Se teve uma intérprete que foi unanimidade na música, esta foi Aretha Franklin, que faleceu em 2018. Sua técnica vocal, moldada na música gospel dos Estados Unidos, juntamente com o jazz, acabou por se tornar uma versão única da soul music. Muito além do timbre agudo único, Aretha tinha na emoção o seu maior trunfo. Era impossível ouvi-la e ficar indiferente.
A coletânea "The Genius Of Aretha Franklin", lançada recentemente, traz 15 faixas gravadas entre os anos 60 e 70, período apontado como a sua melhor fase segundo a crítica. É possível ouvir alguns hits como "Chain of Fools", "I Say A Little Prayer", "A Natural Woman", "Respect" e 'Think", que se mesclam com outras canções menos conhecidas, mas igualmente ótimas, como "Day Dreaming".
Além de tocar piano com maestria, Aretha conseguia potencializar uma canção de tal forma, que a mesma acabava se identificando diretamente com sua interpretação. Um exemplo disso foi "I Say a Little Prayer", cujo autor, Burt Bacharach, chegou a apontar a versão de Aretha como a melhor que ele tinha ouvido.
Poderia citar ainda a versão épica de "Bridge Over Troubled Waters", de Paul Simon, como outro exemplo de sua genialidade. Nesta coletânea foi incluída a versão em estúdio, que é um exemplo de biscoito fino da música.
Poderia escrever centenas de linhas e ainda assim isso seria insuficiente para descrever a emoção que a voz de Aretha proporciona. Essa coletânea é apenas uma pequena amostra de sua obra. Mas já dá uma dimensão exata de sua importância na música.
Direto do Cinema para Sua Casa! Exclusivo para comprar ou alugar nas Plataformas Digitais
Estreou em 17 de junho, com exclusividade nas plataformas digitais para aluguel e compra, o terror sobrenatural "Rogai por Nós" (The Unholy, 2021). Produzido pelo cultuado Sam Raimi, um dos maiores nomes nos créditos de filmes de terror e suspense “Uma Noite Alucinante: A Morte do Demônio”, “O Grito”, “Poltergeist: O Fenômeno”, “Possessão”, “O Homem nas Trevas” e também conhecido por dirigir a trilogia de Homem-Aranha. Além disso, o filme é estrelado pelo astro americano Jeffrey Dean Morgan, das séries de TV “The Walking Dead” e participação em “Sobrenatural”. Sua carreira é repleta de outras produções de sucesso, que pertencem ao universo de cultura pop, como o filme baseado no HQ “Watchmen: O Filme” e a série de TV “Grey´s Anatomy” que mistura drama e romance. Baseado na obra literária de James Herbert, Shrine, "Rogai por Nós" é dirigido e roteirizado por Evan Spiliotopoulos, roteirista de sucessos de gêneros diversos, como “A Bela e a Fera”, “O Caçador e a Rainha do Gelo” e “Hércules”.
"Rogai por Nós" chegou direto do cinema para as plataformas digitais e está disponível exclusivamente para aluguel e compra, seja nas operadoras de TV, lojas digitais e consoles de vídeo game para assistir confortavelmente onde, quando e quantas vezes quiser. No modo aluguel, após dar o primeiro ‘play’, o filme digital ficará disponível durante 48 horas. Já a opção de compra, garante que o mesmo esteja disponível sempre com o consumidor.
ROGAI POR NÓS (The Unholy, 2021)
Sinopse: Rogai Por Nós é baseado no livro de James Herbert, mostra a história de uma menina com deficiência auditiva que é visitada pela Virgem Maria e de repente passa a ouvir e falar. Pessoas vêm de perto e longe para testemunhar sua cura. Um jornalista, que espera dar novo sentido à sua carreira, visita a pequena cidade de New England para investigar o caso. À medida que eventos terríveis começam a acontecer à sua volta, ele começa a se questionar se os milagres realmente foram realizados pela Virgem Maria ou é algo ainda mais sinistro. Leia a crítica de "Rogai por Nós" aqui:resenhando.com/2021/06/resenha-critica-de-rogai-por-nos-e-os.html
ELENCO e FICHA TÉCNICA
Direção e Roteiro: Evan Spiliotopoulos
Produção: Sam Raimi, Evan Spiliotopoulos, Rob Tapert
Sem levantar bandeiras e apostando no bom humor, “O Príncipe DesEncantado – O Musical” terá apresentações online e gratuitas, sábado e domingo, às 17h, buscando desmistificar o tema da homoafetividade e questionar estereótipos presentes em tramas infantis.
