quinta-feira, 11 de junho de 2015

.: Doutor Bactéria no Motel - dicas e cuidados‏ para o Dia dos Namorados

Por Roberto Martins Figueiredo (Dr. Bactéria)
Em junho de 2015

Contaminação de Motéis

Hidromassagem - Fazendo questão do uso destes equipamentos, saiba que , quando contaminados, podem causar problemas respiratórios, alérgico e infecções de pele, sem imaginar a "herança" de outros casais que pode estar escondido nos encanamentos.

Antes de usar proceda da seguinte forma:
- Amarre um barbante ou cadarço de sapato no ralo da banheira que deve estar fechada deixando a outra ponta fora da banheira.
- Encha a banheira com água bem quente(até o nível de sucção) da hidromassagem. Deixe funcionar por, pelo menos, cinco minutos e com o auxílio do barbante puxar o ralo e deixar escoar. Pronto. Está pronto para o seu uso.

Cobertores e lençóis:
- Somente use se estiverem dentro de sacos plásticos e lacrados, a mesma coisa para toalhas de rosto e de banho;

Sabonetes e xampus :
- Somente use se estiverem em embalagens totalmente cheia e sem marcas de bolores;

Chinelos
- Evite o uso, pois dificilmente são higienizadas corretamente e podem transmitir micoses.
“ Na presença de insetos ou ácaros (baratas, percevejos , etc) ligue imediatamente e faça a reclamação - não permaneça no local, troque de motel”, comenta dr. Bactéria.

Alimentos: procure saber se os pratos são feitos no momento do pedido ou se já estão prontos, sendo reaquecidos. De uma forma ou outra eles tem que serem servidos bem quentes.

Frigobar: observe o prazo de validade dos alimentos e bebidas antes de se servir, estando fora do prazo, telefone reclamando.

Colchões: verifique se não estão úmidos ou com marcas de umidade ou emboloramento.

Sauna:  evite sentar diretamente nos bancos (geralmente de madeira ou azulejo) utilize uma toalha.

Travesseiros: observe se as fronhas estão limpas e sem manchas, de preferência, deve ter um protetor impermeável.

Paredes: apresentando manchas de bolor (mofo), seja teto ou paredes , no quarto ou banheiro. Pode causar problemas respiratórios e alergia.

Sempre utilize preservativos (de marcas de qualidade), mesmo com parceiros constantes.

“Parece que dá trabalho observar tudo isto, mas se o presente é trabalhoso, o futuro vai te agradecer”, finaliza o biomédico.

.: Show memorável com MCs consagrados de SP e rapper do RJ

Dois dos melhores MCs do Brasil e integrantes dos principais grupos de rap de São Paulo em um encontro histórico neste sábado.  Nog, do Costa Gold, convida Spinardi, do Haikaiss, para uma apresentação exclusiva no lançamento da Allezy – única marca de moda com graffiti art/streetwear no DNA.

Além de clássicos de cada um dos grupos, o show, que acontecerá no mesmo cenário que haverá exposição de arte e pinturas de telas ao vivo, contará ainda com participações do Damassaclan.

Nesta noite também, a presença esperada do rapper Ramonzin – que dispensa apresentações e é conhecido como um dos precursores do freestyle carioca.

Durante o evento, aberto ao público, a partir das 21h, os artistas urbanos que assinam as roupas colecionáveis da nova marca serão homenageados: Bruno Lucena, Mauricio Glor, Bruno Nobru, Deone, MOSK e Carol Murayama. Nome da lista para entrada gratuita: contato@allezyshop.com. 

Local Superloft:  Rua Cardeal Arcoverde, 2926, Pinheiros – SP - http://superloft.com.br/sobre/ ´
Atualmente, a maior edificação 100% containers na América Latina são a sede de um complexo dedicado à cultura e entretenimento urbano Implantando na Rua Cardeal Arcoverde, há 100 m da estação Faria Lima do Metro.

Shows:
. NOG (COSTA GOLD) convida:
. SPINARDI (HAIKAISS) + 2 ATRAÇÕES SURPRESA
. Ramonzin

Atrações:
. Exposição dos Artistas Glor, Bruno Lucena, Carol Murayama, DeOne e 
. Mosk
. Djs do Pow Pow Pow
. Live painting de Graffiti
. Dj EB
. DJ Cidy

Produtos da Allezy à venda durante todo o evento
Food Truck

Valores: 
Nome na lista/ válido até 00:29
R$ 20: entrada
R$ 40: consumação
R$ 300,00: antecipado
(2) Entradas + (1) Garrafa Absolut Vodka + (4) TNT Energy Drink
.Sem nome na lista ou depois das 00h30

.: Polêmica: “Di” menor – inocente ou delinquente?

Por Bernardo Campos Carvalho
Em maio de 2015 

Muito se discute a respeito da maioridade penal do Brasil. Por conta disso, pelo clamor popular, a Câmara dos Deputados deve votar nos próximos dias a nova lei sobre a redução da maioridade penal.

