sexta-feira, 11 de junho de 2021

.: Especial "Semana Sharknado" acontece na SYFY em junho

Sucesso de audiência no SYFY, ‘Sharknado’ ganha especial de programação. De segunda a sexta, na semana dos dias 14 a 18 de junho, sempre às 23h, o canal vai exibir um filme da franquia, que possui uma série de longas-metragens de ficção científica, gênero terror, sobre o universo dos tubarões


Na segunda (14), em "Sharknado", um furacão estranho atinge Los Angeles, espalhando milhares de tubarões entre a população alagada. Os ventos viram tornados no deserto, levando as mortíferas criaturas pela água, terra e mar. Na terça-feira (15) é a vez do "Sharknado 2: A Segunda Onda". Os sobreviventes do primeiro sharknado são obrigados a se reunir mais uma vez para combater uma nova tempestade de tubarões, que dessa vez ameaça Nova York.

Na quarta-feira (16), em "Sharknado 3: Oh, Não!", os tubarões danificam a Costa Leste quando o sharknado atinge as cidades de Washington e Orlando. Na quinta (17), com a maioria dos Estados Unidos em ruínas, em "Sharknado 5: Voracidade Global", o resto do mundo se prepara para um sharknado global, enquanto Fin (Ian Ziering) e sua família devem viajar ao redor do planeta para pará-lo.

Encerrando o especial, na sexta-feira (18), o canal exibe "O Último Sharknado: Já Estava na Hora". Fin parece ser o único sobrevivente do mais terrível sharknado dos últimos tempos. Em uma tentativa de salvar a humanidade, ele volta ao passado para tentar impedir o acontecimento do primeiro evento.

Para quem perder a programação da semana e for assinante do Universal+, os filmes já estão disponíveis na plataforma de conteúdo On Demand da NBCUniversal Brasil, disponível dentro dos serviços Globoplay + Canais ao vivo e Canais Globo.

Ainda em junho, além da reapresentação de muitas das séries de sucesso do canal, o SYFY traz também a estreia do filme "Cucuy: O Bicho Papão", no dia 22/6, às 23h. Quando crianças começam a desaparecer, um adolescente rebelde em prisão domiciliar começa a suspeitar que um bicho-papão, conhecido como Cucuy, pode ser o responsável.

SYFY convida o fã de ficção científica a se sentir em casa, celebrando todas as nuances do gênero e oferecendo aos apaixonados por este universo filmes originais, conteúdos de fantasia, fenômenos paranormais, além de super-heróis e cobertura de eventos exclusivos nas redes sociais. syfy.tv.br

.: "Qué Rico Fuera": Ricky Martin e Paloma Mami põe todos na dança

O primeiro single de "Play", o novo e aguardado álbum do artista global, chega acompanhado de vídeo dirigido por Jessy Terrero

 

O artista global, ganhador de vários prêmios GRAMMY®, Ricky Martin está de volta agora em 2021 com “Qué Rico Fuera”, em parceria com a artista em ascensão internacional Paloma Mami, que promete fazer todo mundo dançar. A união dos talentos de Ricky e Paloma, combinada com a fusão entre os gêneros pop, afro-latino e urbano e uma letra sedutora, faz de “Qué Rico Fuera” uma música original, refrescante e extremamente necessária nesses tempos.

“Qué Rico Fuera”, composta por Ricky Martin e Paloma Mami, juntamente com os também produtores da música Wissem Larfaoui, Kevyn Mauricio Cruz e Juan Camilo Vargas estreia hoje às 21h00 (horário de Brasília) no YouTube e em todas as plataformas digitais, juntamente com um novo vídeo, dirigido pelo renomado diretor Jessy Terrero e filmado em um único dia em Simi Valley, Califórnia.

Ricky, sendo um fiel admirador da música de Paloma, decidiu entrar em contato com ela e foi então que os dois artistas gravaram a música separadamente, devido à pandemia. Meses depois se encontraram pessoalmente no set do vídeo, onde compartilharam as gravações até de madrugada, quando o trabalho terminou.

“Conheço seu trabalho e estou um pouco obcecado por ela. Quando essa música entrou na minha vida, imediatamente pensei que era com ela que queria fazê-la. Paloma é uma guerreira, com um talento maravilhoso e estou feliz por termos conseguido trabalhar juntos. Espero que o público sinta a boa vibração com que gravamos a música. Acho que vão querer escutá-la várias vezes”, antecipou Ricky.

Por sua vez, Paloma declarou: “Quando me ligaram, não podia acreditar. Estava tão emocionada! Qualquer um se sentiria assim ao saber que trabalharia com uma pessoa tão talentosa como Ricky. Para essa música saí da minha zona de conforto e escrevi algo um pouco mais sexy do que normalmente costumo fazer, e adorei. Meus fãs vão ficar muito orgulhosos de mim. Chile, minha família e eu estamos felizes”.

“Qué Rico Fuera” é o primeiro single do novo e aguardado álbum de Ricky, intitulado “Play” e fará parte do repertório de sua esperada turnê ao vivo, que percorrerá as principais cidades dos Estados Unidos e do Canadá juntamente com Enrique Iglesias e Sebastián Yatra a partir de 25 de setembro.

