domingo, 19 de maio de 2019

.: Santana apresenta mais uma faixa do álbum “Africa Speaks”

Carlos Santana segue apresentando seu novo álbum, “Africa Speaks”, com lançamento previsto para o dia 7 de junho, e disponibilizou no YouTube o trailer do projeto. O vídeo mostra Carlos e Buika falando sobre o disco e inclui imagens no estúdio, com Rick Rubin. 

Para aumentar a ansiedade dos fãs que aguardam o álbum, a faixa “Yo Me Lo Merezco”, também já está disponível em todas as plataformas digitais. Do repertório do novo disco já foram apresentadas as músicas “Breaking The Door Down” e “Los Invisibles”.  

Contando com o renomado produtor Rick Rubin, Santana e sua banda se reuniram no estúdio Rubin's Shangri-La Studios, nos EUA. Um dos elementos dramáticos da criação do álbum veio na participação da cantora espanhola Buika, cujos vocais celestiais lançam um feitiço mágico ao longo do álbum.


.: Como diminuir conflitos na escola por meio de métodos alternativos

Evento gratuito na PUCPR apresenta métodos não punitivos e preventivos para resolução de problemas no ambiente escolar


Os desafios do ambiente escolar são muitos e por se tratar de um ambiente muito plural também é normal que alguns conflitos surjam no dia a dia. Nestes momentos, utilizar algumas técnicas de Práticas Restaurativas, já usadas no Sistema Judiciário, para mediar os conflitos, pode contribuir com a resolução pacífica de alguns problemas, além de trazer novas ferramentas para lidar com as experiências vividas em sala de aula.

Pensando nisso, a área social do Grupo Marista em conjunto com o Núcleo de Direitos Humanos da PUCPR, promovem o Seminário gratuito “Educação, Direitos Humanos e a Construção da Autonomia”. O evento será realizado no próximo dia 21 de maio, no auditório Tristão de Ataíde da PUCPR, em Curitiba.

O objetivo do Seminário é discutir as questões relacionadas à mediação e solução de conflitos e aprofundar conhecimentos sobre as experiências que vêm sendo implementadas no Brasil. “Os modelos restaurativos abrem uma gama de possibilidades não punitivas para resolver um conflito, além de valorizar a liberdade, responsabilidade e a autonomia de todos os envolvidos”, explica o coordenador educacional das Escolas Sociais do Marista, Diego Oliveira de Lima.

O Seminário é destinado a assistentes sociais, professores, gestores de escolas, operadores dos Sistema Judiciário, agentes de saúde, estudantes e profissionais que atuam como coordenadores de equipes de trabalho em diversos contextos interessados na diminuição do problema da violência. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas por meio do link bit.ly/2E7zShw

Serviço:
"Práticas Restaurativas: Educação, Direitos Humanos e a Construção da Autonomia" 
Local: Auditório Tristão de Ataíde – PUC-PR
Endereço: R. Imaculada Conceição, 1155 - Prado Velho - Bloco Amarelo. Curitiba (PR)
Horário: das 19h30 às 22h
Inscrições: bit.ly/2E7zShw

.: HBO divulga primeiro teaser do seriado brasileiro "Pico da Neblina"


Com estreia marcada para agosto, série se passa em uma São Paulo ficcional em que a maconha foi legalizada.

"Pico da Neblina", produção original da HBO realizada no Brasil, acaba de ganhar um vídeo de 40 segundos com as primeiras imagens da série, que tem direção geral de Quico Meirelles. O seriado terá dez episódios com uma hora de duração cada e se passa em uma São Paulo ficcional onde a maconha foi recentemente legalizada. 

A trama gira em torno do jovem traficante paulistano, Biriba (Luis Navarro), que decide deixar para trás a vida do crime e usar seus conhecimentos para vender o produto dentro da lei junto com um sócio investidor pouco experiente, Vini (Daniel Furlan). Biriba terá que lidar com o peso e as pressões do seu passado do tráfico, ligado a seu amigo Salim (Henrique Santana), e as inúmeras armadilhas do mundo dos negócios.