Entendo, com a devida vênia, que tal matéria deveria estar decidida há muito tempo e não somente agora ir a plenário.

O mundo mudou, tudo evoluiu. Se compararmos os costumes antes da década de 20 com os de agora, não existe semelhança. A história nos mostra que um garoto naquele tempo era verdadeiramente uma criança, não tinha o discernimento,  o conhecimento e a vivacidade das crianças atuais, não exercia as funções sociais e nem tinha responsabilidade, portanto, não era cobrado como hoje.

O adolescente mudou muito. Hoje tem tanto ou mais conhecimento que um maior de idade, pratica crimes hediondos, chefia quadrilha de criminosos, tanto na venda de drogas, quanto em assaltos ou sequestros. Tem mais periculosidade e inteligência para o crime que muitos criminosos com mais idade.

Se o menor hoje é considerado capaz para tantos atos da vida civil, destacando-se, inclusive,  para votar e eleger governadores e presidente da República, por que o absurdo de ser isento da responsabilidade penal  pelos crimes bárbaros que praticam?

Ora, se assim fosse, mostrariam fragilidade e não arrogância e prepotência quando presos. Outro dia, conversando com um amigo, membro do Poder Judiciário que defende a não redução da menoridade penal, lhe falei: "Se o menor é tão bonzinho, porque você não o leva para sua casa?”, confesso, não obtive resposta.

Como advogado criminalista há mais de 30 anos, diuturnamente presenciamos nas delegacias a polícia se desdobrar para descobrir o criminoso e, quando prende,  ouve a célebre fase "não me toque sou ‘di’ menor". Às vezes, infelizmente, o menor criminoso sai da delegacia antes das testemunhas e da vítima, pois a polícia pouco ou nada pode fazer.

A sociedade não pode continuar calada, não pode permitir esse descaso legal, verdadeiro absurdo. É necessário pressão em cima dos nossos legisladores, em movimento nacional, semelhante a de um  Impeachment, para que se opere mudanças e a sociedade possa dar um passo à frente, buscando um pouco de paz.

Se nada fizermos e continuarmos somente reclamando para nos mesmos, vamos continuar a conviver com esse estado de coisas, com os crimes violentos praticados, perda de entes queridos e importantes em nossas vidas, sabendo de antemão que o menor não é inocente, mas sim delinquente, e o que é pior, será solto sumariamente, dando risadas de nossa caras. E a polícia, mais uma vez, será desmoralizada e ridicularizada, com a palavra mágica “sou ‘di’ menor".

* Bernardo Campos Carvalho é advogado criminalista há mais de 30 anos. Especialista em tribunal do juri, participou de muitos casos emblemáticos, entre eles o caso “Celso Daniel” e “Champinha”.

.: Banda Metrô, sucesso dos anos 80, de volta aos palcos

Uma excelente notícia para todos os amantes do rock dos anos  80´s, uma década marcada por mudanças e pelo surgimento de várias bandas em todo Brasil que marcaram nosso cenário musical. Um momento histórico propício a rupturas e recomeços, transformou o rock brasileiro em um fenômeno de massa até entao inédito no país.

Foi neste cenário que surgiu uma das bandas de maior sucesso da década de 80’s, o Metrô, formada na cidade de São Paulo, SP em 1984 por Virginie, Alec Haiat,Yann Lao, Zavie Leblanc, Dany Roland. O Metrô alcançou as paradas de sucesso com os hits “Beat Acelerado”, “Olhar”, " Johnny Love ", “Tudo Pode Mudar” e, “Ti Ti Ti”, esta, tema de abertura de novela global.

O Metrô está de volta aos palcos com sua formação original, o que é notícia admirável para os seus fãs. O diretor de TV Paulo Lucas, sócio presidente da produtora MPB FILMES responsável pelo retorno, assinou contrato com a banda e já prepara a produção do CD e DVD,  além da produção de grande turnê nacional e internacional.                                                              

O retorno do Metrô, será em grande e magistral performance, no palco principal da Virada Cultural Paulista.  Uma excelente oportunidade para relembrar, ou os mais jovens, conhecerem essa banda tão emblemática.

.: Gabriel O Pensador está no Festival Quiksilver de Música

Por Karol Lopes 
Em maio de 2015

A Quiksilver patrocina o Festival Quiksilver de Música, evento gratuito que acontece dentro da programação do Festivalma XI, entre os dias 11 e 14 de junho em São Paulo e Santos. Dentre as atrações que acontecem no Parque do Ibirapuera, dia 11, está o show do carioca e surfista de alma Gabriel O Pensador. Conversamos com ele, que nos contou um pouco sobre projetos futuros, sua paixão pelo surf e a expectativa para esse show, que promete divertir o público presente.

