terça-feira, 12 de março de 2019

.: Lista: 10 provas de que o DVD de "O Primeiro Homem" é imperdível!

Por: Mary Ellen Farias dos Santos
Em março de 2019



"O Primeiro Homem", filme indicado ao Oscar 2019 em quatro categorias técnicas -som e imagem-, premiado por "Melhores Efeitos Visuais", está nas lojas em DVD. Para tanto, nós do portal Resenhando.com provamos o quanto vale ter em casa, para ver e rever, a produção dirigida por Damien Chazelle, a cinebiografia do piloto e astronauta Neil Armstrong, o primeiro homem a pisar na lua. Confira!


1. O filme "O Primeiro Homem" é reflexivo e explora os detalhes íntimos e psicológicos do protagonista dentro do ambiente familiar, profissional e social. Embora traga momentos de explosão de fazer o queixo cair.

2. É baseado no livro homônimo de James R. Hansen, ou seja, é a cinebiografia do piloto e astronauta Neil Armstrong, quem conseguiu cumprir a primeira missão humana até a lua, com a Apollo 11.

3. O DVD é cheio de extras, desde cenas excluídas, entrevistas e bastidores. 

4. Ao mergulhar na trama, o público tem a chance de visualizar -e até ter a sensação de como é- a experiência de sair do planeta Terra, sem deixar de retratar as perdas até que determinada missão seja concluída. No extra "Colocando você no lugar" é possível ver todas as técnicas usadas.

5. O filme retrata o exato momento em que Armstrong desceu a escada da nave e seguiu as ordens para pisar na lua. No extra "Recriando o Pouso Lunar", o diretor e equipe comentam e mostram exatamente foi recriar toda a cena histórica, por meio de comparações -original e no filme.

6. O DVD oferece a opção para assistir o filme comentado pelo diretor Damien Chazelle, o roteirista Josh Singer e o montador Tom Cross.

7. A impressionante cena em que Neil Armstrong fez o treinamento que quase o levou a óbito, pode ser vista com mais detalhes, em "A Missão Que Deu Errado", com cenas dos bastidores, assim como a preparação do ator Ryan Gosling e de toda a equipe envolvida.

8. Em "Filmando na NASA"", vê-se um pouco do trabalho que foi filmar com o apoio da NASA e Força Aérea, o que deu mais veracidade nas cenas em que os astronautas caminham para a nave, por exemplo. 

9. A preparação física dos atores que atuaram como astronautas, incluindo a percepção do ambiente que implica na interpretação está em "Treinamento de Astronauta".

10. "O Primeiro Homem" é um excelente filme, seja por apresentar a história da evolução humana ou pela estética precisa, que transmite as emoções. Os enquadramentos amplos ou focados nos rostos dos personagens são um show à parte.


Filme: O Primeiro Homem (First Man, 2018)
Gênero: Drama
Diretor: Damien Chazelle
Roteiro: Josh Singer
Elenco: Ryan Gosling, Claire Foy, Jason Clarke, Kyle Chandler
Duração: 141 minutos
Legendas: Inglês SDH, Português e Espanhol
Áudio: Ingles 5.1 Dolby Digital, Portugês 5.1 Dolby Digital e Espanhol 5.1 Dolby Digital.



*Mary Ellen Farias dos Santos é criadora e editora do portal cultural Resenhando.com. É formada em Comunicação Social - Jornalismo, pós-graduada em Literatura e licenciada em Letras pela UniSantos - Universidade Católica de Santos. Twitter: @maryellenfsm

.: Entrevista com Jesus Borges, ator do espetáculo "A Mão na Face" e youtuber


Por Helder Moraes Miranda, em março de 2019.


Ator e youtuber, Jesus Borges é um artista em ascensão. Recentemente, ele protagonizou ao lado da atriz Renata Leite o espetáculo “A Mão na Face”, com texto de Rafael Martins e direção de Rô Sant’Anna. 

A apresentação, no Teatro BTC, girou em torno de Mara, a prostituta cansada de si e de seus shows que retorna ao palco, e Gina, a travesti que faz dublagens e tenta contornar certa ansiedade que se revela na preocupação com a cor do batom. Entre um show e outro, no camarim, Mara e Gina entram no caos de suas realidades, desejos e frustrações. 

"A Mão na Face" retrata o inventário que podemos fazer de nossas vidas, de nossas quase-vidas, do que queríamos e do que deixamos de querer, aquele inventário que nos remete às memórias que preferíamos manter ofuscadas. É um espetáculo lúdico e realista que nos faz querer conhecer mais esses personagens que estão tirando as máscaras diante dos outros, em um mundo cada vez mais carente de representatividade e respeito ao próximo. 