"O Príncipe DesEncantado – O Musical" é um espetáculo para o público infanto-juvenil que conta uma história de amor entre dois jovens príncipes. A obra mistura a estrutura dos contos de fadas e seus personagens arquetípicos com elementos contemporâneos. Mais do que “modernizar” o universo de princesas delicadas e príncipes valentes, a história abre espaço no reino encantado para personagens que povoam a realidade atual, como jovens gays, meninas que priorizam a carreira ao casamento e transexuais que são chefes de família.
A trama foi livremente inspirada no romance inglês de 2002 ‘Koning en Koning’ (Rei & Rei), de Linda De Haan e Stern Nijland, e em declarações da escritora de livros infantis e educadora Márcia Leite. Juntando estas referências com experiências de sua própria vida, o autor e diretor Rodrigo Alfer escreveu a história do rapaz que mesmo em um reino encantado viu-se envolvido em uma história de amor possível hoje, na vida real.
No espetáculo, tudo o que está em cena além de forma, é também mensagem. Como por exemplo o cenário, que é desenhado e redesenhado várias vezes ao longo do espetáculo com postes de lâmpadas fluorescentes – objeto que um dia foi usado como arma contra um homossexual que andava na rua em São Paulo, mas que na peça ganha cores e formas para disseminar o amor.
“O Príncipe DesEncantado – O Musical” não é somente um espetáculo para a família, mas para todo “tipo” de família. O musical terá apresentações online e gratuitas durante os finais de semana do mês de junho através do canal do YouTube da Bacana Produções Artísticas.
Sinopse: Ainda desorientado com a morte precoce de seu pai, o príncipe Vick vive na corte sem se preocupar com as questões do reino, até que se vê obrigado pela mãe a escolher uma noiva vinda da Escola de Princesas.
Pressionado, Vick segue o conselho de seu melhor amigo, o coelho Mix, e tenta arejar a cabeça em um karaokê. Na cantoria, ele se apaixona por um rapaz, Teco, que também se interessa pelo príncipe, mas complica tudo ao se revelar irmão de uma das pretendentes de Vick, a espevitada princesa Lets. No palácio, a Rainha agita seus seguidores das redes sociais para acompanhar o grande dia em que seu filho escolherá uma princesa. A corte se agita, e restará à Ama a missão de apoiar o príncipe em um momento tão turbulento.
Iniciativa do Museu da Imagem e do Som de São Paulo, os eventos serão realizados na segunda-feira (21/06) e terça-feira (22/06), a partir das 17h; A programação é gratuita, mas será preciso fazer a reserva de ingressos; A primeira aula é uma parceria com a instalação tecnológica im.fusion, que está em exibição no MIS-SP
CONEXÃO Instalação tecnológica im.fusion permite interatividade com imagens em diferentes contextos e ambientes
O Museu da Imagem e do Som de São Paulo (MIS-SP), instituição da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Governo do Estado de São Paulo, promoverá duas masterclasses sobre experiências na Era da Informação, do ponto de vista da arquitetura e da programação criativa. Os eventos online e gratuitos serão realizados na segunda-feira (21/06) e terça-feira (22/06), com transmissão pela plataforma Zoom, a partir das 17h.
Parceria com a instalação tecnológica im.fusion, em exibição no MIS, a primeira aula abordará o tema Arquitetura de experiências. Felipe Reif, CEO da Deeplab, responsável pela concepção da instalação, e Marcelo Pontes, head de arquitetura da Cactus comandam o encontro.
Os profissionais comentarão como a arquitetura influencia o processo das experiências nesta Era da Informação, momento no qual as pessoas têm maior acesso a espaços diversificados, mesmo que virtualmente. Além disso, o público está cada vez mais interessado em um tratamento personalizado, vivenciando junto com empresas e produtos os próprios sonhos, emoções e fantasias. Para participar deste encontro é necessário fazer a reserva por aqui.