É a primeira vez que você se apresenta no Festivalma. Qual a sua expectativa para esse show, que será dentro de um evento totalmente dedicado ao surf?
GABRIEL - É a primeira vez que toco nesse Festival. A expectativa é grande! Tenho certeza que vamos curtir e nos divertir muito. Eu vou me sentir em casa porque é um ambiente de surf, vários amigos presentes, a galera que gosta de música e esporte reunida em um show gratuito, que é sempre uma emoção diferente e eu gosto muito de fazer. Além disso, estou em um momento muito bom com a banda, entrosado com os músicos, fazendo improvisos e muita coisa que a gente gosta de fazer no palco. Então, eu vou para trabalhar e também me divertir com a galera.

O surf faz parte da sua vida. Como começou essa paixão por esse esporte?
GABRIEL - Comecei a pegar onda com 11 anos de bodyboard e aos 12 passei a pegar onda com prancha. De lá pra cá, sempre surfei, com alguns intervalos ao longo da vida, mas, sempre sentia muita falta do surf quando não surfava. Eu fiz muitas viagens e muitas amizades através do surf, inclusive, na minha formação, ainda adolescente, ele teve um papel importante junto com a galera da Rocinha e outras coisas que vieram por causa do meu convívio com a turma da praia do Cantão de São Conrado. Então o surf me fez e faz bem de muitas maneiras, é até difícil resumir numa resposta curta.

QS - Qual a melhor onda que já surfou?
GABRIEL - A melhor onda que eu já surfei... É difícil dizer, mas um dia épico com condições inacreditáveis foi em Rags, na Indonésia, mas infelizmente, não foi um dia de muita sorte. Eu perdi minha prancha e tive que ir buscar em um lugar de difícil acesso e um nativo escondeu a prancha para pedir dinheiro depois e me devolve-la. Foi uma história muito louca, mas foi o mar mais perfeito que eu já vi. Estava com o Teco Padaratz, com uma galera boa no barco e nesse dia eu não consegui aproveitar muito. Mas, teve outro dia nessa mesma trip, que a gente voltou e pegou condições parecidas. É uma onda que marcou muito, mas têm outras, a maioria na Indonésia. Também gosto muito de pegar onda em São Conrado, aproveito para lembrar a nossa campanha "Salvemos São Conrado", que é uma onda muito especial, uma praia muito especial, que está jogada no lixo! A galera não cuida como deveria, deixa sempre por último essa praia, por ser frequentada por moradores da favela. O surf no Brasil está vivendo o seu auge. Alguns nomes, como Gabriel Medina, Filipe Toledo, Adriano Mineiro e Wiggolly Dantas são de São Paulo e competem entre os melhores do mundo o WCT. Esse é o 11º Festivalma que acontece na cidade, mais especificamente no Parque do Ibirapuera, conhecido como a praia dos paulistas. 

Em sua opinião, por que o surf é tão forte na terra da garoa?
GABRIEL - Eu acho que o surf já rompeu fronteiras, cresceu muito e continua crescendo.Estamos vivendo um momento mágico, onde vemos o interesse das crianças pelo surf, de adultos que não conheciam o esporte. A minha música "Solitário Surfista" foi até um termômetro disso. As pessoas curtem muito essa música, mesmo no interior do Brasil, longe do mar.É um esporte bonito de assistir, emocionante, envolve coragem, risco, e a gente nota que o pessoal de São Paulo está sempre se virando pra dar um pulinho no mar, já que a cidade tem praias próximas, então, não é uma coisa tão estranha, aliás pra mim, não é nem um pouco estranho. Mas, é bom que a gente faça esse festival no coração de São Paulo e traga o espírito da praia para dentro da cidade.

Se você não fosse músico/escritor, qual profissão escolheria?
GABRIEL - Eu já tinha escolhido uma profissão, comecei a faculdade de Comunicação e queria ser jornalista, mas, eu estava com essa coisa do rap muito forte na época, batalhando muito para dar certo, mas acredito que se não fosse músico ou escritor, como você diz (risos), eu continuaria a faculdade e trabalharia com jornalismo de alguma forma.

Qual show foi mais marcante na sua carreira e qual música não pode faltar no seu repertório?
GABRIEL - Já fiz alguns shows marcantes e poderia me lembrar de alguns.Os shows de Réveillon em Copa Cabana, Recife e em Florianópolis, por exemplo, o show de abertura pro U2, no estádio cheio.Também é emocionante fazer shows pequenos, eu me lembro de vários. Mas eu diria que o show mais marcante é sempre o próximo. Eu sempre me arrepio, mostro isso para a plateia e isso é o que eu mais agradeço, o prazer de fazer o que eu faço, a emoção de poder interagir com a galera. Eu muitas vezes trago pessoas da plateia para o palco e esses são sempre momentos únicos. Sempre sonhei em gravar um disco, então, cada show, cada música que canto é o meu sonho se realizando. Não me apego a shows passados, fico muito ligado e grato por cada momento, pelo que está acontecendo em cada momento, então o show marcante vai ser esse de hoje, e assim tem sido, graças a Deus, tem sido sempre marcante. Tem algumas músicas que eu tenho um carinho especial, "Até Quando", que encerra os shows, é uma das músicas que não pode faltar.

