macedo, a mostra traz um total de 23 títulos, entre obras dirigidas por Haynes e filmes de outros realizadores que dialogam diretamente com sua filmografia. “Pensamos na retrospectiva a partir de três vibrações que atravessam toda a filmografia de Haynes: a herança vanguardista do New Queer Cinema, o diálogo entre diferentes linguagens artísticas e o melodrama como forma de expor as contradições da vida doméstica e social”, comentam as curadoras.
 
Reconhecido internacionalmente, Todd Haynes acumula importantes prêmios e indicações ao longo da carreira. O longa "Carol"​ (2016), seu maior sucesso comercial e seu filme mais distribuído ao redor do mundo, além de grande sucesso de crítica, foi indicado a seis Oscars e por "Longe do ​Paraíso" (2002), o diretor foi indicado ao Oscar de Melhor Roteiro, além de prêmios como o Grande Prêmio do Júri no Festival de Sundance (1991), o Teddy Award no Festival de Berlim (1991), o Grande Prêmio do Júri no Festival de Veneza (2007) e a Palma Queer no Festival de Cannes (2015). Além disso, três de seus filmes foram incluídos na tradicional lista dos dez melhores do ano da revista Cahiers du Cinéma: "Velvet Goldmine" (1998), "Carol" (2016) e "Segredos de Um Escândalo" (2024).

A obra de Haynes é marcada por uma leitura crítica do chamado “sonho americano”, explorando temas como sexualidade, identidade de gênero e as normas sociais que estruturam a vida privada. O cineasta também investiga a construção da identidade artística e cultural em retratos de figuras icônicas, como David Bowie em "Velvet Goldmine" (1998) e Bob Dylan em "Não Estou Lá" (2007).

Além dos títulos citados acima, a programação apresenta também os filmes "Veneno" (1991), "Mal do Século" (1995) e o documentário "The Velvet Underground" (2021), assinados por Haynes, e obras de outros cineastas como "Uma Mulher Sob Influência", de John Cassavetes, "Desencanto", de David Lean, "Tudo que o Céu Permite", de Douglas Sirk, "Canção de Amor", de Jean Genet, "Peggy e Fred no Inferno: o Prólogo", de Leslie Thornton, Jollies, de Sadie Benning, Jeanne Dielman, de Chantal Akerman, "Vento Seco", de Daniel Nolasco, e "Primavera", de Fábio Ramalho, que estabelecem paralelos estéticos e conceituais com o trabalho de Todd Haynes.

A sessão de abertura acontece no dia 21 de janeiro, quarta-feira, às 17h00, com a exibição do filme “Longe do Paraíso", de Todd Haynes, com Julianne Moore, Dennis Quaid, Dennis Haysbert, Viola Davis e grande elenco. Na trama, Cathy (Moore), uma dona de casa com vida aparentemente perfeita descobre que seu marido Frank (Quaid) mantém um relacionamento com outro homem. Abalada, ela se aproxima de Raymond, um jardineiro negro, gerando preconceito e desconfiança na comunidade. Enquanto Cathy e Frank mantêm o casamento por aparência, nasce entre ela e Raymond uma paixão silenciosa e proibida. Após a exibição, a sessão será comentada pelo cineasta Marcelo Caetano.
 
Além das exibições, a mostra conta com atividades formativas com seis sessões comentadas, duas mesas de debate, entre eles sobre o legado de Todd Haynes para os novíssimos cinemas queer, sessão educativa, um curso de oito horas com o tema "Uma Leitura da In/Visibilidade Lésbica a Partir de 'Carol', de Todd Haynes" e ações de acessibilidade. Como parte do projeto, será lançado um catálogo em versões impressa e digital, reunindo textos de pesquisadores brasileiros e estrangeiros, entre eles, um texto inédito de uma das maiores referências da crítica de cinema feminista, a pesquisadora Mary Ann Doane. Para retirar o catálogo, basta apresentar os ingressos de cinco sessões e informar o CPF na bilheteria do CCBB SP.
 
Ao realizar este projeto, o CCBB São Paulo apresenta ao público títulos raros e obras consagradas deste diretor que é considerado um dos nomes centrais do cinema independente contemporâneo, reafirmando seu compromisso com a democratização do acesso à arte. Com patrocínio do Banco do Brasil, a “Mostra Todd Haynes” é uma produção da Caprisciana Produções, com a idealização, coordenação geral e produção executiva de Hans Spelzon e a curadoria de Carol Almeida e Camila Macedo. A programação está disponível em bb.com.br/cultura e no catálogo virtual, que poderá ser baixado gratuitamente durante o período do evento. A mostra acontece também no CCBB Rio de Janeiro, de 14 de janeiro a 9 de fevereiro e no CCBB Brasília, de 3 a 22 de março.
 

