quarta-feira, 9 de setembro de 2015

.: Carol Hubner em cartaz no espetáculo “A Pequena Sereia”

Chegou aos palcos do Teatro Bibi Ferreira a nova montagem “A Pequena Sereia” da Tchesco Produções. A peça conta com a atriz Carol Hubner no elenco no papel da querida princesa “Ariel”.

Com base na obra do escritor Hans Christian Andersen, a história traz uma jovem sereia de 16 anos de idade que anda cansada da sua vida no mar e muito curiosa sobre o mundo dos humanos. Ariel, como é chamada, juntamente com seu melhor amigo, o peixe Linguado, aprontam e vão até a superfície do oceano.

O seu pai Tritão e seu conselheiro Sebastião avisam sobre a proibição na relação entre sereias e seres humanos, mas Ariel não liga para isso e em uma noite vai até a superfície e assiste ao aniversário do Príncipe Eric e fica cada vez mais curiosa em conhecer o mundo dos seres humanos.  

Aproveite para ver essa deliciosa história que conta com muita música e diversão para a criançada. “A Pequena Sereia” tem em seu elenco a atriz Carol Hubner, muito conhecida pelo seu trabalho nos palcos paulistas. A peça é apresentada todos os domingos às 16h30.

Ficha técnica
Realização: Tchesco Produções
Direção: Alexandre Biondi
Coreografia: Roberto Azevedo
Elenco: Carol Hubner, Alexandre Battel, Patrick Cajaiba, Ozamir Araujo, Samara Pereira e Daniel Iasi

Serviço:
Espetáculo “A Pequena Sereia”.
Local: Teatro Bibi Ferreira
Endereço: rua Brigadeiro Luis Antonio, 931 – Bela Vista/ Consolação
Telefone: (11) 3105-3129
Site: www.teatrobibiferreira.com.br

terça-feira, 8 de setembro de 2015

.: O filme favorito de Rita Cadillac, dançarina, cantora e atriz

Por: Mary Ellen Farias dos Santos
Em setembro de 2015



Ela é a carioca Rita de Cássia Coutinho, dançarina, cantora e atriz brasileira que já foi tema do documentário de Toni Venturi, que chegou aos cinemas do Brasil: "Rita Cadillac: A Lady do Povo". Contudo, a ex-chacrete Rita Cadillac tem um filme em especial para ocupar a lista dos favoritos. "'Ghost - Do outra lado da vida' é meu filme favorito por ser um romance que vai além da vida", salienta.


Segundo Cadillac, a história de amor de Sam Wheat (Patrick Swayze) e Molly Jensen (Demi Moore) vai além. "É um filme que retrata algo que achamos ser impossível, um amor que ultrapassa a morte. Acho a história linda, é um clássico", conclui.

No entanto, todo filme nos conquista por uma cena em específico. Rita Cadillac destaca o momento em que "Mole tem o primeiro contato com Sam após a morte dele, quando a vidente passa uma moeda por baixo da porta e ela se emociona ao senti-lo ali", finaliza.

ENREDO: Sam Wheat (Patrick Swayze) e Molly Jensen (Demi Moore) formam um casal apaixonado que são separados ao voltarem de uma apresentação de "Hamlet". Numa rua da cidade, Sam é atacado por um desconhecido e morto. No entanto, o espírito dele não segue para o outro plano e decide ajudar Molly, que corre o risco de ser morta. Para ajudar o grande amor que teve na vida, o espírito de Sam comunica-se com a  médium trambiqueira: Oda Mae Brown (Whoopi Goldberg).




Seleção de cenas do filme favorito de Rita Cadillac




Sobre Rita CadillacRita tornou-se famosa no Brasil na década de 80, por dançar no programa de TV do apresentador Chacrinha, onde as dançarinas receberam os apelidos de chacretes. Nesta mesma época, as gravadoras procuravam por cantoras dançarinas. Assim, Rita lançou o compacto "Merenguendê", seguido de "É Bom Para o Moral". Nos anos 90, alcançou notoriedade como a "Rainha dos Detentos". Recentemente, em 2013, fez uma pequena participação especial na novela "Amor à Vida", trama de Walcyr Carrasco, exibida na Rede Globo e seguiu para o reality show "A Fazenda 6", da Rede Record, sendo a quarta eliminada da edição. Após, fez participação na telenovela "Dona Xepa", na Rede Record e em 2014 participou do humorístico "Tapas e beijos", da Rede Globo. 

