quinta-feira, 18 de junho de 2020

.: "Carenteners", nova série original da Warner Channel, estreia dia 30


Pela primeira vez o canal exibe uma produção brasileira totalmente gravada durante o isolamento social.

Imagine conhecer o amor da sua vida uma noite antes do planeta mudar completamente? Esse é o conceito de “Carenteners”, nova série da Warner Channel coproduzida em parceria com a produtora Huuro Entretenimento e totalmente realizada durante o isolamento social.

Com estreia marcada para o dia 30 de junho e exibições todas as terças e quintas, às 21h40, o enredo envolve o casal Cecília e Marcos, que se apaixona antes da quarentena e precisa se adaptar aos novos tempos para manter o relacionamento enquanto lidam com seus próprios problemas, como trabalho, convivências familiares e amizades.

O projeto inovador consiste em uma série filmada à distância sob direção remota e com os próprios atores operando câmeras, celulares e computadores enquanto interpretam seus personagens. O resultado deste trabalho será dividido em dez episódios de cinco minutos cada, que serão exibidos na Warner Channel, em horário nobre, após "The Big Bang Theory", e disponibilizados no Youtube do canal.

Os desafios de criar, desenvolver e realizar esse trabalho durante o isolamento social foram grandes, mas para Silvia Fu Elias, diretora de Conteúdo da Warner Channel, foi uma motivação a mais: “Ter um conteúdo de ficção, feito dentro de todos os protocolos de segurança e com humor nos pareceu o desafio perfeito para esse momento de quarentena", explica.

A série foi criada e produzida por Aline Diniz, apresentadora do canal TNT e sócia da produtora criativa Huuro Entretenimento, que entende tudo do assunto depois de anos cobrindo entretenimento: “Sempre estive do outro lado da tela e acompanhar o desenvolvimento de um projeto como esse tem sido uma delícia e incrivelmente emotivo”.

Aline divide a produção com Érico Borgo, conhecido como uma das principais vozes da cultura geek/nerd do país e sócio da produtora. Eles já trabalharam juntos por quase dez anos no portal Omelete e, mais recentemente, na CCXP. “Estou muito feliz que o primeiro projeto da Huuro, nossa nova empresa, seja ao lado da Turner e algo tão diferente e criativamente desafiador”, conta Érico.

O elenco composto por jovens talentos também se adaptou ao novo ambiente de trabalho remoto e aos desafios que traz esse formato de filmagem. Para Ana Tardivo, que interpreta a protagonista Cecília, realizar algo tão inédito é transformador: "Vejo uma possibilidade de criar e executar um conteúdo artístico inovador, tanto na forma, quanto na realização. Está sendo um desafio diário e constante compreender os mecanismos e dinâmicas dessa nova forma de produzir conteúdo audiovisual. Nunca tinha pensado que algo assim pudesse ser realizado. Uma grande honra estar fazendo parte deste projeto”.

Para Mateus Sousa, que vive o protagonista Marcos, o maior desafio é ressignificar formas de contar histórias. “'Carenteners' é diferente de tudo que já fiz. É um privilégio trabalhar dentro de casa, mas ao mesmo tempo desafiador ajudar a desenvolver e executar outras áreas da produção de conteúdo que vão além da atuação, como a autogravação, maquiagem, figurino, iluminação, cenário. Tudo isso com orientação remota dos profissionais de cada área”. "Carenteners" vai ao ar às terças e quintas, às 21h40, logo após "The Big Bang Theory", a partir de 30 de junho na tela da Warner Channel.

Sinopse de "Carenteners":
Cecília e Marcos tiveram um encontro às cegas, marcado por amigos em comum e a química foi instantânea. Combinaram de sair de novo assim que possível, mas o isolamento social atrapalhou os planos bem quando estavam começando se conhecer melhor. Mas o casal não se dá por vencido e tenta manter a chama do relacionamento acesa com encontros virtuais. Amar, trabalhar, surtar. Em meio à pandemia global, a vida acontece na frente de uma tela de computador. Mas quem imaginou que seria necessário namorar à distância morando na mesma cidade? 


Cecília e Marcos se apaixonaram uma semana antes da quarentena começar, quando o apocalipse parecia longe demais para ser verdade. Em um piscar de olhos, tudo mudou. Ela se viu presa na casa da mãe controladora de novo e ele tendo que fechar o seu recém-inaugurado botecão e cheio de boletos pra pagar. Mas é em meio a flertes virtuais, chamadas travadas e surtos coletivos que Cecília e Marcos vão encontrar o amor em plena quarentena – por mais que a vontade de se ver os deixe à beira de um ataque de nervos.

