domingo, 5 de janeiro de 2020

.: "O Ovo de Ouro" estreia nova temporada no Teatro Porto Seguro

Foto: Shirley Fergon

Após a bem-sucedida estreia no Sesc Pinheiro, o espetáculo "O Ovo de Ouro", de Luccas Papp engata nova temporada no Teatro Porto Seguro, de 31 de janeiro a 1º de março. Com direção de Ricardo Grasson, a peça traz no elenco Sérgio Mamberti, Leonardo Miggiorin, Rita Batata, Ando Camargo, além do próprio autor. As sessões acontecem às sextas-feiras e sábados às 20h e domingos às 19h.


A peça trata sobre a função do Sonderkommando ou comandos especiais, unidades de trabalho formadas por prisioneiros selecionados para trabalhar nas câmaras de gás e nos crematórios dos campos de concentração nazistas durante a Segunda Guerra Mundial. Contada em diferentes episódios e tempos, a trama revela a vida de Dasco Nagy (Sérgio Mamberti), que foi Sonderkommando e sobreviveu ao campo de concentração de Auschwitz-Birkenau.

Em dois planos, um da realidade e outro da alucinação, a peça retrata a relação do protagonista Dasco Nagy quando jovem (Luccas Papp) com seu melhor amigo Sándor (Leonardo Miggiorin), com a prisioneira Judit (Rita Batata) e com o comandante alemão Weber (Ando Camargo). No presente, Dasco é entrevistado, já em idade avançada, por uma jornalista, narrando os acontecimentos mais horrorosos que viveu no campo de concentração e descrevendo a partir do seu ponto de vista os horrores da Segunda Guerra Mundial.

As vendas começaram a partir das 15h do dia 11 de dezembro. No período das festas de fim de ano o Teatro Porto Seguro estará em recesso. Entre os dias 16 de dezembro a 12 de janeiro a bilheteria estará fechada. De 13 a 18 de janeiro a bilheteria do teatro passa a funcionar de segunda a sexta, das 12h às 18h. A partir de 21 de janeiro, voltará a funcionar às terças e quartas, das 12h às 18h; quintas a sábado, das 12h às 20h e aos domingos, das 12h às 19h. Ingressos à venda a partir de 11 de dezembro. Durante o período de recesso os ingressos podem ser adquiridos pelo site da Tudus – www.tudus.com.br.

Serviço
"O Ovo de Ouro"

Texto: Luccas Papp.
Direção: Ricardo Grasson.
Elenco: Sérgio Mamberti, Leonardo Miggiorin, Rita Batata, Ando Camargo e Luccas Papp.
De 31 de janeiro a 1º de março – Sextas e sábados às 20h. Domingo às 19h.
Ingressos: R$ 70,00 plateia / R$ 50,00 balcão/frisas.
Classificação: 14 anos.
Duração: 90 minutos.

Teatro Porto Seguro
Al. Barão de Piracicaba, 740 – Campos Elíseos – São Paulo.
Telefone (11) 3226-7300.

Bilheteria: de terça a sábado, das 13h às 21h e domingos, das 12h às 19h.

Capacidade: 496 lugares.
Formas de pagamento: Cartão de crédito e débito (Visa, Mastercard, Elo e Diners).
Acessibilidade: dez lugares para cadeirantes e cinco cadeiras para obesos.
Estacionamento no local: Estapar R$ 20 (self parking) - Clientes Porto Seguro têm 50% de desconto.
Serviço de Vans: transporte gratuito Estação Luz – Teatro Porto Seguro – Estação Luz. O Teatro Porto Seguro oferece vans gratuitas da Estação Luz até as dependências do Teatro. Como pegar: na Estação Luz, na saída Rua José Paulino/Praça da Luz/Pinacoteca, vans personalizadas passam em frente ao local indicado para pegar os espectadores. Para mais informações, contate a equipe do Teatro Porto Seguro. Bicicletário – grátis.
Gemma Restaurante: terças a sextas-feiras das 11h às 17h; sábados das 11h às 18h e domingos das 11h às 16h. Happy hour quartas, quintas e sextas-feiras das 17h às 21h.

Vendas: tudus.com.br

Facebook: facebook.com/teatroporto
Instagram: @teatroporto

.: Eliana Pittman lança álbum com clássicos da MPB e bônus resgatados


Chega ao mercado, pela Kuarup Produtora, "Hoje, Ontem e Sempre", novo trabalho da cantora Eliana Pittman. O álbum, gravado em formato acústico com violão e percussão, reúne dez regravações de músicas de autores como: Vinicius de Moraes, Martinho da Vila, Fito Paez, Chico Cesar, Candeia, Cazuza e Gilberto Gil entre outros. 

Como bônus há mais oito faixas ao vivo de um show gravado em 1970, em Paris, na boate Dom Camillo, com repertório de clássicos da música brasileira e Bossa Nova. “Com este trabalho, festejo com orgulho e gratidão o meu ontem e o meu hoje, que vem a ser o meu sempre”, afirma a cantora.

Trata-se de uma das mais versáteis cantoras da música brasileira, tendo sido a única brasileira a figurar a capa da revista norte-americana Ebony (principal revista daquele país destinada ao público negro). No imaginário musical de quem viveu os anos 1970, a cantora carioca é a vivaz intérprete de sambas e carimbós que lhe deram fama nacional naquela década áurea, porém a verve internacional herdada por seu pai, o extraordinário saxofonista americano Booker Pittman, fez dela uma das nossas principais cantoras de jazz. 

Eliana, que gravou dezenas de discos e se apresentou em mais de 30 países, continua sua carreira em plena forma se apresentando em shows solos e de formatos diversificados em projetos especiais paralelos como Divas do Sambalanço (ao lado de Claudette Soares e Dóris Monteiro) E 100 anos de Dalva de Oliveira.

