Um adolescente precisa lidar com a complicada reação de sua mãe, depois que seu pai os abandona temporariamente para assumir um perigoso trabalho, em "Vida Selvagem", disponível nas plataformas digitais (NOW, SKYPlay, iTunes, GooglePlay, Looke, Oi, Playstation Store e Filmes & TV Microsoft) pela Sony Pictures Home Entertainment. Paul Dano ("Sangue Negro"; "Pequena Miss Sunshine"), o ator que se tornou diretor, faz sua aclamada estreia na direção, neste belo retrato de uma crise familiar, estrelado pelos indicados ao Oscar® Carey Mulligan (2010, Melhor Atriz, em "Educação"), em uma ótima interpretação, e Jake Gyllenhaal (2006, Melhor Ator Coadjuvante em "O Segredo de Brokeback Mountain").
No filme, Joe, de 14 anos, é o único filho de Jeanette e Jerry, uma dona de casa e um jogador profissional de golfe, em uma pequena cidade, em Montana, na década de 1960. Não muito longe, um descontrolado incêndio florestal acontece próximo da fronteira canadense, e quando perde seu emprego e seu objetivo na vida, Jerry decide juntar-se ao combate ao fogo, deixando sua esposa e filho por sua própria conta. Repentinamente forçado ao papel de adulto, Joe observa a luta de sua mãe para manter a cabeça fora d’água. Baseado no livro de Richard Ford, "Vida Selvagem" é o retrato de uma família desmoronando. Uma dolorosa história que mostra um adolescente em um mundo onde adultos se comportam como crianças e crianças são forçadas a agir como adultos.
"Vida Selvagem" foi dirigido e produzido por Paul Dano, que também escreveu o roteiro junto com Zoe Kazan. O filme foi produzido por Andrew Duncan ("Projeto Flórida"), Jake Gyllenhaal ("O Que te Faz Mais Forte"), Riva Marker ("Minhas Mães e Meu Pai"), Oren Moverman ("The Beach Boys: Uma História de Sucesso"), Ann Ruark ("Plano de Fuga") e Alex Saks ("Projeto Flórida") e tem duração aproximada de 105 minutos.
"Vida Selvagem" ("Wildlife") Gênero: drama. Direção: Paul Dano. Elenco: Jake Gyllenhaal, Carey Mulligan, Zoe Margaret Colletti. País: EUA. Ano de produção: 2018.
Pesquisa da Revista Forbes revela que escrever é a habilidade mais valorizada no mundo dos negócios. O resultado foi divulgado depois de uma seleção feita com centenas de profissionais para posições em áreas como TI, vendas, marketing, orientação de carreira, docência e administração em geral. Mas como desenvolver essa habilidade? Existem quatro passos básicos: ler muito, escrever, ler e revisar e receber feedback. Além disso, é importante ter pensamento claro sobre o que vai escrever, conhecer as regras gramaticais, ser curioso, ter empatia e ser sucinto nas palavras. “Certamente, a comunicação pode ter várias formas – vídeos, fala, telefonemas, ilustração, mensagens de texto, e-mail, sinalização, publicidade e blogs, entre outras, mas para desempenhar bem qualquer uma delas é preciso ser hábil na escrita”, afirma o professor de Língua Portuguesa e Produção Textual do Colégio Marista Ribeirão Preto, Thiago Jorge Ferreira. Dicas para escrever bem
A primeira frase do texto é a mais importante. Use-a de um jeito que prenda a atenção.
Não instrua o leitor ao óbvio, apenas conte logo a história.
Seja claro. Lembre-se de que o leitor não tem a mesma bagagem que você.
A maioria dos adjetivos é dispensável – ainda mais quando não ajudam a contar a história.
Não use palavras repetidas. Procure sinônimos.
Aspas que não são falas só mostram insegurança.
Não deixe advérbios enfraquecerem o seu texto.
Fuja de expressões clichês.
O excesso de linguagem técnica é usado para disfarçar o fato de que você não sabe o que quer dizer. Evite.
Se você não tem mais nada para dizer, termine o texto. O tempo e a tenção dos leitores são preciosos.
Livro que consagrou João Carlos Marinho como escritor e que há 50 anos encanta o público infantojuvenil. O livro que inaugurou a coleção da turma do gordo, "O Gênio do Crime", é a prova de que o escritor João Carlos Marinho sabe conquistar gerações. Cinquenta anos se passaram desde a primeira publicação e até hoje centenas de crianças e, inclusive, adultos, se aventuram nas páginas dessa turma.
Sobre João Carlos Marinho João Carlos Marinho nasceu no Rio de Janeiro em 25 de setembro de 1935, mudando-se logo para Santos, onde cursou o primário no Ateneu Progresso Brasileiro. Fez o ginasial em São Paulo no Colégio Mackenzie, mudando-se depois para Lausanne, na Suíça, onde cursou o colegial e obteve o diploma da Maturité Fédérale Suiça. Voltando ao Brasil, fixou residência em São Paulo e diplomou-se em Direito pela Faculdade do Largo de São Francisco (USP). Uma vez formado, passou a advogar em Guarulhos, onde foi titular do famoso escritório de advocacia trabalhista J. C. Marinho até 1987, quando voltou a morar em São Paulo e deixou a advocacia, passando a viver exclusivamente de direitos autorais. Em 1969, quando ainda advogava, publicou o livro "O Gênio do Crime", que tornou-se um clássico da literatura infantil brasileira, já tendo folgadamente passado a marca das sessenta edições. Daí para frente foram surgindo os outros livros da Turma do Gordo, no total de 13 até hoje. Pelo livro "Sangue Fresco", o autor recebeu o Prêmio Jabuti e o Grande Prêmio da Crítica (APCA). O livro "Berenice Detetive" foi agraciado com Prêmio Mercedes-Benz, um dos mais importantes prêmios já destinados a obras infantojuvenis no Brasil. Escreveu ainda quatro livros para adultos. "O Gênio do Crime" foi levado para o cinema em 1973, em filme dirigido por Tito Teijido e que leva o nome de "O Detetive Bolacha contra o Gênio do Crime". "O Gênio do Crime" também foi traduzido para o idioma espanhol com o título de "El Genio del Crimen".
