Escritor e jornalista, Flávio VM Costa lançará o livro de contos “Você Morre Quando Esquecem Seu Nome”, no próximo dia 9 de março, às 19h, na Livraria Martins Fontes Paulista, em São Paulo. A poética da obra revela as engrenagens racistas da sociedade brasileira, pelas quais se desnudam a violência e o massacre de pessoas pretas. Explorando a geografia da Salvador contemporânea e a história para longe de folclores, o autor tem a capital baiana como cenário predominante dos seus contos. Como bem diz a apresentação do livro, redigida por Tom Correia (ex-curador da Flica) o escritor traz “um olhar que ao mesmo tempo nos tira do chão e nos faz um alerta: se é na rua que a vida pulsa, também é na rua que a vida se esvai”. Flávio VM Costa estreou na ficção em 2016, com a coletânea de contos Caçada Russa, livro vencedor do Prêmio Bunkyo de Literatura em 2018. Antes, ele já tinha figurado como o único brasileiro entre os quatro vencedores do concurso literário internacional Prada Feltrinelli Prize (Itália, 2016), com o conto Tenente Marcus, presente no novo livro. Enquanto jornalista, Flávio VM Costa passou pelas redações dos jornais soteropolitanos Correio e A Tarde e das revistas Imprensa e IstoÉ. Atualmente é repórter do Portal UOL, em São Paulo. A Livraria Martins Fontes Paulista fica na Av. Paulista, 509 - Paraíso.
Estrela da MPB conversa sobre sua carreira com o público enquanto a Banda MIS interpreta seus grandes sucessos no palco - como "O Amanhã", "Tô Voltando" e "Então É Natal". Entrada gratuita. Foto: Rodrigo Marques Em março, o programa "Notas Contemporâneas" do MIS - Museu da Imagem e do Som, instituição da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo-, que registra depoimentos de importantes nomes do cenário musical brasileiro, convida a cantora e compositora Simone. A estrela da MPB participa de bate-papo comandado pela jornalista musical e apresentadora Patrícia Palumbo, que entrevista a convidada enquanto a Banda MIS realiza releituras de grandes sucessos de sua carreira - como O Amanhã, Tô Voltando e Então é Natal. O "Notas Contemporâneas" de março acontece no dia 11, quarta-feira, às 20h. O ingresso, gratuito, deve ser retirado com 1h de antecedência na recepção do Museu. Esta edição do programa integra a curadoria especial do Mês da Mulher no MIS, que foca no protagonismo feminino em toda sua programação regular no período. Sobre Simone A música chegou à Simone ainda muito cedo. Seus pais, Otto Gentil de Oliveira, um cantador de óperas amador e Letícia Bittencourt de Oliveira, que tocava piano e violão, costumavam ouvir em casa cantores brasileiros como Ângela Maria, Maysa, Cauby Peixoto, Nora Ney. Moravam em Salvador, Bahia, quando nasce a sétima filha do casal, Simone Bittencourt de Oliveira aos sete minutos do dia 25 de dezembro de 1949, à Rua Castro Neves, no bairro de Brotas. Simone havia feito Faculdade de Educação Física em Santos, para onde havia se mudado com a família em 1966 e vinha se dedicando à carreira de jogadora de basquete, em clubes do Estado de São Paulo e a de professora de Educação Física, quando, de repente, sua vida mudou inteiramente. Sua professora de violão, Elodi Barontini, a levou a conhecer Moacir Machado, então gerente de marketing da gravadora Odeon, das maiores do Brasil, que lhe chamou a fazer um teste. A sua voz cantando "Maior que o Meu Amor" (Renato Barros), do repertório de Roberto Carlos, foi arrebatadora e, um ano depois, depois de contrato firmado com a gravadora, oficialmente no dia 20 de março de 1973, seu álbum "Simone" é apresentado para a imprensa de jornal, rádio e TV. Mais tarde, por indicação de Toquinho e Milton Nascimento, Simone é convidada a gravar "O Que Será" (Chico Buarque) na trilha do filme "Dona Flor e Seus Dois Maridos", de Bruno Barreto. Ainda nos anos 70, Simone emplaca a primeira canção na trilha sonora de uma telenovela. "Jura Secreta" (Sueli Costa/Abel Silva) é incluída em "O Profeta", de Ivani Ribeiro, em 1977, na TV Tupi. A partir de então, a voz de Simone se torna marca da teledramaturgia brasileira: de 1979 a 2014, a cantora emplacou nada menos que 54 canções em trilhas da TV Tupi, Globo, Manchete, Bandeirantes, SBT e SIC Portugal. Mas é em 1982 que a cantora se consagra: durante o show Canta Brasil, que reúne diversos artistas no Estádio do Morumbi, em São Paulo, Simone, com lágrimas nos olhos e a voz embargada, canta "Para Não Dizer Que Não Falei de Flores/Caminhando" (Geraldo Vandré) e levanta um emocionado coro de 90 mil pessoas. Em 1995, assina contrato com a gravadora Polygram e grava o álbum "25 de Dezembro", idealizado e produzido por Simone e Marcos Maynard, somente com canções de Natal. Com este disco, Simone atinge a marca de um milhão de cópias vendidas em apenas 15 dias, recebendo um Disco de Diamante. Nos anos seguintes, foram muitos shows, no Brasil e em outros países, gravações. Sobre o programa "Notas Contemporâneas" O projeto mensaldo MIS registra depoimentos de compositores e intérpretes icônicos da música popular brasileira. O programa se divide em duas etapas: a primeira é composta de um longo depoimento realizado em estúdio, que passa a integrar o acervo do MIS; a segunda é ao vivo no palco do auditório do museu, com mediação da jornalista Patrícia Palumbo e participação da Banda MIS, que faz releituras inéditas e exclusivas dos maiores sucessos do homenageado. A entrada é livre e os fãs dos artistas são muito bem-vindos, podendo, inclusive,fazer perguntas ao homenageado - que serão selecionadas pela equipe do museu para integrar o roteiro do evento. Serviço "Notas Contemporâneas" | Simone Quarta-feira, dia 11 de março, às 20h, no Auditório MIS (172 lugares). Ingresso gratuito. Distribuição com uma hora de antecedência na bilheteria. Classificação: livre.