Programação Criativa: a arte feita em código é o tema da masterclass de terça-feira. Vamoss, que é artista-programador e diretor de tecnologia na SuperUber desde 2011, mostrará como as últimas cinco décadas de relação com o computador permitiram explorar diversas possibilidades criativas.
A programação criativa refere-se à prática de milhares de artistas programadores que utilizam o computador como aliado na concepção de seus trabalhos. Essa rede de artistas-programadores sustentou a criação de ferramentas e algoritmos que permitiram experimentar os paradigmas da arte interativa, imersiva e gerativa, entre outras formas de artes e novas tecnologias. Para participar deste encontro é necessário fazer a reserva do ingresso por aqui.
As vagas para as atividades são limitadas. Após a reserva online do ingresso, será encaminhado um e-mail com o link da aula.
Serviço
PROJETO: Arquitetura de experiências | com Felipe Reif e Marcelo Pontes
Data: 21/06, às 17h
Gratuito mediante inscrição pelo link | 50 vagas
PROJETO: Programação Criativa: a arte feita em código | com Vamoss
Data: 22/06, às 17h
Gratuito mediante inscrição pelo link | 50 vagas
SOBRE O MIS - O Museu da Imagem e do Som de São Paulo, instituição da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Governo do Estado de São Paulo, foi inaugurado em 1970. Além de grandes exposições nacionais e internacionais, oferece variedade de programas culturais, com eventos em todas as áreas e para todos os públicos: cinema, dança, música, vídeo e fotografia estão presentes na vida diária do Museu.
Em épocas ruins é fácil se apegar a algo para ajudar a superar problemas diversos. Geralmente, a ferramenta mais usada pelos sagazes para atrairem os corações humildes é a fé. Eis os lobos em pele de cordeiros. Tal qual a premissa de que “quando Deus constrói uma igreja, o diabo constrói uma capela ao lado”. Eis que "Rogai por nós", longa com produção de Sam Raimi, Evan Spiliotopoulos e Rob Tapert, caminha justamente nesse tema delicado e entrega um terror religioso.
Ainda nos primeiros minutos de filme, em 1845, num ritual macabro de condenação, uma mulher é aprisionada -com direito a correntes- em uma boneca. Remetendo aos julgamentos e condenações das Bruxas de Salém. Assim, é lançada a primeira provocação que pauta a trama de 99 minutos. Sim! Tudo estará conectado a esse primeiro minuto da película.
Nos tempos atuais, em Boston, Massachusetts, o jornalista freelancer Gerry Fen (Jeffrey Dean Morgan, John Winchester, da série "Supernatural"), marcado pela invenção de uma história que sujou, inclusive, o nome do jornal, tenta emplacar uma nova trama convincente. Para tanto, segue até Banfield, fundada em 1817, para encontrar o enredo que o ajudará a colocá-lo de volta ao topo do jornalismo.
Na cidadezinha de 2.688 habitantes, a história de mutilação de gado não é verdadeira, mas Gerry é atraído até uma árvore que preserva uma espécie de Rainha da Colheita -datada de 31 de fevereiro de 1845-, a narrativa passada de geração para geração é de que essa boneca trazia sorte para a safra. Como todo grande inventor de histórias, Gerry cria a narrativa de que pelo talismã quebrado, mutilações surgiram no gado da cidade.
Eis que ao partir da cidade, enquanto dirige, tempera mais e mais a história inventada, até que o amante da fama, Gerry, envolve-se em um acidente automobilístico, quase atropelando a jovem Alice (Cricket Brown), sobrinha do Padre Hagan (William Sadler). A moça que é deficiente auditiva fala na frente do forasteiro após adentrar a mata e se posicionar diante de uma árvore. É a partir desse momento em que todos os elementos apresentados conectam-se, além de costurar o duo bem e mal, nessa trama protagonizada por falsos profetas modernos.
"Rogai por nós", filme baseado no livro "Shrine", do falecido escritor britânico James Herbert -autor de obras que inspiraram outras adaptações cinematográficas como "Lembranças de uma Vida" e "Ilusões Perigosas"-, não deixa de garantir bons sustos enquanto faz refletir a respeito da carência de grande parte dos humanos que fatalmente "é sanada" ao seguir líderes que prometem a realização de desejos, mas que, na verdade, apenas fazem o que interessa a si.