Por Helder Moraes Miranda Em março de 2019 Há algumas maneiras de compreender o mundo em sua plenitude nos dias de hoje. Uma delas é assistir a peça "Dogville", em cartaz até dia 31 de março no Teatro Porto Seguro, obra que se faz necessária quando a intolerância vem sendo demonstrada na vida e nas redes sociais como uma ostensiva forma de orgulho. Mas "Dogville" não é apenas sobre intolerância, perdão, vingança ou redenção. Ela fala com o público de uma maneira individual. No espetáculo, que conta com texto de Lars Von Trier e direção de Zé Henrique de Paula, não há somente uma verdade, há três: a de Grace, forasteira que chega sob circustâncias misteriosas na pequena cidade de Dogville, a dos moradores daquele local e a verdade do meio - o que aconteceu de fato. Contado em capítulos, com um elenco grandioso em que cada um têm o seu momento, há um embate que permeia o espetáculo: situações se invertem e, de repente, o que é bom vira mau e o que era torto se concerta para dar lugar a esse maniqueísmo próprio da humanidade. As pessoas pacíficas, alegres e acolhedoras da peça, como toda multidão, podem dar margem a uma histeria coletiva com potencial de fazer as piores crueldades e se mostrarem, sem o menor pudor, doentes, hipócritas e desprovidas de qualquer sentimento de compaixão e empatia. "Dogville" é uma história de "Cinderela às avessas", em que ninguém é completamente bom ou mau - mas as maldades dos habitantes da cidade que foram apresentados como pessoas bem intencionadas ultrapassa e muito as boas ações que eles fizeram ao receber em comunidade uma mulher que tem sobre si mesma a mácula da dúvida, mas que só oferece o melhor de si para aqueles que a acolheram. As cadeiras, movimentadas como peças de xadrez, são elementos fundamentais para estabelecer uma continuidade na história. O papel de Grace, que foi interpretado pela atriz Nicole Kidman no cinema, é a consagração de Mel Lisboa, apresentada ao público brasileiro na televisão com uma personagem marcante. Um movimento que começou com personagens que não tiveram o mesmo destaque na televisão, mas que fortificou no teatro musical quando ela encontrou em Rita Lee uma maneira de se reinventar como atriz. Grace, uma personagem tão cheia de nuances e energia, faz com que Mel se desvencilhe de vez do início da carreira na televisão e consiga mostrar que está preparada para enfrentar qualquer personagem. Se ainda existia qualquer dúvida a respeito do talento dessa atriz, há uma carga dramática que gira em torno da personagem que só uma intérprete de extrema sutileza, ousadia e personalidade sustentaria, como é o caso da destemida Mel Lisboa.
Despido de vaidade, Fábio Assunção mostra todo o seu talento ao interpretar um personagem que alterna sentimentos de piedade e repulsa - saindo da zona de conforto dos papéis que lhe são dados e seguem o arquétipo de galã. Rodrigo Caetano, justamente por interpretar um mocinho controverso que filosofa enquanto cai o mundo da mulher que ele afirma amar, surge completamente diferente do que ele apresentou no espetáculo "1984" (crítica neste link), no mesmo Teatro Porto Seguro há alguns meses, também dirigido por Zé Henrique de Paula. Caetano é um camaleão nas artes. O mesmo pode se dizer de Thalles Cabral, que em nada lembra seus papéis anteriores, ao interpretar um deficiente mental na década de 30. Entre as mulheres, a doçura e o sadismo de Selma Egrei, Bianca Byinton e Fernanda Thurran conduzem a protagonista a esboçar a reação explosiva que o final promete. Há momentos em que o público não sabe quem olhar, porque todos estão muito bem ajustados na defesa de seus papéis. As projeções, que ajudam a contar a história, seguem o estilo de Zé Henrique de Paula, que já havia utilizado essa linguagem com a mesma eficiência em "1984". Dizer que "Dogville" é um soco do estômago do público é cometer redundância. Mas não há dúvidas de que é uma peça forte, que entrará para a história do teatro brasileiro por uma série de fatores, entre elas a de que a arte se torna mais combativa quando a realidade precisa de uma intervenção de pensamentos. Mas não se esqueça de que a peça teatral também trata de inversão de papéis. O oprimido também pode se tornar o opresessor porque o mundo exterior o tornou assim. "Dogville" é metafórica, pois coloca o espectador em conflito com questões que ele pode não querer pensar - mas está inserido nelas. Também é libertadora, porque, por incrível que pareça, foge do final piegas e - para o bem e para o mal - leva o público para um momento em que a justiça com as próprias mãos se torna um final edificante ou controverso - dependendo de que lado ele estiver. Em ambos os casos, no entanto, o público vai à forra. Sobre "Dogville" A trama se passa na fictícia cidade de Dogville, uma pequena e obscura cidade situada no topo de uma cadeia montanhosa, onde residem algumas poucas famílias formadas por pessoas aparentemente bondosas e acolhedoras. A pacata rotina dos moradores do vilarejo é abalada pela chegada de Grace (Mel Lisboa), uma forasteira misteriosa que procura abrigo para se esconder de um bando de gangsteres. Recebida por Tom Edison Jr. (Rodrigo Caetano), que, comovido pela sua situação, convence os outros moradores a acolhe-la na cidade. Grace, apesar de afirmar nunca ter trabalhado na vida, decide oferecer seus serviços para as famílias de Dogville em agradecimento pela sua generosidade. Porém, no decorrer da trama, um jogo perverso se instaura entre os moradores da cidade e a bela forasteira: quanto mais ela se doa e expõe a sua fragilidade e a sua bondade, mais os cidadãos de bem exigem e abusam dela, levando a situação a extremos inimagináveis. "Dogville" Ficha Técnica Título Original: "Dogville" Autor: Lars Von Trier Direção: Zé Henrique de Paula Elenco: Mel Lisboa (Grace), Eric Lenate (Narrador), Fábio Assunção (Chuck), Bianca Byington (Vera), Rodrigo Caetano (Tom Edison), Anna Toledo (Martha), Marcelo Villas Boas (Ben), Gustavo Trestini (Sr. Henson), Fernanda Thurann (Liz), Thalles Cabral (Bill Henson), Chris Couto (Sra. Henson), Blota Filho (Thomas Pai), Munir Pedrosa (Jack McKay), Selma Egrei (Ma Ginger), Fernanda Couto (Glória) e Dudu Ejchel (Jason) Idealização: Felipe Lima Realização: Sevenx Produções Artísticas