Museu da Imagem e do Som - MIS Avenida Europa, 158, Jardim Europa, São Paulo| (11) 2117 4777 | www.mis-sp.org.br. Estacionamento conveniado: R$ 18. Acesso e elevador para cadeirantes. Ar-condicionado.
Uma iniciativa do ator Johnny Deep com Alice Cooper e o guitarrista do Aerosmith, Joe Perry, resultou na criação do grupo The Hollywood Vampires. Encarado no início como uma ação desprensiosa, o projeto acabou sendo levado a sério e chega ao segundo álbum, intitulado "Rise", com músicas inéditas e releituras de clássicos do rock. O disco é composto por 13 faixas, abrangendo canções como "Heroes" (de David Bowie), "You Can't Put Your Arms Around a Memory" (de Johnny Thunders). Há a luxuosa participação do guitarrista Jeff Beck na faixa "Welcome To The Bushwackers", que foi escrita em conjunto com o músico sueco Tommy Denander. O som é puro hard rock setentista. Com Alice Cooper comandando o vocal em boa parte das faixas e Joe Perry pilotando os riffs, Johnny Deep está tranquilo na guitarra e até assume os vocais em alguns faixas. Gostei muito de "Mr. Spider" (bem no estilo de Alice Cooper) e de "Who's Laughing Now" (com um riff bem marcante na guitarra). Mas o maior destaque do álbum ficou mesmo para a releitura de "Heroes". Johnny Deep dá um show de interpretação nessa faixa, deixando a canção com a densidade exata, juntamente com os providenciais solos de Joe Perry. Acabou se tornando uma bonita homenagem para o nosso "Camaleão do Rock". Hollywood Vampires está muito longe de ser apenas uma brincadeira musical. Os caras levaram o projeto a sério. E parecem querer se aprimorar a cada novo trabalho realizado.
Nesta terça-feira, dia 10, estreia a segunda temporada do #Provoca. Com novo nome – já que aderiu à alcunha das redes sociais –, inauguração de novo cenário e pacote gráfico reformulado, a nova fase do programa tem como primeiro convidado Jô Soares, um dos maiores apresentadores e humoristas do Brasil. Ele, que também é escritor, dramaturgo, diretor teatral, ator e músico, comenta temas como política, teatro e TV. Apresentado por Marcelo Tas, vai ao ar às 22h15, na TV Cultura, no site oficial da emissora e no YouTube. Além de falar abertamente sobre questões relacionadas a sua sexualidade, Jô também adianta os planos futuros para sua carreira. Entre eles está seu novo projeto teatral, Gaslight. A obra, cuja adaptação mais popular é o filme de 1944 com a estrela Ingrid Bergman, deu origem ao termo "gaslighting", tipo de abuso psicológico em que a vítima passa a questionar a própria sanidade. O “gordo”, como é conhecido, ainda dá detalhes sobre sua relação com o filho Rafael, que tinha autismo, falecido em 2014. A reformulação do programa também trouxe vinhetas divertidas. "A inspiração continua no trabalho da designer Paula Scher com toques do humor de Jacques Tati. Gravado previamente em chroma, os desenhos substituem alguns objetos reais e dão asas a nossa imaginação em divertidas situações", comenta Henrique Bacana, diretor de arte da TV Cultura.
As Aventuras de Poliana Resumo dos Capítulos 474 a 478 (09 a 13.03)
Capítulo 474, segunda-feira, 09 de março
Os amigos de Mário convidam o garoto para brincar ao ar livre. Foto: Bruno Correa/ SBT
Os amigos de Mário convidam o garoto para brincar ao ar livre. Poliana e Luigi vão até a casa de Glória para pedir um favor a Antônio. Iure conta a Samuel que Violeta mentiu para ele. Luigi tenta dar um presente para Yasmin, mas é ignorado. Poliana recebe outro bilhete de seu admirador, pedindo que eles se encontrem na praça. Bento deixa a porta de Ruth aberta e Feijão foge. Desempregado, Sérgio ajuda as crianças a construir uma "nave". Pendleton vai ao encontro marcado pelo admirador secreto de Poliana, descobre que é Eric e o dispensa. Roger convoca uma reunião com os funcionários da O11O e pedem que eles comecem a trabalhar em uma nova Sara. Durval e Vini estranham o sumiço de Mosquito. Pendleton conta para Luisa que Eric é o admirador secreto de Poliana e a mulher fica surpresa. Fernanda tenta descobrir quem é a nova namorada de Afonso.