Eliana é filha de Booker Pittman, importante saxofonista e clarinetista de jazz nascido em Dallas (EUA), que migrou para o Brasil a partir dos anos 1930, sendo carinhosamente apelidado de Buca por ninguém menos do que Pixinguinha (1897–1973), que também tocava saxofone, entre outros múltiplos atributos artísticos.

E agora a cantora lança "Hoje, Ontem e Sempre", disco produzido por Thiago Marques Luiz, que traz como bônus um álbum ao vivo com registros de um espetáculo em Paris, que foi viabilizado quando Marques Luiz soube por Eliana que a cantora tinha no seu acervo particular de fitas de rolo gravações de shows feitos dentro e fora do Brasil nos anos 1960 e 1970. Uma dessas fitas reproduzia o áudio do show feito por Eliana na Cidade Luz. “Este disco é uma dívida que Eliana tem com seu público que não vê um disco inédito desde 1991 e é também uma dívida de seu público para com ela”, relata o produtor Thiago Marques Luiz. “Que eu possa realizar coisas bonitas na minha vida, ajudar as pessoas através do meu canto, trazendo esperança, paz e amor para cada um que escuta o som da minha voz”, finaliza.

Faixa a faixa:
1 – "O Morro Não Tem Vez" (Carlos Lyra / Vinicius de Moraes / Tom Jobim); 2 – "Gamei" (Délcio Luiz / André Renato); 3 – "Ex-Amor" (Martinho da Vila); 4 – "Drão" (Gilberto Gil); 5 - "Onde Estará O Meu Amor" (Chico César); 6 – "Até a Lua" (Tião Carvalho); 7 – "Preciso Dizer que te Amo" (Dê / Cazuza / Bebel Gilberto); 8 – "Preciso me Encontrar" (Candeia); 9 - "Yo Vengo A Ofrecer Mi Corazón" (Fito Paez); 10 – "Tributo à Vaidade" (Café / Iran Silva / Carlinhos Madureira).

Bônus – Show em Paris (1970), na Boate Don Camillo
11 – "Aquele Abraço" (Gilberto Gil); 12 – "Garota de Ipanema" (Tom Jobim / Vinicius de Moraes); 13 – "O Pato" (Jaime Silva / Neuza Teixeira); 14 – "Desafinado" (Tom Jobim / Newton Mendonça); 15 – "Big Spender" (Cy Coleman / Dorothy Fields); 16 – "Manhã de Carnaval" (Luiz Bonfá / Antônio Maria); 17 – "Ponteio" (Edu Lobo / Capinan); 18 – "Felicidade" (Tom Jobim / Vinicius de Moraes).

Sobre a Kuarup:
A gravadora Kuarup foi fundada no Rio de Janeiro em 1977 pelo produtor Mario de Aratanha e o saudoso fagotista Airton Barbosa, do Quinteto Villa-Lobos. Hoje, é uma das principais gravadoras independentes do país. Especializada em música brasileira, possui mais de 200 títulos em seu acervo, além de ter a maior coleção de obras de Villa-Lobos em catálogo no Brasil. O repertório traz choro, música nordestina, caipira, sertaneja, MPB, samba e instrumental, entre outros gêneros. A gravadora passou a atuar na edição de músicas e no mercado editorial de livros.

.: "Chaves - Um Tributo Musical" volta ao Teatro Opus em janeiro

O espetáculo presta uma linda homenagem a Roberto Gómez Bolaños e à sua mais famosa criação, o nosso querido Chaves, em uma grande produção musical. Espetáculo reestreia no Teatro Opus em 10 de janeiro de 2020.  Ingressos à venda em 
E Zás... Ele está voltando! Após temporada de sucesso com público superior a 35 mil pessoas, o espetáculo "Chaves – Um Tributo Musical" retorna para nova temporada no mesmo local, Teatro Opus, localizado no Shopping Villa-Lobos, em São Paulo. O musical homenageia o gênio da comédia Roberto Gómez Bolaños e todo o seu legado, que diverte e emociona diferentes gerações até hoje.

Esta é a primeira grande produção dessa natureza endossada e licenciada pelo Grupo Chespirito, e pelo SBT. A montagem surpreende os fãs do seriado - e o público em geral - com roteiro original da diretora musical Fernanda Maia e direção geral de Zé Henrique de Paula, ambos conhecidos por musicais como "Natasha, Pierre e o Grande Cometa de 1812" e "Urinal - O Musical". A coreografia original é de Gabriel Malo. No repertório, o musical foi recheado de canções clássicas da série e composições inéditas. 

"Chaves - Um Tributo Musical" é apresentado por Ministério da Cidadania, tem patrocínio de Grupo Zaffari e apoio de Cometa e Dúo Art Ice. Realização Del Claro Produções e Opus Promoções.

O gênio da comédia Roberto Gómez Bolaños conquistou crianças e adultos do mundo inteiro com seu humor simples e carismático, criando personagens que serviram de inspiração para diferentes gerações de atores, comediantes e escritores. Para isso, teve como referência (e homenageou) nomes clássicos da comédia. É possível encontrar registros do artista mexicano compondo esquetes que fazem alusão a humoristas como Charles Chaplin, Jerry Lewis e à dupla Oliver Hardy e Stan Laurel ("O Gordo e o Magro").

Foi assim que surgiu a ideia de se criar um roteiro inédito que não apenas trouxesse de volta aquela atmosfera lúdica, inocente e saudosista da vila da série, mas que também desse pitadas da vida de Bolaños e de sua trajetória como um grande mestre das artes cênicas e do clown.

Mesmo não se tratando de um “episódio do 'Chaves' transposto para os palcos”, e sim de uma homenagem com uma história inédita, o musical reproduz fielmente o cenário mais conhecido da carreira de Bolaños - a Vila do Chaves -, e causa comoção ao público quando aparece em cena pela primeira vez. 

