sexta-feira, 12 de junho de 2020

.: Entrevista especial com Jimmy Greene, músico de jazz


Por Luiz Gomes Otero, jornalista e crítico musical.


“A música traz inspiração e senso de propósito para o nosso mundo”

O músico Jimmy Greene vem conquistando seu espaço na seara do jazz instrumental. Seu mais recente álbum, o elogiado "While Looking Up", traz uma influência direta do estilo fusion e cool, tendo como uma referência o mestre John Coltrane, só para citar um exemplo. As canções, segundo ele, buscam retratar o seu momento atual, proporcionando ao ouvinte uma inspiração e senso de propósito nesse nosso mundo caótico em que vivemos. Em entrevista exclusiva para o Resenhando, ele conta como conseguiu consolidar a sua carreira, comenta o atual panorama da música, revela como superou a dor da perda trágica de sua filha em 2012 e afirma conhecer bem a nossa música brasileira: “Eu fiz uso de ritmos brasileiros nos meus últimos álbuns”.

Resenhando – Como você definiria a sonoridade do seu mais recente álbum, While Looking Up?
Jimmy Greene - A música em "While Looking Up" representa onde estou como artista e músico agora. Foi escrito com todo o amor, carinho e atenção aos detalhes que eu poderia dar. Destina-se a inspirar o ouvinte com beleza e um senso de propósito, enquanto lida com as realidades do nosso mundo caótico.


Resenhando – Ouvindo o disco, nota-se alguma influência de John Coltrane. Quais foram suas referências musicais?
Jimmy Greene - John Coltrane sempre será uma grande inspiração e sempre foi uma grande influência. Existem muitos outros saxofonistas e músicos que tiveram uma grande influência sobre mim, como Charlie Parker, Dexter Gordon, Sonny Rollins, Miles Davis, Stevie Wonder, Jackie McLean, Louis Armstrong, Chick Corea, Sonny Stitt, Freddie Hubbard, Horace Silver, Joe Henderson, Lester Young, Beethoven, Fred Hammond, Branford Marsalis, Bach, Wayne Shorter, Herbie Hancock, Joe Lovano - e muito mais!


Resenhando – Como funciona o seu processo de criação na música?
Jimmy Greene - Para mim, a composição começa no piano e depois se move para o saxofone. A estrutura principal de uma música é trabalhada no piano - então os detalhes melódicos e de fraseado são geralmente trabalhados no saxofone.


Resenhando – Como está a situação do espaço para a música instrumental nos Estados Unidos. Há espaço nas rádios para o jazz instrumental?
Jimmy Greene - O negócio da música para o músico de jazz instrumental sempre poderia ser melhor. Poderia haver mais financiamento governamental e corporativo para nossa forma de arte. Poderia haver mais clubes, mais festivais de jazz e orçamentos maiores para os que já existem. Dito isto, existem clubes, festivais e organizações artísticas maravilhosas, como a Chamber Music America e muitas organizações artísticas regionais e estaduais, que apoiam a criação artística. Sim! Existem muitas estações de rádio na América que tocam jazz. De fato, existem dois na área de Nova York - WBGO em Newark e Real Jazz de Sirius XM- que tocam apenas música jazz.


Resenhando – Você esteve no Brasil algumas vezes. Quais foram as suas impressões da nossa cultura?
Jimmy Greene - Sim! Estive no Brasil quatro ou cinco vezes, se não me engano. Eu amo música brasileira e tive a chance de estudar um pouco sobre isso com meu amigo Rogerio Boccato. Eu fiz uso de ritmos brasileiros como partido alto, Moçambique e samba nos meus últimos álbuns


Resenhando - Fale sobre seu trabalho como educador musical e no The Artists Collective of Hartford.
Jimmy Greene - Jackie McLean foi meu maior mentor musical e um dos grandes saxofonistas da história da música que chamamos de jazz. Ele, sua esposa Dollie e vários outros artistas formaram o Coletivo de Artistas em 1970 - desde então, milhares de crianças, como eu, tiveram acesso a um treinamento de classe mundial nas artes do Coletivo. O Sr. McLean também me deu a oportunidade de ensinar lá, o que eu fiz ao longo dos meus anos de faculdade. É um lugar especial administrado por pessoas especiais. Tenho orgulho de ensinar jovens músicos hoje, assim como Jackie McLean me ensinou na minha juventude. É um privilégio transmitir a rica tradição dessa música. Sou professor e coordenador de departamento da Western Connecticut State University, em Danbury, Connecticut, e trabalho diariamente com alunos muito talentosos.


Resenhando – Fale sobre o The Ana Grace Project.
Jimmy Greene - O The Ana Grace Project foi iniciado por minha esposa, Nelba, após o assassinato de nossa filha em 2012. O projeto conecta comunidades e oferece ajuda e soluções reais para distritos escolares e famílias em risco, na esperança de que, ao fortalecer as conexões em nossas comunidades, possamos evitar futuros casos de violência sem sentido por armas de fogo. Tenho orgulho de fazer parte do conselho de diretores do Projeto Ana Grace e sinto que promover sua mensagem de “amor, comunidade e conexão para todas as crianças e famílias” é uma maneira maravilhosa de honrar a memória da minha garotinha.


"I Wanna Dance With Somebody (Who Loves Me)"

"No Words"

"Steadfast"


.: Netflix lança três reality shows brasileiros de paquera, sexo e sedução


Baseado no original americano "Dating Around", "O Crush Perfeito" estreia no dia 10 de julho na plataforma. Para 2021, Netflix anuncia também os realities "Brincando com Fogo - Brasil" e "Casamento às Cegas - Brasil"

Qual dessas é a melhor cantada: “Você parece um príncipe” ou “Que sotaque bonito!”? Calma, você não precisa dizer agora em pleno Dia dos Namorados. Até porque vai ser bem mais interessante ver como reagem a elas os seis participantes do mais novo reality show da Netflix, "O Crush Perfeito", que estreia no dia 10 de julho. E, como encontrar a alma gêmea não anda tarefa fácil, mais dois reality shows devem colocar relacionamentos e flertes à prova entre os brasileiros. Além do lançamento de "O Crush Perfeito" no mês que vem, a Netflix vai produzir ainda as versões nacionais de "Casamento às Cegas" e "Brincando com Fogo", ambas a serem lançadas no próximo ano. 