Serviço
Mostra Todd Haynes
Centro Cultural Banco do Brasil São Paulo
De 21 de janeiro a 12 de fevereiro de 2026.
Entrada gratuita: Ingressos disponíveis a partir das 9h00, no dia de cada sessão, na bilheteria do CCBB e em bb.com.br/cultura.
Classificação indicativa: consultar a classificação indicativa de cada sessão no site do CCBB SP
Endereço: Rua Álvares Penteado, 112 – Centro Histórico / São Paulo 
Funcionamento: aberto todos os dias, das 9h00 às 20h00, exceto às terças-feiras
Informações: (11) 4297-0600
Estacionamento: O CCBB possui estacionamento conveniado na Rua da Consolação, 228 (R$ 14,00 pelo período de 6 horas – necessário validar o ticket na bilheteria do CCBB). O traslado é gratuito para o trajeto de ida e volta ao estacionamento e funciona das 12h às 21h.
Transporte público: o CCBB fica a cinco minutos da estação São Bento do Metrô. Pesquise linhas de ônibus com embarque e desembarque nas Ruas Líbero Badaró e Boa Vista.
Táxi ou aplicativo: desembarque na Praça do Patriarca e siga a pé pela Rua da Quitanda até o CCBB (200 m).
Van: ida e volta gratuita, saindo da Rua da Consolação, 228. No trajeto de volta, há também uma parada no metrô República. Das 12h00 às 21h00.



terça-feira, 13 de janeiro de 2026

.: Heineken® recria o brinde de “O Agente Secreto” com a atriz Tânia Maria



Dona Tânia se junta à marca para fazer um brinde ao nosso cinema, celebrando a indicação e a vitória de seu longa às premiações internacionais. Foto: divulgação
 

O cinema brasileiro nunca esteve tão em alta como nos últimos tempos com a conquista de sua primeira estatueta no ano passado que parou o país em uma comemoração digna de Copa do Mundo. E neste clima de celebração, a Heineken® reforça sua conexão com a cultura e a socialização. Com a temporada de premiações de cinema, a marca convidou Tânia Maria – que deu vida à carismática Dona Sebastiana no longa “O Agente Secreto” – para recriar o brinde icônico do filme. Desta vez, o gesto celebra, não apenas uma cena memorável, mas também a força do cinema nacional, que conta nossas histórias e une os brasileiros em torno delas. Leia a crítica: "O Agente Secreto" é filmaço imperdível com a cara do Brasil.
 
A comunicação dessa parceria, criada pela LePub São Paulo, começou com Dona Tânia colocando para gelar suas cervejas Heineken® alguns dias antes do premiação. No último domingo, 11 de janeiro, dia da cerimônia, ela fez um brinde ao cinema brasileiro, que vem se destacando nos festivais internacionais. “Refazer esse brinde é muito especial para mim. É uma cena que marcou a minha carreira e agora ganha um novo significado: celebrar o talento brasileiro e brindar à cultura com uma verdinha”, comenta Tânia Maria. Leia a crítica: Furioso e envolvente, “O Agente Secreto” é a alegoria do tubarão.

Ficha técnica
O Agente Secreto”
Gênero: neo-noir, drama, suspense, thriller político. Classificação indicativa: 16 anos (no Brasil). Ano de produção: 2025. Idioma: português (também contém falas em outras línguas, incluindo alemão). Direção e roteiro: Kleber Mendonça Filho. Elenco: Wagner Moura, Tânia Maria, Maria Fernanda Cândido, Gabriel Leone, Alice Carvalho, Udo Kier, Hermila Guedes, Isabél Zuaa e outros. Distribuição no Brasil: Vitrine Filmes. Duração: aproximadamente 158 minutos (cerca de 2h38min). Cenas pós-créditos: não.


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Cineflix Miramar | Santos | Sala 2
13 e 14 de janeiro | Sessões em português | 16h30 e 19h40
No Miramar Shopping | Rua Euclides da Cunha, 21 - Gonzaga - Santos/SP. Ingressos neste link.

segunda-feira, 12 de janeiro de 2026

.: “Hamnet: a Vida Antes de Hamlet” não "passa pano" para William Shakespeare


Por 
Helder Moraes Miranda, jornalista e crítico de cultura, editor do portal Resenhando.com.