A produção original da HBO Latin America tem direção geral de Quico Meirelles, que também assina a direção de episódios com Fernando Meirelles, Luis Carone e Rodrigo Pesavento. "Pico da Neblina" é produzida por Luis F. Peraza, Roberto Rios e Eduardo Zaca, da HBO Latin America Originals, e Andrea Barata Ribeiro, Bel Berlinck e Fernando Meirelles, da O2 Filmes. O roteiro é de Cauê Laratta, Chico Mattoso, Marcelo Starobinas e Mariana Trench. A série é realizada integralmente com investimentos próprios da HBO Latin America.


Teaser de "Piso da Neblina"

.: Último fim de semana para visitar o "Museum of Me", experiência imersiva


Neste fim de semana de Virada Cultural, paulistanos podem aproveitar para conferir a instalação "Museum of Me – Um Mergulho em Sua Alma Digital". Em um cubo imersivo, o visitante passa por uma experiência única na qual confere o seu DNA virtual, com imagens, textos e sons, a partir dos seus compartilhamentos nas redes sociais.  

A instalação apresentada pela Accenture, com apoio institucional do Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB SP), está na Avenida Paulista, 1.230 (prédio do BB). A entrada é gratuita. 

O Museum of Me utiliza um sistema de fila virtual para que o público possa aproveitar a experiência sem ter que esperar no próprio local. Funciona assim: o visitante chega, informa o seu número de telefone à equipe da exposição e pode seguir com os seus compromissos nos arredores. Na sua vez, ele recebe um SMS confirmando a sua posição na fila.

"Museum of Me"
Até dia 20 de maio de 2019
Segunda a sexta-feira: 10h às 20h
Sábado: das 10h às 02h00 (excepcionalmente por conta Virada Cultural) e no domingo das 10h às 18h
Entrada gratuita
Edifício Banco do Brasil (Avenida Paulista, 1.230 – Bela Vista, São Paulo)

.: Toxoplasmose é mesmo uma doença causada pelo gato?

Veterinário alerta sobre o risco de contrair a doença em lugares públicos e dá dicas para viver sem medo com o pet


Também conhecida como ‘doença do gato’, a Toxoplasmose é causada por um protozoário facilmente encontrado na natureza, especialmente em regiões de clima tropical. A enfermidade pode causar implicações sérias para o feto quando adquirida durante a gestação, motivo pelo qual muitas mulheres grávidas são aconselhadas a doarem seus felinos.

Para o veterinário Jorge Morais, fundador da rede Animal Place, no entanto, os riscos de contrair a doença não aumentam por conta da gravidez ou da convivência com um gatinho e por isso é preciso desmistificar essa relação, uma vez que o contágio pode ocorrer em lugares públicos, como praias e parques. “Os gatos são vítimas e não os causadores da Toxoplasmose. O principal meio de contágio por humanos é a partir da ingestão de alimentos mal cozidos ou mal lavados”, salienta.

Morais recomenda apenas alguns cuidados de higiene, como lavar bem as mãos antes de manusear alimentos, usar luvas na hora de limpar as caixas sanitárias, além de utilizar areia apropriada e de boa qualidade para felinos. Ainda sobre a bandeja sanitária, o profissional dá um alerta para quem tem filhos que estão começando a andar ou engatinhar. “Os pequenos podem colocar a mão na areia e depois levá-la à boca, o que aumenta a chance de contaminação se o animal for portador da doença. O ideal é isolar o local ou ficar muito atento”.

Vale acrescentar que a doença pode ser evitada se o tutor fizer exames preventivos em seu bichinho de estimação. “Ao adotar um animal, leve-o ao veterinário e peça um check-up e, no caso dos gatos, também solicite o exame de sangue que detecta a Toxoplasmose”, finaliza.

Sobre Animal Place: Criada em 1997 pelo veterinário Jorge Morais, a Animal Place é focada em cuidados para animais de estimação. A rede de franquias oferece a integração de serviços de hospital, veterinário, centro estético, hotel, loja e franquias, com soluções criativas e atraentes para os clientes. Todas as lojas disponibilizam espaços exclusivos para felinos e filhotes, em que os profissionais têm controle de ruídos e stress e baixo risco de contaminação. No canal da rede no youtube, animalplace100, é possível encontrar dicas e cuidados para pets com o Dr. Jorge. Mais informações: animalplace.com.br

sábado, 18 de maio de 2019

.: Há 20 anos os Backstreet Boys lançaram o álbum "Millennium"

Por: Mary Ellen Farias dos Santos
Em maio de 2019



Fãs histéricas e empurra-empurra das apaixonadas pelo quinteto do momento. Assim era o caminho por onde a boy band Backstreet Boys passava. Os BSB que era composto pelos ídolos mundiais, Nick Carter, A.J. McLean, Kevin Richardson, Brian Litrell e Howie D resistiram ao tempo. 