Em seis episódios produzidos pela Endemol Shine Brasil para a Netflix, "O Crush Perfeito", versão brasileira do elogiado reality americano "Dating Around", também original da Netflix, pessoas de gêneros e orientações sexuais diferentes saem de aplicativos e plataformas de namoro para buscar, em pessoa, um novo amor em São Paulo. Cada um dos solteiros vai a cinco encontros às escuras e conhece pretendentes de perfis completamente diferentes, tentando estabelecer conexões reais. Se um dos crushes parecer ser mesmo o match perfeito, um segundo encontro pode rolar em algum lugar icônico da cidade. E aí é torcer para dar liga. Para decidir, há quem beije todos os candidatos; há também quem, depois de alguns encontros, prefira ficar sozinho.

Para os lançamentos de 2021, a Netflix prepara adaptações brasileiras de realities que já movimentaram o mundo dos solteiros nos Estados Unidos. "Casamento às Cegas - Brasil" será um verdadeiro teste para descobrir se o amor é realmente cego. Solteiros que querem ser amados por quem realmente são, e não pela aparência física, escolhem a pessoa com quem podem passar o resto da vida sem jamais tê-la visto antes. Sem as distrações do mundo lá fora, como as redes sociais, os participantes conversam com potenciais candidatos em cabines individuais, e só depois do pedido de casamento se veem pela primeira vez. 

Já em "Brincando com Fogo - Brasil", homens e mulheres solteiros se encontram em um paraíso tropical para passar férias inesquecíveis juntos. Mas há um grande porém para essa galera avessa a compromissos e doida por sexo casual. Se quiserem embolsar o prêmio, precisam dizer não a beijos, amassos ou qualquer forma de contato físico durante toda a temporada. A cada escorregada, o valor da recompensa final diminui. Resta saber se vão conseguir acalmar os ânimos e  formar vínculos emocionais mais fortes. 


Sobre a Netflix
A Netflix é o principal serviço de entretenimento por streaming do mundo. São 183 milhões de assinaturas pagas em mais de 190 países assistindo a séries, documentários e filmes de diversos gêneros e idiomas. O assinante Netflix pode assistir a quantos filmes e séries quiser, quando e onde quiser, em praticamente qualquer tela com conexão à internet. O assinante pode assistir, pausar e voltar a assistir a um título sem comerciais e sem compromisso.

Sobre a Endemol Shine Brasil
Além de criar produções originais, a Endemol Shine Brasil traz para o país formatos internacionais, adaptando-os ao mercado local. A empresa também é especializada em licenciamento de marcas, projetos de Branded Content e digital, criando estratégias e conteúdos multiplataforma dinâmicos para marcas e canais. Para saber mais: www.endemolshine.com.br. A Endemol Shine Brasil, uma divisão da Endemol Shine North America, faz parte da potência global de produção Endemol Shine Group. A empresa cria conteúdo para todas as plataformas e tem em seu catálogo sucessos mundiais, incluindo "MasterChef", "Big Brother", "Black Mirror" e "Peaky Blinders". Como produtor e distribuidor, a Endemol Shine Group é composta por mais de 120 empresas e está presente em todos os principais mercados do mundo. Em 2018, a Endemol Shine Group colocou no ar mais de 700 produções em 270 plataformas em mais de 70 territórios, viajando mais formatos do que qualquer concorrente. 

.: "A Cor de Coraline" é o novo episódio do podcast "História de Boca"


Saiu o novo episódio do podcast História de Boca, de Bia Borinn e Eduardo Munniz, “A Cor de Coraline”, de Alexandre Rampazo, Editora Rocco. Coraline ouve o pedido de seu amigo Pedrinho: – Coraline, me empresta o lápis cor da pele? Coraline para, pensa, repensa, faz cara de lagosta e percebe que não sabe o que Pedrinho quer... 

Criado pelos atores Bia Borinn e Eduardo Munniz, o podcast "História de Boca" completa um ano no ar. Com histórias narradas para o público infantil, o projeto faz aniversário em meio a quarentena e se mostra como uma opção para entreter e alimentar a imaginação das crianças neste período, e fora dele

O "História de Boca" surgiu em maio de 2019 como uma homenagem ao Miguel (8 anos), filho mais velho do Edú e da Bia. A avó do Miguel, Fátima, costuma contar histórias durante o jantar, e quando Miguel quer escutá-las ele diz “Vó, conta as histórias de boca?”. Isso se somou ao fato de Bia dar aulas de português como Língua de Herança e Cultura Brasileira para crianças em Los Angeles, CA, onde moram. “Como nós somos um casal de atores e artistas de voz, e temos um estúdio em casa, resolvemos criar este podcast para recontarmos histórias em português para a comunidade brasileira no exterior e incentivar a prática do português com as crianças em casas de expatriados, como é o nosso caso”, comenta a atriz.

O podcast então foi criado com dois objetivos: alimentar a imaginação das crianças que estão imersas num mundo absolutamente visual, onde existe pouquíssimo espaço para o que não se vê; e difundir a língua portuguesa nas comunidades brasileiras no exterior. Para a surpresa de Bia e Edú, 60% do público está no Brasil. Os outros 40% está dividido em 37 países.

“A aceitação está sendo incrível, principalmente através dos vídeos e áudios que são mandados e podem ser encontrados em nossas mídias sociais. As crianças adoram escutar histórias com gírias locais, como “tipo assim”, “irado”, “caramba” etc. Elas ficam repetindo depois, os pais comentam com a gente. Vira uma relação de afeto entre nós e as famílias através da nossa cultura, cruzando continentes”, comenta Bia Borinn

O casal acredita que o exercício de imaginar também é estimulado pelas histórias que ouvimos - e que ressignificamos. “Estamos passando por uma situação limite, que pede imaginação: confinados, com um futuro incerto... como vamos nos organizar se não pensarmos em outros modos de vida? A imaginação é um “músculo” que deve ser exercitado principalmente na infância, onde os hábitos são criados e enraizados”, completa Bia.