RESENHANDO - Por que, em tempos de intolerância, um espetáculo como "A Mão na Face" é necessário nos dias de hoje?
JESUS BORGES - O teatro tem um grande poder em discorrer sobre os assuntos mais presentes, seja político, social. Isso sem dúvidas é uma grande vantagem, mas com o forte grito político que o teatro proporciona, estão sendo esquecidas as relações humanas, as abordagens sobre o que somos, sobre quem somos. "A Mão na Face" aborda o caos, a crise existencial de uma prostituta e uma diva gay, entretanto, o espetáculo quer mostrar o lado humano, o lado vivo e verídico, o grito de socorro perante as frustrações, as dores, as perdas... Está muito além de “um texto que participa do movimento LGBTQ+”. A necessidade do espetáculo, hoje, é mostrar que por trás das cortinas, dentro do camarim, dentro do quarto escuro, do calar da noite, existem corações gritando socorro, e ainda existem pessoas que mesmo também estando no caos, conseguem estender a mão, dizer “eu te amo”, se colocar no lugar do outro. O espetáculo é necessário para o despertar do aqui, do agora, do não deixar pra depois, já que as personagens já se encontram no depois, e buscam forças pra recomeçar, mesmo sem saber por onde começar.

RESENHANDO - Como surgiu a ideia de fazer este espetáculo? 
J.B. - Decidimos começar a desenvolver o espetáculo a partir de uma leitura do livro do autor Rafael Martins, que tem em anexo o texto “A Mão na Face”. Começamos sozinhos, sem direção, fazendo ensaios semanais, na tentativa de irmos montando e desenhando a obra por meio de suas percepções, dispostos a dar um passo por vez, mas com a certeza de fazer o espetáculo nascer. Dispostos a produzir, a lançar no circuito, a levar arte, a tocar o público com a sensibilidade das personagens, o espetáculo começou a ser desenvolvido ainda sem saber quais rumos tomaria, só com a certeza das dificuldades para ser lançado. Seis meses de pesquisa, laboratórios, ensaios, entrega. Surge a diretora Rô Sant’Anna, disposta a viver, desenvolver, e recriar uma leitura para a obra. Mais seis meses de total entrega, e aqui estamos, estreando a segunda temporada, e com a terceira temporada já marcada para início de Abril.  

RESENHANDO - O que mais lhe aproxima, e o que mais o afasta, da personalidade de sua personagem na peça? 
J.B. - O que mais me aproxima da personalidade de Gina Minelli, é a sensibilidade e a força em acreditar que por mais que pareçam impossíveis, os seus desejos vão se realizar, ainda sem saber como, apenas acreditar que vai. Além disso, a forma bem-humorada de levar a vida, e “rir da própria desgraça”, já que chorar não adianta, e se lamentar tampouco. O que mais me afasta, é a vulnerabilidade da personagem, o medo, a ingenuidade. Na vida real, a personalidade do Jesus é completamente oposta à de Gina, eu sou forte, decidido, faço acontecer. Eu sou do “ir”, do dar a cara à tapa, e ainda que doa, prefiro me arrepender por ter tentado.

RESENHANDO - Você tem Jesus no nome... e é a favor de dar a outra face para bater, ou é daqueles que revidam? Explique. 
J.B. - Como dizem por aí, “de Jesus só tem o nome”. Sem dúvidas sou o que revida, não gosto de perder, não me dou por vencido, eu prefiro revidar até o final. E não é que eu seja uma má pessoa, pelo contrário, mas é que eu não consigo me controlar, sou total adepto à lei de Newton.

RESENHANDO - Qual é a outra face do Jesus Borges, aquela que ninguém conhece? 
J.B. - Minha outra face, é que tem medo de não conquistar, é a que desabafa com Deus, que suplica,  que chora, que teme... Mas é uma face oculta, o mundo já tem tristezas demais, não vou ser mais um a colaborar. Quem me ver, vai me ver sorrindo!

RESENHANDO - A peça trata sobre a convivência de uma prostituta e uma travesti. De que maneira essa união entre as minorias, como mulheres e gays, pode construir um mundo melhor?
J.B. - A relação de Mara e Gina é uma relação de afeto, de amor, de apoio. O que elas passam para o público, é a necessidade que as minorias tem de serem ouvidas, e que de tanto se calarem, elas se frustram, se machucam, se maltratam... "A Mão na Face" mostra a relação humana, que tá muito além da orientação sexual ou da profissão que se tem, mostra que o amor vale muito mais que qualquer razão, e é de amor que o mundo precisa!