Aos fãs de filmes de terror, "Rogai por nós" é uma excelente opção pelo clima de suspense, as sequências da aparição para Gerry, além de trazer o ator Jeffrey Dean Morgan mais uma vez nas narrativas de medo. Entre os destaques está a novata Cricket Brown, a atriz passa uma verdade angelical a ponto de convencer, inclusive o público.
No elenco ainda estão William Sadler (Homem de Ferro 3, Presidente Ellis), Katie Aselton (Terror na Ilha, Abby), Cary Elwes (Stranger Things, Prefeito de Hawkins) e Diogo Morgado (Ouro Verde, José Maria Magalhães / Jorge Monforte). O longa navega na fé cristã, mas deixa claro que nem tudo o que parece ser, é. Vale super a pena assistir!
"Cuidado com os falsos profetas. Eles vêm a vocês vestidos de peles de ovelhas, mas por dentro são lobos devoradores." Mateus 7:15.
Filme: Rogai por nós, The Unholy, 2021
Duração: 99 minutos, aproximadamente
Classificação Indicativa: 14 anos
Direção e Roteiro: Evan Spiliotopoulos
Produção: Sam Raimi, Evan Spiliotopoulos, Rob Tapert
Produção Executiva: Romel Adam, Andrea Ajemian
Elenco: Jeffrey Dean Morgan (Gerald, Gerry), Cricket Brown (Alice), William Sadler, Katie Aselton, Cary Elwes, Diogo Morgado, Bates Wilder, Marina Mazepa, Christine Adams, Dustin Tucker
Plataformas digitais de Aluguel e Compra:
Apple TV (iTunes), Google Play e Microsoft Films &TV (Xbox)
Plataformas digitais exclusivamente para aluguel:
Looke, NOW, SKY e Vivo Play
*Mary Ellen Farias dos Santos é criadora e editora do portal cultural Resenhando.com. É formada em Comunicação Social - Jornalismo, pós-graduada em Literatura, licenciada em Letras pela UniSantos - Universidade Católica de Santos e formada em Pedagogia pela Universidade Cruzeiro do Sul. Twitter: @maryellenfsm
Uma seleção das melhores tiras do grupo de amigas lésbicas mais adorado das HQs.
Ao longo de mais de duas décadas, Alison Bechdel, autora da premiada graphic novel "Fun Home", levou a vida de Mo, Lois, Ginger, Sparrow e de suas amigas a dezenas de jornais. Com um elenco composto quase todo de mulheres lésbicas, "Perigosas Sapatas" foi um marco, abrindo caminho para uma geração de artistas que trouxe diversidade e renovou a cena dos quadrinhos americanos.
Narrada como uma novela ilustrada e considerado pelo jornal Publishers Weekly como uma obra "divertida, irreverente e destemida”, a história se passa em tempo real: as personagens se conhecem, se apaixonam, atam e desatam relacionamentos, trocam de empregos, envelhecem, e suas vidas ao longo de 20 anos refletem as mudanças sociais, culturais e políticas dos Estados Unidos.
"Perigosas Sapatas" acompanha esse grupo de acadêmicas, assistentes sociais, livreiras, ativistas políticas e artistas. É como Sparrow, a ex-hippie convertida ao ateísmo que se identifica como lésbica bissexual e se envolve com o Stuart Goodman, com quem tem um filho. Ou Lois, a drag king ativista às voltas com Janis, sua enteada trans. Ou ainda a própria Mo, a verdadeira protagonista do livro, que precisa conciliar o emprego numa livraria, a carreira acadêmica, a militância e a vida amorosa.
Selecionadas pela autora, as tiras de "O Essencial de Perigosas Sapatas" dão a medida do impressionante escopo do trabalho de Bechdel. São dezenas de tramas que se encontram e se desencontram, num complexo painel humano repleto de humor, amor e comentário social.
A autora Alison Bechdelnasceu em Lock Haven, na Pensilvânia, em 1960. É autora da graphic novel "Fun Home" (Todavia, 2018), que colecionou prêmios e foi adaptada para a Broadway, e de "Você É Minha Mãe?" (Quadrinhos na Cia., 2013).