Repertório e processo criativo
A escolha do repertório para o podcast é feita pelo casal, que também leva em consideração os pedidos dos ouvintes, como foi o caso de “Pinóquio” e “Peter Pan”. Os contos não são lidos na sua forma original, Bia e Edú fazem adaptações e improvisam muito enquanto gravam, aproveitando o repertório de voz e criação que possuem. Sobre este processo criativo, Edú completa: “Depois de escolhido o episódio, eu e a Bia estudamos juntos os principais turning points da história. Criamos uma espécie de estrutura para a contação. Todo o resto, com raríssimas exceções, é feito no momento, improvisando. Nenhuma voz, nenhum personagem, nada é antecipado. Tudo é criado ali, na hora. Isso dá frescor aos episódios, mas sem perder o fio da meada". Quem assina a edição e o design sonoro é a Bia.

Desde seu lançamento, o "História de Boca" já tem 14 histórias sendo, duas delas, parcerias especiais: o livro “Peixe Vivo”, de Felicia Jennings-Winterle e Patricia Scheld; e a leitura da “Carta às Meninas e aos Meninos em Tempos de Covid-19”, obra realizada pelo Fórum Mineiro de Educação Infantil. Ainda dentro do universo da quarentena, Edu e Bia criaram uma história para a Páscoa em tempos de pandemia, sobre um coelho que está bem confuso em resolver como entregar os ovos sem ser notado, já que todos estão em casa.

Além dessas, quem entrar no podcast vai encontrar muitas opções para as crianças ouvirem e soltarem a imaginação; "João e o Pé de Feijão", "Chapeuzinho Vermelho", "Os Três Porquinhos", "Pinóquio", "João e Maria", "Mula sem Cabeça", "Saci", "Iara, Princesa da Pedra Furada", "Curupira" e "Peter Pan".

Um pouco sobre Bia Borinn e Eduardo Munniz
Bia e Edú são atores com vasta experiência em diversas manifestações artísticas como teatro, TV e cinema. São atores de voz também, tendo cedido suas vozes para inúmeros projetos artísticos e de publicidade nos últimos 15 anos. O “História de Boca” marca a estreia de ambos nesta plataforma, o podcast. São casados há 11 anos e têm dois filhos, Miguel e Matteo (8 anos e 1 ano). Residem nos EUA e Brasil desde 2014. 

O episódio pode ser ouvido no Spotify neste link: https://open.spotify.com/show/0cClUHmzcY8BcAxWCHX8wJ

.: Elton John e Duo Surfaces: “Learn to Fly” e a esperança por dias melhores


Na sequência do sucesso global de “Sunday Best”, que já conta com mais de um bilhão de streams combinados, o duo texano Surfaces acaba de lançar “Learn To Fly”, nova faixa em parceria com ninguém menos que o legendário e multipremiado pelo Grammy Elton John. Os artistas uniram forças para trabalhar em uma música que oferecesse conforto para o momento que o mundo está enfrentando. 

Eles se encontraram via Zoom e gravaram a canção em que a voz marcante de Elton John se combina ao clima de ‘final de semana na praia’ de Surfaces para pedir que os fãs mantenham a cabeça erguida e não se preocupem, pois tudo ficará bem e aprenderemos a voar novamente. A faixa foi produzida pelo duo. Ouça e baixe aqui: https://umusicbrazil.lnk.to/LearnToFly.

“’Learn To Fly’ é uma música que começamos a compor meses atrás, logo depois que terminamos os toques finais do nosso terceiro álbum ‘Horizons’. Depois que gravamos a demo, ela ficou meio que flutuando por aí, até que chegou às mãos de Elton John, que quis fazer parte da faixa. Depois de uma série de sessões em estúdio via Zoom, nós conseguimos gravar juntos em quarentena. Trabalhar com Elton John nos promoveu uma sensação comparável a da ideia de ganhar um Grammy. Ele é tão apaixonado e motivado, nós não poderíamos ter desejado uma colaboração mais fácil do que essa. Nós esperamos que essa canção possa espalhar amor nesse momento em que o mundo tanto precisa, e que possa inspirar as pessoas a abrirem seus corações”, declararam os jovens artistas sobre a experiência com o astro.

“Eu ouvi ‘Sunday Best’ pela primeira vez na Austrália e eu amei a música, portanto, eu fiquei surpreso quando esses caras vieram até mim e pediram que eu cantasse e tocasse um pouco de piano em ‘Learn To Fly’. Eu amei a canção e a produção da faixa que eles me enviaram. Nós gravamos via Zoom em Los Angeles e fui super legal trabalhar em uma gravação não-autoral. Esses meninos são incríveis e nos divertimos muito trabalhando em colaboração”, disse Elton John.

Composto por Forrest Frank e Colin Padalecki, o duo Surfaces é dono do megahit “Sunday Best”, que viralizou no TikTok e já conta com mais de um bilhão de streams globalmente, além de ter alcançado a décima quarta posição no Top 100 da Billboard, subindo ao primeiro lugar no ranking da publicação que se dedica a artistas emergentes. Os dois jovens do Texas, nos Estados Unidos, contrariam o estereótipo da música country e sotaques carregados, frequentemente relacionados ao estado de origem deles.

Forrest assume os vocais e a produção, enquanto Colin comanda as composições e arranjos. Os talentos individuais combinados e a amizade de longa data dos dois deu início, em meados de 2017, ao Surfaces, que já possui mais de 9 milhões de ouvintes mensais no Spotify. O som passeia por ritmos que vão desde o jazz, o pop, o hip-hop, até o reggae. O objetivo da dupla é simples e certeiro: fazer música para espalhar o amor e a positividade mundo afora.