RESENHANDO - Como mulheres e homossexuais podem se ajudar?
J.B. - As mulheres, os homossexuais, os heterossexuais, os assexuais, os transsexuais, todos podem se ajudar, todos podem se ouvir, se respeitar, se amar. O que o mundo precisa não é de opinião, é de abraço, de colo, tolerância, respeito, amor. Precisamos nos ajudar sem olhar a cor da pele, a orientação sexual, a vestimenta, o cabelo. Precisamos enxergar as formas do amor, e basta.




RESENHANDO - De que maneira o programa "Rupaul's Drag Race" abriu as portas para a carreira de pessoas que fazem performances?  
J.B. - "Rupal’s" foi a referência primária para a construção da Gina Minelli. O programa mostra que vale a pena sonhar, mostra que independente de qual seja o meu desejo, eu posso, eu tenho espaço! "Rupal’s Drag Race" é um lugar de “estou aqui, e vou fazer o que eu faço de melhor”, e vem mostrando talentos incríveis desses artistas que se mantinham escondidos atrás de uma peruca, vivendo com a mão na face.

RESENHANDO - Qual a sua queen favorita? 
J.B. - Não poderia citar outro artista que não fosse Pabllo Vittar. Porque abriu uma porta que se manteve trancada por séculos, mostrou a que veio, e não vai descansar até dominar o mundo! Tem meu respeito!

RESENHANDO - Com esse ambiente de intolerância nas ruas e nas redes sociais, do que você mais tem medo hoje? 
J.B. - Eu temo mais pelo outro, pela vítima que assim como a Gina Minelli, não tem voz, não tem coragem de se impor, de se colocar, de exigir respeito. Eu temo por aqueles que apanham e sofrem calados. Eu não sou parte deste núcleo vulnerável, eu exijo ser respeitado.

RESENHANDO - Fazer teatro é, de alguma maneira, um ato de resistência? 
J.B. - Na minha concepção, o teatro é a maior prova de resistência que já existiu. Os motivos são inúmeros: falta de oportunidades, falta de cachê, falta de apoio, prejuízos, golpes, abandono, desrespeito, falta de credibilidade... Mas é o maior ato de amor que também já existiu. O teatro salva vidas, o teatro quebra fronteiras, o teatro é o grito de liberdade, é o “eu te amo” sem vergonha de gritar!

RESENHANDO - Você tem um canal no YouTube em que responde perguntas de uma maneira muito bem-humorada e espontânea. Youtuber e ator se complementam, ou você separa bem as coisas? 
J.B. - Pra mim, ser ator é ser completo. É criar o texto, é dirigir, compor o elenco, cantar, dançar, fazer a iluminação, assumir a sonoplastia, ir pra rua panfletar, ter overdose de divulgação na internet. Ser ator é ser artista, é saber fazer tudo o que se precisa, é se produzir, se lançar no circuito. É não esperar do outro. 

RESENHANDO - O céu é o limite para Jesus Borges?
J.B. -  O céu não é o limite para Jesus Borges, e este nome ainda vai dar muito o que falar por aí, no YouTube ou na TV, no Instagram ou no cinema, na publicidade ou nas plataformas digitais. Eu vou fazer acontecer tudo aquilo que eu quiser, pois aquilo que eu quero MUITO, muito também me quer.




*Helder Moraes Miranda é bacharel em jornalismo e licenciado em Letras pela UniSantos - Universidade Católica de Santos, pós-graduado em Mídia, Informação e Cultura, pela USP - Universidade de São Paulo, e graduando em Pedagogia, pela Univesp - Universidade Virtual do Estado de São Paulo. Participou de várias antologias nacionais e internacionais, escreve contos, poemas e romances ainda não publicados. É editor do portal de cultura e entretenimento Resenhando.


.: Dia Nacional do Bibliotecário: Uma importância social e cultural


Para celebrar o Dia do Bibliotecário, comemorado em 12 de Março, o poeta Mauro Felippe escreveu um artigo sobre a importância da data e das bibliotecas para a disseminação e democratização da informação e do conhecimento, a fim promover o desenvolvimento cultural e social do país.

Por Mauro Felippe*, em março de 2019.