Em meio mudanças, no decorrer do tempo, as jovens seguidoras tornaram-se mulheres casadas e até mães, e os rapazes perderam a participação de um membro, o grandão e mais velho, primo de Brian, o Kevin. Na época, alegou a falta de tempo para curtir a família. Assim, o álbum "Unbreakable" e "This is Us" perdeu a voz madura e grave. Já atualmente, todos têm filhos. 

Nick Carter até se arriscou em um filme de zumbis, com pegada do clássico trash "Sharnado", "Dead 7" em que foi o co-escritor e escreveu o roteiro. O loirinho, o mais jovem da banda, estrelou ao lado do parceiro de banda AJ McLean e Howie Dorough, e ainda contou com a participação de membros de outras bandas: 98 Degrees, O-Town, 'N Sync e All-4-One. No entanto, o quinteto voltou a atuar completo, fez shows ao lado da primeira boy band de sucesso "New Kids on The Block" e lançaram o álbum DNA no início do ano. 



Cena de "Dead 7"

Eis que em 2019, os garotos da rua de trás, celebram hoje, os 20 anos de lançamento do mais badalado álbum da banda: Millennium, que foi o terceiro de estúdio e o de maior sucesso deles. Em 1999, nos Estados Unidos, ele foi o mais vendido totalizando 11 milhões de cópias, o que garantiu a indicação a cinco prêmios Grammy e quatro singles no Top 40.

O álbum "Millennium" é composto por "Larger the life", "I want it that way", "Show me the meaning of being lonely", "It´s gotta be you", "I need you tonight", "Don´t want you back", "Don´t wanna lose you now", "The one", "Back to your heart", "Spanish eyes", "No on else comes close" e "The perfect fan".


Enfim, quem assim como eu é -ou foi- fã desses caras, sonhou e muito estar na tour em que eles entravam surfando em cima do público. Quanta tecnologia! Como esquecer a fofoca de que o Kevin chegou a cair da prancha? Muitas sonhadoras até desejaram ser a "felizarda" de estar bem na direção dele. Coisas de fãs bobas!! 

Época muito boa!!



*Mary Ellen Farias dos Santos é criadora e editora do portal cultural Resenhando.com. É formada em Comunicação Social - Jornalismo, pós-graduada em Literatura e licenciada em Letras pela UniSantos - Universidade Católica de Santos. Twitter: @maryellenfsm




Vídeoclipe de "I want it that way"

Vídeo da tour 'Millennium"

Vídeo de "No place"





Uma publicação compartilhada por Backstreet Boys (@backstreetboys) em


.: Álbum com gravações de 1972 de Marvin Gaye mostra a força da soul


Por Luiz Gomes Otero*, em maio de 2019.

Um disco de Marvin Gaye gravado em 1972 e que permaneceu inédito desde então foi finalmente lançado. "You´re the Man" mostra o cantor e compositor, que faleceu em 1984, no seu auge como intérprete. E fica difícil até entender porque essa joia musical permaneceu inédita durante tanto tempo.

Esse álbum sucederia o antológico "What´s Going On", de 1971. E talvez por isso Marvin Gaye não tenha tido motivação para lançá-lo. Trata-se de um disco menos homogêneo e conceitual do que o de 1971. Mas nem por isso menos genial. Sua voz está limpa e cristalina.  Os arranjos são impecáveis e há vários momentos brilhantes.

As faixas funcionam individualmente, ao contrário de "What´s Going On", onde as canções se interligavam com os temas explorados por Marvin, como a violência e o preconceito racial. Na faixa que deu nome ao disco ("You´re the Man") há uma guitarra com efeito wah-wah que dá o tom exato do que o ouvinte vai encontrar pela frente: soul music da melhor qualidade.

Eu particularmente gostei bastante da faixa "Piece Of Clay", uma canção soul com toques gospel e um piano que remete o ouvinte ao blues em alguns momentos. E a batida irresistível de "I´m Going Home" mostra a força do groove de Marvin na soul music.