A produção mais recente de Rita Cadillac é o novo CD, com grandes sucessos e algumas faixas inéditas para que os fãs possam matar a saudade: 01. Uma Flor / 02. Lança Perfumes / 03. Bom para o moral / 04. Bem-me-quer / 05. Ritimo Quente / 06. Chorando se foi / 07. Saudades / 08. Quero Você / 09. Merenguedengue / 10. Mexe mexe / 11. Seu Corpo. Combo do DVD "Rita Cadillac - A lady do povo" + CD por R$49,99. Para shows e eventos utilize a página https://www.facebook.com/RitaCadillacOfficial ou o telefone: (11) 99306-1733. http://www.ritacadillac.art.br/index.html

Rita Cadillac é a 14ª entrevistada do #Resenhando.com para a série de depoimentos #MeuFilmeFavorito. Qual é o seu #MeuFilmeFavorito? Para os internautas interessados em participar, basta curtir a fanpage do portal –www.facebook.com/PortalResenhando - e enviar, por mensagem, a indicação, os motivos de ser o filme escolhido e uma cena favorita.

* Mary Ellen é editora do site cultural www.resenhando.com, jornalista, professora e roteirista, além de criadora do www.photonovelas.com.br. Twitter: @maryellenfsm 

.: O Big Brother Brasil ainda é uma paixão nacional?

Por Helder Miranda
Em setembro de 2015

Com nítidos sinais de esgotamento de fórmula, a 15ª edição do Big Brother Brasil, no início deste ano, estreou com 24 pontos de audiência na Grande São Paulo, segundo o Ibope. É pouco, perto dos 49 pontos da primeira edição do programa em seu dia de estreia, e abaixo dos 30 pontos da edição anterior e até dos 25 pontos do malfadado BBB13, até então o pior em audiência.

É, sem sombra de dúvidas, o programa mais amado e odiado da TV brasileira que, em 2015, apostou em “pessoas comuns” para adiar por mais tempo o que, percebe-se, é inevitável: o esgotamento da fórmula.

Promovido a diretor de entretenimento diário e de realitys da Globo,  Boninho não acompanhou a última edição, que foi para as mãos de Rodrigo Dourado, que preferiu corpos comuns e mente aberta aos modelos das edições anteriores.

O desafio da 16ª edição é reconquistar patrocinadores e público, afugentados pelo baixo nível dos participantes que passaram pela casa mais vigiada do Brasil e suas conversas com pouco, ou nenhum, conteúdo. Para tristeza dos quem torcem o nariz e alívio dos admiradores, a notícia de que Boninho anunciou o fim do programa não passou de boataria. E a Globo segue firme e forte no propósito de manter o programa um sucesso comercial e de audiência, afinal detém os direitos do programa até 2018.

.: Fernando Durão: um olhar de Portugal para o Brasil

A Pinacoteca Benedicto Calixto traz para Santos a exposição “Fluxos de Cores e Formas”, do artista plástico Fernando Durão. A mostra ficará aberta ao público até 27 de setembro, de terça a domingo, das 9h às 18h, com entrada franca. Ao todo, serão apresentadas 16 obras, sendo 15 pinturas e uma escultura. 

Sobre os quadros, ele comenta: “são pinturas geométricas resultantes do percurso vivenciado que dei início na década de 70 buscando na rigorosa construção,  aspectos concretos da dimensionalização racional do espaço”. 

Para que o público da região também possa conhecer um pouco do trabalho que Durão desenvolve em escultura, ele explica que a inspiração vem de “figuras geométricas presentes no inconsciente humano e que surgem no cotidiano do século XXI, são por mim observadas e reconstruídas com o objetivo único de valorizar o estético, lúdico e o espaços físico urbano”.