Encenação da atriz Ana Tardivo para teste 
da peça "A Minha Primeira Vez"

.: Carlos Careqa e Mário Manga na live "Dois Cavalos" para beatlesmaníacos


Grandes expoentes da música brasileira da década de 1980, eles colocam em cena o lado teatral para esta performance musical, na qual dois cavalos se encontram no palco e recebem os espíritos de John Lennon e George Harrisson.


Dentro da programação de junho do #EmCasaComSesc, nesta sexta-feira, dia 19, a dupla Carlos Careqa e Mário Manga retomam o bom humor característico de ambos no show "Dois Cavalos". Grandes expoentes da música brasileira da década de 1980, eles colocam em cena o lado teatral para esta performance musical, na qual dois cavalos se encontram no palco e recebem os espíritos de John Lennon e George Harrisson. Para assistir, basta acessar as páginas youtube.com/sescsp ou o novo endereço do Sesc São Paulo no Instagram criado especialmente para a série Sesc Ao Vivo instagram.com/sescaovivo.

No repertório, o duo apresenta canções autorais da carreira solo de cada um, além de músicas que consagraram a banda de atuação de Mário Manga, Premê, como "Padaria" e "Brigando na Lua". O público terá, ainda, algumas surpresas dos beatlesmaníacos de carteirinha.Há mais de um mês, o Sesc São Paulo promove série de shows diários com transmissões, sempre às 19h, pelo Instagram @sescaovivo e YouTube do Sesc São Paulo - youtube.com/sescsp.

A série Música #EmCasacomSesc também tem sido uma oportunidade para promover o Mesa Brasil, programa que conecta empresas doadoras e instituições sociais para o complemento de refeições de pessoas em situação de vulnerabilidade social.  Criado há 25 anos pelo Sesc São Paulo e hoje em operação em diversos estados do país, a iniciativa está com uma campanha para expandir sua rede de parceiros doadores e ampliar a distribuição de alimentos, produtos de higiene e limpeza em meio à crise causada pelo novo coronavírus. 

Também engajados pela causa, os artistas têm aproveitado as transmissões online para convocar as pessoas, principalmente empresários e gestores, a integrarem a rede de solidariedade. Para saber como ser um doador, basta acessar o site mesabrasil.sescsp.org.br.

.: Cannes: o cinema está vivo. Por Daniel Bydlowski, cineasta brasileiro


Por Daniel Bydlowski, cineasta brasileiro.

Com as portas fechadas, o que será do cinema? O mesmo que será de qualquer setor. Passaremos o período de recessão e continuaremos a dar entretenimento de alto nível aos espectadores. E para mostrar que há força na indústria cinematográfica, o Festival de Cannes anuncia os filmes que receberão o selo oficial do evento, que não acontecerá  por conta da pandemia. E como sempre, Cannes traz uma grande diversidade de temas, mostrando que existem produções boas em todos os cantos do mundo e de todos os temas. Vamos falar de alguns?
 

"The French Dispatch": produção de Wes Anderson, com Benicio del Toro, o filme traz histórias da edição final de uma revista americana publicada em uma cidade da França no final do século XX. A expectativa é grande, uma vez que Wes sempre escolhe um bom elenco e a trilha sonora é de um dos grandes nomes no ramo, Alexandre Desplat. A intenção do diretor com esta obra, foi fazer uma carta de amor ao jornalismo. Os críticos estarão atentos.
 

"Casa de Antiguidades": o filme brasileiro é o primeiro longa de João Paulo Miranda, e fala sobre um operário negro que vive em uma cidade fictícia no Brasil colonizada pelos povos da Áustria. A polarização política, representatividade e problemas sociais estão presentes e o personagem começa a se conectar com a sua ancestralidade. Um assunto a ser sempre abordado no mundo, Miranda escolheu falar sobre o tema e deve provavelmente entregar o que se espera dele. O roteiro da produção foi desenvolvido em uma residência do Festival de Cannes. É o único filme dirigido por um latino-americano na seleção.
 

"Ammonite": com um elenco de peso com Kate Winslet e Saoirse Ronan, Francis Lee conta a história da paleontóloga Mary Anning e fala sobre diversidade na Era Vitoriana. O longa, teve alguns contratempos com os descendentes da homenageada, que não gostaram de ter a vida íntima de Anning exposta, no entanto acharam  importante que a história fosse abordada como ela é. O filme promete emoções e pelo que já deu para ver, a  fotografia é estonteante.
 

"Summer of ’85": os anos 80 sempre deram o que falar e principalmente em produções policiais. Um filme sobre crianças desaparecidas, algo bastante comum à época, , um vizinho suspeito (quem nunca?) e uma investigação feita por adolescentes. Um prato cheio para a mesmice, porém, esperamos mais François Ozon e para estar em um festival deste calibre, pode ser que conquiste os amantes desta década.