Além de Chaves, muitos outros personagens icônicos aparecem em cena para o público se deliciar com as "presepadas" de Seu Madruga, Quico, Chiquinha, Sr. Barriga, entre outros. Os espectadores também podem esperar boas surpresas durante as apresentações.
 

Foto: Eron Reigota e Bruno Anselmo


Uma série de itens raros do universo "Chaves" no Brasil
Para ambientar o público ainda mais antes do início do espetáculo, uma exposição sobre Chespirito foi criada com o objetivo de oferecer um panorama da vida e da obra de Roberto Gómez Bolaños através de imagens, fotografias e objetos do acervo pessoal do criador do personagem cômico mais icônico do México - e da América Latina também. Inspirada nas cores da Vila e do figurino do Chaves, a exposição ocupará o foyer do Teatro Opus e permanecerá aberta ao público durante toda a temporada de "Chaves - Um Tributo Musical".

Projeto cenográfico: César Costa
Sobre a série
Há mais de 45 anos em exibição no México, "Chaves" é um caso de sucesso mundial, com transmissões na Itália, França, Coréia do Sul, Colômbia, Chile, Venezuela, Argentina, Peru, Panamá, Porto Rico e Estados Unidos. No Brasil, os episódios completarão 35 anos no ar em agosto; e são, atualmente, exibidos nos canais SBT e Multishow.

Roberto Gómez Fernández, a pessoa à frente do Grupo Chespirito
Dar vida a uma grandiosa obra e adaptá-la para os palcos não é tarefa fácil. Principalmente, se essa obra for o legado deixado por Roberto Gómez Bolaños, na forma do personagem Chaves e toda a sua turma. São figuras que vivem no coração de milhões de pessoas de toda a América Latina há mais de três décadas e que, por isso, merecem muita atenção e carinho. 

Roberto Gómez Fernández é o responsável por manter essa chama acesa para todos nós. Filho de Bolaños e líder do Grupo Chespirito, empresa detentora dos diretos de Chaves, Fernández mantém os olhos abertos para todos os licenciamentos envolvendo a série, inclusive o nosso querido "Chaves – Um Tributo Musical".

Para ele, Chaves é o personagem mais querido da América Latina e tem um papel emblemático na trajetória do pai, pois entende que o amor que o público sente pelo menino da ficção representa também o amor que o público tem pelo pai e toda a sua obra. 

Fernández comenta que se sentiu muito honrado e orgulhoso quando ficou sabendo da ideia do musical aqui no Brasil, e que segue se surpreendendo com o impacto que a obra de Chespirito (apelido carinhoso de Bolaños) ainda tem em todo o mundo. Ele diz que (o musical) “é uma enorme responsabilidade para se preservar o legado do meu pai”, e que está “emocionado por saber que (o musical) está em mãos profissionais e talentosas, e com um conceito único e original”. 

A paixão do brasileiro pela vila e todos seus personagens é notória e Fernández diz que se sente feliz por poder ser testemunha de todas essas manifestações de carinho. Ele revela que era uma vontade de Bolaños criar um espetáculo direcionado para o nosso país. “Meu pai começou a preparar um show ao vivo para o Brasil e até a estudar português. Porém, por questões políticas, não conseguiu levar o projeto adiante”. Ele arremata dizendo que "Chaves – Um Tributo Musical" é “um sonho que se tornou realidade”

Por isso, Roberto Gómez Fernández deseja que nosso espetáculo seja um grande sucesso. E nós desejamos que você se divirta e que se emocione com as trapalhadas que preparamos com muito carinho, profissionalismo e dedicação.

Serviço
"Chaves - Um Tributo Musical"
Apresentado por Ministério da Cidadania
Patrocínio: Grupo Zaffari
Apoio: Cometa e Dúo Art Ice
Realização: Del Claro Produções e Opus Promoções

De 10 a 19 de janeiro de 2020
Sessões:
Quinta-feira, às 16h.
Sexta-feira, às 20h.
Sábado, às 16h e às 20h.
Domingo, às 16h.

Duração: 120 minutos (com 15 minutos de intervalo)
Classificação: livre

Teatro Opus
4º Piso do Shopping Villa-Lobos 
Av. das Nações Unidas, 4777 - Alto de Pinheiros - São Paulo, SP - https://www.teatroopus.com.br


Canais de vendas oficiais:
Site:
 uhuu.com 

Atendimento: falecom@uhuu.com

Bilheteria Teatro Opus - 4º Piso do Shopping Villa-Lobos 
Av. das Nações Unidas, 4777 - Alto de Pinheiros - São Paulo, SP.
De terça a domingo, das 12h às 20h.

.: Como essa foto em um tweet fez "bombar" uma loja de donut à beira da falência


Um filho publicou uma foto do pai triste em sua nova e vazia loja de donuts, o tweet atraiu centenas de clientes e virou uma das estratégias de marketing viral. Este tweet viral de um homem sobre a recém inaugurada loja de donuts de seu pai se tornou um excelente exemplo do poder positivo das mídias sociais.

"Billy's Donuts" teve sua inauguração em Missouri City, Texas na quinta-feira. Os proprietários tinham chamado a loja depois de seu filho, Billy By, e eles estavam animados para começar a atirar bolos. Mas depois de alguns dias administrando o pequeno negócio, o pai de Billy ficou de coração partido pela falta de clientes.

Billy então tirou uma foto de seu pai triste atrás do balcão da loja e postou no Twitter, junto com o endereço, na esperança de que isso estimulasse os seguidores simpáticos a fazer um lanche. Quando Billy fez o primeiro post, “Billy's Donuts” supostamente tinha 71 seguidores no Instagram ; agora, tem mais de 59.000.