“Hamnet: a Vida Antes de Hamlet” é um filme desconcertante. Não apenas porque se constrói a partir de um vazio histórico, afinal, pouco ou quase nada se sabe sobre o menino que empresta o nome a uma das maiores tragédias da literatura ocidental, mas porque a obra parece desconfiar da própria ideia de redenção pela arte. E isso, em um filme sobre Shakespeare, soa quase como uma heresia. Bem-vinda seja.

Baseado no romance homônimo de Maggie O’Farrell, best-seller internacional e um dos livros mais celebrados da década, publicado no Brasil pela editora Intrínseca, o longa-metragem não tenta competir com a literatura nem traduzi-la de forma ilustrativa. Prefere outra aposta: transformar o luto em experiência sensorial, ainda que isso custe ritmo, conforto e empatia imediata com o espectador.

Desde os primeiros minutos, a narrativa deixa claro que não se trata de um drama de fácil digestão. O ritmo é deliberadamente arrastado, por vezes quase sonolento, como se o filme quisesse impor ao público a experiência física do luto: o tempo que não passa e a espera por algo ruim que parece sempre à espreita. A tristeza é uma atmosfera quase palpável. Tudo é sombrio. Até as crianças carregam uma tensão fúnebre que antecipa a tragédia antes mesmo de ela se anunciar. Nesse ponto, há um mérito pouco comentado: o trabalho com o elenco infantil. As crianças estão muito bem dirigidas, sem afetação nem doçura excessiva. Em especial, Jacobi Jupe, no papel-título, entrega uma atuação rara para sua idade. Não é exagero afirmar que se trata de uma interpretação digna de atenção nas categorias de coadjuvante.

Ao centrar a narrativa em Agnes, vivida por Jessie Buckley, o longa-metragem faz uma escolha ética e estética decisiva. É ela quem permanece, quem sente, quem paga integralmente a conta emocional de um casamento marcado pela ausência masculina legitimada pelo trabalho. William Shakespeare surge despido de aura: é pai ausente, marido instável, homem que cobra coragem do filho, mas não a pratica quando a vida exige presença. Quando a dor atinge seu ponto máximo, ele não está. A desculpa é antiga, conhecida e confortável: é preciso trabalhar. O filme não passa pano, e esse é o gesto mais corajoso de "Hamnet". 

A tentativa de associar diretamente a morte de Hamnet à criação de "Hamlet" é tratada com uma ambiguidade precisa. O filme sugere, mas não absolve Shakespeare de jeito nenhum. A obra-prima nasce, sim, da culpa, da perda, do luto mal resolvido, mas isso não apaga a falha humana. Em "Hamnet", a arte não cura. No máximo, sublima. E mesmo essa sublimação soa insuficiente diante do abandono emocional imposto à mulher que atravessa tudo sozinha. O gênio não redime o pai.

Se o roteiro por vezes se estende além do necessário, a fotografia compensa. A relação entre o humano e a natureza  é muito natural: o parto na floresta, as raízes expostas, a terra, as plantas, os corpos infantis e adultos em contato direto com o mundo fora das paredes. Há uma delicadeza visual que contrasta com a dureza da história, e é na natureza que Hamnet encontra respiro.

É também nesse espaço que Jessie Buckley encontra espaço para construir uma atuação de grande impacto. Agnes é mãe, mulher, curandeira, figura quase mítica, mas profundamente concreta na dor. Está em um papel com forte cheiro de Oscar: intenso, físico e emocionalmente exaustivo. Ainda assim, uma edição mais rigorosa poderia ter evitado que o filme escorregasse para a monotonia. Paul Mescal está bem, mas "Hamnet" é, indiscutivelmente, o filme dela. É um longa-metragem que exige paciência e disposição, sem oferecer concessões ao público. Ao recusar o mito do gênio redimido pela obra, o filme escolhe olhar para aquilo que a história costuma apagar: quem ficou, quem sofreu em silêncio, quem nunca teve palco.

Ficha técnica
“Hamnet: A Vida Antes de Hamlet” | “Hamnet”
Gênero: drama histórico. Classificação indicativa: 14 anos. Ano de produção: 2025. Idioma: inglês. Direção: Chloé Zhao. Roteiro: Maggie O’Farrell e Chloé Zhao. Elenco: Jessie Buckley, Paul Mescal. Distribuição no Brasil: Universal Pictures. Duração: 2h05. Cenas pós-créditos: não.