O cineasta brasileiro Daniel Bydlowski é membro do Directors Guild of America e artista de realidade virtual. Faz parte do júri de festivais internacionais de cinema e pesquisa temas relacionados às novas tecnologias de mídia, como a realidade virtual e o future do cinema. Daniel também tenta conscientizar as pessoas com questões sociais ligadas à saúde, educação e bullying nas escolas. 


É mestre pela University of Southern California (USC), considerada a melhor faculdade de cinema dos Estados Unidos. Atualmente, cursa doutorado na University of California, em Santa Barbara, nos Estados Unidos.  Recentemente, seu filme Bullies foi premiado em Newport Beach como melhor curta infantil, no Comic-Con recebeu 2 prêmios: melhor filme fantasia e prêmio especial do júri. O Ticket for Success, também do cineasta, foi selecionado no Animamundi e ganhou de melhor curta internacional pelo Moondance International Film Festival.

.: "La Casa de Papel" e a cidade que inspirou o personagem Oslo


"La Casa de Papel" é uma série espanhola lançada há três anos e que conquistou muitos fãs brasileiros. A terceira parte inspirou o KAYAK, maior ferramenta de planejamento de viagens do mundo, a preparar uma lista para quem deseja viajar pelas cidades que dão nome aos personagens principais quando a pandemia do coronavírus passar.

Oslo é um lugar cheio de energia, com uma gastronomia moderna, além de muita moda e arte. Prédios icônicos estão mudando o rosto da cidade, mas ela ainda mantém vínculos com a natureza. Não à toa foi nomeada Capital Verde da Europa de 2019 por sua dedicação à preservação de áreas naturais. Passeios pela floresta, mergulhos nos fiordes e concertos musicais fazem parte da energia da cidade. Todos os bairros de Oslo oferecem algo de especial e são facilmente acessíveis a pé, pelo sistema de transporte público ou de bicicleta.

Durante o inverno, é possível buscar atividades como a patinação no gelo e o esqui. Oslomarka, a enorme floresta nas encostas das colinas que cercam a cidade, oferece uma imensa rede de trilhas públicas para o esqui cross-country. O Parque de inverno de Oslo é o maior resort de esqui dentro da cidade e encontra-se a apenas 30 minutos do centro, contando com pistas para crianças, iniciantes e esquiadores experientes. Entre maio e setembro as temperaturas são mais amenas, o que garante uma viagem mais tranquila. Para economizar, o melhor mês é março, quando as passagens aéreas para lá estão mais baratas no KAYAK.

quarta-feira, 17 de junho de 2020

.: Daniela Mercury em live acústica com antigos sucessos e novas canções


Com mais de 30 anos de carreira, Daniela Mercury faz um show no formato voz e violão, relembrando canções consagradas de sua carreira em versão acústica. Foto: Célia Santos 

Dentro da programação de junho do #EmCasaComSesc, nestquinta-feira, dia 18, a cantora que conquistou o Brasil e o mundo, Daniela Mercury, se apresenta em versão intimista, direto de sua casa em Salvador. Ela, que vendeu 20 milhões de álbuns, foi agraciada com um Grammy Latino e lançou 20 discos e sete DVDs ao longo de seus mais de 30 anos de carreira, faz um show no formato voz e violão, relembrando canções consagradas de sua carreira em versão acústica. 

Também estarão no repertório as músicas de seu novo álbum, "Perfume", e outras do vasto universo da música popular brasileira. Há mais de um mês, o Sesc São Paulo promove série de shows diários com transmissões, sempre às 19h, pelo Instagram @sescaovivo e YouTube do Sesc São Paulo - youtube.com/sescsp.

Sexta-feira, dia 19, a dupla Carlos Careqa e Mário Manga retomam o bom humor característico de ambos no show "Dois Cavalos". Grandes expoentes da música brasileira da década de 1980, eles colocam em cena o lado teatral para esta performance musical, na qual dois cavalos se encontram no palco e recebem os espíritos de John Lennon e George Harrisson.  

No repertório, o duo apresenta canções autorais da carreira solo de cada um, além de músicas que consagraram a banda de atuação de Mário Manga, Premê, como "Padaria" e "Brigando na Lua". O público terá, ainda, algumas surpresas dos beatlesmaníacos de carteirinha. Para conferir toda essa programação, basta acessar as páginas youtube.com/sescsp ou o novo endereço do Sesc São Paulo no Instagram criado especialmente para a série Sesc Ao Vivo instagram.com/sescaovivo

A série Música #EmCasacomSesc também tem sido uma oportunidade para promover o Mesa Brasil, programa que conecta empresas doadoras e instituições sociais para o complemento de refeições de pessoas em situação de vulnerabilidade social.  Criado há 25 anos pelo Sesc São Paulo e hoje em operação em diversos estados do país, a iniciativa está com uma campanha para expandir sua rede de parceiros doadores e ampliar a distribuição de alimentos, produtos de higiene e limpeza em meio à crise causada pelo novo coronavírus. 