Este lançamento acaba prestando um belo tributo ao mestre da soul music. Ainda que tardia, a  homenagem é justa e merecida. Para quem curte o estilo, a audição desse disco é mais do que obrigatória.


"You´re The Man"

"Woman Of The World"

"Symphony"


*Luiz Gomes Otero é jornalista formado em 1987 pela UniSantos - Universidade Católica de Santos. Trabalhou no jornal A Tribuna de 1996 a 2011 e atualmente é assessor de imprensa e colaborador dos sites Juicy Santos, Lérias e Lixos e Resenhando.com. Criou a página no Facebook Musicalidades, que agrega os textos escritos por ele.

.: Spcine Play transmitirá ao vivo Virada Cultural de São Paulo

Spcine também promove agenda audiovisual na avenida paulista


Entre os dias 18 e 19 de maio, a Spcine participa da maior maratona cultural do país com duas ações inéditas na história do megaevento. 
A primeira é a transmissão ao vivo da programação da Virada Cultural para todo o Brasil. O público de dentro e fora de São Paulo poderá acompanhar parte da maratona de shows desta edição pela Spcine Play — única plataforma pública de streaming do país, — através do site www.spcineplay.com.br, em parceria com o Looke.

Durante quatro horas, das 23h de sábado (18) às 3h do domingo (19), as atrações do palco Theatro Municipal serão exibidas ininterruptamente enquanto uma transmissão itinerante apresenta o melhor dos shows que acontecem nos palcos espalhados pelo centro da cidade.

A programação começa com o espetáculo Terreiro Urbano, da companhia Treme Terra, inspirado na mitologia dos orixás. O grupo de rap e hip hop Z’África Brasil e o cantor Lirinha são os convidados especiais da atração.
Há ainda o show do Criolo, que resgata as principais músicas da sua discografia; e da rapper brasiliense Flora Matos, cantora do single “Pretin”.

Karol Conka também participa da agenda com seu repertório de sucessos como “Tombei”, e convida Danna Lisboa para subir ao palco. A transmissão ainda conta com um grande encontro entre Drik Barbosa, As Bahias e a Cozinha Mineira, Luedi Luna e Linn da Quebrada. Vale destacar que todas as atrações são de artistas negros.

A apresentação fica a cargo de Ana Flávia Cavalcanti, atriz reconhecida por trabalhos no cinema ("Corpo Elétrico", "A Morte de J.P. Cuenca") e na TV (“Malhação – Viva a Diferença”, “A Garota da Moto”).

A ação inédita faz parte da estratégia da Spcine Play de exibir a efervescência cultural da cidade, incluindo shows e espetáculos realizados pela Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo. A curadoria da plataforma inclui ainda mostras digitais simultâneas aos principais festivais de cinema do país (como a Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, o Anima Mundi e o É Tudo Verdade) e um catálogo de clássicos do cinema brasileiro.

Avenida Paulista audiovisual: A segunda novidade é que, durante toda a Virada Cultural, a Avenida Paulista se transformará em um grande corredor audiovisual com ações assinadas pela Spcine.

Cinco clássicos da cinematografia brasileira serão exibidos no vão livre do MASP. A programação começa com “A Hora da Estrela”, às 18h30; segue com “A Margem”, às 20h45 – incluindo trilha sonora ao vivo interpretada por Kiko Dinucci e Cadu Tenório –, e “A Hora e a Vez de Augusto Matraga”, às 23h. A madrugada adentra com “São Paulo S/A”, à 1h10, também com trilha sonora ao vivo – a interpretação é do grupo Bodes & Elefantes –, e termina com “O Beijo no Asfalto”, às 3h15. Da meia-noite às 6h, a fachada do museu ganha projeções de vídeo mapping.

O videoclipe também terá espaço na grade. Uma tela montada na Praça Osvaldo Cruz projetará, entre 19h e 6h, clipes de bandas nacionais e internacionais. A curadoria musical é do M-V-F- Music Video Festival. Em paralelo, na altura do nº 1853, acontece a intervenção audiovisual Monumenta.

As instituições parceiras também participam da programação na Paulista. O Centro Cultural Fiesp exibe ao ar livre do filme “As Boas Maneiras”, de Juliana Rojas e Marco Dutra, às 21h30. E o Instituto Moreira Salles promove a Sessão da Meia Noite com o clássico do terror “Cemitério Maldito”.