.: Toquinho comemora 55 anos de carreira em live neste sábado


Toquinho promete apresentar seus grandes sucessos em repertório que vai do popular ao erudito num ambiente intimista e acolhedor

Dentro da programação de junho do #EmCasaComSesc, neste sábado, dia 13, é dia de curtir uma aquarela de sons na voz e o violão de Toquinho, que em 2020 celebra 55 anos de carreira - iniciada em 1970 com Vinicius de Moraes no memorável show na Boate La Fusa, em Buenos Aires. Unindo sua técnica e sensibilidade ímpares, o público vai poder acompanhar do popular ao erudito num ambiente intimista e acolhedor. Com participação especial da cantora Camilla Faustino, Toquinho promete apresentar seus grandes sucessos; "Tarde em Itapuã", "Que Maravilha", "Regra Três", "Samba de Orly", "O Velho e a Flor", "Aquarela" e tantos outros.

Há mais de um mês, o Sesc São Paulo promove série de shows diários com transmissões, sempre às 19h, pelo Instagram @sescaovivo e YouTube do Sesc São Paulo - youtube.com/sescspEm junho, já se apresentaram Cristian Budu, Zé Renato, Filipe Catto, Edgard Scandurra, Teresa Cristina, Francis e Olivia Hime, Renato Teixeira, Ricardo Herz e Vanille Goovaerts. 

E no domingo, dia 14, no mesmo horário, às 19h, Rincon Sapiência apresenta seu "Mundo Manicongo: dramas, danças e afroreps". Em show solo, o rapper viaja pelos mais diversos ritmos, norteados pela musicalidade de vertentes da música pop contemporânea africana. Com instrumentais dançantes e divertidos, ele interpreta o repertório de seu segundo disco, cujo trabalho revela a sua evolução como artista e produtor musical, e traz a assinatura de Rincon na produção e direção do álbum. Ritmos originários das periferias, como o pagodão baiano e o funk brasileiro - desde o Mandela até o 150 bpm, também devem compor o set list do show.

Para conferir toda essa programação, basta acessar as páginas youtube.com/sescsp ou o novo endereço do Sesc São Paulo no Instagram criado especialmente para a série Sesc Ao Vivo instagram.com/sescaovivoA série Música #EmCasacomSesc também tem sido uma oportunidade para promover o Mesa Brasil, programa que conecta empresas doadoras e instituições sociais para o complemento de refeições de pessoas em situação de vulnerabilidade social. 

Criado há 25 anos pelo Sesc São Paulo e hoje em operação em diversos estados do país, a iniciativa está com uma campanha para expandir sua rede de parceiros doadores e ampliar a distribuição de alimentos, produtos de higiene e limpeza em meio à crise causada pelo novo coronavírus. Também engajados pela causa, os artistas têm aproveitado as transmissões online para convocar as pessoas, principalmente empresários e gestores, a integrarem a rede de solidariedade. Para saber como ser um doador, basta acessar o site mesabrasil.sescsp.org.br.

quinta-feira, 11 de junho de 2020

.: Teatro J. Safra exibe especial "Damas do Teatro" pelas redes sociais


Maurício Machado entrevista Beatriz Segall em 2018, em sua última aparição pública no projeto "Damas do Teatro"

A entrevista de Beatriz Segall ao ator Maurício Machado, que será veiculada no dia 16 de junho, é marcada como a última aparição da atriz antes do seu falecimento em 2018. Esta é uma parte do projeto realizada pelo Teatro J. Safra que se reinventa nesta quarentena e disponibiliza entrevista inédita de atrizes memoráveis do Brasil.

O Teatro J. Safra, espaço dedicado à curadoria de qualidade na cidade de São Paulo, da mesma forma que as demais casas de espetáculos do país, está com as atividades suspensas até o fim do confinamento obrigatório por conta da pandemia o Covid-19. Mesmo assim, com a finalidade de promover a discussão sobre a Arte no Brasil, abre o seu precioso arquivo documental para veicular o projeto "Damas do Teatro", um dos seus mais relevantes e históricos eventos realizados gratuitamente ao público, em seus regulares Ciclos de Palestras.

A transmissão do projeto "Damas do Teatro" terá início no próximo dia 16 de junho por meio das redes sociais do Teatro J. Safra (Facebook, Instagram e Twitter). Dessa forma, todas as terças e quintas, a partir das 17h, serão lançadas duas entrevistas inéditas, em formato de pílulas de aproximadamente dois minutos, de cada uma das atrizes que participaram deste evento, ocorrido no palco do teatro no de 2016.

Na primeira da entrevista, a saudosa Beatriz Segall conversa com o ator Maurício Machado. Esta entrevista, bem como o evento, é marcada como a última aparição pública da atriz antes do seu falecimento em 2018. As entrevistas posteriores são com outros grandes nomes da dramaturgia: Laura Cardoso, Walderez de Barros, Eva Wilma e Ana Lúcia Torre. Essas conversas são verdadeiras aulas sobre o ofício teatral, vocação, superação, entre outros assuntos que envolvem o mundo artístico.  

O projeto "Damas do Teatro" foi elaborado pelos sócios e curadores artísticos do Teatro J. Safra: Mauricio Machado (ator) e Eduardo Figueiredo (Diretor de Teatro). Figueiredo foi responsável pelo planejamento do projeto. Já Machado, fez a pesquisa, o roteiro e a apresentação do evento.

Perfis
Beatriz Segall
Nascida na cidade do Rio de Janeiro, em 25 de julho de 1926, Beatriz Segall iniciou sua carreira artística na escola de formação de atores do Serviço Nacional de Teatro (SNT), em 1950. Na ocasião, gravou uma cena com o ator francês Jean-Louis Barrout e, ao final do curso, interpretou "Le Bel Indifférent" de Jean Cocteau, o que abriu as portas para sua carreira no teatro. No mesmo ano, ela integrou o elenco do filme "Beleza do Diabo", de Romain Lesage.

No teatro, o projeto mais exitoso de Beatriz foi realizado junto com seu marido, Maurício Segall, na década de 1970. Em épocas de ditatura militar e vigência do AI-5, o casal produziu peças de cunho social e político, como "A Grande Imprecação Diante dos Muros da Cidade", "O Prodígio do Mundo Ocidental", "Frank V" e "O Interrogatório". Na TV, ela se destacou em novelas, como "Dancin’ Days" (1978), "Pai Herói" (1979), "Água Viva" (1980), "Champagne" (1983), "Carmem" (1987), "Barriga de Aluguel" (1990), "De Corpo e Alma" (1992), "Sonho Meu" (1993) e "Anjo Mau" (1997). Entretanto, sua personagem de maior destaque foi Odete Roitman, em "Vale Tudo" (1988). Além dessas produções, Beatriz participou de vários filmes e recebeu vários prêmios. A atriz faleceu na cidade de São Paulo no dia 5 de setembro de 2018.