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Cineflix Miramar | Santos
A partir do dia 15 de janeiro 
No Miramar Shopping | Rua Euclides da Cunha, 21 - Gonzaga - Santos/SP. Ingressos neste link.

.: "Família de Aluguel" alerta sobre o risco emocional de relações contratuais


Por 
Helder Moraes Miranda, jornalista e crítico de cultura, editor do portal Resenhando.com.

“Família de Aluguel” diz muito sobre a solidão de hoje, mas não sucumbe à tentação de transformar esse vazio, tão sintomático da sociedade contemporânea, em espetáculo melodramático. O filme começa como um cinema de frestas, evocando inevitavelmente "Janela Indiscreta", de Alfred Hitchcock: apartamentos minúsculos no Japão, famílias em convivência silenciosa, moradores solitários observando o mundo do lado de dentro. É nesse cenário que se constrói uma narrativa sobre relações que começam com um contrato e terminam como risco emocional. 

Trata-se, sem dúvida, do trabalho mais afetivo de Brendan Fraser. Não porque ele esteja “contido” ou “sensível” em contraste com os blockbusters que protagonizou no passado, mas porque o filme o empurra para um território desconfortável: o de um homem que começa interpretando tristeza e, no meio do caminho, percebe que já não está mais fingindo nada.

Phillip, personagem de Fraser, é um ator americano no Japão que já conheceu algum sucesso em comerciais, mas que, em uma fase difícil da carreira, passa a ganhar a vida preenchendo lacunas emocionais alheias. Torna-se um pai postiço aqui, um jornalista “de mentirinha” ali, um amigo que joga videogame com outro marmanjo acolá. Nesse jogo de relações provisórias, convence tão bem os outros que acaba se confundindo com o próprio papel - um ator tão eficiente que se perde na própria atuação.

O Japão apresentado pelo filme está longe de ser cartão-postal ou curiosidade exótica. Ele aparece nas rotinas, nos rituais discretos, no respeito aos ancestrais, na relação silenciosa com a natureza e no valor quase ético da lealdade, mesmo quando tudo é provisório. A direção de Hikari, pseudônimo de Mitsuyo Miyazaki, aposta na delicadeza como forma de tensão: os conflitos não explodem, mas podem ser revelados a qualquer momento, como segredos que ameaçam escapar e prejudicar muito a vida de alguém.

O elenco de apoio sustenta essa engrenagem com precisão. Shannon Mahina Gorman, que vive a “filha que não sabe que não é filha” de Phillip, é extremamente cativante, sem jamais recorrer ao excesso. Outro destaque é Mari Yamamoto, que interpreta a profissional da agência como um eixo moral ambíguo: administra mentiras com a naturalidade de quem sabe que, às vezes, elas são o único modo possível de sobrevivência, mesmo quando isso cobra um preço físico e emocional durante a execução do trabalho.

Há um contraste evidente entre a cultura estadunidense, mais direta e individualista, e a japonesa, marcada pelo não-dito, pelo gesto mínimo e pela reverência ao passado. O filme nunca escolhe um lado. Apenas coloca esses mundos em fricção e observa o que sobra. “Família de Aluguel” fala, no fundo, sobre tentar consertar a vida com as ferramentas que se têm, ainda que elas sejam frágeis, improvisadas ou emprestadas.


Ficha técnica
“Família de Aluguel” | “Rental Family”

Gênero: comédia dramática. Classificação indicativa: 12 anos. Ano de produção: 2025. Idioma: inglês e japonês. Direção: Hikari. Roteiro: Hikari e Stephen Blahut. Elenco: Brendan Fraser, Takehiro Hira, Akira Emoto, Mari Yamamoto, Shannon Mahina Gorman. Distribuição no Brasil: Searchlight Pictures. Duração: 1h50. Cenas pós-créditos: não.