Capítulo 475, terça-feira, 10 de março
Guilherme avisa a família que tomou sua decisão e decidiu ir para a Austrália. Foto: Lourival Ribeiro/ SBT
Preocupado, João procura Feijão pela rua. Kessya acha que Luigi pode estar interessado em Poliana. Guilherme avisa a família que tomou sua decisão e decidiu ir para a Austrália. Durval pede para Vini procurar Mosquito na comunidade. Luca e Mirela fazem um vídeo para contar sobre o término. Poliana pergunta a Luigi se ele é o seu admirador secreto. Samuel questiona Violeta quanto as mentiras que ela contou, e atordoado com a verdade, acaba passando mal. Waldisney se enrola cada vez mais em suas mentiras. Vini encontra Mosquito com os marginais do Bem-Te-vi. O CLP pede a autorização de Helô para realização de um Sarau na escola. Iure vai visitar seu pai no hospital. João pede para passar a noite na casa de Marcelo.
Capítulo 476, quarta-feira, 11 de março
Poliana fica triste por não poder contar a tia sobre a invisibilidade de Sara. Foto: João Raposo/ SBT
Ainda no hospital, Samuel pede desculpas para Sophie e os dois fazem as pazes. Lorena, Gael, Benício e Sérgio se unem para ajudar Mário a curar seu vício. Vini conta para Durval que Mosquito voltou para a comunidade. Poliana fica triste por não poder contar a tia sobre a invisibilidade de Sara. Durval prepara um jantar romântico para Cláudia. Débora e Afonso começam a sair novamente. O CLP se une com o CLA para a realização do Sarau no colégio. Yasmin e Luigi fazem as pazes. Raquel volta a escrever suas HQs. Roger insiste para que o time de tecnologia da O11O desenvolva o robô invisível.
Capítulo 477, quinta-feira, 12 de março
Guilherme se declara para Raquel e os dois se beijam. Foto: Lourival Ribeiro/ SBT
Gleyce não acredita que Mosquito tenha voltado para o mundo do crime. Guilherme se declara para Raquel e os dois se beijam. Fernanda convida Pendleton para jantar em sua casa. Glória flagra Violeta experimentando suas jóias. Eric se afasta de Poliana, e a menina fica chateada. Helô informa aos alunos que a apresentação da Companhia de Dança não irá mais acontecer, mas sugere que os alunos se apresentem no Sarau. Branca vê uma notícia sobre a fuga de uma ladra do presídio e desconfia que possa ser a mãe de Waldisney. Durval e Gleyce vão atrás de Mosquito na comunidade e pedem para ele voltar. Jeff avisa Raquel e Mirela que descobriu um vírus de celular em circulação com o nome "Dark Lady". Waldisney avisa Pendleton que Roger irá lançar um robô semelhante a Sara no mercado. Falcão diz a Durval que só irá liberar Mosquito caso Durval e Gleyce paguem. Roger cai no golpe e tem o celular invadido pelo vírus "Dark Lady".
Capítulo 478, sexta-feira, 13 de março Na ausência de Pendleton Luisa invade o quarto de Estella e Poliana a ajuda a encontrar a passagem secreta. Foto: Lourival Ribeiro / SBT
Yasmin convida Luigi para um passeio. Eric confessa a Kessya que é o admirador secreto de Poliana, mas pede que ela mantenha segredo. Tentando se aproximar de Marcelo, Violeta vai até sua casa. Poliana e João encontram Feijão. No colégio, todos ficam intrigados com o vírus "Dark Lady". João pede desculpas a Bento por ter desconfiado dele. Desempregado, Sérgio procura por profissões alternativas. Débora pede para Marcelo tomar cuidado com Violeta. Pendleton chega para o jantar na casa de Fernanda. Roger e sua família vão jantar na casa de Glória e conhecem Violeta. Na ausência de Pendleton Luisa invade o quarto de Estella e Poliana a ajuda a encontrar a passagem secreta.
Nesta segunda-feira, dia 9, quem ocupa o centro do "Roda Viva" é a professora e senadora da República Simone Tebet (MDB). Tebet é formada em Direito pela Universidade Federal do Rio de Janeiro e se especializou em Ciência do Direito pela Escola Superior de Magistratura. É, ainda, mestre em Direito do Estado pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo e doutoranda em Direito Constitucional. Com apresentação de Vera Magalhães, o programa será transmitido ao vivo a partir das 22h, na TV Cultura, no Facebook, no YouTube e no site da emissora.