Escute: RickyMartin.lnk.to/QueRicoFuera

Assista:




 

.: Sem Luciano, Zezé Di Camargo grava EP "Rústico" e volta às origens


Com uma regravação e quatro músicas inéditas, Zezé Di Camargo volta às origens em trabalho solo. Foto: Flaney Gonzallez

Há um ano, Zezé Di Camargo tem passado os seus dias em contato com o que mais ama: a natureza, o violão, a música e a família. Por conta do isolamento social, provocado pela pandemia, ele se instalou em sua fazenda em Araguapaz (GO). Lá, o cantor e compositor desenvolveu o projeto “Rústico”, que resgata ainda mais a sua essência de homem do campo, do amante das rimas e das noites enluaradas. O resultado foi registrado ontem (8/6), na Villa Cavalcare, um charmoso espaço de eventos em Goiânia.

Com direção de Anselmo Troncoso, produção musical de Felipe Duran, supervisão geral de Emmanoel Camargo e artística com assinatura de Rafael Vannucci, “Rústico” será traduzido em um produto audiovisual com EP apresentando cinco faixas e também clipes, que vão ganhar as plataformas digitais, o canal do artista no Youtube e todas as rádios do Brasil em breve. O repertório traz músicas inéditas e a regravação de “Pedras”. Zezé Di Camargo, que soma 30 anos de brilhante carreira ao lado do irmão Luciano, avisa de antemão que esse trabalho solo não significa uma separação do mano, mas, sim, um projeto pessoal pelo qual vem se empenhando há bastante tempo.

“Eu não só declamei, como até profetizei em um poema que escrevi há alguns anos: ‘Nasci numa casa branca, fincada num pé de serra, onde canta os passarinhos e é mais bela a primavera. Sou da terra onde o mato fica verde o ano inteiro, sou do estado que pulsa o coração do brasileiro. Goiás, meu berço eterno, tenho orgulho desse chão, tenho os campos goianos guardados no coração ... Deus me fez pequeninho, porque Deus bem quis assim. Goiás é grande, imenso, mas cabe dentro de mim. . Trago na mente a história do berço onde nasci, sou poeta cantador das agruras que vivi. Sou menino viajante em busca de algo mais, mas um dia eu volto e planto os meus sonhos em Goiás’. No fundo é isso, com a ausência dos shows, voltei às origens, levei a minha mulher e os meus pais para a fazenda. Lá, dia a dia, crescia a vontade de produzir algo com o meu jeito de ser. É bem assim: plantar os sonhos na minha terra”, afirma Zezé Di Camargo.

Todos os detalhes foram milimetricamente pensados e focados na concepção do projeto. “A Villa Cavalcare é um espaço voltado para o campo, com cenários rústicos e também country , celeiros estábulos, pista de hipismo, etc. Para o figurino, chamamos a Maris Tavares. Vamos explorar a luz para trazer um ar bucólico. Trata-se de um projeto visualizado pelo artista, de uma forma simples e objetiva. Nas últimas semanas, ele começou a fazer vídeos com voz e violão, em parceria com o Felipe Duran, e despertou a paixão e aplauso do público. Todos com aquela sensação: ‘Nossa, o Zezé voltou!’. Este é o Zezé que o povo quer! O simples, com a voz dele bem colocada,  cada dia mais limpa, com arranjos simples e músicas que retratam a sua essência”, observa Rafael Vannucci. 


A conexão com o digital
Luz, câmera, viola, cordas e muita emoção. Detalhe: o único feat do projeto será do digital influencer Jacques Vanier, conhecido no Brasil por ser o “caipira” que conquistou o público de 8 a 80. No mais, cada acorde terá seus tons e os dons de Zezé Di Camargo nas plataformas de músicas. A expectativa para “Rústico” tem movimentado o mercado sertanejo e promete ser o projeto que vai dar ressonância a um dos maiores ícones do gênero.

O repertório de Zezé Di Camargo - "Rústico"

1. "Fraude" (Henrique Casttro/Ronale /Ricardo Vismarck /Elvis Elan) - Inédita

2. "Banalizaram" (Henrique Casttro/Elvis Elan/Maykow Melo/Bruno Mandioca) – Inédita

3. "Vou Ter Que Tomar Uma" (Danimar/Victor Gregório/Marco Aurélio) - Inédita

4. "35 Latinhas de Cerveja" (Danimar/Victor Gregório/Marco Aurélio) - Inédita

5. "Pedras" (Tivas e Randall) - Regravação


.: "Rogai Por Nós": nas plataformas digitais de aluguel e compra


"Rogai Por Nós" é baseado no livro de James Herbert, mostra a história de uma menina com deficiência auditiva que é visitada pela Virgem Maria e de repente passa a ouvir e falar. Pessoas vêm de perto e longe para testemunhar sua cura. Um jornalista, que espera dar novo sentido à sua carreira, visita a pequena cidade de New England para investigar o caso. À medida que eventos terríveis começam a acontecer à sua volta, ele começa a se questionar se os milagres realmente foram realizados pela Virgem Maria ou é algo ainda mais sinistro.

Lançamento acontecerá nas plataformas digitais de aluguel ou compra em 17 de junho.