Também engajados pela causa, os artistas têm aproveitado as transmissões online para convocar as pessoas, principalmente empresários e gestores, a integrarem a rede de solidariedade. Para saber como ser um doador, basta acessar o site mesabrasil.sescsp.org.br.

.: Filme "Miúda e o Guarda-chuva" está entre as atrações de streaming gratuito


A programação de filmes em streaming do Sesc São Paulo, na recém-lançada plataforma Sesc Digital, que passou a reservar um espaço exclusivo para as sessões, oferece mais quatro novos títulos a partir desta quinta-feira, 18 de junho. Basta acessar o Cinema Em Casa para conferir longas e documentários, sempre a partir de quinta-feira, com acesso gratuito a qualquer hora do dia e sem necessidade de cadastro.

Nesta semana, o #EmCasaComSesc exibe um clássico do cinema de 1952, o belo "A Carruagem de Ouro", do francês Jean Renoir. O filme franco-italiano se passa no século 18. A estrela de uma trupe italiana de commedia dell’arte chega ao Peru e apesar de não encontrar um palco para se apresentar, ela conquista três pretendentes. É o início de uma série de eventos inusitados. Outra opção é o documentário intimista Eu Sou Ingrid Bergman, do sueco Stig Bjorkman, que apresenta um material inédito sobre a atriz, com entrevistas, cartas, diários e muitas imagens realizadas por Ingrid durante toda a sua vida.

A produção nacional também tem reservada duas salas (virtuais) e completam a programação desta semana. A partir de quinta, 18, o público pode conferir "Paulinho da Viola - Meu Tempo É Hoje", documentário dirigido por Izabel Jaguaribe com roteiro do jornalista Zuenir Ventura, que é um perfil afetivo do cantor, instrumentista e compositor; e o infantil "Miúda e o Guarda-Chuva", ficção que narra as aventuras de Miúda, uma menina míope e imaginativa. Na plataforma Sesc Digital todas as produções são exibidas no formato FVOD - Free Video On Demand.

A programação do Cinema #EmCasaComSesc contempla quatro eixos principais neste primeiro momento. Uma curadoria de clássicos do cinema, em sua maioria cópias restauradas e exclusivas na plataforma; uma seleção contemporânea internacional, com filmes que tiveram uma trajetória relevante em festivais no mundo todo e que merecem uma nova oportunidade de exibição ao público; uma janela dedicada ao cinema nacional, com produções de grande alcance de público e filmes independentes que merecem maior espaço de exibição - haverá também destaque aos documentários, ponto forte na produção cinematográfica brasileira; e por fim, uma seleção de filmes infantojuvenis, visando a formação de público, desde os primeiros anos de vida, para a diversidade do cinema e ampliação do lastro de narrativas.

A iniciativa de oferecer filmes em streaming em sua nova plataforma digital reforça os aspectos que ancoram a ação institucional do Sesc São Paulo, garantindo o acesso a conteúdos da cultura a variados públicos. Com maior presença no ambiente online, o Sesc amplia sua ação de difusão cultural, de maneira acessível e permanente. O público ganha assim mais um espaço para contemplar, descobrir e redescobrir o cinema, a partir de grandes obras selecionadas, disponibilizadas online e gratuitamente.

Os filmes ficam disponíveis por um período determinado, com alterações e novas estreias semanais a cada quinta-feira (considerando a semana de cinema de quinta à quarta-feira). Haverá ainda possibilidade de prorrogação da exibição, conforme a demanda do público, além de sessões especiais por períodos menores (como 24h, por exemplo). A curadoria do Cinema #EmCasaComSesc conta com a experiência do CineSesc, que segue fechado desde o mês de março, por conta da crise causada pelo novo coronavírus.

Mais filmes em cartaz
Quem navega pela plataforma Sesc Digital encontra também outras opções de filmes que permanecem disponíveis para acesso gratuito e irrestrito do público. Em Cinema Em Casa, há o terror surrealista "A Hora do Lobo", do sueco Ingmar Bergman, o poético "Coração de Cachorro", dirigido pela musicista e multiartista Laurie Anderson, a cópia restaurada de "Mamma Roma", de Pier Paolo Pasolini, "O Homem da Cabine", de Cristiano Burlan, e os brasileiros "Aquarius", de Kleber Mendonça Filho, o delicado documentário "Jonas e o Circo sem Lona", dirigido por Paula Gomes e a animação "Historietas Assombradas" - O Filme, de Victor-Hugo Borges.