Circuito Spcine: A programação cinematográfica segue nas salas do Circuito Spcine. No Centro Cultural São Paulo, o público poderá embarcar nas maratonas Tarantino, com filmes do cineasta norte-americano, e Megalo Box, a nova animação japonesa sensação dos fãs de anime. Elas acontecem nas salas Lima Barreto e Paulo Emilio, respectivamente.

A mostra Deuses e Monstros do Japão, do Cine Phenomena, também entra na lista de atrações. Ela acontece dentro do porão do CCSP e traz 20 horas de filmes nipônicos com histórias de monstros, ficção científica e muita fantasia.
Já a Spcine Olido vai exibir uma seleção especial dos festivais In-Edit e Curtas Kinoforum. Entre os destaques estão documentários focados em artistas como Frank Zappa, Nick Cave, Paco de Lucia e James Brown. 

Confira a programação abaixo e no site da Virada Cultural.

SERVIÇO
PROGRAMAÇÃO AUDIOVISUAL DA VIRADA CULTURAL 2019

SPCINE PLAY 
Transmissão ao vivo das 23h de sábado (18) às 3h de domingo (19)
Terreiro Urbano - Treme Terra convida Z'África Brasil e Lirinha
Criolo
Karol Conká convida Danna Lisboa
Show de Drik Barbosa + As Bahias e a Cozinha Mineira + Luedi Luna + Linn da Quebrada
Flora Matos

CINEMA NO CCSP
Maratona Megalo Box na Spcine Paulo Emilio (Circuito Spcine)
SÁB e DOM 18h - 16h30

Virada Tarantino na Spcine Lima Barreto (Circuito Spcine)
SÁB 15h Pulp Fiction
SÁB 17h À Prova da Morte
SÁB 23h Jackie Brown
DOM 02h Kill Bill: Vingança Completa
DOM 11h Bastardos Inglórios
DOM 14h Django Livre
DOM 19h Os Oitos Odiados

Virada Phenomena Deuses e Monstros do Japão (Porão do CCSP)
DOM 00h Daimajin
DOM 02h Memories
DOM 04h Tetsuo The Iron Man
DOM 05h30 Godzilla vs Destoroyah
DOM 11h Gantz 0
DOM 13h20 Zeiram
DOM 16h Tokyo Tribes
DOM 19h Wicked City
DOM 20h30 Kuroneko

CINEMA OLIDO
Esquenta In-Edit e Curtas Kinoforum
SÁB 20h e DOM 14h15 Sessões Curtas Kinoforum: Visões da Cidade
SÁB 18h - 19h33 Eat that question - Frank Zappa in his own words
SÁB 22h15 - 23h57 One more time with feeling - Nick Cave
DOM 00h30 - 02h01 Paco de Lucia - La búsqueda
DOM 10h - 11h30 Pulp. A film about life, death and supermarkets
DOM 12h - 14h Mr. Dynamite. The rise of James Brown
DOM 15h45 - 17h32 Grace Jones: Bloodlight and Bami
DOM 18h - 19h31 Finding Joseph I: The HR from the Bad Brains Documentary

PAULISTA ABERTA
MASP MÚSICA E CINEMA NO VÃO
SÁB 18h30 A Hora da Estrela
SÁB 20h45 A Margem - sessão com trilha ao vivo: Kiko Dinucci & Cadu Tenório
DOM 23h15 A Hora e Vez De Augusto Matraga
DOM 01h10 São Paulo S/A - sessão com trilha ao vivo: Bodes & Elefantes
DOM 03h15 O Beijo no Asfalto 
DOM 00h - 6h Mapping no MASP

MONUMENTA
SÁB e DOM 19h - 06h
Avenida Paulista, 1853 - Bela Vista

CLIPES MUSICAIS DO M-V-F
SÁB e DOM 19h - 06h:
Praça Oswaldo Cruz, Paraíso

.: "Distopia Brasil", de Pedro Granato volta em cartaz na Funarte SP

Espetáculo imersivo imagina futuro sombrio para o país, partindo da premissa de que os problemas atuais enfrentados pela sociedade brasileira seriam intensificados. Foto: José de Holanda

Montagem do Núcleo do Pequeno Ato, o espetáculo "Distopia Brasil" reestreia na Funarte SP, no dia 18 de maio, sábado, às 19h, com entrada franca integrando a programação da Virada Cultural. A temporada segue até 9 de junho, aos sábados e domingos, às 19h, com ingressos a R$ 20 e R$ 10 (meia entrada).  É o terceiro trabalho do coletivo – depois dos premiados Fortes Batidas e 11 Selvagens.