Quais os próximos projetos em sua carreira?
GABRIEL - Estamos com uma festa chamada "Ajoelhou tem que rezar", que é um projeto interessante que já está rolando esporadicamente, que envolve o meu show e outros convidados. Também tem um livro já pronto que está sendo ilustrado e que vai sair em parceria com uma escritora chamada Laura Malin. É um livro infantil sobre esporte, encomendado pelo Cob (Comitê Olímpico Brasileiro). Além disso, tem o futebol, que sempre dedico um tempo a isso e a gravação de um DVD que já estamos falando, eu e meu empresário, e estamos programando com calma.

Serviço:
Festival Quiksilver de Música - Festivalma XI
Data e local: 11 de junho no Parque do Ibirapuera, em São Paulo;
13 de junho no Parque Roberto Mário Santini, em Santos.
Entrada gratuita
www.festivalma.com.br


.: A complicada arte de colecionar bonecas de até 30 centímetros

Por: Mary Ellen Farias dos Santos*
Em junho de 2015*


Você já não é menininha há um bom tempo, mas... por ser colecionadora, fatalmente passa a ser vista como infantil. Ok! Ainda não tomou coragem em iniciar ou expor aos outros que coleciona bonecas? Caso pretenda revelar este seu outro lado a dica é a de levar tudo na esportiva. Aprenda a ignorar toda e qualquer "brincadeira" desagradável. Como? Use bem os pulmões para inspirar e expirar a cada comentário ambíguo que, certamente, receberá.


E, acredite, há amolação até de alguns membros do próprio grupo de colecionadores. Sim! Este é vasto e bastante diversificado. E como tudo na vida, não é perfeito!

Um aviso que nunca deve ser esquecido: aborrecimentos, por mais que se faça das tripas coração... são inevitáveis. Desgaste até com a própria fabricante Mattel do Brasil -ou somente distribuidora oficial aqui no nosso país- é outra certeza. Afinal, nem toda reclamação é "considerada".


Infelizmente, colecionar boneca Barbie e similares causa muita confusão entre aqueles que somente admiram. Há quem queira igualar todo e qualquer exemplar como Barbie e ponto final. Logo, aquela boneca que está a venda no mercado do bairro é exatamente a mesma que os colecionadores tanto desejam. Ledo engano!
Uma Barbie antiga, com a marca da famosa Estrela S.A., não vale milhões assim. Ok! Há colecionadores que super valorizam os seus "bens". Fato! Contudo, é preciso considerar muito mais do que um timbre nas costas, como por exemplo, a conservação do objeto e se há acessórios originais... entre outros.

E assim... a arte de colecionar ganha muitas complicações, mas... confesso desde já que é extremamente prazerosa. E você... quer colecionar bonecas de até 30 centímetros?

* Mary Ellen é editora do site cultural www.resenhando.com, jornalista, professora e roteirista. Twitter: @maryellenfsm 

quarta-feira, 10 de junho de 2015

.: A luta de classes no quarto episódio do MasterChef

Por Helder Miranda, com a colaboração de Luís Alberto Buchholz Ribeiro


Aritana jura que sabe cozinhar. Mas saber cozinhar é premissa básica em um "MasterChef" de qualquer nacionalidade. O problema é que ela não sabe fazer doce, logo, não tem condição para sequer participar do programa. O que a fez entrar, então? A mistura entre o sobrenome famoso, o que geraria interesse de ainda mais telespectadores pelo programa, e a habilidade de cozinhar pratos salgados. Habilidade não é cozinhar bem, habilidade é habilidade, não passa disso.

Aritana jura que teve um pesadelo com uma prova em que seriam testados os dons culinários para fazer sobremesas. Disse que não era a bad girl que aparentava ser, aquilo era só casca, mas se desmentiu completamente quando tirou o corpo fora e resolveu salvar a própria pele, arriscando o pescoço de participantes que se saíram melhor que ela naquela prova que serviu um almoço a militares. Ou seja, não pensou duas vezes antes de colocar na berlinda outra pessoa mais merecedora que ela, pelo desempenho na prova que ela liderava, para fugir do próprio pesadelo. 

Voltando no tempo, para servir um batalhão de 100 alunos da Força Aérea Brasileira, foram separados dois grupos, liderado pelos executores dos melhores pratos do episódio anterior, que foram escolhendo um a um de seus ajudantes. O “Azul”, comandado por Murilo, ficou com seis integrantes e se atrapalhou demais com muita desorganização e liderança perdida. O “Vermelho”, com Aritana à frente, teve um participante a mais e parecia estar bem mais organizado, mas a edição deve ter feito assim para que se pensasse que o “Azul” perderia. 