Programação:
Cinema #EmCasaComSesc de 18 a 24 de junho


"A Carruagem de Ouro" (Direção: Jean Renoir, França / Itália, 1952, 94 minutosUma trupe italiana de commedia dell’arte viaja para se apresentar em uma colônia espanhola da América Latina no século XVIII. Junto com a companhia teatral, chega da Europa uma carruagem de ouro encomendada pelo vice-rei. É o início de uma série de eventos inusitados.

"Eu Sou Ingrid Bergman" (Direção: Stig Bjorkman, Suécia, 2015, 114 minutosUm documentário intimista sobre a vida de uma das mais premiadas atrizes da história do cinema, três vezes vencedora e oito vezes indicada ao Oscar, Ingrid Bergman. O filme apresenta um material inédito como entrevistas, cartas, diários e muitas imagens realizadas por Ingrid durante toda a sua vida, revelando aspectos de sua vida familiar e amorosa e suas relações com os filhos e companheiros. Uma homenagem a uma lenda, lançada no ano do centenário de seu nascimento.

"Paulinho da Viola - Meu Tempo É Hoje" (Direção: Izabel Jaguaribe, Brasil, 2013, 83 minutosDocumentário dirigido por Izabel Jaguaribe com roteiro do jornalista Zuenir Ventura, é um perfil afetivo do cantor, instrumentista e compositor. O filme mostra seus mestres e amigos, suas influências musicais e percorre sua rotina discreta e muito peculiar, em suas atividades e hábitos desconhecidos do grande público. Mas a grande revelação vem das reflexões do músico sobre um único tempo: o tempo. Em vários versos ele canta: "só o tempo ajuda a gente a viver"; "amor, repare o tempo enquanto eu faço um samba triste pra cantar"; "quando eu penso no futuro, não esqueço meu passado". Há ainda encontros musicais memoráveis com Marina Lima, Elton Medeiros, Zeca Pagodinho, Marisa Monte e a Velha Guarda da Portela.

"Miúda e o Guarda-chuva" (Direção: Amadeu Alban, Brasil, 2019, 74 minutos) Miúda é uma menina míope e imaginativa, que cuida de sua planta carnívora de estimação, com muito amor e formigas fresquinhas. Às vésperas de completar sete anos, tudo o que Miúda deseja é que a planta a chame pelo seu nome, mas esta exige cada vez mais formigas. As formigas, cansadas de serem comida de planta, bolam um plano que envolve poesia, guarda-chuvas e uma máquina do tempo. A menina atravessa uma jornada para compreender o mundo à sua volta e aprende que crescer é fazer escolhas.

Serviço:
Cinema #EmCasaComSesc
Toda semana, sempre a partir de quinta-feira, tem quatro novos filmes para streaming:
sescsp.org.br/cinemaemcasa

.: Roberto Frejat participa de live do "Cultura Livre" nesta sexta-feira



Frejat conversa e apresenta músicas de seu repertório nesta sexta-feira, às 17h, no Instagram. Foto: Giu Pera

Nesta sexta-feira, dia 19, a Cultura Live – versão digital do programa "Cultura Livre", da TV Cultura – traz o cantor e compositor brasileiro Roberto Frejat. O músico conversa com Roberta Martinelli e apresenta algumas canções de seu repertório, a partir das 17h, no Instagram oficial do programa - neste link.

Frejat se tornou amplamente reconhecido por sua passagem pela banda Barão Vermelho, ao lado de Cazuza. Integrou o grupo como guitarrista de 1981 a 1985, quando passou a ser também o vocalista principal. Com a banda, lançou sucessos como "Bete Balanço", "Pedra, Flor e Espinho" e "Por Você", além de ter participado da histórica primeira edição do festival Rock In Rio, em 1985.

Em 2017, Frejat deixou o Barão Vermelho, passando a dedicar-se unicamente à sua carreira solo, que desde 2001 já conciliava com as atividades da banda. Gravou ao lado de artistas como Caetano Veloso, Gal Costa, Cássia Eller e Ney Matogrosso e também se apresentou no Rock In Rio – em 2011 – fazendo muito sucesso com as canções "Amor Pra Recomeçar", "Segredos", "Homem Não Chora", entre outras.