Aos 45 anos, a repórter esportiva Glenda Kozlowski relembrou a carreira como atleta, na qual foi campeã mundial de bodyboarding aos 13. Ao programa "Mariana Godoy Entrevista", ela falou da entrada na TV Globo ainda na adolescência e relembrou as decisões que tomou em relação a vida profissional. "Quando eu era atleta, eu era atleta 100%. A decisão de parar foi uma escolha totalmente minha. Eu cancelei os contratos porque apareceu uma oportunidade na televisão. Troquei patrocinadores que, se fosse colocar hoje, eu ganhava cerca de R$30 mil, uma menina de 16 ou 15 anos na época. Troquei tudo isso para ganhar R$300, para começar uma carreira que eu achava que poderia ser alguma coisa. E foi!”, concluiu. Em 2016, Glenda, conquistou o posto de primeira mulher a narrar uma conquista de medalha durante os Jogos Olímpicos: “Foi muito duro porque não sou narradora, nunca fui. Só que tenho experiências de repórter, ex-atleta, apresentadora, comunicadora, então dei o meu jeito e topei!" Uma das únicas mulheres presentes em um ambiente predominantemente masculino, a jornalista afirma ter sofrido preconceito durante as Olimpíadas, chegando, inclusive, a pensar em desistir da cobertura. “Nunca fui bombardeada daquele jeito, analisada daquele jeito. Cheguei a um ponto em que falei: 'Não quero mais’”, revelou, completando sobre decisão de narrar a final. "Foi quase que um presente pelo esforço que tive ali e pela dificuldade que enfrentei”.Atualmente, Glenda está se preparando para apresentar o reality "Uma Vida Um Sonho”, no SBT. Em julho, ela viajará para Tóquio para cobrir os Jogos Olímpicos pelas redes sociais do Comitê Olímpico Brasileiro.
Segunda fase
de “As Aventuras de Poliana” transforma o visual de personagens.
Confira detalhes e bastidores das transformações realizadas por Sophia
Valverde, Igor Jansen, Thaís Melchior e Murilo Cezar
Sophia Valverde – Fotos: Lourival Ribeiro/SBT
POLIANA D’AVILA (Sophia Valverde) Principal personagem da trama, Poliana apresenta cabelos mais claros e curtos em seu novo visual. Além disso, a proposta da utilização de cachos soltos no penteado, dão a menina um ar de “moça”, já que na nova fase da novela, a personagem irá completar seus 15 anos.
Sophia Valverde, que interpreta a personagem, comenta sobre as principais mudanças de Poliana para nova fase e os impactos que Poliana terá com o novo visual: “Na nova fase da novela, Poliana volta mais madura e com todas as coisas que são partes de ser adolescente, como o primeiro amor, as dúvidas da vida, a escola, uma série de mudanças! [...] Eu (Sophia) estou amando viver isso na vida real e na novela! E passar isso para quem assiste será incrível... muita gente vai se identificar, mesmo quem já é adulto vai se lembrar de como foi essa época na sua vida!”
Igor Jansen – Fotos: Lourival Ribeiro/SBT
JOÃO BARROS (Igor Jansen) Melhor amigo de Poliana, João passa por uma grande transformação ao abandonar seus típicos cachos. O menino apresenta um visual mais jovem e descolado, com o cabelo mais curto e estiloso.
Thais Melchior – Fotos: Lourival Ribeiro/SBT
LUISA D’AVILA (Thais Melchior) A tia de Poliana apresenta um visual mais leve, moderno e bem-humorado na nova fase com cabelos mais claros e curtos, evidenciando traços de sua personalidade que foram sendo modificados ao longo do convívio com a sobrinha.
Murilo Cezar – Fotos: Lourival Ribeiro/SBT
MARCELO PESSOA (Murilo Cezar) Marcelo apresenta um visual mais moderno e despojado, com um corte contemporâneo, barba mais curta e leves reflexos no cabelo.
As gravações da segunda fase de “As Aventuras de Poliana” foram iniciadas, e a trama promete muitas novidades em seu enredo. Para a nova fase, a novela terá uma passagem cronológica de alguns anos à frente, para isso, os atores do antigo elenco irão passar por uma transformação no visual para referenciar a mudança de seus personagens. Ricardo Mantoanelli, diretor geral da nova fase da novela, comenta sobre a importância do preparo psicológico dos atores para vivência dessa mudança e sobre as transformações físicas que estão fazendo: “O processo de mudança passa pela caracterização e figurino, mas a transformação interna é ainda mais importante. Fiz a seguinte pergunta para os atores ‘O que viveu o seu personagem nesse tempo que traz consequências para a nova fase?’, ‘O que ele deixou de viver?’, ‘Qual é a sua ambição agora?’, ‘Como vai se comportar de agora em diante?’. São com estas respostas que iremos ter a real dimensão das transformações de cada um”. O chefe de caracterização de teledramaturgia do SBT, Bob Paulino, fala sobre o processo criativo para definição das mudanças físicas de cada personagem: “A nossa primeira preocupação é com as mudanças para evidenciar a passagem cronológica do tempo na trama, então para as crianças, tivemos que pensar em como os personagens seriam na adolescência, para então definirmos qual seria o novo visual de cada um. Já para os mais velhos, as mudanças são menores em questão de estilo de roupas, etc., porém ainda sim são realizadas para evidenciar bem a transição do tempo."
Longe dos holofotes de suas aclamadas apresentações no Grammy e no Super Bowl, a cantora e compositora certificada com multiplatina Demi Lovato está provando que ela está de volta - e mais forte do que nunca - com o lançamento de seu novo single, “I Love Me”. A faixa já está disponível em todas as plataformas de música por stream.