Dia 26 de junho, Cia. Cabelo de Maria apresenta ao vivo o show São João do Carneirinho, às 16h30, no canal do YouTube da Casa Museu Ema Klabin. Cia Cabelo de Maria celebra o mês junino com show temático. Coco, xote, baião, marchinhas formam a riqueza do repertório e a variedade de ritmos do espetáculo. Foto: Paulo Savala.
Não é porque a pandemia não permite aglomerações que vamos deixar de celebrar a festa mais tradicional do mês de junho. No próximo dia 26 de junho, Cia. Cabelo de Maria apresenta o show São João do Carneirinho, às 16h30, no canal do YouTube da casa museu.
O show ao vivo, pelo programa #TardesMusicaisEmCasa, traz clássicos como: O sanfoneiro só tocava isso (Geraldo Medeiros e Haroldo Lobo), Olha Pro Céu , São João na Roça , São João do Carneirinho, Piriri, Pau de Arara, Fogo sem Fuzil (Luiz Gonzaga); Sabiá, Imbalança, Riacho no Navio (Luiz Gonzaga e Zé Dantas); Menininha, Pisa o Milho, Masseira (Domínio Público); No meu Pé de Serra (Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira); Para Pedro (José Mendes), Farofa fá (Mauro Celso) e Vida de Viajante (Luiz Gonzaga e Hervê Cordovil).
Celebrar São João do Carneirinho é um espetáculo infantil que promete agradar todas as faixas etárias. Concebido pela Cia Cabelo de Maria, tem o intuito de celebrar o período em que se agradece pelas colheitas realizadas, se acendem as fogueiras e são feitos novos pedidos para o próximo ano.
A Cia Cabelo de Maria é formada por Renata Mattar (voz, sanfona e direção geral), Nina Blauth (percussão e voz), Gustavo Finkler (violão, voz, arranjos e direção musical), Micaela Marcondes (violino e vocal), Clara Dum (flauta e voz) e Paulo Pixu (percussão e voz). O espetáculo tem apoio cultural do Governo do Estado de São Paulo, por meio do ProAC-ICMS da Secretaria de Cultura e Economia Criativa, e patrocínio da Klabin S.A.
Serviço: Casa Museu Ema Klabin - #CasaMuseuEmCasa - #TardesMusicaisEmCasa Show São João do Carneirinho - Cia. Cabelo de Maria Data: 26 de junho, a partir das 16h30 Transmissão ao vivo no Canal do YouTube da casa museu: https://www.youtube.com/channel/UC9FBIZFjSOlRviuz_Dy1i2w Gratuito* Classificação etária: 16 anos *Como em todos os nossos eventos gratuitos, quem aprecia a Casa Museu Ema Klabin e pode contribuir para a manutenção das nossas atividades a nos apoiar com uma doação voluntária em nosso site.
Nova série de comédia brasileira da Netflix começa a ser gravada com elenco de peso. Nomes como Fernanda Paes Leme, GKay, Thati Lopes, Marcelo Médici, Romulo Arantes Neto e Maíra Azevedo contam a história de um misterioso assassinato Foto: Julia Rodrigues/Netflix
O convite de um excêntrico milionário para um fim de semana em sua mansão vai virar um divertido mistério em que todos se tornam suspeitos do assassinato do anfitrião. E essa história quem conta - e faz rir! - é um elenco repleto de estrelas, que já começou a gravar a nova série de comédia brasileira da Netflix.
Os atores e atrizes desta trama são conhecidos pelo grande público da televisão e também das redes sociais por uma, digamos assim, "leve" inclinação à comédia. Fernanda Paes Leme, Maíra Azevedo, Marcelo Médici, Thati Lopes, Romulo Arantes Neto, GKay, Silvero Pereira, Raphael Logan, Gi Uzêda, Dhu Moraes, César Maracujá, Paulo Tiefenthaler e Eliéser Mota interpretam personagens de três famílias que circulam por um casarão junto com um atrapalhado detetive e sua equipe. A tentativa de descobrir quem matou o milionário e a disputa pela herança fazem com que todos tenham que (con)viver sob o mesmo teto.