As duas equipes tiveram problemas em cozinhar para uma grande quantidade de cadetes. O time de Murilo decidiu não servir o prato queimado e o substituiu por cuzcuz. O chef francês não perdeu a chance de ter uma atitude ridícula e chamou o participante de perdedor, ameaçando continuar sendo exigente até que ele desista do programa. O que Jacquin faz é atrapalhar todo mundo. São coisas que se digam para um participante e seu grupo durante uma prova? Pressão no "Azul" e no "Vermelho" não? Isso parece preferência...

Até a chinesa Jiang, que parecia tão segura de tudo e agora está sempre atrapalhada, nervosa, foi desestabilizada por tanta tirania. Esses chefs desestabilizam até os milenares orientais. Por muito menos, muitos teriam desistido, os jurados estão impossíveis nessa temporada, não há a necessidade de serem tão maus.

Aritana, elogiada pela postura de líder, descobriu que o arroz carreteiro feito por Iranete estava queimado, mas resolveu servir o prato - se Aritana “bancasse” essa escolha, e seguisse para a prova de eliminação, tudo bem, mas... No fim das contas, mesmo com um integrante a mais, o “Vermelho” de Aritana perdeu, e o programa acabou conduziu ao pensamento de que os jurados diriam algo em torno de: “Esquecemos de dizer que hoje saem dois. Você, Aritana, é uma delas!”.


Aritana jura que não era essa a intenção, mas, com a atitude de se acovardar diante do pesadelo que afirmou ter, trocou de lugar com o advogado Rodrigo, que entregou uma sobremesa com chocolate endurecido. Se isso serve de consolo, qualquer chocólatra assumido adoraria comer a engordativa guloseima. O advogado não estava em seu melhor dia, admitiu isso, mas vinha fazendo uma trajetória limpa, com bons pratos, e na disputa do almoço dos militares, tinha se saído realmente melhor do que os outros participantes. Isso era ponto pacífico e consenso entre todos. Mas vencer um reality show também requer sorte. Talento ele tem, e fico feliz que afirme que vai seguir esse caminho por uma satisfação pessoal.

Aritana jura que não tem nada pessoal contra a empregada doméstica Iranete. Mas essa implicância, que Aritana conseguiu espalhar para outros participantes, nada mais é que uma luta de classes. Iranete, a empregada doméstica, está lá, competindo de igual para igual. Não está numa posição subalterna, e nem abaixa a cabeça para ninguém. Gosto da maneira com o que ela segue as suas convicções, não seguindo as orientações impositivas da chef argentina que, dona da verdade, aparenta ficar contrariada quando alguém não segue o que diz.  


Não são eles, os chefs, que incentivam a personalidade do cozinheiro impressa nos pratos? Ficar parada naquela cozinha enquanto todos suavam querendo mostrar serviço foi um ato de resistência. Não foi à toa que a audiência do programa, nas redes sociais, queria que ela, a empregada que limpa o chão de pessoas que nunca limparam um, fosse salva. Pessoas como Iranete, nunca teriam a ilusão de ter a mesma oportunidade que patricinhas de grife (não terão, acredite), não fosse o mundo imagético da televisão.

Iranete  pode até ter deixado o arroz queimar, mas foi sob a liderança de Aritana que, por si só, jura que não tem culpa no cartório enquanto os outros fingem que acreditam. Quem jura mente, e aos poucos, dentro do programa, é possível saber separar caráter e jogo dentro de um mundo de vários ingredientes. Dois pesos e medidas: Aritana e Iranete.


A respeito dos outros participantes que se destacaram, Izabel, a minha querida bonequinha matryoshka, pregou um susto daqueles nos que torcem por ela quando se descuidou e deixou uma parte cortante fazer parte da sobremesa servida por ela. O publicitário Raul, santista da gema, com o seu jeito despachado, vem ganhando espaço e conquistando o respeito dos chefs e torcidas. Não é de hoje que santistas vem se destacando em programas culinários. A talentosa, doce e multifacetada Maisa Campos, no programa “Cozinheiros em Ação”, da GNT, fez escola e segue fazendo sucesso em seu ateliê de cozinha.


Mas não pude deixar de rir ao ver os conceituados “chefs du cuisine” remexendo aquele prato de chocolate feito por Raul. Paola Carosella tem a mania de cheirar a comida antes de degustar, o que acho um hábito horroroso. Erick Jacquin, o péssimo hábito de desconstruir a comida a ponto de deixá-la num estado lastimável e... nojento. Mas, especificamente naquela sobremesa preparada por Raulzito, mais pareciam chafurdar em uma poia de merda ainda quentinha. 


***

Bônus: a cena dos jurados remexendo a sobremesa de Raul me remeteu a esta cena do filme "Histórias Cruzadas", que me fez passar vergonha no cinema de tanto que gargalhei. Fala sobre a luta de classes, o tema dessa postagem, e de comer merda. Veja e ria também!



