sexta-feira, 21 de agosto de 2020

.: Entrevista exclusiva: livro conta os bastidores do disco Clube da Esquina

Por Luiz Gomes Otero, jornalista e crítico musical. 

Já se imaginou ficar frente a frente com seus ídolos da música brasileira  e poder organizar e elaborar um trabalho literário voltado para preservar a memória de seu trabalho? Pois foi isso que aconteceu com Andréa Estanislau. Ela organizou a elaboração do livro "Coração Americano", que conta os bastidores da gravação do álbum "Clube da Esquina", capitaneado por Milton Nascimento e Lô Borges e que se tornou um marco na nossa cultura musical popular. 

Andréa é mestre em Educação pela Universidade Federal de Minas Gerais onde desenvolveu como recurso educativo o curso de extensão Clube da Esquina: Patrimônio Cultural de Belo Horizonte. O livro chega em 2020 na sua segunda edição com textos escritos pelo personagens do chamado movimento musical mineiro, que na verdade sempre foi e será universal por natureza. Milton Nascimento, Márcio Borges, Ronaldo Bastos, Lô Borges, Toninho Horta e outros que faleceram mais recentemente, como Fernando Brandt e Tavito.

A obra funciona como uma viagem no tempo, mostrando um grupo de músicos amigos que se uniram em torno de Milton e Lô e contribuíram, cada um do seu jeito, na elaboração e concepção dos arranjos e ideias de produção musical. Em entrevista para o Resenhando, Andréa conta como foi a experiência de organizar um trabalho de tamanha importância cultural, hoje em dia contribui para a formação de educadores e inspira músicos de várias gerações. “Para mim o Clube da Esquina é a síntese de uma amizade sincera e da união feliz de talentos natos da nossa música”.

Resenhando - Como foi que você, que não era do meio artístico, conseguiu estabelecer esse contato com tantos músicos e compositores diferentes?
Andréa Estanislau - Foi realmente um desafio. Nos anos 80, eu passei a ouvir com atenção essa música, que surgiu na minha terra natal. E percebi que havia pessoas da minha geração que não conheciam essas músicas. Mais adiante, desenvolvi um trabalho de conclusão de curso na Faculdade. Esse trabalho acabou crescendo com o incentivo de amigos. Passei a buscar como estabelecer contato com esses personagens, que também eram e ainda são meus ídolos. O primeiro foi Beto Guedes. A esposa dele ficou entusiasmada com o projeto e me deu os contatos dos demais. Claro que, com o apoio do Beto, as portas acabaram se abrindo mais facilmente. Mas o que senti é que todos acabaram gostando do projeto do livro e me mostraram as fotos que ilustram a publicação, além de contribuírem com textos. A capa mostra quase todos no estúdio e dá uma ideia do nível de amizade e de comprometimento com as canções que eles estavam produzindo para o álbum.

Resenhando - Parte dos textos foi escrita pelos próprios personagens. O Fernando Brandt, por exemplo, deixou ali um importante registro de como surgiu a parceria dele com Milton, que começou ainda nos anos 60, com "Travessia". Foi difícil fazer eles relatarem isso?
Andréa Estanislau - Pelo contrário. A coisa fluiu naturalmente porque todos meio que compraram a ideia. E esse episódio que o Fernando conta é da época dos Festivais, quando Milton ganhou o prêmio de melhor intérprete com a canção "Travessia". O Brandt conta que ali, ao ver o Milton ganhar o prêmio com uma canção feita em parceria, ele percebeu a profissão que ele iria escolher para trabalhar. É algo muito emocionante ver como as coisas se consolidaram nos anos seguintes até chegar no Clube da Esquina.

Resenhando - Nessa época, em 1972, o Milton já era um nome conhecido. Ele funcionava como uma liderança nesse grupo?
Andréa Estanislau - Com certeza. Milton já tinha até canção gravada pela Elis Regina naquela época. Os demais estavam ainda iniciando a sua caminhada na música, buscando conquistar o seu espaço. Lô tinha apenas 19 anos! Ele contou que foi difícil convencer a família a deixar ele ir para o Rio de Janeiro para gravar o disco. Mas podemos dizer que o MIlton foi uma espécie de líder natural. Todos contribuíram para que o projeto do disco desse certo e acho que o resultado dele fala por si só. É a prova da amizade sincera e da união feliz de talentos natos de nossa música.


Andréa Estanislau organizou a elaborou o livro "Coração Americano", que conta os bastidores da gravação do álbum "Clube da Esquina". Foto: Nina Estanislau. A foto da capa de "Coração Americano" é de Mário Thompson. Esta é a única foto que tem três letristas (Márcio Borges, Fernando Brant e Ronaldo Bastos), além Milton Nascimento, Lô Borges, Beto Guedes, Wagner Tiso. 

Resenhando - É possível chamar o Clube da Esquina de um movimento, como foi a Tropicália nos anos 60?
Andréa Estanislau - Eu não considero um movimento. Porque todos estavam ali para a música e pela música. Não havia barreiras ou tabus a serem quebrados. Apenas produziram canções que hoje, mais de 40 anos depois, ainda servem como referência e fonte de inspiração para músicos das mais variadas gerações. E por isso merece ter contada a história em livro.