ELENCO e FICHA TÉCNICA

Direção e Roteiro: Evan Spiliotopoulos

Produção: Sam Raimi, Evan Spiliotopoulos, Rob Tapert

Produção Executiva: Romel Adam, Andrea Ajemian

Elenco: Jeffrey Dean Morgan, Cricket Brown, William Sadler, Katie Aselton, Cary Elwes, Diogo Morgado, Bates Wilder, Marina Mazepa, Christine Adams, Dustin Tucker


ESPECIFICAÇÕES

Filme: Rogai por nós, The Unholy, 2021

Duração: 99 minutos, aproximadamente

Classificação Indicativa: 14 anos

Plataformas digitais de Aluguel e Compra:

Apple TV (iTunes), Google Play e Microsoft Films &TV (Xbox)

Plataformas digitais exclusivamente para aluguel:

Looke, NOW, SKY e Vivo Play


.: Banda Fluctua lança EP autoral na linha do indie brasileiro


Por
 Luiz Gomes Otero, jornalista e crítico musical.

Formada no Rio de Janeiro, a banda Fluctua está lançando o seu primeiro EP com quatro canções autorais, que vem obtendo boa receptividade junto a crítica.  E o trabalho, que segue a linha da MPB com um toque alternativo (o indie brasileiro), vem obtendo boa receptividade junto a crítica.

O trio é formado por Eduardo Waghabi (teclados), Moreno Leon (vocais) e João Faria (baixo). Eduardo é filho de Antonio Waghabi Filho, o Magro (do grupo MPB-4), enquanto que João é filho de Ruy Faria (também fundador do MPB-4) e de Cynara Faria, do Quarteto em Cy. Tanto Magro como Ruy são falecidos, mas deixaram um legado musical com os filhos, que começa a dar bons resultados.

A formação do trio se deu por meio de jam sessions realizadas nos estúdios localizados na Praça São Salvador, no Rio de Janeiro. A partir daí passaram a produzir um material autoral, que ganhou forma com o passar do tempo e depois de muitos ensaios.

O EP conta com quatro canções. Duas delas ("O Tempo Dirá" e "Loteria") já haviam sido divulgadas em 2020. E agora se juntam com mais duas canções: "Céu do Teu Olhar" e "Do Que Vi". Todas as quatro composições seguem uma mescla de várias tendências musicais. Mais ou menos como Djavan fazia e ainda faz em seus trabalhos, experimentando novos sons e texturas para os arranjos.

A voz de Moreno Leon é suave, com influência da soul music. Já Eduardo e João formam uma poderosa cozinha rítmica que deu forma e vida para as canções. Juntos, eles mostram um trabalho bem interessante e que merece ser conhecido. O EP já está disponível nas plataformas digitais Spotfy, Deezer, Amazon Music, Bandcamp, Youtube Music, Tidal e Soundcloud. Vale a pena conferir.

"O Tempo Dirá"


 "Loteria"


quinta-feira, 10 de junho de 2021

.: "Missão Cupido" tempera "Sexo dos Anjos" para os dias atuais

Por: Mary Ellen Farias dos Santos

Um ser recém-chegado no plano divino e totalmente despreparado para os serviços celestiais. Esse é o anjo Miguel (Lucas Salles) que deixa a desejar logo no primeiro trabalho com a bebê Rita. Passados 25 anos, de coração fechado, Rita (Isabella Santoni) torna-se uma moça que não acredita no amor e usa os homens a bel prazer. Para tanto, o Presidente da agência de seguros de vida (Rafael Infante) convoca o anjo da guarda rebelde que ignora o Estatudo dos Anjos para resolver o probleminha criado no passado. 

É assim que “Missão Cupido”, terceiro longa-metragem do diretor Rodrigo Bittencourt (“Totalmente Inocentes” e “Real - O Plano por Trás da História”), é desenhado nos primeiros minutos de produção -por vezes, exatamente como se fosse uma história em quadrinhos. Numa identidade totalmente pop, desde linguagem verbal até a visual, a comédia romântica que chega aos cinemas no dia 10 de junho, às vésperas do Dia dos Namorados, é puro deleite.


Enquanto Rita continua focada no prazer e novos relacionamentos de apenas uma noite, embora tenha ao lado uma super amiga em busca de um amor, Carol (Thais Belchior), Miguel faz o possível, inclusive trava duelos com a Morte (Agatha Moreira), em nome de abrir o coração da protegida. Como tudo na vida, as dificuldades para colocar o plano em prática simplesmente brotam. Até a sedutora Morte entra na disputa pelo coração de Rita e torna a história ainda mais empolgante. Mas como todo bom brasileiro, Miguel conta com ajuda do anjo Rafael (Victor Lamoglia) na empreitada. Ou seria na "Missão Cupido"?

Em 1 hora e 34 minutos, “Missão Cupido”, de roteiro e trilha sonora assinados pelo diretor Rodrigo Bittencourt, impressiona pela beleza das cores em cena. Vale destacar quando Rita e Miguel discutem no posto de gasolina e há vários Fuscas coloridos estrategicamente posicionados. O texto ágil e super criativo interpretado pelo elenco extremamente engajado em cena é outro presente para o público. Na tela, a atuação espetacular de Isabella Santoni, Lucas Salles, Agatha Moreira, Victor Lamoglia, Thais Belchior, com as participações especiais de Rafael Infante, Guta Stresser e Kiko Mascarenhas, fazem nos orgulharmos das produções brasileiras. 