Serviço Gênero: Drama Duração: 100 minutos Classificação Etária: 16 anos Sextas e sábados, às 21h Domingos, às 19h Teatro Porto Seguro Al. Barão de Piracicaba, 740 – Campos Elíseos – São Paulo. Telefone (11) 3226.7300. Capacidade: 496 lugares. Formas de pagamento: Cartão de crédito e débito (Visa, Mastercard, Elo e Diners). Acessibilidade: 10 lugares para cadeirantes e 5 cadeiras para obesos. Estacionamento no local: Estapar R$ 20 (self parking) - Clientes Porto Seguro têm 50% de desconto. Serviço de Vans: Transporte gratuito Estação Luz – Teatro Porto Seguro – Estação Luz. O Teatro Porto Seguro oferece vans gratuitas da Estação Luz até as dependências do Teatro. Como pegar: Na Estação Luz, na saída Rua José Paulino/Praça da Luz/Pinacoteca, vans personalizadas passam em frente ao local indicado para pegar os espectadores. Para mais informações, contate a equipe do Teatro Porto Seguro. Bicicletário – grátis. Gemma Restaurante: Terças a sextas-feiras das 11h às 17h; sábados das 11h às 18h e domingos das 11h às 16h. Happy hour quartas, quintas e sextas-feiras das 17h às 21h. Vendas:http://www.tudus.com.br Facebook:facebook.com/teatroporto Instagram:@teatroporto
*Helder Moraes Miranda é bacharel em jornalismo e licenciado em Letras pela UniSantos - Universidade Católica de Santos, pós-graduado em Mídia, Informação e Cultura, pela USP - Universidade de São Paulo, e graduando em Pedagogia, pela Univesp - Universidade Virtual do Estado de São Paulo. Participou de várias antologias nacionais e internacionais, escreve contos, poemas e romances ainda não publicados. É editor do portal de cultura e entretenimento Resenhando.
Para que a literatura do horror amadurecesse no Brasil era necessário um escritor com características de evangelizador convicto e incansável, e que viesse a somar o grande cabedal do folclore e superstições brasileiras a um complexo e abundante repositório de ideias originais. Não por acaso, o último livro de M. R. Terci*, foi muito requisitado na 25ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo. O autor que trouxe à vida os horrores campesinos na cultuada série “O Bairro da Cripta” e redefiniu o folclore nacional com “O Mythos – O Fim do Mundo é Logo Ali”, objeto de admiração de um número cada vez maior de leitores. Afinal, ninguém é capaz de contemplar sem deleite e surpresa as descritivas passagens de Crônicas de Pólvora e Sangue, livro 1 da série Imperiais de Gran Abuelo, publicado em 2018 pela Editora Pandorga. Mas de onde vem o sobrenatural verde e amarelo? Exímio conhecedor dos lugares mais perigosos e assombrosos do Brasil, Terci não poupa esforços, nem coragem, para visitar os locais mais estranhos, rincões de histórias fantásticas e lendas pavorosas, cuja reputação não decorre das respectivas tragédias, chacinas, crueldades, torturas e assassinatos, mas dos fenômenos inexplicáveis e assustadores que até hoje ainda sucedem quando o sol se põe. A lista a seguir foi idealizada pelo escritor. Nas palavras de Terci: “Abstraindo-se da condição de não conhecer, nenhum leitor poderá contemplar, sem assombro e enlevo, a arte e o horror que transluz nesses locais”. Barco Fantasma – Baía de Chacororé, Pantanal, Mato Grosso: os moradores das comunidades ribeirinhas contam que no final do século XIX, um barco afundou no pantanal mato-grossense e todos os seus tripulantes e passageiros morreram afogados. Desde o ocorrido, o valente que montar vigília em noite de lua cheia na Baía de Chacororé, poderá observar, na maré vazante, o barco ressurgindo do fundo das águas lamacentas, fantasmagoricamente estivada, rangendo em uníssono com os risos e vozerio da tripulação até desaparecer, subitamente, sem deixar vestígios; Hospital Colônia Barbacena – Barbacena, Minas Gerais: palco do descaso das autoridades, o lugar foi criado pelo governo estadual, em 1903, para oferecer assistência aos alienados. Milhares de vítimas travestidas de pacientes psiquiátricos, sucumbiram de fome, frio, diarreia, pneumonia, maus-tratos, abandono e tortura. Para lá eram enviados desafetos, homossexuais, militantes políticos, mães solteiras, alcoolistas, mendigos, pessoas sem documentos e todos os tipos de indesejados, inclusive, doentes mentais. Em média, 16 pessoas morriam por dia e seus corpos eram vendidos ou decompostos em ácido para viabilizar o comércio das ossadas com faculdades de medicina. Nos anos 1980, após a reforma antimanicomial o local passou a abrigar apenas 160 pacientes. Pacientes e funcionários da instituição dizem ouvir choro, gritos e pancadas nas paredes de celas vazias em uma ala desativada há muitos anos; Penitenciária de Cariri – Juazeiro do Norte, Ceará: Dizem que as penas devem ser justas e adequadas ao crime. Mas e quando a punição se alonga para além da vida? Os detentos de Cariri, relatam que durante a noite é comum se ouvir lamentos e choro, gritos e vociferações enraivecidas nos corredores entre os blocos, muitas vezes, até mesmo dentro das celas. Houve quem, em meio a toda essa angústia e pavor, vivenciados comumente por todos os presos, desse cabo da própria vida por não suportar o medo. Não recomendo nem aos mais experientes estudiosos do paranormal; O fantasma de Lampião – Mossoró, Rio Grande do Norte: Em 1927 a cidade de Mossoró vivia um período de expansionismo comercial e industrial. Mas a riqueza que circulava na cidade despertou a cobiça do mais famoso cangaceiro do Brasil. Após dias de sítio à cidade, combates acirrados e custosas perdas, o cangaceiro e seu bando foram afugentados. Para