Com direção de Pedro Granato, a montagem surgiu de um processo criativo colaborativo, no qual o núcleo se debruçou sobre distopias clássicas e contemporâneas, como "1984", "Fahrenheit 451", "Handmaid’s Tale", "Blade Runner", "Matrix", "Laranja Mecânica", "Admirável Mundo Novo", "Black Mirror", "Ensaio Sobre a Cegueira" e "V de Vingança".

“Sinto que vivemos a Era de Ouro das distopias, pois muita gente tem consumido e revisitado livros clássicos desse gênero. Entretanto, temos quase sempre uma perspectiva e uma cultura vindas de fora. É difícil entender uma distopia sobre controle absoluto em um Brasil no qual o Estado é cronicamente incompetente; ou sobre o tratamento desumano, pois muitos cidadãos já vivem isso em seu cotidiano graças ao nosso passado escravocrata e com subemprego”, comenta o diretor Pedro Granato, sobre os motivos para criar essa crítica da realidade brasileira.

A ideia era partir dessas obras para criar uma reflexão sobre como seria um futuro sombrio do país se os seus problemas atuais se agravassem. “Quando começamos esse processo, não imaginávamos que o Brasil se deterioraria tão rápido; sabíamos apenas que a situação do país ficaria violenta. O teatro segue na sua profunda impotência diante do macro; o que pretendemos fazer é atuar na escala individual. Que o espectador consiga por um instante entrar em contato com o que pode acontecer e reagir a isso. Pensando nos princípios de Augusto Boal, não trabalhamos com o espectador passivo, que é um mero consumidor daquilo que o agrada ou não. Aqui ele é um agente, tem que responder às provocações e sentir-se impelido a reagir”, explica Granato.

As principais questões sociopolíticas escolhidas para discussão foram: a intervenção militar no Estado, manifestada nas forças de pacificação do exército no Rio de Janeiro, que controlam e ficham os moradores das comunidades periféricas; o avanço do Estado Religioso, representado pelo crescimento da bancada BBB (boi, bíblia e bala) no congresso; o controle e fim da privacidade, que ficaram evidentes nos recentes grampos norte-americanos para políticos brasileiros e na vigilância dos cidadãos comuns exercida pelas novas tecnologias e mídias sociais; e os desastres ambientais, como a crise hídrica que tem ameaçado os reservatórios de água de São Paulo nos últimos anos. Também foram investigados grupos atuais de resistência para tentar imaginar como seria a luta contra esse regime totalitário proposto.

Assim como as peças anteriores do coletivo, "Distopia Brasil" propõe uma experiência imersiva ao espectador, arrastando-o para dentro da cena. Na entrada, por exemplo, a plateia deve responder perguntas dos interventores e será acomodada em bancos como se estivesse na igreja - ou na fila de espera por um serviço estatal burocrático. Além disso, todos são filmados o tempo todo, participam dos ritos da República Teocrática do Brasil, aplaudem o discurso do líder, rezam e participam do julgamento de um casal de meninas que tentou esconder sua relação para conseguir um visto de saída do país.

“Não queríamos fazer um espetáculo discursivo em um país que já está saturado de opiniões e ideias; achamos muito mais interessante fazer uma distopia da qual todos fariam parte. Ou seja, a plateia pode experimentar um pouco o que é um procedimento ditatorial, uma intervenção militar e você ser controlado. Gostaríamos que a plateia sentisse essa experiência – que envolve a angústia e o constrangimento – para entender o real perigo dos discursos radicais que estão ganhando cada vez mais força no país”, comenta.