Laura Cardoso
Uma das pioneiras da TV brasileira, atuando em telenovelas, séries e teleteatros na extinta TV Tupi, da década de 1950, Laura Cardoso nasceu em 13 de setembro de 1927 na cidade de São Paulo. Considerada uma das principais atrizes do país, ela já participou de mais de 100 novelas, além de peças de teatro, seriados e filmes. É também uma das artistas mais premiadas do cenário artístico nacional, recebendo prêmios como Troféu Imprensa, Grande Prêmio do Cinema Brasileiro, Troféu Mário Lago, Ordem de Mérito Cultural, entre outros.

Laura teve papéis de destaque em novelas em "Rainha da Sucata" (1990), "Mulheres de Areia" (1993), "A Viagem" (1994), "Irmãos Coragem" (1995), "A Padroeira" (2001), "Esperança" (2002), "A Dona do Pedaço" (2019), entre outras. No teatro, ela participou de peças como "Plantão 21" (1959), "As Criadas" (1968), "Os Órfãos de Jânio" (1981), "Divinas Palavras" (1986), "A Cerimônia do Adeus" (1989), "A Última Sessão" (2014) etc. Aos 92 anos de idade e 77 de carreira, Laura Cardoso é uma lenda da TV brasileira e uma das maiores referências do campo artístico nacional.

Walderez de Barros
Nascida na cidade de Ribeirão Preto em 1940, Walderez Mathias Martins de Barros teve seu primeiro contato com a atuação teatral na década de 1960, quando iniciou o curso de Filosofia na Universidade de São Paulo (USP) e se envolveu com o Teatro Estudantil. Sua carreira nos palcos foi marcada por peças como "Onde Canta o Sabiá" (1966) e "Reportagem de um Tempo Mau" (1968). Walderez também participou da montagem e compôs o elenco de "Abajur Lilás" (1969) que, por duas vezes, ao longo da década de 1970, foi censurada pelo Regime Militar, indo finalmente à cena somente em 1980.

Na televisão, Walderez de Barros fez sua estreia em 1968, dando vida à personagem Mercedes, na novela "Beto Rockfeller", exibida pela Rede Tupi, onde permaneceu até 1978. Dez anos depois, estreou na Rede Globo, com a minissérie "Sampa" (1988). No ano seguinte, compôs o elenco da novela "Brasileiras e Brasileiros" (1990), no SBT. Em 1995, a atriz estrelou na novela "Cara & Coroa", a primeira da Rede Globo, emissora em que atua até hoje. Seu trabalho mais recente foi interpretando Dona Marlene de Lemos no folhetim das 18h, "Éramos Seis" (2019). Walderez também tem passagens pelo cinema, em filmes como "Cora Coralina" (2015) e "Todas as Vidas de Hebe: a Estrela do Brasil" (2019).  

Eva Wilma
Filha de um metalúrgico alemão e de uma argentina judia, a atriz Eva Wilma nasceu na cidade de São Paulo no ano de 1933. Sempre teve muito gosto pelas artes e teve como mestra de piano e violão Inezita Barroso. Aos 14 anos, começou a atuar como bailarina clássica e, aos 19, estrelou no filme "Uma Pulga na Balança" (1953), a convite do diretor italiano Luciano Salce, quando começou sua trajetória na dramaturgia.

Sua estreia na televisão ocorreu também em 1953, no seriado "Namorados de São Paulo", que, posteriormente teve seu nome alterado para "Alô, Doçura", sob a direção de Cassiano Gabus Mendes. A carreira de Eva Wilma na teledramaturgia foi marcada pela atuação em novelas de renome, como "Mulheres de Areia" (1973) e o remake de "Direito de Nascer" (2001). Também atuou em diversos seriados na Rede Globo, como "Os Maias" (2001) e "O Quinto dos Infernos" (2002). Seu último trabalho foi interpretando a Dra. Petra Vaisánen, na novela "O Tempo Não Para" (2018).

Ana Lúcia Torre
Nascida na cidade de São Paulo em 1945, a atriz Ana Lúcia Torre se interessou pelo teatro na universidade, na época em que cursava Ciências Sociais na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC). A convite do dramaturgo Celso Nunes, estrelou na peça "Equus" (1973), dando início à carreira teatral de maneira amadora, tendo estreado profissionalmente aos 30 anos.

Na televisão, Ana Lúcia Torre estreou no ano de 1977, com a personagem Glorita, na novela "Dona Xêpa". A carreira da atriz é marcada por personagens de impacto em mais de trinta novelas, distribuídas entre a Rede Globo, Bandeirantes e SBT, dentre as quais estão "Tieta" (1989), "Selva de Pedra" (1986), "Verdades Secretas" (2015) e, recentemente, "A Dona do Pedaço"  (2019). Também se destaca em sua trajetória a parceria com o diretor Walcyr Carrasco.

Sobre Teatro J. Safra
O Teatro J. Safra é um espaço, localizado na Rua Josef Kryss, 318 - Barra Funda, que tem por objetivo oferecer uma programação cultural de qualidade e marcada pela diversidade ao público paulista e brasileiro. A curadoria artística do Teatro J. Safra é de responsabilidade da dupla Maurício Machado, ator, e Eduardo Figueiredo, diretor teatral, e se destaca pela programação de excelência. O resultado deste trabalho pode ser visto em espetáculos que evidenciam elegância, sofisticação e ousadia. 

Inaugurado em julho de 2014, o Teatro J. Safra, referência como casa de espetáculo no país, traz em sua programação uma grande variedade de estilos artísticos, como shows, peças, dança, circo, ópera, teatro infantil, humor, música erudita e recitais. Com curadoria do ator Mauricio Machado e do diretor Eduardo Figueiredo, o teatro prioriza o ineditismo dos espetáculos em São Paulo e traz para a cidade apresentações exclusivas com alta qualidade artística. Para acompanhar a programação, acesse http://www.teatrojsafra.com.br/

Serviço
Entrevista com Beatriz Segall
Data: 16 de junho de 2020.
Horário: 17h.
Local: redes sociais do Teatro J.Safra. 