Resenhando - Fale sobre o curso de extensão ministrado em Minas Gerais sobre o Clube da Esquina.
Andréa Estanislau - O curso de extensão Clube da Esquina: Patrimônio Cultural de Belo Horizonte foi realizado no Espaço do Conhecimento da Universidade Federal de Minas Gerais, em outubro e novembro de 2019. O curso foi pensado em dois módulos sequenciais, o primeiro mais teórico com a contextualização dos conceitos e o segundo, um módulo prático, com os participantes desenvolvendo  atividades didáticas que relacionam a música com a cidade. Foi voltado para professores e estudantes de licenciatura, tendo como objetivo preparar o professor para promover a Educação Patrimonial nas escolas a partir das canções do Clube da Esquina. Esse ano, em função da pandemia, ainda não foi possível realizar isso. Mas iremos fazer com certeza mais adiante.

Resenhando - Como as pessoas podem ter acesso aos seus projetos? O livro pode ser adquirido?
Andréa Estanislau - Essa obra literária foi realizada com recursos da Lei Municipal de Incentivo à Cultura da Prefeitura de Belo Horizonte. Com tiragem de mil exemplares, “Coração Americano” será distribuído a centros culturais, bibliotecas, escolas e museus. Vou gravar uma entrevista para ficar no site da prefeitura. E mantenho um site onde coloco as minhas ações ligadas ao livro e ao curso de extensão. O endereço é www.coracaoamericano.com.br

"Cais"

"Trem Azul"

"San Vicente"

.: Crônica: a película de vidro da nossa ida para Santos

 Por Mary Ellen Farias dos Santos*

A situação foi a seguinte: estava obrigada a sair de São Vicente até Santos. Por quê? Fizeram uma confusão. Os diários do maridão foram enviados para São Paulo enquanto que os de outro vieram para casa. Mesmo estando em plena pandemia, lá fui pilotar o carro com o maridão ao meu lado.

Ao menos era no Gonzaga. Resolvemos dar uma passadinha na Lojas Americanas. Bem ali, bati meus olhos numa loja de celulares. Pensei: Perfeito! É hoje que eu compro uma película de vidro para o meu celular novinho.

Bora resolver, finalmente, a tal película. No balcão três modelos. A desejada custava R$ 10,00.

Melhor impossível, não é?

Eis que a mocinha da loja limpou e limpou o meu aparelho. Pegou a primeira película para aplicar e... modelo errado. Começou uma busca insana por todo comércio, mas pouco depois, alguém chegou com um montinho das tais películas.

- Não tinha aqui, né?, outra atendente questionou.

Nova limpeza no celular e a película foi colocada, mas...

- Olha, nas bordas não aderiu bem. Então, é só esperar 24 horas. Caso não cole, é porque a película está com defeito. Daí, é só voltar aqui que eu troco!, comentou a vendedora.

Quem pensaria que não iria aderir? Ao menos eu e maridão não pensamos. Nem mesmo passou por nossa mente tal fatalidade.

Hoje, faz uma semana e estou aqui com as tais bordas livres, leves e soltas. Contudo, na tal loja também não piso mais.

*Mary Ellen Farias dos Santos é criadora e editora do portal cultural Resenhando.com. É formada em Comunicação Social - Jornalismo, pós-graduada em Literatura, licenciada em Letras pela UniSantos - Universidade Católica de Santos e formada em Pedagogia pela Universidade Cruzeiro do Sul. Twitter: @maryellenfsm


.: Entrevista: Elizabeth Savalla relembra os bastidores de "Eta Mundo Bom!"


"O retorno é imenso!", diz Elizabeth Savalla sobre a repercussão de "Eta Mundo Bom" nas redes sociais e comenta os bastidores. Foto: Globo/Estevam Avellar

Cunegundes ou dona Boca de Fogo (Elizabeth Savalla) é sem dúvida um dos tipos mais marcantes de "Eta Mundo Bom!". Nos momentos divertidos da trama, a matriarca da Fazenda Dom Pedro II quase sempre está presente. Seja assoprando o próprio cabelo, quando reclama do apelido - "Meu nome é Cu-ne-gun-des!" virou um bordão da personagem -, ou durante uma dura em alguém. 

Interpretada com maestria por Elizabeth Savalla, que criou todos os trejeitos da personagem, Cunegundes sempre é motivo de comentários animados nas redes sociais. A poucos dias do final da reprise no "Vale a Pena Ver de Novo", a atriz conta, em entrevista, que está revivendo o mesmo sucesso de 2016, quando a trama foi exibida pela primeira vez.

Ela comenta a repercussão da personagem, as lembranças do trabalho, os bastidores das gravações e a importância da trama no momento atual. Exibida no "Vale a Pena Ver de Novo", "Eta Mundo Bom!" é escrita por Walcyr Carrasco, com direção geral e de núcleo de Jorge Fernando. Nesta entrevista, a atriz comenta a repercussão do trabalho nas redes sociais e relembra os bastidores.