Com identidade visual de encher os olhos a ponto de mesclar sequências em animação, "Missão Cupido" é um brinde ao cinema brasileiro que trabalha e acredita na arte. E, com maestria, resgata a essência da história dos protagonistas da novela clássica da Rede Globo "Sexo dos Anjos". Por outro lado, o filme de Rodrigo Bittencout, da Raccord Produções, é totalmente moderno e conectado aos dias atuais, presenteando o público com uma nova história de amor angelical para aquecer o coração dos que amam, ainda mais que estamos pertinho do Dia dos Namorados. Definitivamente,  "Missão Cupido" é um longa para se ver e rever. Imperdível!

*Mary Ellen Farias dos Santos é criadora e editora do portal cultural Resenhando.com. É formada em Comunicação Social - Jornalismo, pós-graduada em Literatura, licenciada em Letras pela UniSantos - Universidade Católica de Santos e formada em Pedagogia pela Universidade Cruzeiro do Sul. Twitter: @maryellenfsm


Filme: Missão Cupido

Elenco: Lucas Salles (Miguel), Isabella Santoni (Rita), Agatha Moreira (Morte), Rafael Infante (Presidente), Victor Lamoglia (Rafael), Thais Belchior (Carol), Daniel Curi (Querubim), Guta Stresser (Dona Marlene), Kiko Mascarenhas (Pai Do Miguel)

Direção - Rodrigo Bittencourt

Classificação: 14 anos

Produção - Raccord Produções

Produzido por Clélia Bessa

Roteiro - Rodrigo Bittencourt

Produção Associada - Marcos Pieri; Rosane Svartman

Coprodução - Paramount Pictures

Produção Executiva - Fernanda Kalume

Direção de Fotografia - Fábio Burtin

Direção de Arte - Chico de Andrade

Montagem - Guilherme Bechara

Direção de Animação - Pedro Poscidônio

Finalização - Juca Diaz

Trilha Sonora Original - Rodrigo Bittencourt; Daniel Lopes

Som Direto - Alvaro Correia

Desenho de Som - Ariel Henrique; Ricardo Zollner

Mixagem - Ariel Henrique

Figurino - Fúlvia Costalonga; Thalita Savordelli

Caracterização - Cacá Zech

Distribuição - H2O Film


Cenas do filme


 

Trailer




.: "A Bicicleta de Papel": Luccas Papp e Leonardo Miggiorin voltam em cartaz


Os atores Luccas Papp e Leonardo Miggiorin voltam em cartaz com o espetáculo "A Bicicleta de Papel", de 27 de junho a 1º de agosto, no Teatro Sérgio Cardoso. O espetáculo terá sessões presenciais, aos sábados e domingos, às 19h, e transmissão on-line pelo projeto Teatro Sérgio Cardoso Digital. Com direção de Ricardo Grasson, a peça mostra a busca por alguma esperança após o trauma da perda e a importância da superação por meio da amizade. Fotos: João Sampaio e Davi Gomes.

"A Bicicleta de Papel", com Luccas Papp e Leonardo Miggiorin, reestreia em temporada presencial e digital no Teatro Sérgio Cardoso. Espetáculo volta em cartaz com sessões presenciais e transmissão on-line pelo projeto Teatro Sérgio Cardoso Digital. A peça mostra a busca por alguma esperança após o trauma da perda e a importância da superação por meio da amizade. Peça tem direção de Ricardo Grasson, figurino de Cássio Scapin, participações especiais em off de Elias Andreato, Ando Camargo, Rita Batata e Lívia Marques.

Luccas Papp e Leonardo Miggiorin repetem parceria neste espetáculo sobre amizade e a superação de traumas. Com direção de Ricardo Grasson, a peça retorna para nova temporada no Teatro Sérgio Cardoso, equipamento da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo e gerido pela Amigos da Arte, de 27 de junho a 1º de agosto, com sessões aos sábados e domingos, às 19h, também com transmissão on-line das sessões através do projeto Teatro Sérgio Cardoso Digital. A capacidade da plateia presencial será reduzida, por conta das restrições de protocolo da Covid-19. O projeto é uma realização da LPB Produções e da Nosso Cultural.

O texto de Luccas Papp se passa na virada do milênio, durante a noite do dia 31 de dezembro de 2000, onde se encontra Ian (Luccas Papp), um rapaz que poucos meses antes ultrapassou o farol vermelho e sofreu um acidente que matou toda sua família e lhe transformou em uma figura solitária e repleta de culpa. Suas únicas companhias são um gravador, uma bolinha de borracha e o peru que nunca fica pronto. É nesse momento que Noah (Leonardo Miggiorin), seu melhor amigo, entra em sua casa com uma missão: passar o ano novo com Ian e provar-lhe que ainda há tempo para viver e ter esperança em dias melhores.

“É um texto que escrevi há dois anos, nem imaginava que o mundo iria virar de ponta cabeça. É uma história sobre traumas, mas acima de tudo é sobre a capacidade de se perdoar. Meu personagem enfrenta um processo difícil para se libertar e construir algo novo. A dramaturgia é permeada por diálogos curtos, entrecortados, alguns monólogos narrativos, e retrata muito a cultura pop daquela época”, conta Luccas Papp.

A direção de Ricardo Grasson prioriza a interpretação e todos os elementos cênicos costuram e valorizam o cerne da trama que é a palavra. “Encenação, cenografia, iluminação, figurino e trilha sonora são minimalistas para enfatizar a relação do duo, são amigos de anos que lidam com problemas reais. A trama usa a força do amor para abordar todos os conflitos de forma lúdica e imagética em uma linguagem contemporânea com a intenção de criar uma reflexão sobre esperança, futuro e a superação da culpa em seus espectadores”, diz o diretor.