alguns moradores da região, o lendário cangaceiro jamais aceitou essa derrota e, de tempos em tempos, o bando fantasmagórico, tendo Virgulino Ferreira da Silva à sua vanguarda, é avistado cavalgando em redor dos limites do município, fazendo cerco, notadamente delimitado pelas nuvens de poeira que surgem sem que brisa alguma sopre. O cultista do estranho poderá constatar tal fenômeno apenas ao longo das madrugadas de maio; Mercado Modelo – Salvador, Bahia: famoso em todo Brasil por seu histórico de comércio, com mais de 250 lojas, grande variedade de artigos de artesanato, lembranças e restaurantes, é também conhecido por ser cenário de hórridas narrativas. O investigador do oculto que se prestar a consultar qualquer um dos lojistas do Mercado, vai ouvir sobre seus túneis assombrados. A história oficial diz que os túneis que servem dispensa de bebidas e adega, antigamente tinham outra função. Os escravos que vinham da África eram ali trancafiados e muitos entre estes nunca mais viram a luz do dia. Há ainda gente que se perdeu por ali e nunca mais foi vista. O escrutinador do fantasmagórico nunca deve descer aos túneis sozinho; Fantasma de Bento Gonçalvez – Triunfo, Rio Grande do Sul: a casa onde nasceu Bento Gonçalves em 1788 sempre foi cercada de mistérios e estranhos avistamentos. Após ser tombada como patrimônio histórico, tornou-se museu, onde o epicurista do macabro pode examinar todo tipo de artefato da Guerra dos Farrapos, incluindo, garruchas, revolveres, sabres, espadins e uniformes manchados de sangue. Muitas pessoas da cidade relatam que, à noite, os fantasmas dos combatentes mortos, incluindo o próprio Bento, andam pelos corredores; Castelinho do Flamengo – Rio de Janeiro: idealizado em 1916, é mais uma construção carioca que tem muita história para contar. O atraente prédio se tornou a moradia de Avelino Fernandes, sua esposa Dona Rosalina Feu Fernandes e a sua filha Maria de Lourdes Feu Fernandes. Tudo indica que o casal Fernandes morreu em 1932, atropelados em frente à residência. Maria de Lourdes passou a ser criada por um tutor que a roubou e maltratou, deixando-a presa na torre principal da construção. Além dessa história de crime, crueldade e do assombro que o Castelinho causa em contraste com os outros prédios da região, o pesquisador atento poderá, esquivando-se dos moradores de rua da circunvizinhança, constatar que após a morte de Maria, seu fantasma voltou para assombrar o lugar em busca de vingança. Seu atormentado espírito, muitas vezes, é avistado junto às janelas baças e empoeiradas. Qualquer que seja sua vedeta, convém, entretanto, não permanecer muito no local; Assombração da Praia dos Padres – Guarapari, Espiríto Santo: vultos estranhos e vozes advindas do além-túmulo e um estranho episódio de exorcismo são a razão da alcunha. Mesmo os turistas desavisados relatam rumores de múltiplas vozes ouvidas na praia deserta. Avistamento de sombras e fantasmas dos nativos são comuns. Não é permitido acampar na praia e a permanência de transeuntes durante a noite tem sido reprimida pelas autoridades locais. Ao pesquisador, recomendo cautela no trato com os moradores locais que são muito reticentes e demonstram certo pavor de falar sobre o assunto; Edifício Joelma – São Paulo: cenário de uma das maiores tragédias paulistanas. Em 1º de fevereiro de 1974, um incêndio ceifou a vida de 191 pessoas, deixando outras 300 gravemente queimadas. As histórias macabras do local, com todas as suas assombrações e mitos, no entanto, remetem a antes do incêndio. Anos antes, um professor chamado Paulo Camargo assassinou sua mãe e suas irmãs, suicidando-se depois em um dos apartamentos do edifício. O investigante espectral atento, certamente perceberá que as assombrações relatadas vão além do incêndio e do múltiplo assassinato. A palavra para o local, dessa forma deixa de ser assombrado e toma contornos de amaldiçoado. Até o final do século XIX, o local onde construíram o edifício Joelma, abrigava um pelourinho que segundo consta dos anais judiciosos da Província de São Paulo, foi regado com muito, muito sangue de criminosos; Assombração do Cemitério dos Caboclos – Maringá, Paraná: o cemitério em questão foi abandonado, há muitos anos, pela municipalidade local, de forma que observadas as devidas precauções, convém não se dirigir ao local sozinho. Os restos mortais de mestiços e índios foram sepultados no local até 1950. Comumente oferendas e outros rituais de religiões afro-brasileiras são encontrados sobre as lápides em péssimo estado, o que denota frequência noturna, portanto, cautela. Em princípio, é mais frutífero entrevistar os moradores da circunvizinhança. Os relatos falam de aparições, batuques e outros sons inexplicáveis, bem como uma estranha chuva de pedras – mineral – que vem atingindo todos os telhados dessa comunidade há muitos anos. *M. R. Terci é escritor, roteirista e poeta. Antes de se dedicar exclusivamente a escrita, foi advogado com especialização em Direito Militar e mestrado em Direito Internacional, Ciência Política, Economia e Relações Internacionais. Autor de "Imperiais de Gran Abuelo", publicada pela Pandorga, e o criador da série "O Bairro da Cripta", lançada anteriormente pela LP-Books, obras que reforçaram seu nome como um dos principais autores brasileiros de horror da atualidade. Com base em fatos históricos, Terci substitui os castelos medievais pelos casarões coloniais, as aldeias de camponeses pelas cidadezinhas do interior, os condes pelos coronéis e as superstições por elementos de nosso folclore e crendices populares, numa verdadeira transposição do gótico para a realidade brasileira. Seus livros não são apenas para os fãs do gênero horror. Seu penejar é para quem aprecia uma narrativa envolvente, centrada na experiência subjetiva dos personagens mediante as possibilidades que o contexto sobrenatural de suas estórias permite.