Dias depois de postar as fotos arrebatadoras, o post acumulou mais de 250 mil retweets de usuários de mídia social ansiosos para animar o pai de Billy. Clientes continuam comprando todos os doces da loja de donuts Donut City para que o dono possa ir para casa cedo para ficar com a esposa doente. A única coisa mais doce do que os donuts em Donut City é o amor da comunidade pelos donos de restaurantes.

Quase todos os dias nos últimos 28 anos, John e Stella Chhan abriram sua loja de donuts em Seal Beach, Califórnia, às 4h30. Eles sempre cumprimentam os clientes com um sorriso e quase nunca tiram um dia de folga. Então, quando Stella parou de aparecer atrás do balcão, os clientes perguntaram a John sobre sua ausência - e ficaram chocados com a resposta dele.

Desde que Stella sofreu um aneurisma cerebral no mês passado, ela está se recuperando em uma unidade de cuidados de enfermagem. Embora ela tenha lentamente recuperado um pouco de sua força, ela estava em má forma depois de ser levada para a sala de emergência. John ficou arrasado com o incidente, mas agradecido quando ela finalmente começou a mostrar sinais de recuperação.

Ele continuou a administrar a loja sozinho (com alguma ajuda da irmã de Stella), e sempre retorna para o lado dela quando termina o trabalho do dia. Um dos clientes habituais do Chhan na Donut City ouviu falar da sua situação e teve uma ideia: se todos na comunidade comprassem mais donuts do restaurante, John poderia fechar a loja cedo e passar mais tempo com a esposa.

Depois de postar sua ideia em uma página de mídia social da comunidade, os moradores locais imediatamente deram um passo à frente. As pessoas começaram a comprar donuts, croissants e muffins às dúzias.Ao longo das últimas semanas, John vendeu muitos doces antes do prazo normal - às vezes ele pode até fechar a loja às 10h.

Ele também foi rápido em expressar sua imensa gratidão pelo apoio. "Estamos muito agradecidos", ele disse ao OC Register com as mãos sobre o coração. As pessoas de Seal Beach estão mais do que felizes em ajudar seus proprietários de lojas de donuts favoritos. Eles até tentaram criar uma página do GoFundMe para os Chhans, mas John disse que já tem dinheiro suficiente - ele está feliz em passar tempo com Stella.

.: Ausência de futuro em “La Familia” reflete violência e desesperança



Por Oscar D’Ambrosiojornalista e crítico de arte.

O mundo globalizado nos traz reflexões das mais variadas. Uma delas é como os países latino-americanos vem se aproximando uns dos outros, infelizmente em seus aspectos mais negativos, como a violência, a miséria e a falta de esperança. A jornada existencial parece se direcionar para uma viela apenas de dor e sofrimento.

É o que ocorre no filme venezuelano “La Familia”, dirigido por Gustavo Rondon Cordova. A violência se faz presente desde a primeira cena em que crianças estão brincando num clima em que predomina a agressão verbal e física gratuita. Fica evidente que elas apenas reproduzem o ambiente que veem, tanto na competitividade masculina como na relação com as garotas.

Quando um dos meninos mata outro, começa uma jornada de fuga. O assassino que enfrentar a situação na favela, mas o pai o retira para uma busca de escapatória sem muitas alternativas. O menino começa a aprender o ofício dele como pedreiro, mas fica evidente que eles são desconhecidos um do outro.


Não há alternativas nesse cenário, que poderia perfeitamente ser no Brasil, na Colômbia, no Peru, no Chile, na Argentina ou na Bolívia. O pai busca abrir novas veredas de salvação para o filho e para ele. O menino deseja retornar na ingênua confiança que seus parceiros o protegerão. Nada fecha, a não ser a permanência na marginalidade e a ausência de futuro.


sábado, 4 de janeiro de 2020

.: "A Verdade" estreia dia 23 de janeiro no Teatro Vivo

Texto do premiado autor francês chega aos palcos de São Paulo após temporada de 3 meses no Rio de Janeiro


Foto: Dalton Valério


"A Verdade" estreou simultaneamente na França e Alemanha em 2011 e ganhou prêmios fora da Europa, em países como Índia e Coreia do Sul. Em 2017, a produção de Londres recebeu indicação na categoria Melhor Comédia do Laurence Olivier Awards, o maior prêmio do teatro britânico.

Inédita no Brasil, essa divertida comédia estreou no Rio de Janeiro e fez turnê em Uberlândia, Minas Gerais, e no interior de São Paulo (Marília, Piracicaba, Bauru, Botucatu e Lençóis Paulista) antes de chegar ao palco do Teatro Vivo para dois meses de temporada, com apresentações de sexta a domingo.

Durante o espetáculo, o espectador vai se envolvendo com a história que fala sobre as dinâmicas das relações pessoais e, em particular, da vida conjugal. Em cena estão dois casais que vão se revelando nas pequenas hipocrisias, inverdades e omissões do quotidiano. É uma comédia leve, sem tom político e, por isso mesmo, tão necessária para o alívio e a diversão que todos precisam.

O diretor Marcus Alvisi se sentiu eufórico com as possibilidades que esse texto genial oferece aos atores. “O que me fascina na peça é o jogo que o texto propõe. Todas as viradas. Sobretudo no personagem do Diogo. Culminando com a grande virada na última cena. O texto é todo tempo inesperado. Vem dessa tradição da comédia francesa, como o Vaudeville e o Boulevard, com uma pitada das peças de Harold Pinter. O que nos oferece uma mistura extremamente saborosa. O autor é muito hábil na armação desses quiproquós”, afirma Alvisi que também conta que não foi preciso adaptar o texto à realidade brasileira, mesmo sendo o autor francês. “Não houve adaptação. A tradução é sobremaneira fiel ao original francês.