.: "Musas Populares Brasileiras", a série transmídia do "Fantástico"

Quantas músicas você conhece com nomes de mulheres? As Milas, Amélias, Sandras e Terezas, que sempre serviram de inspiração para compositores, agora são o fio condutor de ‘Musas Populares Brasileiras’, nova série do ‘Fantástico’, com previsão de estreia para 14 de junho. 

Com direção de Giuliano Chiaradia, ela conta, em quatro episódios, a história de quatro dessas mulheres, o que está por trás de cada uma delas, além de revelar quais existiram de verdade e quais são fruto da criatividade dos compositores. 

Com formato transmídia a audiência poderá checar pistas sobre as musas espalhadas pelas redes sociais. Interativa a série inova ao GAMIFICAR AS HASHTAGS #EXISTIU e #NAOEXISTIU e vai ao ar em dois blocos. No primeiro, o programa conta a história da musa por meio de um mini documentário. 

Depois, o público pode opinar, por meio das redes sociais, se elas existiram ou não. Quem dá a resposta final é o próprio cantor da música-tema, que vai ao palco do programa. Na estreia, Tadeu Schmidt e Poliana Abritta recebem Sidney Magal para falar de sua musa mais famosa.

.: “Família” e “O Boticário”, os temas mais discutidos nas redes sociais

O Scup, ferramenta líder em monitoramento, gestão e análise de mídias sociais, monitorou no Twitter e no Instagram, entre os dias 3 a 8 de junho, os termos ligados a 19ª Parada do Orgulho LGBT, que lotou a Avenida Paulista, em São Paulo, no último domingo, dia 7. Durante o período analisado, “Família” foi o assunto mais comentado, com 17.693 citações, seguido por “O Boticário” (10.078),  “Religião” (8.225) e “Malafaia” (2.447).

Já entre as palavras com maior número de menções, destacam-se “crucificada”, “crucificação”, “cruz” e “transexual”. Provavelmente, em virtude da aparição da modelo Viviany Beleboni, transexual que chamou atenção ao desfilar presa a uma cruz, em cima de um carro de som, encenando o sofrimento de Jesus para, segundo ela, representar a agressão e a dor que a comunidade LGBT tem passado.

Enquanto a marca "O Boticário", que sofreu críticas e também grandes defesas ao lançar campanha para o Dia dos Namorados que expunha casais homoafetivos, foi citada mais de 10 mil vezes no período analisado, a Motorola, que ofereceu wi-fi grátis durante a Parada e também criou campanhas defendendo os LGBTs não teve a mesma repercussão, alcançando pouco mais de mil menções.

Durante os seis dias analisados, foram coletados mais de 324 mil itens, sendo que o pico de comentários ocorreu no dia do evento, com 192.625 menções. Dentre aqueles que comentaram a Parada, 55% são do sexo feminino e 45% do sexo masculino (dado cadastrado na bio do Twitter) e a maioria vive em São Paulo (31%). Os cariocas também se manifestaram bastante sobre o assunto nas redes sociais, representando 23,4% daqueles que tuitaram.
Nuvem de palavras Scup

Sobre o Scup
O Scup é a ferramenta líder no mercado brasileiro em monitoramento, gestão e análise de mídias sociais que contribui para que empresas conheçam a fundo seu mercado de atuação, consumidores e concorrentes, gerando insights para os negócios, e construa relacionamentos profundos com seus públicos de interesse. Há 5 anos em atuação, o Scup está presente em três continentes e atende uma em cada quatro das 100 maiores e melhores empresas da revista Exame, tendo mais de 900 clientes e 35 mil usuários cadastrados. Com mais de 80 colaboradores apaixonados por inovação, é a única tecnologia na América Latina certificada, ao mesmo tempo, pelo Twitter e pelo Facebook. Para construir melhores práticas em redes sociais e contribuir para o desenvolvimento da área, o Scup compartilha conhecimento por meio de eventos e conteúdos disponibilizados no Scup Ideas. Saiba mais sobre o Scup no www.scup.com.


.: Executivo do WordPress vem ao Brasil para lançar canal

O WordPress.com é um serviço online para criação de sites e blogs, de propriedade da Automattic. Wordpress, o sistema de gerenciamento de conteúdo por trás desse serviço, já domina 24% de tudo o que é publicado na internet, segundo pesquisa da W3Techs. No Wordpress.com, 58 milhões de publicações são feitas todo mês, alcançando um público que vai de blogueiros e artistas até grandes organizações. Em terras tupiniquins a ferramenta também não perde em popularidade: o português brasileiro é a quarta língua mais usada no Wordpress.com. 