O projeto tem participações especiais em off de Elias Andreato, Ando Camargo, Rita Batata e Lívia Marques, os atores dão voz para apresentador e repórteres na cobertura de réveillon. O figurino é de Cássio Scapin, luz de Gabriele Souza, além da cenografia assinada pelo diretor e o autor.

Papp e Miggiorin interpretaram os melhores amigos em "O Ovo de Ouro", texto de Papp que estreou em 2019 e contava uma história pouco conhecida da Segunda Guerra Mundial, a figura do Sonderkommando nos campos de concentração. Nesta montagem, criou-se uma relação e um entrosamento que serão colocados novamente no palco. “Eles instigam um ao outro, além da própria direção. O jogo entre eles é recomposto de uma outra maneira agora, essa amizade foi construída na produção anterior e volta a ser enfatizada com o novo texto. É importante tocar nessas questões devido aos momentos que estamos vivendo com a pandemia. A peça é contra essa política de cancelamento do mundo, reforça que podemos reescrever a nossa própria história e viver o novo”, ressalta Grasson que dirigiu a dupla em ambos os trabalhos.

Miggiorin descreveu os mecanismos que o auxiliaram na criação de Noah. “O maior exercício é acreditar na força da presença. A construção do papel foi pautada no exercício do ‘aqui agora’. Então preciso fazer uma meditação para entrar em cena, me concentrar e me conectar, como se não tivesse mais nada a fazer no mundo, senão estar ali, presente, com aquelas pessoas, naquele lugar. Meu personagem adora músicas dos anos 80, e estou ouvindo muito, além de relembrar de como era a vida no contexto do ano de 2001, período em que a história acontece”.

O ator ainda destaca que um dos maiores artifícios da peça é trazer uma reflexão sobre o momento atual vivido por todos nós. “O isolamento está muito além da pandemia, muitos de nós já estávamos isolados do mundo antes mesmo dessa quarentena. Perdemos tempo com bobagens, não entendemos ainda o valor da presença. Este espetáculo fala sobre estar presente enquanto ainda temos tempo. Enquanto ainda estamos aqui”.

A atmosfera de "A Bicicleta de Papel" dialoga com os enredos de dois espetáculos de Luccas Papp que foram encenados recentemente. "A Ponte" refletia sobre a cultura do cancelamento e "O Estranho Atrás da Porta" discutia como a intolerância e o preconceito impactavam a vida de dois jovens. “Gosto muito de retratar relações familiares e afetivas, além das perdas, tanto no sentido da morte ou de um status. Nossas vidas se baseiam muito dentro deste conjunto e na quebra deles. Trafegar por estes caminhos é algo que me instiga retratar”, finaliza Papp.

Ficha Técnica:
Espetáculo:
"A Bicicleta de Papel". Texto: Luccas Papp. Direção: Ricardo Grasson. Elenco: Leonardo Miggiorin e Luccas Papp. Participação especial em off: Elias Andreato, Ando Camargo, Rita Batata e Lívia Marques. Cenografia: Luccas Papp e Ricardo Grasson. Cenotécnico: Rafael Boese. Figurino: Cássio Scapin. Designer de luz e operação: Gabriele Souza. Trilha sonora: Catarina Kobayashi. Operação de som: Tomé Souza. Comunicação visual: Giullia Abreu. Fotos: João Sampaio e Davi Gomes. Produção executiva e assistência de direção: Heitor Garcia. Assistência de produção: Lívia Marques. Assessoria de imprensa: Adriana Balsanelli e Renato Fernandes. Realização: LPB Produções e Nosso Cultural.


Serviço:
Espetáculo:
"A Bicicleta de Papel". Temporada: de 27 de junho a 1º de agosto. Sábados e domingos, à 19h. Ingresso: R$ 40 (inteira) – R$ 20 (meia entrada). Gênero: drama. Duração: 60 minutos. Classificação indicativa: dez anos. Teatro Sérgio Cardoso - Sala Paschoal Carlos Magno. Rua Rui Barbosa, 153 – Bela Vista / São Paulo. Sala Paschoal Carlos Magno 149 lugares (143 + 6 cadeirantes). (60% da capacidade total da plateia, conforme estabelecido pelo protocolo do Governo do Estado e da Prefeitura da capital). Ingressos: www.sympla.com.br/teatrosergiocardoso.


Moradores do Bixiga e Bela Vista têm 50% de desconto nos ingressos*
No Teatro Sérgio Cardoso os moradores do Bixiga e da Bela Vista podem adquirir ingressos pela metade do preço. Vá até a bilheteria do teatro com um comprovante de residência e verifique as condições e disponibilidade de ingressos promocionais. Até dois ingressos por CPF. O Teatro Sérgio Cardoso e as produções seguem rigorosamente o protocolo estabelecido pelo Governo do Estado e pela Prefeitura da capital para ocupação dos espaços culturais durante a pandemia de covid-19.


.: Espetáculo "Cidade dos Palcos", da Azenha de Teatro, estreia dia 19


O espetáculo "Cidade dos Palcos", da Azenha de Teatro que estreia em formato online no dia 19 de junho. A peça tem no elenco Camila Bevilacqua, Carla Dias, David Carolla, Liz Mantovani, Mario Deganelli e Adriana Azenha que também assina a direção.