A nova série de comédia da Netflix vai mostrar o lado mais divertido de famílias brasileiras de diferentes cidades do país, trazendo o que o nosso povo e a nossa cultura tem de mais representativo e peculiar quando se trata do humor intrínseco ao convívio familiar, seja no cotidiano ou em situações extremas. Afinal, o brasileiro é a verdadeira personificação do "seria trágico se não fosse cômico", não é mesmo?
Pela Glaz Entretenimento, com produção de Mayra Lucas e Carolina Alckmin, criação de César Rodrigues e Leandro Soares e direção de César Rodrigues e Eduardo Vaisman, a nova série de comédia brasileira da Netflix está prevista para estrear em 2022.
Sobre a Glaz Entretenimento: A Glaz é uma produtora que se dedica a criar séries, filmes e animações com alto nível de diversão e emoção. Os filmes atingiram o Top 10 de bilheteria no cinema e ficaram em Top 10 em diversos países no streaming. As séries são destaques de audiência, tanto as animações quanto as ficções e documentários. A missão da produtora é criar novos universos inesquecíveis para todas as audiências, junto com talentos, equipes e parceiros.
Entre as novidades da produção da nova série da Disney + estão Josh Gad e Luke Evans, que irão retornar aos papéis de Lefou e Gaston. Briana Middleton junta-se ao elenco como Tilly. Foto: Tim Palen
Enquanto fãs ao redor do mundo comemoram o 30º aniversário do inesquecível clássico de animação de 1991, o Disney+ anuncia o sinal verde para uma nova série musical, "A Bela e a Fera" (título provisório), da Disney Branded Television e ABC Signature. A prequela será protagonizada por Luke Evans ("O Alienista") e Josh Gad ("Frozen 2"), que irão repetir os papéis de Gaston e LeFou, e apresenta Briana Middleton ("The Tender Bar") como Tilly, a meia-irmã de Louie.
"A Bela e a Fera" é desenvolvida, escrita e tem produção executiva de Gad, Edward Kitsis e Adam Horowitz ("Once Upon a Time"), que também atuarão como showrunners da série. A equipe criativa da série também inclui a diretora indicada ao Tony Awards® Liesl Tommy ("Eclipsed, Respect: A História de Aretha Franklin"), que será diretora executiva e dirigirá o primeiro episódio.
A trilha sonora original do projeto será desenvolvida pelo compositor EGOT (vencedor do Emmy®, Grammy®, Oscar® e Tony®) Alan Menken, que também atuará como produtor executivo, e as letras das canções do primeiro episódio serão do letrista Glenn Slater ("Enrolados"). A produção começará na primavera do hemisfério norte em 2022.
Ambientado no icônico reino de "A Bela e a Fera", anos antes do épico romance, a série girará em torno de Gaston e LeFou enquanto eles partem em uma jornada com a meia-irmã de LeFou, Tilly, após uma revelação surpreendente sobre seu passado, lançando o trio em uma viagem inesperada repleta de romance, comédia e aventuras. À medida que os mistérios do passado são descobertos e aumentam os perigos do presente, velhos amigos e novos inimigos revelam que este conhecido reino esconde muitos segredos.
“Para qualquer um que se perguntou como o arrogante Gaston e o distraído LeFou se tornaram amigos, ou como uma feiticeira mística lançou aquele feitiço horrível no príncipe que se tornou uma fera, a série finalmente trará respostas a estas perguntas... e provocará uma nova gama de perguntas”, disse Garry Marsh, presidente e diretor de criação, Disney Branded Television.
“Existem poucos tesouros mais valiosos no catálogo da Disney do que esta icônica franquia, e esta prequela é uma carta de amor ao que veio antes, mas também hospeda sua própria grande aventura”, comenta Jonnie Davis, presidente, ABC Signature. “A visão de Josh, Eddy e Adam nos abre uma janela sobre a origem do Gaston do Luke e do LeFou do Josh, com a nova reviravolta de trazer uma nova companheira, Tilly, interpretada pela deslumbrante Briana Middleton. A equipe não estaria completa sem o retorno do genial Alan Menken, que escreverá músicas ainda mais gloriosas para a franquia que ajudou a criar. Somos muito gratos a Gary, Ayo, Michael e a todos os que fazem parte de Disney Branded Television e o Disney+ por seu apoio incondicional. Estamos ansiosos para começar a filmar”.