Cada acervo guardado nas bibliotecas contém coleções infinitas de temas e personagens, cada qual com direito à datação e à evocação própria. Em meio ao conjunto incontável de tempos, temas e memórias abrigadas, há uma data singular, a que é pertencente ao corpo profissional que dá o sentido mais fundamental de tudo que se faz em meio às estantes repletas de obras únicas.

O Dia do Bibliotecário é comemorado no dia 12 de Março, e foi instituído no dia 12 de Abril de 1980, pelo Decreto nº 84.631, para ser comemorado em todo o território nacional. Essa data foi escolhida por um motivo especial: porque era o dia do nascimento do bibliotecário Manuel Bastos Tigre, que foi considerado o primeiro bibliotecário concursado do Brasil.

Manuel Tigre nasceu em 1882, formou-se em Engenharia e, em 1906, resolveu fazer aperfeiçoamento em eletricidade, nos Estados Unidos. Uma vez lá, conheceu o bibliotecário Melvil Dewey, que instituiu o Sistema de Classificação Decimal. Esse encontro foi decisivo na vida de Manuel, porque, em 1915, aos 33 anos de idade, largou a engenharia para trabalhar com a biblioteconomia. Tigre atuou durante muitos anos na Biblioteca Central da Universidade do Brasil, e mesmo depois de aposentado, retornou como diretor.

Mesmo com o advento tecnológico e a interligação dos sistemas de bibliotecas, ao contrário do que muitos pensam, isso não significa o fim da profissão de bibliotecário. Os avanços apenas revelaram que a função desse profissional é mais do que apenas organizar estantes de livros. São eles que guiam estudantes e visitantes em geral na busca pela informação desejada, seja no ambiente físico ou digital. A tecnologia apenas possibilitou um acesso melhor a informação, mas ainda assim é preciso de recursos humanos.

Essa data também chama atenção para o principal objetivo da biblioteca: a democratização do conhecimento. Historicamente, nem sempre os livros foram tão acessíveis. Clubes de livros e bibliotecas particulares eram privilégios das classes mais abastadas. Esse cenário começa a ser alterado em meados do século XVII, com o surgimento das primeiras bibliotecas públicas. Mais tarde, com a invenção do sistema de Classificação Decimal de Dewey, utilizado para padronizar índices e catálogos, as bibliotecas começaram a se tornar cada vez mais populares.

Em razão da imensa contribuição que Manuel Tigre trouxe à sociedade brasileira, a data de seu nascimento celebra o dia daqueles que comungam o mesmo objetivo: disseminar informação e conhecimento a fim promover o desenvolvimento cultural e social do país.


Sobre o autor*: 
Natural de Urussanga/SC, o advogado Mauro Felippe já chegou a cursar Engenharia de Alimentos antes de se decidir pela carreira em Direito. Autor das coletâneas poéticas Nove, Humanos, Espectros e Ócio, já preencheu diversos cadernos em sua infância e adolescência com textos e versos, dos simples aos elaborados (a predileção pelo segundo evidente em sua escrita). 

As temáticas de suas obras são extraídas de questões existenciais, filosóficas e psicológicas que compreende no dia a dia, sendo que algumas advém dos longos anos da advocacia, atendendo a muitas espécies de conflitos e traumas. 

Por fim, pretende com a literatura viver dignamente e deixar uma marca positiva no mundo, uma prova inequívoca de sua existência como autor. Participante assíduo de feiras literárias, já esteve como expositor na Bienal Internacional do Livro de São Paulo 2016 e Bienal Internacional do Livro do Rio 2017.

.: Comédia francesa “Um Banho de Vida” estreia dia 21 nos cinemas

A comédia francesa “Um Banho de Vida” conta a história de um grupo de homens emocionalmente abalados que se unem, através do nado sincronizado, para achar um sentido para a vida. Dirigido por Gilles Lellouche, o longa já levou mais de 4 milhões de espectadores aos cinemas na França e integrou a seleção oficial “fora de competição” do Festival de Cannes, em 2018. A estreia no Brasil está marcada para 21 de março, com distribuição da Pagu Pictures.

Sinopse: Bertrand (Mathieu Amalric) está no “auge” dos seus quarenta anos e sofre de depressão. Depois de usar uma série de medicamentos que não surtiram nenhum efeito, ele começa a frequentar a piscina municipal do bairro em que vive. Lá ele conhece outros homens com histórias semelhantes a sua. O grupo se junta e forma uma equipe de nado sincronizado masculino, algo incomum dentro do esporte. Sob o comando de Delphine (Virginie Efira), uma ex-atleta vitoriosa, Bertrand e os novos companheiros decidem participar do Campeonato Mundial de Nado Sincronizado, encontrando, enfim, um novo propósito para sua vida.