Avaliando esse cenário, o WordPress.com decidiu se aproximar destes usuários abrindo seus primeiros canais oficiais por aqui, com conteúdo totalmente em português. Esta é, inclusive, uma das novidades que Stu West, CFO da Automattic, trará em sua visita ao país no próximo dia 13 de junho em Belo Horizonte, no 2º WordCamp BH, evento que acontece em várias cidades do mundo para usuários compartilharem conhecimento sobre WordPress. Nesta oportunidade, o público conhecerá a página oficial no Facebook WordPress.com Brasil e o novo blog que será gerenciado pelo Edney Souza, o ‘Interney’. 

O ‘Interney’ merece o apelido: ele é consultor de marketing de conteúdo e redes sociais, professor nas conceituadas ESPM e FGV e organizador de eventos como Social Media Week São Paulo e Campus Party Brasil. Além disso, Edney é um dos veteranos na geração de conteúdo para internet no Brasil e continua sendo um dos mais influentes na área, por isso vai encarar a missão de escrever sobre otimização e dicas de conteúdo na criação de sites e blogs via WordPress.com. 


Saiba mais sobre o WordCamp BH 2015: O evento, originado nos Estados Unidos, acontece no mundo inteiro e conta com o apoio da Fundação WordPress, da comunidade local e de diversos patrocinadores. É uma conferência sem fins lucrativos que tem sido referência para diversos tipos de profissionais se aprofundarem na plataforma e suas diversas ferramentas. O evento, que no Brasil é realizado desde 2009 e já passou pelas principais capitais brasileiras, acontecerá no dia 13 de junho de 2015, na capital mineira, e contará com palestras, debates e oficinas. 

Saiba mais sobre a segunda edição do WordCamp BH 2015: https://belohorizonte.wordcamp.org/2015 
Canais oficiais do WordPress.com Brasil
Blog: https://br.blog.wordpress.com/
Facebook: https://www.facebook.com/brwordpresscom
Site: https://br.wordpress.com


.: Grande Rio fala das belezas de Santos na Marquês de Sapucaí

A Fonte do Itororó, localizada no sopé do Monte Serrat, no Centro Histórico de Santos, deu origem a uma conhecida cantiga popular iniciada com o verso "Fui no Itororó beber água e não achei". A mesma fonte, aliada à música, inspirou o carnavalesco Fábio Ricardo, da escola de samba carioca Acadêmicos do Grande Rio, a escolher a Cidade de Santos, onde tem familiares residindo, como enredo para o desfile da agremiação em 2016, pelo Grupo Especial do Carnaval do Rio de Janeiro.

A escola entra na Marquês de Sapucaí falando sobre a vasta história da Cidade, que completa 470 anos em 2016, sob o tema "Fui no Itororó beber água, não achei, mas achei a bela Santos, e por ela me apaixonei...". Entre outros assuntos, o enredo aborda a inspiradora fonte, José Bonifácio de Andrada e Silva, Padre Bartolomeu de Gusmão, Pelé, Santos Futebol Clube, Neymar, o maior porto da América Latina, café, petróleo, praias e pessoas, entre outros destaques, em uma iniciativa totalmente autoral, que não conta com apoio financeiro da Prefeitura de Santos.  

O pedido de autorização para utilizar o município como tema do Carnaval do próximo ano ocorreu logo após os desfiles do último mês de fevereiro, segundo conta o secretário-adjunto de Cultura de Santos, Rafael Leal. “O pessoal da Grande Rio pediu autorização para utilizar o nome da Cidade. Concordamos e ficamos muito contentes. Lisonjeados. Vamos ajudá-los com todas as informações para que vençam o Carnaval”.

.: Marco Aurélio, o escoteiro desaparecido, há 30 anos procurado

Por Ivo Simon
Em maio de 2015

8 de junho de 1985. Uma data para não esquecer. Início de uma história de 30 anos que mudou a minha vida e a da minha família.

Numa jornada do Grupo Escoteiro Olivetano, quatro jovens escoteiros de 15 anos e um líder adulto, 36 anos, tentavam alcançar o Pico dos Marins, próximo à cidade de Piquete,  no Vale do Paraíba, quando a 1.700 metros de altitude, um garoto torceu o pé.  Marco Aurélio, meu filho, foi autorizado a buscar socorro, enquanto os demais tentariam segui-lo lentamente.  Mas Marco Aurélio não venceu a montanha de pedras. Desapareceu, como por encanto e até hoje não existe um só indício, um fio de cabelo, que indique o que aconteceu.

Mais de 300 homens realizaram as buscas por cerca de 30 dias, incluída entre as maiores já realizadas no Brasil, com policiais civis, militares, mateiros, espeleólogos, alpinistas, dois helicópteros, três equipes do COE - Comando de Operações Especiais, teólogos.

É o terceiro maior mistério do mundo. 

Como jornalista, tive o amparo maciço dos companheiros de imprensa de todo o país, das autoridades e principalmente da população de Piquete e da região. Mas Marco Aurélio nunca mais foi visto, apesar do uniforme escoteiro e tanta gente procurando, não se conseguiu um único indício de um local por onde teria passado.