A Cunegundes é uma personagem muito marcante em "Eta Mundo Bom!". Como é reviver as cenas e resgatar memórias? 
Elizabeth Savalla -
É maravilhoso rever as cenas da Cunegundes e sentir novamente o retorno do público. O sucesso da novela é impressionante. É muito divertido acompanhar as peripécias daquela família no núcleo da Fazenda Dom Pedro II, e as situações são sempre comandadas pela Cunegundes, um personagem fortíssimo.


E como tem sido o retorno do público nas redes sociais?
Elizabeth Savalla - 
O retorno nas redes sociais é imenso, o que se formou de fã-clubes é uma loucura. É interessante porque eles são jovens e adoram a personagem. E por isso vão atrás de tudo que eu fiz na carreira. A Cunegundes é um grande personagem, acho que Walcyr Carrasco foi muito feliz nessa novela, assim como foi em várias. Estou revendo a reprise de "Chocolate com Pimenta" no canal Viva. São duas histórias bem diferentes e engraçadas, ele sabe lidar com o humor e ao mesmo tempo com o sentimento das pessoas de uma forma bem interessante.


Você também se divertia fazendo a personagem? Como foi o processo de construção?
Elizabeth Savalla - 
A gente se divertia demais fazendo. Quando o Jorge Fernando me chamou para a novela e eu conheci a Cunegundes, me apaixonei imediatamente. Mas também fiquei com receio, porque era uma personagem muito forte, de certa forma malvada, e ao mesmo tempo descontraída. Tanto na forma física, quanto na forma de falar do interior.


Como foi o processo de construção?
Elizabeth Savalla - 
Nós fizemos aula de preparação para termos o sotaque de todos parecidos, como se tivéssemos nascido naquele lugar. Eu também pedi a ajuda do meu filho Thiago Picchi, porque ele também é diretor e tem uma visão de direção que gosto muito. Ele me ajudou bastante na construção da Cunegundes. Às vezes, ele falava: "Olha lá, mãe, está exagerando. Não é para fazer humor nesse momento, ela é forte, as pessoas têm de acreditar".


Todo o núcleo da Fazenda D. Pedro II se destacou, cada um com a sua característica. Conte um pouco dos bastidores.
Elizabeth Savalla - O Jorge Fernando estava muito criativo nesta novela, mais do que o comum (risos). Nós tivemos também outros ótimos diretores, como a Ana Paula Guimarães e o Marcelo Zambelli, e uma equipe maravilhosa que contribuiu muito para o sucesso. Era um cenário difícil de gravar, porque tinha muita gente em cena. Ao mesmo construímos uma relação muito boa. Todos se davam muito bem, tinha um clima muito bom entre nós. E não posso deixar de falar do nosso saudoso Flávio Migliaccio, que esteve comigo em vários trabalhos. Como foi divertido fazer essa novela. Os dias que tinham banho de lama, chiqueiro, era uma loucura (risos).


Além de divertida "Eta Mundo Bom!" traz uma mensagem muito positiva, de esperança. Como você enxerga essa novela diante do momento que estamos vivendo?
Elizabeth Savalla - Como o Candinho (Sergio Guizé) diz: "Tudo que acontece de ruim na vida da gente é para melhorar". Eu acho que o Walcyr acertou em cheio nessa frase que está sempre nas falas do personagem e acho que tem tudo a ver com esse momento que a gente está passando. Fora isso e o humor da fazenda, as cenas na cidade são maravilhosas: é onde passam os bondes, as músicas são fantásticas, com muito jazz, Nelson Gonçalves... O figurino de época é lindo. Há uma leveza nessa novela que a torna ainda melhor de assistir nesse momento.


Elizabeth Savalla interpreta Cunegundes, um dos tipos mais marcantes de "Eta Mundo Bom!". A novela de Walcyr Carrasco bate recordes no "Vale a Pena Ver de Novo". Foto: Globo/João Cotta


.: Grátis: Daniel Warren apresenta "Pontos de Vista de Um Palhaço"

No monólogo, Daniel Warren interpreta um palhaço em crise de identidade que busca ajuda em uma sessão de terapia online . Foto: Wilian Aguiar

Dentro de apresentações teatrais das lives #EmCasaComSesc, neste domingo, dia 23, às 21h30, o ator Daniel Warren apresenta o monólogo "Pontos de Vista de Um Palhaço", sobre um palhaço em crise de identidade que busca ajuda em uma sessão de terapia onlineA peça teatral pode ser assistida no YouTube do Sesc São Paulo youtube.com/sescsp -  e no Instagram do Sesc Ao Vivo - @sescaovivo

Com direção de Maristela Chelala, que também assina a adaptação do texto original baseado no romance homônimo do escritor e dramaturgo alemão Heinrich Böll, Prêmio Nobel de Literatura em 1972, o espetáculo revela o lado melancólico do ofício de quem faz rir. O texto desloca o foco do protagonista amargurado do livro de Böll, Hans Schnier, e o fragmenta entre Hans e seu alter ego, um palhaço chamado Schnier - que, na adaptação de Chelala, se transforma no narrador da história, criando novas possibilidades de humor.