.: Clean Bandit faz apresentação para a família real britância

O trio foi um dos convidados no evento em comemoração ao Commonwealth, na Abadia de Westminster


A banda Clean Bandit teve a honra de tocar para a família real ontem, na celebração do Commonwealth Day, realizado na abadia de Westminster, em Londres.

 Grace Chatto, Jack Patterson e Luke Pattersonest conquistaram a monarquia, especialmente o príncipe Harry, que foi flagrado se divertindo ao som de “Symphony”, canção apresentada no evento e um dos maiores sucessos da carreira da banda. O vídeo foi compartilhando pelo grupo nas redes sociais e também no site do jornal The Mirrow. 

 Recentemente o grupo lançou o clipe oficial de “Mama”, faixa que faz parte do recém-lançado álbum “What Is Love”. “Mama” já ultrapassou a marca de 20 milhões de streams ao redor do mundo e o clipe oficial conta com mais de 16 milhões de views.

Lançado no final de 2018, “What Is Love” inclui ainda o single “Solo”, responsável por vender mais de 3 milhões de cópias globalmente e que recebeu selo de ouro nos Estados Unidos. “What is Love?” se mantém no TOP 10 do Reino Unido com sete canções nos charts de vários países.

Clean Bandit, ganhadora do Grammy com o sucesso global “Rather Be”, é a banda inglesa que permaneceu por mais semanas no topo das paradas no Reino Unido nos últimos 22 anos.


Assista:

.: Will Smith vira Funko Pop com o Agente J de "Homens de Preto"

"Aqui vêm os homens de preto, eles não vão deixar você lembrar!". Junte-se ao Agente J - Will Smith - em uma aventura extraterrestre, como você pode esquecer se esta edição limitada do Funko Pop! Agente J acontece de estar empacotando neuralyers de apagamento de memória. Não se surpreenda se o Agente J ocasionalmente tiver que decolar em uma missão secreta para salvar a humanidade.


segunda-feira, 11 de março de 2019

.: Resumo do 214º ao 218º capítulo de "As Aventuras de Poliana", do SBT

As Aventuras de Poliana
Resumo dos Capítulos 214 a 218 (11.03 a 15.03)

Foto: Divulgação /SBT

Capítulo 214, segunda-feira, 11 de março
João, na casa de Pendleton, conta que seus amigos encontraram um estranho jogo de tabuleiro. Poliana chega e o menino se esconde. Antônio tenta convencer Luísa a continuar a pintar e vender seus quadros. Pendleton diz a Poliana que ela não precisa se preocupar com João.  Glória encontra Branca caída no chão com bastante dor. Com o Mural do Contente consertado por Sr. Pendleton, Poliana volta a reorganizá-lo, encontrando uma nova estratégia para que dê tudo certo dessa vez. Sara conta a Pendleton que viu um carro os seguindo. Glória leva Branca ao hospital, contra a vontade dela. Ruth, Helô e Marcelo conversam sobre o sumiço de João. Waldisney tenta se aproximar de Nadine na empresa, sem sucesso. 

Pendleton descobre que Roger mandou Ciro o seguir. Durval aceita o namoro de Raquel e Guilherme, com algumas regras. O clubinho MaGaBeLo segue desvendando os mistérios sobre o jogo de tabuleiro. Bento toca na padaria e ganha algumas gorjetas. Ruth tenta descobrir como o produto de limpeza foi parar no chão daquela maneira. Branca e Glória conversam sobre o passado. Mirela e Luca ensaiam para a aula de dança. Enquanto isso, Gabi e Vini também. João, de longe, vê Durval, Poliana e Marcelo juntos com Bento na padaria, e fica bravo. Jeff e Brenda também ensaiam. Na casa de Marcelo, Raquel e Guilherme tentam ensaiar a coreografia também, e acabam se beijando. Durval pede ajuda de Afonso e Luísa para ajudar na padaria, pois está com o quadro de funcionários desfalcado. Salvador e Débora vão lanchar na padaria e ele conta sobre a queda de Branca. Luísa atende a mesa dos dois.