Longe do estúdio, o objetivo da "Cultura Live" é transportar o público para dentro da casa dos convidados, oferecendo um conteúdo informativo e leve. “Em meio à pandemia, o Cultura Livre segue conectado com a música brasileira, entrando na casa dos músicos”, diz Roberta sobre a iniciativa. A realização é da Fundação Padre Anchieta, Secretaria Especial da Cultura, Ministério da Cidadania e Governo Federal – Lei de Incentivo à Cultura.4

.: TV Cultura estreia série sobre poetas e suas mentes na pandemia


O rapper Rincon Sapiência falará sobre o processo de criação em época de isolamento social. Foto: André Santos

Como os poetas e suas mentes estão reagindo à pandemia? Para mostrar que a arte rompe o isolamento, o jornalismo da TV Cultura leva ao ar a série "A Poesia Vence a Pandemia", que traz entrevistas inéditas sobre o desenvolvimento do processo criativo na quarentena. As reportagens especiais podem ser vistas no "Jornal da Tarde", a partir das 12h, e no "Jornal da Cultura", a partir das 21h15, na TV Cultura, Facebook, Twitter e YouTube.

Nesta quarta-feira, dia 17, Rincon Sapiência vocaliza suas inspirações e expressões. Rincon, um dos grandes nomes do rap nacional, colocou em palavras algumas reflexões sobre o momento atual na faixa "Quarentena (Verso Livre)". Dia 24 sserá a vez de Lenora de Barros, artista plástica e poeta, integrante do Projeto Quarantine, que incentiva a produção e o colecionismo em tempos de quarentena.

.: #ResenhandoQuiz: conhece o filme pela cena? Descubra!



O Resenhando.com apresenta o #ResenhandoQuiz, o primeiro é para você reconhecer filmes visualizando apenas uma cena. Descubra e divirta-se em 10 questões!

 

terça-feira, 16 de junho de 2020

.: #ResenhaRápida: Fábio França de "O É da Coisa" responde todas as perguntas


Por Helder Moraes Miranda e Mary Ellen Farias dos Santos, editores do Resenhando. Fotos: redes sociais do entrevistado.

Fábio França resolveu abandonar o jornalismo em novembro de 2010. Ele afirma que foi uma decisão difícil, mas não dava mais para segurar. Na época, a coisa tinha apertado, as economias desaparecido e ele pensava em voltar a ser redator publicitário. Anos antes, havia trabalhado com propaganda. Era o jeito para quem havia tentado de tudo, por anos, mas as chances não apareciam.

A sorte virou quando, no terceiro mês de desemprego, ficou sabendo que a BandNews FM tinha criado uma equipe de esportes. Não pensou que algo poderia acontecer , afinal, estava sem esperanças e não procurava mais emprego no jornalismo. Por insistência de uma amigo, operador de externa que tinha trabalhado com ele anos antes, enviou um currículo sem qualquer expectativa, afinal não conhecia ninguém na rádio.

Duas semanas depois, ninguém menos que Eduardo Barão, um dos grandes nomes do jornalismo contemporâneo, ligou para ele e pediu para que fizesse um piloto. Fez e, em um intervalo de duas semanas até outra ligação, foi contratado. Passaram-se nove anos depois e hoje ele, ao lado de Bob Furuya é um dos apresentadores de "O É da Coisa", uma das maiores audiências da rádio e um dos melhores programas radiofônicos da atualidade.

O programa é comandado por Reinaldo Azevedo - um mestre do jornalismo e uma das grandes mentes da imprensa hoje. Azevedo, por sinal, o apelidou de Fábio Cuba. "O É da Coisa" pode ser visto de segunda a sexta-feira, das 18h às 19h30, na 96,9 FM e no YouTube. Fábio França é um exemplo de que os sonhos se realizam e, nesta entrevista exclusiva, perguntamos tudo o que os ouvintes de "O É da Coisa" querem saber.