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Cineflix Miramar | Santos | Sala 3
Até dia 14 de janeiro | Sessões legendadas | 15h50 e 21h00
No Miramar Shopping | Rua Euclides da Cunha, 21 - Gonzaga - Santos/SP. Ingressos neste link.

sábado, 10 de janeiro de 2026

.: TV Cultura exibe animação nacional de ficção científica neste domingo


Neste domingo, dia 11 de janeiro, a TV Cultura apresenta o filme de animação nacional "As Aventuras de Fujiwara Manchester", a partir das 16h00. Dirigido e roteirizado por Alê Camargo, o longa transporta o público para o século 27, em uma jornada repleta de ação, humor e ficção científica. A trama acompanha o aventureiro espacial Fujiwara Manchester (“Fuji”), seus amigos Lydia e Kawi, e sua impetuosa nave Cara de Cavalo na missão de recuperar uma joia antiga capaz de provocar a destruição da galáxia.

Para cumprir o desafio, Fuji terá de enfrentar um terrível inimigo e, ao mesmo tempo, escapar de uma esquadra de naves do governo, que também ambiciona o poderoso artefato. Com direção de arte de Camila Carrossine, o longa é uma produção da UM Filmes e Buba Filmes, com produção executiva de Arnaldo e Julia Galvão.

quinta-feira, 8 de janeiro de 2026

.: Filme expõe afetos de aluguel em drama delicado com Brendan Fraser


Por 
Helder Moraes Miranda, jornalista e crítico de cultura, editor do portal Resenhando.com.

A Searchlight Pictures estreia na Rede Cineflix e nos cinemas brasileiros, em 8 de janeiro de 2026, a comédia dramática “Família de Aluguel” (“Rental Family”), produção sensível e curiosa que marca mais um momento de afirmação artística de Brendan Fraser no pós-Oscar. Dirigido pela cineasta japonesa Hikari, o longa-metragem aposta em um encontro delicado entre culturas, afetos improvisados e solidão contemporânea, ambientando sua narrativa no Japão a partir do olhar de um estrangeiro em crise.

Na trama, Fraser interpreta Phillip, um ator norte-americano que construiu carreira no Japão estrelando comerciais, mas que, com o passar dos anos e a escassez de oportunidades, acaba encontrando sustento em uma agência especializada em “famílias de aluguel”. O serviço, bastante conhecido no país asiático e frequentemente retratado em reportagens da imprensa internacional, oferece atores para ocupar, temporariamente, papéis afetivos na vida de clientes solitários. O que começa como um trabalho técnico logo se transforma em uma experiência emocionalmente desestabilizadora, levando Phillip a questionar os limites entre encenação e verdade.

A direção de Hikari, elogiada por veículos como The Guardian e Variety pela abordagem empática e livre de exotismos, constrói a narrativa com delicadeza, evitando caricaturas culturais e apostando na observação dos gestos, dos silêncios e das relações humanas. O roteiro, assinado pela própria diretora em parceria com Stephen Blahut, dialoga diretamente com temas como pertencimento, identidade e afeto em tempos de vínculos cada vez mais frágeis e negociáveis.

O elenco reúne nomes expressivos do cinema e da televisão japonesa, como Takehiro Hira, Akira Emoto e Mari Yamamoto, além da jovem Shannon Mahina Gorman, em sua estreia no cinema. Para viver Phillip, Brendan Fraser mergulhou no idioma e na cultura local, estudando japonês intensivamente e chegando ao país semanas antes das filmagens, numa preparação frequentemente destacada em entrevistas à imprensa norte-americana. A trilha sonora, assinada por Jónsi e Alex Somers, reforça o tom melancólico e contemplativo do filme, enquanto a fotografia de Takuro Ishizaka valoriza os contrastes entre o Japão urbano e os espaços íntimos onde as relações se constroem.

Ficha técnica
“Família de Aluguel” | “Rental Family”

Gênero: comédia dramática. Classificação indicativa: 12 anos. Ano de produção: 2025. Idioma: inglês e japonês. Direção: Hikari. Roteiro: Hikari e Stephen Blahut. Elenco: Brendan Fraser, Takehiro Hira, Akira Emoto, Mari Yamamoto, Shannon Mahina Gorman. Distribuição no Brasil: Searchlight Pictures. Duração: 1h50. Cenas pós-créditos: não.

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Cineflix Miramar | Santos | Sala 3
8 e 14 de janeiro | Sessões legendadas | 15h50 e 21h00
No Miramar Shopping | Rua Euclides da Cunha, 21 - Gonzaga - Santos/SP. Ingressos neste link.

.: Filme humaniza Shakespeare ao narrar a dor que precedeu obra-prima "Hamlet"


Por 
Helder Moraes Miranda, jornalista e crítico de cultura, editor do portal Resenhando.com.