Escrita por Demi Lovato, em colaboração com Sean Douglas, Keith Sorrells, Alex Niceforo, Jennifer Devilveo, Rose Nicholson e Warren Felder, “I Love Me” traz mensagens de amor próprio e autoconfiança, independente do passado e do presente.
O vídeo oficial, dirigido por Hannah Lux Davis, que já trabalhou com artistas como Ariana Grande, Drake e Nicki Minaj, traduz a mensagem de encorajamento apresentada pela música e se inicia com uma batalha entre alter egos que representam outros momentos da vida da artista. Após vencer os “monstros” de seu passado, Demi ressurge com uma nova perspectiva, deixando o passado para trás e trazendo as cores do mundo para o alcance de suas mãos.
Certificada com multiplatina e indicada ao Grammy, Demi Lovato começou 2020 com o lançamento da potente balada “Anyone” durante sua performance na cerimônia de premiação do Grammy. A aclamação da crítica veio logo a seguir, quando o Los Angeles Times definiu a apresentação como “uma poderosa performance de comeback”. A Forbes declarou que “algumas apresentações musicais se consagram em tempo real no panteão dos momentos ao vivo icônicos e que Demi Lovato se juntou a esse panteão com a performance de sua nova música, “Anyone”, no Grammy 2020”. Sobre a artista: “Don’t Forget”, o álbum de estreia da artista nomeada ao Grammy Demi Lovato, foi lançado em 2008 e seguido por shows esgotados ao redor do mundo. A cantora lançou ainda outros cinco álbuns de sucesso, incluindo “Tell me You Love Me”, de 2017, que contou com o hit “Sorry Not Sorry”, que acumulou mais de 195 milhões de streams, alcançando a primeira posição dos rankings. Lançamentos passados também incluem os álbuns “Confident” e “DEMI”, que alcançaram o #1 do iTunes em mais de 50 países, além dos singles “Cool For The Summer” e “Heart Attack”, entre outros. No início de 2020, a cantora e compositora multiplatina marcou seu retorno aos palcos com o lançamento de “Anyone”, apresentado na cerimônia do Grammy, e uma aparição no Super Bowl, na qual ela cantou o hino nacional dos Estados Unidos, seguido do lançamento de seu novo e empoderado single “I Love Me”. Demi Lovato é, ainda, uma das principais personalidades da internet, com números que ultrapassam 108 milhões de seguidores nas redes sociais. Ela pode ser vista atualmente na temporada final da série da NBC “Will & Grace” e também estará em “Eurovision”, filme de comédia da Netflix a ser lançado neste ano. Outras aparições em filmes e TV incluem “Camp Rock”, da Disney, “Smurfs”, a série “Sonny Entre as Estrelas”, “Glee”, o programa infantil “Barney e Seus Amigos”. Ela ainda foi mentora na versão americana do reality show “The X Factor”. Demi Lovato já ganhou inúmeros prêmios ao longo da carreira, incluindo um MTV Video Music Awards, 14 Teen Choice Awards, e um GLAAD Vanguard Award por seu papel de ativismo e representatividade para a comunidade LGBTQ+. Demi Lovato foi nomeada ao Grammy duas vezes, ao Billboard Music Awards quatro vezes e ao Brit Awards três vezes. Conhecida também por seu engajamento com questões relacionadas à saúde mental, Demi Lovato foi nomeada em 2017 como embaixadora oficial da organização Global Citizen. Ela também foi honrada pelo Semel Institute for Neuroscience and Human Behavior, da UCLA. A cantora é reconhecida como uma das artistas mais vendáveis, segundo lista do jornal The New York Times.
Série de clipes musicais dá o tom do filme do SBT, que traz hits do universo digital. Foto: Gabriel Cardoso/SBT Um filme para apresentar o SBT por meio de um dos seus principais ativos: a produção de conteúdo. Foi pensando nisso que uma trama de ficção, envolvendo seus diversos artistas e produtos, foi criada para apresentar a emissora de maneira inusitada ao mercado. O objetivo principal foi o de destacar os diferenciais e conquistas mais recentes, como a consolidação há sete anos na vice-liderança, o crescimento de tempo em primeiro lugar de audiência de alguns programas, além de ser líder em visualizações de vídeos multiplataforma entre concorrentes no País (nov/2019. Comscore VMX Multi-Plataform). Tudo isso “embalado” por uma linguagem que remete aos hits musicais da internet. O curta foi lançado na sexta feira durante o filme “Pets –- A Vida Secreta dos Bichos” da Sessão Tela de Sucessos às 23h15, e está disponível nas plataformas digitais da emissora. Também contará com ações voltadas ao mercado publicitário ao longo do mês. O filme traz músicas proprietárias, cada uma com um objetivo (história do SBT, capacidade de produção, portfólio de produtos, resultados etc), apostando em uma performance inusitada dos apresentadores. A trama gira em torno do mistério do roubo do icônico microfone do apresentador Silvio Santos, que seria um suposto desafio da “concorrência”. O mistério do roubo é seguido por uma série de clipes musicais. A apresentadora do "Topa ou Não Topa", Patricia Abravanel, por exemplo, comanda um pancadão que traz a história do SBT. Já um Regatton, cantado por vários artistas, fala dos variados gêneros e formatos de conteúdo da emissora. Na sequência, a turma do "The Noite" se diverte ao fazer carão com o "Rap dos Resultados". E para finalizar, o musical “O Microfone” destaca um dos carros-chefes do SBT: os programas de auditório. “Apostamos em uma linguagem ousada e divertida, que traz nossos apresentadores em situações inusitadas. Tirá-los da zona de conforto dos formatos da TV é uma maneira de dizer o quanto podemos cocriar com marcas para todas as plataformas”, afirma Priscila Stoliar, Head de Marketing do SBT. “Cada vez mais olhamos para as nossas propostas comerciais de maneira omnichannel e este filme traduz esta mensagem. Nosso time busca compreender os desafios de comunicação e de negócio dos nossos clientes. Assim, entregamos a melhor solução, que vão de formatos básicos a projetos de cocriação, sempre potencializando os resultados em todos os nossos pontos de contato com o público”, declara Fred Müller, diretor executivo Comercial e de Marketing do SBT.