O português Fernando Manuel da Costa Durão está no Brasil desde 1970 e foi aqui que desenvolveu uma carreira de grande sucesso com o pintor, desenhista, ilustrador, designer gráfico, fotógrafo, crítico de arte e crítico de fotografia.

Além de se dedicar às artes plásticas, Durão dirige a Galeria de Arte Século XXI, foi crítico de fotografia na Folha da Tarde, projetou e dirigiu as galerias de arte do Banco do Brasil e lançou o álbum de gravuras 10 contemporâneos.

Os seus trabalhos vêm a Santos pela primeira vez, para uma exposição na Pinacoteca Benedicto Calixto. 

.: Equipe do documentário sobre navio Raul Soares procura histórias

A equipe do documentário “Raul Soares - Histórias que Não se Apagam”, está à procura de pessoas que possuem ou conhecem história de pessoas que foram presas no navio Raul Soares à compartilhar conosco suas histórias.

Para participar, basta entrar em contato com a produção a partir de uma mensagem inbox na página “Raul Soares - Histórias que Não se Apagam”. ou pelo e-mail: ferreirafilmesprodutora@gmail.com

O documentário “Raul Soares - Histórias que Não se Apagam” é uma produção da Ferreira Filmes em co-produção com o Comitê Popular de Santos pela Verdade, Memória e Justiça, com Patrocínio da Prefeitura de Santos através do IV edital Facult 2014.

O Projeto
O documentário “Raul Soares - Histórias que Não se Apagam”, tem como objetivo revelar as atrocidades cometidas em Santos durantes os anos da ditadura militar. A partir de depoimentos de especialistas, vítimas, familiares e personalidades que vivenciaram tais momentos, os idealizadores do filme procuram revelar uma fase da história de Santos, que apesar de estar tão próxima temporalmente, é esquecida pela população. 

“Raul Soares - Histórias que Não se Apagam” é registro audiovisual que permite analisar e resgatar nossa história, e quem sabe assim, entendermos um pouco mais os caminhos que seguimos na atualidade. 

A História
Santos, antes de a ditadura militar cercear seus direitos políticos, era conhecida e temida como uma cidade tradicionalmente oposicionista, tanto que no início da década de 60, movimentos políticos ou trabalhistas levavam multidões às ruas e praças em forma de protesto. 

A participação e mobilização do povo era grande, vibrante e ativa, justificando a frase que estampa o brasão da cidade “Patriam Charitatem et Libertatem Docui”, que traduzida do latim significa “À pátria ensinei a caridade e a liberdade”. Tal rebeldia ante as imposições à cidade e sua força de oposição levaram Santos a ser conhecida como Cidade Vermelha e República Sindicalista. 

Alguns dos conspiradores do Golpe de 64 acreditavam que Santos era dominada pelos comunistas e que fuzis e metralhadoras eram armazenados nas sedes dos sindicatos, o que a categorizou como uma cidade extremamente perigosa.

Devido ao perigo iminente e as constantes greves que paralisavam Santos e colocavam em risco os planos da revolução, não só na cidade, mas também em todo o Estado, e talvez, até mesmo em todo o país, o Regime Militar decidiu aumentar a repressão, fazendo aportar no canal do Estuário, no dia 24 de abril de 1964, o navio Raul Soares, que veio a fim de suprir a falta de presídios na cidade.

Mais que um navio-prisão, o Raul Soares simbolizava uma agressão psicológica, uma forma de atingir o orgulho santista. Trazido à Santos por Bierrenbach, o navio-prisão era temido pela prática de torturas, em sua maioria psicológicas. Dentre as inúmeras torturas era comum os prisioneiros serem libertados, mas, ao chegarem à terra firme, terem suas prisões novamente decretadas. 

Esse tipo de tortura fazia com que sua estima e orgulho simplesmente desaparecessem. A sensação de finalmente saber que será libertado, após dias, semanas ou até mesmo meses de prisão e tortura por um crime que muitos ali não cometeram, e depois quando finalmente estiver livre ter sua prisão novamente decretada, era um jogo que humilhava os prisioneiros, acabando com suas esperanças e por vezes com sua resistência.