A cidade de São Paulo é considerada a principal capital cultural do Brasil e uma das 12 Capitais Culturais do Mundo, sendo o local de origem de diversos movimentos artísticos e estéticos ao longo da história do século XX. Em São Paulo temos o maior mercado cultural do país e o Teatro é um dos seus principais pilares, com todos os estilos de peças em cartaz. Drama, comédia, tragédia, musical, infantil tudo em um mesmo dia, por uma das mais de 100 salas de espetáculos. 

A capital paulista com tantos Teatros apresenta uma história riquíssima que será contada no espetáculo "Cidade dos Palcos" pela Azenha de Teatro em versão online a partir do dia 19 de junho. A peça apresenta a história do Teatro de São Paulo, através imagens de locais e encenações que remontam à fatos e estéticas das artes cênicas na cidade, desde o teatro Anchietano até os mais contemporâneos movimentos de teatro de grupo. 

A encenação simula um documentário, com personagens contando suas versões e visões sobre os locais emblemáticos do teatro em São Paulo. Seus depoimentos, divertidos e informativos, revelam as histórias e momentos das artes cênicas na cidade, desde a fundação, com o teatro anchietano, passando pela profissionalização da produção teatral e o desenvolvimento do teatro de grupo. Os locais dos acontecimentos são apresentados ao público juntamente com cenas que ilustram as estéticas, autores, artistas e movimentos.  

No Teatro Anchietano, é construída uma cena do texto "O Auto da Festa de São Lourenço", do Padre José de Anchieta. Para abordar o contexto da construção do Theatro Municipal de São Paulo, é apresentado um trecho da peça "Hamlet", de William Shakespeare. Ao apresentar a história do Teatro Brasileiro de Comédia, ocorre um trecho de "Esperando Godot", de Samuel Beckett. Como forma de apresentar o momento histórico vivido pelo Teatro de Arena, é mostrado ao público um trecho de "Eles Não Usam Black Tie", de Gianfrancesco Guarnieri, "O Rei da Vela", de Oswald de Andrade, ilustra o surgimento do Teatro Oficina, e "Seis Personagens à Procura de um Autor" em uma metáfora para apresentar o movimento teatral existente na Praça Roosevelt. 

Antes da pandemia o espetáculo Cidade dos Palcos era feito de forma presencial e itinerante, passando pelo Pátio do Colégio, Theatro Municipal, Teatro Brasileiro de Comédia, Teatro de Arena, Teatro Oficina e sendo finalizado na Praça Roosevelt. Agora todos esses locais serão vistos de forma online trazendo o público à apreciação da arte do Teatro, oferecendo a eles um conhecimento mais profundo da arte e dos espaços. 

Um dos grandes destaques da peça é o cenário que é a própria cidade de São Paulo e os locais escolhidos para contar as histórias. Intercalado com os depoimentos, as cenas de obras importantes são recriadas em um palco, a tradicional "caixa preta" do Teatro. 

"Cidade dos Palcos" desconstrói a imagem do Teatro apenas como ferramenta de lazer e entretenimento, enfatizando a importância do Teatro no contexto educacional, cultural, artístico, político e de desenvolvimento social. Ao trazer esta obra em um período pandêmico, a Azenha de Teatro reforça a preservação das artes do palco em momentos extremos, para que os Teatros possam estar lotados novamente, assim que possível. A peça conta com direção de Adriana Azenha e dramaturgia coletiva. O elenco é formado pelos atores David Carolla, Adriana Azenha, Camila Bevilacqua, Carla Dias, Liz Mantovani e Mario Deganelli.


Ficha Técnica:
Espetáculo:
"Cidade dos Palcos"
Dramaturgia: criação coletiva
Diretora: Adriana Azenha 
Direção de produção: David Carolla
Elenco: Adriana Azenha, Camila Bevilacqua, Carla Dias, David Carolla, Liz Mantovani e Mario Deganelli.
Figurino: criação coletiva
Captação de imagens: Ramon Bueno
Fotos: Michele Manoel
Designer gráfico: Marx Deganelli
Assessoria de imprensa: Fabio Camara
Social Mídia: Kyra Piscitelli 


Serviço:
Espetáculo:
"Cidade dos Palcos"
Local: www.youtube.com/azenhadeteatro
Data: 19 de junho até 14 de julho (todos os dias 20h) 
Ingressos: grátis
Duração: 60 minutos
Classificação: livre 

.: "Migliaccio - O Brasileiro em Cena": documentário estreia em julho


"Migliaccio - O Brasileiro em Cena", dirigido por Alexandre Rocha, Marcelo Pedrazzi e Tuco (João Mariano). Estreia no próximo dia 8 de julho nos cinemas. Distribuição Bretz Filmes. Coproduções: Globo Filmes, GloboNews e Canal Brasil. 86 min., 2021, Brasil, Doc.


No próximo dia 8 de julho, estreia nacional do documentário inédito: "Migliaccio - O Brasileiro em Cena", dirigido por Alexandre Rocha, Marcelo Pedrazzi e Tuco (João Mariano). Com produção da Afinal Filmes, em parceria com a GloboNews, Canal Brasil e Rede Globo, emissora que trabalhou desde 1972. 