Aliás, super bem traduzido por Silvio Albuquerque. A peça fala sobre as relações entre dois casais amigos. O sentimento, a emoção não difere quando o assunto é ciúmes, por exemplo. Você pode sentir de maneira mais aguda ou menos. Porém, ciúmes é igual para todos. Os jogos dessas relações também não são diferentes por estarmos no Brasil ou França. Aqui, na Itália, talvez possamos ser mais passionais. No entanto, não é uma diferença substantiva, quando estamos expostos numa relação amorosa. Seja no Brasil, na França, ou mesmo na China. Fato é que essa peça faz um grande sucesso em Pequim”, conclui.

Diogo Vilela afirma que o texto flui de forma muito natural. “Acho eu que, o Francês, é uma língua que também nos colonizou. Temos proximidade nas visões sociais e no aspecto crítico à nossa burguesia, guardadas às devidas diferenças das nossas civilizações! Tudo que se fala na peça existe também em sua universalidade. É um texto pungente, que por fazer alusão franca aos nossos vícios sociais de comportamento, trás certa sensação de alívio a quem o assiste, como se oferecesse ao público um viés de esperança e alegria. 

E isso é muito bom de notar e muito compensador para todos nós que fazemos o espetáculo!”, conta o ator, craque do humor refinado e inteligente, que volta ao gênero depois de clássicos como Hamlet e Otelo, e musicais: Ary Barroso, de sua autoria, Gaiola das Loucas e Cauby Cauby uma Lembrança. Ainda sobre o texto de Florian Zeller, Diogo conta: “o que mais me agradou no texto foi o comportamento das personagens em cena. Uma mistura de sentimentos que para mim soavam como adoráveis de representar! Achei curioso o trabalho que teríamos de enfrentar para dar veracidade ao tema que envolvia a peça, tão habitual hoje em dia!”.

Completam o elenco Bia Nunnes (na TV: História de Amor, Salsa e Merengue, Negócio da China, Sexo e as Negas); Carolina Gonzalez (O Pai, Cais do Oeste) e Paulo Trajano (Simonal, Cauby Cauby uma lembrança).

Após a temporada paulistana, até 28 de março, a peça segue para Belo Horizonte onde se apresenta dias 03 e 04 de abril no Cine Theatro Brasil Vallourec.

Teatro Vivo: O espetáculo “A Verdade”, com Diogo Vilela, Bia Nunnes, Carolina Gonzalez e Paulo Trajano, dará início à temporada 2020 do Teatro Vivo. O espaço que voltou à cena cultural totalmente modernizado em setembro de 2019, teve sua reinauguração marcada pela peça “Eu de Você”, sucesso absoluto de público e crítica. Em 2020, a programação do teatro será composta por peças teatrais e shows. Localizado na Avenida Dr. Chucri Zaidan, 2.460, na capital paulista, o Teatro Vivo tem 274 lugares e é acessível a todos os públicos.


Ficha Técnica
Texto Florian Zeller
Direção Marcus Alvisi
Elenco Diogo Vilela, Bia Nunnes, Carolina Gonzalez e Paulo Trajano
Cenário Ronald Teixeira e Guilherme Reis
Luz Maneco Quinderé
Figurinos Ronald Teixeira
Caracterização Mona Magalhães e Vitor Martinez
Fotos Dalton Valério
Assessoria de Imprensa Morente Forte
Produção Executiva Marco Aurélio Monteiro
Direção de Produção Marília Milanez
Realização Governo do Estado de São Paulo e Nitiren Prod. Art. Ltda.

Serviço
A VERDADE
Teatro VIVO (274 lugares)
Av. Dr. Chucri Zaidan, 2460 – Morumbi
Informações: 3279.1520 e 97420.1520
Bilheteria: de terça a domingo, a partir das 14h. Aceita todos os cartões de crédito e débito. Acessibilidade: 6 lugares para cadeirantes, 2 lugares para mobilidade restrita e 2 cadeiras para obesos. Estacionamento no local: R$ 20.
Facebook: facebook.com/vivoencena – Instagram: @vivoencena

Vendas: sympla.com.br
Sexta às 20h | Sábado às 21h | Domingo às 18h
Ingressos:
Sexta R$ 80 | Sábado e Domingo R$ 90
Duração: 90 minutos
Classificação indicativa: 12 anos
Gênero: comédia

Estreia dia 23 de janeiro de 2020, quinta, às 20h
Temporada: até 28 de março
Facebook.com/averdade
Instagram: @averdade2019

.: Editora Positivo lança "Nas Mãos de Benedita", de Carlos Dala Stella


A editora Positivo lançou o livro "Nas Mãos de Benedita", de Carlos Dala Stella (entrevista com ele neste link), na livraria Arte e Letra, em Curitiba. A obra é uma coletânea inédita de 22 contos e 24 desenhos, que retrata, em 160 páginas, o processo criativo do autor.

Ao contrário da maior parte dos livros produzidos até hoje, Dala Stella criou primeiro as imagens - e depois os contos. O artista, que escreve e desenha cotidianamente em seus cadernos ilustrados há mais de 40 anos, retirou boa parte da inspiração de seus diários. "Consultando meus diários de ateliê, selecionei excertos de sonhos, reflexões sobre literatura, música, o tempo. E fui criando entrechos narrativos, cujos personagens estavam sempre a pensar pedaços de pensamentos, como fazemos tão frequentemente", conta.

A narrativa visual corre paralela à narrativa ficcional, mas de forma relativamente autônoma. "Em todos os contos, a referência à imagem é sempre periférica, o núcleo correndo alheio a ela", explica o autor. "Ainda que as imagens possam ser admiradas autonomamente em relação aos textos, é delicioso encontrar aqui e ali o alento comum do inventor que lhes deu forma e figura", descreve a poeta, ensaísta, cronista e crítica literária, Mariana Ianelli, na abertura da obra.