O monólogo "Caio, Quando o Amor Não Vem" estreia no próximo dia 12, quinta-feira, às 21h, no Espaço Parlapatões, em curta temporada. O texto inédito, de Antonio Ranieri, homenageia o escritor Caio Fernando Abreu e narra a história de Pedro, um homem que, no final da vida, conclui que nunca teve coragem de viver seu verdadeiro amor. Foto: Roberto Manfrim
Homenagem ao autor Caio Fernando Abreu, o monólogo "Caio, Quando o Amor Não Vem" estreia dia 12 de março, quinta-feira, às 21h, no Espaço Parlapatões, em curta temporada. O texto inédito, de Antonio Ranieri, que também atua no solo, narra a história de Pedro, um homem que, no final da vida, conclui que nunca teve coragem de viver seu verdadeiro amor. A montagem tem direção de Elder Sereni e Lucas Sancho.
“Eu queria fazer um espetáculo solo baseado na obra do Caio, após ler muito sobre a sua obra, eu me encantei com a sua história! No entanto, tudo acabou virando pesquisa para um texto inédito, que se tornou uma homenagem ao Caio. Foram sete anos de pesquisa sobre sua vida e obra, o amor na terceira idade, e uma imersão na cultura LGBTQ nos últimos 70 anos, focando muito na região central da cidade de São Paulo, onde é um local há décadas que abriga com carinho a comunidade”, afirma Antonio Ranieri. Em "Caio, Quando o Amor Não Vem", Pedro, ao completar 70 anos, descobre que está morto afetivamente para o mundo e sente a necessidade de entender quando, como e o porquê isso aconteceu, o tornando um homem sem sonhos. Por meio do resgate das suas memórias ele relembra os três amores que teve na sua vida e questiona o peso e as consequências das suas próprias escolhas. A montagem é dividida em três histórias de amor que formam uma narrativa decrescente, o personagem começa com 70 anos, passa para os 50 e termina com 30. Elder Sereni dirige a 1ª e 3ª partes e Lucas Sancho a 2ª. “A escolha estética e discursiva da direção de cada história criou a dialética entre as partes que compõe o espetáculo, somadas elas geram a potência necessária para tratar da vida de Pedro, tão variada quanto os amores que teve”, finaliza o ator.
A direção do Elder e Lucas é focada no trabalho do ator, por isso optaram, junto do cenógrafo e figurinista Márcio Macena, na criação de uma atmosfera intimista, que ressalta o que dramaturgia propõ. A trilha sonora, do dramaturgo, reflete bastante a sua pesquisa, buscando retratar uma época fervilhante e única em sua forma de pensar, vestir, sonhar e lutar pelo futuro, como foi a década de 80. A iluminação precisa é de Kuka Batista. O espetáculo tem projeção de Allan Ferreira e Ana Trevisan; provocação cênica de Lana Sultani; assistência de direção de Marina Assis; produção executiva de Morena Carvalho; direção de produção de Antonio Ranieri e realização da A.R Produções Artísticas e A Minha Cia de Teatro. Sobre Antonio Ranieri Produtor, Ator, Professor, Diretor, Dramaturgo e Administrador de Cultura, completou 20 anos de carreira em 2018. Durante 05 anos foi responsável pela curadoria e administração do Teatro Procópio Ferreira. Produziu e administrou as seguintes produções: "E Aí, Comeu?", de Marcelo Rubens Paiva; "Avalon", direção de Karen Acioly (SESI Paulista/Manhas e Manias de Eventos); "Mulheres Alteradas", direção Eduardo Figueiredo; "Solidão a Comédia", de Vicente Pereira, direção de Claudio Tovar; "As Traças da Paixão", de Alcides Nogueira, direção de Marco Antônio Bráz. Como ator, participou das peças "A Revolta", de Santiago Serrano, direção e Reginaldo Nascimento, que fez parte do projeto Fronteiras - O Teatro na América Latina, contemplado pelo Prêmio do Fomento à Cultura na cidade de São Paulo e que participou do Festival lluvia de Teatro, no Chile, fazendo apresentações nas cidades de Valdivia e Puerto Montt. Produziu o musical Rita Lee Mora ao Lado; Otelo, de Willian Shakespeare, com direção de Debora Dubois (indicado a diversos prêmios na cidade de SP, como APCA e Aplauso Brasil e ganhador de cinco prêmios Cenym e 02 prêmios FITA, ficando em turnê por 02 anos. Em 2016 dirigiu a produção do clássico "Sobre Ratos e Homens", de John Steinbeck, que venceu o APCA 2016 de melhor espetáculo, eleito o Melhor espetáculo Folha SP e Veja SP, e ganhador de seis prêmios Cenym 2016, incluindo o de melhor produção e qualidade técnica e dois prêmios Aplauso Brasil. O espetáculo passou por quatro estados e mais de 60 cidades, entre os locais de destaque: Sesc Bom Retiro, Itaú Cultural e Folias, CCBB RJ, CCBB BH, e mais de 50 cidades do interior de SP. Ranieri, tem mais de 70 espetáculos realizados. Como diretor destacam-se: "Antonio e Cleópatra", de William Shakespeare; "Os Estranhos que nos Habitam", de Wagner Dávilla; "O Homem do Princípio e Ao Fim", de Millôr Fernandes; "A