Hoje recorro a você, caro leitor. Veja as fotos envelhecidas que aqui anexo. Veja se você conhece ou viu alguma pessoa parecida. E entre em contato comigo, com as assistentes sociais ou autoridades de sua cidade, mas me avise, por favor.

Marco Aurélio pode estar em qualquer lugar deste país ou do exterior, porque ele está vivo, tenho certeza.

Apesar de muita gente acreditar que o líder escoteiro Juan Bernabeu Céspedes assassinou Marco Aurélio e sumiu com o corpo, eu não penso assim.  Afinal, ao que se sabe, ele nunca antes havia cometido um crime e nem o cometeu depois. Seu erro foi autorizar Marco Aurélio a ir buscar socorro no meio de uma montanha que não conhecia e onde não havia ninguém para ajudar, decisão que ninguém entende e levantou suspeitas que perduram até hoje.  O que se sabe, e que só vim a tomar conhecimento pelas peças do inquérito, onde é taxado de frio e calculista, é que ele tem transtornos mentais, como comprovou em entrevistas posteriores, afirmando que não errou e que se tivesse que tomar uma nova decisão ela seria exatamente a mesma.

Mas isso pouco importa. O que busco é localizar Marco Aurélio. Durante esses 30 anos tivemos informações de pessoas parecidas com Marco Aurélio em São José dos Campos, Campos do Jordão, Lavrinhas, Botucatu, Pindorama, Sorocaba (SP), Fortaleza (CE), Imperatriz (MA) , Botuporã (BA), Ouro Fino, Belo Horizonte (MG), Rio de Janeiro, Resende (RJ) e tantas que perdi a conta... Duas vezes fomos identificar pessoas que usavam o nome de Marco Aurélio e se faziam passar por ele, porque haviam gostado da histórica aventura. Ainda agora estamos avaliando informações que recebemos de Cachoeira de Minas e Conceição dos Ouros, em Minas Gerais.

A imprensa sempre noticiou as nossas buscas. Tive dois infartos, fiz duas cirurgias do coração (uma mamária e duas safenas) e minha esposa tem cinco doenças autoimunes. Tudo de fundo emocional.

Mas temos saudade, muita saudade do escotismo. Dos acampamentos que grupos faziam em nosso sítio em Mairiporã. Da primeira vez meu filho Fábio veio me dizer que queria ser escoteiro e já tinha ido falar com o chefe, no Grupo Escoteiro Olivetano. 

Movida pelo belo trabalho do escotismo e do bandeirantismo, toda nossa família ingressou nesses movimentos. Anos depois, Fábio tornou-se Lis de Ouro e, como tal, entregou a bandeira do Brasil, em nome da UEB, ao Rei Gustavo da Suécia, e minha filha Patrícia um quadro à sua esposa, a rainha Silvia, quando o casal foi homenageado em São Paulo.

Pena que a irresponsabilidade do chefe acabou com o nosso grupo. Ficaram ainda as amizades, mas as atividades cessaram, as famílias ficaram com medo de prosseguir. Mas foi um erro de conduta, inadmissível, de um chefe, o que em nada denigre a beleza de formação dos jovens junto às comunidades e à natureza. Mas fica um alerta aos pais, para que analisem bem quem são os responsáveis e como se comportam os líderes, não só no escotismo, mas em todos os grupos comunitários que seus filhos militem. Para que amanhã não se sintam como eu, culpado.

De resto, a falta de provas sobre o que aconteceu, e a palavra de Chico Xavier, quando estivemos em sua casa, em Uberaba, MG, que a uma pergunta minha sobre se Marco Aurélio estava vivo, limitou-se a responder:  “só me comunico com entes desencarnados. E com ele não consegui me comunicar”. Por isso continuo a procura. O livro que Chico me deu, “Presença de Luz”, tem uma dedicatória singela: “Aos prezados amigos sr. Ivo Bosaja Simon e Da. Tereza Neuma Bezerra Simon, com respeitoso apreço do servidor reconhecido, Chico Xavier. Uberaba, 5  – 4 –1986”. 

Marco Aurélio tem um irmão gêmeo, Marco Antônio. São idênticos e univitelinos. E Marco Antônio nunca se furtou em aparecer na mídia para que alguém que o veja lembre se conhece uma pessoa parecida. Oxalá, você, caro leitor, possa ser o meu contato para localizar Marco Aurélio.

No Google, há inúmeras matérias, filmes e relatos sobre “Marco Aurélio, o escoteiro desaparecido”. No blog, agrupamos a história e informações. Muito obrigado por ler este relato e vivenciar conosco esta novela de 30 anos.

Ivo Simon
Jornalista – MTb 10.743

Email: ivo@simonpress.com.br
http://escoteirodesaparecido.blogspot.com.br/
https://pt-br.facebook.com/pages/Escoteiro-Desaparecido/209909819050248

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