Para o núcleo, o futuro do Brasil se parece muito com uma mistura do passado e do presente do país, nos quais a justiça é mesclada com a moral religiosa, a escravidão, o machismo e a homofobia são traços marcantes da sociedade e poucos conseguem romper o conforto da passividade. “Começamos a pensar em um futuro para o Brasil e percebemos que os tempos que virão estarão imersos no retorno de coisas horríveis que já aconteceram e de feridas adormecidas. A História não é uma evolução contínua, mas um ciclo de recuos e avanços. Vivemos um momento em que se defende o autoritarismo, a catequização, o preconceito e a perda de salários e direitos trabalhistas. Temos uma ótica medieval e obscurantista sendo retomada, na qual há luta do bem contra o mal e inimigos a serem linchados”, acrescenta.

Ao contrário das distopias clássicas, que trabalham com a ideia de um Estado com avanços tecnológicos inimagináveis, o espetáculo procura focar na face humana da questão. "Ao invés do progresso da ciência, temos o retorno de uma narrativa religiosa maniqueísta e fantasiosa. Ao mesmo tempo, também trazemos quais são os perigos tecnológicos. A peça não trabalha com iluminação teatral, mas com fontes de luz alternativas e manuais, equipamentos celulares e pequenas câmeras. Com isso, queremos mostrar que essa distopia não está tão distante assim da nossa realidade”, esclarece o diretor.

Ficha técnica:
Direção: Pedro Granato. Elenco: Alvaro Leonn, André Salama, Beatriz Silveira, Bruna da Matta, Bruno Lourenço, Felipe Aidar, Helena Fraga, Isabela Tortato, Jade Pereira, Juliana Navarro,  Leticia Calvosa, Luisa  Galatti, Manuela Pereira, Rafael Abrahão e Renan Ramiro. Coreografias e Assistência de Direção: Inês Bushatsky. Iluminação: Gabriel Tavares. Cenário e Coordenação Técnica: Diego Dac. Cenotécnico: José Roberto Tomasim. Figurino: Fernando Vilela e Thais Sakuma. Estilização de Cabelos: Caterine Mendes. Fotos e Design Gráfico: Jose de Holanda. Assessoria de Imprensa: Adriana Balsanelli. Assistência de Produção: Leticia Gonzalez. Produção: Contorno Produções. Direção de Produção: Jessica Rodrigues e Victória Martinez. 

Este projeto foi realizado com apoio do Prêmio Cleyde Yáconis - Secretaria Municipal de Cultura. Cumpriu temporada de 29 de março a 21 de abril no Centro Cultural São Paulo.

Serviço:
"Distopia Brasil"
Duração: 90 minutos. Classificação: 12 anos.
Reestreia dia 18 de maio, sábado, às 19h – Ingressos grátis.
Temporada: até 9 de junho. Sábados e domingos, às 19h.
Ingressos: R$ 20 e R$ 10 (meia-entrada).
Funarte – Sala Arquimedes Ribeiro – Alameda Nothmann, 1058 – Campos Elíseos.
Capacidade: 70 lugares.

.: Heitor Vallim transforma insônia em criatividade no novo EP

Cada um dos trabalhos de Heitor Vallim refletem a sua vivência. Em seu novo EP “Insomnia”, ele aborda o distúrbio que assombra cerca de 2 milhões de brasileiros por ano. Totalmente instrumental, o disco também conta com o clipe “Insomnia”, faixa-título. A música neo-clássica, eletrônica, synthwave e vaporwave influenciam de formas diferentes as quatro faixas, que retratam cada estágio da falta de sono.

“A primeira é a dificuldade de dormir (Insomnia); a segunda é o sono REM (Rapid Eye Movement); a seguinte são os constantes pesadelos nos cochilos (Nightmares Without Her); e a última é o paraíso, o dormir depois de todo o sofrimento (Sleep)”, explica Heitor Vallim.

Baseado na experiência da falta de sono, surgiu também o clipe “Insomnia”, que aparece na videografia de Heitor Vallim como uma experimentação estética, e não menos impactante.

“A ideia do clipe era que fosse algo simples e fosse dentro de um quadro. Para simular a ideia de estar preso em algum lugar (quarto) e ao mesmo tempo na minha cabeça. Queria passar as alucinações, a sensação de imobilidade que a privação do sono pode causar”, analisa Heitor.

Cruel, mas também criativo. Os momentos de insônia de Heitor Vallim renderam a vontade de tornar este problema a temática do EP. E foi também durante as horas acordados na madrugada que o músico produziu algumas canções.