Para interpretar a crise de identidade do personagem, Daniel Warren passeia por estados de espírito opostos, da graça ao sarcasmo e à revolta, manipulando com sutileza a máscara do palhaço para alternar-se entre Hans e Schnier. A peça é indicada para maiores de 12 anos.

Agenda de 17 a 21 de agosto, sempre às 21h30

Quarta-feira, 19 de agostoLuciana Paes em "Olar Universo".
Sexta-feira, 21 de agostoAntônio Petrin em "Só os Doentes do Coração Deveriam Ser Atores".
Transmissões pelo Instagram @sescaovivo e YouTube do Sesc São Paulo - youtube.com/sescsp. 

.: Grátis: dupla Prettos apresenta show de samba "Novo Viver" neste domingo


A dupla Prettos, formada pelos irmãos Magnu Sousá e Maurílio de Oliveira, do Quinteto em Branco e Preto, apresenta show criado e lançado durante a quarentena. Foto: Alex Pires

Dentro da programação do #EmCasaComSesc, neste domingo, dia 23, às 19h,  a dupla Prettos, formada pelos irmãos Magnu Sousá e Maurílio de Oliveira, do Quinteto em Branco e Preto, apresenta o show de samba "Novo Viver", trabalho criado e lançado durante a quarentena. Uma jornada musical de autoconhecimento artístico a quatro mãos. O Sesc São Paulo vem promovendo uma série de shows diários com transmissões pelo Instagram @sescaovivo e YouTube do Sesc São Paulo - youtube.com/sescsp

Os irmãos, além de assinarem a maioria das composições do disco, também foram responsáveis por todo o processo de concepção, arranjos, gravação, edição, instrumentação e pós-produção, trazendo participações especiais dos músicos Luizinho 7 Cordas (violão de sete cordas), Léo Carvalho (bateria) e Cassiano Andrade (na cuíca, repenique e congas).

Criado há 25 anos pelo Sesc São Paulo e em operação em diversos estados do país, a iniciativa está com uma campanha para expandir sua rede de parceiros doadores e ampliar a distribuição de alimentos, produtos de higiene e limpeza em meio à crise causada pelo novo coronavírus. Também engajados pela causa, os artistas têm aproveitado as transmissões online para convocar as pessoas, principalmente empresários e gestores, a integrarem a rede de solidariedade. Para saber como ser um doador, basta acessar o site mesabrasil.sescsp.org.br.

Agenda de 21 a 23 de agosto, sempre às 19h

Sexta-feira, 21 de agostoRappin’ Hood.
Sábado, 22 de agostoFernanda Abreu. Participação: Tuto Ferraz
Domingo, 23 de agosto: Prettos.
Transmissões pelo Instagram @sescaovivo e YouTube do Sesc São Paulo - youtube.com/sescsp

Confira o show completo:

.: Sony lança "Tudo Pela Arte" nas plataformas digitais

A Sony Pictures Home Entertainment apresenta o suspense “Tudo Pela Arte” ("The Burnt Orange Heresy"), lançamento nas plataformas digitais para aluguel e compra no dia 26 de agosto. Estrelando Claes Bang e Elizabeth Debicki, além do ator Donald Sutherland, duas vezes vencedor do Globo de Ouro®, como o lendário artista plástico Jerome Debney e o astro pop Mike Jagger no papel do negociante de arte Joseph Cassidy, “Tudo Pela Arte” tem roteiro do Indicado ao Oscar® Scott B. Smith e é baseado no livro homônimo "The Burnt Orange Heresy" (1971) de Charles Willeford. O filme exibe locações belíssimas no norte da Itália e transita pelo deslumbrante e luxuoso mercado de obras de arte, despertando ambições, ganância e crimes.

No filme, o charmoso e ambicioso crítico de arte James Figueras um dia já teve tudo o que poderia querer. Hoje, ele passa seus dias dando aulas de arte para turistas em Milão. Sua única chance de uma vida mais interessante é a enigmática Americana Berenice Hollis. Uma oportunidade aparece quando ele é contratado pelo art dealer Joseph Cassidy que o chama a sua villa no Lago de Como e lhe pede que roube o Quadro do lendário artista Jerome Debney. Logo a ganância e insegurança de James o farão cair em uma rede de intrigas e sair de controle.

Elenco e equipe técnica
Diretor:
Giuseppe Capotondi.
Roteiro: Scott B. Smith.
Baseado no romance de: Charles Willeford.
Produtores: David Zander, William Horberg, David Lancaster.
Produtores executivos: Sienna Aquilini, Aeysha Walsh, Stephanie Wilcox, Dante Ariola, August Zander, Jon Shiffman, Jonathan Loughran, Peter Touche, Vaishali Mistry, Marie-Gabrielle Stewart, Peter Watson, Aris Boletsis.
Elenco: Claes Bang, Elizabeth Debicki, Mick Jagger, Donald Sutherland.