Segundo ela, na obra, os leitores vão encontrar armadilhas de espanto, ternuras acutilantes, finas membranas de mistérios, visões que brotam de demoras contemplativas, entre pressentimento e revelação, pesadelo e maravilha. "Cada imagem, cada conto, um corpo-cosmo, uma miragem palpável do pensamento, uma invenção mágica, que eu espero chegue a muitas mãos e muitos olhos", diz Mariana Ianelli.

As mãos aparecem em quase todas as imagens do livro: mãos que acarinham, revelam, advertem, plantam, afagam, debulham, fazem música, leem, esculpem, jogam, rezam, produzem ou, ainda, que contêm, nelas mesmas, outros signos, grafismos e gestos. O conto que dá nome ao livro começa pelo fim e traz um romance trágico que gira em torno de um mistério anotado no caderninho de uma quiróloga chamada Benedita.

Benedita é uma polaca ossuda, quiróloga que atende no bairro das Mercês, nos fundos da igreja dos Capuchinhos. É a ela que o personagem do conto recorre quando vê a dúvida recair sobre suas certezas matemáticas. Logo ele, tão fascinado pela exatidão matemática que chegara a crer na “possibilidade de ver o cerne em tudo, de pressenti-lo em cada rosto”. O conto transcorre no vértice desse paradoxo, quando a certeza é atingida pelas transparências do contraditório.



Sobre Carlos Dala Stella
Carlos Dala Stella nasceu em 1961, no bairro de Santa Felicidade, em Curitiba. É poeta, artista plástico e também contista. Formado em Letras pela Universidade Federal do Paraná, dedica-se ao desenho desde a década de 80, quando expôs na Itália. 

Publicou os livros “O Caçador de Vaga-lumes” (poemas, 1998), “Riachuelo, 266” (contos e crônicas, 2000), “Bicicletas de Montreal” (fotografia e outras artesvisuais,2002) e “Ogatosemnome” (poemas, 2007). Foi finalista do Prêmio Jabuti em 2012 na categoria Ilustração com o livro “Quer Jogar?” (livro ilustrado, 2011). 

Nas artes, o autor transita por murais de cimento e vidro, telas, retratos a lápis, nanquim e esculturas em papel, mas é nos cadernos de ateliê que cotidianamente escreve e desenha. Em 2018, estreou na poesia com a obra "A Arte Muda da Fuga", da Editora Positivo.

.: Gong And Steve Hillage virá para São Paulo em março


O Gong é um dos precursores do rock progressivo, rock psicodélico space rock. Fundada em 1967 pelo australiano David Allen, a banda passou por diferentes encarnações em seus mais de 50 anos, sempre com músicos de incrível capacidade técnica, dada a complexidade musical de sua obra. 

Com mais de 8 milhões de discos vendidos, com discos produzidos no Brasil nas décadas de 70, 80 e 90, e tendo 38 discos lançados, a banda criou uma legião de fãs fiéis ao redor do mundo - denominados pela banda como “Planeta Gong”.

Os shows do Gong são um evento. Luzes, projeções, cores e imagens fundidas se aliam a música incrivelmente viajante produzida pelos músicos no palco. É um show sensorial e com uma energia impressionante.


Um dos seus membros mais importantes é o guitarrista Steve Hillage. Ao lado do Gong, ele foi responsável pela criação da trilogia "Radio Gnome Invisible" - "Flying Teapot", "Angel’s Egg" e "YOU", três discos conceituais recheados de referências jazz rock e psicodélicas - e também diversos registro ao vivo. Além dos trabalhos com o Gong, em 1975 Hillage iniciou uma sólida carreira solo, viajando pelo mundo nas turnês dos discos Fish Rising, “L”, Motivation Radio e Green, este último produzido por Nick Mason do Pink Floyd. 


Dono de um timbre e técnica únicos, Hillage também participou de inúmeras gravações e importantes participações ao vivo na história do rock, como na Turne de estreia da importante obra Tubular Bell de Mike Oldfield, em Space Shanty da banda Khan, em Pierre Morlen’s Gong (Shamal), Ozric Tentacles, Hawkwind, entre tantos. Também possui uma longa carreira como produtor, tendo trabalhando como bandas como Simple Minds, Tony Banks, The Charlatans e muitas outras.

Gong e Steve Hillage farão um apanhado das obras do Gong e da carreira solo de Hillage em um show único no Brasil, que será longo e sem intervalos. Segundo a banda este é um projeto especial de celebração da música psicodélica e que não irá se repetir. Para tanto foram escolhidos poucos países nos quais Gong & Hillage possuem as maiores bases de fãs - e nesse caso o Brasil está entre os mais receptivos.


Garanta já os seus ingressos em Uhuu: https://uhuu.com/evento/sp/sao-paulo/gong-and-steve-hillage-8773.

Classificação: 16 anos. Duração: 120 minutos. Localizado no Bourbon Shopping, em São Paulo, com capacidade para 1439 pessoas. Rua Palestra Itália, 500 - Loja 263, 3° Piso - Perdizes.


.: Vodka de batata começa a ser produzida na Escócia


Em vez de permitir que seus produtos sejam desperdiçados, esses dois fazendeiros escoceses estão fabricando vodka a partir de batatas que são muito "feias" para serem vendidas em supermercados. Graeme Jarron e sua esposa Caroline cultivam milhares de batatas para vender para os supermercados todos os anos - mas uma grande quantidade de suas batatas deformadas, que não atendem ao padrão do supermercado, muitas vezes acabam sendo desperdiçadas.

E assim, o casal criativo decidiu começar a usar as safras feias para fazer vodka em sua fazenda Ogilvy, tornando-a a primeira destilaria de vodca de batata da Escócia. “Nós cultivamos batatas para supermercados, mas você ficaria surpreso com a alta demanda por batatas de formato uniforme”, diz Graeme, de 38 anos. “Antes de serem mandados embora, nós olhamos para eles e tiramos todos os que estão quebrados. Por isso, quero dizer aqueles que são muito pequenos ou muito grandes”.