Eram utilizadas outras formas de tortura que além de desestabilizar o prisioneiro psicologicamente, o atingia fisicamente também. Dentre as principais, o prisioneiro era trancado na caldeira do navio, que chegava a 50º e depois levado ao frigorífico, realizando um choque-térmico, esse caminho do calor extremo ao frio extremo era feito diversas vezes, muitos prisioneiros saiam de lá fisicamente debilitados; outra forma de tortura era deixar o prisioneiro preso em uma sala constantemente alagada, onde eles ficavam com água gelada até a altura dos joelhos; e a principal tortura era prender o prisioneiro em uma cela onde eram jogadas suas fezes, esse tipo de tortura era feita aos mais resistentes, era considerada a tortura máxima. Também eram realizadas torturas especiais, destinadas a um prisioneiro específico, dentre as mais violentas, estava a tortura ao prisioneiro Tomochi Sumida.

Todas as sextas-feiras o tenente-coronel Sebastião Alvim ia ao navio para colocar Sumida dentro de uma geladeira. De duas em duas horas, soldados armados com metralhadoras abriam a porta durante dez minutos para entrar ar e a fechavam novamente. A coisa se repetia o dia inteiro. À noite, quando se retirava do imundo navio, o tenente-coronel do Exército ia de rosto alegre, satisfeito por ter cumprido sua gloriosa missão militar, o resfriamento do Sumida (ALEXANDRINO; SILVA, apud GATTO, 1988, p. 20)

Como forma de descontrair o ambiente, os prisioneiros compunham músicas para ironizar os guardas, o coronel e a repressão. Também apelidavam as celas de tortura, que recebiam nomes de El Maroco, Nigth and Day e Casa Blanca, famosas casas noturnas do cais.

.: Cientistas podem ter descoberto a cura do câncer

Por Helder Miranda
Em setembro de 2015

Pesquisadores podem ter encontrado forma de transformar células cancerosas em tecidos saudáveis. 

É o que afirma uma pesquisa da Mayo Clinic, nos Estados Unidos, que tem o objetivo de suspender o crescimento de um câncer nos pacientes acometidos pela doença. 

Uma esperança a mais, pois o estudo sugere que existe uma possibilidade de restaurar a normalidade das células aplicando o procedimento em todos os tipos de tumores.

.: Carol Oliveira é diferente em “I Love Paraisópolis”

Carol Oliveira, retorno em “Caminho das Índias” e sucesso em “I Love Paraisópolis”


Primeira novela brasileira a conquistar o Emmy Internacional, “Caminho das Índias”, exibida em 2009, voltou a fazer sucesso no “Vale a Pena Ver de Novo”, da Rede Globo. Com apenas 14 anos, a atriz Carol Oliveira, que interpretou Shanti Ananda, uma adolescente indiana que vai contra as tradições ao querer estudar fora do país e não se casar, comemora o sucesso e retorno da trama. 

"’Caminho das Índias’ foi onde eu realmente comecei a aprender as técnicas de atuação na TV. Estar em cena com Tony Ramos me ensinou muito. Também tivemos uma preparação muito intensa pra entender o universo indiano, o que me ajudou na construção da Shanti. Foi ali, com a equipe da Gloria Perez e do Marcos Schetmann, que comecei a entender com mais clareza a minha profissão", declara.

Hoje, com 20 anos, Carol também está no ar em “I Love Paraísopolis”, como Natasha. Longe das gravações, a atriz diz que não encontra muitas semelhanças com seu personagem. "A Natasha é ambiciosa, assim como eu, mas, ao contrário de mim, de um jeito ruim, que precisa sempre passar por cima ou chantagear alguém pra conseguir o que quer. Também sou bem mais discreta, reservada e básica".

Para a atriz, interpretar Natasha está sendo uma desafio muito divertido. "Tive um trabalho de pesquisa e estudos antes de começar a novela pra conseguir entender o que se passa na cabeça dela. Wolf Maya, Carlos Araujo, Chico Accioly e os autores me ajudaram muito nisso", completa.