Com sessões antecipadas nesta sexta-feira e sábado, dias 9 e 10 de janeiro, na Rede Cineflix e em cinemas de todo o Brasil, “Hamnet: a Vida Antes de Hamlet” ("Hamnet") chega cercado de expectativa e prestígio antes mesmo de sua estreia comercial, marcada para 15 de janeiro de 2026. O longa-metragem, que foi o filme de encerramento do Festival do Rio, consolida-se como um dos títulos mais comentados da temporada ao unir reconhecimento crítico internacional, força literária e um time criativo de peso.

Dirigido pela vencedora do Oscar Chloé Zhao, o filme é inspirado no romance homônimo de Maggie O’Farrell, vencedor de importantes prêmios literários e celebrado pela imprensa britânica e norte-americana. Antes de chegar ao Brasil, a produção conquistou o prêmio do público no Festival Internacional de Cinema de Toronto e foi amplamente elogiada após sua première no Festival de Telluride, despontando como forte candidata nas principais premiações do cinema.

A narrativa se afasta do retrato tradicional de William Shakespeare para lançar luz sobre Agnes, sua esposa, vivida por Jessie Buckley. É a partir do ponto de vista feminino que o filme aborda o luto pela morte precoce de Hamnet, único filho homem do casal, explorando as marcas íntimas dessa perda e suas reverberações emocionais. Paul Mescal interpreta Shakespeare em um registro contido, menos mítico e mais humano, em contraste direto com a intensidade dramática de Buckley, cuja atuação já rendeu prêmios e indicações em circuitos internacionais.

Produzido por dois nomes centrais da indústria, Steven Spielberg e Sam Mendes, o longa aposta em uma abordagem sensorial e emocional, característica do cinema de Zhao, para sugerir como a dor pessoal pode ter influenciado a criação de “Hamlet”, a obra mais conhecida do dramaturgo inglês. Sem recorrer a explicações didáticas, o filme constrói um elo poético entre vida e criação artística, tema frequentemente destacado em análises publicadas por veículos como The Guardian, Variety e The New York Times. Distribuído pela Universal Pictures, o longa chega aos cinemas também em versões acessíveis, ampliando seu alcance e reafirmando seu caráter de obra sensível, autoral e, ao mesmo tempo, voltada ao grande público.

Ficha técnica
“Hamnet: A Vida Antes de Hamlet” | “Hamnet”
Gênero: drama histórico. Classificação indicativa: 14 anos. Ano de produção: 2025. Idioma: inglês. Direção: Chloé Zhao. Roteiro: Maggie O’Farrell e Chloé Zhao. Elenco: Jessie Buckley, Paul Mescal. Distribuição no Brasil: Universal Pictures. Duração: 2h05. Cenas pós-créditos: não.

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Cineflix Miramar | Santos | Sala 2
9 e 10 de janeiro | Sessões legendadas | 16h30
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.: Animação reinventa "Tom & Jerry" em aventura mágica no tempo


Por 
Helder Moraes Miranda, jornalista e crítico de cultura, editor do portal Resenhando.com.

A Warner Bros. coloca novamente em cartaz uma de suas franquias mais longevas com a estreia de “Tom & Jerry: uma Aventura no Museu” ("Tom & Jerry: forbidden Compass”), animação que chega aos cinemas brasileiros em 8 de janeiro de 2026 apostando em fantasia, viagem no tempo e humor físico clássico. Com direção e roteiro de Gang Zhang, o longa-metragem reposiciona a dupla criada por William Hanna e Joseph Barbera em uma narrativa de aventura que dialoga com o público infantil contemporâneo sem abrir mão da essência slapstick que consagrou os personagens.

Na história, Tom e Jerry se envolvem em mais uma perseguição aparentemente banal, desta vez ambientada em um grande museu. O que começa como uma caçada rotineira ganha contornos fantásticos quando a dupla encontra um artefato mágico, a chamada Bússola Proibida, capaz de abrir portais temporais. Transportados para uma era distante e desconhecida, os eternos rivais se veem obrigados a suspender as brigas para sobreviver, enfrentar forças misteriosas e encontrar um caminho de volta para casa.

Produzido na China e com distribuição da Imagem Filmes no Brasil, o longa integra uma fase recente da franquia que busca ampliar o universo narrativo dos personagens, inserindo novos coadjuvantes e conflitos mais elaborados. Segundo informações divulgadas por veículos especializados como Variety e The Hollywood Reporter, a proposta foi justamente combinar a tradição visual da série com uma estrutura de aventura mais próxima dos longas animados contemporâneos.