Seleção percorre os 20 anos de carreira da atriz australiana e traz filmes como "Carol", "Notas Sobre Um Escândalo", "Elizabeth" e "Manifesto" Em comemoração ao Dia Internacional da Mulher e aos 50 anos de uma das maiores atrizes da atualidade o MIS – instituição da Secretaria da Cultura e Economia Criativa do Governo do Estado de São Paulo – traz a Mostra Cate Blanchett. A mostra acontece entre os dias 5 e 10 de março e tem entrada gratuita, basta retirar o ingresso com uma hora de antecedência de cada sessão na recepção do museu. Com dois OSCARS® e três Globos de Ouro a australiana Cate Blanchett, além de seu trabalho como atriz, sempre esteve envolvida em causas sociais ligadas à igualdade da mulher no cinema. Percorrendo os mais de 20 anos de carreira de Blanchett no cinema, a mostra traz filmes premiados e memoráveis. Confira abaixo a programação da "Mostra Cate Blanchett": Terça-feira, 5 de março 16h | "Oscar e Lucinda" ("Oscar and Lucinda"). (Direção: Gillian Armstrong, Austrália/Estados Unidos, 1997, 132 min, 12 anos). Sinopse: na Austrália do século XIX, o pastor anglicano Oscar Hopkins, jogador compulsivo, encontra sua alma gêmea. Ela é Lucinda Leplastrier(Cate Blanchett), herdeira de uma imensa fortuna e também viciada em jogo. Sonhadores e apaixonados, os dois, que não se encaixam nos moldes da moral vitoriana da época, fazem uma aposta que mudará para sempre suas vidas. 18h | "Manifesto". (Direção: Julian Rosefeldt, Alemanha, 2017, 98 min, 12 anos). Sinopse: os históricos manifestos de arte podem ser aplicados à sociedade contemporânea? Uma homenagem às declarações artísticas e inovadoras do século XX, dos futuristas e dadaístas ao Pop Art, Fluxus, Lars von Trier e Jim Jarmusch, esta série de reencenações interpretadas por Cate Blanchett explora os componentes performativos e o significado político dessas declarações. Quarta-feira, 6 de março 18h| "Paraíso" ("Heaven").(Direção: Tom Tykwer,EUA, Alemanha, França, Reino Unido, Itália, 2002, 97 min, 18 anos). Sinopse: Philippa Packard, uma professora inglesa que mora em Roma, bombardeia o escritório de um empresário que é também narcotraficante, responsável pela morte de seu marido e alunos, mas o plano não dá certo e ela é presa. Um jovem policial que testemunha o remorso de Philippa se apaixona por ela e decide ajudá-la a escapar. O roteiro é do polonês Krzysztof Kieslowski (1941-1996), diretor da "Trilogia das Cores" ("A Liberdade É Azul", "A Igualdade É Branca" e "A Fraternidade É Vermelha"). 20h| "Carol". (Direção: Todd Haynes, EUA/Reino Unido, 2015, 118 min, 14 anos). Sinopse: a jovem Therese Belivet (Rooney Mara) tem um emprego entediante na seção de brinquedos de uma loja de departamentos. Um dia, ela conhece a elegante Carol Aird (Cate Blanchett), uma cliente que busca um presente de Natal para a sua filha. Carol, que está se divorciando de Harge (Kyle Chandler), também não está contente com a sua vida. As duas se aproximam cada vez mais e, quando Harge a impede de passar o Natal com a filha, Carol convida Therese a fazer uma viagem pelos Estados Unidos. Quinta-feira, 7 de março 18h| "Elizabeth". (Direção: ShekharKapur, Reino Unido, 1998, 124 min, 16 anos). Sinopse: Inglaterra, 1554. Sob o reinado na rainha católica Mary I, o país ficou arruinado e devastado pelas lutas religiosas para impor o catolicismo. Contra sua vontade, Elizabeth, sua meia-irmã que ela tentara condenar por traição, assume o trono após a sua morte. Elizabeth restabelece o protestantismo e o Papa a excomunga, o que abre as portas para a inimizade da França e da Espanha. Aconselhada a casar por conveniência para obter uma aliança que lhe permita manter a coroa, Elizabeth sabe que tem que agir com firmeza, se não quiser sucumbir à Europa e à nobreza católica da Inglaterra seguidora de Mary Stuart, a herdeira mais provável do trono após a morte de Elizabeth. Confiando somente em Sir Francis Walsingham, o chefe do serviço de espionagem, Elizabeth recusa as ofertas de casamento da França e Espanha, enquanto Walsingham se encarrega de matar Mary Stuart. Nenhum dos seus opositores interno é poupado, exceto Dudley, o seu amor da juventude e que fica como exemplo para quem quiser se opor à Rainha. 20h30 | "Elizabeth – A Era de Ouro" ("Elizabeth: The Golden Age").(Direção: Shekhar Kapur 2007, 115 min, 14 anos). Sinopse: continuação de "Elizabeth" (1998). Há quase três décadas no comando da Inglaterra, a Rainha Elizabeth I enfrenta ameaças ao seu poder, impostas por governos estrangeiros e pelo seu próprio país. Simultaneamente, o Rei da Espanha Felipe II, apoiado pelo Vaticano, planeja destronar a rainha e restaurar o catolicismo na nação britânica. Elizabeth se prepara para entrar em guerra, ao mesmo tempo em que luta contra uma paixão inesperada.