Entrevista com Laura Cardoso 
Data: 16 de junho de 2020. 
Horário: 17h.
Local: redes sociais do Teatro J.Safra.

Entrevista com Walderez de Barros
Data: 18 de junho de 2020.
Local: redes sociais do Teatro J.Safra.

Entrevista com Eva Wilma
Data: 18 de junho de 2020.
Horário: 17h.
Local: redes sociais do Teatro J.Safra.

Entrevista com Ana Lúcia Torre
Data: 23 de junho de 2020.
Horário: 17h.
Local: redes sociais do Teatro J.Safra.

.: Mahmundi apresenta o "Mundo Novo" em live nesta sexta-feira



Em show nesta sexta-feira, Mahmundi canta músicas do novo álbum e sucessos da carreira.  


Dentro da programação de junho do #EmCasaComSesc, nesta sexta-feira, dia 12, a cantora, compositora e multi-instrumentista Mahmundi apresenta com exclusividade seu mais novo trabalho, "Mundo Novo". O EP com seis faixas inéditas traz composições em parceria com Castello Branco, Dadi e Jorge Mautner. 

Outros sucessos da carreira de sonoridade marcada por sintetizadores e elementos da música eletrônica completam o repertório. Mahmundi iniciou sua carreira em 2012 com os EPs "Efeito das Cores" seguido de "Setembro", até lançar o seu primeiro álbum, o aclamado "Mahmundi", quatro anos depois. Em 2019, foi indicada ao Grammy Latino 2019 na categoria álbum pop com o disco "Para Dias Ruins".

Há mais de um mês, o Sesc São Paulo promove série de shows diários com transmissões, sempre às 19h, pelo Instagram @sescaovivo e YouTube do Sesc São Paulo - youtube.com/sescspEm junho, já se apresentaram Cristian Budu, Zé Renato, Filipe Catto, Edgard Scandurra, Teresa Cristina, Francis e Olivia Hime, Renato Teixeira, Ricardo Herz e Vanille Goovaerts. 

Neste sábado, dia 13, é dia de curtir uma aquarela de sons na voz e o violão de Toquinho, que em 2020 celebra 50 anos de carreira - iniciada em 1970 com Vinicius de Moraes no memorável show na Boate La Fusa, em Buenos Aires. Unindo sua técnica e sensibilidade ímpares, o público vai poder acompanhar do popular ao erudito num ambiente intimista e acolhedor. Com participação especial da cantora Camilla Faustino, Toquinho promete apresentar seus grandes sucessos; "Tarde em Itapuã", "Que Maravilha", "Regra Três", "Samba de Orly", "O Velho e a Flor", "Aquarela" e tantos outros.

E no domingo, dia 14, no mesmo horário, às 19h, Rincon Sapiência apresenta seu "Mundo Manicongo: dramas, danças e afroreps". Em show solo, o rapper viaja pelos mais diversos ritmos, norteados pela musicalidade de vertentes da música pop contemporânea africana. Com instrumentais dançantes e divertidos, ele interpreta o repertório de seu segundo disco, cujo trabalho revela a sua evolução como artista e produtor musical, e traz a assinatura de Rincon na produção e direção do álbum. Ritmos originários das periferias, como o pagodão baiano e o funk brasileiro - desde o Mandela até o 150 bpm, também devem compor o set list do show.

Para conferir toda essa programação, basta acessar as páginas youtube.com/sescsp ou o novo endereço do Sesc São Paulo no Instagram criado especialmente para a série Sesc Ao Vivo instagram.com/sescaovivoA série Música #EmCasacomSesc também tem sido uma oportunidade para promover o Mesa Brasil, programa que conecta empresas doadoras e instituições sociais para o complemento de refeições de pessoas em situação de vulnerabilidade social. 

Criado há 25 anos pelo Sesc São Paulo e hoje em operação em diversos estados do país, a iniciativa está com uma campanha para expandir sua rede de parceiros doadores e ampliar a distribuição de alimentos, produtos de higiene e limpeza em meio à crise causada pelo novo coronavírus. Também engajados pela causa, os artistas têm aproveitado as transmissões online para convocar as pessoas, principalmente empresários e gestores, a integrarem a rede de solidariedade. Para saber como ser um doador, basta acessar o site mesabrasil.sescsp.org.br.

.: Em livro, Laura Carvalho reflete sobre os impactos econômicos da pandemia


A crise de saúde pública causada pela pandemia de Covid-19 desmascarou vulnerabilidades econômicas igualmente graves. Diante desse cenário, os debates sobre o papel do Estado ganharam novo fôlego e amplitude. Em "Curto-circuito: o Vírus e a Volta do Estado", a economista Laura Carvalho reflete não apenas sobre os impactos econômicos da pandemia, como também sobre as funções do Estado.

Com lançamento nesta sexta-feira, dia 12, o novo livro de Laura Carvalho é o segundo volume da "Coleção 2020 — Ensaios sobre a Pandemia". Criada e produzida durante a pandemia, a coleção reúne autores e autoras que se dedicaram a refletir e provocar o pensamento em livros breves, atuais e contundentes.

O livro 
A pandemia da Covid-19 trouxe consequências inéditas para a economia global. Ao contrário das crises de 1929 e 2008, o colapso econômico de 2020 não é uma crise originada no setor financeiro, mas consequência do contágio da economia real por uma crise de saúde pública.

Em meio a queda histórica do PIB mundial, o debate econômico foi chacoalhado como em poucas ocasiões. Temas e questionamentos ao modo como o sistema capitalista tem sido administrado, presentes no debate desde a crise financeira global de 2008-9, ganharam concretude trágica.