#ResenhaRápida com Fábio França


Nome completo: Fábio Luiz França.
Apelido: não tenho.
Data de nascimento: 28 de fevereiro de 1981.
Altura: 1,81m.
Qualidade: perfeccionista.
Defeito: perfeccionista demais.
Signo: peixes.
Ascendente: acho que é leão.
Uma mania: pentear o cabelo.
Religião: umas três.
Time: São Paulo.
Amor: fundamental.
Sexo: gostoso.
Mulher bonita: Sheila.
Homem bonito: tem dia que me acho.
Família é: aconchegante.
Ídolo: Ayrton Senna.
Inspiração: depende da fase.
Arte é: lenitiva.
Brasil: tem jeito.
Fé: necessário.
Deus é: algo ou alguém.
Política é: incompreendida.
Hobby: música.
Lugar: Paris.
O que não pode faltar na geladeira: leite.
Prato predileto: pizza.
Sobremesa: pudim de leite.
Fruta: maçã.
Bebida favorita: limonada.
Cor favorita: cinza.
Medo de: não tentar.
Um show: Skank.
Um ator: José Wilker.
Uma atriz: Glória Pires.
Um cantor: Zeca Baleiro.
Uma cantora: Elis Regina.
Um escritor: Machado de Assis.
Uma escritora: Agatha Christie.
Um filme: "Little Boy - Além do Impossível".
Um livro: "Memórias Póstumas de Brás Cubas", de Machado de Assis (compre aqui).
Uma música: "If I Fell" - The Beatles.
Um disco: "Nevermind" - Nirvana (compre aqui).
Um personagem: Seu Madruga.
Uma novela: "Fera Ferida", de Aguinaldo Silva.
Uma série: "Friends".
Um programa de TV: "Chaves".
Indique um site: estantevirtual.com.br.
Indique um podcast: Tem Método.
Indique um Instagram: CanalMyNews.
Indique um canal no YouTube: Porta dos Fundos.
Uma saudade: meus avós.
Algo que me irrita: barulho exagerado.
Algo que me deixa feliz é: ver criança feliz.
Quem levaria para uma ilha deserta: não iria para uma ilha deserta. Gosto de gente.
Se pudesse ressuscitar qualquer pessoa do mundo, seria: Nelson Mandela. Só queria ouvi-lo para aprender.
Uma pergunta para qualquer pessoa do mundo: Donald Trump: "Quanto mais laranja, mais idiota?".
Não abro mão de: honestidade.
Do que abro mão: fritura.
Se tivesse que ser um bicho, eu seria: cachorro.
O que seria se não fosse jornalista: músico.
Jornalismo em uma palavra: imprescindível.
Televisão em uma palavra: genial.
BandNews FM em uma palavra: humana.
"O É da Coisa" em uma palavra: instigante.
Reinaldo Azevedo em uma palavra: inteligente.
Ser jornalista é: privilégio.
Ser homem, hoje, é: mais fácil do que ser mulher.
Quem é Fábio Cuba? Invenção de Reinaldo.
Fábio França por Fábio França: compreensivo, apaziguador, determinado.



.: Quarentena: como preparar um Chivito - lanche uruguaio - em casa?



Guilhermo Quintana, Chef do Restaurante Las Brisas, do Enjoy Punta del Este, conta a história por trás do Chivito, tradicional lanche uruguaio. Foto: Chivito do Restaurante Las Brisas, do Enjoy Punta del Este

Sabe-se que a época é de isolamento social, mas nada impede que as pessoas possam conhecer outros sabores do mundo, não é mesmo? O nome pode soar estranho para os brasileiros, mas o Chivito é um clássico sanduíche uruguaio que nunca sai de moda. Preparado com basicamente tudo dentro, carne bovina, queijo, presunto, maionese, alface, tomate, bacon, azeitonas... e o que mais estiver ao alcance do chef na hora do preparo, este lanche delicioso é um verdadeiro sucesso de vendas entre uruguaios e turistas. Mas como ele surgiu?

O Chef Guilhermo Quintana, do Restaurante Las Brisas, do Enjoy Punta del Este, recorda que o lanche foi criado por acidente, em meados da década de 40, pelo proprietário do restaurante Mejillón Bar, Antonio Carbonaro. “Segundo arquivos da época, o Chivito foi um improviso para atender a uma turista argentina que havia pedido carne de cabrito. Mas como esse tipo de carne não era muito comum no Uruguai, Antonio resolveu preparar um sanduíche especial com carne bovina e uma série de ingredientes. A receita pegou e desde então o lanche passou a ser vendido”, conta Quintana, que também serve Chivito no Restaurante Las Brisas, do Enjoy Punta del Este.

Segundo relatos da imprensa uruguaia da época, a receita de Antônio chegou a vender mais de mil Chivitos por dia, especialmente para atender os jogadores que saiam dos cassinos. Hoje, quase 80 anos depois da invenção do Chivito, o sanduíche ainda é servido em todo o Uruguai e é um verdadeiro sucesso de vendas. Mas o seu modo de preparo varia de lugar para lugar. Ora com ingredientes diferentes ou modo de preparo alternativos.

O preparo mais comum, utilizado pelo Chef Quintana no Las Brisas, aliás, leva bife na chapa, bacon, presunto, muçarela, alface, tomate, ovo cozido, maionese, azeitonas e pão. A iguaria também acompanha fritas. Além do Restaurante Las Brisas, do Enjoy Punta del Este, outros empreendimentos da região também servem um excelente Chivito. Para fazer em casa, leva menos 30 minutos para preparar as porções e é uma delícia. Vamos tentar?