Sexta-feira, 8 de março 18h | "Não Estou Lá" ("I´m Not There").(Direção: Todd Haynes, Alemanha/EUA, 2008, 129 min, 12 anos). Sinopse: esta é uma jornada nada convencional dentro da vida das várias fases de Bob Dylan. Seis atores diferentes retratam o artista em uma série de personalidades que oscilam, indo desde um Dylan público ao privado e ao fantasioso - é um rico e colorido retrato desse sempre alusivo ícone americano. Poeta, profeta, um marginal, fora-da-lei, um dissimulado, um astro, mártir do rock'n roll e um cristão renascido - sete identidades trançadas juntas. Sete órgãos vibrando e explodindo na história de uma única vida. Um filme tão vibrante quanto à era na qual foi inspirado. 20h30 | "Blue Jasmine".(Direção: Woody Allen, EUA, 2013, 98 min, 12 anos). Sinopse: uma mulher rica (Cate Blanchett) perde todo seu dinheiro e é obrigada a morar em São Francisco com sua irmã (Sally Hawkins), em uma casa muito mais modesta. Ela acaba encontrando um homem (Peter Sarsgaard) na BayArea que pode resolver seus problemas financeiros, mas antes ela precisa descobrir quem ela é, e precisa aceitar que São Francisco será sua nova casa. Sábado, 9 de março 16h | "O Custo da Coragem" ("Veronica Guerin").(Direção: Joel Schumacher, EUA/Irlanda, 2003,98 min, 14 anos) Sinopse: Veronica Guerin (Cate Blanchett) é uma repórter investigativa que publica uma matéria sobre os traficantes de drogas e chefes do crime mais poderosos de Dublin, cidade onde vive. A matéria traz grande repercussão e reconhecimento ao trabalho de Veronica, mas também faz com que ela e sua família passem a sofrer constantes ameaças. 18h | "Babel". (Direção: Alejandro González Iñárritu, EUA, 2006, 143 min, 16 anos). Sinopse: um trágico acidente envolvendo um casal norte-americano no Marrocos é o ponto de partida dessa produção. Ali perto, os meninos Ahmed e Youssef manejam um rifle que seu pai lhes deu para proteger a pequena criação de cabras da família. Um tiro atinge o ônibus, ferindo Susan. A trama se desenvolve em diferentes lugares do planeta com personagens que em algum momento se cruzam em situações cotidianas, mas que levam a desfechos inesperados, afetando a vida de todos. 20h30| "Manifesto". (Direção: Julian Rosefeldt, Alemanha, 2017, 98 min, 12 anos). Sinopse: os históricos manifestos de arte podem ser aplicados à sociedade contemporânea? Uma homenagem às declarações artísticas e inovadoras do século XX, dos futuristas e dadaístas ao Pop Art, Fluxus, Lars von Trier e Jim Jarmusch, esta série de reencenações interpretadas por Cate Blanchett explora os componentes performativos e o significado político dessas declarações.
Domingo, 10 de março 16h | "Notas Sobre Um Escândalo" ("Noteson a Scandal"). (Direção: Richard Eyre, Reino Unido, 2006, 92 min, 14 anos). Sinopse: Barbara Covett é uma professora veterana de St. George que fica amiga de Sheba Hart (Cate Blanchett), a nova e carismática professora de artes da escola. Barbara descobre que a amiga está tendo um caso com um aluno e se torna a guardiã desse segredo explosivo. 18h | "Carol". (Direção: Todd Haynes, EUA/Reino Unido, 2015, 118 min, 14 anos). Sinopse: a jovem Therese Belivet (Rooney Mara) tem um emprego entediante na seção de brinquedos de uma loja de departamentos. Um dia, ela conhece a elegante Carol Aird (Cate Blanchett), uma cliente que busca um presente de Natal para a sua filha. Carol, que está se divorciando de Harge (Kyle Chandler), também não está contente com a sua vida. As duas se aproximam cada vez mais e, quando Harge a impede de passar o Natal com a filha, Carol convida Therese a fazer uma viagem pelos Estados Unidos. Mostra Cate Blanchett De 5 a 10 de março de 2019 Local: Auditório MIS (172 lugares) Ingresso: gratuito Classificação Por filme Museu da Imagem e do Som – MIS Avenida Europa, 158, Jardim Europa, São Paulo| (11) 2117 4777 | www.mis-sp.org.br Estacionamento conveniado: R$ 18. Acesso e elevador para cadeirantes. Ar condicionado.