No Brasil, a pandemia se abateu sobre uma economia que mal havia se recuperado da recessão de 2015-6. Pior. Enquanto os mais pobres ainda sofriam queda em seus rendimentos, o meio e o topo da pirâmide recuperavam-se lentamente. Medidas fiscais substantivas foram adotadas. Mas a resposta à crise não exige apenas relaxar regras orçamentárias, e sim repensar o próprio papel do Estado para superar carências históricas que a pandemia tornou cristalinas.

É o que faz este livro. À luz do contexto brasileiro, apresenta cinco funções do Estado que a pandemia ajudou a revelar. São elas: estabilizador da economia, investidor em infraestrutura física e social, protetor dos mais vulneráveis, provedor de serviços à população e, por fim, empreendedor.

Com a firmeza, a clareza e a densidade que são marcas registradas de Laura Carvalho, "Curto-circuito: o Vírus e a Volta do Estado" mergulha em cada face do problema não apenas para refletir sobre a pandemia, mas também para iluminar, de forma sóbria e generosa, conceitos decisivos do pensamento econômico.

A autora
Laura Carvalho é doutora em economia pela New School for Social Research e professora da Faculdade de Economia e Administração da USP. Foi colunista no jornal Folha de S.Paulo e atualmente escreve no Nexo. Pela Todavia, publicou seu primeiro livro, "Valsa Brasileira" (2018).

.: Ator transforma sala de casa em palco e espetáculo de teatro no YouTube


O coronavírus mudou a forma de apreciar as artes no mundo inteiro. Por conta das restrições de interações sociais, os artistas precisaram encontrar formas de se reinventar. E como o momento de isolamento atinge grande parte das pessoas  indistintamente, torna-se mais que necessário falar sobre liberdade e afeto.

É com esse objetivo que o ator Vinicius Bustani e a diretora Paula Lice decidiram adaptar o espetáculo Criança ferida ou de como me disseram que eu era gay e fazê-lo acontecer diretamente da sala do ator para a casa das pessoas que estão confinadas via YouTube no projeto intitulado "Alive em Casa!".

Depois de uma transmissão que alcançou mais de mil pessoas no Facebook, os artistas aproveitaram a celebração do Mês do Orgulho LGBT para lançar uma temporada inteiramente feita online, via streaming. A peça será encenada todos os domingos de junho (dias 14, 21 e 28), sempre às 18h, na página da "Criança Ferida no YouTube" (youtube.com/criancaferida). A contribuição segue sendo voluntária, no esquema “pague quanto quiser”. “As soluções de adaptação meio artesanais e caseiras acabaram dando um toque mais íntimo permitindo um mergulho ainda mais profundo no caráter documental da peça”, diz Vinicius.

E já que o mês é de celebração da diversidade, após cada apresentação, Paula e Vinicius receberão convidados em lives no Instagram para discutir temas relacionados ao universo do espetáculo e ao mundo LGBT. As lives acontecerão logo após as apresentações no Instagram do espetáculo (instagram.com/crianca_ferida), sempre às 19h30. 

A ideia do "Alive em Casa!" é levar teatro para a casa das pessoas, criando possibilidades de arte e entretenimento mesmo em tempos como os atuais em que não é possível “aglomerar”, fazendo valer a máxima “o artista vai aonde o povo está”.

Conheça o espetáculo
Primeiro solo da carreira de Vinicius Bustani, "Criança Ferida ou de como me Disseram que eu Era Gay" tem como tema principal o preconceito homofóbico - já naturalizado nas nossas relações mais íntimas - e suas implicações na vida de um indivíduo desde a infância até a vida adulta. Por meio de situações cotidianas, que misturam relatos biográficos e ficção, a narrativa evoca momentos e imagens da infância, que marcam o começo da percepção do bullying, que assume que o desejo divergente da heteronormatividade é errado, e versa sobre os tipos de danos que isso causou em Vinicius e pode causar em crianças e adolescentes que começam a aprender sobre si dessa forma. 

A peça lança mão do gênero documental para falar sobre o isolamento que se impõe às crianças e adolescentes que não se enquadram nos padrões de comportamento heteronormativos. A ideia é alertar para a necessidade de uma revisão de hábitos, chavões e até boas intenções que acabam por criar gerações de crianças solitárias, confusas, com sensação de isolamento e falta de lugar no mundo.

"Criança Ferida ou de como me Disseram que Eu Era Gay" estreou em Salvador em maio de 2018. Em pouco mais de um ano e meio de trajetória a peça realizou mais de 60 apresentações para um público de mais de quatro mil pessoas na cidade de Salvador. Foram cinco temporadas em teatros da cidade além de 22 apresentações em instituições de ensino e saúde. O espetáculo chegou também à cidade de Belo Horizonte (Minas Gerais), em setembro de 2019, e Dourados (Matogrosso do Sul), em novembro do mesmo ano, por meio de parcerias com a UFMG e UFDG.

Serviço:
Alive em casa! - "Criança Ferida ou de Como me Disseram que Eu Era Gay"
Quando: domingos de junho (dias 14, 21 e 28), sempre às 18h
Onde: na sala de casa, via YouTube (youtube.com/criancaferida)
Quanto: contribuição voluntária

.: Jhonny Salaberg apresenta monólogo sobre racismo em live teatral


Em monólogo, menino negro corre o mundo inteiro com uma sacola de pães nas mãos depois de se chocar com um policial branco. Fotos: Noelia Nájera

Dentro de apresentações teatrais das lives #EmCasaComSesc, neste domingo, dia 14, o ator e dramaturgo Jhonny Salaberg, fundador do coletivo "O Bonde", grupo de pesquisa do teatro negro e suas diásporas contemporâneas, apresenta uma versão adaptada da premiada peça "Buraquinhos ou O Vento é Inimigo do Picumã". 

De sua autoria, o texto aborda o genocídio da população jovem, negra e periférica por meio do realismo fantástico. Narrado em primeira pessoa e dirigido por Naruna Costa, o monólogo aborda a trajetória de um menino negro - morador do bairro Guaianases, Zona Leste de São Paulo - que corre o mundo inteiro com uma sacola de pães nas mãos depois de se chocar com um policial branco. A peça pode ser assistida no YouTube do Sesc São Paulo youtube.com/sescsp -  e no Instagram do Sesc Ao Vivo - @sescaovivo - às 21h30.  