A animação mantém a violência em tom fantasioso e cartunesco, o que garantiu classificação indicativa livre, tornando o filme acessível a crianças pequenas e também a adultos que cresceram acompanhando as intermináveis disputas entre gato e rato. Com 1h39 de duração e dublagem em português, “Tom & Jerry: Uma Aventura no Museu” aposta no apelo nostálgico, mas também na renovação estética e narrativa para manter viva uma das duplas mais reconhecíveis da história da animação.


Ficha técnica
“Tom & Jerry: Uma Aventura no Museu” | “Tom & Jerry: Forbidden Compass”
Gênero: animação, aventura, fantasia. Classificação indicativa: livre. Ano de produção: 2025. Idioma original: inglês. Direção e roteiro: Gang Zhang. Elenco (vozes originais): Li Baixin, Mino Eek, Zhang Gang. Distribuição no Brasil: Imagem Filmes. Duração: 1h39. Cenas pós-créditos: não.

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Cineflix Miramar | Santos | Sala 1
8 e 14 de janeiro | Sessões dubladas | 14h00 e 18h20

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terça-feira, 6 de janeiro de 2026

.: Cinco novidades de "Avatar: fogo e Cinzas" que prometem conquistar


O público vai reencontrar a amada família sully e, amo mesmo tempo, conhecer novos personagens e novos cantos de pandora


A nova jornada à Pandora já começou oficialmente: "Avatar: fogo e Cinzas" está em cartaz na rede Cineflix e cinemas de todo o Brasil. O terceiro filme da icônica franquia "Avatar", dirigida pelo lendário cineasta James Cameron, leva os fãs a territórios ainda inexplorados do impressionante universo apresentado em 2009 com o primeiro filme da saga e expandido treze anos depois em "Acatar: o Caminho da Água". O novo filme é uma épica experiência cinematográfica que promete deixar os fãs da franquia impressionados, ao mesmo tempo em que convida novos públicos a se deixarem levar por um mundo sem igual. Aqui estão cinco novidades que fazem de "Avatar: fogo e Cinzas" um filme imperdível nos cinemas.


A nova história é emocionante
A história do novo filme é repleta de intriga e ação, mas também é profundamente emocionante, destacando-se especialmente pela forma como aborda a natureza humana e seus desafios. Cameron comenta: “Este é um filme sobre uma família que tenta compreender o que significa estar em guerra, o impacto disso os filhos e pais, que precisam a prender a deixá-los partir e confiar que farão as escolhas certas”. A trama começa pouco depois dos acontecimentos de "Avatar: o Caminho da Água" e acompanha Jake (Sam Worthington), Neytiri (Zoe Saldaña) e os outros integrantes da família Sully vivendo no recife e lidando, cada um à sua maneira, com a perda de Neteyam (Jamie Flatters). Ao lado deles está Spider (Jack Champion), mas os Sully sabem que sua permanência no recife os coloca em perigo, por isso decidem acompanhá-lo em uma arriscada jornada até o Acampamento Alto, a fortaleza dos Omatikaya. Ao longo da jornada, o grupo se depara com membros da Vila das Cinzas, um clã ressentido pela perda de sua terra natal e determinado a atacar. Enquanto isso, a Administração de Recursos e Desenvolvimento (RDA, por sua sigla em inglês) passa por uma grande reorganização e planeja seu próximo ataque.


São apresentados dois novos clãs: os Mangkwan e os Tlalim
A cada novo filme de "Avatar", os fãs aguardam ansiosamente a introdução de novos clãs, e "Avatar: Fogo e Cinzas" atende a essa expectativa em grande estilo. O filme apresenta os Comerciantes do Vento – o clã Mangkwan – e o Povo das Cinzas, o clã Tlalim. Liderados por Varang (Oona Chaplin), os Mangkwan levavam uma vida harmoniosa e tranquila em Pandora, até serem atingidos por um desastre natural que destruiu completamente sua aldeia e transformou radicalmente seu modo de vida. A aparência do Povo das Cinzas se destaca em relação aos demais clãs: eles misturam cinzas com água, formando uma pasta ou creme que espalham por todo o corpo, um traço que se tornou sua principal marca de identidade. Já os Comerciantes do Vento são um povo nômade que sobrevoa Pandora em dirigíveis puxados por enormes criaturas voadoras. Comandados por Peylak (David Thewlis), os Tlalim cruzam o planeta negociando mercadorias e compartilhando rumores com os clãs Na’vi que encontram pelo caminho. 