Especificações
Duração:
99 minutos, aproximadamente.
Classificação indicativa: 14 anos - drogas lícitas, linguagem, sexo.
Plataformas digitais de aluguel e compra: Apple TV (iTunes), Google Play, Microsoft Filmes &TV (Xbox), PlayStation Store.
Plataformas digitais exclusivamente para aluguel: Looke, NOW, Oi Play, SKY Play e Vivo Play.

Trailer de "Tudo pela Arte": 

.: Jarbas Homem de Mello canta "Your Song", de "Moulin Rouge", no "Talentos"


Vai ao ar neste sábado, dia 22, a partir das 20h, a segunda eliminatória do "Talentos", novo reality musical da TV Cultura. O apresentador Jarbas Homem de Mello começa a edição interpretando "Your Song" música de Elton John, que faz parte do repertório do musical "Moulin Rouge".

"A primeira vez que assisti ao filme fiquei muito impactado. Quase 20 anos depois, quando vi o espetáculo na Broadway, tive a mesma sensação. O musical é de uma contemporaneidade absurda, talvez o jukebox mais eficiente e contundente dos últimos anos. Eu amo essa música, já havia cantado em outras oportunidades de trabalho, mas assim caracterizado e com cenário foi a primeira vez, e foi incrível!"
, comenta Jarbas.

Nesta fase, os jurados - Cleto Baccic, Diego Montez, Miguel Falabella e Paula Capovilla - avaliam os candidatos Luiza Arruda, de São Paulo; Robson Lima, do Rio de Janeiro; Giovanna Federzoni, de Mongaguá, litoral paulista; e Edu Storm, de Apucarana, no Paraná. Dos quatro participantes, dois serão selecionados, um irá para a repescagem e o quarto será eliminado. No quadro "Caixa Cênica", Paula Capovilla - atriz e cantora que tem na bagagem mais de 20 espetáculos musicais de sucesso – realiza uma apresentação surpresa.

O "Talentos" foi desenvolvido em formato virtual, devido à pandemia, e os jurados, no estúdio, avaliam os candidatos por vídeo. “Eles gravam remotamente seu número musical, porém, com toda a supervisão artística da TV Cultura, que incluiu orientações das equipes de cenário, maquiagem e até questões técnicas”, explica Marcos Rombino, diretor geral do Talentos. O programa traz também um quadro especial, um workshop para os candidatos a cada eliminatória, que pode ser de belting (técnica de canto utilizada no teatro musical), sapateado, dança, atuação e outras temas, sempre com grandes profissionais.

Com roteiro de Mariana Elisabetsky e direção de Marcos Rombino, a nova atração da TV Cultura vai ao ar aos sábados, a partir das 20h, com reapresentação às quintas-feiras a partir das 23h45. E a grande final está prevista para o dia 31 de outubro. Realização: Fundação Padre Anchieta, Secretaria Especial da Cultura, Ministério do Turismo e Governo Federal – Lei de Incentivo à Cultura.

quinta-feira, 20 de agosto de 2020

.: Grátis: André Garolli dirige peça atual de Eugene O’neill escrita em 1914

A encenação será apresentada ao vivo pelo Facebook do @teatrojoaocaetano com Camila dos Anjos, Fabrício Pietro e Wes Machado no elenco. Foto: Cath Giobbi

A peça teatral "Sede" foi escrita apenas dois anos após o naufrágio do Titanic, o que pode ter influenciado Eugene O'Neill a escrever uma peça dessa natureza. Um cavalheiro, uma bailarina e um marinheiro negro das Índias Ocidentais estão à deriva em uma balsa sem comida e água longe das rotas normais de navegação, cercadas por tubarões e lentamente enlouquecendo. "Sede" é uma peça sobre a luta pela sobrevivência dos três personagens.

Nesse momento de mudança e de ressignificar nosso espaço enquanto cadeia cultural a Cia Triptal 30 anos propõe a realização da encenação dramática do texto teatral de Eugene O’Neill, sob direção de André Garolli e interpretação de Camila dos Anjos, Fabrício Pietro e Wes Machado - três dos atores que mais se destacaram em "Inferno", peça do mesmo autor e diretor com crítica neste link - para transmissão ao vivo e gratuita via plataformas e/ou redes sociais online, possibilitando que continuemos a cadeia da economia criativa e nos levando a pensar em outras formas de poder estar presente nesse momento, alcançando ainda mais pessoas.

O diretor André Garolli realizou uma investigação profunda sobre a obra de Eugene O’Neill. Dirigiu diversas peças do dramaturgo, entre elas, “Luar sobre o Caribe”, "Longa Viagem de Volta para Casa”, "Macaco Peludo", “Rumo a Cardiff” (três Indicações ao Prêmio Shell, 2006) e "Zona de Guerra"(Prêmio APCA - Melhor Espetáculo Teatral de 2006). No ano em que a Cia Triptal completa 30 anos o diretor retoma o caminho do mar de O’Neill para dar continuidade a essa investigação.