Ator, produtor, cartunista, desenhista, diretor e roteirista brasileiro, Flávio Migliaccio (1935-2020) tornou-se conhecido pelos personagens Tio Maneco dos filmes Aventuras com Tio Maneco e Maneco, O Super Tio, e Xerife da novela O Primeiro Amor e do seriado infantil Shazan, Xerife & Cia. No cinema, participou de vários filmes como ator e diretor. O último trabalho do artista na TV foi em 2019, em "Órfãos da Terra", onde ele fazia o Mamede Aud. Muito conceituado no meio artístico, ao longo de sua vida, Flávio teve uma brilhante carreira artística.

A história de Flávio Migliaccio contada no documentário "Migliaccio - O Brasileiro em Cena" mostra a trajetória de um personagem que atravessou a dramaturgia brasileira do século vinte e foi protagonista de alguns de seus momentos mais relevantes artísticos e políticos sem perder sua característica marcante: manter-se sempre um "ser humano amador", em suas próprias palavras.  

Ator, diretor, produtor, desenhista, dramaturgo, Flavio nos conduz através de uma conversa tão descontraída quanto profunda sobre sua visão da arte como ofício. Nesta narrativa, refaz seus passos explicando como foi possível dar vida a tantos personagens e histórias diferentes enquanto viveu a sua própria mantendo como inspiração o criar e viver a vida simplesmente, com humildade e dignidade.


Alexandre Rocha - Finalizador, montador, produtor e diretor
Carioca, jornalista formado pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, trabalha no mercado audiovisual desde 1996, atuando como editor, diretor, produtor executivo e produtor. Desde 2003 é sócio diretor da Afinal Filmes, empresa inteiramente voltada para o mercado de entretenimento. Responsável pela pós produção de dezenas de filmes e series, desenvolve também importante trabalho na área de recuperação e restauração digital de filmes.

Migliaccio marcou minha memória desde a infância com o Tio Maneco. Acredito que por conta disso, eu já nutria, de cara, uma enorme simpatia por qualquer personagem que ele fizesse na TV ou no Cinema. Com o trabalho no documentário entendi que essa simpatia era o reconhecimento do trabalho do ator que, segundo suas próprias palavras, não fazia mais esforço pra colocar o brasileiro em cena. De alguma forma eu me reconhecia ali. Um trabalho desenvolvido desde os tempos do Teatro de Arena. Flávio atravessou a dramaturgia brasileira do século XX e nos mostrou o valor de ser um artista amador, de colocar seu talento a serviço do ofício de atuar, de desenhar, de dirigir, de produzir. 


Marcelo Pedrazzi - Finalizador, montador, produtor e diretor
Carioca de 1975 começou a atuar no setor audiovisual como assistente de montagem junto a grandes cineastas como Nelson Pereira dos Santos, Miguel Faria Jr e Fernando Meirelles, entre outros. Sua formação no meio acompanha a concepção de um filme, indo desde o desenvolvimento até as telas.

“Desde o início de minha jornada pelo audiovisual sempre estive perto de atores e atrizes, e sempre fiquei intrigado por esse lugar onde a atuação se encontra. Quando encontramos com Flávio pela primeira vez para falar sobre o projeto, não imaginava a estrada que iríamos percorrer. Um homem sóbrio e direto, e sempre fomos ao ponto da busca por esse filme. E pouco a pouco, pude enxergar a verdade ali, e o quanto o que contamos no filme é a fundação do que é um documentário.

Já havia trabalhado com grandes mestres como Eduardo Coutinho, João Salles e Eduardo Escorel, e quando tive a oportunidade de conhecer Flávio e embarcar no projeto, foi um salto e juntei todas as forças e conhecimento nesse caminho, e chegamos até esse filme que tanto amo.

De Flávio, esse nosso 'Brasileiro em Cena', ainda lembro hoje, de um de nossos encontros, onde ele me falou: 'Vamos nos encontrar na estreia, nos falamos, você entra na sala, e te espero lá fora. Quando acabar podemos comemorar e você me conta como foi…'. Daí, perguntei: 'Mas, Flávio, você não vai apresentar o filme com a gente? Não quer ver o filme?'. E ele virou e me disse: 'O filme eu já conheço, só espero que todos gostem. Daí, você me conta depois'".


Tuco (João Mariano) – Montador e diretor
Carioca nascido em 1964 foi o montador dos longas-metragens "Como Ser Solteiro" (1998), de Rosane Svartman, "Todos os Corações do Mundo" (1996), de Murilo Salles, "O Trapalhão e a Luz Azul" (1999), de Paulo Aragão, "Outras Estórias" (1999), de Pedro Bial, e "Amores" (2000), de Domingos Oliveira, "A Luneta do Tempo" (2014), de Alceu Valença, entre outros. Começou a trabalhar com audiovisual ainda jovem, e antes de montar filmes de longa-metragem, editou comerciais para a TV e videoclipes realizados em diferentes produtoras. Foi o editor da série de TV "Como Ser Solteiro", exibida no Multishow. Entre os curtas-metragens que montou estão "Anjos Urbanos" (1997) e "O Cabeça de Copacabana" (2001), ambos de Rosane Svartman e "Bem-vindos ao Paraíso" (1999), de Marcos Figueiredo. Editou ainda os longas "Estamira" (2004), documentário de Marcos Prado, e "Mais Uma Vez Amor" (2005), de Rosane Svartman.