Apresenta naves e cenários impressionantes

Em "Avatar: fogo e Cinzas", os designers de produção Dylan Cole e Ben Procter dividiram a responsabilidade pelo visual e pelo design geral do filme. Procter ficou encarregado de todos os elementos ligados ao mundo humano e à Terra - incluindo ambientes, veículos e armas -, enquanto Cole assumiu o desenvolvimento de tudo o que envolve Pandora e os Na’vi. O novo filme já vale a ida ao cinema apenas pelos cenários inéditos que apresenta e pelo espetáculo aéreo dos dirigíveis dos Comerciantes do Vento. O novo clã cruza os céus de Pandora a bordo dessas criações grandiosas, com cerca de 150 metros de altura. O designer de produção Dylan Cole descreve: “São como naves tecidas, algo parecido com uma pequena vila suspensa sob o que chamamos de medusoide, uma criatura voadora gigantesca inspirada em uma água-viva e na caravela-portuguesa, que flutua no ar. Ela é puxada por outra criatura chamada windray, inspirada em uma sépia, mas também enorme. Essa criatura funciona como um rebocador e guia de todo o sistema. E não é apenas uma: são seis, formando essa caravana imensa e maravilhosa que atravessa os céus de Pandora”.


A nova trilha sonora é especialmente emocionante
O que seria da saga "Avatar" sem sua música? A trilha sonora do novo filme aprofunda a carga emocional da história e, ao mesmo tempo, dá continuidade ao legado musical marcante da franquia. Depois de compor a trilha de "Avatar: o Caminho da Água", o compositor Simon Franglen criou melodias intensas e profundamente comoventes para "Avatar: fogo e Cinzas". O compositor diz: “Este é um filme mais profundo em muitos sentidos e, em vários momentos, mais sombrio. Por isso, foi necessário criar novas texturas, elementos musicais distintos, além de temas para os novos personagens”. E a mágica musical vai além: o filme também conta com uma canção original interpretada por Miley Cyrus. A música “Dream As One” embala os créditos finais e integra a trilha sonora oficial do longa-metragem.


Os efeitos visuais elevam o padrão de excelência mais uma vez
"Avatar: fogo e Cinzas" é um compromisso imperdível nos cinemas por seu impressionante espetáculo de efeitos visuais - uma marca registrada da franquia que a coloca na vanguarda da tecnologia cinematográfica. No novo filme, há 3.382 cenas com efeitos visuais que elevam o nível de inovação mais uma vez. Mais de 2.000 desses planos são focados na água e mais de 1.000 no fogo, que, em uma escala nunca vista antes, incluem desde flechas flamejantes e lança-chamas até explosões gigantescas e tornados de fogo. Desde o início da saga, o trabalho de efeitos visuais é desenvolvido em estreita colaboração com a Wētā FX - a empresa vencedora do Oscar® do cineasta Peter Jackson, sediada na Nova Zelândia - além da Lightstorm Entertainment, produtora de James Cameron. Entre os avanços técnicos, as equipes criaram um novo algoritmo que permite dividir as simulações de água de forma mais eficiente entre várias máquinas, além de atalhos otimizados que facilitam a transição entre diferentes estados, como de orvalho e névoa para água líquida. O resultado é uma experiência cinematográfica visualmente deslumbrante, potencializada por uma narrativa envolvente e por personagens emocionantes. Juntas, tecnologia e história vêm se combinando desde 2009 para tocar o coração do público e "Avatar: fogo e Cinzas" dá continuidade a esse legado.

Ficha técnica
“Avatar: Fogo e Cinzas” | “Avatar: Fire and Ash” 
Gênero: Ficção científica, aventura. Classificação indicativa: a definir. Ano de produção: 2025. Idioma: inglês. Direção: James Cameron. Roteiro: James Cameron, Rick Jaffa e Amanda Silver. Elenco: Sam Worthington, Zoe Saldaña, Sigourney Weaver, Stephen Lang, Oona Chaplin, Cliff Curtis, Britain Dalton, Trinity Bliss, Jack Champion, Bailey Bass e Kate Winslet. Distribuição no Brasil: Walt Disney Studios Motion Pictures Brasil. Duração: 3h17. Cenas pós-créditos: não 

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6 e 7 de janeiro | Sessões legendadas | 20h30
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