Ingredientes (para cada lanche)

  • 1 bife para cada pão - pode ser alcatra ou filé mignon, mas se você não tiver e quiser dar um jeitinho brasileiro, use hambúrguer artesanal (feito em casa com carne moída) ou industrial.
  • Recomenda-se pão de hambúrguer, mas pode usar o de sua preferência - pão francês, pão de cará, pão de leite, italiano e até pão de forma.
  • 1 folha grande de alface americana
  • tomates em rodelas
  • 1 fatia de presunto
  • 1 fatia de muçarela 
  • 2 fatias de bacon 
  • 1 ovo
  • Maionese à gosto
  • Azeitonas cortadas em pedaços ou sem caroço à gosto

Modo de preparo
Em uma frigideira ou chapa muito quente, frite a carne temperada e coloque um pouco de azeite. Frite os ovos, se preferir pode fazer com gema mole, fica uma delícia. Frite os pedaços de bacon. Para montar, espalhe a maionese no pão. Coloque a carne, o ovo frito em cima da carne, bacon, presunto e a fatia de queijo mussarela, que vai derreter. Acrescente a alface, os pedaços de tomate e as azeitonas cortadas ou sem caroço. Por sua natureza o Chivito é servido com o pão fechado, como um sanduíche, mas muitas pessoas preferem que o lanche seja servido no prato.


.: Harry Potter 23 anos: linguistas listam os idiomas mágicos da série


Dia 26 de junho, uma das sagas mais famosas do mundo completa 23 anos. E já que a obra é cheia de línguas fantásticas, os especialistas do aplicativo de idiomas Babbel – que é considerada uma das empresas de educação mais inovadoras da Europa – explicam um pouco sobre a comunicação entre os seres mágicos.



Grugulês
Falantes mais famosos: os duendes no Banco Gringotes (entre eles Griphook, que ajuda Harry, Rony e Hermione a entrarem no banco).
Exemplo: Bladvak significa “picareta” (de acordo com Ludo Bagman, que apenas conhece uma palavra em Grugulês). 

O grugulês é a língua nativa dos duendes. Ela é descrita como uma série de sons guturais e pouco melódicos. Ela também tem uma forma escrita, já que foi uma das 72 línguas que o “Livro de encantos”, de Miranda Goshawk, foi publicado. Alguns personagens humanos também foram capazes de aprendê-lo, como Bartô Crouch, que falava mais de 200 línguas, incluindo serêiaco, grugulês e transgueano. Para quem não se lembra, ele era o chefe de Percy Weasley no Ministério da Magia em “O Cálice de Fogo”. Duendes, por outro lado, se esforçam mais para aprender os idiomas humanos: todos os duendes falam inglês sem sotaque.



Serêiaco
Falantes nativos mais famosos: sereianos no lago de Hogwarts
O serêiaco é a língua nativa dos sereianos (também conhecidos como sirens, selkies ou merrows). Ela é especificamente adaptado para ser falada debaixo da água, onde soa como inglês aos ouvidos de Harry. Fora da água, muda para um som ríspido, duro e chiado. Quem não é sereiano pode aprender, como Alvo Dumbledore, que falava a língua. Segundo o livro “Animais fantásticos e onde habitam”, sereianos são incapazes de conversar em qualquer idioma exceto serêiaco. 



Trasgueano
Falante nativo mais famoso: o trasgo da montanha que invade Hogwarts em “Harry Potter e a pedra filosofal”.
A crença de Fred Weasly que trasgueano é uma língua primitiva é confirmada no livro “Animais Fantásticos e Onde Habitam”. Os falantes produzem grunhidos que parecem constituir uma língua bruta, mas também conseguem reproduzir algumas palavras simples dos idiomas humanos.



Ofidioglossia
Falantes nativos mais famosos: Salazar Sonserina, a família Gaunt, Lord Voldemort.
Etimologia: J.K. Rowling afirmou em uma entrevista em 2003 que Parselmouth (nome do idioma em inglês) é uma palavra antiga que descreve alguém que tem uma má formação na boca, como o lábio leporino”.

A ofidioglossia é a língua das cobras e outras criaturas mágicas serpentinas, como o Basilisco ou a Serpente Chifruda. A língua é descrita nos livros como um som assobiado, semelhante ao de uma cobra. O idioma nos filmes, criado pelo professor de Fonética Francis Nolan, soa um pouco diferente disso: possui sons sibilantes (sons como s,* z* ou sh) que soam como um assobio. 

Os humanos que podem falar ofidioglossia são conhecidos como ofidioglotas. A habilidade é hereditária: aproximadamente todos os ofidioglotas conhecidos são descendentes de Salazar Sonserina, o fundador da casa Sonserina. Harry Potter é uma exceção, já que ele passou a ter a habilidade de falar com as cobras quando Lord Voldemort tentou matá-lo e acidentalmente deixou uma parte de sua alma dentro de Harry, passando para ele, portanto, a habilidade de falar com as cobras. J.K. Rowling revelou em uma entrevista em 2007 que depois de Lord Voldemort destruir o fragmento de sua alma que residia em Harry, o herói perdeu a habilidade de falar ofidioglossia. 


← Postagens mais recentes Postagens mais antigas → Página inicial
Tecnologia do Blogger.