“Falar sobre o Flávio, é como voltar a várias memórias da minha infância”. Ele fez parte de muitos dos meus dias, enquanto as válvulas da televisão aqueciam, eu ficava com a cara colada na tela, ansioso aguardando a hora do “Shazam, Xerife & Cia” começar. O tempo foi passando, mas sempre havia um programa em que o Flávio brilhava, construindo sua longa trajetória na cultura nacional. Até que um dia eu tive a oportunidade de conhecer o Flávio, para começar esse trabalho. Esse momento fui muito feliz, de grande importância e um verdadeiro presente.

Talento ele tinha de sobra, carisma idem e farto material que comprova sua história. Esse documentário é um pequeno mosaico desse grande artista, feito com fragmentos dos seus trabalhos e pensamentos. “Apenas uma parte da vida de um brasileiro em cena”.


Ficha técnica
Título: "Migliaccio - O Brasileiro em Cena"
Produção: Afinal Filmes
Gênero: documentário
Formato: Digital 4K
Espaço de cor: HDR / Dolbyvision / SDR
Duração: 86 minutos
Áudio: Estéreo
Direção: Alexandre Rocha / Marcelo Pedrazzi / Tuco
Produção executiva: Tânia Leite
Montagem: Tuco
Produtores: Alexandre Rocha e Marcelo Pedrazzi
Produtores Associados: Flávio Migliaccio e Marcelo Migliaccio
Roteiro: Marcelo Migliaccio, Marcelo Pedrazzi, Fernanda Dannermann e Leonardo Menezes
Direção de fotografia: Rodrigo Queiroz
Pesquisa: Antonio Venancio
Pesquisa (Globo): Eduardo Biaiá
Arte gráfica: Bruno Ribeiro
Operacional/Controller: Analice Rocha

Assistente de Produção (durante filmagem) :
Finalização de imagem: Afinal Filmes
Coordenação: Felipe Leitão
Conforme e masterização: Victoria Junqueira
Correção de cor: Bernardo Neder
Composição VFX: Bernardo Neder
Animação de fotos: Bruno Ribeiro
Finalização de som: Realejo Digital
Supervisão de edição de som e mixagem: Gabriel Pinheiro
Produtora: Afinal Filmes
Coproduções: Globo Filmes, GloboNews e Canal Brasil
Distribuidora: Bretz Filmes

.: Nova série de lives do Café Filosófico CPFL debate intolerância


Série "Eu e o Outro" reúne Isabelle Anchieta, Maitê Schneider, Carlos Medeiros e Eduardo Wolf para conversa sobre pluralidade; estreia acontece no próximo dia 10/06, às 18 horas, com participação especial do filósofo francês Gilles Lipovetsky. Isabelle Anchieta | Foto: Tony Yaa

O Café Filosófico CPFL estreia em junho uma nova série de lives #ficaemcasa com a temática “O Eu e o Outro: a (Difícil) Arte da Convivência nas Diferenças”. Sob a curadoria da socióloga Isabelle Anchieta, a série abordará o paradoxo que se estabelece entre a busca pelo reconhecimento do espaço individual no mundo e o efeito reverso que tem reorganizado movimentos contrários. O Café Filosófico CPFL é um programa realizado pelo Instituto CPFL com transmissão online e gratuita pelo Youtube.

“A crescente reivindicação por reconhecimento da nossa face nesse mundo, da nossa cor, etnia, gênero, posições políticas e orientação sexual, no Ocidente Moderno, tem produzido um efeito reverso no contemporâneo. O orgulho negro, reorganizou os supremacistas brancos; os gays, os héteros; o feminismo, o machismo”, contextualiza Isabelle.

A série também reflete sobre o crescimento da intolerância e do ódio que impedem o diálogo e reafirmam a disputa do “nós contra eles”, além de debater alternativas para pacificar o convívio entre essas diferenças. “O que podemos fazer para virar a página belicosa das relações culturais e sociais de nossa época e renovar nossa aposta no convívio e no pluralismo?”, questiona a socióloga.


Episódio de estreia
Na estreia, o episódio “Em Busca de um Lugar Comum” aborda a necessidade de reconhecimento, de atenção, do olhar do outro para a formação da imagem de cada um. O episódio tem a participação especial do filósofo francês, Gilles Lipovetsky, e da curadora da série, Isabelle Anchieta, que é doutora em Sociologia pela Universidade de São Paulo e mestre em Comunicação Social pela Universidade Federal de Minas Gerais.

“As lutas por reconhecimento nos conduziram a uma crescente humanização e individualização no Ocidente Moderno. Esse processo, ainda em curso, depara-se atualmente com o que podemos chamar de hiperindividualismo, acirrando ainda mais as disputas dos grupos e dos indivíduos por autoconfiança e autoestima”, explica Isabelle. Composta por quatro encontros, a nova série de lives do Café Filosófico CPFL vai ao ar às quintas-feiras, às 18h, no canal do Café no YouTube. A classificação é de 14 anos.


Confira as datas das exibições:

10 de junho - "Em Busca de Um Lugar Comum", com Isabelle Anchieta.
24 de junho - "As Definições nos Definem?", com Maitê Schneider.
8 de julho - "O que Nos Une: Raça e Diversidade no Brasil", com Carlos Medeiros.
22 de julho - "Convívio: como Viver Juntos em Sociedades Plurais", com Eduardo Wolf.


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