Para celebrar o Dia Internacional da Mulher, pelo terceiro ano consecutivo, o shopping contará com um espaço que irá oferecer serviços gratuitos de maquiagem, reflexologia e cuidados capilares A cada dia, o poder feminino tem mostrado sua força e espaço na sociedade. E como toda mulher é única e merece cuidados mais do que especiais, o Litoral Plaza Shopping, único power center da Região, preparou neste 8 de março um dia repleto de serviços de beleza e bem estar para celebrar o Dia Internacional da Mulher. Pelo terceiro ano consecutivo, o empreendimento contará com lojistas parceiros que integram o mix do shopping para oferecer serviços de maquiagem (Maybelline), reflexologia (Doctor Feet) e cuidados capilares (Stillus) para todas as mulheres que passarem pelo evento. “A valorização da autoestima é uma questão que precisa sempre ser trabalhada em todas as mulheres, então acreditamos que nossas clientes irão adorar esse dia especial no Litoral Plaza! É uma data importante, as mulheres representam uma parcela alta de público frequentador do shopping”, enfatiza a gerente de marketing do empreendimento, Jannine Bastos. O evento ficará na nova área de expansão do Litoral Plaza, próximo da loja Polo Wear, das 14 às 20 horas. O shopping fica na Avenida Ayrton Senna da Silva, 1.511. Serviço "Dia da Mulher no Litoral Plaza" Dia: 8 de março Horários: 14 às 20 horas Local: Nova área de expansão, próximo a loja Polo Wear Entrada gratuita Sobre o Litoral Plaza Shopping: Considerado o maior polo de compras e lazer da Baixada Santista, o Litoral Plaza Shopping é há 20 anos um empreendimento que reúne, em um único espaço, opções de lazer, entretenimento e serviços para o público. Reunindo um mix com cerca de 300 lojas, com as principais âncoras do mercado, empresas satélites, alameda de serviços completa e uma praça de alimentação moderna e funcional, com 1.300 lugares, o Shopping conta, ainda, com seis salas de cinema, academia, Centro Clínico, a linha municipal de ônibus 97 SH e uma unidade do Poupatempo com Banco do Povo, escritório do Sebrae e outros serviços de atendimento como Detran, Posto de Atendimento ao Trabalhador (PAT), Cartório Eleitoral, Junta de Serviço Militar, entre outros, e 3.800 vagas de estacionamento. Maior do gênero na região, com localização privilegiada e estilo horizontal, o Litoral Plaza vive plena fase de expansão. Sua área atual é de 82 mil m² de ABL (Área Bruta Locável), tornando-se o primeiro e único Power Center do Litoral Paulista. O empreendimento também é um dos colaboradores sociais, esportivos e culturais, além de segundo maior empregador da cidade, com 3.500 funcionários diretos, ficando atrás somente dos serviços públicos.
Equipe do Mosh Escola de Arte receberá público e produzirá artes, ao vivo, de personagens de filmes da Marvel, em 9 de março, para promover a estreia de "Capitã Marvel". Em 23 de março será a vez do RPG tomar conta do Cine Café no Roxy 5. Desde novembro do ano passado o Cine Roxy 5 tem realizado tardes nerds. Em março, a programação ocupará dois finais de semana no Cine Café, área externa do Roxy 5,(Av. Ana Costa, 443, Gonzaga). No sábado, 9 de março, a equipe do Mosh Escola de Arte, de Denis Dym Freitas, das 16h às 19h, produzirá gratuitamente sketches, ou seja, artes na hora, dos personagens da Marvel, com destaque para a estreia da semana, “Capitã Marvel” (que entra em cartaz dois dias antes). A iniciativa visa divulgar os filmes de destaque e o trabalho do estúdio de criação. A iniciativa teve início em fevereiro, com uma arte destacando o filme “Uma Aventura Lego 2”. O Mosh Escola de Arte é especializado em cursos e aulas, inclusive personalizadas, de desenhos, quadrinhos, ilustração e esculturas. Está localizado à Rua Fernão Dias, 46, sala 5, Gonzaga. Contato: moshartstudio@gmail.com. "Capitã Marvel" Aventura sobre Carol Danvers (Brie Larson, vencedora do Oscar por Um Quarto de Jack), uma agente da CIA que tem contato com uma raça alienígena e ganha poderes sobre-humanos. Entre os seus poderes estão uma força fora do comum e a habilidade de voar.
Trailer de "Capitã Marvel":
Tarde com Mosh Escola de Arte no Cine Roxy 5 – tema Capitã Marvel Sábado, 9 de março, das 16h às 19h Avenida Ana Costa, 443, Gonzaga, ao lado do Cine Café. Cada arte leva, em média, vinte minutos para ser produzida. RPG Já no sábado, 23 de março, das 15h às 19h, será a vez do projeto Contos Lúdicos receber o público para uma tarde de RPG. Não é preciso saber jogar para participar. Contos Lúdicos no Roxy 5 Sábado, 23 de março, das 15h às 19h Avenida Ana Costa, 443, Gonzaga, ao lado do Cine Café. Gratuito.
Neste domingo, 3 de março, um bloco de rua de São Paulo foi tomado por uma onda azul. No bairro de Pinheiros, o público foi surpreso por vários foliões pintados de azul e vestidos como Gênio, inspirados no personagem do filme Aladdin. Entre eles estava o influenciador e comediante Gabriel Totoro, que aproveitou para brincar e tirar fotos com o público do bloco de rua. "No carnaval a gente pode ser o que quiser, então aproveitei para liberar o gênio que existe dentro de mim", afirmou Totoro. A versão live-action de Aladdin, da Walt Disney Studios Motion Picture, chega ao cinema brasileiro em 23 de maio. Dirigido por Guy Ritchie e conta a história do encantador malandro Aladdin, a corajosa e autodeterminada Princesa Jasmine e o Gênio, que pode ser a chave para o seu futuro. Uma emocionante e eletrizante adaptação live-action do clássico animado da Disney, "Aladdin" conta a história do malandro de rua Aladdin, da corajosa e determinada Princesa Jasmine e do Gênio, que pode ser a chave para o futuro deles. "Aladdin" é escrito por John August ("Dark Shadows", "Big Fis h") e Ritchi,e baseados no "Aladdin" da Disney. O filme é estrelado por Will Smith ("Ali", "Men in Black") como o ilustre Gênio; Mena Massoud ("Tom Clancy's Jack Ryan") como o charmoso Aladdin; Naomi Scott ("Power Rangers") como Jasmine; Marwan Kenzari ("Assassinato no Expresso do Oriente") como Jafar, o poderoso feiticeiro; Navid Negahban ("Legião") como o sultão preocupado com o futuro de sua filha; Nasim Pedrad ("Saturday Night Live") como Dalia, a melhor amiga e confidente da princesa Jasmine; Billy Magnussen ("Into the Woods") como o pretendente bonito e arrogante Prince Anders; e Numan Acar ("A Grande Muralha") como Hakim, o braço direito de Jafar e capitão dos guardas do palácio. O filme é produzido por Dan Lin, pga, ("Sherlock Holmes") e Jonathan Eirich, pga, ("Death Note") com o indicado ao Oscar® e vencedor do Globo de Ouro® Marc P latt ("La La Land") e Kevin De La Noy ("O Cavaleiro das Trevas Ressurge") servindo como produtores executivos. O compositor vencedor do Oscar® Alan Menken ("A Bela e a Fera", "A Pequena Sereia") fornece a partitura, que inclui novas gravações das canções originais escritas por Menken e os letristas premiados com o Oscar Howard Ashman ("Little Shop of Horrors ") e Tim Rice (" O Rei Leão ") e inclui duas novas canções escritas por Menken e Benj Pasek e Justin Paul, vencedores do Oscar e Tony Award® (" La La Land "," Dear Evan Hansen "). Foi rodado em Londres e em meio a deslumbrantes paisagens do deserto da Jordânia, tem uma talentosa equipe criativa para trazer Agrabah à vida, incluindo: diretor de fotografia Alan Stewart ("The Commuter"), designer de produção Gemma Jackson ("Game of Thrones") e figurinista Michael Wilkinson ("American Hustle").