"Além disso, se eles têm um sombreamento de verde, os supermercados não querem tocá-los", acrescentou. “Os supermercados querem batatas de tamanho médio bom, e é por isso que pensamos que deveríamos usar as batatas fritas para fazer vodka e funcionou muito bem. Se não os usássemos, eles teriam sido desperdiçados", concluiu.

A Ogilvy Vodka está agora se preparando para abrir as portas de seu novo centro de visitantes de £ 150.000 (US $ 191.000) perto de Forfar, Angus, e Graeme espera que a experiência de experiência se torne uma parada obrigatória para os amantes de bebidas espirituosas. As turnês começaram em um trator e trailer vintage, que mostraram os bastidores da cultura da batata.

A família Jarron cultivou a terra na fazenda Hatton of Ogilvy desde 1910, mas apenas recentemente se juntou ao laboratório de destilação e destilação da Universidade Heriot-Watt, em Edimburgo, para começar a produzir a primeira vodka de batata da Escócia em 2014 contou Carlos Magno Nunes Barcelos. A Ogilvy Vodka agora é distribuída para lojas de garrafas independentes, lojas de fazenda e delis em todo o Reino Unido por apenas £ 36 por garrafa de 700 mililitros.

.: “Deslembro”: a identidade da família que conversa em três idiomas


Por Oscar D’Ambrosiojornalista e crítico de arte.

Uma das principais vantagens de lembrar o passado na arte é que se trata de uma ação para que não seja repetido. Nesse sentido, filmes que enfocam as ditaduras na América Latina, sejam no Brasil ou no Chile, como é o presente caso, são muito bem recebidos, principalmente por tratarem a questão não como frio documentário, mas sob aspetos humanistas.

A diretora brasileira Flavia Castro, em “Deslembro”, enfoca uma família que conversa em três idiomas ao mesmo tempo. Ela volta da França para o Brasil com os benefícios da anistia, mas o retorno não é simples nem harmonioso. A rebelde filha adolescente (a promissora Jeanne Boudier), chega a rasgar o passaporte para tentar não viajar com a mãe, que perdeu o ex-marido como desaparecido político no Brasil, com um novo parceiro, um ativista político chileno e dois irmãos mais novos.

Entender o passado é um esforço e inclui o momento em que a filha consegue reconhecer a casa em que o pai foi preso pelas forças policiais. Eliane Giardini, como avó paterna da jovem rouba a cena com simpatia e carinho e pela neta e com a dor represada de nunca ter encontrado o corpo do filho.

Em meio a isso tudo, a protagonista descobre o sexo, as drogas e a música brasileira. Fala francês com a mãe; espanhol com o padrasto; e português com a avó, muitas vezes mesclando os idiomas, numa clara demonstração de sua mistura de identidades, de vozes e de visões de mundo, senso o ícone de um mundo globalizado em busca de uma identidade talvez cada vez mais impossível de encontrar.

sexta-feira, 3 de janeiro de 2020

.: #ResenhaRápida com Fabiano de Abreu, filósofo e criador de personagens


Por Helder Moraes Miranda e Mary Ellen Farias dos Santos, editores do Resenhando.

Jornalista, empresário, escritor, filósofo, poeta e personal branding luso-brasileiro: este é Fabiano de AbreuAtualmente, ele detém o prêmio do jornalista que mais criou personagens na história da imprensa brasileira e internacional, reconhecido por grandes nomes do jornalismo em diversos países. 

Como filósofo criou um novo conceito que chamou de poemas-filosóficos para escolas do governo de Minas Gerais no Brasil. Lançou o livro "Viver Pode Não Ser Tão Ruim" no Brasil, Angola, Paraguai e Portugal. Proprietário da agência de comunicação e mídia social MF Press Global, é também um correspondente e colaborador de várias revistas, sites de notícias e jornais de grande repercussão nacional e internacional. 

Também é membro da Mensa, associação de pessoas mais inteligentes do mundo, Fabiano foi constatado com o QI percentil 99 sendo considerado um dos maiores do mundo. Para o Resenhando, na coluna #ResenhaRápida, com excluisividade, ele responde a perguntas que nunca fizeram para ele antes.

Nome completo: Fabiano de Abreu Rodrigues.
Apelido: Fabiano de Abreu.
Data de nascimento: 30 de julho de 1981.
Qualidade: não julgar.
Defeito: impaciente.
Signo: leão.
Ascendente: não sou ligado em signos.
Uma mania: objetos tem que estar organizados e alinhados.
Religião: não tenho.
Time: Flamengo.
Amor: o único e verdadeiro é para os filhos, os demais, controla-se.
Sexo: necessidade biológica instintiva.
Mulher bonita: minha esposa, Nicole Kidman também é uma quase perfeição.
Homem bonito: meu pai.
Família é: necessário e de cumplicidade única.
Ídolo: Zico, responsável direto para que o Flamengo tivesse uma torcida tão grande.
Inspiração: o raciocínio lógico e o comportamento do meu pai para com as pessoas.
Arte é: artista é quem pinta bem. Arte é sinônimo de competência. Não considero artista quem se diz artista mas não é bom no que faz.
Brasil: uma confusão generalizada pela falta de educação e conhecimento que conflita com uma pequena parte de imensa sabedoria e competência. Um "continente", pelo tamanho, que produz de tudo e não consegue ser uma potência pois não investe na educação.
Fé: necessidade para muitos.
Deus é: essencial para muitos. 
Política é: uma ciência sem credibilidade.
Hobby: pensar.
Lugar: Ilha da Madeira.
O que não pode faltar na geladeira: queijo.
Prato predileto: bacalhau.
Sobremesa: pudim.
Fruta: tangerina.
Cor favorita: preto.
Medo de: nada.
Uma peça de teatro: gosto de ópera e espetáculos extraordinários.
Um show: Iron Maiden.
Um ator: Al Pacino.
Uma atriz: Julia Roberts.
Um cantor: Andreas Hedlund.
Uma cantora: Sandra Schleret. 
Um escritor: William Shakespeare.
Uma escritora: não conheço.
Um filme: "Guerra Mundial Z".
Um livro: não leio livros, gosto de filmes e documentários.
Uma música: Svältvinter - Vintersorg.
Um disco: "Killers" - Iron Maiden.
Um personagem: Edward Mãos de Tesoura.
Uma novela: não gosto de novelas.
Uma série: "The Walkind Dead".
Um programa de TV: não vejo programas de TV.
Um podcast: tive que pesquisar para lembrar o que é isso.
Uma saudade: do que ainda não vivi.
Algo que me irrita: pessoas repetitivas.
Algo que me deixa feliz é: uma conversa inteligente.
Não abro mão de: um bom café da manhã.
Do que abro mão: de gente que não soma.
Digo sim a: uma boa compreensão.
Digo não a: pessoas egoístas.
Sonho: sonho são metas, crio-as o tempo inteiro. Não caberiam aqui.
Futuro: incerto.
Morte é: estranho.
Vida é: momento a aproveitar.
Uma palavra: humildade.
Ser filósofo é: tentar compreender a mente humana.