“Durante três décadas, esta antiga fábula foi uma fonte de inspiração para gerações de fãs em todo o mundo”, diz Michael Paull, presidente, Disney+ e ESPN+. “Estamos ansiosos para dar boas-vindas aos nossos convidados de volta ao mundo mágico e musical de 'A Bela e a Fera' em um capítulo completamente novo com LeFou, Gaston e um maravilhoso elenco de novos personagens”.
Gad, cujos créditos recentes incluem papéis principais em "Avenue 5", "Marshall: Igualdade e Justiça" e "Central Park", está atualmente filmando a série da "Peacock", "Wolf Like Me". Atualmente, também está dando vida ao papel principal de Echo 3, a série de drama da Apple para Mark Boal, e recentemente foi escalado para o papel principal da série do Hulu Nine Perfect Strangers. Middleton fará sua estreia no cinema com "The Tender Bar", uma adaptação das memórias do escritor vencedor do Prêmio Pullitzer J. R. Moehringer, encomendada pela Amazon Studios e dirigida por George Clooney. Atualmente, Middleton está gravando "The Last Will and Testament of Charles Abernathy", para a Netflix.
"A Bela e a Fera" tem produção executiva de Gad, Kitsis, Horowitz, Menken e Tommy, e será produzida por Evans. Gad, Kitsis e Horowitz são os showrunners e roteiristas da série. A trilha sonora será lançada pela Walt Disney Records.
Babu Santana comenta a estreia em "Salve-se Quem Puder". Foto: Globo / Fabio Rocha
Desde o término da 20ª edição do “Big Brother Brasil" não se fala em outra coisa: o retorno de Babu Santana em grande estilo às novelas da Rede Globo. Ator por essência, embora tenha encontrado na participação do maior reality show do país o carinho do grande público, ele não esconde a ansiedade em voltar a trabalhar como ator. A espera chegou ao fim e ele finalmente poderá ser visto em "Salve-se Quem Puder", a partir desta quinta-feira, dia 17.
Na trama de Daniel Ortiz, ele será Nanico, um policial da Federal, que é escalado para reforçar a segurança de Alexia (Deborah Secco), Kyra (Vitória Strada) e Luna (Juliana Paiva) no Programa de Proteção à Testemunha. Estiloso e linha dura, Nanico terá um trailer equipado com câmeras para monitoramento, que ficará estacionado na mesma rua do sobrado de Ermelinda (Grace Gianoukas). É a partir daí que os dois vão se aproximar.
Apesar de ser um tipo sério e de poucas palavras, Nanico chamará a atenção tanto de Ermelinda quanto de Marlene (Marianna Armellini), que também tentará conquistar o policial. O flerte às escondidas entre Ermelinda e Nanico, aliás, promete uma série de situações divertidas. “Sou muito fã da Grace, então no início fiquei bastante nervoso, confesso. Foi reconfortante demais entrar na novela, mesmo com o ‘trem’ já andando. Acho que estava com tanta vontade de trabalhar que fui driblando as dificuldades. Eu me sinto muito honrado de fazer parte disso”, conta Babu.
O ator recorda a emoção de voltar aos Estúdios Globo para gravar a novela em outubro do ano passado. “Foi um grande recomeço. Retomar a rotina de decorar textos, estudar, e pisar num ‘set’ novamente. Espero que eu tenha conseguido transferir toda a minha satisfação com este trabalho para quem vai me assistir agora. O público pode esperar muita diversão e confusão. O Nanico é um figurão! Ninguém pode perder”, avisa. "Salve-se Quem Puder" é escrita por Daniel Ortiz com Flavia Bessone, Nilton Braga e Victor Atherino. A direção artística é de Fred Mayrink, direção geral de Marcelo Travesso, e direção de João Boltshauser, Alexandre Klemperer, Hugo de Sousa e Bia Coelho.
Na época que você estava no "BBB 20” já surgiram as notícias de que você seria convidado para fazer a novela. Como aconteceu? Babu Santana - O convite surgiu através do Daniel Ortiz. Uma das coisas que as pessoas mais falavam pra mim quando saí da casa é que o Daniel puxou uma torcida muito grande pra mim publicamente com o desejo de ter a minha participação na novela. Estou muito feliz por ter dado vida ao Nanico. É a primeira vez na minha vida que tive um autor torcendo por mim (risos). Então fiquei muito feliz em fazer parte do time.