“Assim como na música clássica temos as peças que falavam sobre histórias, temas da vida, eu resolvi retratar algo que é um problema que tenho desde a infância. A insônia pode trazer diversos problemas à saúde desde diabetes, até problemas mentais. A falta de sono se tornou fator importante na construção do Heitor, como pessoa. Devaneios, sonos R.E.M. alterados, falta de melatonina (hormônio produzido durante a fase escura do sono), mudanças de humor e até alucinações nos piores dias”, relata Heitor.

Heitor Vallim é um cantor, compositor, produtor e instrumentista de Santos, Litoral de São Paulo. Do folk norte-americano à MPB, com doses da melancolia do blues, o músico traz em seu currículo o EP "Naissance" (2016), e o disco "Calvário" (2018).

O EP “Insomnia” conta com arranjos, pianos, teclados, sintetizadores, beats e percussão de Heitor Vallim; Já os violinos são de Gustavo Chinarelli; e os samples de vozes, de Stella Novaes. As artes do EP e as fotos de imprensa são de Pedro Fujarra, com finalização de Heitor Vallim.


Ouça o EP “Insomnia” no seu streaming favorito: song.link/album/i/1462823136


Assista o clipe de “Insomnia”:



.: Atibaia, interior de SP, promove primeira festa junina LGBT

A primeira festa junina LGBT de Atibaia, no interior de São Paulo,  promete diversificar as cores das bandeirolas das tradicionais festas caipiras. Com muito bom humor, a festa “Galopeira” será montada no espaço de eventos Jue no sábado dia 08 de junho. Além de dar espaço para a comunidade LGBT promovendo um arraial que preza pela igualdade, a festa pretende ironizar o ambiente machista presente no universo sertanejo. 

Na cabine, três  atrações se revezam das 23h às 5h do dia seguinte. A abertura da festa será com os clássicos sertanejos  dando destaque para os vocais femininos. Mas a ‘sofrência e dor de corno’ logo dá espaço para os sets cheios de remixes atuais de Pop, Drag music e funk do residente da Aceita o dj Marco Giovanetti. 

A cena eletrônica também ganha espaço com a dj Nath Vasconcelos que fez sua estreia em Bragança Paulista para uma casa com lotação máxima. Completa o lineup a artista multi plataforma Brulilith, que recentemente foi escalada como uma das atrações da Virada Cultural de São Paulo. As barracas de brincadeiras seguem temática adulta, especialmente voltada para o público gay. Segundo a organização da festa Aceita, vai ter correio elegante e barraca do beijo. 

Aceita apresenta “Galopeira”
Sábado, 08 de junho
Jue – Avenida Santana 55
Ingressos antecipados R$20 | Portaria R$30 
aceitafesta.com.br

sexta-feira, 17 de maio de 2019

.: Exposição sobre setores do desenvolvimento no Museu Catavento

Mostra Integra: a cultura de um povo, o desenvolvimento de um país pode ser conferida no final de semana da Virada Cultural, em São Paulo. Cada setor da exposição traz informações específicas sobre energia, mineração, mobilidade, agricultura e construção


Em clima de Virada Cultural, a exposição Integra: a cultura de um povo, o desenvolvimento de um país, que estreou em 14/05, pode ser conferida no sábado e no domingo, das 9 às 17 horas, no Museu Catavento - museu de ciências da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo. A mostra patrocinada pela Caterpillar traz os marcos e as tendências de importantes setores do desenvolvimento do país: construção, mobilidade, agricultura, energia e mineração.

Por meio de painéis e totens interativos, em cinco ambientes expositivos distribuídos em uma área de, aproximadamente, 250 metros quadrados, o público é convidado a refletir sobre o futuro desses setores, com base em ações inovadoras e sustentáveis, algumas em prática no Brasil.

A exposição idealizada pela agência P4, com curadoria de Mário Donizeti, fica em cartaz até 9 de junho.

SERVIÇO:
Integra: a cultura de um povo, o desenvolvimento de um país
De terça a domingo, das 09h às 17h. (bilheteria até às 16h) 

Avenida Mercúrio, s/n - Parque Dom Pedro II, Centro, São Paulo - SP 

(11) 3315-0051
| cataventocultural.org.br
A entrada para exposição é gratuita, mas o acesso ao Museu custa R$R$ 10,00 e meia-entrada para estudantes, idosos e portadores de deficiência.
(Gratuito às terças-feiras)

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