.: Alerta vermelho: Por que parisienses estão contra o Instagram?


Paris, a França é um dos lugares mais bonitos do mundo. Milhões de pessoas sonham em morar lá. É visitado por turistas de diferentes países a cada ano. As pessoas não se cansam da maravilhosa arquitetura, comida, arte e cultura desta cidade.

No entanto, além da famosa Torre Eiffel e do Museu do Louvre, os turistas também adoram ir à Rue Cremieux, uma rua de paralelepípedos com casas de cor pastel. Os turistas costumam ir lá para tirar fotos e depois publicá-las em plataformas de mídia social, como o Instagram. Se você digitar a hashtag #RueCremieux, terá a garantia de ver milhares de fotos de usuários do Instagram posando de fora de casa e por toda a rua. Muitos deles até usam roupas de cor pastel para combinar com as cores das casas.

A geração do milênio, em particular, é obcecada por mídias sociais e tem gostos de amigos e desconhecidos. Eles vão à Rue Cremieux para posar e tirar fotos, com as casas como pano de fundo. Eles costumam ir lá em grupos e inconscientemente perturbam os moradores. Por causa disso, os moradores não os querem mais por perto. Na verdade, eles pediram ao conselho da cidade para banir os turistas na área em determinados momentos.

Eles pediram um portão para restringir o acesso às instalações durante o nascer do sol, pôr do sol, à noite e fins de semana. Eles já tiveram muitos turistas tentando encontrar o local perfeito para suas fotos no Instagram.

Afinal, a Rue Cremieux não foi projetada para ser pisada por grandes multidões ao mesmo tempo. Foi construído no final do século XIX para trabalhadores da construção civil. Portanto, as casas são pequenas e se abrem diretamente para um estreito trecho de paralelepípedos.

De acordo com Kris Morton, um blogueiro de viagens, uma conta no Instagram foi lançada para informar os turistas sobre as atividades que eles não podem mais fazer enquanto estão na Rue Cremieux. Os moradores contam que o comportamento dos turistas é simplesmente inaceitável. Eles bloqueiam entradas e caminhos, bem como se intrometem na propriedade privada.

A conta do Instagram Club Crémieux mostra fotos de flash mobs, bachelorettes e aspirantes a influenciadores de mídia social fazendo várias coisas na rua sem carro. Eles também costumam trazer adereços, como óculos de sol, tênis e roupas íntimas para tornar suas fotos mais interessantes. Eles usam a rua como um estúdio, sem qualquer consideração pelos moradores.

Um residente também relatou na France Info, uma estação de rádio, que esses turistas são realmente um incômodo. Eles não podem jantar em paz porque as pessoas estão constantemente fora de suas janelas tirando fotos, filmando vídeos, gritando e fazendo outras atividades incômodas.

Os moradores estão exaustos e frustrados por terem que lidar com esses turistas. Eles só querem que eles sumam para que eles possam continuar vivendo suas vidas em paz. Eles estão dando o conselho da cidade até este verão para gerenciar a situação e encontrar uma solução para o problema.

Tirar fotos para o Instagram não é realmente um problema. Na verdade, é uma coisa boa porque inspira e encoraja as pessoas a viajar pelo mundo. No entanto, quando obcecados por tirar as fotos perfeitas e ir além das fronteiras começam a ocorrer, podem surgir problemas.

Os usuários do Instagram devem ter uma cortesia comum em mente. Eles devem respeitar a propriedade e a privacidade dos moradores. Eles também devem ser respeitosos com outros turistas, não ocupando lugares ou iniciando uma briga. Mais importante, eles devem ser respeitosos em relação ao meio ambiente, não sujando e destruindo a vida selvagem.

Se os turistas continuarem com seus comportamentos inaceitáveis enquanto estiverem visitando lugares e tirando fotos, então não é surpresa se eles forem banidos em um futuro próximo. Esta não é a primeira vez que os moradores já tiveram muitos turistas causando caos em sua área.

Em 2016, a Brooklyn Heights Association interrompeu os seus programas históricos de visitas à casa, apesar de esta ter decorrido durante mais de trinta anos. Os moradores já tiveram muitos turistas invadindo sua privacidade tirando fotos do exterior e do interior de suas casas e, em seguida, enviando-os nas redes sociais. No mesmo ano, uma linda ponte em Washington também foi removida depois que os usuários do Instagram continuaram invadindo a ponte.

Usuários milenares do Instagram são realmente difíceis de controlar. No entanto, eles devem se esforçar para mudar seus modos e melhorar sua atitude. Eles devem perceber quando seus comportamentos estão se tornando ridículos e incômodos para os outros.

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