O que você sentiu quando foi finalmente convocado para gravar "Salve-se Quem Puder"? Babu Santana - Eu senti uma felicidade imensa. Uma das minhas maiores preocupações dentro da casa do "BBB 20" era me manter depois e viver da minha profissão ainda mais no meio de uma pandemia mundial. Foi uma emoção muito grande, comparável talvez com as maiores felicidades que eu tive na vida.
Você precisou ficar confinado para poder participar de cenas com maior contato físico? Babu Santana - Não precisei ficar confinado (de novo) não (risos). Deve ser uma experiência estranha. Imagina? Depois do "BBB 20" ter de ficar confinado de novo?
Como foi a sua preparação para viver o Nanico? Babu Santana - Não fiz nenhum trabalho específico de preparação. Eu pesquisei muito sobre o universo da Polícia Federal, comportamento e etc. E o Nanico é um cara sério. Eu comecei a pesquisar os elementos através do texto do Daniel... pela primeira vez eu comecei a ter contato com o texto quase pronto. Aproveitei a quarentena para esse trabalho mais técnico de pesquisa.
O que mais aprendeu com a personagem? Babu Santana - Ele é um personagem com muito humor. Uma coisa que eu sempre aprendo com os meus personagens é trabalhar com intensidade, com verdade. E sempre dar uma profundidade maior às nuances. As gravações, bem diferentes em função dos protocolos de segurança, foram outra experiência. Uma outra logística em que nós mesmos fazíamos a maquiagem e vestíamos o figurino sem auxílio. Consegui me virar bem com o nó na gravata do Nanico porque já havia aprendido com os outros personagens.
Se pudesse apontar uma cena ou momento marcante durante as gravações, qual seria? Babu Santana - Minha primeira cena com a Grace (Gianoukas) foi muito legal. Eu vi no Globoplay os capítulos que tinham sido exibidos antes da pandemia e na época que eu estava no "BBB 20". Revi toda a novela antes de começar a gravar. Então quando eu fui fazer as primeiras cenas foi muito bacana o contato com a galera.
Qual o balanço que você faz deste trabalho? Babu Santana - Eu admiro a Grace de muitos anos. Foi um privilégio dividir cenas com ela e com todas as meninas. Reencontrar o Fred (Mayrink, diretor), ele foi o primeiro diretor com quem trabalhei na Globo na época do "Linha Direta". Esse ano de 2020 foi um ano muito atípico para todo mundo. Mas eu não posso me queixar.
Há muita curiosidade do público para te ver atuando novamente em novelas após o "BBB 20". Você também sente isso? Babu Santana - Acho muito bacana esse carinho do público. Principalmente a galera mais jovem, acha que eu comecei ali no "BBB 20" e outras pessoas que já me acompanham há algum tempo. Estou muito ansioso e quero superar as expectativas. Foi um recomeço. Retomar a rotina de decorar textos, estudar e pisar num set novamente. Espero que eu consiga transferir para quem irá me assistir, todo o prazer que eu tenho em trabalhar atuando.
Qual a importância da participação no 'BBB 20' para a sua trajetória como figura pública e ator? Babu Santana - O "BBB 20" superou todas as minhas expectativas. Por que antes era mais um programa, mas virou "o" programa porque me proporcionou uma projeção nacional. O grande “Brasilzão" não me conhecia. E o “BBB 20”, por ser um programa já tradicional na TV brasileira, me fez entrar na casa de tantos brasileiros e agora essa mesma galera poderá acompanhar meu trabalho na novela. Espero ser representante dessa galera simples por um bom tempo. Eu amo fazer o que faço. A importância do “BBB” foi ganhar tanto carinho e amor do público. E foi direcionado pra mim, não para nenhum personagem. Isso é muito lindo.
O que o público pode esperar do Nanico? Babu Santana - Muita diversão e confusão. O Nanico é um figurão. As pessoas podem esperar um cara sóbrio, sério... Será? (risos). Ninguém pode perder.