Capítulo 215, terça-feira, 12 de março
Poliana e Nanci vão até à casa de Branca para ver como ela está. Roger conta a Luigi o que houve no emprego. Nanci mima Branca por conta do acidente. Roger vai à casa de Marcelo buscar Guilherme e o encontra com Raquel, obrigando o filho a voltar para casa. Em casa, Roger e Guilherme brigam. Ele ainda proíbe o namoro do filho. Os dois brigam feio e Verônica se desespera. Poliana vai à casa de Luigi e Yasmin encontra os dois para que eles façam a maquete da aula de ciências. Mirela descobre sobre o acidente de Branca e sai correndo da casa de Luca. Luigi conta para Poliana que João está morando no clubinho (sótão). João, junto com o clubinho MaGaBeLo, joga o jogo de tabuleiro misterioso. 

Poliana vai ao clubinho encontrar o amigo. Salvador leva Débora para ver uma apresentação de Sophie no grupo Abandonadas do Altar. Sara espia o clubinho para Pendleton. Marcelo vê Luísa trabalhando na padaria. Sara, invisível, levanta o tabuleiro do jogo e as crianças gritam, em pânico.  Luísa fica nervosa e pede a Durval que ele atenda os clientes que estão do lado de fora da padaria. Pendleton descobre que o jogo de tabuleiro era dele, um presente de seu pai, e não quer que as crianças joguem. Sophie pede sigilo a Débora e fica furiosa com Salvador.


Capítulo 216, quarta-feira, 13 de março
O clubinho MaGaBeLo, intrigado, discute sobre o que aconteceu, e Luigi sugere gravar os eventos "paranormais". Sérgio conversa com Joana sobre não ter inspiração o suficiente para criar algo novo. Durval serve Marcelo e ele fica triste por Luísa evitá-lo. Raquel, chateada, desabafa com sua mãe sobre a dificuldade de seu namoro. Poliana conta a João que Marcelo terminou com Débora e o menino se anima para voltar para casa. Gael e Benício, com medo, abraçam Claudia, que não entende nada. Luísa briga com Afonso por conta da atitude que ele teve na padaria (sabotando o lanche de Iuri pensando ser o de Marcelo). Poliana volta a mexer no Mural do Contente, satisfeita. 

Sérgio, estressado, passa a noite em claro sem conseguir inventar nada e decide conversar com Pendleton sobre o assunto. Filipa, sem conseguir fazer o trabalho da aula de ciências, arma um plano para tentar se dar bem. Brenda conta a Sophie que está rolando um vídeo dela na internet no grupo Abandonadas no Altar. Sérgio procura Pendleton para conversar e diz que Roger o transferiu de setor por razões pessoais. Antônio vai visitar Branca e a leva flores. Glória elogia as telas de Luísa e oferece um espaço na galeria para uma exposição solo. Filipa troca as placas das maquetes do trabalho de ciências e Yasmin vê tudo.


Capítulo 217, quinta-feira, 14 de março
Filipa ameaça Yasmin. O clubinho tenta descobrir por que o tabuleiro levitou e cria terapias mirabolantes. Guilherme conta a Raquel que Roger proibiu o namoro dos dois. Ruth e Helô conversam sobre trazer Débora de volta às aulas de dança. Éric e Filipa criam um jogo de perguntas e respostas sobre ela mesma e apresentam na rádio. Débora visita Branca e, no mesmo momento, Ruth liga, pedindo para que ela retome as aulas. Yasmin confronta Filipa na rádio e os microfones estão ligados. Filipa confessa tudo e todos na escola escutam. A escola toda se volta contra Filipa. Sérgio sobe no sótão e descobre o clubinho secreto, ficando orgulhoso das crianças. Ele encontra o jogo de tabuleiro misterioso e fica curioso. Pendleton manda um recado a Roger por Ciro, que fica chocado. Helô confronta Filipa, que mostra que não se arrependeu de nada do que fez. Poliana tenta compreender por que Filipa agiu dessa maneira. 

Débora retorna à escola, já praticando ironias. Luísa tenta pintar um quadro que Glória encomendou. Branca vai à escola e exige ver as imagens das câmeras de segurança. Roger fica furioso com o recado passado por Ciro. Brenda beija Jeff. Ruth conversa com Marcelo sobre o risco de João perder sua bolsa de estudos.  O menino retorna à escola, mas leva uma bronca de Ruth. Afonso tem uma crise de ciúme por conta de Luísa pintar quadros para expor na galeria de Glória. João volta a morar com Marcelo. Filipa fotografa Guilherme e Raquel se beijando. Sophie é chamada à diretoria para explicar sobre seu grupo secreto.