.: Cuidado! Nem todos merecem uma segunda chance

Por: Mary Ellen Farias dos Santos
Em setembro de 2015



Lá estava ele sempre gentil e educado. No trabalho, parecia ser até infantil. Dois ou três... gostava de pular os degraus. Certa vez alertou um companheiro de trabalho:

- De verdade, eu não sou assim como você pensa. É por isso que vou me separar. Em casa, eu sou outra pessoa. Só ela conhece este meu outro lado.

Aquela confissão colocou uma pulga atrás da orelha. 

A verdade é que quem chuta cachorro morto uma vez, chuta duas. Cuidado!



* Mary Ellen é editora do site cultural www.resenhando.com, jornalista, professora e roteirista, além de criadora do www.photonovelas.com.br. Twitter: @maryellenfsm 

.: Alerta: Apagão educacional e cultural assombra o país

A Lei Federal 12.444/10, sancionada em 2010, que torna obrigatória a instalação de bibliotecas com pelo menos um livro por aluno em todas as instituições de ensino públicas e privadas do país até 2020, não será cumprida.

No Brasil apenas 35% das escolas contam bibliotecas com bibliotecários. Para atender à demanda por esses profissionais, será necessário quadruplicar a oferta de trabalho – para ter uma ideia, hoje há 34 mil bibliotecários no país e 192 mil escolas da educação básica. Uma boa notícia para um mercado que cresce também por causa do surgimento de novas tecnologias, como as bibliotecas digitais. A má notícia é que pouco tem-se feito para cumprir a Lei, pois no Estado de São Paulo, onde se encontra o maior sistema de educação pública do país, a biblioteca escolar, como previsto na legislação, é difícil de ser encontrada nas unidades de ensino.

O slogan Brasil: pátria educadora parece cada vez mais uma distante da realidade. A educação sempre foi uma determinante para construção de uma nação, para seu desenvolvimento social e econômico. “Não existe uma cidade norte-americana cujo equipamento público de referência não seja a biblioteca, isso sem contar as bibliotecas que são mantidas dentro das instituições de ensino de todos os níveis”, explica a Profa. Dra. Valéria Valls, Coordenadora do curso de Biblioteconomia e Ciência da Informação da FESPSP (Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo).

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SOBRE A FESPSP
FESPSP: 82 anos de Reconhecimento
A Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo (FESPSP) foi criada em 27 de abril de 1933, por iniciativa de pouco mais de uma centena de figuras eminentes da sociedade paulistana. Orientada desde o início para o estudo da realidade brasileira e para a formação de quadros técnicos e dirigentes capazes de atuar no processo de modernização da sociedade, a FESPSP mantém o cursos de Sociologia e Política, de Biblioteconomia e Ciência da Informação, de Administração e cursos de Pós-Graduação em áreas de Ciências Sociais e afins. O seu corpo de pesquisadores e docentes se dedica ao ensino e à pesquisa acadêmica e aplicada, reunindo à atividade de produção do conhecimento a capacidade de intervenção, gestão e planejamento, que tem sido a marca de atuação da instituição nos projetos desenvolvidos para os setores público e privado ao longo dos anos.

.: Cidadão Instigado faz show de novo álbum no Sesc Santo André

“Fortaleza” é o quinto disco da banda, que atualmente celebra 19 anos de carreira 


No dia 12 de setembro, sábado, às 20h, a banda Cidadão Instigado vem ao Sesc Santo André para celebrar junto aos fãs do ABC Paulista dois acontecimentos recentes e importantes da carreira. Neste ano, o conjunto comemora 19 anos trazendo “Fortaleza”, quinto e novo disco apresentado pela primeira vez na região.

Formado pelos músicos Fernando Catatau, Dustan Gallas, Régis Damasceno, Clayton Martins e Rian Batista, bem como o engenheiro de som Yuri Kalil, Cidadão Instigado surgiu em Fortaleza tendo como referência a música nordestina setentista. As composições também contemplam as características do rock daquele período, bem como as baladas românticas.