Promovidas pelo Sesc São Paulo, as apresentações - sempre às segundas, quartas, sextas e domingos às 21h30 - trazem monólogos interpretativos transmitidos diretamente da casa dos artistas. Já passaram pela série #EmCasaComSesc na categoria teatro os artistas Celso Frateschi, Georgette Fadel, Sérgio Mamberti, Ester Laccava, Jé Oliveira, Gustavo Gasparani, Lavínia Pannunzio, Grace Passô, Denise Weinberg, Cacá Carvalho, Bete Coelho, Gero Camilo, Eduardo Mossri, Cláudia Missura e Matheus Nachtergaele.

Para conferir a programação de teatro, basta acessar as páginas youtube.com/sescsp ou o novo endereço do Sesc São Paulo no Instagram criado especialmente para a série Sesc Ao Vivo instagram.com/sescaovivo, às segundas, quartas, sextas e domingos, sempre às 21h30.

quarta-feira, 10 de junho de 2020

.: #ResenhaRápida com Paula Serra: atriz, ginasta e multitalentosa


Por Helder Moraes Miranda e Mary Ellen Farias dos Santos, editores do Resenhando.

Atriz, ginasta e multitalentosa, Paula Serra é uma artista que chegou para ficar. A carreira já começou com sucesso, quando foi dirigida pela renomada Fernanda Chamma ao participar de um musical pela primeira vez em 2018: “Marias do Brasil”. A dedicação em tudo o que faz, acompanhado do carisma próprio de sua personalidade, rendeu a ela o papel da Sophie no espetáculo "Escola do Rock"promovido pelo Ateliê de Cultura. Mas isso é só o começo de uma carreira promissora. Paula Serra é um nome que ainda vai brilhar muito e, nesta entrevista exclusiva, você saberá um pouco mais sobre esta pequena grande artista!


#ResenhaRápida com Paula Serra

Nome completo:  Paula Serra.
Apelido: Paula.
Data de nascimento: 10 de outubro de 2008.
Qualidade: dedicada, amiga.
Defeito: indecisa. 
Signo: libra.
Ascendente: ixiii...vou ficar devendo!
Brinquedo favorito: não tenho. 
Jogo favorito: Uno, Lince e Masterminds.
Brincadeira favorita: não tenho brincadeira favorita... tenho esportes - ginástica e handball.
Desenho animado favorito: "Os Simpsons".  
Conto de fadas favorito: "A Bela e a Fera".
Uma mania: roer unha.
Religião: católica.
Time: Flamengo.
Amor: família e amigos. 
Família é: minha inspiração.
Ídolo: Noah Centineo.  
Inspiração: minha mãe.
Arte é: poder transmitir seus sentimentos para os outros.
Brasil: meu país.
Fé: acreditar.
Deus é: tudo. 
Política é: não gosto. 
HobbyTik Tok.
Lugar: Nova Iorque.
O que não pode faltar na geladeira: chá gelado.
Prato predileto: massa.
Sobremesa: petit gateau.
Fruta: morango.
Bebida favorita: chá gelado.
Cor favorita: amarelo e rosa.
Medo de: palhaço.
Uma peça de teatro: "Escola do Rock".
Um show: Coldplay.
Um ator: Tom Hanks.
Uma atriz: Claudia Raia.
Um cantor: Harry Styles.
Uma cantora: Ariana Grande.
Um escritor: Monteiro Lobato.  
Uma escritora: Ruth Rocha.
Um filme: "A Cinco Passos de Você" (trailer neste link).
Um livro:  "Extraordinário", de R. J. Palacio (compre aqui)
Uma música: "Menina Solta", de Giulia B (clip neste link).
Um disco: o que é um disco?
Um personagem: Regina George, de "Mean Girls".
Uma novela: "Malhação".
Uma série: "Stranger Things". 
Um programa de TV: "The Voice Kids"
Um podcastTadashi Kadomoto.
Uma saudade: minha vó.
Algo que me irrita: pessoas mastigando chiclete fazendo barulho.
Algo que me deixa feliz é: sair com meus amigos.
Não abro mão de: ser quem eu sou.
Do que abro mão: discutir.
Digo sim a: praticar o bem.
Digo não a: preconceito.
Sonho: ser uma atriz de sucesso.
Futuro: morar em Nova Iorque.
Morte é: quando você já cumpriu sua missão na Terra.
Vida é: ser feliz.  
Palavra favorita: sonhar.
Teatro é: o que eu amo fazer.
Ser atriz é: se libertar. 
Ser ginasta é: ultrapassar seus limites.   
Ser criança hoje é: acreditar que tudo é possível.
Ser uma menina hoje é: ser guerreira.
Paula Serra por Paula Serra: o segredo para fazer o que ama é amar o que faz.


.: Como ter contatos com alienígenas nas experiências fora do corpo


O curso a distância "Contatos Alienígenas e Abduções nas Experiências Fora do Corpo" começa dia 27 de junho, no canal da Academia Brasileira de Ufologia, da Revista UFO. Este curso mostrará que em todo mundo pessoas de diferentes condições vêm relatando vivências extrafísicas e contatos com seres alienígenas. Nesse contexto, são muitos os relatos de possíveis contatos parapsíquicos durante as chamadas experiências fora do corpo, quando a pessoa se projeta para fora do seu corpo físico e vivencia outros estados de consciência. 

É nestas condições que a pessoa pode ter contato com entidades extraterrestres também em estado de consciência, algo que já é feito por qualquer indivíduo após muita prática e exercícios, que serão discutidos ensinados neste curso, oferecido pelo autor e projetor Wagner Borges. Interessados podem se inscrever neste link.

A Academia Brasileira de Ufologia é mais uma iniciativa da Revista UFO, a mais antiga publicação sobre Ufologia do mundo. Entre nossas ações está a realização de eventos, a exemplo dos Congressos Brasileiros de Ufologia, Fóruns Mundiais de Ufologia e UFO Summit Brazil, e cursos sobre áreas importantes e específicas da Ufologia. Neles se apresentam os mais reconhecidos pesquisadores do país, trazendo ao público que há de mais relevante e atual na Ufologia.

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