Capítulo 218, sexta-feira, 15 de março
Nadine apresenta o projeto de venda dos acessórios do jogo Motoney para Roger. O patrão oferece um happy hour para todos os funcionários e obriga todos a irem. Jeff, distraído, pensa em Brenda. Sophie conta a Débora que Ruth a fez escolher entre o grupo e a escola. Sérgio descobre na internet sobre o jogo "Vetherna" e que ele é criação da antiga empresa da família "Pendleton", chamada Starship. Ele decide fazer a versão em realidade virtual desse jogo. Filipa vai à casa de Yasmin e ameaça pedir para Roger demitir Claudia. Marcelo e Iuri conversam sobre relacionamentos. O happy hour dos funcionários da O11O acontece e, como de costume, Roger está de mau humor, maltratando Guilherme. João e Poliana procuram Pendleton para contar sobre os fatos estranhos que aconteceram com o Vetherna. Sophie conta a Iuri que decidiu sair da escola e manter o grupo. Afonso e Luísa acabam discutindo. Jeff pede à Mirela avisar Nanci que Waldisney não é uma boa pessoa. Gabi procura Vini na padaria. Luca faz o mesmo com Mirela. João e Poliana contam o que descobriram sobre o jogo. Sérgio espia as crianças jogando no clubinho. Bento toca na padaria e Sophie canta junto com ele. Roger humilha Raquel de propósito durante o happy hour. Durval chega e ele e Roger eles saem no braço. Marcelo tenta impedir a briga. A polícia chega.

.: Clássico “O Lago dos Cisnes” ganha montagem para toda família

Foto: Janderson Pires
Encenado por Juliana Martins, espetáculo com texto de Daniel Porto e direção de Alexandre Lino fica em cartaz de 16 de março a 21 de abril no Teatro PetroRio das Artes. Eleito pelo Jornal do Brasil um dos melhores espetáculos infantis de 2018, o clássico “O Lago dos Cisnes” ganhou uma nova adaptação que retorna em cartaz dia 16 de março, no Teatro PetroRio das Artes, no Shopping da Gávea. 

Dirigida por Alexandre Lino e trilha sonora original de Alex Fonseca, a peça marca a estreia da atriz Juliana Martins num espetáculo solo e ficará em cartaz até o dia 21 de abril aos sábados e domingos às 17h. Inspirado no balé do compositor russo Tchaikovscky, o autor Daniel Porto criou uma adaptação moderna e bem diferente do teatro comumente apresentado às crianças.

"O Lago dos Cisnes"  é o balé mais montado mundialmente e conta a história de Odette, uma princesa transformada em cisne por Rothbart, um feiticeiro perverso que desejava com ela se casar e possuir o seu reino. Condenada permanecer como cisne, Odette só pode ter seu feitiço quebrado até encontrar quem lhe jure amor eterno. Composto originalmente por Piotr Ilitch Tchaikovsky em 1876 em Paris, por encomenda do Teatro Bolshoi de Moscou. 


"A peça reúne dança, música e teatro físico. Uma experiência criativa intensa e que tem trazido muita alegria por onde passamos", conta a atriz Juliana Martins. O propósito é trazer para as novas gerações o acesso à música “clássica” e com uma leitura atraente para toda a família. As nuances da música erudita vividas com a potência teatral trazendo o lúdico e a beleza em contornos abstratos, sutis e delicados. 

Além de estimular reflexões sobre o amor e as relações humanas esse é um projeto que nasce com a perspectiva de continuidade e irá transitar pelos balés de Tchaikovscky e na musicalidade de outros gênios como: Chopin, Beethoven e Vivaldi. A montagem busca a desconstrução da perspectiva e do estigma do teatro infantil como um teatro de construção linear e pouco provocativo para o universo das crianças. 

"O Lago dos Cisnes" rompe com esse conceito a partir do momento que assume o "Teatro Para Toda a Família" - uma nomenclatura já usada na Espanha quando se trata do teatro para crianças. Além disso, propõe um diálogo entre as artes quando traz a obra de Tchaikovscky para o universo do teatro, especialmente do teatro infantil – apresentando o estudo da obra erudita que é pouco difundida dentro da arte para crianças.