"Sede" aborda em muitos aspectos a natureza humana e a filosofia dos comportamentos, e isto já seria material suficiente para discorrer em defesa da essencialidade deste texto, porém há analogias circunstanciais presentes nesta obra e que ampliam sua atualidade e as possibilidades de um amplo diálogo com o público.

"Deve ser horrível ouvir os gritos dos que estão morrendo...". "O que nós fizemos pra ter que sofrer assim?". "É como se uma desgraça após a outra acontecesse pra tornar nossa agonia mais terrível". "É horrível mesmo. Nós estamos enlouquecendo". "Para isso serviram todos os meus anos de trabalho?". "Já não me lembro mais dos dias". "Que criaturas dignas de pena somos nós".

Estas frases reunidas aleatoriamente estão presentes no texto escrito por O’Neill em 1914, "Sede". Frases que poderiam ser ditas neste episódio recente dos nossos tempos, o do surto coletivo, pandêmico. Nós, personagens reais, aparecemos isolados e distanciados de uma realidade então estabelecida. As certezas que sempre asseguraram nossos planos e ambições colapsaram. As diferenças que delimitavam nossos espaços e oportunidades nesta sociedade seguem rígidas. Agora estamos todos cercados. Há um inimigo invisível, letal e oportunista a espreita. Dizem que aguarda pelos mais fracos.

Em "Sede", o autor reúne em um mesmo bote salva-vidas um homem branco vestido em traje de noite, uma mulher branca vestida em traje completo de dançarina e um homem preto vestido em uniforme azul de marinheiro. Três figuras com papéis sociais bem definidos e que semanas antes ocupavam lugares distintos neste navio que naufragou. Sem demais sobreviventes à vista, estão os três à deriva, em alto mar, confinados, limitados e rodeados por tubarões. Impulsivamente, cada um resgatou do navio, em tempo, um único objeto, aquele que mais lhe representa em vida, a dançarina um colar de diamantes, o marinheiro uma faca, e o cavalheiro um cardápio de um banquete feito em sua homenagem, contudo todos carecem de algo mais elementar, comida e água. Só lhes resta esperar, questionar ou desesperar. Qual seria a dose precisa de humanidade para a humanidade não colapsar?

O autor
Eugene Gladstone O'Neill (Nova Iorque, 16 de Outubro de 1888 – Boston, 27 de Novembro de 1953) foi um dramaturgo anarquista e socialista estadunidense. Recebeu o Nobel de Literatura de 1936 e o Prêmio Pulitzer por várias vezes. Suas peças estão entre as primeiras a introduzir as técnicas do realismo influenciado principalmente por Anton Chekhov, Henrik Ibsen e August Strindberg. 

Sua dramaturgia envolve personagens que habitam as margens da sociedade, com seu comportamento desregrado, tentando manter inalcançáveis aspirações e esperanças do 'milagre norte-americano'. Tendo escrito apenas uma comédia, ("Ah, Wilderness!"), todas as suas peças desenvolvem graus de tragédia pessoal e pessimismo. Sua dramaturgia influenciou reconhecidamente um importante dramaturgo brasileiro Nelson Rodrigues, além de uma de suas peças, a Imperador Jones ("The Emperor Jones"), ter sido o ponto de partida do Teatro Experimental do Negro de Abdias do Nascimento.

Ficha Técnica:
"Sede", de Eugene O’Neill, dentro do projeto Cia Triptal 30 anos.
Direção:
André Garolli.
Elenco: Camila dos Anjos, Fabrício Pietro e Wes Machado.
Produção: Cia. Triptal.
Serviço: live cênica no perfil do facebook do Teatro João Caetano - @teatropopularjoaocaetano
Apresentação: 21 de agosto. Sexta-feira às 21h.
Apresentação gratuita.
Duração:
50 minutos.
Classificação: 16 anos.

.: Entrevista: Carolina Dieckmann fala sobre a Teodora de "Fina Estampa"


No ar na reprise de "Fina Estampa", a atriz afirma que considera Teodora uma personagem especial na carreira. Foto: TV Globo / Alex Carvalho

Teodora (Carolina Dieckmann) e Quinzé (Malvino Salvador) brigaram muito ao longo de todos os capítulos da edição especial de "Fina Estampa". A relação dos dois foi sempre marcada por discussões intermináveis e beijos intensos. Ele tentou lutar contra o sentimento que guardou por Teodora, e ela também nunca deixou de pensar no ex-marido, principalmente ao voltar para o Brasil. 

A reaproximação de Teodora com o filho, Quinzinho (Gabriel Pelícia), que ela deixou com o pai ao viajar com Wallace (Dudu Azevedo), fez com que o sentimento materno aflorasse. Ela, inclusive, contratou a advogada Mônica (Isabel FIllardis) para disputar a guarda do menino com o pai. Entre muitas idas e vindas, nos próximos capítulos da novela, Teodora pedirá para reatar o casamento com Quinzé. E até mesmo Griselda (Lilia Cabral), que sempre deixou clara sua mágoa pela ex-nora, afirma para o filho que acredita nas intenções da loira.