Dama do Lotação; de Nelson Rodrigues". Nos últimos anos, ele se dedica também à pesquisa dramatúrgica, produzindo os textos: "Pluz Size Love" (2015); "Estilhaços" (2014/2015); "Dissensão" (2003); "Leão Coragem - O Muro Além do Medo" (2016/2017) e "Vidros Arriados" (2018). Em 2019, estreou os textos inéditos "Os Barulhos dos Carros na Rua Molhada"; "Anos Incríveis - O Melhor Sempre Está por Vir", "Churrasco e Resíduos". Sobre Elder Sereni Doutorando em Artes Cênicas (Unesp) com pesquisa voltada para a área de pedagogia e estética teatral. Em sua prática artística é preparador corporal e diretor artístico na A Minha Cia. de Teatro (SP); criador/intérprete na Cia. Artesãos do Corpo (SP), também é colaborador da Cia. La Casa (Uruguai) e da Cia. Cymru (País de Gales). Participou como criador/intérprete e produtor em projetos contemplados pela Lei de Fomento a Dança da cidade de São Paulo (2006, 2008 e 2018), pelo PROAC (2007, 2008, 2009 e 2010), pelo Prêmio Funarte de Dança Klauss Viana (2007) e pelo Programa Caixa de Apoio a Festivais de Teatro e Dança em duas edições (2009 e 2010, 2017); apresentou suas criações em festivais internacionais no Brasil, na Itália e na Bélgica. Na área acadêmica foi pesquisador do grupo de estudos Dramaturgia do corpo-espaço e territorialidade (2010/2012 UFU) e do grupo de pesquisa Crítica literária materialista (2013/2017 UEM), atualmente é integrante do grupo de pesquisa Pedagogias e Pesrformatividades (UNESP). Áreas de pesquisa: linguagens artísticas híbridas, preparação corporal e direção teatral, estética e história do teatro e pedagogia das artes cênicas. Atuou como professor na graduação em Dança e Teatro (UFU), na licenciatura em Teatro (UEM) e no curso técnico de teatro no Senac (São Miguel) atualmente é docente no corso de teatro da Escola Técnica de Artes (ETEC) e na licenciatura em Teatro (Unesp). Sobre Lucas Sancho Natural de Fortaleza/CE. Reside em São Paulo desde 2008. Diretor, ator e dramaturgo. Ao todo, já soma 35 espetáculos, tendo feito a direção e dramaturgia de vários deles. Em 2001, ainda em Fortaleza, fundou e dirigiu por 10 anos o Grupo Cabauêba de Teatro, importante grupo da cena independente no início dos anos 2000. Nele assinou a direção e a dramaturgia dos espetáculos "Mistério" (2003), "Linha Férrea" (2004), "Vento Verde" (2005), "As Meninas" (2006) e "Sobre o Fim" (2011). Fundou, em 2008, o Núcleo O Ator Maestro no qual desenvolve a pesquisa homônima e gerou os espetáculos "Dias de Setembro" (2009), "Canções Para Não Dizer" (2012) e "Quem Matou Edvard Munch" (2014) dos quais assina a direção, a dramaturgia e a interpretação. Em 2016, realizou com os três espetáculos solos a Mostra do Ator Maestro. Atualmente apresenta "O Jardim Suspenso ou A Lucidez do Amor Irracional" (2018). É criador da Magnolia Cultural, produtora de espetáculos e projetos independentes. Com ela, produziu e dirigiu os espetáculos "O Trem das Onze" (2013), "Abra o Bar e Poupe-se do Vexame, Cordélia!" (2015), "Tigrela" (2017), "Em Busca do Snark Invisível" e "Destruindo Avelãs" (2018). Já estudou diferentes vertentes das artes com Antunes Filho, Gabriel Villela, Zé Henrique de Paula, Grupo XIX de Teatro, Grupo Espanca!, Teatro da Vertigem, Cia do Latão, Marici Salomão, Samir Yazbeck, Bete Dorgan, Frank Totino, Ednaldo Freire, Zeca Bittencourt, Paulo César Medeiros, dentre outros. Integrou o Volúpia Cia de Teatro e fez parte do elenco da Scripiti, grupo coordenado pela diretora australiana Rea Denis. Foi bolsista do CAT - Centro de Aperfeiçoamento Teatral, projeto da Cooperativa Paulista de Teatro coordenado por João das Neves. Estudou teatro musical na 4ACT e CEFTEM, canto com Felipe Habib, Rafael Villar, Nick Vila Maior, Rafa Miranda e Fernanda Maia, participando das montagens "Avenida Q", "Gota D’Água" e "Cabaré do Chico". No campo audiovisual, estudou no Studio Fátima Toledo, Escola de Atores Wolf Maia e Studio Take a Take, além de cursos com os diretores Fernando Leal e Pedro Vasconcelos. Dirigiu os documentários "Haroldo e Hiramisa, Dez Anos" e assinou roteiro, direção e interpretação do vídeo "Pelo Telefone" e da web série "Cinzas e Domingo". Serviço "Caio, Quando o Amor Não Vem" Estreia dia 12 de março de 2020, quinta-feira, às 21h. Dramaturgia e atuação: Antonio Ranieri. Direção: Elder Sereni e Lucas Sancho. Com A Minha Cia de Teatro. Duração: 60 minutos. Gênero: comédia dramática. Recomendação: dez anos. Ingressos: R$ 50 (inteira) e R$ 25 (meia). Quintas e sextas, às 21h. Até 3 de abril. Espaço Parlapatões - Praça Franklin Roosevelt, 158 – Centro. Telefone: (11) 3258-4449. Capacidade 95 lugares. Bilheteria funciona de terça a domingo, a partir das 16h. Bar. Acesso para deficientes. Aceita cartões.