O que foi dito sobre "O Lago dos Cisnes"
"Com força se estabeleceu um gênero que une adultos e crianças, que como cunhou Alexandre Lino, teatro para toda a família. “O Lago dos Cisnes”, de Daniel Porto, com direção de Alexandre Lino, é um poema que resume todo o drama de Odette com a atriz/bailarina Juliana Martins."
(Claudia Chaves – Jornal do Brasil)

“Embora seja um amante e incentivador inveterado do teatro infanto-juvenil raramente, surge uma produção que mereça ser aplaudida e que eu dedique parte do meu tempo a escrever sobre ela, como ocorre agora. A escolha de Juliana Martins, para o papel de Odette me pareceu perfeita. Espetáculo habilmente dirigido por Alexandre Lino. Um trabalho que reúne uma dupla tão afinada, o que já foi comprovado inúmeras vezes, como Daniel Porto e Alexandre Lino, os quais tocam no mesmo diapasão, já é uma garantia de que algo de bom gosto será exibido ao público”.
(Gilberto Bartholo – Crítico e Jurado do Prêmio Botequim Cultural)

“'O Lago dos Cisnes' é repleto de nuances e contornos abstratos. As penas da ave são um emaranhado de poesias, inspirando o mais adormecido dos poetas. Um espetáculo que não apenas entretém e diverte; mas que leva os espectadores a momentos de reflexão, colaborando de alguma forma na formação humana e cultural dos pequenos”.
(Andre Santana - Crítico Jornal Daki)

Ficha Técnica:
Texto - Daniel Porto
Direção - Alexandre Lino
Elenco - Juliana Martins

A partir da obra de Tchaikovscky
Trilha sonora original - Alex Fonseca
Direção de arte - Karlla de Luca
Iluminação – Paulo Denizot
Consultoria sobre cisnes e Direção de Movimento - Giselda Fernandes
Assistente de Direção  - Rodrifo Salvadoretti
Designer Gráfico - Guilherme Lopes Moura
Assessoria de Imprensa - Minas de Ideias
Direção de Produção e Realização - Cineteatro e Bubu Produções
Idealização - Alexandre Lino

Serviço:
"O Lago dos Cisnes"
Local - Teatro PetroRio das Artes - Rua Marquês de São Vicente, 52 - 2º andar - Shopping da Gávea - Gávea
Temporada - 16 de março a 21 de abril de 2019
Horário - Sábado e domingo às 17h
Ingressos - R$ 70 / R$ 35 (meia-entrada)
Duração - 50 minutos
Classificação - Livre
Gênero - Infantil
Capacidade - 421 lugares


.: Funko Pop laranja e verde-azulado comemora 90 anos de Mickey Mouse

Comemore 90 anos de magia, entretenimento e contação de histórias de Mickey Mouse com o rato que começou tudo representado por um Pop laranja e verde-azulado! Com os braços abertos, esta edição limitada da Funko Shop, Mickey, capta o charme e o espírito amistoso da Disney. As vendas são no site da Funko Pop.


.: Minnie: O Poder Feminino em Velocidade Máxima



No mês da mulher vamos homenagear ninguém menos que Minnie, um dos personagens favoritos dos fãs de Mickey: Aventuras sobre Rodas. Com alegria, simpatia e muito entusiasmo, Minnie mostra ter habilidade e talento para fazer qualquer coisa, e aqui vamos te contar o porquê!

Sempre pronta a ajudar: Na nova temporada da série, Minnie e Margarida continuam com seu negócio, o "SOS Amigos", que se dedica a ajudar as pessoas que precisam resolver algum problema. Seja na cidade onde moram – Morro Legal - ou em qualquer lugar distante do mundo, as meninas põem mãos à obra e trabalham com afinco para encontrar a melhor solução. Não há limites para o que elas podem fazer quando se trata de ajudar! Em episódios anteriores, elas já cuidaram de animais de estimação por um dia, embarcaram em missões pelo espaço e se transformaram em detetives bem rudes para ajudar quem precisava delas. Alegre e solidária, Minnie sabe que quando se trabalha em equipe há sempre uma forma de encontrar a solução.

Criativa: Quando não está com Margarida em alguma parte do mundo resolvendo problemas, Minnie demonstra todo o seu talento artístico na Estética Automotiva, a oficina de design, pintura e decoração de carros. Lá podemos ver a face criativa de Minnie. Ela sempre encontra a inspiração certa.

A rainha da pista: Minnie também tem tempo para correr a toda velocidade. A bordo de seu carro, o Trovão Rosa, cujo design foi inspirado no inconfundível laço que já é sua marca registrada, Minnie se destaca ao volante: dirige em ziguezague pela competição e deixa para trás todos os outros corredores.

Seja trabalhando na oficina, conduzindo seus negócios ou na pista de corrida, Minnie ensina aos pequenos espectadores que não há impedimentos quando se trata de fazer o que gostamos.

Mickey: Aventuras sobre Rodas
Novos episódios
Às segundas-feiras, 19h30 no Disney Junior

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