A tatuagem de guitarra no pulso esquerdo perpetua que Matheus de Camargo traz no sangue, nas veias e na alma uma intensa paixão por música. Foi uma maneira desse garoto de 15 anos, nascido em 11 de setembro, marcar nele uma história de amor que tem tudo para ser uma trajetória de sucesso.
Essa história desse jovem guitarrista de alma sensível e jeito de poeta já vem sendo iniciada no cenário musical de Itanhaém, em que ele vem fazendo sucesso em diversas apresentações solo e em diversas bandas. Grave este nome, você ainda vai ouvir muito sobre Matheus de Camargo.
RESENHANDO - Qual a lembrança mais antiga que você tem a respeito de música? Minha lembrança mais antiga no meio musical foi quando tinha meus sete para oito anos. Eu ia em bares ver bandas locais como a banda Troia - tenho contato com os integrantes até hoje - e quando os via tocar. Eu ficava doido, queria aprender a tocar pelo menos algo. Na época, eu era muito ingênuo, então não sabia direito o que eu queria. Anos mais tarde, vim a descobrir. RESENHANDO - Quando descobriu que gostaria de ser um artista da música? Foi uma transição recente. Quando estava no final de 2017, pude ter a honra de ser convidado a fazer parte da banda local Chinela Brazuca. Até então, ninguém sabia da minha existência e, desde então, decidi que era isso realmente o que eu queria. RESENHANDO - Aos 15 anos, você tem um histórico de shows inesquecíveis. Quem já foi aos seus shows sempre comenta sobre o seu talento. Até o momento, qual foi o show mais marcante? Essa pergunta é um tanto difícil de responder, mas vamos lá: entre os meus 11 anos, idade em que eu comecei a tocar, até os dias de hoje, já tive muitas bandas e muitas apresentações. Mas entre todas essas, eu escolhi a minha participação com a banda Rocksing, pelo simples fato de fazer um som com os meus amigos de infância no qual eu me inspirei para começar a tocar guitarra. Isso me deixa feliz até hoje. RESENHANDO - O que representa a música em sua vida? A música representa todo meu ser. Quando eu escuto, toco alguma música ou realizo outras atividades relacionadas a esta arte, eu deixo de ser o que muitas pessoas pensam que eu sou e consigo ser quem eu realmente quero ser, quem realmente eu sou. Então, para mim, a música me representa em um todo.
RESENHANDO - Quais são os seus ídolos na música? Meu único ídolo, a pessoa que sigo como um exemplo que eu tento me inspirar ao máximo chama-se Silvano Andrade. Ele simplesmente me apresentou um caminho de salvação, felicidade e uma das únicas coisas que eu preciso ter na minha vida. Tudo o que ele fez por essa paixão que é a música me deixa inspirado a querer ser igual a ele, ou quem sabe até um pouco melhor, o que é quase impossível. Mas ele fez coisas das quais ninguém fez, ou fará. RESENHANDO - O que as pessoas que vêem você tocar não imaginam sobre quem você é? Acho que minha idade ou, às vezes, quem eu realmente sou. RESENHANDO - Qual é a sensação de se apresentar em um palco? São sensações únicas em cada uma das vezes, nenhuma é igual a outra. Há sempre pessoas diferentes te observando e apreciando ou não sua musicalidade, sua técnica e seu feeling. Todas as apresentações são inesquecíveis e ficam para sempre na memória. RESENHANDO - Quais são os seus planos? Gravar discos autorais, fazer meu sonhado conservatório e minha faculdade de música. RESENHANDO - O que você diria para um admirador de seu trabalho que está lendo esta entrevista? Para qualquer coisa que você ame fazer, tente dar o máximo de você, pois senão você pode se arrepender pelo resto da sua vida. Quando as pessoas duvidarem de você, prove o contrário sempre. Surpreenda as pessoas ao seu redor isso te tornará diferente dos outros. Não se apegue a pessoas que só querem te derrubar e também não se acomode, pois quando você achar que está bom em algo, você não evolui.
*Helder Moraes Miranda é bacharel em jornalismo e licenciado em Letras pela UniSantos - Universidade Católica de Santos, pós-graduado em Mídia, Informação e Cultura, pela USP - Universidade de São Paulo, e graduando em Pedagogia, pela Univesp - Universidade Virtual do Estado de São Paulo. Participou de várias antologias nacionais e internacionais, escreve contos, poemas e romances ainda não publicados. É editor do portal de cultura e entretenimento Resenhando.