Das reuniões em uma garagem situada no Varjota, bairro cruzado pela linha do trem que leva até as velas do porto de Mucuripe, Cidadão Instigado desenvolveu uma linha progressiva de formação de um repertório, corroborando o lançamento de um EP em 1998. “O Ciclo da Decadência”, “Cidadão Instigado e o Método Túfo de Experiência” e “Uhuu” foram lançados posteriormente, respectivamente em 2002, 2005 e 2009.

O sucesso da banda se dá com a bagagem musical obtida não somente no papel de músicos, como também de artistas e produtores. Arnaldo Antunes, Céu, Karina Buhr, Otto e Vanessa da Matta são alguns dos nomes que estabeleceram parcerias com os integrantes do Cidadão Instigado, que encontraram em uma sonoridade específica a chave para conquistar o país por meio de recursos independentes.

Com “Fortaleza”, Cidadão Instigado revê as próprias raízes, compondo canções que resgatam as influências iniciais em uma nova roupagem, esta moldada por riffs, poesia e questões pessoais que estabelecem uma aproximação com interpretações marcadas de sensibilidade. Um convite para o público embarcar em uma viagem musical nostálgica e que permite a banda atingir um novo patamar.

12 de setembro
Sábado, às 20h
Valores: R$ 6 (Credencial Plena) | R$ 10 (Meia) | R$ 20 (Inteira)
No Teatro

Venda online a partir de 1/9, às 18h
À venda nas unidades a partir de 2/9, às 17h30
Ingressos à venda pelo Portal Sesc SP e nas bilheterias da Rede Sesc
Não recomendado para menores de 12 anos

SESC SANTO ANDRÉ
Rua Tamarutaca, 302 – Vila Guiomar – Santo André.
Telefone – (11) 4469-1200.
Estacionamento para o show (vagas limitadas):
Credencial Plena – R$ 2,00. Outros – R$ 4,00
Para informações sobre outras programações: www.sescsp.org.br/santoandre

.: Scream: Por que a série teve o assassino perfeito? [Com SPOILER]


Por: Mary Ellen Farias dos Santos
Em setembro de 2015



A primeira temporada de "Scream", da MTV, terminou em 1º de setembro de 2015 revelando o grande assassino serial que estava por trás da máscara de fantasma que levou personagens que muitos gostavam -e/ou até amavam de todo coração- como Nina (Bella Thorne), Riley (Brianne Tju), Xerife Clark (Jason Wiles), Will (Connor Weil) entre outros. No entanto, a revelação do "dono da máscara da matança" não foi surpreendente e muitos já -inclusive eu- palpitavam que Pipper (Amelia Rose Blaire) era uma das assassinas.

Já na primeira aparição da jovem, ao chegar no borborinho de alunos "investigando" a morte de "Nina bovina", o olhar lançado para Noah e Audrey (Bex Taylor-Klausjá trouxe o estranhamento para o seriado. O curioso é que justamente a interessada em desvendar o assassino serial era a própria que questionava a todos. Quando ela surgiu? A personagem foi apresentada quando o total de mortes já chegava a três: Nina, Tyler e Rachel. 

Contudo, a trama ofereceu pistas confusas e, assim, ela foi se camuflando, embora permanecesse na mira de grande parte dos fãs de "Scream". Para muitos -inclusive para mim-, Kieran (Amadeus Serafini) era nitidamente um dos suspeitos. Não só por seguir a lógica do filme original e primogênito "Scream/Pânico", em que o namorado faz e acontece com a mocinha Sidney (Neve Campbell). Bullying com o namorado de filme/série de terror? Não! Kieran também despertava inúmeras dúvidas quanto a confiabilidade. Para alívio de grande parte da galera, as atitudes de Kieran só foram mal interpretadas. Pelo menos nesta primeira temporada, sim!

Em contrapartida, o desfecho da trama deixou muitas pulgas atrás das orelhas do público. Embora as revelações tenham acontecido, nem tudo ficou tão claro. Será que Audrey foi realmente a ajudante de Pipper? As imagens mostraram o que levou muitos a crerem que sim. No entanto, sempre pode haver alguma explicação plausível para tirá-la de tal crucificação. 