"Fina Estampa" é uma obra de Aguinaldo Silva, com direção geral e de núcleo de Wolf Maya e direção de Ary Coslov, Claudio Boeckel, Marcelo Travesso, Marco Rodrigo e Marcus Figueiredo. Nesta entrevista, Carlina Dieckmann fala sobre a personagem.

Que lugar a Teodora ocupa em sua carreira?
Carolina Dieckmann - 
Cada personagem tem um lugar único, porque representa um momento, uma entrega, uma caracterização, um monte de coisas. Eu fiz mais mocinhas que vilãs, personagens com essa veia mais romântica e mais correta, do que personagens com uma falha tão grande como a da Teodora, ou com algumas falhas. Ela com certeza é especial também por isso.


A Teodora está numa fase de redenção na trama...
Carolina Dieckmann - Eu acho a Teodora uma personagem riquíssima, ela não segue uma linha reta, não é cheia de certezas. É uma personagem que se questiona o tempo todo. Vendo hoje, acho que ela era uma vilã que se redimiu ao longo da história.


Você é autocrítica ao se assistir em trabalhos antigos?
Carolina Dieckmann - Eu assisto tranquilamente. O distanciamento que o tempo proporciona traz essa coisa nova que é assistir e não ter como mudar. E, ao mesmo tempo, representa um momento da sua vida, uma maneira de se entregar. Eu acho uma delícia rever com esse distanciamento todo.


Você está fora do Brasil. Sente falta daqui?
Carolina Dieckmann -
A minha casa é o meu corpo, do que eu sou feita, do que as minhas preocupações são feitas, do que os meus desejos são feitos. Eu estou nos Estados Unidos com a minha família, eu estaria com eles em qualquer lugar, mas o meu coração está sempre no Brasil.



.: Do medo à coragem: livro infantil é protagonizado por gota

Lançamento da carioca Jane Riche, o livro "Pingo Teve Uma Ideia" (compre neste link) ensina ao público infantil conceitos de coragem e realização pessoal a partir da trajetória de Pingo, uma gota d'água que vence o medo e mergulha sozinha em novas experiências. Pingo teve uma ideia: decidiu sair da cachoeira onde vivia para buscar novas experiências que fizessem seu coração vibrar feliz. Inicialmente, contagiado pelo medo dos amigos, ele hesitou. 

Depois, motivado por seu coração, decidiu seguir viagem sozinho. Essa gota d’água corajosa e inovadora é a protagonista de estreia do projeto “Siga seu coração feliz”, criado pela escritora carioca Jane Riche, com o objetivo de abordar as adversidades de forma lúdica. “Com o passar do tempo, Pingo percebeu que seu coração ficava feliz só de pensar nas novidades que poderia viver. Em sintonia com seu coração feliz, ele se encheu de confiança e nadou até a margem do rio”, diz o livro nas páginas 10 e 11. 

Após encontrar um bosque completamente branco, Pingo esbarra numa folha e sente-se feliz por viver uma experiência diferente num lugar mágico. É assim que o personagem estabelece uma conexão definitiva e poderosa com seu coração feliz. “Sem perceber, esbarrou numa dessas folhas e, juntos, transformaram-se em Folhapingada. As outras folhas ficaram emocionadas com a transformação e coloriram-se, cada uma a seu modo”, diz o livro nas páginas 23 e 24.

Em "Pingo Teve Uma Ideia", o protagonista encontra força dentro de si para viver aquilo que acredita. “Em tempos em que o excesso de atividades e de demandas nos distancia, cada vez mais, do nosso mundo interno, meu coração vibra feliz em ter o Pingo, que não me deixa esquecer do motivo pelo qual comecei a escrever”, afirma a autora. Além de Pingo, o projeto reunirá outros personagens inusitados – como elementos da natureza e objetivos inanimados. O Suco de Caju, a Lhama e a Câmera Fotográfica são outros amiguinhos que em breve chegarão às livrarias com novas aventuras para os pequenos leitores.

Neste livro, os leitores podem acompanhar a trajetória de Pingo, uma gota d`água corajosa e inovadora, que deseja sair da cachoeira onde vive para viver novas experiências que façam seu coração vibrar feliz. Num primeiro momento, contagiado pelo medo dos amigos, Pingo hesita. Depois, motivado por seu coração feliz, decide seguir viagem sozinho. A jornada no rio é tranquila e agradável. Mas na hora de encarar o desconhecido de frente, Pingo hesita novamente.

A indecisão prolongada ameaça sua vida por risco de evaporação. Será esse o seu fim? Não, pois sua essência fala mais alto e Pingo segue seu coração feliz rumo ao desconhecido. O resultado? Feliz por viver uma experiência diferente num lugar mágico, onde as folhas das árvores se colorem de emoção, Pingo estabelece uma conexão definitiva e poderosa com seu coração feliz.