A plataforma de streaming Deezer -que preparou um especial para o Dia Internacional da Mulher- também selecionou rankings de top hits nacionais e internacionais com letras marcantes. Não é não. Meu corpo, minhas regras. E isso não é balela, cada mulher é assim e pode dizer "Dona de Mim", como já deixa claro o título da música de IZA, hit feminista atual brasileiro mais ouvido no mundo de acordo com a Deezer. A arte é resistência e o streaming global de áudio preparou um canal especial do Dia Internacional da Mulher repleto de vozes e letras que exaltam a força feminina em playlists feitas por artistas como Anitta, Céu, Luisa Sonza, MARIA, Yasmin Santos, e outras. Em um levantamento da Deezer de hits icônicos que empoderam as mulheres, no Brasil a campeã “Dona de Mim” é seguida por “A Culpa É Dele”, da rainha do sertanejo Marilia Mendonça, e por “Velha e Louca”, de Mallu Magalhães, fechando o pódio. Já na lista de hits de vozes internacionais que potencializam as mulheres, “Diamonds”, de Rihanna, brilha no topo da lista. Referências de GIRL POWER na década de 90, as Spice Girls ficaram com a medalha de prata com “Wannabe”, seguidas por Beyoncé e sua “Run the World (Girls)”. Confira o ranking completo mais abaixo. Como já se tornou uma tradição anual, a Deezer se uniu a artistas de todo o mundo para destacar a data. No Brasil, a curadoria traz playlists temáticas para lá de especiais e para agradar aos ouvidos de todos: Grandes Cantoras Brasileiras, Mulherada Arretada, Mulherada Sertaneja, Elas Louvam, Mulheres do Pop Nacional, Mulheres do Rock Nacional, O Funk é Delas!, Rap das Minas, Top 50 Mulheres e Brasil Agora. Além disso, Joelma, Yasmin Santos e Lauana Prado são alguns nomes de estrelas da nossa música que, junto às citadas no início do texto, preparam suas playlists especiais para a Deezer nesta data. A homenagem global do streaming segue a mesma linha, com mulheres como a britânica ativista Annie Lennox, artistas francesas e latinas criando as suas playlists temáticas, além do trabalho editorial por gênero, com seleções como Women of pop; Women of Rap, Women of Jazz, Women of Soul, Women of Metal, Women of Alternative e outros. Há também uma seleção especial Women of Africa. Então, não perca tempo não, porque, como diz a nossa campeã IZA , “a vida é louca mano, a vida é louca” e aperta o play na Deezer. O conteúdo especial para o Dia Internacional da Mulher está todo destacado em lilás, cor símbolo da data. Top músicas brasileiras que homenageiam a força feminina 1. "Dona de Mim" - IZA 2. "A Culpa É Dele" - Marilia Mendonça 3. "Velha e Louca" - Mallu Magalhães 4. "Tombei" - Karol Conka 5. "Pagu" - Rita Lee 6. "Deus Há de Ser" - Elza Soares 7. "1° de Julho" - Cássia Eller Top músicas estrangeiras que homenageiam a força feminina 1. "Diamonds" - Rihanna 2. "Wannabe" - Spice Girls 3. "Run the World (Girls)" - Beyoncé 4. "Girls Just Wanna Have Fun" - Cyndi Lauper 5. "The Man" - Taylor Swift 6. "Just a Girl" - No Doubt 7. "Respect" - Aretha Franklin Top mulheres mais ouvidas no mundo todo nos últimos 12 meses 1. Marília Mendonça 2. Anitta 3. Ariana Grande 4. Billie Eilish 5. Lady Gaga 6. Angèle 7. Aya Nakamura 8. Camila Cabello 9. Rihanna 10. Beyoncé