Logo, é preciso pensar além. Por que iriam revelar justamente o segundo assassino no finalzinho do último episódio, deixando a continuidade comprometida? Jogada? Provavelmente! Assim, ao se despedir, mais uma vez, "Scream" brinca de enganar para espichar o seriado que não tem muitas chances de entrar para a história das séries revelações no gênero. O mérito da produção é o de dominar a arte de prender -ou agarrar firme?- espectadores em uma trama simples -e até bem conhecida. Em tempo, a equipe de edição manda bem nos cortes e contribuem para deixar qualquer um boquiaberto.

De fato, considerando toda a produção, Pipper é a assassina perfeita da primeira temporada de "Scream"! A boa atuação de Amelia Rose Blaire foi coerente, provando não ser uma escolha aleatória de diretores e produtores. As caras, as bocas e os olhares criminosos nas cenas em que "surgiu" foram convincentes. Acredito que se ela não tivesse qualquer culpa no cartório e permanecesse na história, críticas negativas ao seriado teriam chovido aos montes. 

Que 2016 venha logo com a segunda temporada de "Scream". Até lá!



* Mary Ellen é editora do site cultural www.resenhando.com, jornalista, professora e roteirista, além de criadora do www.photonovelas.com.br. Twitter: @maryellenfsm 

segunda-feira, 7 de setembro de 2015

.: Flaira Ferro estará no Instituto Brincante em 11 de setembro

Flaira Ferro lança “Cordões Umbilicais” dia 11 de setembro no Instituto Brincante


A pernambucana Flaira Ferro é, antes de tudo, uma artista. Com a carreira consolidada como bailarina (é também pesquisadora, professora e integrante do Instituto Brincante, em São Paulo), utiliza a arte como forma de expressão e autoconhecimento. O desejo de exercitar na voz um tipo de potência para a liberdade foi o ponto de partida para Flaira entrar no universo do canto e gravar um surpreendente álbum de estreia.

“Somos tantos mundos dentro de outros mundos mais e estamos ligados por cordões umbilicais”, é um trecho da canção que dá nome ao disco “Cordões Umbilicais” e traduz a motivação do projeto: conduzir as relações humanas com verdade e afeto.

O trabalho apresenta 11 faixas autorais cujas letras refletem questões da existência, a necessidade de sair da zona de conforto para mergulhar no desconhecido de si mesmo. A influência dos ritmos brasileiros está presente através de arranjos inspirados em matrizes como frevo, batuque paulista, caboclinho perré, samba, cavalo-marinho e maracatu rural. Longe de reproduzir tais ritmos em seus contextos originais, a sonoridade do álbum resulta da transformação e da reelaboração deles em diálogo com elementos das músicas pop, eletrônica e erudita.

Finalmente ela leva o projeto ao palco no próximo dia 11 de setembro no Instituto Brincante. Flaira Ferro será acompanhada por Leonardo Gorosito (direção musical e percussão), Alencar Martins (direção musical, violão e guitarra), Gabriel Zitnick (bateria), Ruben Zuninga (percussão) e Jota de Oliveira (baixo). O show contará com a participação especial do músico Zé Pitoco e do dançarino Alisson Lopes que apresentará um número de frevo.

No repertório, músicas do álbum como “Me Curar de Mim”, “Bom Dia Doutor”, “Templo do Tempo” e “Lafalafa”, cujo clipe foi lançado recentemente.



“Cordões Umbilicais” está disponível para download gratuito no site: http://flairaferro.com.br/

Serviço
Show: Flaira Ferro – Cordões Umbilicais
Data: 11 de setembro (sexta)
Horário: 21h30
Local: Teatro Brincante
Endereço: Rua Purpurina, 428 - Vila Madalena - SP
Entrada: R$20 (Não aceita cartões)
Informações: www.institutobrincante.org.br/eventos/90
Capacidade: 90 lugares
Classificação indicativa: Livre
Duração do espetáculo: 75 minutos

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