Sobre a autora:
Jane Riche nasceu no Rio de Janeiro e formou-se em composição de interior pela Escola de Belas Artes, EBA, da Universidade Federal do Rio de Janeiro, UFRJ, em 2004. Foi lá que, em contato com diferentes expressões artísticas, começou a escrever contos infantis despretensiosamente.

Ficha Técnica:
Título:
 "Pingo Teve Uma Ideia"
Autor: Jane Riche
Editora: Pi Puí
ISBN: 978-65-81172-00-8
Páginas: 32
Formato: 22 x 22 cm
Preço e-Book: R$12,28
Link de venda: https://amzn.to/2FAsPkZ
Preço físico: R$ 40

.: Grátis: Fernanda Abreu apresenta live carinhosamente intitulada de "Cativeiro"


Fernanda Abreu divide histórias pessoais e artísticas, e pincela clássicos dos 30 anos de carreira, como "Kátia Flávia", "Veneno da Lata" e "Rio 40 Graus". Foto: Gui Paganini e Giovani Bianco

Dentro da programação do #EmCasaComSesc, neste sábado, dia 22, às 19h,  direto de sua casa, Fernanda Abreu apresenta o show que ela, carinhosamente, intitula de "Cativeiro". O Sesc São Paulo vem promovendo uma série de shows diários com transmissões pelo Instagram @sescaovivo e YouTube do Sesc São Paulo - youtube.com/sescsp

Inspirada pelos versos da emblemática música "Eu Vou Torcer", em clima amistoso e intimista, Fernanda Abreu aproveita para dividir histórias pessoais e artísticas, e pincela clássicos dos 30 anos de carreira, como "Kátia Flávia", "Veneno da Lata", a indispensável "Rio 40 Graus", e outras do seu mais recente álbum, "Amor Geral" (compre neste link). O single recém lançado "Do Ben", uma homenagem a Jorge Ben, também está no roteiro. Fernanda canta e Tuto Ferraz, além de tocar bateria, dispara as bases pré-gravadas contendo as performances de Fernando Vidal (guitarra), de André Carneiro (baixo), de Thiago Gomes (teclados) e de Flavia Santana e Juju Gomes (vocais).

Fechando a semana, no domingo, dia 23, a dupla Prettos, formada pelos irmãos Magnu Sousá e Maurílio de Oliveira, do Quinteto em Branco e Preto, apresenta o show de samba "Novo Viver", trabalho criado e lançado durante a quarentena. Uma jornada musical de autoconhecimento artístico a quatro mãos. Os irmãos, além de assinarem a maioria das composições do disco, também foram responsáveis por todo o processo de concepção, arranjos, gravação, edição, instrumentação e pós-produção, trazendo participações especiais dos músicos Luizinho 7 Cordas (violão de sete cordas), Léo Carvalho (bateria) e Cassiano Andrade (na cuíca, repenique e congas).

Criado há 25 anos pelo Sesc São Paulo e em operação em diversos estados do país, a iniciativa está com uma campanha para expandir sua rede de parceiros doadores e ampliar a distribuição de alimentos, produtos de higiene e limpeza em meio à crise causada pelo novo coronavírus. Também engajados pela causa, os artistas têm aproveitado as transmissões online para convocar as pessoas, principalmente empresários e gestores, a integrarem a rede de solidariedade. Para saber como ser um doador, basta acessar o site mesabrasil.sescsp.org.br.

Agenda de 18 a 23 de agosto, sempre às 19h

Quinta-feira, 20 de agostoBrothers of Brazil.
Sexta-feira, 21 de agostoRappin’ Hood.
Sábado, 22 de agostoFernanda Abreu. Participação: Tuto Ferraz
Domingo, 23 de agosto: Prettos.
Transmissões pelo Instagram @sescaovivo e YouTube do Sesc São Paulo - youtube.com/sescsp

 



.: Vem aí um "The Voice" exclusivo para talentos acima de 60 anos


Nova versão do reality musical estreia em 2021 e já está com inscrições abertas. Foto: Globo/Isabella Pinheiro

Há nove temporadas o "The Voice Brasil" oferece seu palco para que cantores de todo o país possam mostrar sua arte. Há cinco, o espaço foi ampliado para que jovens artistas soltem sua voz, no "The Voice Kids". A partir de 2021 a família "Voice" ganha mais uma versão, que dará oportunidade para cantores acima de 60 anos mostrarem a sua música. 

O programa contará com mesmas características do formato das outras versões do reality musical: diferentes fases, um time de técnicos e a votação do público durante a competição. “Durante nossa trajetória aprendemos que a boa música é atemporal e que não existe limite quando falamos sobre a realização de sonhos. Essa nova versão do ‘Voice’ surgiu do desejo de expandir ainda mais esse espaço de oportunidade para os artistas”, afirma Creso Eduardo Macedo, diretor artístico do "The Voice Brasil" e "Kids". Para quem deseja fazer parte do time de candidatos do "The Voice" exclusivo para talentos acima de 60 anos, as inscrições estão abertas no Gshow.

← Postagens mais recentes Postagens mais antigas → Página inicial
Tecnologia do Blogger.